“É chegada a hora de as autoridades e do povo brasileiro saberem que as Forças Armadas não aceitarão que se tenha um candidato, qualquer que seja ele, com quaisquer dúvidas sobre a legitimidade da escolha, livre e soberana da vontade da maioria, tal como preconiza a Constituição”, diz uma carta aberta divulgada no sábado (26), por militares da reserva. Eles ainda afirmam que o Supremo Tribunal Federal (STF) impôs ao Brasil um regime de exceção e está ferindo as bases democráticas do país ao usurpar as atribuições exclusivas do Executivo e do Legislativo.

Outro ponto abordado na carta é a forma como os ministros lidaram com as sugestões para a melhoria do processo eleitoral, qualificado como “sem as condições mínimas que atestem sua segurança, transparência, veracidade, rastreabilidade”.

“Infelizmente, o órgão que deveria se manifestar de forma técnica e transparente sobre essas e quaisquer outras indagações futuras mantém-se em silêncio, ignorando o pedido dos cidadãos”, diz um trecho da carta.

“É notório que vivemos uma grave crise institucional, ante a constatação de que os órgãos da cúpula do Poder Judiciário, como o STF e o TSE, vêm sistematicamente se colocando acima das leis e de suas próprias competências, invadindo as atribuições de outros Poderes, como repetidamente afirmado por doutos juristas”, consta na carta.

Segundo os militares, é natural e justificável, diante desse cenário, que a população brasileira esteja se sentindo “indefesa, intimidada e de mãos atadas”, pedindo socorro aos militares. A caserna é como “o amparo para as preocupações dos cidadãos e a solução para as suas angústias, como sua última instância”.

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