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Aprenda a se adaptar ao uso da máscara, preservando a saúde sem que comprometa o desempenho dos treinos


O isolamento social marcou um ano atípico em que a raça humana se viu na necessidade de adaptar-se a novos estilos de vida. 


Num mundo de incertezas, as mudanças de rotina passaram a ser o reflexo de uma sociedade tomada pelo medo.



A COVID-19 é uma doença respiratória provocada pelo coronavírus, e até entã
o, nunca havia sido diagnosticada em seres humanos.


O novo vírus consegue se propagar de pessoa para pessoa por meio de gotículas da boca ou do nariz, em atos em que principalmente a pessoa já infectada espirra ou tosse. 


Entretanto, outros fatores como contato pessoal próximo de aperto de mão e abraço ou o toque em objetos ou superfícies já contaminadas promovendo sequencialmente o contato com partes como boca, nariz e olhos, expõe o avanço da doença.


Logo, basta apenas haver um doente para maiores possibilidades de o vírus ser multiplicado em decorrência de situações que existem a falta de prevenção pelo uso de máscaras e álcool em gel.


Por isso, as seguintes recomendações são altamente necessárias para que se evite maiores riscos com sérias consequências. Confira:


  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;


  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
     

  • Evitar contato próximo de pessoas doentes (a recomendação é mais de um metro de distância);


  • Ficar em casa respeitando o período de isolamento quando estiver doente;


  • Cobrir boca e nariz com um lenço de papel, ao tossir ou espirrar e logo após, jogar no lixo e higienizar as mãos;


  • Evitar o compartilhamento de copos, pratos ou outros objetos de uso pessoal;
    limpar e desinfetar objetos e superfícies que sejam tocadas com frequência por várias pessoas;


  • Pessoas que são consideradas o grupo de alto risco, devem adiar ou evitar viajar para as áreas afetadas por coronavírus;


  • Pessoas que estiveram em áreas onde o vírus circula, que tiveram contato físico com alguém diagnosticado ou que apresentem febre, tosse ou dificuldade para respirar, devem procurar atendimento médico de imediato, caso apresentem os sintomas.


Os sintomas comuns são semelhantes ao de uma gripe ou resfriado. Ao sinal de manifestações de coriza, tosse, dor de garganta e dificuldade de respirar, o recomendável é que se procure imediatamente um hospital para averiguar o diagnóstico.


Em casos mais graves, existe a ocorrência de febre alta, aumento dos batimentos cardíacos (taquicardia), dor no peito, cansaço, falta de ar, pneumonia, insuficiência respiratória aguda e insuficiência renal.


No início da pandemia, não existiam tratamentos e nem vacina específicos para infecções decorrentes do coronavírus com humanos. 


Ao longo dos meses, cientistas e farmacêuticos trabalharam arduamente em fórmulas que compunham a vacina, permitindo hoje o início do plano de vacinação em alguns países. 


As pessoas infectadas recebem cuidados de saúde para aliviar os sintomas e impedir que os problemas se alastrem. A maioria dos pacientes se recuperam graças aos cuidados de suporte.


Deste modo, assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento. 


Adultos com mais de 60 anos de idade ou pessoas com doenças crônicas, como diabetes e doenças do coração, têm maiores riscos de ter a doença agravada, por isso devem redobrar os cuidados e de preferência, cumprir o período de isolamento social.

Como manter o conforto dos treinos com o uso de máscara em plena pandemia?

A quarentena provou o quanto é desafiador possuir um olhar mais interiorizado, ainda que em pensamento coletivo. Sendo assim, foi preciso buscar meios alternativos para mantero somente o corpo, mas a mente saudável. 


Muitas pessoas deram mais foco à consciência de hábitos saudáveis, que levariam a uma melhora na qualidade de vida. 


Então, com o relógio a favor de conservar um maior tempo dentro de casa, foram viabilizadas diversas habilidades que se tornaram aprimoradas, junto a outras questões que passaram a ser avaliadas.  


Desse modo, aptidões para a cozinha e a realização de exercícios físicos estão no topo da lista das atividades mais aplicadas às pessoas ativas durante a quarentena.


Com o passar dos meses, alguns dados apontam melhora no índice de contágio, possibilitando a flexibilização de alguns setores como as academias, para que as pessoas pudessem dar sequência a tentativa de normalizar a rotina.


Diante do retorno dessas atividades, especialistas alertam sobre a escolha e o manuseio das máscaras e a readaptação aos treinos para reduzir os riscos de contaminação de Covid-19 entre os praticantes de atividade física.


A atenção é extrema para cuidados comoo tocar na máscara durante as atividades e recorrer a treinos mais leves são necessários para que os exercícios sejam realizados de maneira confortável e segura.


O uso correto da máscara é indispensável, sendo necessário cobrir a boca e o nariz e, principalmente, praticar e adquirir o hábito de lavar bem as mãos sempre que precisar tocar no acessório.


Para que seja apropriado, a escolha da máscara mais indicada são as cirúrgicas de TNT e as de tecido face dupla de algodão


A máscara cirúrgica de TNT é segura, pois é usada dentro dos hospitais. Elas diminuem o risco de contaminação de quem pratica esportes, seja na academia ou ao ar livre. 


Assim como a moda fitness permite a escolha do tecido que melhor se adequa ao tipo de treino, as máscaras precisam ser escolhidas para que garantam conforto e segurança.


Isto posto, procure um modelo que se ajuste ao rosto, que não incomode, cause dores ou irritação atrás das orelhas. Existem relatos de que modelos menos colados no rosto são mais confortáveis.


Nesta fase de retomada das academias, o ideal é que os treinos sejam readaptados e realizados em tempos mais curtos. 


Comece com calma, uma vez que além de os músculos terem passado longo período em estado de repouso, o uso da máscara provoca alterações fisiológicas.


Consequentemente, com o uso deste equipamento na hora de se exercitar, ativação da musculatura das costelas e do abdômen são provocadas, fazendo com que essas regiões trabalhem mais rápido, o que acelera a fadiga da musculatura respiratória.


Por esse motivo, é essencial seguir as orientações de especialistas para readaptação dos treinos.


Tente iniciar com testes na esteira, na pista ou no calçadão para saber como se comporta a frequência cardíaca e a percepção de esforço com ou sem a máscara


Os treinos devem ser reduzidos para intensidade menor do que o costumeiro antes da pandemia, para que a evolução seja gradativa. 


Outro cuidado a ser avaliado, é que durante os exercícios físicos, a principal forma de perda de calor é pela evaporação. Uma vez que a máscara cobre a maior parte do rosto, é natural que haja aumento da temperatura nesta região


Por isso, um alerta adicional deve ser feito com a hidratação prévia e pós exercício. Nesse caso, beba bastante líquido utilizando garrafinhas sempre esterilizadas e de uso próprio.

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