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17.10.21

Fan Token: como funciona o sistema de criptomoedas dos clubes de futebol


Você deve se lembrar que, quando Messi assinou contrato com o Paris Saint-Germain, o clube disse à imprensa francesa que o jogador receberia certa quantidade de "fan tokens" como agrado durante as boas-vindas. Antes do anúncio oficial do craque argentino, a criptomoeda do PSG chegou a ter seu preço valorizado após a repercussão dos fãs e torcedores, bem como o criptoativo do Barcelona que se despediu do seu camisa 10.

Com essa e outras ações do mercado, os tokens ganharam credibilidade e se tornaram um produto bem valorizado pelos mais poderosos clubes de futebol, como a Juventus que entrou em campo para disputar um amistoso contra a Atalanta durante a pré-temporada, estampou a publicidade do seu token $JUV nas mangas do uniforme.

A partir daí, diversos clubes começaram a se interessar pelo negócio, como os brasileiros Atlético-MG, Corinthians, Flamengo e São Paulo. Mas se você ainda não entende o que isso significa ou quais são os riscos envolvidos, o Oficina da Net preparou este artigo baseado na entrevista do Alexandre Dreyfus, CEO do Socios.com ouvido pela equipe do ge.

O que é o fan token?

De forma simples e clara, podemos dizer que o fan token é um tipo de criptoativo que se limita apenas a decisões que envolvem público e clube. Por exemplo, os torcedores que tiverem fan tokens a sua disposição, poderão participar de votações para decidir que músicas serão tocadas durante os intervalos dos jogos nos estádios. Quanto mais tokens o torcedor tiver, mais influência ele tem na decisão final. Esse é apenas um dos exemplos, mas com a popularização dos ativos, os clubes podem utilizar isso de diferentes formas.

Uma das grandes vantagens para o público é que os fan tokens podem ser passados para frente, sejam trocados ou revendidos, da mesma forma que acontecem com os ingressos. Assim, qualquer pessoa pode comprar um ativo de qualquer clube e depois revendê-los em sites próprios para isso, como o Mercado Bitcoin, já que possuem autenticidade garantida pelo sistema blockchain.

Para adquirir esses itens, o comprador precisa gastar dinheiro de verdade, sejam dólares, reais ou qualquer outra moeda válida. Porém, vale lembrar que essas operações não permitem que a compra seja feita a partir dessas moedas de forma direta. Antes disso, é necessário adquirir criptomoedas que sejam aceitas no mercado digital, como a Chiliz (CHZ) que pertence a própria plataforma Socios.com.

Criptomoeda ou não?

As criptomoedas são ativos digitais que podem ser utilizadas para realizar transações de forma direta, como comprar ou vender qualquer item, como o bitcoin por exemplo. Embora o fan token se enquadre como uma criptomoeda, vale lembrar que ele não pode ser utilizado desta forma, como para negociar a realizar transações de outras coisas à venda.

Como já dito, os fan tokens são utilizados exclusivamente para os torcedores participarem de votações que serão elaboradas na plataforma por clubes e parceiros. Desta forma, o fan token não é uma criptomoeda, no significado mais amplo da palavra. Apesar disso, eles se enquadram como tal, já que são alistados em mercados digitais dentro desta categoria.

Lucros para o clube

Assim que assinado o contrato, a plataforma coloca os tokens à venda para o público. A primeira leva é chamada FTO (fan token offering em inglês ou oferta de fan token na tradução direta). A quantidade de tokens podem variar de clube para clube, mas no Brasil, a média tem sido 850 mil unidades por vez. No caso do Atlético-MG e Corinthians, por exemplo, esse número foi vendido por dois dólares cada, o que rendeu um montante de US$ 1,7 milhão apenas em algumas horas depois da estreia.

A partir desse valor, a Socios.com concede ao clube 50% do valor total, o que neste caso chega a US$ 850 mil (algo em torno de R$ 5 milhões na conversão direta) para os cofres de cada um dos alvinegros. É claro que, assim como com qualquer outro ativo, o valor dos tokens podem variar. Por exemplo, a $SCCP, criptoativo do Corinthians, está avaliado em US$ 1,37 cada, conforme apurado pelo ge.

Assim, podemos concluir que o número de tokens é determinado pelas circunstâncias, já que a demanda pode aumentar de repente, como com a contratação de um jogador badalado, o que impactaria na procura do criptoativo. Desta forma, clube e parceira podem jogar mais tokens no mercado e aproveitar o hype para faturar ainda mais. Quanto às transações realizadas entre usuários, os clubes podem arrecadar cerca de 0,25% do valor, o que pode ser realmente interessante quando há muitas movimentações.

Bom negócio para investimentos?

Apesar de lucrativo em certas situações, a plataforma entende que os fan tokens não se enquadram como ativos para investimentos, já que para isso é necessário ter uma procura extremamente alta. Durante a entrevista ao ge, Alexandre Dreyfus, CEO da Socios.com, explica que a finalidade do produto é bem diferente de outras criptomoedas utilizadas realmente para gerar lucros.

“Não é nosso trabalho no Socios.com promover um investimento que vise lucro. Nós promovemos a utilidade do token. Há pessoas que estão comprando e vendendo tokens? Sim. Claro. Nós não promovemos, nós não encorajamos, mas há. Há pessoas comprando e vendendo tênis, mas o propósito de um tênis ainda é andar com ele. Assim como o fan token. O propósito do fan token é usá-lo, usar os benefícios dele.”

Na concepção da empresa, os tokens são produtos que podem ser revendidos, mas essa não é a finalidade primária. Para conseguir lucrar com isso, o usuário teria que adquirir o fan token em uma época em que o valor estivesse abaixo da média, e então revender quando a procura aumentar.

Quais os riscos?

Considerando que os fan tokens não são criptomoedas comuns do mercado digital, como bitcoin, ethereum, dogecoin e outras, o investimento neste tipo de ativo pode ser um tanto arriscado. Primeiro, por que eles podem simplesmente deixar de ter valor. Já que o único benefício de se ter um fan token é participar das votações que envolvem os clubes, cabe lembrar que enquanto não houver esse tipo de questões, a “moeda” fica sem valor.

Segundo, a parceria entre o clube e a Socios.com pode terminar, o que pode gerar prejuízos para quem ficar com os tokens retidos sem utilização. Conforme apurado pelo ge, nenhum dos contratos incluem a obrigação de recompra, caso os tokens percam a sua utilidade. O risco é total e exclusivamente do consumidor.

Dreyfus ainda explica que mesmo com o fim do contrato entre a Socios.com e os clubes, os fan tokens podem continuar apresentando algum valor, mas só poderão ser reaproveitados se novas empresas parceiras viabilizar esta operação. Isso vale tanto para os clubes europeus, como também para os brasileiros.

“O token ainda existe. A questão é quem vai oferecer o serviço para você, com dono de um token. Pode ser o Socios.com. Pode ser que o Corinthians, depois de cinco anos, queira assumir esse serviço no aplicativo deles. Ainda é um serviço, ainda tem valor. Eu e você podemos prever o que vai acontecer no mercado em cinco anos. Existe um risco? Claro. Mas acho que a questão principal pra nós é: o que faremos para ter certeza de que proveremos utilidade, serviços e melhorias aos fãs e aos clubes, para que isso nunca aconteça?”

A Socios.com não revela o prazo dos seus contratos, o que tem gerado dúvida sobre a garantia de valor ao adquirir um fan token de determinado público. De qualquer forma, o ge apurou que, no Brasil, a parceria está respeitando os seguintes prazos:

  • Atlético-MG: até fim de 2023
  • Corinthians: até fim de 2025
  • Flamengo: até fim de 2025
  • São Paulo: até fim de 2025

3.9.21

Criptomoeda do Corinthians esgota em duas horas


A torcida mais fiel do mundo fez jus ao seu nome e esgotou a venda pública de tokens $SCCP na plataforma Socios.com em menos de duas horas, batendo um novo recorde entre clubes brasileiros que possuem suas próprias versões de moedas.

Os tokens de clubes estão ganhando cada vez mais popularidade e o Corinthians é o segundo clube brasileiro a realizar a criação de uma versão digital de um ativo para fãs. O primeiro foi o Atlético Mineiro.

No total, 850.000 tokens SCCP foram vendidos por US$ 2,00, cerca de R$ 10,40, somando um montante de cerca de 8,76 milhões de reais — o clube paulista deverá receber 50% deste valor em seu caixa.

Para que servem os fan tokens (FTO) como o emitido pelo Corinthians?
Os tokens de fãs, como o $SCCP emitido pelo Corinthians nesta quinta-feira (2), permitem que seus detentores tenham poder de influenciar algumas pequenas decisões do clube. Entre elas estão resgatar recompensas VIPs e obter acesso às promoções exclusivas.

No site MeuTimão foi explicado que os fundos arrecadados serão usados para alavancar muitas coisas no clube.

A exemplo temos o time PSG, que conseguiu contratar Messi com a ajuda dos fans tokens, já que parte do salário do atleta foi pago com a criptomoeda $PSG ao craque.

Hoje, o token $PSG está cotado em R$ 167,00 por unidade, sendo inicialmente vendido por cerca de R$ 12,00.

De modo geral, os tokens de clubes possuem oscilações e valorização em seu preço, assim como o próprio Bitcoin. Quando o token do Corinthians $SCCP for listado em corretoras do mercado, pode ser “abraçado” pelos torcedores assim como foi com o token do PSG.

Pra cima, timão!
A plataforma da Socios.com foi à loucura no Twitter devido ao sucesso do token do Corinthians, chamando a torcida de “loucos”, como são conhecidos os torcedores do clube.

“FIEL! VOCÊS SÃO LOUCOS. UM RECORDE BRASILEIRO. Todos os 850.000 fan tokens $SCCP disponíveis para este FTO foram vendidos. Os tokens $SCCP serão listados e estarão disponíveis a preço de mercado no dia 09/09/21”

Outros grandes clubes de futebol, como Barcelona, Paris Saint German e Juventus, já aderiram a este novo ativo digital para fãs.

Na plataforma da criação desses ativos também é possível encontrar tokens de equipes de outros esportes, como basquete (Chicago Bulls, Boston Celtics e outros), esportes eletrônicos (NaVi e OG), e até mesmo um token do UFC e de seleções nacionais.

Clube e fãs juntos
Os fans tokens (FTO) são uma bela maneira de incentivar que os torcedores continuem a apoiar o esporte, visto que no último ano a presença de pessoas em estádios e arenas acabou sendo restrita.

Além disso, a moda dos FTOs parece deixar os torcedores mais perto do clube ao dar mais voz aos mesmos.

De fato, essa é uma inovação sem precedentes que tem ajudado a aumentar muito o engajamento digital entre essas empresas e seus apoiadores.

A venda da criptomoeda do Corinthians já era esperada nos últimos dias. A expectativa é que mais clubes criem suas versões tokenizadas em breve.

13.6.21

WiBX vai valorizar em breve ? WIBX vai Explodir !

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com você? 

Espero que sim e que Seja Cada Dia Melhor afinal que Seja Hoje Diferente em tudo de Bom para nossas Vidas!

A WiBX é o utility token da plataforma Wiboo.io. Sendo que os utility tokens são criptoativos que possibilitam o acesso a produtos e serviços. Ou seja, a função principal desses criptoativos não é servir como instrumento de investimento.
O objetivo não é armazenar valor nem intermediar trocas entre outras moedas. Sendo assim, os usuários podem usar os tokens para trocar por produtos e serviços das diversas marcas parceiras da plataforma Wiboo.io espelhadas pelo Brasil. 

Em contrapartida, as empresas podem adquirir tokens para remunerar os colaboradores, clientes e seguidores engajados com a marca nas redes sociais. Além disso, a plataforma disponibiliza um marketplace com promoções exclusivas para os detentores de tokens.

O que é WiBX?

A WiBX (UBX) é um utility token brasileiro da plataforma Wiboo.io. Em síntese, um utility token é uma moeda digital usada para troca de benefícios e não para investimentos visando a valorização das criptomoedas. A WiBX se consolidou como a primeira e única criptomoeda voltada para o varejo nacional, já que ela promove a fidelização entre varejistas e consumidores.

Sendo que a WiBX também foi a primeira empresa brasileira a fazer uma Oferta Inicial de Moedas (ICO). Uma curiosidade é que a empresa possui convênio de pesquisa e desenvolvimento com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), o que é uma vantagem não apenas em relação às possibilidades de avanço tecnológico para a WiBX, mas também em relação à sua segurança.

Na plataforma Wiboo.io o usuário pode criar uma conta no sistema e ter acesso a diversas marcas parceiras e escolher quais deseja divulgar nas redes sociais. Nesse sentido, a WiBX funciona dentro do ecossistema de publicidade, fidelização e divulgação por meio da tecnologia de registro do blockchain.

Ou seja, ela elimina os intermediários e o relacionamento ocorre diretamente entre os usuários e a empresa parceira. Enfim, é possível usar os tokens para trocar por produtos e serviços de vários parceiros como, por exemplo, Chiquinho Sorvetes, PicPay, e Editora Três.


Como funciona?

A WiBX funciona por meio da tecnologia de token ERC-20 na rede Ethereum. Desse modo, ele conta com a segurança, flexibilidade e transparência dos smart contracts (contratos inteligentes). Sendo assim, por meio da plataforma Wiboo.io, a WiBX funciona como uma maneira das empresas remunerarem os usuários que divulgarem a marca nas redes sociais.

Já para os usuários, essas utility tokens servem como uma maneira de trocar as WiBX por produtos ou serviços, ou ainda por dinheiro. Em relação à velocidade, a WiBX realiza aproximadamente 6,5 mil transações por segundo, o que é uma boa velocidade para o compartilhamento de conteúdos ou pagamentos entre os usuários e empresas.


Utility token

De maneira geral, os utility tokens não possuem nenhuma regra fixa em relação à forma de emissão e distribuição dos criptoativos. Logo, o emissor é livre para estabelecer se haverá distribuição por meio de mineração, limites de emissão, sorteio e se ocorrerá pré-venda.

Por exemplo, uma parte dos tokens pode ser entregue às pessoas envolvidas com o projeto, como, por exemplo, os influenciadores que falam sobre a marca. Também é de responsabilidade do emissor determinar a liquidez da moeda e não existe obrigatoriedade em relação à listagem em exchanges.

Como os utility tokens não servem para armazenar valor como algumas outras criptomoedas, eles podem ter valor através de algumas promoções que podem monetizar esses criptoativos.

Por exemplo, eles podem funcionar como cupons de desconto, benefícios, diretos de participação, programadas de fidelidade e cupons de pré-venda. Dessa maneira, a valorização dos utility tokens depende exclusivamente dos esforços da comunidade que usa este ecossistema. 


Como comprar WiBX?

As indústrias e comerciantes podem comprar os tokens para remunerar os colaboradores, clientes e seguidores nas redes sociais. Se você é um consumidor e está interessado em divulgar marcas e ser pago com WiBX, basta se cadastrar gratuitamente e abrir sua carteira para receber os criptoativos.

Neste caso, a cada compartilhamento ou curtida no conteúdo que você tiver divulgado nas redes sociais, você recebe determinado valor de WiBX que poderá ser trocado por produtos, serviços ou dinheiro. Com a WiBX você pode negociar livremente com outros usuários ou contar com a intermediação de uma exchange.

Como a WiBX funciona por meio da tecnologia ERC-20 do Ethereum, existem várias carteiras que podem ser utilizadas no armazenamento dos criptoativos. Vale lembrar que a WiBX é uma utility token e que sua função principal não é servir como moeda que armazena valor.

O seu objetivo é garantir que o seu detentor possa acessar produtos e serviços virtuais e físicos utilizando este criptoativo na troca. Portanto, se a sua intenção é montar uma carteira visando a valorização dos ativos, talvez o mais recomendado seja alguma das outras moedas digitais disponíveis no mercado.


Seja qual for a criptomoeda escolhida, é importante realizar uma diversificação da carteira e evitar deixar uma fatia muito grande do seu patrimônio alocado em apenas uma classe de ativo. Além disso, é preciso considerar que as criptomoedas são consideradas como ativos de grande risco, pois passam por constantes oscilações.

20.10.21

Flamengo vende 1,5 milhão de fan tokens em 12 minutos e bate recorde mundial


Flamengo vendeu 1,5 milhão de fan tokens em menos de 12 minutos batendo o recorde mundial de venda deste criptoativo.

Ou seja, o Fan Token $MENGO, fruto de sua parceria com a Socios.com, foi um verdadeiro sucesso para ambos. De acordo com a Socios.com, a demanda foi tão grande que o aplicativo apresentou instabilidade.

O primeiro lote, disponibilizado das 10h às 12h, teve o limite de 100 Fan Tokens $MENGO por usuário. Em seguida, na segunda parte, programada para às 12h, o limite aumentou para 250.

“Um recorde brasileiro. Todos 1.500.000 $MENGO Fan Tokens disponibilizados estão ESGOTADOS. Um grande obrigado a todos que participaram de todo o mundo! $MENGO retornará ao App Socios em 26/10″, divulgou a Socios.com no seu Twitter.

Entre outras coisas, os detentores do token terão a chance de escolher a mensagem que irá aparecer na parede do vestiário no estádio do Maracanã e votar em outras decisões internas.

Fan Token do Flamengo

Conforme informado pela Socios.com, o contrato com o Flamengo prevê a exposição da marca na camisa de treino do time de futebol masculino profissional e no uniforme de jogo do time feminino e das categorias de base.

Além disso, inclui um pacote de mídia na FlaTV, nas redes sociais do Flamengo, nas postagens de aniversário e na divulgação da escalação da equipe masculina profissional em dias de jogos.

O contrato terá validade até o final de 2025 e o Fan token deve render R$ 145 milhões ao clube em 5 anos.

No futebol, além do Flamengo, a Socios.com firmou parcerias com Atlético-MG, Corinthians e São Paulo. Na Europa, destaques para Barcelona, Paris Saint-Germain, Juventus, Milan, Manchester City e Atlético de Madrid.

A Sócios.com é responsável pelo token Chiliz (CHZ), um dos criptoativos ligados que mais cresceu nos últimos 2 anos.

Recentemente, a LaLiga Santander e a Chiliz anunciaram uma parceria exclusiva. O acordo prevê a emissão de Fan Tokens com engajamento na maior liga de futebol da Espanha.

11.10.21

Empresa pioneira dos fan tokens quer tokenizar marcas fora dos esportes


A Chiliz (CHZ), empresa-irmã da Socios.com, vai deixar de ser focada apenas nos esportes e prepara expansão para outras indústrias.

Em anúncio via Twitter, o CEO Alexandre Dreyfus confirmou que a companhia irá investir US$ 60 milhões na tokenização de mídia, entretenimento (TV, música) e varejo, além de marcas em geral.

“Nosso objetivo é nos tornarmos um dos empreendimentos de blockchain mais mainstream/voltados para o consumidor”, disse o executivo.

O movimento acontece após a empresa liderar com sucesso a popularização dos fan tokens, categoria de criptoativos que já coleciona mais de 100 times de diversas modalidades.

A Chiliz é a plataforma onde foi cunhada a maioria dos fan tokens de times de futebol, incluindo Barcelona, Juventus e Paris Saint Germain, além de quatro clubes brasileiros até aqui: Atlético Mineiro e Corinthians, que já contam com os tokens $GALO e $SCCP, e Flamengo e São Paulo, que ainda preparam o lançamento dos ativos voltados para torcedores.

4.10.21

SHD: Um token para governança transparente | ShardingDAO?


SHD: Um token para governança transparente

Distribuição de token:

Como token de governança do ShardingDAO, $ SHD será distribuído conforme abaixo:

Mineração de liquidez (56%): distribuída ao público por meio da mineração de liquidez.

Marketing & Airdrop (13,33%): reservado para Marketing e Airdrop para incentivar os usuários.

Investidores (13,33%): reservado para futuros investidores.
Desenvolvedor DAO (17,34%): reservado para desenvolvedores, lançado junto com a mineração de liquidez do protocolo.

Como funciona a fragmentação?

Qualquer proprietário de NFT pode enviar um NFT para o protocolo ShardingDAO, e o protocolo fragmentará o NFT em fragmentos. Depois que a NFT for fragmentada, haverá um período de assinatura enquanto o proprietário original da NFT define um valor mínimo de assinatura. Durante este período, os assinantes pretendidos apostam moedas estáveis ​​ou quaisquer outros tokens para assinar fragmentos. No final do Período de Assinatura, a fragmentação torna-se completa, desde que o valor final da assinatura exceda o Valor Mínimo da Assinatura. E então, 90% dos shards serão distribuídos aos assinantes em uma base pro-rata, enquanto o proprietário original e o Protocolo reterão cada um 5% do total de shards emitidos.

O que você faz com os fragmentos?

O proprietário de um fragmento pode negociar fragmentos diretamente no mercado do ShardingDAO ou mantê-los por dividendos e valorização do preço, se aplicável. Além disso, o proprietário do shard pode optar por adicionar liquidez a qualquer DEX habilitado para AMM para obter tokens de provedor de liquidez e, em seguida, prometer esses tokens LP em ShardingDAO Farms para receber recompensas de mineração de liquidez $ SHD.

O que é sharding?

O sharding (inglês para fragmento, fragmentação) é uma forma de particionamento de banco de dados, também conhecido como particionamento horizontal.

O processo envolve dividir um banco de dados muito grande em segmentos menores e mais gerenciáveis, com a ideia de melhorar o desempenho e reduzir o tempo de resposta de uma consulta.

O sharding não é um conceito novo e existe no gerenciamento tradicional e centralizado de bancos de dados desde pelo menos o final dos anos 90. O termo foi popularizado por um dos primeiros jogos de RPG on-line e em massa para multijogadores (MMORPG), o Ultima Online, no qual os desenvolvedores dividem jogadores em diferentes servidores (diferentes "mundos" no jogo) para lidar com o tráfego.

Nos negócios, um exemplo comum de sharding em um banco de dados grande é dividir o banco de dados do cliente em localizações geográficas. Clientes na mesma região geográfica são agrupados e colocados em um servidores próprios.

A rede blockchain é o banco de dados com os noodes que representam servidores de dados individuais. Se aplicarmos o sharding à blockchain, isso significaria dividir a rede blockchain em fragmentos individuais (ou shards). Cada fragmento manteria um conjunto exclusivo de contratos inteligentes e saldos de contas.

Os nodes seriam atribuídos a fragmentos individuais para verificar transações e operações, em vez de cada um ser responsável por verificar todas as transações em toda a rede.

A ideia é que, ao dividir a blockchain em segmentos mais gerenciáveis, isso leve ao aumento da taxa de transferência de transações e, portanto, superar os problemas de escalabilidade enfrentados pela maioria das principais blockchains da atualidade. Veremos isso com mais detalhes um pouco mais abaixo.

O que é ShardingDAO?

ShardingDAO é um token que possui um total de ? moedas em circulação no mercado cripto. 

Estima-se que a quantidade total aproximada de moedas existentes no momento seja de ?, porém muitas dessas moedas podem ter sido perdidas pelos seus donos por inúmeros motivos.

Qual posição ShardingDAO ocupa no mercado de criptomoedas?

Considerando todo o mercado cripto, o ShardingDAO (SHD) ocupa a posição 0 entra as criptomoedas mais negociadas. 

Se todos os tokens de ShardingDAO estivessem em circulação hoje, e seu preço permanecesse o mesmo.

13.9.21

Este é o momento ideal para acumular tokens Chainlink


O flash crash de 7 de setembro forçou a maioria das moedas do mercado a sair de seus respectivos canais ascendentes nas tabelas de preços. Enquanto alguns como o Fantom e o Avalanche conseguiram se recuperar agilmente do mesmo, muitos outros, incluindo os como Chainlink, pareciam estar lutando.

Mesmo que LINK esteja tentando desesperadamente entrar novamente no canal, deve-se notar que seu preço tem se movido apenas horizontalmente nos últimos cinco dias. As fases de consolidação são, na maioria das vezes, associadas a uma sensação de tristeza. No entanto, esses períodos trazem consigo uma série de oportunidades de reentrada.

Está na hora de acumular LINK?
No final de julho, o saldo médio de um HODLer girava em torno da marca de $ 25.000. O mesmo tem aumentado gradualmente ao longo dos meses e estava explicitamente em US $ 46,1 mil no momento em que este artigo foi escrito. Em geral, isso significa que os participantes do mercado têm adicionado mais tokens LINK às suas carteiras à medida que o preço cai.

A narrativa mencionada foi bem suportada pela métrica de saída de câmbio. O mesmo vem diminuindo consistentemente, indicando a presença de sentimento de compra entre os participantes do mercado. No dia 7, o saldo agregado em todas as trocas era essencialmente de 4,2 milhões de tokens. No entanto, o mesmo era tão baixo quanto 966 mil tokens no momento da escrita.

Além disso, ao longo dos meses, o mercado de LINK testemunhou um influxo de novos HODLers de longo prazo, enquanto os especuladores foram gradualmente saindo do mercado. Isso sublinha o fato de que os participantes do mercado acreditam no futuro a longo prazo do token. Além disso, devido às flutuações de preço não tão dramáticas, os HODLers de curto prazo têm se mantido longe do mercado de LINK.

Além disso, o número de transferências girava em torno dos mínimos recentes, intensificando ainda mais a tendência de acumulação.

Bem, as pessoas que perderam a entrada no mercado LINK antes, ainda têm tempo para entrar. O mercado está evidentemente em fase de acumulação e logo será seguido pela próxima fase de expansão. Além disso, o LINK tem conseguido angariar muita força desde o início deste ano, principalmente devido ao hype do contrato inteligente.

A rede do LINK oferece aos usuários maneiras eficazes de implantar e executar contratos inteligentes. Além disso, conforme indicado em um artigo anterior , seus feeds de preços começaram a se tornar a solução preferida do oráculo de preços. Com o tempo, quando seus casos de uso se tornam ainda mais refinados, pode-se esperar que a valorização do LINK aumente.

11.8.21

Por Messi, brasileiros negociam mais PSG do que BTC, mas preço cai 30%

A exchange de criptomoedas Mercado Bitcoin informou que o fan token do Paris Saint-Germain (PSG) teve o maior volume de negociações em sua plataforma em meio ao anúncio oficial da contratação de Messi peli clube francês.


O jogador de futebol Lionel Messi tem um novo clube. Após 20 anos no FC Barcelona, o argentino assinou um novo contrato com o PSG. O acordo foi oficializado na terça-feira (10) enquanto o fan token PSG disparava de preço.

A contratação da estrela do futebol causou efeitos inclusive no mercado cripto brasileiro. O Mercado Bitcoin, que recentemente se tornou a primeira empresa unicórnio do setor de criptomoedas da América Latina, informou um grande aumento de negociações envolvendo o fan token do time da capital francesa.

Em tuíte na noite de ontem, a exchange informou que a demanda pelo token PSG chegou a superar a do Bitcoin (BTC) em sua plataforma de negociações:

O feito ressalta uma tendência que o Mercado Bitcoin tem seguido nos últimos meses: a de investir cada vez mais na listagem de fan tokens esportivos. A exchange já disponibiliza desde maio ativos de grandes clubes europeus, e listou recentemente mais oito tokens relacionados a esportes, inclusive o da seleção argentina, da qual Messi é capitão.

Além disso, em parceria com o Vasco da Gama, a exchange lançou o primeiro token de um clube de futebol brasileiro. O Vasco Token, que é atrelado ao mecanismo de solidariedade da FIFA, já gerou inclusive rendimentos para os seus detentores.

PSG cai 30%
O token do clube francês iniciou um forte movimento de alta na última quinta-feira (5), quando foi anunciado que Messi não jogaria mais pelo Barcelona.

O PSG era visto como favorito para contratar o jogador. Com isso, seu token chegou a disparar aproximadamente 180% em apenas seis dias. De US$ 25 na semana passada, o PSG disparou para o pico de US$ 58 ontem

No entanto, desde o anúncio oficial da contratação, o preço recuou para US$ 40, resultando em um mergulho acentuado de 30% nas últimas 24 horas, segundo o CoinGecko. O movimento configura um padrão especulativo conhecido como “compre o rumor, venda a notícia” (do inglês buy the rumor, sell the news).

Curiosamente, o token do Barcelona não teve oscilações de preço tão grandes. O BAR caiu 8,8% nas últimas 24 horas, para 23,97, e ainda acumula uma alta de mais de 10% nos últimos sete dias, mesmo com a equipe catalã perdendo o seu principal jogador.

Fan tokens correlacionados ao mundo real
Com o crescimento e popularização do mercado cripto, cada vez mais clubes esportivos estão buscando desenvolver ativos digitais para os seus fãs. Nos últimos meses, diversos times de futebol da Europa realizaram parceria com a Chiliz (CHZ), para lançar fan tokens próprios.

Essas criptomoedas, além de oferecem diversos benefícios para os seus detentores, como conteúdos exclusivos e votação em questões importantes relacionadas ao clube, podem ter uma alta em seus preços, gerando boas oportunidades de lucro.  

Muitas vezes, o preço de um fan token pode cair ou subir consideravelmente conforme o avanço esportivo que a equipe que ele representa consegue. Isso foi observado em partidas da Champions League, maior torneio de futebol da Europa.

Além disso, contratações bombásticas podem causar um sentimento de euforia nos investidores desse ativo, como foi visto no caso Messi e PSG.

25.10.21

Santos Futebol Clube anuncia token por R$ 50 no Mercado Bitcoin, atrelado a direito sobre transferências de jogadores como o astro Neymar Jr.


Com a parceria, que será desenvolvida pelo MB Digital Assets, braço de ativos digitais do Mercado Bitcoin, o Santos Futebol Clube ganha dia 26 de outubro um token baseado no mecanismo de solidariedade da Fifa, chamado TOKEN DA VILA

O Santos Futebol Clube, um dos principais times do Brasil, anunciou, nesta sexta, 22, uma parceria com a exchange Mercado Bitcoin e que irá tokenizar o direito de venda de jogadores formados pelo time da baixada santista, em São Paulo.

Com a parceria, que será desenvolvida pelo MB Digital Assets, braço de ativos digitais do Mercado Bitcoin, o Santos Futebol Clube ganha dia 26 de outubro um token baseado no mecanismo de solidariedade da Fifa, chamado TOKEN DA VILA.

Com isso, os torcedores do Peixe e seus admiradores podem ajudar o clube, a seguir sua reestruturação financeira e ainda investir num produto ligado a uma cesta formada pelos famosos Meninos da Vila, como Neymar Jr. 

O token, que custará R$ 50 cada na sua oferta inicial, é lastreado nos direitos do Mecanismo de Solidariedade da FIFA, que o Santos tem sobre 12 jogadores que o clube formou nas categorias de base, que estabelece que um percentual de até 5% sobre cada transferência do jogador seja retornado aos clubes que o formaram entre os 12 e 23 anos.

Com isso, o Token da Vila será remunerado toda vez que acontecer uma transferência onerosa de um dos jogadores da cesta. Serão cerca de 600 mil tokens, que totalizam uma oferta de R$ 30 milhões ao mercado.

Santos e Mercado Bitcoin

Segundo o executivo de marketing do Santos FC, Rafael Soares, o clube está sempre atento ao mercado e às tendências de geração de novas receitas.

“Encontramos no Mecanismo de Solidariedade da FIFA uma oportunidade de trazer para o certo uma receita que outrora seria incerta para o Clube”, ressalta Soares.

O token é formado por uma cesta de jogadores jovens que têm uma carreira ascendente e contam com grande potencial de valorização, sobretudo no ano que vem, quando acontece a próxima Copa do Mundo.

Além do craque Neymar Jr., também estão na cesta Gabriel Barbosa, atual artilheiro da Copa Libertadores, Rodrygo, Alex Sandro e Lucas Veríssimo, jogadores convocados regularmente para a Seleção Brasileira, e também Emerson Palmieri, naturalizado italiano, convocado regularmente para a seleção italiana campeã da Eurocopa deste ano.

“Contamos com o apoio da nossa imensa torcida para que o produto seja um sucesso e possamos seguir nesse caminho de reestruturação financeira que essa gestão tem buscado desde o início. Essa operação é muito interessante, porque ganha o clube, gerando receita nova, ganha o Mercado de Bitcoin tendo o Santos na sua prateleira de clientes e certamente ganhará o comprador do Token da Vila, porque a expectativa de transacionar esses atletas listados é extremamente alta”, explica Soares.

Tokens

Segundo o MB, nos quatro primeiros meses de oferta primária do Token da Vila, o valor unitário do token se mantém com valor fixo (R$50,00 cada), e após este período será aberto o mercado secundário onde o preço do token varia de acordo com a oferta e demanda do mercado, onde os investidores terão a oportunidade de comprar e vender os tokens de acordo com a flutuação de preço.

“O Token da Vila deve atrair a atenção de muita gente, e não apenas do torcedor santista. O Peixe é um clube reconhecido em fornecer novos jogadores para a Seleção, é o time que revelou Pelé, o Rei do Futebol, que jogou praticamente toda a sua carreira no clube. O Santos sempre manteve essa tradição de revelar craques, como os que estão no token, e isso fortalece muito a proposta de nosso produto’’, explica Ronaldo Faria, diretor do MBDA.

Segindo Faria, esta é uma oportunidade rara de apostar em jogadores promissores se utilizando da tecnologia mais moderna para proteger esse investimento.

Jogadores da cesta que integram o token

  1. Alan Patrick (Shakhtar Donetsk da Ucrânia);
  2. Alex Sandro (Juventus de Turim, Itália);
  3. Caio Henrique (Monaco, França)
  4. Emerson Palmieri, (Olympique Lyon,França);
  5. Gabriel Barbosa (Flamengo, Brasil);
  6. Gustavo Henrique, (Flamengo, Brasil);
  7. Jean Lucas (Monaco, França);
  8. Kaio Jorge (Juventus,Itália);
  9. Lucas Veríssimo (Benfica, Portugal);
  10. Neymar Jr. (Paris Saint-Germain, França);
  11. Rodrygo Goes (Real Madrid, Espanha) e
  12. Yuri Alberto (Internacional, Brasil).

Segundo o MB, as negociações estarão disponíveis a partir do dia 26 de outubro.

11.10.21

Banco Itaú vai tokenizar ativos do banco e vender na exchange Mercado Bitcoin


O Banco Itaú, um dos principais bancos do Brasil e que defende publicamente uma posição totalmente avessa às criptomoedas, deve tokenizar ativos do banco e vender na exchange Mercado Bitcoin

O Banco Itaú, um dos principais bancos do Brasil, que já encerrou diversas contas de empresas e pessoas ligadas as criptomoedas, que já declarou que criptoativos são para lavagem de dinheiro e que defende publicamente uma posição totalmente avessa às criptomoedas, se rendeu a 'paixão pelas cripto' e deve tokenizar ativos do banco e vender na exchange Mercado Bitcoin.

Segundo informações da coluna Broadcast do Estadão, o banco está fechando uma parceria com a exchange para tokenizar um lote de recebíveis do Itaú que serão comercializados dentro da plataforma MB Digital Assets, do Mercado Bitcoin.

Ainda segundo o Estadão, a parceria será desenvolvida como um 'teste' para ambos emergirem em novas tecnologias que possam ajudar no desenvolvimento de produtos e soluções, enquanto se aguardam as evoluções regulatórias sobre ativos virtuais.

Por parte do MB, a estratégia integra o plano de tokenização de ativos conduzido pelo MB Digital Assets, que foi pioneiro no Brasil na tokenização de precatórios, recebíveis e direitos do mecanismo de solidariedade da FIFA com o Vasco Token.

MB também terá plataforma de NFT
Outra novidade do MB, que o Cointelegraph Brasil já havia adiantado, é a participação da exchange no amplo mercado de tokens não fungíveis (NFTs). Por meio de sua controladora, a 2TM, a empresa liderou uma rodada de investimento na Tropix, plataforma nacional de NFTs comandada por Daniel Peres Chor e Bernardo Schucman.

“Não estávamos pensando em fazer uma rodada ainda, mas com o ritmo mais forte do que prevíamos e o interesse da 2TM antecipamos a captação”, contou Chor ao Pipeline

Além da 2TM a rodada de financiamento contou com a Mago Capital e investidores individuais como Celso Colombo, da Carpa Patrimonial, Pedro Tourinho, fundador da Map Brasil, Marcelo Sampaio, da Hashdex, Cesar Villares, da Go4it Capital, e Guilherme Weege, do grupo Malwee.

Segundo o portal, o marketplace já vendeu mais de 70 obras digitais de artistas brasileiros, com valores que vão de R$ 5 mil a R$ 75 mil e agora também quer incluir galerias internacionais na plataforma.

Não foi informado se, assim como ocorreu com a Traders Club, os clientes da Tropix terão acesso a plataforma do MB ou se os clientes do MB terão uma conexão direta com a plataforma da Tropix, porém, para o CEO do grupo 2TM, o universo de arte ajuda a expandir o entendimento que as pessoas em geral tem sobre criptoativos.

"O Bitcoin é apenas um caso de uso dentro de um universo muito mais amplo, que inclui diversas categorias de criptomoedas, tokens de utilidades e tokens não fungíveis, as NFTs”, afirmou Dagnoni.

27.9.21

A repressão chinesa à criptografia pode levar à divergência entre o volume de TX na rede e na troca, reduzindo assim o congestionamento da rede, taxas: relatório


Conforme amplamente divulgado, a China expandiu sua contínua repressão às criptomoedas. Isso inclui o aumento da fiscalização contra a mineração ilegal de moeda digital, bem como a prevenção de transações financeiras envolvendo ativos criptográficos.

O banco central chinês também confirmou que qualquer negociação, combinação de ordens, emissão de tokens e derivativos em criptomoedas são ilegais, "incluindo serviços oferecidos por entidades estrangeiras disponíveis na China continental", escreve a equipe do BitOoda em seu último relatório de mercado, publicado em 24 de setembro , 2021. O banco “excluiu explicitamente o yuan digital (eCNY) desta lista, ao nomear Bitcoin e Ethereum como exemplos de tokens proibidos”, acrescentou o relatório.

O relatório da BitOoda também observou :

“Esta ação é consistente com nossa avaliação de que as motivações da China são a aplicação de controles de capital e o controle de forma mais geral. A capacidade de converter RMB em ASICs de Bitcoin e, portanto, em BTC e outras moedas criptográficas ou fiduciárias, é a ameaça que Pequim está tentando mitigar ”.

O relatório apontou que essas ações têm “implicações mais amplas para a rede Bitcoin global, especialmente para os mineiros”. O relatório também mencionou que um número significativo de mineiros chineses "estavam secretamente conectando as plataformas de volta ou esperando encontrar uma maneira de fazer isso".

O relatório acrescentou que, ao mesmo tempo, a BitOoda acredita que fabricantes de sonda como Bitmain e MicroBT estavam "movendo mais montagem de sonda para suas fábricas existentes na Malásia e na Tailândia, para contornar a produção física na China". Mas muito de seu trabalho de engenharia e design “ainda é baseado na China”, revela o relatório.

A equipe BitOoda destacou alguns cenários:

Preço da sonda: no curto prazo, “algumas das sondas mantidas na China na esperança de conectá-las de volta podem sair e entrar no mercado secundário global”. As entregas futuras para cidadãos chineses “que buscavam recebimento em locais fora da China também podem enfrentar cancelamentos e / ou incapacidade de pagar o saldo remanescente dessas plataformas”. Isso poderia "resultar em maior disponibilidade da plataforma e preços mais baixos para os mineiros no oeste".
Produção da Sonda: Uma repressão aos fabricantes da sonda "parece-nos provável, embora longe de ser certa". Embora a produção - e a maior parte da cadeia de abastecimento - "possa contornar a China, os principais fabricantes de plataformas estão domiciliados na China".

A liderança sênior (que "pode ​​ou não ser capaz de se deslocar") e a maioria dos talentos de engenharia (que são "muito menos propensos a se deslocar") são cidadãos chineses, com base na China, observou o relatório, acrescentando que uma repressão do fabricante "pode ​​impactar a disponibilidade da plataforma se a produção for interrompida e diminuir o ritmo de inovação e avanço tecnológico." Isso pode resultar em "menor disponibilidade e preços mais altos da plataforma, mas pode levar algum tempo para acontecer".

Os pesquisadores do BitOoda adicionaram:

“Vemos uma janela de oportunidade atraente para designs ASIC emergentes não chineses. Avaliamos que essa repressão pode desacelerar o crescimento do Hashrate global: no curto prazo, colocando as plataformas chinesas off-line e desacelerando o reinício das plataformas existentes, e também no longo prazo, impactando a disponibilidade e o ritmo da inovação tecnológica na plataforma espaço."

A equipe do BitOoda acrescentou que, em última análise, eles esperam que os designs não-chineses “entrem e aproveitem o vazio, caso os fabricantes chineses fechem”.

O relatório acrescentou que um desligamento repentino ou abrupto de fabricantes de plataformas chinesas poderia ser "extremamente prejudicial para a indústria de mineração global, dados todos os depósitos pagos a eles para entregas futuras que podem estar em risco".

O relatório também observou que os analistas do BitOoda “veem isso como uma continuação da pressão para baixo nas taxas de transação”. Eles acrescentaram que acreditam que “uma grande porcentagem das transações criptográficas na Ásia estão em cadeia, seja como uma transferência direta ponto a ponto ou uma transação na bolsa seguida por uma transferência para uma carteira pessoal”.

O relatório revelou ainda:

“Isso está em contraste com os mercados ocidentais / desenvolvidos, onde avaliamos que a maioria das transações ocorre na bolsa, com os tokens mantidos 'no nome da rua'. A ampliação da repressão chinesa aos serviços cripto-financeiros pode, portanto, resultar em uma divergência crescente entre o volume de transações na bolsa e na rede, reduzindo assim o congestionamento da rede e as taxas necessárias para processar as transações ”.

Os principais pontos compartilhados pelos analistas do BitOoda são os seguintes:

O preço da sonda “provavelmente será volátil, até que o mercado resolva entre os diferentes cenários possíveis”;

A taxa de hash global “poderia apresentar crescimento lento”;

As taxas de transação “podem cair mais”.

6.9.21

Nós acreditamos no Token Wibx ! E você acredita nela?


Primeiramente, para quem não sabe o que é a Wibx:

A WiBX (UBX) é um utility token brasileiro da plataforma Wiboo.io. Em síntese, um utility token é uma moeda digital usada para troca de benefícios e não para investimentos visando a valorização das criptomoedas. A WiBX se consolidou como a primeira e única criptomoeda voltada para o varejo nacional, já que ela promove a fidelização entre varejistas e consumidores.

Sendo que a WiBX também foi a primeira empresa brasileira a fazer uma Oferta Inicial de Moedas (ICO). Uma curiosidade é que a empresa possui convênio de pesquisa e desenvolvimento com o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), o que é uma vantagem não apenas em relação às possibilidades de avanço tecnológico para a WiBX, mas também em relação à sua segurança.

Na plataforma Wiboo.io o usuário pode criar uma conta no sistema e ter acesso a diversas marcas parceiras e escolher quais deseja divulgar nas redes sociais. Nesse sentido, a WiBX funciona dentro do ecossistema de publicidade, fidelização e divulgação por meio da tecnologia de registro do blockchain.

Ou seja, ela elimina os intermediários e o relacionamento ocorre diretamente entre os usuários e a empresa parceira. Enfim, é possível usar os tokens para trocar por produtos e serviços de vários parceiros.

Como funciona?

A WiBX funciona por meio da tecnologia de token ERC-20 na rede Ethereum. Desse modo, ele conta com a segurança, flexibilidade e transparência dos smart contracts (contratos inteligentes). Sendo assim, por meio da plataforma Wiboo.io, a WiBX funciona como uma maneira das empresas remunerarem os usuários que divulgarem a marca nas redes sociais.

Já para os usuários, essas utility tokens servem como uma maneira de trocar as WiBX por produtos ou serviços, ou ainda por dinheiro. Em relação à velocidade, a WiBX realiza aproximadamente 6,5 mil transações por segundo, o que é uma boa velocidade para o compartilhamento de conteúdos ou pagamentos entre os usuários e empresas.

Como comprar WiBX?

As indústrias e comerciantes podem comprar os tokens para remunerar os colaboradores, clientes e seguidores nas redes sociais. Se você é um consumidor e está interessado em divulgar marcas e ser pago com WiBX, basta se cadastrar gratuitamente e abrir sua carteira para receber os criptoativos.

Neste caso, a cada compartilhamento ou curtida no conteúdo que você tiver divulgado nas redes sociais, você recebe determinado valor de WiBX que poderá ser trocado por produtos, serviços ou dinheiro. Com a WiBX você pode negociar livremente com outros usuários ou contar com a intermediação de uma exchange.


Como a WiBX funciona por meio da tecnologia ERC-20 do Ethereum, existem várias carteiras que podem ser utilizadas no armazenamento dos criptoativos. Vale lembrar que a WiBX é uma utility token e que sua função principal não é servir como moeda que armazena valor.

O seu objetivo é garantir que o seu detentor possa acessar produtos e serviços virtuais e físicos utilizando este criptoativo na troca.

Grupo sobre a Wibx no Whatsapp:

O administrador do Seja Hoje Diferente além de acreditar e possuir algumas Wibx, faz parte de um grupo no Whatsapp com o objetivo de expandir conhecimentos sobre a Wibx e sua movimentação no mercado e exchances nas quais possibilitam a negociação do token Wibix.


Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

Amados olha só que maravilha:

30.10.21

Trader anônimo transforma R$ 40 mil em R$ 25 bilhões com Shiba Inu


A forte valorização da Shiba Inu (SHIB) levou vários investidores a embolsarem lucros vultosos. No entanto, um trader anônimo conseguiu a proeza de transformar US$ 8 mil numa fortuna de US$ 4,45 bilhões.

De acordo com o Etherscan, a carteira possui nada menos que 70,2 trilhões de SHIB. O trader começou a adquirir a criptomoeda em 20 de agosto, quando realizou uma compra de 70,1 bilhões de SHIB. A maior operação, contudo, envolveu a compra de 24,2 trilhões, realizada em 6 de setembro.

Além da criptomoeda-meme, o trader também possui frações de tokens UNI, da exchange Uniswap, bem como 2,53 Ether (ETH).

Em reais, os valores correspondem a R$ 45 mil e R$ 25 bilhões, respectivamente. Embora a identidade do trader seja mantida em segredo, suas operações foram divulgadas pelo Morning Brew.

Shiba Inu entra no Top 10

Principal rival da Dogecoin (DOGE), a SHIB e sua “inspiradora” protagonizaram uma verdadeira guerra entre as chamadas memecoins. As duas criptomoedas tiveram excelentes desempenhos, em termos de preço, ao longo de toda a semana.

No entanto, a SHIB acabou levando a melhor, visto que até o fechamento deste texto registra alta de 164,29% nos últimos sete dias. Por outro lado, a DOGE opera em alta de “apenas” 20,19% no mesmo período, conforme dados do CoinMarketCap.

Como resultado, o valor de mercado da SHIB mais do que dobrou e fez a criptomoeda tornar-se uma das dez mais valiosas do mercado. A SHIB ocupa a 9ª posição na lista do CoinMarketCap, uma posição acima de sua rival DOGE.

Em outras palavras, pela primeira vez na história duas criptomoedas-meme ocupam o Top 10 em valor de mercado. Ao longo de 2020, a SHIB acumulou uma impressionante valorização de 80.364.512,2%.

Baleias dominam oferta de SHIB

No entanto, o otimismo com a SHIB esconde um fator de risco, que é a alta concentração da criptomoeda. De acordo com um estudo do Into The Block, dos 549 trilhões de SHIB em circulação, 439 trilhões – 80% da oferta – estão nas mãos de pequenos endereços.

Apenas um desses endereços detém 420 trilhões de SHIB, cerca de 70% da oferta total circulante. Com tal nível de concentração, a possibilidade de que haja manipulação nos preços é muito grande. Um simples despejo de tokens por parte de uma dessas carteiras pode impactar fortemente o mercado.

Quando tais movimentações ocorrem, os pequenos investidores costumam sofrer as maiores perdas. Portanto, a máxima da SHIB está sendo vista com cautela por praticamente todo o mercado.

29.9.21

Mudança no projeto de lei para regular criptomoedas prevê registro de corretoras e cita Febraban


O Projeto de Lei 2303/2015, o primeiro a propor uma regulação do mercado de criptomoedas no Brasil, mudou mais uma vez. Nesta quarta-feira (29) o portal da Câmara dos Deputados publicou nova versão do texto, agora mais focado na regulação de corretoras e exchanges.

A principal novidade é que o texto determina que as prestadoras de serviços de ativos virtuais “somente poderão funcionar no País mediante prévio registro, podendo ser exigida autorização de órgão ou entidade da Administração Pública Federal a ser indicado em ato do Poder Executivo”.

A medida foca em um ponto bastante sensível no mercado: empresas que operam no Brasil, mas não tem registro legal no país.

Entre as outras mudanças, a definição de criptoativos deixa de ter como parâmetro o modelo do Parlamento Europeu e passa a utilizar a do Grupo de Ação Financeira sobre Lavagem de Dinheiro (GAFI).

O texto define estes bens como ativos virtuais, em vez de criptoativos como estava na redação antiga. Além disso, estabelece que os serviços com cripto deverão seguir diretrizes a serem estabelecidas por um órgão regulador, e aponta que tal sugestão veio da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Será o Poder Executivo que deverá definir qual órgão ou entidade da Administração Pública irá regular o mercado de criptoativos e seus prestadores de serviços.

De autoria do deputado Aureo Ribeiro (SD/RJ), o PL 2303/2015 corre em paralelo com outros textos que estão no senado: PL 4.207/2020, de Soraya Thronicke (PSL-MS), o PL 3.949/2019, de Styvenson Valentim (Podemos-RN) e o PL 3.825/2019 de Flávio Arns (Rede-PR).

CVM intacta

A nova redação do PL define que os ativos de valores mobiliários (ações) não estão sujeitas a esta lei, sendo que continuam sob o regime da Lei 6.385. Além disso, nenhuma competência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foi alterada com a nova lei.

Para o advogado Pablo Cerdeira, sócio do Galdino & Coelhos Advogados e atuante no mercado de cripto, a nova redação piorou o projeto em alguns pontos e melhorou em outros:

“O substitutivo anterior falava da ‘admissão de negociação de criptoativos no País’, e isso era ruim porque se poderia entender que a lei é que admitiria a negociação de criptoativos, e que, pela leitura inversa, sem a lei tais negociações não seriam admitidas. O novo substitutivo muda isso, de forma positiva, porque agora dispõe ‘sobre a prestadora de serviços de ativos virtuais’.

Para Cerdeira, também melhorou o deslocamentos dos aspectos penais para segundo plano: “É preciso considerar que a ocorrência de crimes, como pirâmides e fraudes, não é exclusiva desse mercado. Basta lembrar dos golpes do Boi Gordo, Avestruz Master, TelexFree dentre outros”.

Mas o advogado ressalta aspectos negativos também: “Por outro lado, quando o novo substitutivo diz que a prestação de serviços de ativos virtuais não se aplica a ativos representativos de valores mobiliários, ele pode acabar excluído quase todos os tokens emitidos atualmente, porque a maioria pode ser enquadrara como valor mobiliário. Basta ver que o BTG lançou o seus tokens do ReitBZ apenas fora do Brasil”.

Exclusão do aumento de pena

O texto original previa um aumento de pena para quem cometesse crime de lavagem de dinheiro por meio de criptoativos.

Já a nova versão afirma que as atividades com esses bens estão sujeitas a legislação já vigente: Decreto Lei 2.848, que define crimes contra a administração publica, Lei 7.492, que define os crimes contra o sistema financeiro nacional, e Lei 9.613, que dispõe sobre os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos e criadora do Conselho de Controle de Atividades Financeiras(COAF).

Leis sobre criptomoedas no Brasil

O Brasil está avançando na criação de leis que regulem os criptoativos. O Poder Executivo deve enviar em breve à Câmara sua proposta para a regulação do mercado, segundo o serviço de informações Brasília Alta Frequência.

O senador Irajá (PSD-TO) é o relator da matéria na Comissão de Assuntos Econômicos, onde pode ter tramitação terminativa. Análises do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários foram tomadas como base para a elaboração do relatório.

Saiba o que prevê cada PL sobre criptomoedas

PL 4207/2020

De autoria da senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), estabelece normas para a emissão de moedas e outros ativos virtuais, estabelece condições e obrigações para as pessoas jurídicas que exerçam atividades relacionadas a esses ativos, atribui competências fiscalizatórias e regulatórias à Receita Federal, ao Banco Central do Brasil, à Comissão de Valores Mobiliários e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

Tipifica condutas praticadas com ativos virtuais com o objetivo de praticar crimes contra o Sistema Financeiro, inclusive os de pirâmide financeira.

PL 3825/2019

De autoria do senador Flávio Arns (Rede/PR), propõe a regulamentação do mercado de criptoativos no país, mediante a definição de conceitos; diretrizes; sistema de licenciamento de Exchanges; supervisão e fiscalização pelo Banco Central e CVM; medidas de combate à lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas; e penalidades aplicadas à gestão fraudulenta ou temerária de Exchanges de criptoativos.

Cria o Cadastro Nacional de Pessoas Expostas Politicamente (CNPEP), com a finalidade de auxiliar as instituições financeiras a executar políticas de avaliação de risco de crédito e de prevenção à lavagem de dinheiro.

PL 3949/2019

De autoria do senador Styvenson Valentim (PODEMOS/RN), regulamenta a utilização de moedas virtuais e o funcionamento de empresas intermediadoras dessas operações.

PL 2060/2019

De autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (Solidariedade/RJ), dispõe sobre o regime jurídico de criptoativos e estabelece aumento de pena para o crime de “pirâmide financeira”, bem como para crimes relacionados ao uso fraudulento de criptoativos.

PL 2303/2015

De autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (Solidariedade/RJ), dispõe sobre a inclusão das moedas virtuais e programas de milhagem aéreas na definição de “arranjos de pagamento” sob a supervisão do Banco Central.


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