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6.9.19

O que gosto de fazer na liberdade? - Praça da Liberdade SP

Imagem Divulgação Reprodução Internet

Por: Brenda Christine 

Para quem não conhece a Liberdade é um bairro localizado no centro de São Paulo.

Um alto arco torii vermelho é marca de entrada para o bairro da Liberdade, lugar decorado com lanternas pelas ruas, gastronomia japonesa como sushi, yakissoba. 

Tendo também as lojinhas e galerias para presentes.

Um lugar maravilhoso para ir com amigos ou família, experimentar as  comidas , tirar muitas fotos criativas, comprar mangás, conhecer o lugar e aproveitar o momento. 

Além das ruas serem bem decoradas com as lanternas, tem um jardim oriental  que tem um pequeno laguinho com carpas, pouco espaço mas com muita gente. 

Pelas ruas barraquinhas de artesanatos, e não esquecendo a comemoração do ano novo chinês conhecido também como ‘ano novo lunar’, cada ano é comemorado por um signo chinês, por exemplo esse ano de 2019 foi comemorado a chegada do porco da terra trazendo mudanças significativas para o mundo todo, tendo também varias barraquinhas de comidas típicas e de presentes.




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Frequento o bairro da Liberdade desde pequena, quando criança não tinha o conhecimento que tenho hoje com 16 anos. Atualmente, frequento a Praça da Liberdade ou com minha família ou com amigos, o que mais gosto de fazer lá é visitar as galerias, conhecer as novidades e encontrar coisas relacionadas a animes e tokusatsu que gosto muito desde criança como o Ultraman, Ultraseven e Spectreman e, de outras denominações como Jaspion, Changeman, etc.

Gosto muito também das barracas de alimentação e de artesanatos, de encotrar cosplays ou pessoas diferentes para iniciar um bom papo ou registrar aquela foto legal para ser compartilhada nas minhas redes sociais.


Ultraseven & Brenda Christine

E, falando em cosplay é muito legal quando encontro o colega do meu Pai incorporado em UltraSeven.

Vá conhecer a Praça da Liberdade também e, quem sabe não nos encontramos por lá.

Sugiro também: Coisas Imperdiveis para fazer na Liberdade.

Muito Obrigada.

Veja mais de Brenda Christine - Clicando Aqui.


13.3.21

Resenha do Rolê: Bairro da Liberdade - Comprinhas

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com você? 

Espero que sim e que Seja Cada Dia Melhor afinal que Seja Hoje Diferente em tudo de Bom para nossas Vidas!

Amados olha só que maravilha: Neste vídeo a Brenda Christine do Seja Hoje Diferente apresenta a Resenha de seu passeio ao Bairro da Liberdade com sua amiga Grabriely.

De forma simples e humilde na Brenda mostra alguns produtos que ela comprou durante o passeio.


Lembre-se você pode seguir a Brenda Christine no Instagram acesse:

Palavras de referencia ao vídeo:
Hello Kitty, Anime, Bairro da Liberdade SP

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Conheça nosso Painel de Desconto:

23.11.18

Mestre Bimba O Rei da Capoeira


No dia 23 de novembro de 1900, nasceu em Salvador, na Bahia, Manoel dos Reis Machado, mais conhecido como mestre Bimba, criador da capoeira regional.

Mestre Bimba foi um dos maiores representantes da cultura afro-brasileira de todos os tempos.

Manoel dos Reis Machado, também conhecido como Mestre Bimba, foi criador da Luta Regional Baiana, mais tarde chamada de capoeira regional.

Manoel dos Reis Machado (1900-1974), Mestre fundador da capoeira regional, destacou-se pelos serviços comunitários e sociais que executou, principalmente com crianças e adolescentes. Instituiu o núcleo de documentação, com mais de 5000 títulos sobre capoeira e assuntos relacionados.

    Bimba é “O grande rei negro do misterioso rito africano, símbolo de resistência afro-descendente no Brasil.”

 “Mestre Bimba – Manoel dos Reis Machado – nasceu em Salvador em 23 de novembro de 1900, no bairro de Engenho Velho de Brotas, em Salvador, Bahia e recebeu o seu apelido devido a uma aposta feita entre a parteira e a sua mãe: a mãe dizia que seria uma menina e a parteira, convicta pelo seu conhecimento, dizia ser macho. Na hora do nascimento, surgiu a expressão: “GANHEI A APOSTA O CABRA TEM BIMBA E CACHO”! O apelido já nasceu com ele. Foi iniciado na capoeira aos doze anos de idade por um africano – Bentinho -, capitão da Cia. Baiana de Navegação, no que é hoje o bairro da Liberdade.



Sodré (1991, apud Campos 2001) refere-se ao Mestre dizendo: “foi uma das ultimas grandes figuras do que se poderia chamar de ciclo heróico dos negros da Bahia”. Segundo Capoeira (2006, p.50) Bimba era um lutador renomado e temido. Ganhou o apelido de “Três Pancadas” porque, segundo se dizia, era o Maximo que seus adversários agüentavam.

Bimba ainda praticante de capoeira começou a ensinar em 1918, sendo seus alunos negros e mulatos das classes populares. Mas apesar da pouca idade (18 anos), possuía alunos também de classes privilegiada, como o Desembargador Décio dos Santos SEABRA, da família do ex-governador SEABRA ; Dr. Joaquim de Araújo Lima , jornalista (Imparcial e Nova Era) e mais tarde governador de Guaporé. Para estes e outros, as aulas eram particulares nos quintais e varandas de suas casas.

Mestre Bimba era um dos capoeiristas mais conceituados de sua época, pois, era muito carismático, excelente lutador e temido por alguns, pois em inúmeros desafios e combates públicos, havia sido derrotado. Mesmo sendo um “cantador” e percussionista admirável, era discriminado por grande parte dos artistas e intelectuais de Salvador (por ter criado a Capoeira Regional), porém era muito venerado por seus alunos.

Aos 29 anos de idade, o próprio Mestre Bimba contava: “Em 1928, eu criei, completa, a Regional, que é o batuque misturado com a Angola, com mais golpes, uma verdadeira luta, boa para o físico e para a mente”. Assim nasceu a Capoeira Regional Baiana.

Na década de 1930, Getúlio Vargas tomou o poder e, procurando apoio popular para a sua política, que incluía a “retórica do corpo”, permitiu a prática (vigiada) da capoeira: somente em recintos fechados e com alvará da polícia. Mestre Bimba aproveitou a brecha e abriu à primeira “academia”, dando inicio a um novo período – o das academias – após o período de escravidão e de marginalidade (Capoeira 2006, p.51) Recebeu do inspetor técnico de Ensino Secundário profissional, o titulo de registro "que lhe requereu o Sr. Manoel dos Reis Machado, diretor do curso de Educação Física, sito à Rua Bananal, quatro.

Bimba ao decorrer dos anos e de sua experiência foi moldando a capoeira de ataque e defesa usada por desordeiros e pessoas de classes mais humildes, numa luta com método de ensino próprio, tornando-a um verdadeiro curso de Educação Física e criando rituais como: Batizado, Formatura e Especialização, seguindo padrões sociais e acadêmicos, pela própria nomenclatura.

Nos anos seguintes, Bimba teve grande sucesso. Em 1949, foi a São Paulo com seus alunos e realizou uma série de lutas com lutadores de outras modalidades. Em 1953, fez uma apresentação para Getúlio Vargas e recebeu o abraço do presidente, que afirmou que “a capoeira é o único esporte verdadeiramente nacional”.

Antes de ir para Goiânia, Bimba formou sua última turma, uma formatura muito comentada chamada 'formatura do adeus', depois deste evento ele deixou a Bahia dizendo 'Não voltarei, mas aqui, nunca fui lembrado pelos poderes públicos; se não gozar nada em Goiânia, vou gozar do cemitério. ' Depois que ele se foi veio a Salvador apenas duas vezes e dizendo que estava tudo bem, mas dona Nair nos disse 'ele foi enganado. Não volta porque é orgulhoso'. Em 05 de fevereiro de 1974 um ano depois que deixou a Bahia, morria o mestre Bimba e foi enterrado em Goiânia. Transladar os restos mortais de Goiânia para Salvador foi difícil, os seus alunos achavam que o lugar dele era Bahia "ídolo não se pertence, pertence ao seu Público”

Bimba obteve grande luta contra as autoridades, porém não uma luta de carne ou sangue, mas de dignidade e respeito à capoeira e aos capoeiristas, sendo assim nos deixou de herança:

A sobrevivência da Capoeira;

A liberdade da Capoeira;

A profissionalização da Capoeira;

A metodologia da Capoeira;

O respeito da sociedade pela a capoeira;

Além disso, Mestre Bimba também conseguiu que ficasse evidente, através de sua própria vida, o desrespeito e o descaso das autoridades pela nossa cultura.

Fonte Arte Cultura Capoeira

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

20.6.21

Resenha sobre o Passeio no bairro da Liberdade São Paulo

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com você? 

Espero que sim e que Seja Cada Dia Melhor afinal que Seja Hoje Diferente em tudo de Bom para nossas Vidas!

Amados olha só que maravilha:


Resenha do novo Passeio ao Bairro da Liberdade em São Paulo por Brenda Christine e Mylena Turci do Seja Hoje Diferente Confira!

21.10.19

Além do mar: 3 maneiras de aproveitar a Praia de São Conrado

Descubra como usufruir do espaço realizando outras atividades

Quando se está perto de uma bela paisagem o que mais se deve fazer é aproveitar. A praia de São Conrado é conhecida por muitos como uma das mais nobres do Rio de Janeiro. Está localizada na Zona Sul, entre a Av. Niemeyer e o Túnel de São Conrado. 

Antes, o local era conhecido como Praia da Gávea, por estar próxima da Pedra da Gávea, que é um dos pontos turísticos da cidade com rampa para quedra livre e voo de asa delta. Essas ações foram alguns dos motivos que trouxeram essa referência do local. Outro ponto de fácil próximo é o Morro Dois Irmãos, que possibilita uma visão ampla da região e também é turístico. 

A região conta com areia branca e macia, mar calmo e azulzinho. Isso sem falar das diversas vegetações que trazem aquele ar de serenidade e complementam a vista. Sua orla contam com mais de dois mil estabelecimentos, que vão desde restaurantes a quiosques para tornar a visita a praia mais confortável ainda. 

Infelizmente, não é indicado o banho de mar. Por conta da poluição, a água é considerada imprópria. Por mais que sua cor chame atenção de qualquer um. Isso acaba fazendo com que algumas pessoas se sintam mal por estarem próximas a praia e ser impossível realizar o famoso banho de mar. 

Contudo, existem diversas outras atividades para fazer lá além de se banhar nas águas e tomar um sol. Pensando nisso, reunimos algumas delas para ajudar os turistas a desfrutarem do lazer. Olha só:

Reprodução Divulgação

Atividades além do mar

1 - Caminhada 

A praia tem aproximadamente 1km de extensão, beirando toda a orla. Por estar localizada na Zona Sul, o ambiente é bem calmo e propício para caminhar. Quer coisa melhor do que unir a vista agradável a uma atividade saudável? Impossível. 

Você pode optar por realizar uma caminhada com foco esportivo, pela manhã ou à noite, percorrendo toda a orla e voltando depois. Outra alternativa é andar apenas para apreciar, com uma boa companhia ou até mesmo só. 

A caminhada é uma das práticas esportivas mais realizadas no Rio de Janeiro, por conta das orlas. Depois, você pode parar em um dos quiosques e tomar uma água de coco. É o feito ideal para começar bem o dia. 

2 - Ciclismo 

A praia de São Conrado conta com uma extensa ciclovia, que vai beirando a praia. Logo, você também pode optar por pegar a bicicleta e sair pedalando por lá. Indicamos tanto como opção para saúde, como para locomoção no bairro. Isso é ótimo para quem pensa em abrir mão do carro ou do transporte público, de vez em quando. 

Ao pedalar um quilômetro por dia, que é a extensão da ciclovia,  você reduz o estresse e movimenta o corpo, saindo do sedentarismo. Um ponto relevante é que a maioria das pessoas que passam por lá já estão acostumado com a atividade, então, o que impera é a educação. Tornando melhor ainda a sensação de liberdade e o pertencimento ao espaço. 

3 - Corrida

Agora, se nenhuma das outras maneiras é a sua de aproveitar, que tal uma corrida?! Na praia de São Conrado, você pode tem a opção de correr na orla ou na praia. A areia possui extensão aproximada a 600 metros, com um tênis ou descalço, é possível percorrer o caminho de uma forma tranquila.

O bom da corrida, é o benefício que traz ao corpo. O resultado é um pulmão mais salubre e o emagrecimento (para quem quer) é garantido. 

Atividades ao ar livre

Para muitas pessoas, estar perto da natureza quando estamos praticando algum esporte é uma das delícias da vida. Isso faz com que o exercício seja mais leve, traga mais serenidade e é um colírio para os olhos. 

Por sua localização, isso fica muito mais fácil. A segurança do bairro é maior, proporcionando tranquilidade para os visitantes e moradores. Ainda mais para quem tem um apartamento em São Conrado. Seus prédios e casas possibilitam um lar com uma vista gratificante e belíssima.

22.9.18

Fusca o Volkswagen Sedan



Volkswagen Sedan é um daqueles automóveis que dificilmente passam sem despertar uma emoção – seja paixão ou até ódio.
Para alguns um projeto arcaico, para outros um projeto eterno, feito pra durar; o Fusca, feito a principio à pedido de Hitler a Ferdinand Porsche, o velho “beetle” foi nomeado Volkswagen, que como todos sabem, provem do idioma alemão e seu significado é “Carro do Povo“.
Depois foi nomeado “Volkswagen Sedan“, e partindo de um apelido nascido no Brasil, acabou sendo nomeado oficialmente aqui no Brasil como “FUSCA“.
 


Como bons fuscamaníacos, tentaremos relatar um pouco da história do FUSCA, embora não ter vivido brilhante época, época que fez do Fusca um candidato ao carro do século.
Inicio da década de 30. Ferdinand Porsche desenvolveu um projeto na sua própria garagem, em Stuttgard, Alemanha.
O primeiro projeto do Fusca, era equipado com um motor dois cilindros, refrigerado a ar, que tinha um rendimento absurdamente péssimo.
Criaram o motor quatro cilindros, opostos dois a dois , chamado de Boxter,também refrigerado a ar, com suspensão independente dianteira, que funcionavam através de barras de torção.
Foi um projeto ousadamente revolucionário, pois até então os carros da época eram feitos com motores refrigerados a água e suspensão que em sua maioria usavam feixe de molas (tipo suspensão de caminhões) ou molas helicoidais.
Lançado oficialmente em 1.935, pelo então projetista Ferdinand Porsche, o Volkswagen podia ser comprado por quase todos, ao preço de 990 marcos, e era equipado com motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts, câmbio seco de quatro marchas, que até então só se fabricavam carros com caixa de câmbio inferiores a 3 marchas.
Daí, as evoluções foram constantes.
Sistema de freios a tambor, caixa de direção tipo “rosca sem fim”, evoluções estéticas como quebra vento, lado abertura da porta (no início a porta abria do lado oposto), saída única de escapamento, estribo, entre outras.
Em 1936, já reformulado, com bastante semelhanças com o Fusca de hoje, o Volkswagen era equipado com duas pequenas janelas traseiras, em 1.937 existiam 30 outros modelos sendo testados na Alemanha. E a partir de 1.938, iniciou-se a construção, em Hanover de uma fábrica a qual o Volkswagen seria construído na forma de fabricação em série.
1938

Em 1.939, devido ao início da segunda guerra mundial, o Volkswagen acabou virando veículo militar. Derivados do fusca, como jipes e até um modelo anfíbio (Shwinwagen, atualmente existem 3 no mundo, e um no Brasil). A mecânica também haveria mudado. Virabrequim, pistões, válvulas , o motor de 995 cc.e 19cv passou a ser de 1.131 cc. e 26 cv. Mais de 70 mil unidades militares foram produzidas.

Término da segunda guerra mundial, a fábrica que estava sendo construída em Hanover, estava quase que inteiramente destruída.
Seus projetistas, ninguém sabia por onde andavam, e de suas versões militares ninguém mais precisara, por pouco não foi o fim do Volkswagen.
Até um major inglês redescobrir o Volkswagen. Ivan Hirst, resolveu “adotar” o velho Volkswagen, entre os escombros da antiga fábrica, a versão original do VW passou a ser reaproveitada.

Retomada sua fabricação, o Volkswagen passou a ser utilizado em serviços de primeira necessidade, escassos naquela época, como correio, atendimento médico, etc.
Em 1.946, portanto um ano depois, já existia 10 mil volkswagens sedans em circulação.
Em 1.948 existiam 25 mil, sendo 4.400 para exportação. Em 1.949 o Fusca já teria seu próprio mercado nos EUA.
1948/1949

Basicamente o fusca até então era um projeto que havia dado certo, até meados de 1.956, quase nada havia mecanicamente mudado de seu projeto original.

A Bananinha

Independente de seu projeto mecânico, a aparência do Fusca haveria mudado bastante.
Em 1.951, havia duas janelas repartidas na parte traseira, embora continuar sem os “quebra-ventos”. Mas em 1.953, o fusca surgia com “quebra-ventos” nas janelas laterais, e a partir da segunda série deste ano a janela traseira se resumia a uma única, em formato oval. Neste mesmo ano o fusca começou a ser montado no Brasil.
Em 1.959 o Fusca começou a ser fabricado no Brasil.

1951/1952

Em 1.961 no segundo semestre, o sistema de sinaleiros (pisca-pisca) deixa de ser uma barra na coluna lateral central (também chamada de bananinha) para as lanternas traseiras, juntamente com as luzes de freio.

1957/1958      1962

E assim as mudanças foram surgindo. O câmbio deixa de “seco” para ter as quatro marchas sincronizadas, o mesmo que existe até hoje. Em 1.967 o Fusca passa por uma importante mudança: ele ganha motor 1.300 cc ao invés do 1.200 cc que o equipava até então.

1964/65

Os aros das rodas também receberam furos para melhor ventilação do sistema de freios. Já em 1968 foi provado que o sistema de 6 volts que o equipava não se mostrava eficiente, aí o Fusca ganhara um novo sistema elétrico 12 volts. E a caixa de direção passa a ser lubrificada com graxa.

1965/70

Em 1.970 o Fusca sofreu uma grande transformação. Continuando com a versão 1.300 cc, surgiram a versão 1.500 cc (2º. semestre) essa com 52 cv (SAE) de potência.
Carinhosamente apelidado de “Fuscão“. Para essa versão, o fusca também recebeu uma barra compensadora no eixo traseiro, para finalidade de maior estabilidade. Esteticamente o capô do motor ganhou aberturas para maior ventilação, novas lanternas, cintos de segurança. Como opcional o fusca tinha freios a disco na dianteira.

1970/1972

Mais mudanças vieram em 1.973. O novo sistema de carburação com carburadores recalibrados para menor consumo, e novo distribuidor vácuo-centrífugo deram mais ênfase ao carro que sem dúvida era um sucesso total.
Nunca vendeu tanto fusca no Brasil como no ano de 1.974.

O fusca teve uma produção de 239.393 unidades somente em 1974. Comparado a produção de 1969 que era de 126.319, foi um impressionante salto nas vendas. Tudo provava o absoluto sucesso do Fusca. E também nessa época que surgiu o Fusca com motorização 1.600-S que rendia 65 cv(SAE)com dupla carburação.
As mudanças mecânicas para esse ano eram o eixo dianteiro com bitola mais larga e a mudança estética foi o maior pára-brisa para as versões 1.300 e 1.500.
Em 1.975, a linha VW foi ampliada com a chegada do novo motor 1.300, versão 1.300-L e o modelo 1.600passou a ter a alavanca de câmbio mais curta e filtro de ar do carburador de papel. Outras alterações também vieram, como painel e outras (estéticas).
Em 1.978 o bocal do tanque de combustível passou a ser do lado externo do carro, e não dentro do porta-malas como mostrava-se até então.
Em 1.979 (2º. semestre) as lanternas traseiras ganharam nova forma, e pelo seu grande tamanho, esta versão do fusca, a partir desse ano foi apelidado de “Fuscão Fafá”. Após quatro anos sem mudanças, em 1983 o “Super-Fuscão” desaparece. Adotaram o nome oficial de “FUSCA“. Com algumas poucas inovações como caixa de câmbio “Life-Time”(dispensa troca periódica de lubrificante), ignição eletrônica nos modelos a álcool, bomba de combustível com proteção anti-corrosiva, válvulas termopneumáticas nas entradas dos filtros de ar (com a função de controlar a temperatura do ar aspirado para finalidade de melhorar a queima da mistura).
1979 - 1600cc

Mais no ano seguinte, portanto em 1.984, muda tudo. A versão 1.300 do Fusca desaparece. Surge aí um novo 1.600. Com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, além de novas câmaras de combustão, o novo motor rendia 46 cv a 4.000 RPM e torque máximo de 10,1 kgf/m a 2.000 RPM. Agora a medição foi feita no método DIN e não mais no SAE. Equipavam a versão também novos freios a disco na dianteira e barra estabilizadora traseira redesenhada para uma melhor performance aerodinâmica.

Mais foi no ano de 1.986 que (temporariamente) acaba-se a carreira do Fusca. Embora o México não parar de produzi-lo, no Brasil sua linha de montagem chegara ao fim. Até que em 1.993 por pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco, o Fusca volta novo de novo, como nesses seus 60 anos muito bem vividos.
1986

Na segunda fase de 1.993, sem mudanças na carroceria nem no motor o fusca ganhou pára-choques na cor do veículo, canalizador com uma única saída de escape no pára-lamas esquerdo, estofamentos novos, volante novo e muitos outros detalhes de acabamento, inclusive detalhes opcionais.

Quando todos não acreditavam no sucesso do relançamento do Fusca, as vendas foram mais que animadoras. Chegou a produzir mais de 40 mil novos Fuscas. Até sua oficial parada de fabricação anunciada em Julho de 1.996 o fusca deixou mais fãs por seu rastro.
1996

Para comemoração da sua última série de fabricação, foram fabricados os últimos 1.500 Fuscas carinhosamente dados numa versão “FUSCA SÉRIE OURO“, onde os últimos 1.500 proprietários de fuscas “novos” tem seus nomes guardados em um “Livro de ouro da VW.” Um Fusca Série Ouro é facilmente identificado, neste seu último modelo a VW super-equipou esteticamente a versão.

Com estofamentos do Pointer GTI, desembaçador traseiro, faróis de milha, painel com fundo branco, vidros verdes (75% transp.) esta foi a série de gala do querido carrinho. Mais uma vez nosso querido fusquinha cumpre seu papel, um sucesso de vendas e de mercado. Embora no México ainda foi fabricado até 30 de junho de 2.003.
New Beetle

Outra novidade foi o sucesso de seu relançamento oficial, montado em chassis do VW Golf e com seu novo nome já definido, o BEETLE volta as ruas, mostrando sua nova cara e dando continuidade a essa inigualável carreira que o “querido carrinho” fez por merecer.

E assim temos um exemplo de um projeto que alcançou o completo sucesso, e por trás dele um gênio imortal, um Mito: Ferdinad Porsche.
No final de 1950 chegaram ao Brasil os 30 primeiros VW Sedans. Era o começo de um caso de amor entre o país e seu carro mais popular. Tanto que, mal desembarcaram no porto de Santos e logo foram vendidas todas as unidades. Já em 1953 o Fusca com motor 1200 cm3 era montado em um galpão alugado em São Paulo, no bairro do Ipiranga, na Rua do Manifesto. Aumentava o número de admiradores, apesar de muitos ainda estranharem um carro tão pequeno e com motor na parte traseira. Em 1956, a Volkswagen começou a construção de sua 1ª fábrica no país, um gigante com mais de 10 mil m² que ficou pronta em 1957. Seu primeiro produto foi a Kombi e até 1957 mais de 2 mil Fuscas e mais de 500 Kombis foram montados. O número ainda era tímido, mas significativo. A indústria automobilística brasileira dava seus primeiros passos. Se no começo da década de 50 o Fusca era importado; já no final, era produzido em fábrica brasileira.

1959 - Foi introduzido uma barra estabilizadora para o eixe dianteiro.

1961 - Neste ano, ele ganhou uma caixa de câmbio totalmente sincronizada, novas lanternas traseiras e marcador de nível de combustível.

 :: Anos 60 
Os anos 60 chegam sob o signo da liberdade e da transformação. Um pouco como o Fusca, que encarava qualquer tipo de estrada, debaixo de chuva ou de sol. Um carro econômico e popular que fazia até 10 km por litro na cidade. O dobro do desempenho dos importados que, cada vez mais, perdiam espaço nas ruas e estradas para o Fusca. Já em 1962, o Fusca era o líder do mercado brasileiro com mais de 31 mil unidades. Os anos 60 são anos de comemoração: em 4 de julho de 1967 a Volkswagen comemora a marca de meio milhão de veículos produzidos no Brasil.

1962 - Passou a ser fabricado com chassi nacional. Os faróis passaram a ter luz assimétrica e na cabine foi instalado um gancho-cabide.

1965 - Ano de muitas inovações: trava de direção, lanterna maior para a placa traseira, indicadores de direção redesenhados, conforme normas internacionais, maior espaço para passageiros do banco de trás, encosto do banco traseiro dobrável, e barra de direção com lubrificação automática. E, opcionalmente era oferecido, pela primeira vez no Brasil, o teto solar. O Fusca na década de 60 passou por diversas modificações

1967 - Troca do motor 1200 pelo 1300 cilindradas, com 46 cv SAE de potência, dez a mais do que o anterior, um vidro traseiro 20% maior e um controle de luz alta/baixa na mesma alavanca onde já funcionava o indicador de direção. E mais: aro de rodas com maior número de furos, para facilitar a ventilação dos freios e novo escapamento e houve ainda a introdução de um dispositivo que impedia a abertura não intencional das portas.

1968 – A caixa de direção passou a ser lubrificada com graxa ao invés de óleo.



:: Anos 70

O início dos anos 70 registra as melhores vendas do Fusca e o começo da exportação do modelo. Só em 1973 foram vendidos mais de 224 mil unidades, 40% das vendas totais de automóveis no país. 1970 é o ano do Sedan 1500, mais conhecido como Fuscão, era mais luxuoso e vinha com cinto de segurança. Quatro anos depois, chegava o “Super-Fuscão” (Bizorrão), com motor mais potente de 1.600 cilindradas. Pouca gente diria que ao longo de sua trajetória, o Fusca passou por 2.500 modificações, umas mais visíveis, outras nem tanto. Mas nenhuma foi tão marcante quanto a das lanternas traseiras maiores, introduzidas em 1979. Imediatamente ganharam o apelido de “Fafá”, como referência à cantora Fafá de Belém. Na década de 70 a Volkswagen chega à marca de um milhão de Fuscas produzidos no país.

1970 - Nasce o sedã 1500, apelidado de “Fuscão”, com motor de 52 cv SAE, bitola traseira 62 mm mais larga que a do 1300, barra compensadora no eixo traseiro, capô do motor com aberturas para ventilação e novas lanternas traseiras incorporando luz de ré. Seu acabamento era mais luxuoso e já vinha com cintos de segurança. O Fusca 1300 desse ano, tal como o Fuscão, ganhou pára-choques de lâmina única mais fortes e resistentes, capô do motor e do porta-malas redesenhados.

1973 - Os dois modelos 1300 e 1500 passam a ser equipados com novo dispositivo distribuidor de avanço vácuo-centrífugo e com carburadores recalibrados, para otimizar o consumo de combustível. Novos faróis mudaram o desenho dos pára-lamas.

1974 - Mudanças fundamentais nos dois sedãs 1300 e 1500 e lançamento do VW 1600-S, o Super Fuscão, com motor de dupla carburação que desenvolvia 65 cv SAE, tinha volante de direção esportiva de três raios, e painel com marcador de temperatura, relógio e amperímetro. Em 1975 era o ano do Fusca 1500

1975 - Mais segurança ainda: chassi e trilhos dos assentos reforçados. A linha foi ampliada com os modelos 1300L e 1600 (tida como versão normal do Super Fuscão).


Filha do Administrador Mylena apaixonada por fusca

1976 - Outra vez a segurança: espelho retrovisor externo maior e em nova posição, limpadores de pára-brisa maiores e com nova fixação.

1977 - Um ano de muitos aperfeiçoamentos: coluna de direção retrátil que protege o motorista em caso de choque frontal, duplo circuito de freios independentes, com luz de advertência no painel para evitar qualquer anormalidade no sistema de iluminação regulável;comando do limpador do pára-brisa na coluna de direção, espelho retrovisor interno destacável em caso de choque e reforços estruturais na carroceria e chassis.

1978 - Mudança do bocal do tanque para a lateral direita do carro, interruptor do pisca-alerta transferido para a coluna de direção e chave única para portas, capô do motor e ignição.

1979 - Volante de direção em polipropileno texturizado, novo espelho retrovisor externo de formato retangular. Lanternas tipo “Fafá” e pára-lamas traseiros re-estilizados nos Fuscas 1300 L e 1600.


Filha do Administrador do Blog Brenda Christine

:: Anos 80

Apesar de ser conhecido no Brasil como Fusca desde os anos 50, só em 1984 veio o “batismo” oficial. Afinal, a essa altura, o carro mais popular do país não era conhecido por um outro nome. Mas a década de 80 também marca o final da produção do Fusca. Foi em 1986, quando a Volkswagen noticiou a descontinuidade do modelo e tocou fundo o coração de milhares de brasileiros. Era o fim de uma época não só no Brasil, mas em quase todo o mundo. Sob o signo da modernização, a Volkswagen investe em tecnologia e introduz sofisticados robôs em suas linhas de montagem. O produção do Fusca era extremamente manual para os anos 80 e o modelo não permitia o desenvolvimento de modelos derivados, o que se tornou uma característica dos carros mais modernos. Mas um dos fatores mais determinantes do fim do Fusca foi a grande queda em suas vendas, logo após a introdução da família BX (Gol, Voyage, Parati e Saveiro).


Myleninha virou motor?

1982 - é lançado o Fusca 1300 com motor a álcool.

1983 - A linha de sedãs VW fica restrita aos modelos com motor 1300 que passam a se chamar, oficialmente,Fusca, e incorporam uma caixa de câmbio do tipo “Life-Time”, que dispensa a troca periódica de óleo lubrificante. Aquecimento interno, painel forrado, filtro de ar em banho de óleo e ignição eletrônica para os Fuscas com motor a álcool. De série, os Fuscas com motor a álcool têm carburadores e bomba de combustível com nova proteção anti-corrosiva, novo filtro a álcool, e válvulas termo-pneumáticas localizadas na entrada dos filtros de ar.

1984 - Desaparece o motor 1300 e surge um novo 1600, com pistões, cilindros e cabeçotes redesenhados, válvulas de escapamento maiores e novas câmaras de combustão que melhoram a queima da mistura ar/combustível. Novos freios a disco dianteiros e barra estabilizadora traseira. `Para comemorar o aniversário do Fusca, A VW lança o Série LOVE.

1985 - Para comemorar o lançamento do linha 85 uma série especial do Fusca passou a ser comercializada. Era um modelo produzido exclusivamente na cor Verde Cristalino metálica, com motor 1.6 a álcool, de dupla carburação.Na versão normal o acabamento interno ficou mais luxuosa.

1986 - O Fusca passou a ser oferecido com uma única versão a gasolina ou a álcool. Mais luxuosa, inclui entre outros itens painel de instrumento forrado, volante espumado e bancos reclináveis com apoio de cabeça,além de janelas laterais traseiras basculantes. Nesse ano o Fusca deixa de ser fabricado no Brasil.

:: Anos 90

O que parecia impossível aconteceu. Em 1993, a pedido do então presidente Itamar Franco, a Volkswagen volta a fabricar o Fusca. A ideia era combater o desemprego, estimular a produção de automóveis e oferecer uma alternativa popular de carro. Após oito meses de preparativos e investimentos de US$ 30 milhões, o Fusca estava de volta trazendo junto 800 novos empregos diretos, 24 mil indiretos e inovações que o faziam melhor do que o modelo retirado de linha sete anos antes. Vidros laminados, catalisador, barras estabilizadoras na traseira e na frente, pneus radiais, freio dianteiro a disco, reforço estrutural, cintos de segurança de três pontos são alguns exemplos de melhoras, sem falar nos avanços tecnológicos do processo produtivo. Para se ter uma ideia da volta do modelo ao mercado, basta ver sua lista de espera, formada por treze mil inscritos. No final do milênio, o Fusca surpreende mais uma vez. Depois de ser novamente retirado de linha em 96, volta em 98 completamente reformulado, tanto no projeto quanto na tecnologia arrojada, mais ajustada ao próximo milênio. Em pouco tempo, a mesma sensação causada, no passado, pelo carro do século já é revivida pelo Novo Fusca.

1998 - O New Beetle foi apresentado oficialmente no Salão de Detroit com uma versão para o público americano, produzida no México.

1999 - O Brasil começa a vender o New Beetle com motor 2.0. No mesmo ano foi divulgada a comercialização de 170 mil unidades em todo o mundo.

O México produziu o Fusca até 30 de julho de 2003.

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