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Além de ampliar a inclusão digital em regiões socialmente vulneráveis, esses locais promovem o descarte ambientalmente de aparelhos eletroeletrônicos e oferecem cursos de qualificação profissional na área de informática para adolescentes 

A informática é um dos grandes requisitos para qualquer profissão no século XXI. Para quem quiser manter-se atualizado no mercado de trabalho, hoje, é fundamental ter o domínio básico sobre alguns programas e plataformas virtuais para diferentes objetivos: desde divulgar uma ideia até editar fotos e cruzar dados.

A pandemia provocada pelo novo coronavírus mostrou, de forma inequívoca, a necessidade do acesso à informática e à internet. É a partir dos recursos digitais que muita gente evita sair às ruas e, assim, reduz as chances de contaminação.

Contudo, o aumento do desemprego e a redução abrupta da renda média das famílias tornou difícil a compra de um novo computador — muitas vezes, necessário para atender diferentes demandas nos domicílios durante a quarentena, como estudar e realizar home office. 

Uma alternativa para esse problema é organizar uma rede solidária que doe ou troque equipamentos de informática. Por isso, se você tem algum desses aparelhos esquecidos no fundo do armário e não sabe o que fazer com eles, confira alguns locais que recebem doações.

Banco de Computadores

Essa iniciativa é organizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) e integra o Projeto dos Bancos Sociais gaúcho. Ela busca empresas que possam doar computadores e equipamentos de informática, distribuindo-os em instituições situadas em áreas de risco social.

Em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), esse Banco também organiza oficinas de manutenção e operacionalização de computadores para jovens, a fim de capacitá-los profissionalmente para atuarem no setor de informática.

Centro de Recondicionamento de Computadores

O objetivo desse centro é promover a inclusão social do público adolescente a partir de oficinas e cursos voltados para o recondicionamento e a manutenção de equipamentos de informática. A partir disso, também busca-se ampliar a conscientização ambiental sobre o descarte de resíduos eletroeletrônicos.

Os equipamentos destinados ao recondicionamento são captados em órgãos privados e públicos federais. Eles são doados a laboratórios de informática de escolas públicas, telecentros comunitários e bibliotecas comunitárias.

O centro atende 2.345 pessoas que moram em bairros situados mais à periferia da capital paraibana, como Róger, Tambiá, Padre Zé e Varadouro, além do Centro e de comunidades como Buraco da Gia, Riachinho e Asa Branca.

Cedir CEE/USP

Desde 2009, a Universidade de São Paulo tem o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática. Sob gestão da prefeitura do campus na capital paulista, o local busca realizar um gerenciamento ambiental adequado para equipamentos de telefonia e informática descartados dentro e fora da universidade.

A primeira etapa do processo é recolher o material e submetê-lo a uma triagem, a fim de separar os equipamentos que ainda podem ser usados daqueles que devem ser descartados. Os que ainda apresentam condições de uso são reparados e doados a projetos sociais, enquanto os impróprios para utilização são destinados à reciclagem.

Entre os equipamentos que podem ser doados a esse centro estão: computadores, impressoras, telefones, celulares, acessórios de informática e telefonia em geral, como baterias, carregadores, fios e cabos.

Movimento de Emaús

Situada em Belém, essa associação recebe equipamentos eletroeletrônicos, recondiciona-os e os doa para instituições localizadas em comunidades com maior vulnerabilidade social, situadas na capital paraense.

Além de consertar tais equipamentos, o Emaús também organiza cursos e treinamentos de 200 horas de estágio em informática para 120 jovens que moram nessas comunidades, ampliando a formação profissional e os qualificando para atuar profissionalmente no setor da informática.

Projeto Computador para Inclusão

Coordenado pelos Ministérios do Planejamento (MP), da Educação (MEC) e do Trabalho e Emprego (MTE), o Projeto CI recebe equipamentos eletroeletrônicos doados e descartados por órgãos públicos, pessoas físicas e empresas.

Em seguida, ele redireciona CPU’s, monitores e impressoras a escolas da rede pública, bibliotecas e projetos de inclusão digital, situados em Brasília, Guarulhos (SP) e Porto Alegre (RS).

Além de ampliar a inclusão digital no país, o projeto qualifica profissionalmente jovens de famílias socialmente vulneráveis, concedendo cerca de  230 bolsas hoje. As instituições que desejam receber tais equipamentos devem preencher um formulário disponível no site do Projeto CI.
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