5.9.21

Opala 1972, foi eleito o carro do ano, e a versão intermediária foi a mais emplacada


No início da década de 1970, o gigante de luxo da Chevrolet, era disponibilizado em 4 versões, versão de entrada “Especial”, intermediária “De Luxo”, esportiva “SS”, e top de linha “Gran Luxo”, nas carrocerias 2 e 4 portas, motores 2500 e 3800 logo substituído pelo 4100, e o Opala 1972 se destacou.

Entre seu lançamento no dia 23 de novembro de 1968 já como modelo 1969, até o ano de 1971, o modelo demonstrou ser uma excelente opção tanto para o mercado de frotistas de luxo, como para políticos e empresários bem sucedidos. O segredo estava na relação força X consumo, um modelo bem equilibrado tanto com motores de 4 ou 6 cilindros.

Mas o reconhecimento veio quase 4 anos depois, com o Opala 1972, que foi eleito por diversos jornais da época e revistas automotivas, como o carro do ano, e a versão “DE Luxo”, que era a intermediária, na configuração carroceria 4 portas, foi a mais emplacada.

Desempenho
Estabilidade –  O conjunto, carroceria, chassi e suspensão, dava ao carro uma boa estabilidade, mesmo sendo um projeto desenvolvido no final da década de 1960, recebeu diversos upgrades no passar dos anos e ainda era considerado atualizado para o início da década de 1970.

Motor –  Utilizando o motor Chevrolet 2.5, era robusto, e com um giro bastante estável em baixa e médias rotações, confiável, mas o custo das manutenções preventivas e corretivas de um modelo 0 km, ainda eram considerados de alto para as famílias da classe média.

Câmbio –  O câmbio manual de 3 velocidades, tinha engates precisos, mas a alavanca exigia manutenção preventiva constante.

Retomadas e ultrapassagens – Com um motor elástico com muito fôlego, que respondia muito bem ao pedal do acelerador, era seguro e confiável.

Consumo –  Para um modelo de grande porte fazer em média 7 km/l na cidade era uma grande virtude para a época, mais detalhes na ficha técnica...


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