18.12.18

Encontramos nosso gato muito debilitado com forte infecção urinária

Brenda e Solange com Chocolate

Saudações Amados.

Amados para quem leu o artigo anterior sobre nosso gato chocolate onde também a um complemente sobre a perca de um Pet e as Crianças, segue a continuidade.

Caso você não tenha lido, sugiro que veja primeiro o artigo anterior para entender melhor.

Leia Aqui: A dor da perca de seu Pet e as Crianças

A principio a suspeita era de envenenamento ou uma forte pancada, como um chute. Porém, não foi nada disso, certamente o estado nervoso dele foi ocasionado pela dor.

Infelizmente o Chocolate ficou muito tempo escondido, a última vez que o vimos foi na madrugada de domingo para segunda e somente na tarde desta terça feira que ele foi encontrado muito debilitado e, quando cheguei do serviço corremos para a Clínica Veterinária Ponte Rasa, a mesma clínica que salvou a U7 nossa cachorra a dois anos.

O Chocolate estava muito fraco e desidratado, recebeu soro e antibioticos já que uma forte infecção foi percebida, veja o vídeo:



Chocolate ficou na Clínica Veterinária Ponte Rasa para observação e novos medicamentos a serem aplicados amanhã se tudo ocorrer bem já que ele chegou praticamente partindo para o céu dos gatinhos.

Com nossa fé em Deus e em nosso Senhor Jesus Cristo na qual entregamos a vida do Chocolate aguardamos ansiosos pela recuperação de nosso gatinho.

Assim como no artigo anterior, aproveito para transcrever abaixo um ótimo texto sobre Infecção urinária em gatos - Sintomas, tratamento e prevenção não deixe de ler.


Infecção urinária em gatos:

Sintomas, tratamento e prevenção


As infecções urinárias, conhecidas também como infecção do trato urinário, são um dos grupos de condições mais comuns e incômodas que um gato pode sofrer. Existem vários tipos de infecções, como a cistite (inflamação da bexiga), nefrite (inflamação dos rins) ou cálculos urinários, mas a maioria delas apresentam o mesmo quadro de sintomas.

Como referimos antes, estas condições afetam a bexiga e a uretra do felino, e podem ocorrer em gatos de qualquer idade mas, sobretudo em animais de idade adulta que sofrem de obesidade, que estão em espaços muito reduzidos ou que emocionalmente sofrem de muitos sobressaltos e poucos momentos de tranquilidade.

Sintomas de infecção urinária em gatos
Todos os donos de gatos devem estar muito bem informados sobre os sintomas destas condições, pois é muito importante a prevenção e o tratamento antecipado, pois se um gato estiver sofrendo de infecção urinário poderá ser não apenas muito doloroso para o animal, como também mortal.

Muitos gatos sofrem de surtos repetidos, o que faz gerar um padrão que vai piorando com o tempo, mas cuidado, porque a maioria dos gatos não apresentam sintomas até que a doença já se encontre muito avançada. Por isso, é importante vigiar o comportamento do seu gato no momento de fazer as suas necessidades e observar também o estado da sua urina.


Os sintomas de infecção urinária no gato são os seguintes:



  • Realiza demasiado esforço ao urinar.
  • Urina em poucas quantidades.
  • Não se consegue conter e urina fora da sua caixa de areia (algo muito estranho neles).
  • Tenta urinar com mais frequência do que o normal, que por vezes, se pode confundir com a ação de defecar.
  • Chora no momento de urinar, este comportamento é completamente fora do normal.
  • Também pode apresentar sangue na urina. Além disso, terá a necessidade constante de lamber as suas partes íntimas para aliviar sensações incômodas, alguns gatos podem ter febre e fraqueza nas etapas iniciais da infecção.



Tratamento da infecção urinária em gatos


Por mais que acredite saber o suficiente, nunca deverá diagnosticar o seu gato, muito menos no caso de infecção urinária. Perante a presença de qualquer um dos sintomas que referimos no ponto anterior, deverá levar o seu gatinho ao veterinário para que este possa realizar todos os exames necessários. Análises de sangue e de urina entram dentro do tipo de exames, tanto para confirmar se tem cristais, células inflamatórias, como para revisar o estado da urina e descartar outras doenças.

O tratamento para a infecção urinária em gatos variará dependendo da condição. Se o gato tem um problema de infecção bacteriana deverá tomar antibióticos (estas não ocorrem com frequência). Para o caso de cistite o tratamento começará por aliviar a dor administrando medicamentos para relaxar e evitar obstruções nas vias urinárias. Depois, reduzir o estresse com exercício e a administração de feromonas para ajudar a reduzir os níveis de ansiedade. Por último, controlar a quantidade de urina, substituindo a comida seca por uma dieta um pouco mais úmida.

Se o gato tiver a uretra bloqueada, o tratamento será cirúrgico e praticamente de urgência, pois a urina não está fluindo com normalidade. É possível que o seu pet fique internado por vários dias, uma vez que o veterinário deverá dar-lhe medicamentos via intravenosa e monitorizar o seu progresso. O mesmo acontece com os cálculos, que podem precisar de operação (dependendo do tipo) ou se não estiverem tão avançados podem ser curados com uma simples mudança de dieta e hábitos de vida.


Como prevenir a infecção urinária em gatos?


O apoio do veterinário não deve acontecer apenas quando o felino fica doente ou tem uma emergência. Tente manter uma boa comunicação com ele sobre o seu gato e pergunte-lhe qual é o tipo de dieta mais adequada para a saúde do seu pet. Lembre-se que somos o que comemos. Neste sentido, recomendamos que consulte este artigo em que lhe explicamos qual a alimentação adequada para gatos.

A água é fundamental para limpar e depurar o organismo. Deverá educar e habituar o seu gato a ingerir sempre água. O mesmo acontece com o hábito de urinar, esta é uma das poucas formas que existe para expulsar as toxinas do corpo, pelo que é importante que o seu gato o faça com frequência e que na hora de o fazer encontre a sua caixa de areia nas melhores condições de higiene e limpeza.

Os gatos são animais de rotinas, será sempre bom para a sua saúde minimizar as mudanças bruscas de rotina que lhe possam causar estresse, que depois possam levar a uma infecção urinária.

Faça todo o esforço possível para dar uma vida tranquila ao seu gato, verá que assim terá um pet saudável e feliz por muitos anos.


Por que o meu gato tem uma infecção?


As infecções, obstruções e inflamações urinárias ocorrem devida à presença ou não de sangue ou outros agentes estranhos no trato urinário. Estas condições podem ser causadas por muitos fatores e/ou por sua vez ser a manifestação de uma doença no organismo do animal. Algumas das causas podem ser as seguintes:

Como referimos no início deste artigo, qualquer fator que coloque o gato em estado de estresse, pode causar o desenvolvimento deste tipo de doenças. Situações deste tipo poderiam ser um mudança repentina de casa, a chegada de um novo membro da família, ausência de um companheiro humano e a presença de pessoas estranhas.

O sedentarismo e a obesidade também podem causar infecção das vias urinárias, pois ao desacelerar todos os processos internos, o corpo não está igualmente capaz de eliminar todos os desperdícios que vai consumindo. A obstrução uretral em machos ocorre com mais frequência em adultos jovens que vivem em espaços muito fechados, onde têm poucas oportunidades de se exercitar.

Um pH ácido e descontrolado na urina do gato pode aumentar o aparecimento de magnésio e elevar os seus níveis até um ponto não adequado, que pode levar a uma posterior formação de cristais de fosfato de magnésio que podem prejudicar a urina e depois causar urolitíase (cálculos urinários). Tudo isto é causado, entre outras coisas, por uma má alimentação, como as dietas de baixa digestibilidade e sem controle de minerais.

Fonte: Perito Animal


Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

Qual é o melhor momento para adquirir um seguro para celular?

Imagem divulgativa internet

Acesso a internet rápida, câmeras que filmam em 4K, digitalizadores de documento, editores de foto e de vídeo, gerenciadores de projeto e uma série de outras ferramentas. Esses são só alguns exemplos que provam o quanto um celular pode ser útil.

O avanço tecnológico fez com que esses aparelhos se tornassem pequenos computadores de bolso. Para muita gente, os celulares são instrumentos de trabalho. E levar um objeto tão importante para cima e para baixo, sem nenhuma proteção, pode ser arriscado.

Hoje, uma das formas mais eficientes de garantir a proteção do celular é por meio de um seguro de celular. Mas, você sabe como esse tipo de seguro funciona e como escolher o melhor seguro? É sobre isso que este artigo vai falar.

Assaltos à celular no Brasil

Ainda que você nunca tenha sido assaltado, com certeza conhece alguém que foi. O que torna fácil imaginar o quanto o roubo de celular é um crime comum no Brasil. Mas, será que você tem ideia da frequência real com que isso acontece? 

No Rio de Janeiro os números são alarmantes. No mês de Maio de 2018 foram registradas 2.301 ocorrências de assalto a celular. Ou seja, isso significa uma média de 74 assaltos todos os dias, durante 30 dias. 

Em nível nacional, de acordo com o índice da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), só no último ano, o número de celulares bloqueados por roubo, furto ou perda foi 1,5 milhões. Não é à toa que a procura por seguros tem aumentado e muito.

Em uma matéria publicada pelo Estadão, atualmente 2,5 milhões de celulares já estão segurados, segundo índice da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). 

Mas afinal, quando adquirir um seguro para celular?
No último ano, em uma matéria feita pelo G1, no estado do Paraná, algumas lojas de eletrônicos notaram que 70% dos clientes estavam comprando celular e já levando, no mesmo momento, um seguro para celular.

E levando em conta os índices de roubo, esse com certeza é o melhor momento para adquirir um seguro. Já imaginou correr o risco de ter o celular roubado logo após comprar um novo smartphone? 

Resumindo: é fundamental proteger o seu patrimônio. Ainda mais quando se trata de um objeto tão importante no dia a dia. Por isso, quanto antes você contratar um seguro, melhor. 

Como escolher um seguro para celular?


Superado o ponto sobre a importância e o melhor momento de adquirir o seu seguro, que tal entender um pouco como isso funciona? A seguir, você confere alguns pontos que devem ser considerados antes de contratar esse tipo de proteção.

Tipos de seguro (e cobertura)


Se você já contratou qualquer outro seguro, como o seguro de carro, sabe que existem diferentes tipos de cobertura. No seguro para celular não é diferente. Atualmente, os mais comuns são: seguro contra roubo e furto, seguro contra queda de líquidos e o seguro contra quebra acidental.

Uma pessoa que contrata apenas o seguro contra roubo e furto, não será ressarcida caso a perda do celular aconteça devido a queda de líquidos. Em contrapartida, um seguro que cobre queda de líquidos custa um pouco mais caro, pois as chances disso acontecer são altas. 

É importante analisar bem todas as coberturas incluídas na apólice antes de decidir qual a melhor opção para você. 

Considere o seu estilo de vida e qual a situação com maior probabilidade de acontecer.

Pesquise bem sobre a seguradora


Hoje em dia é muito fácil saber se uma empresa é boa ou ruim. Diferente dos nossos pais e avós que precisavam confiar unicamente na palavra do vendedor, hoje, basta procurar por avaliações nas redes sociais e em sites como o Reclame Aqui antes de comprar um produto ou contratar um serviço.

Portanto, a dica é a seguinte: antes de mais nada, faça uma pesquisa minuciosa e entenda a experiência que outros clientes já tiveram. Assim é fácil fazer uma escolha assertiva e evitar problemas no futuro.

Guarde a nota fiscal do seu celular


Depois de escolher o tipo de seguro ideal para atender às suas necessidades, e de pesquisar até encontrar uma seguradora transparente e bem avaliada, é hora de separar os documentos para contratar a proteção.

É imprescindível fornecer o IMEI do aparelho, número que identifica cada celular, e a nota fiscal ou o recibo de compra do aparelho comprado no exterior.

O que fazer em caso de sinistro?


Sinistro é o nome dado a qualquer dano ocorrido a um bem colocado no seguro. Ou seja, se o seu celular é roubado, e você possui um seguro para celular contra roubo, essa situação é um sinistro que deverá ser registrado junto à seguradora.

Mas, antes de registrar na própria seguradora, será preciso registrar também um Boletim de Ocorrência na delegacia mais próxima. Em algumas localidades é possível fazer um B.O. online, o que é mais prático e rápido. Por isso, consulte a disponibilidade desse serviço na sua cidade.

Com o Boletim de Ocorrência e a nota fiscal em mãos, reúna também os demais documentos necessários, que podem variar de acordo com as exigências de cada seguradora, para concluir o pedido de ressarcimento ou conserto do celular.

Agora que você já sabe de tudo isso, não tem desculpa: é melhor se precaver. Por isso, comece a pesquisar sobre o melhor seguro celular para o seu smartphone e proteja tanto o seu aparelho como o dinheiro que foi nele investido.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

Afinal existem seres extraterrestre?

Imagem divulgação Internet

Algumas pessoas nos perguntam se existem ETs, seres de outros planetas ou galáxias.

Este é um assunto que a Igreja não fala sobre e deixa para os cientistas da astrofísica e astronomia falarem do assunto. Já sabemos que em nosso sistema solar não há vida humana, nem mesmo vida animal e vegetal.

O Dr. Marcelo Gleiser, que é professor de física teórica no “Dartmouth College”, em Hanover (EUA), e autor de “Criação Imperfeita”.  Escreveu recente matéria no jornal Folha de São Paulo (14/7/2013), intitulada “Sobre visitas de extraterrestres”, que esclarece um pouco o assunto, e mostra a dificuldade dos ETs, se existem, chegarem a nós. Ele pergunta: “Será razoável supor que tenham [os ETs] feito o esforço para chegar até aqui e se esconder como luzes nos céus?”.

Ele mostra que o grande desafio de viagens interestelares são as distâncias gigantescas, o que dificultaria um ET chegar até nós se ele fosse de outra galáxia, ou mesmo que fosse de nossa Via Láctea. Por quê?


Habitantes em outros Planetas?


O Sol está a aproximadamente oito minutos-luz da Terra; isto é, se alguém viajasse com a velocidade da luz (300.000 km/s), demoraria oito minutos para cobrir os 150 milhões de quilômetros que nos separa do Sol.

Para se chegar às estrelas mais próximas de nós, a constelação do Centauro, seria preciso viajar quatro anos na velocidade da luz. Com a espaçonave mais rápida que temos, que viaja a 50.000 km/h, demoraríamos cerca de 100 mil anos para chegar nas estrelas mais próximas de nós!

Seria, portanto, muito difícil que os ETs, se existissem, chegassem a nós. Einstein mostrou que é impossível alguém viajar na velocidade da luz. Os cientistas sérios nunca descobriram ETs que chegaram a nós. O Dr. Marcelo Gleiser diz que, em 1950, o físico Enrico Fermi “fez um cálculo mostrando que, se inteligências capazes de viagens interestelares existem na nossa galáxia, teriam já tido tempo de sobra para colonizá-la. “Onde estão eles?”, perguntou-se.


O que a Igreja fala sobre os extraterrestres?


ciencia_e_feO pesquisador, Dr. Fermi, colocou um Paradoxo: “nossa galáxia tem 10 bilhões de anos e 100.000 anos-luz de extensão. Vamos supor que uma inteligência surgiu em algum canto um milhão de anos antes da gente, o que é bem razoável, considerando que a galáxia tem 200 bilhões de estrelas e possivelmente trilhões de planetas e luas. Esses seres do planeta Yczykx têm espaçonaves que viajam a velocidades de 10% da velocidade da luz. Ou seja, em um milhão de anos, poderiam ter viajado de ponta a ponta da galáxia, incluindo várias passagens pela Terra. Se tivessem surgido não um, mas 10 milhões de anos atrás, poderiam ter colonizado a galáxia inteira. E certamente não nos contataram de forma direta e clara”. Isto mostra que dificilmente os ETs cheguem a nós caso existam. Portanto, até hoje não há confirmação da existência de ETs.

Dr. Gleiser diz que “das várias explicações para luzes estranhas nos céus, as mais plausíveis – fenômenos atmosféricos, balões de pesquisa etc.-, mesmo que menos dramáticas, são muito mais realistas”.

Prof. Felipe Aquino in Editora Cléofas

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

Oração a São Bento para obter graça


Oração

Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo a vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições. Que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; afastem-se todas as desgraças, tanto corporais como espirituais, especialmente o pecado. Alcançai do Senhor a graça que vos suplicamos, obtendo-nos finalmente que, ao terminar nossa vista neste vale de lágrimas, possamos louvar a Deus.

Oração da Medalha de São Bento


A Cruz Sagrada seja a minha luz, não seja o dragão o meu guia. Retira-te, satanás! Nunca me aconselhes coisas vãs. É mau o que tu me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!

Oração a São Bento


Ó Deus, Vós que Vos dignastes derramar sobre o bem-aventurado confessor, o Patriarca, o espírito de todos os justos, concedei a nós, Vossos servos e servas, a graça de nos revestirmos desse mesmo espírito, para que possamos, com o Vosso auxílio, fielmente cumprir o que temos prometido. Por Jesus Cristo nosso Senhor. 

Amém!

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

A dor da perca do seu Pet e as Crianças.


Saudações Amados:

Seria este o último vídeo do meu gato o Chocolate. 


Horas depois tudo mudou infelizmente. Assim é a vida, seja com nossos pets ou com quem amamos, pois o segundo futuro a Deus pertence. 




Temos que valorizar pois tudo pode mudar após alguns segundos. 

Horas após a gravação do vídeo neste último domingo (16 de dezembro); O chocolate retornou de seu passeio muito estranho, muito bravo, pela primeira vez na vida ele me atacou com as unhas, não dava para saber se ele estava assustado ou com dor.


A última vez que vimos o chocolate foi por volta da meia noite e, ele saiu e não voltou. Foi como ele tivesse ido a minha cama se despedir de mim e da Solange. 


Deu para sentir que ele estava num estado meio que despedida, esperamos a Deus que não, mas é o que dava para sentir.

Eu sinto que deram veneno para ele, estamos tristes e com esperança que ele apareça a qualquer momento.



Minha filha Brenda e Chocolate

Nós adultos sofremos, mas as crianças sofrem mais, a Brenda Christine tem 15 anos, mas a Mylena ainda é uma criança com 7 anos de idade.

Na qual encontrei um artigo muito legal que transcrevo abaixo:



A dor da perca do seu pet e as crianças.


Crianças enfrentam a perda do animal de estimação de diferentes formas, dependendo da idade, desenvolvimento cognitivo, emocional, social, grau de apego ao animal e experiências anteriores de perdas ou separações. 

Crianças menores de 5 anos percebem a morte do animal como uma ausência temporal, elas não fazem distinção entre ausência temporária (possibilidade de volta) e morte (irreversível), aceitando com mais facilidade uma explicação para sua falta. 


Crianças em idade entre 5 e 9 anos têm maiores necessidades de explicação sobre o evento da morte de seu pet. 


Para elas, a aceitação da ausência do bichinho de estimação é mais dolorosa e difícil, pois, já entendem a morte como irreversível, tendo a tendência de questionar constantemente sobre o acontecimento e que a morte do pet poderia ter sido evitada. 


Para os pré-adolescentes e adolescentes, o sentimento da perda é ainda mais profundo e frequentemente vivenciam tristeza e dor por um período maior de tempo, podendo se estender em média a 10 meses.


Estudos demonstram que as etapas de dor vivenciadas pela perda de um animal de estimação são as mesmas enfrentadas pela morte de uma pessoa e que crianças as experimentam, assim como os adultos. 


Essas etapas respectivamente são: negação, tristeza, raiva e aceitação. 


Para as crianças maiores, a negação pode servir como meio de atrasar o enfrentamento da dor pela perda do animal. 


Os pais devem permitir que a criança tenha o tempo necessário para a superação dessa etapa. 


Nas etapas de tristeza e raiva, as crianças podem vir a apresentar pesadelos, insônias, raiva pelos pais ou veterinário, além de sentimentos de culpa. 


A falta de cuidado com a criança nesses períodos pode gerar outros sintomas mais graves.


Para que a criança possa ter condições de superar com maior rapidez sua dor e tristeza, é preciso que os pais lhe permitam vivenciar o luto que se caracteriza como o período posterior à perda e que tem como objetivo a adaptação emocional. 


Conversar sobre a morte do animal, encorajar a expressão dos sentimentos são fatores importantes porque se constituem em uma ferramenta para o processo de cura e quanto mais forem expressos, menor a possibilidade da ausência do animal de estimação se transformar em doença.


Quando os pais permitem que a criança visite o local onde o pet ficava na maior parte do tempo, que manuseie seus acessórios, recorde fotos, participe de conversas, discussões e temores dessa perda, ajudam-na a não se sentir sozinha com a dor porque estão lhe proporcionando compartilhar o luto e entender gradualmente a morte como parte da vida, o que permite a criança crescer e amadurecer.


As crianças tendem a ver a morte como uma vilã. 


Fazê-las recordar dos bons momentos vividos com o animalzinho, montar um álbum sobre ele, escrever uma história, fazer desenhos ajudam esses sentimentos angustiantes sobre a morte se dissiparem. 

Crianças menores que não conseguem verbalizar o que sentem podem, por meio do mundo lúdico, do brincar, expressar seus conflitos.

Leia: Amor aos Animais, nossos Pets

Quando a criança estiver disposta e preparada (o período varia de criança para criança), os pais poderão adquirir um novo animalzinho de estimação que ajudará a preencher o vazio deixado pelo outro amigo.


Fonte: BayerPet


Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!