23.8.21

Bitcoin (BTC) supera marca de US$ 50 mil pela primeira vez desde maio


O Bitcoin (BTC) voltou à marca de US$ 50 mil na madrugada desta segunda-feira (23), o maior preço alcançado pela moeda desde o crash de maio.

No momento da redação deste texto, o BTC é negociado a US$ 50.192, com alta de 2% nas últimas 24 horas, de acordo com o CoinMarketCap.

Em real, segundo o Índice de Preço do Portal do Bitcoin, o ativo digital é cotado a R$ 270 mil nas principais corretoras.

No acumulado da semana, o BTC está com alta de 5,6%; no mês, a valorização está na casa dos 55%.

A última vez que o Bitcoin viu esse preço foi em meados de maio, logo depois que Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, disse que sua montadora de carros não aceitaria mais o ativo como pagamento devido a questões ambientais.

A decisão de Musk, junto com o aumento da repressão na China contra o mercado, fez o Bitcoin despencar nos dias e nas semanas que se seguiram. Em julho, a criptomoeda chegou a cair para US$ 29 mil, menor preço desde dezembro de 2020.

De julho para cá, no entanto, a moeda recuperou o fôlego e voltou a valorizar. Isso ocorreu em parte porque Musk fez as ‘pazes‘ com o BTC e porque os mineradores expulsos da China conseguiram se reestabelecer em outros países, como Estados Unidos e Cazaquistão.

A retomada dos US$ 50 mil nesta segunda é vista por muitos traders como um marcador psicológico de sucesso. Rompê-lo abre caminho para voos maiores, como disse ‘The Moon’, um popular investidor e educador de criptomoedas que toca um canal no YouTube sobre BTC.

Já o trader Rekt Capital, que é um dos mais conhecidos do mercado, disse nesta manhã que a moeda está no meio de um bull market.

Ethereum (ETH) e altcoins
Assim como o BTC, as altcoins também operam em alta nesta segunda. O Ethereum (ETH), segunda maior cripto em capitalização, subiu 1,97% nas últimas 24 horas, sendo negociada a US$ 3.332 hoje.

Em real, de acordo com o Índice de Preço do Portal do Bitcoin, o Ether é negociado a R$ 17.967 nas pricipais exchanges com operação no Brasil.

Já a Cardano (ADA), que passará por uma atualização em sua blockchain, valorizou 7,65% desde ontem e bateu os US$ 2,86 nesta manhã, sua nova máxima de preço.


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