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21.4.19

Educação financeira: por que é preciso ensinar as crianças a cuidar do dinheiro?

Imagem Divulgação

A educação financeira é um dos pontos primordiais para se conquistar a independência. Falar sobre dinheiro, estudar sobre economia — principalmente doméstica — e entender como o planejamento financeiro pode ser usado a seu favor são passos importantes na vida de qualquer um.

No entanto, quando se tem uma família, dinheiro pode ser um assunto ainda mais delicado;pois é preciso ponderar as necessidades, desejos e objetivos de todos antes de qualquer tomada de decisão, para acertar onde e como usar o orçamento da melhor forma.

Mas o que já pode ser mais difícil entre um casal, é ainda mais confuso com crianças. Dependendo da idade, elas ainda não tem nenhuma base de conhecimento financeiro e, por isso, algumas coisas são mais complexas de serem justificadas.

Ainda assim, mesmo mais novas, é muito válido ensinar, aos poucos, os principais conceitos sobre finanças para trazer uma nova perspectiva aos pequenos sobre gastos, necessidades e objetivos de vida — atuais e futuros.

A importância da educação financeira para crianças
É bastante perceptível que as crianças estão cada vez mais atentas a tudo: elas podem acompanhar mais facilmente tecnologias e outras diversas mudanças culturais e comportamentais, por estarem expostas a elas desde o nascimento.

Assim, é natural que tenham vontades, queiram algo ou desejem consumir determinado produto ou serviço, isso porque todas essas novidades estão ao alcance delas, em propagandas, conversas corriqueiras ou por meio de amigos na escola, por exemplo.

Desse modo, é papel dos pais incentivarem os filhos não a negar o consumo, mas a discernirem o que podem ou não fazer a partir da noção do valor que o dinheiro tem e da premissa de que ele não é infinito.

Com isso, é possível que a criança aprenda melhor a lidar com gastos e dívidas mais próxima da vida real. Lembre-se de que não é necessário compartilhar esse assunto com o mesmo grau de profundidade e complexidade com que ele é enfrentado na vida adulta.

Para essa idade, basta que eles saibam de onde o dinheiro vem e onde ele é gasto normalmente na família. Uma boa dica é levar os filhos às compras do supermercado e mostrar quais produtos são essenciais e o que é supérfluo.

A partir daí, os pequenos criam a ideia de responsabilidade financeira em casa, ou seja, eles reconhecem o esforço que é feito para que determinadas coisas cheguem em casa — como água, luz, alimentos, entre outros — e quais são os benefícios de priorizar alguns gastos.

Qual é a melhor forma de ensinar as crianças sobre educação financeira?
Como todo ensinamento para crianças, a melhor forma de fazer com que elas entendem é fazendo com que se divirtam com isso. Por isso, as brincadeiras e o aprendizado lúdico são os melhores caminhos!

No entanto, logo de início, é importante salientar que é fundamental ter tempo, dedicação e, claro, paciência. A educação financeira, no geral, é um tema que assusta adultos, é preciso então trabalhar dobrado para que as crianças não associem as finanças a algo maçante e complicado.

O uso da mesada é uma das técnicas mais eficientes de controle do dinheiro para os filhos. Com ela, as crianças adquirem a consciência do gasto e sentem os impactos no próprio bolso; como resultado, desde pequenas, elas podem priorizar seus objetivos, como economizar para comprar um brinquedo.

Outro método assertivo é o incentivo a poupança e outros investimentos inteligentes. Claro, a noção de mercado financeiro, por ser um assunto mais complexo, deve ser passada conforme crescem, mas o objetivo central desse estímulo é que a criança aprenda a importância da economia.

Aqui, vale o famoso cofrinho e até uma conta poupança num banco: o necessário é que eles compreendam todos os conceitos básicos relacionados a finanças. Por fim, e talvez o mais impactante, é que os filhos tenham um exemplo a ser seguido dentro de casa. Na prática, quando os pais poupam, as crianças fazem o mesmo.

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Domingo de Páscoa: A Páscoa do Senhor


A Igreja Católica Apostólica Romana celebra todos os anos a Grandiosa Festa da Páscoa, que é considerada a mais importante de todas as Festas em seu calendário litúrgico. Temos na Igreja dois ciclos litúrgicos que nos orientam na caminhada de fé. Os ciclos são os do Natal e Páscoa. Este é celebrado durante os Tempos Litúrgicos da Quaresma e da Páscoa, Aquele primeiro, por sua vez, tem início no período do tempo do Advento e  percorre também o Tempo do Natal. Estamos vivendo neste momento, o Ciclo Pascal, que celebra de modo particular, o itinerário da vida de Jesus nos aspectos de sua Paixão, Morte (quaresma) e Ressurreição (Páscoa). Pela Ressurreição, a Igreja celebra com muito júbilo a Vitória de Jesus Cristo sobre o pecado, que se fez presente em seu corpo, por meio da simbologia da pesada cruz no caminho do calvário, onde Ele, pela condenação e maldade dos algozes, experimentou a sua Paixão e Morte.

A Páscoa traz para nós uma grande oportunidade de vivermos a nossa história no linear dos passos de Jesus. Quando passamos pela experiência dos exercícios quaresmais, assumimos em nossas vidas, o compromisso da mudança e da conversão para alcançarmos a festa pascal com o coração mais abrandado. Agora é tempo de luz e não de trevas. 

O nome Páscoa quer dizer passagem e vem do hebraico (pessach). Para o povo hebreu, páscoa significava o fim da Escravidão e o início da Libertação, marcada pela travessia do Mar Vermelho, que se abrira dando passagem para povo de Deus que estava sob a orientação de Moisés caminhando pelo deserto a fora, em busca da chamada Terra Prometida. De igual modo para nós, a páscoa é sempre sinal de passagem de uma vida antiga ou velha, mergulhada na experiência das trevas que nos levam ao pecado, para uma realidade nova e restaurada, que nos convida a viver à luz do Cristo que ressuscitou e está no meio de nós.

A páscoa foi celebrada na noite do Sábado Santo, na celebração da Vigília Pascal, expressão maior desta solenidade. A festa da Páscoa não é celebrada em apenas um dia, ela é duradoura em nossas vidas. Nos Atos litúrgicos da Igreja, a páscoa possui um tempo próprio de celebração chamado Tempo Pascal. Por tempo Pascal no sentido estrito, entende-se o que vai da quinta-feira santa, início do Tríduo Pascal, até no domingo de Pentecostes, festa do Espírito Santo. Na celebração da Vigília Pascal abençoa-se o Fogo Novo e se acende o Círio, que permanecerá aceso durante todo este tempo em nossas igrejas, como expressão maior da Luz de Cristo, que ilumina as nossas vidas.

Portanto, celebrar a Páscoa de Jesus Cristo, é proclamar a Boa Nova da Salvação. O sepulcro está vazio, Ele não está lá, Ressuscitou. Abramos o coração para que nele Jesus possa entrar e fazer a sua morada em nossas vidas, nos levando sempre a observância e a prática de suas palavras e ações.

Páscoa (do hebraico Pessach) significa passagem. É uma grande festa cristã para nós, é a maior e a mais importante festa. Reunimo-nos como povo de Deus para celebrarmos a Ressurreição de Jesus Cristo, Sua vitória sobre a morte e Sua passagem transformadora em nossa vida.

O Tempo Pascal compreende cinquenta dias a partir do domingo da Ressurreição até o domingo de Pentecostes, vividos e celebrados com grande júbilo, como se fosse um só e único dia festivo, como um grande domingo. A Páscoa é o centro do Ano Litúrgico e de toda a vida da Igreja. Celebrá-la é celebrar a obra da redenção humana e da glorificação de Deus que Cristo realizou quando, morrendo, destruiu a morte; e ressuscitando, renovou a nossa vida.

Foi com a intenção de celebrar a Páscoa de Cristo que, desde os primórdios do Cristianismo, os cristãos foram organizando esta bela festa. Mas a partir de muitas propagandas midiáticas e de muitos outros costumes da nossa sociedade, vemos, sem dúvidas, que essa bela intenção foi se perdendo. Para muitos a Páscoa virou sinônimo de um “feriadão” ao lado de muitos outros feriadões, com o único objetivo de quebrar a monotonia da vida; com intenções e modos que não expressam os reais valores e sentidos da grande festa que é a Páscoa.

Em muitas casas, a Páscoa é vivida de forma paganizada e estragada pelas bebidas e orgias desse mundo, sem um mínimo de senso religioso ou moral; ou como um mero folclore, um mero tempo para viajar, comer chocolates e descansar de suas fadigas. Assim, um tempo que nasceu para construir laços familiares e renovar a nossa sociedade com valores perenes, acaba não atingindo o seu objetivo.

As confraternizações, os alimentos específicos e muitos outros costumes são importantes e nos ajudam a celebrar a Páscoa, mas não podem nos desviar do seu principal e essencial sentido. Hoje, temos uma geração que não entende nada do verdadeiro sentido da Páscoa, mas devemos celebrá-la bem – nós que não nos fechamos às suas origens e sabemos que ela é mais do que um “feriadão”; é uma “grande semana” na qual vivenciamos os mistérios da vida de Cristo e os mistérios da nossa própria vida.

Todos nós cristãos devemos, hoje, nos comprometer em nos mantermos fiéis às nossas origens e celebrarmos o sentido original, belo e profundo da nossa maravilhosa festa, que é a celebração da Ressurreição do Senhor. Que nossas boas obras e nossas vozes, em cada canto das nossas cidades, possam levar a alegria do Ressuscitado; sobretudo aos pobres, doentes, distanciados e a todas as pessoas, pois são amadas pelo Pai.

Irradiemos ao nosso redor a esperança e a certeza da presença de Cristo Ressuscitado. Que se encha nosso olhar de luz, como os das mulheres que viram o sepulcro vazio e o Filho de Deus ressuscitado (Mt 28). Que possamos também nós, numa só fé, exclamar como elas “o Senhor Ressuscitou, aleluia”.

Fonte: Catequisar & Formação Canção Nova
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20.4.19

Saiba quais são as refeições ideais para o seu pássaro

Imagem divulgação

Os pássaros, apesar de não serem domésticos, têm sido cada vez mais incorporados ao ambiente domiciliar. É muito frequente vermos passarinhos sendo criados em casas, apartamentos e nos famosos viveiros. 

O que era mais comum no interior do Brasil, tem se tornado cada vez mais popular também nas grandes capitais.

Carinhosos, divertidos e espertos, os pássaros ocupam menos espaço que os cachorros, por exemplo, e são boas opções para quem tem um perímetro mais reduzido mas mesmo assim não quer abrir mão de ter um animal de estimação.

Como todo bichinho, as aves requerem atenção. E cuidar de pássaros nem sempre é fácil. Um dos cuidados mais importantes é quanto à alimentação. Muita gente acha que o pássaro pode comer só semente ou só vegetais, mas não é bem assim.  

Nós levantamos algumas dicas para você não errar na hora de alimentar o seu pássaro.

Problemas na dieta
Antigamente, era muito comum os criadores só darem sementes, alguns vegetais e frutas para as aves. Não é de todo errado já que são estes os alimentos que as aves, geralmente, encontram na natureza. 

Há, no entanto, dois problemas neste tipo de dieta. Um dos mais graves é a falta de variedade que pode gerar algumas deficiências nutricionais. 

O outro é o excesso de alguns alimentos, como, por exemplo, as sementes. Pássaros gostam muito desse tipo de comida. As sementes são muito saborosas para eles. Só que, além de serem bastante calóricas, têm um baixo valor nutricional.

Restringir a alimentação a este tipo de semente, portanto, pode ser problemático já que os pássaros ficam em gaiolas e não podem voar livremente, ou seja, não conseguem queimar as calorias e podem acabar desenvolvendo obesidade. 

Equilíbrio nutricional
A grande dica é propiciar o equilíbrio nutricional, ou seja, variar a alimentação, com os mais diversos tipos de alimento. É muito importante também estar atento às quantidades, para que não haja excesso nem falta de nenhum nutriente.

O que dar
A alimentação que deve ser oferecida para os pássaros pode variar bastante, pois cada espécie tem necessidades nutricionais específicas. Há pássaros que têm maior restrição nutricional e comem preferencialmente vegetais, como é o caso, por exemplo, dos papagaios. 

Por isso, é altamente recomendado sempre consultar um médico veterinário ou um criador especialista para definir a dieta. Porém, uma orientação geral é aliar alimentos naturais a rações.

Ração 
O mercado apresenta uma grande diversidade de rações destinadas aos pássaros. A vantagem é que foram pensadas para atender às necessidades específicas de cada pássaro.  

Ou seja, os donos dos pássaros podem dispensar, inclusive, a suplementação nutricional, já que todos os nutrientes necessários estão presentes nas rações. 

Tipos
Cada espécie precisa mais de um tipo de nutriente. A ração para os canários, por exemplo, tem grandes concentrações de vitamina do complexo B. Os sabiás, em contrapartida, precisam mais de proteínas. Não é o mesmo caso das calopsitas e periquitos, que precisam de uma grande ingestão de iodo, para que a  papada não cresça tanto. 

A indústria já tem desenvolvido inclusive rações vegetarianas para as aves. Algumas delas vêm com alguns pedaços de fruta junto aos outros nutrientes processados.

Como escolher
A escolha da ração vai variar de acordo com a espécie do seu pássaro. Para escolher a ração mais adequada, converse com um médico veterinário ou um criador da espécie. Eles vão indicar qual o melhor tipo e a quantidade mais adequada por dia. 

Sementes
Como dissemos, as rações são projetadas para suprirem todas as necessidades nutricionais dos bichos. Mesmo assim, não é necessário dispensar totalmente as  sementes. 

Inclusive, as aves gostam de brincar com elas. Os pássaros costumam se divertir ao tentar abrir as sementes, então, além de diversificar a alimentação, elas ajudam a entreter os bichos.

Cada espécie gosta mais de um tipo de semente. Os papagaios, por exemplo, preferem as sementes de girassol e abóbora, além de grão de bico, amendoim e castanha do pará. Já as calopsitas gostam de painço, alpiste, arroz com casca e aveia, por exemplo. 

Frutas e verduras
Frutas e verduras também fazem parte de uma dieta equilibrada. Mas um cuidado especial e necessário é quanto à higienização. Procure sempre lavá-los para evitar os riscos de contaminação alimentar. Há muitos vermes nas cascas das frutas, por exemplo, e é preciso estar atento a isso. 

Mamão, maçã, laranja e banana são algumas das frutas mais comuns para dar às aves. Repolho, alface e folhas em geral também são ótimas escolhas.

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Sábado Santo ou Sábado de aleluia


NO SÁBADO SANTO honra-se a sepultura de Jesus Cristo e sua descida à mansão dos mortos; depois do sinal do Glória, começa-se a honrar sua gloriosa Ressurreição.

A noite do Sábado Santo, denominada também Vigília Pascal, é especialíssima e solene. A Vigília Pascal era antigamente celebrada à meia-noite, depois mudada, infelizmente, por questões práticas(?). Ela não pode, entretanto,  começar antes do início da noite, e deve terminar antes da aurora do domingo. – É considerada "a mãe de todas as santas vigílias", pois nesta a Igreja mantém-se de vigia à espera da Ressurreição do Senhor, a consumação de toda a nossa fé, e celebra-a com os Sacramentos da Iniciação cristã.

Esta noite é "uma vigília em honra do Senhor" (Ex 12,42). Assim ouvindo a advertência de Nosso Senhor no Evangelho (Lc 12, 35), aguardamos o retorno do Cristo, tendo nas mãos velas acesas, para que ao voltar nos encontre vigilantes e nos faça sentar à sua Mesa.

A vigília desta noite é dividida do seguinte modo:

1) A Celebração da Luz;

2) A meditação sobre as maravilhas que Deus realizou desde o início pelo seu povo, que confiou em sua Palavra e em sua Promessa;

3) O nascimento espiritual de novos filhos de Deus através do Sacramento do Batismo;

4) E por fim a tão esperada Comunhão Pascal, na qual rendemos ação de graças à Nosso Senhor por sua Gloriosa Ressurreição, na esperança de que possamos também nós ressurgir como Ele para a vida eterna.

Benção do Lume Novo

As luzes da igreja estão todas apagadas. Do lado de fora está um fogareiro preparado pelo sacristão antes do início das funções, com a faísca tirada de uma pedra. Então o celebrante abençoa o fogo e o turiferário recolhe algumas brasas bentas e as coloca no turíbulo. A pedra representa Cristo, "a pedra angular" que, sob os golpes da cruz, jorrou sobre nós o Espírito Santo.

O fogo novo, representativo da Ressurreição de Nosso Senhor, luz Divina apagada por três dias, que há de aparecer ao pé do túmulo de Cristo, que se imagina exterior ao recinto da igreja, e resplandecerá no Dia da Ressurreição. Deve ser novo este fogo, porque Nosso Senhor, simbolizado por ele, acaba de sair do túmulo.

Essa cerimônia era já conhecida nos primeiros séculos da cristandade. Tem sua origem no costume romano de iluminar a noite com muitas lâmpadas. Essas lâmpadas passam a ser símbolo do Senhor Ressuscitado, que surge de dentro da noite da morte.


A procissão com o Círio Pascal

Após a cerimônia de preparação do Círio Pascal, é ele solenemente introduzido no templo por um diácono que, por três vezes, ao longo do cortejo pela nave central, canta elevando sucessivamente o tom: "Eis a luz de Cristo" (Lumen Christi). O coro responde: "Graças a Deus" (Deo Gratias). Em cada parada vão se acendendo aos poucos as velas: na primeira vez é acesa a vela do celebrante; na segunda parada, feita no meio do corredor central, são acesas as velas dos clérigos; na terceira vez, por fim, se acendem as velas dos assistentes, que comunicam as chamas do Círio bento até toda a igreja estar iluminada.

As velas são acesas no Círio Pascal, pois nossa luz vem de Cristo. O diácono, que vem vindo, é, portanto, mensageiro e arauto da boa nova: anuncia ao povo a Ressurreição de Cristo, como outrora o Anjo às santas mulheres.

As palavras Lumen Christi significam que Jesus Cristo é a única Luz do mundo.

A procissão, que se forma atrás do Círio Pascal é repleta de símbolos. É alusão às palavras de Nosso Senhor: "Eu Sou a Luz do mundo. Quem me segue não anda nas trevas, mas terá a Luz da Vida" (Jo 8,12; Jo 9,5; 12,46). O Círio, conduzido à frente, recorda a coluna de fogo pela qual Deus precedia na escuridão da noite ao povo de Israel ao sair da escravidão do Egito e lhe mostrava o caminho (Ex 13, 21). – O cristão é aquele que, para iluminar, se deixa consumir na Luz maior, e que em sua luz acende outras, dando sua própria vida, como ensinou e fez Nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 15,13).

O Precônio Pascal

Ao término da procissão, na qual se introduz o Círio no Templo, é ele colocado em local apropriado. Com a vela acesa na mão, renovamos nossa fé, proclamando Jesus Cristo, Luz do mundo que ressurgiu das trevas para iluminar nosso caminho. E lembramos que por vocação todo cristão é chamado a ser também luz, como Ele mesmo nos diz: "Vós sois a luz do mundo. Que, portanto, brilhe vossa luz diante dos homens, para que as pessoas vejam vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai, que está nos Céus!" (Mt 5,14.16).

O diácono, após incensar o Círio e o Livro, canta o Precônio Pascal, do latim Praeconium Pascale, que significa Anunciação da Páscoa (vídeo acima), em que se exaltam os benefícios da Redenção e que é um belo poema, a partir da vela, sobre o trabalho das abelhas e o material para a sua confecção, o significado da luz ao longo da história de Israel e, de modo especial, sobre Jesus, a Luz do mundo. As magníficas palavras deste hino são atribuídas a Santo Ambrósio e a Santo Agostinho. É esse canto o antigo Lucernário da Vigília Pascal. O nome Lucernário foi dado às orações que se diziam na reunião litúrgica ao acenderem-se as luzes ao anoitecer (veja letra e tradução aqui).

Arderá daí em diante o Círio Pascal, em todas as funções, durante quarenta dias, recordando a permanência na Terra de Cristo ressuscitado. Retirar-se-á no dia da Ascensão, isto é, no momento em que Jesus Cristo ressuscitado sobe ao Céu.


Leitura das Profecias

Nos primórdios da Igreja, nesta hora, aproximavam-se os catecúmenos para receberem o Batismo. A fim de ocupar a atenção dos fiéis e para a maior instrução dos catecúmenos, liam-se na tribuna passagens da Sagrada Escritura apropriados ao ato. Eram as Doze Profecias, como resumo histórico da Religião: criação, dilúvio, libertação dos israelitas, oráculos messiânicos.

Atualmente são feitas apenas nove leituras, sete do Antigo Testamento e duas do Novo. Para cada leitura, há uma oração, com cântico ou salmo responsorial. Após a sétima leitura, são acessas as velas do Altar a partir do Círio Pascal e o sacerdote entoa o canto do Gloria in Excelsis, com acompanhamento de instrumentos musicais e de sinos, que ficaram calados durante todo o Tríduo sagrado. A Igreja, portanto, entra inteira na alegria pascal. Logo em seguida é feita a primeira leitura do Novo Testamento (Rm 6,3-11), que é sobre o Batismo.

Após o término das leituras, o sacerdote entoa o canto solene do "Aleluia", quebrando o clima de tristeza e contrição que acompanhava todo o tempo da Quaresma. Esse canto solene, repetido gradativamente três vezes em tom cada vez mais alto, representa a saída de Cristo da sepultura e expressa o crescente júbilo pela Vitória do Salvador. Por fim, proclama-se um trecho do Evangelho sobre a Ressurreição de Jesus, levando-se em consideração o ciclo anual A, B e C.


Benção da pia batismal

Terminada a leitura das Profecias, vai o Clero para a pia batismal. Na frente do cortejo, a Cruz e o Círio Pascal, símbolos de Cristo que deve alumiar a nossa peregrinação terrena, como em outras eras a nuvem luminosa norteava o rumo dos israelitas no deserto.

O celebrante abençoa a água num magnífico prefácio em que são lembradas as maravilhas que Deus quis operar por meio da água; depois, com a mão divide em quatro partes a água já purificada, e derrama algumas gotas nos quatro pontos cardeais. Enfim, nessa pia batismal, mergulha por três vezes o Círio Pascal, simbolizando o poder regenerador que Jesus Ressuscitado dá a essa água e, também, nossa participação em seu Mistério Pascal, no qual morremos ao pecado e ressuscitamos para a vida da Graça. E ainda deita nela um pouco do óleo dos catecúmenos e do santo Crisma. Essa água será usada nos batizados ao longo do ano e na aspersão do povo.

Quando não há Batismo-Confirmação, sempre se benze a água, que é levada solenemente até a pia batismal.

Antigamente, após os ritos preparatórias, era administrado o Batismo solene aos catecúmenos (os que se iniciavam na fé cristã) que, durante três anos, viviam um processo intenso de preparação para ingressar na Igreja, com um rigor maior na Quaresma e na Semana Santa. Findos os ritos preparatórios, os catecúmenos, jubilosos, eram levados ao lugar onde haveriam de receber o Batismo. A aspersão dos fiéis que hoje em dia o celebrante faz, avançando através da igreja, com a água acabada de benzer, recorda esta antiga cerimônia .

Depois da benção da pia batismal, volta o préstito ao coro, cantando a Ladainha de Todos os Santos, recordando os que viveram com fidelidade a Graça Batismal. Chegados ao pé do Altar, o celebrante e seus ministros prostram-se para meditar ainda na Morte e Sepultura de Nosso Senhor.

O final do Sábado Santo, com seus três aspectos do mesmo e único Mistério Pascal: Morte, Sepultamento e Ressurreição de Jesus, está no ápice do Tríduo Pascal. Primeiro está a Morte na Sexta-feira; depois Jesus no túmulo, no Sábado; e, em seguida, a Ressurreição, no Domingo, iniciada, porém, na noite de Sábado, por isso dito "Sábado de Aleluia", na Vigília Pascal.

A Missa do Sábado Santo é a primeira das duas cantadas na Páscoa. Esta Celebração ostenta o caráter de extremo júbilo e magnificência, em forte contraste com a mágoa intensa da Sexta-feira Santa. Vemos agora os Altares e os dignatários paramentados, em grande gala. Reboam as notas alegres do Gloria in Excelsis, unidas ao eco dos sinos festivos! O Aleluia, não mais ouvido desde o início da Quaresma, ressurge após a Epístola. – Essa é, na realidade a Missa da madrugada da Páscoa. É a celebração, por assim dizer, da Aurora da Ressurreição.

Fonte: Ofiel Católico
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19.4.19

Como economizar comprando roupas na Black Friday

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Roupas Black Friday: parece uma combinação inusitada? A maior parte das pessoas aguarda esta data para comprar móveis, eletrodomésticos ou smartphones. Ainda assim, existe um mundo de oportunidades "extras" para economizar durante este evento anual.

Neste artigo, falaremos um pouco sobre a própria Black Friday, além de fornecermos dicas para você, que está em busca de renovar o seu armário sem comprometer o orçamento. Confira!
Antes de tudo: faz sentido esperar para comprar na Black Friday?
Se você está precisando muito de alguma peça de roupa específica ou está em busca de um look para uma data próxima, realmente não tem como aguardar. Agora, se não há nenhum evento em mente ou gosta de ter roupas especiais no armário, comprar na Black Friday é uma excelente ideia.

Durante esta data, que costuma acontecer no último final de semana de Novembro, é comum que algumas das maiores lojas do mundo ofereçam produtos com descontos que vão de 20% a 60% OFF. É muita diferença, mesmo!

Para garantir que o consumidor se sinta ainda mais feliz e satisfeito, algumas empresas oferecem cupons de descontos para marcas ou seções específicas em lojas on-line, disponibilizam frete grátis a partir de determinado valor ou criam descontos progressivos.

Assim sendo, o que podemos dizer é: sim, vale muito a pena comprar na Black Friday! Basta tomar alguns cuidados e se preparar bem.

Como economizar bastante?
Como comentamos um pouco acima, a data exige alguns cuidados. O primeiro de todos, claro, é escolher a plataforma onde fará as suas compras. Nem todas as lojas virtuais são idôneas e, infelizmente, já ouvimos muitos relatos de pessoas que viram ofertas incríveis, compraram um ou mais itens e nunca receberam os seus produtos ou dinheiro de volta.

Assim, a recomendação inicial é essa: compre apenas de lojas que existem, com bom histórico e com uma gama de produtos e opções de entrega. A segunda dica pode parecer um pouco óbvia, mas merece atenção especial: assim que der meia-noite, acesse o site que você deseja. Chegar primeiro também pode fazer toda a diferença. 
Não se esqueça de ficar atento às informações disponibilizadas no banner do topo da página.Nele, são colocadas algumas dicas de economia e exibidas as melhores promoções do momento. Na Black Friday, como não poderia deixar de ser, as vantagens triplicam!

Acerca do valor das peças, sugerimos o seguinte: se você quer comprar muito e gastar pouco, não se esqueça de clicar sobre a opção “ordenar” e escolher “menor preço”. Desta forma, você verá quais são os produtos mais em conta e poderá escolher os que estão dentro do seu gosto pessoal.

Recomendamos, no entanto, dar uma olhada em todas as páginas disponíveis. Especialmente durante grandes eventos, é possível encontrar peças de excelente qualidade por valores justos, que cabem muito bem no bolso.

Ao encontrar as peças que fazem a sua cabeça, não espere muito para comprar. Como o número de pessoas que acessam a plataforma on-line tende a crescer muito durante a Black Friday, não é incomum que parte das roupas ou acessórios esgotem em poucas horas.

Se você quer sair com o carrinho cheio, não pode esperar para arrematar as suas roupas. Do contrário, elas podem ser compradas por outra pessoa. Mesmo aquelas que já foram selecionadas, se não forem reservadas e pagas em determinado tempo, tornam a ficar disponíveis para o resto do público.

Por fim, uma dica de ouro: se você não pôde usufruir das ofertas no dia da Black Friday, tente acessar a loja virtual no dia seguinte ou, no máximo, na mesma semana do evento anual.

Por quê? É possível que sejam disponibilizados alguns cupons de desconto, que algumas promoções se mantenham ou que haja uma espécie de Black Friday prolongada, com os produtos que ainda estão em estoque.

É sempre melhor, como já comentamos, garantir os seus itens de desejo com antecedência. Se você não puder, no entanto, pode usufruir da “extensão” da sexta-feira mais aguardada do ano e garantir artigos que não são apenas bonitos, mas de excelente qualidade e durabilidade.

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10 brincadeiras para fazer com as crianças na Páscoa

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Para deixar a Páscoa inesquecível às crianças, que tal algumas atividades divertidas que ainda podem ensiná-las sobre a importância da data?

O domingo de Páscoa é uma data especial para estar com a família. Além dos chocolates e outras delícias preparadas para as crianças saborearem, é possível deixar o momento muito divertido – e até instrutivo – se algumas atividades lúdicas forem preparadas previamente, com capricho e dedicação. O Sempre Família trouxe algumas ideias:

Salto do coelhinho: em uma calçada com giz colorido, faça duas linhas com pequena distância entre elas. Peça para que as crianças comecem pulando de um lado ao outro e, pouco a pouco, vá aumentando a dificuldade, separando as linhas para que pulem o mais longe possível. Caso chova, pedaços de fios de lã ou fita podem ser usados para as demarcações.

Cordeiro de algodão: na internet existem vários moldes de carneiros para serem completados. Você pode pedir para que as crianças comecem pintando o desenho impresso e, na sequência, elas devem colar pedaços de algodão branco no animal. Se elas quiserem colocar outros enfeites, deixe-as à vontade. O importante é que durante o processo de trabalho elas ouçam sobre a história da ressurreição de Cristo e porque ele é chamado de Cordeiro.

Coelhinho sai da toca: separe as crianças para que algumas sejam os coelhos e outras a toca. Os escolhidos para serem a toca devem unir as mãos no ar. As outras devem ficar agachadas em baixo da cobertura. Uma das crianças deve ficar no meio da roda e gritar: “Coelho sai da toca!” e ao fazer isso os coelhos devem correr para a outra toca. Quem está no meio tem a oportunidade de ficar com um dos lugares. Quem ficou sem toca, vai para o meio e começa a história de novo. Bambolês podem ser usados como toca, também.

Rabo do coelho: semelhante à brincadeira tradicional de Festas Juninas, mas ao invés de um burro ou cavalo, aqui quem vai receber o rabinho de lã ou algodão, é o coelho. Desenhe ou imprima um coelho grande e cole em uma parede. A criança recebe o rabinho e é vendada. Alguém gira ela para um lado e para o outro e aí ela sai para colocar o pedaço de algodão (ou lã), no lugar certo.

Caça aos ovos: essa é tradicional. Antes que as crianças cheguem, esconda ovinhos de chocolate pela casa e quintal. Entregue a elas cestinhas e vá dando pistas de onde podem estar escondidos os tesouros. Patinhas feitas com tintas ou farinha molhada podem deixar a brincadeira mais divertida para elas.

A careta da cenoura: corte rodelas de cenoura e separe as que sejam médias e grandes. Cada um deve colocar um pedaço no olho, com a cabeça inclinada para trás. Com um apito dê o sinal para que os jogadores comecem a competição, levando a rodela de cenoura dos olhos até a boca. Caiu perdeu! E não pode colocar a mão.

Pintando ovos: cozinhe ovos de galinha e entregue tintas coloridas. Elas podem pintar com os próprios ou dedos ou com pincéis. Quando todas terminarem podem fazer uma grande exposição e, depois, comê-los!

Estrada da Páscoa: na imagem abaixo, que pode ser impressa, há um jogo bem interessante para poder ensinar as crianças sobre o que aconteceu durante a Semana Santa.
Conheça o significado de 5 símbolos da Páscoa

Amigo ovo/choco: é como um amigo secreto normal, mas aqui o presente é comestível! Você pode entregar os papéis com nomes alguns dias antes do domingo de Páscoa ou fazer o sorteio na hora mesmo. Como ovos podem estar um pouco caros, há a opção de barras de chocolate, que são igualmente deliciosas. Se for só entre crianças, ajude-as a descrever os amigos na hora.

Ovos na colher: em uma gincana comum são usados ovos cozidos, mas aqui é possível trocá-los por ovinhos de chocolate. A lógica é a mesma e o importante é andar o mais rápido possível, e até correr, se as pequenas conseguirem, sem deixar o objeto cair da colher.

Fonte: Sempre Família
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A Sexta-feira Santa


A espiritualidade da Sexta-feira Santa

Neste dia, Sexta-feira Santa, que os antigos chamavam de “Sexta-feira Maior”, quando celebramos a Paixão e Morte de Jesus, o silêncio, o jejum e a oração devem marcar este momento. Ao contrário do que muitos pensam, a Paixão não deve ser vivida em clima de luto, mas de profundo respeito e meditação diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

É preciso manter um “silêncio interior” aliado ao jejum e à abstinência de carne. Deve ser um dia de meditação, de contemplação do amor de Deus que nos “deu o Seu Filho único para que quem n’Ele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16). É um dia em que as diversões devem ser suspensas, os prazeres, mesmo que legítimos, devem ser evitados.

Uma prática de piedade valiosa é meditar a dolorosa Paixão do Senhor, se possível diante do Sacrário, na Igreja, usando a narração que os quatro evangelistas fizeram.

Aprender o quanto é grande o pecado

Outra possibilidade será usar um livro para meditação como “A Paixão de Cristo segundo o cirurgião”, no qual, o Dr. Pierre Barbet, francês, depois de estudar por mais de vinte anos a Paixão, narra com detalhes o sofrimento de Cristo. Tudo isso deve nos levar a amar profundamente Jesus Crucificado, que esvaziou-se totalmente para nos salvar de modo tão terrível. Essa meditação também precisa nos levar à associação com a Paixão do Senhor, no sentido de tomar a decisão de “gastar a vida” pela salvação dos outros. Dar a vida pelos outros, como o Senhor deu a Sua vida por nós. “Amor só se paga com amor”, diz São João da Cruz.

A meditação da Paixão do Senhor deve mostrar-nos o quanto é hediondo o pecado. É contemplando o Senhor na Cruz, destruído, flagelado, coroado de espinhos, abandonado, caluniado, agonizante até a morte, que entendemos quão terrível é o pecado. Não é sem razão que o Catecismo diz que pecado é “a pior realidade para o mundo, para o pecador e para a Igreja”. É por isso que Cristo veio a este mundo para ser imolado como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29). Só Ele poderia oferecer à Justiça Divina uma oblação de valor infinito que reparasse todos os pecados de todos os homens de todos os tempos e lugares.

Celebração das 15 horas
O ponto alto da Sexta-feira Santa é a celebração das 15 horas, horário em que Jesus foi morto. É a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Nas leituras, meditamos a Paixão do Senhor, narrada pelo evangelista São João (cap. 18), mas também, prevista pelos profetas que anunciaram os sofrimentos do Servo de Javé. Isaías (52,13-53) coloca, diante de nossos olhos, “o Homem das dores”, “desprezado como o último dos mortais”, “ferido por causa dos nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes”. Deus morreu por nós em forma humana.

Neste dia, podemos também meditar, com profundidade, as “sete palavras de Cristo na Cruz” antes de sua morte. É como um testamento d’Ele:

“Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”;
“Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”;
“Mulher, eis aí o Teu filho (…) Eis aí a Tua Mãe”;
“Tenho Sede!”;
“Eli, Eli, lema sabachtani? – Meu Deus, Meu Deus, por que Me abandonastes?”;
“Tudo está consumado!”;
“Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”.

À noite, as paróquias fazem encenações da Paixão de Jesus Cristo com o sermão da descida da Cruz; em seguida, há a Procissão do Enterro, levando o esquife com a imagem do Senhor morto. O povo católico gosta dessas celebrações, porque põe o seu coração em união com a Paixão e os sofrimentos do Senhor. Tudo isso nos ajuda na espiritualidade deste dia. Não há como “pagar” ao Senhor o que Ele fez e sofreu por nós; no entanto, celebrar com devoção o Seu sofrimento e morte Lhe agrada e nos faz felizes. Associando-nos, assim, à Paixão do Senhor, colheremos os Seus frutos de salvação.

Fonte: Formação Canção Nova
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18.4.19

Primeiro carro híbrido flex do mundo é lançado no Brasil


O primeiro carro com propulsão híbrido flex, ou seja, movido tanto pelos combustíveis etanol e gasolina, como por eletricidade, começa a ser produzido na cidade de Indaiatuba, interior paulista. O lançamento foi feito hoje (17) no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Com tecnologia brasileira, o veículo do modelo Corolla terá um motor elétrico e outro de tecnologia flex fuel. O veículo não foi projetado para ser recarregado na tomada, já que as vias públicas brasileiras não estão adaptadas para alimentar esse tipo de energia. A propulsão elétrica, que ficará armazenada em bateria, é gerada a partir do uso dos combustíveis, cujo consumo deve reduzir em mais de 20%.

Investimento
O projeto da empresa Toyota recebeu investimento de R$ 1,6 bilhões e deve gerar 900 empregos diretos. “Vamos seguir inovando e trazendo novas tecnologias e desenvolvimento industrial para São Paulo, inclusive com o IcentivAuto, programa que nós lançamos há cerca de 60 dias. Agora, também, a Toyota poderá fazer uso dele”, disse o governador João Doria.

“Este é um setor muito importante, porque é forte empregador, utilizador de tecnologia, tem uma rede robusta complementar de revendedores, fornecedores e é uma cadeia produtiva de grande importância”, completou o governador.

O presidente da Toyota no Brasil, Rafael Chang, falou sobre a importância da inovação no país. “O mais importante é que estamos trazendo tecnologia para o Brasil. Essa tecnologia híbrida flex combina duas tecnologias muita limpas, a tecnologia híbrida e com utilização do etanol”.

O novo Corolla com propulsão híbrido flex chega ao mercado consumidor em outubro, com expectativa de ser exportado para Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia no ano que vem. O valor de venda não foi divulgado.

O Primeiro carro híbrido flex do mundo é lançado no Brasil

Fonte Agência Brasil
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