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15.9.21

SpaceX faz primeiro voo orbital civil da história


A primeira missão espacial totalmente civil terá sua janela de decolagem aberta hoje (15), às 21h (horário de Brasília), para orbitar a Terra a mais de 27 mil quilômetros por hora (km/h). Essa velocidade possibilitará uma volta ao redor do planeta a cada 90 minutos, a bordo da Crew Dragon, cápsula desenvolvida pela SpaceX, empresa de foguetes do empresário Elon Musk.

Chamada de Inspiration4, a missão representa um grande passo para o turismo espacial. Ela terá, a bordo, quatro tripulantes e durará três dias. A expectativa é de que o ápice da aventura seja a uma altitude superior a 550 km.

A decolagem da Crew Dragon ocorrerá no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, conduzida pelo Falcon 9, foguete reutilizável projetado e fabricado pela SpaceX para o “transporte confiável e seguro de pessoas e cargas úteis para a órbita da Terra e além”.

A decolagem será transmitida pela internet.


A SpaceX informa que o horário de decolagem dependerá de fatores climáticos, o que pode atrasar tanto o lançamento quanto o pouso da espaçonave.

Voo orbital
Se tudo der certo, a Inspiration4 será a “primeira missão totalmente civil a orbitar” ao redor do planeta. Ao contrário do voo suborbital, que faz uma subida curva até uma certa altura para então retornar à Terra, o orbital requer uma velocidade bem superior, a ponto de, a exemplo de satélites artificiais - ou naturais, como a Lua -, atingir uma posição que possibilita à nave circular em volta do planeta.

A missão será comandada por Jared Isaacman, de 38 anos. Ele é fundador e CEO da empresa Shift4 Payments, além de “um piloto aventureiro e talentoso”, segundo a SpaceX.

Esperança, generosidade e prosperidade
Outro aspecto torna a viagem ainda mais interessante: os três membros, que ao lado do comandante completam a tripulação, representam, cada um, um dos três pilares da missão, que pretende arrecadar fundos para o Hospital St. Jude Children’s Research, instituição que desenvolve pesquisas e promove tratamentos para doenças infantis.

A “esperança” é representada por Hayley Arceneaux. Ela superou um câncer ósseo que teve durante a infância e, atualmente, trabalha como assistente no St Jude. Com 29 anos, é a integrante mais jovem da missão e a primeira pessoa com prótese a ir ao espaço.

A “generosidade”, outro pilar da missão, é representada pelo ex-veterano da Força Aérea norte-americana Chris Sembroski, de 42 anos. Sua escolha ocorreu após ter feito doações relevantes para a campanha destinada ao St Jude. E a “prosperidade” é representada pela professora de geologia Sian Proctor, de 51 anos. Após ter perdido, por pouco, a chance de ser uma astronauta da Nasa, a agência espacial norte-americana, ela terá agora a chance de ser a quarta mulher afro-americana a ir ao espaço.

Informações Agência Brasil

1.9.21

Como nasceu nosso planeta ?


Uma travessia mágica pela história de nosso planeta.

Iniciaremos há 4,5 bilhões de anos, quando se formou, até o presente. 

Através de gráficos computadorizados, comentários de especialistas e um pouco de imaginação, descobriremos a incrível história deste planeta ao qual chamamos de “lar”.


O que temos no planeta Terra é uma pequena amostra da natureza maravilhosa que existe em todo o Universo.

29.7.21

A História do Amanhã o Próximo Reino

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com você? 

Espero que sim e que Seja Cada Dia Melhor afinal que Seja Hoje Diferente em tudo de Bom para nossas Vidas!

Amados olha só que maravilha: Uma jornada lendária que prevê a ascensão e a queda dos maiores impérios do mundo.

Junte-se a historiadores especialistas e formadores de opinião, incluindo David Asscherick, os professores Andrew R George e Paul Cartledge, e o doutor Steve Kershaw, em uma jornada turbulenta pelos reinos mais poderosos da antiguidade; da cidade banhada a ouro da Babilônia até a poderosa metrópole de Roma; examine os feitos corajosos de Alexandre, o Grande, e os triunfos manchados de sangue dos generais romanos.


Por fim, a história culmina em nossos dias, quando vemos uma profecia antiga antecipando os próximos passos na linha do tempo mundial.

5.6.21

Caçadora de asteroides: conheça a brasileira que fez quatro descobertas

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com você? 

Espero que sim e que Seja Cada Dia Melhor afinal que Seja Hoje Diferente em tudo de Bom para nossas Vidas!

Amados olha só que maravilha:


A brasileira Lorrane Olivlet se inscreveu no projeto de caça a asteroides da Nasa e fez quatro descobertas após analisar as imagens captadas pelo telescópio Pan-STARRS. 

25.5.21

Primeiro eclipse lunar de 2021 acontece durante Super Lua.

O primeiro eclipse lunar de 2021 tem data para acontecer: no amanhecer da próxima quarta-feira, 26 de maio. O evento ocorrerá durante a Super Lua, fenômeno registrado quando a lua cheia está próxima ao perigeu, que é ponto orbital mais próximo da Terra. 

Por acontecer próximo ao amanhecer, o eclipse no Brasil poderá ser visto apenas em parte. 

No Ceará, o eclipse lunar parcial não poderá ser visto. Segundo o professor de Astronomia Romário Fernandes, o fenômeno será visível apenas na região sul e em parte das regiões norte e centro oeste do País

No entanto, ele destaca que os cearenses poderão apreciar a Super Lua, e o melhor horário para isso será às 16h50 do dia 25 de maio e às 17h49 do dia 26 de maio.


MELHOR VISUALIZAÇÃO 

Segundo o portal Time and Date, no Brasil, o eclipse lunar será melhor visualizado desde o Rio de Janeiro.

No estado carioca, a previsão de início do eclipse é às 5h47, atingindo seu máximo às 6h17 do dia 26 de maio e findando às 6h21. Fenômeno deve durar 33 minutos.

FASE CURTA

Ao site GaúchaZH, o astrônomo Luiz Augusto L. da Silva, integrante da Rede Omega Centauri para o Aprimoramento da Educação Científica, explicou que a fase total do eclipse será de 15 minutos, tempo em que todo o disco lunar fica dentro da sombra (ou umbra) terrestre. 

Depois do fenômeno deste mês, o próximo eclipse lunar acontecerá em 19 de novembro. Ele será um eclipse parcial, porém profundo, com até 97,4% de encobrimento do raio lunar pela sombra da Terra.

21.4.21

Líridas: chuva de meteoros terá máxima nesta quinta feira

A máxima da Líridas, uma das principais chuvas de meteoros anuais, vai ocorrer na madrugada de quinta-feira (22). 

Uma chuva de meteoros é um espetáculo astronômico dos mais democráticos. 


Pode ser observada por qualquer pessoa que possua uma visão razoável e acesso a algum pedaço de céu. Saiba como observar a Líridas!

7.12.20

Dezembro terá fenômeno astronômico que não ocorre desde a Idade Média

É a proximidade entre Júpiter e Saturno, parecendo um planeta duplo

Um fenômeno astronômico que não acontece desde a Idade Média poderá ser observado no dia 21 de dezembro, logo após o pôr do Sol: a proximidade entre Júpiter e Saturno fará com que esses dois corpos celestes pareçam um planeta duplo.


A proximidade entre os dois planetas já está ocorrendo e, entre os dias 16 e 25 de dezembro, a percepção será de que eles estarão separados por menos do que um diâmetro de lua cheia. “Na noite de maior aproximação, em 21 de dezembro, eles se parecerão com um planeta duplo, separados por apenas um quinto do diâmetro da lua cheia”, explica o astrônomo da Rice University, Patrick Hartigan.

Embora as melhores condições de visualização sejam próximas ao Equador, o fenômeno poderá ser observado em qualquer lugar da Terra, se o clima permitir. Hartigan explica que a dupla planetária aparecerá baixo no céu ocidental por cerca de uma hora após o pôr do sol todas as noites. “Para a maioria dos observadores do telescópio, cada planeta e várias de suas maiores luas estarão visíveis no mesmo campo de naquela noite”, acrescentou.

Segundo o astrônomo, alinhamentos entre esses dois planetas são bastante raros. “No entanto, esta conjunção é excepcionalmente rara por causa da maior proximidade entre eles. Você teria que voltar até um pouco antes do amanhecer de 4 de março de 1226 para observar um alinhamento mais próximo entre esses objetos visíveis no céu noturno”, complementou.

A próxima vez que esse vento ocorrerá será no dia 15 de março de 2080. Depois, só depois do ano 2400.

* Com informações da Rice University

1.12.20

NASA diz existir 300 milhões de planetas habitáveis ​​na Via Láctea

Eles também afirmam que um desses planetas habitáveis ​​na Via Láctea está a 20 anos-luz de distância, e este seria o mais próximo de nós.

Encontrar planetas habitáveis como uma segunda opção sempre foi uma das obsessões da NASA. Além de encontrar uma alternativa para a Terra, a agência espacial também busca entender a formação dos planetas.

Graças ao telescópio Kepler, a agência encontrou uma informação extremamente reveladora. Existem pelo menos 300 milhões de corpos celestes habitáveis!

Só pra constar, este telescópio atualmente se encontra desativado.

Segundo os cientistas, nenhum desses planetas está em nosso sistema solar. Na verdade, eles estão dentro de nossa galáxia, a Via Láctea.

No entanto, isso não significa que estes tais planetas habitáveis estejam próximos. Ainda assim alguns estão a uma distância muito menor do que se pensava anteriormente.

Pelo que parece, quatro destes mundos habitáveis estão a menos de 30 anos-luz de distância. E um deles está a 20 anos-luz de distância.


Os pesquisadores acreditam que cerca de 7% das estrelas semelhantes ao Sol têm planetas habitáveis em sua volta. No entanto, esse número pode subir para 75%. Ou seja, ao invés de 300 milhões de planetas habitáveis, teríamos 3 bilhões.

As condições desses planetas habitáveis na Via Láctea
Por enquanto, a existência de água é tudo o que se sabe sobre esses planetas habitáveis. Este é o primeiro sinal para um planeta ser habitável, para que ele registre a vida como a conhecemos.

“Kepler já nos disse antes que haviam bilhões de planetas, mas agora sabemos que uma boa parte desses planetas pode ser rochosa e habitável“, disse Steve Bryson. Astrônomo do Centro de Pesquisa Ames da NASA na Califórnia. Informação de Daily Mail.

Ele acrescentou que é preciso muito mais do que água para um corpo celeste seja considerado habitável. Por enquanto nossa Terra é o único planeta habitável. Mas ainda assim, é interessante saber que esses dados tenham sido calculados por cientistas da NASA!

Achou interessante este post? Se aqui na Terra temos animais bizarros, imagine nestes planetas!

12.5.20

A Lua fará conjunção com dois planetas na noite desta terça, 12: com Júpiter e Saturno.

Divulgação Reprodução - Crédito na Fonte

Torça para fazer tempo bom onde você está para ver o fenômeno.

Com o isolamento social, o céu anda mais limpo nas grandes capitais, o que deve facilitar a contemplação.

Horários

Primeira a Lua vai se encontra com Júpiter, às 22h53, pelo horário de Brasília

Depois, será a vez de Saturno, às 23h14.

Para assistir olhe para o leste.

A conjunção não formará um rosto no céu, como chegaram a publicar em algumas redes sociais, mesmo assim, será um espetáculo para os apaixonados por astronomia.

Com informações do OlharDigital

Fonte: Só Notícia Boa

7.1.20

Nasa anuncia descoberta de planeta do tamanho da Terra

Seja Diferente, Junte-se ao Seja Hoje Diferente.

Divulgação Reprodução

A Nasa, agência espacial norte-americana, anunciou nessa segunda-feira (6) a descoberta de um planeta do tamanho da Terra, a orbitar uma estrela a uma distância que torna possível a existência de água, em área identificada como habitável.

As informações são da Agência Brasil.

O planeta é chamado de "TOI 700 d" e está relativamente próximo da Terra, a 100 anos-luz de distância, informou a agência.

A descoberta foi feita pelo satélite Tess, "projetado e lançado especificamente para encontrar planetas do tamanho da Terra e a orbitar estrelas próximas", explicou o diretor da Divisão de Astrofísica da Nasa, Paul Hertz.

Outros planetas semelhantes foram descobertos antes, principalmente pelo antigo telescópio espacial Kepler, mas este é o primeiro do Tess, lançado em 2018.

O Tess descobriu três planetas a orbitarem a estrela, denominados "TOI 700 b", "c" e "d". Somente o "d" está na chamada área habitável. É quase do tamanho da Terra (20% a mais), circula a estrela em 37 dias e recebe o correspondente a 86% da energia fornecida pelo Sol à Terra.

Os pesquisadores geraram modelos baseados no tamanho e tipo da estrela, a fim de prever a composição da atmosfera e a temperatura da superfície.

Uma das simulações, segundo a Nasa, indica um planeta coberto por oceanos, com "uma atmosfera densa dominada por dióxido de carbono, semelhante à aparência de Marte quando jovem, de acordo com as suposições dos cientistas".

Uma face deste planeta está sempre voltada para a sua estrela, como é o caso da Lua com a Terra, um fenômeno chamado de rotação síncrona. Essa face estaria constantemente coberta de nuvens, de acordo com este modelo.

Outra simulação prevê uma versão da Terra sem oceanos, onde os ventos soprariam do lado oculto em direção à face iluminada.

Vários astrônomos estão agora oservando o planeta com outros instrumentos, tentando obter novos dados que possam corresponder a um dos modelos previstos pela Nasa.

#sejahojediferente #sejadiferente #correntedobem #heroisdoslacres #sejavoce #fuscadobem #fusquinhadobem #unidosdobem #ermelinomatarazzo

2.1.20

Quatro fenômenos astronômicos imperdíveis em 2020

Seja Diferente, Junte-se ao Seja Hoje Diferente.

Divulgação Reprodução

O ano que passou nos trouxe muitas coisas em assuntos astrofísicos. Tivemos eventos como o grande eclipse solar em julho, que pôde ser visto na Argentina, Chile e Uruguai

As informações são do Notícias R7.

Tivemos eventos como o grande eclipse solar em julho, que pôde ser visto na Argentina, Chile e Uruguai.

Os cientistas também nos deram boas notícias sobre o espaço: a publicação, por exemplo, da primeira imagem de um buraco negro, apresentada por um grupo de cientistas da Nasa, graças à colaboração de especialistas em computação como Katie Bouman.


E o que haverá neste novo ano?

Graças a avanços tecnológicos, a observação espacial foi facilitada e fenômenos astrofísicos podem ser previstos com mais precisão.

O calendário astronômico para 2020 prevê, por exemplo, uma grande atividade lunar. Mas também aponta que teremos que esperar até o final do ano para poder testemunhar um eclipse solar total.

Abaixo, quatro dos fenômenos mais interessantes a serem observados no céu em 2020.

A superlua poderá ser vista de março a maio, durante as fases da lua cheia

1. Eclipse total do Sol

Teremos que esperar até 14 de dezembro para podermos apreciar o único eclipse solar total de 2020, um evento que ocorre quando a lua bloqueia a passagem da luz solar.

O fenômeno poderá ser visto sobretudo no hemisfério sul, especialmente em algumas áreas da Nova Zelândia, Chile e Argentina.

Também poderá ser visto parcialmente em áreas do Brasil.

Em 2020, também haverá outro eclipse solar; não será total, mas anular, quando a Lua não está tão perto da Terra a ponto de bloquear o disco solar. O eclipse anular de 2020 ocorrerá em 21 de junho.

Um eclipse solar anular acontcecerá em junho

2. A superlua

O dia 9 de março trará um dos eventos mais marcantes do ano: a superlua. Isso ocorre quando o satélite natural está mais próximo da Terra e coincide com a fase da lua cheia.

De acordo com os calendários de vários países, o fenômeno pode ser observado pela manhã e durante o pôr do sol.

Nesses dias, a Lua parecerá 7% maior e 15% mais brilhante, e muitos observadores não especializados talvez nem percebam a diferença.

Após a superlua de março, o fenômeno será repetido em 7 de abril e 9 de maio.

2016 foi o ano em que a Lua esteve mais próxima da Terra desde 1948 e ela não retornará a essa posição até 2034.

3. As Perseidas

As chuvas de estrelas são, na verdade, chuvas de meteoros vistas em intervalos regulares porque correspondem a momentos em que a Terra passa por rotas de "lixo" espacial.

Embora durante o ano ocorram várias chuvas de estrelas (janeiro, abril, maio e junho) e todas valham a pena, talvez as mais impressionantes para os fãs estelares sejam aquelas que ocorrem em agosto e dezembro.

As que ocorrem no oitavo mês do ano foram chamadas de Perseidas ou Lágrimas de São Lourenço (10 de agosto marca o dia de São Lourenço em vários dos países onde o fenômeno pode ser visto).

O espetáculo vêm dos fachos de luz de detritos — rochas deixadas pelo cometa Swift-Tuttle, descoberto em 1860 — entrando em combustão pelo atrito com a atmosfera terrestre.

Os dias mais ativos desse fenômeno serão 12 e 13 de agosto.

A chuva de estrelas das Perseidas pode ser vista no mês de agosto

4. As Geminídeas

Um dos últimos espetáculos celestes de 2020 será a chuva de estrelas das Geminídeas. Ela ocorre uma vez por ano na Terra, pelo meio de dezembro.

Isso porque é neste mês que normalmente nosso planeta, em sua trajetória ao redor do Sol, está cruzando a órbita do asteroide 3200 Faetonte, onde há milhares de pequenas rochas e destroços do asteroide no espaço.

Ao cruzar essa região, os detritos do asteroide entram na atmosfera da Terra. Se o céu estiver limpo, é possível ver até 120 "estrelas cadentes" por hora no céu, no momento de pico do fenômeno.

São as chuvas de meteoritos descobertas mais recentemente, bem no final do século 19, enquanto outros fenômenos semelhantes — como as Perseidas ou os Leônidas — foram descritos há mais de 1.000 anos.

As datas para apreciar esse fenômeno serão de 13 a 15 de dezembro de 2020.

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17.12.19

Brasileiros batizam planeta e estrela de Guarani e Tupi

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Reprodução Divulgação

Guarani e Tupi são os nomes escolhidos por brasileiros para batizar um planeta e uma estrela, respectivamente, fora do nosso sistema solar. Antes da seleção, eles eram conhecidos como HD 23079B e HD 23079, ambos na constelação de Retículo. 

A campanha NomeiExomundos marcou as celebrações dos 100 anos da União Astronômica Internacional. O anúncio oficial dos resultados ocorre em entrevista coletiva nesta terça-feira (17), em Paris.

As informações são da Agência Brasil

No Brasil, uma comissão de astrônomos e cientistas selecionou 14 pares de nomes populares da cultura nacional. Entre as opções estavam: Arara e Sabiá; Caipora e Curupira; Capitu e Bentinho; Dandara e Zumbi; Iara e Saci e os vencedores: Guarani e Tupi.

De acordo com a Sociedade Astronômica Brasileira, o público pôde participar de todo o processo – desde a seleção dos pares de nomes – chegando a quase mil ideias, até a votação. Foram mais de 7 mil votos.

Guarani e Tupi, que representam nomes de tribos e etnias indígenas, receberam 15% do total.

Segundo a União Astronômica Internacional, 110 países participaram da campanha e puderam escolher os nomes de 100 planetas e suas estrelas, mobilizando quase 780 mil pessoas em todo o mundo.

A campanha  Name ExoWords registrou 420 mil votos.

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11.11.19

Mercúrio passa na frente do Sol e poderá ser visto do Brasil

Reprodução Divulgação

O fenômeno acontece quando o planeta orbita entre a Terra e o Sol, como nesta segunda, em que poderá ser visto como um pontinho no astro. 

Os planetas só vão se alinhar assim novamente em 2032.

Nesta segunda-feira ocorre um trânsito solar de Mercúrio que será visível em todo o território português, segundo o site do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL). 

O fenômeno terá início pelas 12h36 e durará cerca de cinco horas. 

23.10.19

A Bola de fogo que sobrevoou o Japão em 2017 é um fragmento de um asteróide que pode atingir a Terra

Na madrugada de 28 de abril de 2017, uma pequena bola de fogo passou pelo céu de Quioto, no Japão. Agora, graças a dados da SonotaCo, os invetivadores determinaram que a rocha espacial era um fragmento de um asteróide muito maior potencialmente perigoso para a Terra.

As informações são do Zap

O meteoro que ardeu no Japão era muito pequeno. De acordo com os investigadores, o objeto entrou na atmosfera com a massa de 29 gramas e apenas 2,7 centímetros de comprimento. Apesar de não ter sido uma ameaça para ninguém, a pequena rocha foi ligada à sua rocha-mãe: um asteróide conhecido como 2003 YT1.

Este asteróide é uma rocha binária, composta por uma rocha comprida de dois quilómetros, orbitada por um asteróide mais pequeno com 210 metros de comprimento.

Reprodução Divulgação

Descoberto de 2003, o sistema binário tem 6% de hipóteses de atingir a Terra nos próximos dez milhões de anos. Isso faz com que o 2003 YT3 seja considerado um “objeto potencialmente perigoso”.

O sistema binário não passou pela Terra em 2017 por isso não houve uma ligação óbvia ao pequeno fragmento. Porém, os investigadores estudaram a forma como a bola de fogo se moveu pelo céu e conseguiram inverter a rota da órbita do objeto no Espaço, fixando-a no 2003 YT1 com um alto grau de certeza.

De acordo com o artigo, cujo rascunho foi publicado a semana passada no arXiv, s investigadores não sabem como é que a rocha espacial se soltou do asteróide, mas acreditam que seja parte de uma grande corrente de poeira lançada pelo 2003 YT1.

Os cientistas sugeriram que essa corrente pode ter sido criada por pequenos micrometeoritos que tenham atingido o asteróide, fragmentado-o, ou por mudanças de calor que tenham partido uma das superfícies da rocha espacial.

Os investigadores sugerem mesmo que terão sido cacos de rochas espaciais que formaram o sistema binário 2003 YT1. De acordo com o LiveScience, o asteróide é uma “pilha de escombros”, um amontoado de coisas fracamente unidas pela gravidade que se fundiram em dois corpo em órbita nos últimos dez mil anos.

Mas existem outras possibilidades mais exóticas. Água gelada pode estar a transformar-se de sólido em gás numa das superfícies dos asteróides, enviando pequenas bolas de gelo para o Espaço.

8.10.19

Estudo sobre origem do universo dá Nobel de Física a 3 cientistas

Os estudos no campo do Cosmos de James Peebles, por um lado, e de Michel Mayor e Didier Queloz, por outro, foram premiados hoje (8), em Estocolmo, com o do Nobel da Física. Eles dividirão o prêmio equivalente a R$ 3,72 milhões.

As informações são da Agência Brasil Confira

Peebles é canadense e os outros dois cientistas nasceram na Suíça.

Phillip James Edwin Peebles é um físico de 84 anos. Nascido no Canadá, tem também nacionalidade norte-americana.

Michel Mayor é um astrônomo suíço de 77 anos. Em 1995, descobriu o primeiro planeta extra-solar, o 51 Pegasi.

Didier Queloz, que descobriu com Michel Mayor o Pegasi, tem 53 anos. Os astrônomos usaram o método de velocidade radial no Observatório de Genebra.

Foi essa descoberta que deu aos três o Nobel de Física.



O Prêmio Nobel da Física 2019 foi atribuído aos três cientistas por novas teorias em cosmologia e pela descoberta do planeta extra-sistema solar na órbita de uma estrela como o Sol.

Na primeira manifestação após o anúncio da premiação, os dois cientistas suíços declararam que “este prêmio é simplesmente extraordinário”.

Num comunicado da Universidade de Genebra, Michel Mayor e Didier Queloz relembram a “excitação” de 1995, quando descobriram o planeta fora do nosso sistema solar.

“Essa descoberta é a mais excitante de toda a nossa carreira e agora sendo ela recompensada com um Prêmio Nobel é simplesmente extraordinário”, afirmam os cientistas suíços.

6.10.19

Um enorme oceano secreto flutuando no espaço - Titâ


A NASA divulgou uma imagem espetacular em infravermelho de Titã, a maior lua de Saturno, como nunca antes se tinha visto. A imagem foi feita a partir de uma composição de fotografias captadas pela sonda Cassini em 13 de novembro passado.

As informações são do El País

As cores da imagem não são reais; as brumas da lua obrigaram a sonda a usar diferentes longitudes de onda com seu espectrômetro de cartografia infravermelha. A cor azul intensa responde a uma longitude de 1,3 micras, enquanto que o verde representa 2 e o vermelho, 5 micras.

Ainda que as cores não sejam reais, a agência espacial norte-americana garante que as imagens revelam que a superfície da lua de Saturno é muito parecida com a Terra: há dunas no norte e no sul, também lá lagos de metano e canais de rios.

A fotografia tem diferentes níveis de detalhe dependendo da altura em que voava a sonda quando capturou as imagens. A distância mais próxima a qual voou a Cassini desta lua foi 10.000 quilômetros.

Titã é a maior lua de Saturno, e a segunda maior do Sistema Solar (tem um diâmetro 50% maior do que o da nossa Lua). Está rodeada de uma espessa bruma, então os telescópios nunca puderam observá-la com precisão. É de grande interesse para os cientistas, já que tem líquido em sua superfície e uma atmosfera densa e complexa, composta de metano e carbono, semelhante à da Terra primitiva. Também se detectou propileno na atmosfera, o único lugar onde já se encontrou essa substância no Sistema Solar, com exceção da Terra.



Imagine que pudéssemos viajar de volta no tempo, quase um terço do caminho até o Big Bang, quando a vida na Terra ainda estava começando a surgir. 

Os detalhes exatos de como a química deu lugar à biologia, ou seja, de como a vida surgiu e dominou nosso mundo, estão agora perdidos no tempo, varridos por mais de 4 bilhões de anos de história do nosso planeta em constante mudança.

22.3.19

As plumas de Bennu

Imagem divulgação internet

Uma descoberta de choque está em Bennu. A sonda da NASA que analisou o asteróide observou-o lançando plumas de poeira que o envolvem em uma neblina poeirenta - um fenômeno que nunca vimos antes em um asteróide.

Nos meses em que o OSIRIS-REx vem estudando Bennu, a espaçonave observou este material ejetado não menos que 11 vezes. Como nunca vimos isso, sugere que nossa compreensão dos asteróides pode ser muito ruim.

"A descoberta de plumas é uma das maiores surpresas da minha carreira científica", disse o investigador principal Dante Lauretta, da Universidade do Arizona.

O OSIRIS-REx vem fazendo observações de Bennu desde dezembro do ano passado, quando estacionou em órbita ao redor do asteróide. Seu objetivo é estudar a rocha para aprender sobre o antigo Sistema Solar, uma vez que Bennu se formou na época.

E, ambiciosamente, a nave vai tirar uma amostra do asteroide com um braço robótico, com a intenção de trazê-lo de volta à Terra.

Até agora, as plumas não foram oficialmente incluídas entre os resultados já publicados sobre Bennu, que são detalhados em uma série de artigos publicados esta semana na Nature Astronomy.

Os cientistas descobriram a primeira pluma no dia 6 de janeiro, e a equipe, então, observou atentamente outras atividades. Nos dois meses seguintes, eles observaram as plumas mais algumas vezes e rastrearam as partículas de poeira nela.

Parte da poeira foi expelida para o espaço; outras partículas foram recapturadas na órbita de Bennu, a maioria caindo de volta à superfície do asteróide. Pelo menos quatro pedaços, no entanto, permaneceram na órbita de Bennu - talvez a caminho de se tornarem luas asteróides em miniatura.

As plumas não representam um risco para OSIRIS-REx - mas isso é tudo o que sabemos sobre elas (além da indicação de que talvez os asteróides sejam muito mais ativos do que pensávamos). A equipe do OSIRIS-REx está tentando descobrir mais - de onde eles vêm e o que os desencadeia.

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8.1.19

Chang'e-4 faz pouso suave no lado escuro da Lua


A sonda chinesa Chang'e-4 aterrissou no lado escuro da Lua nessa quinta-feira (2), tornando-se a primeira nave espacial a fazer pouso suave no lado inexplorado do satélite, jamais visível a partir da Terra.

Integrada por um pousador e um veículo explorador, a sonda desceu na área pré-selecionada no lado escuro da Lua às 10h26 (hora de Pequim),anunciou a Administração Nacional Aeroespacial da China.

O foguete Long March-3B, que transporta a sonda, decolou do Centro de Lançamento de Satélites de Xichang, na província de Sichuan, no último dia 8.

A missão realizará tarefas de observação astronômica de rádio de baixa frequência, análise de terreno e relevo, detecção de composição mineral e estrutura da superfície lunar e medição da radiação de nêutrons e átomos neutros para estudar o meio ambiente.

Fonte Agência Brasil

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