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A Internet of Things, IoT ou simplesmente Internet das Coisas atua em nossos GPS, celulares, computadores... Em breve, estará ainda mais presente em nossas vidas.

A tendência da automatização não é exatamente uma novidade, mas adquiriu imensa notoriedade nos últimos anos.

Para desligar as luzes, não precisamos de interruptores. Muitas vezes, palmas ou um simples controle de voz são o bastante para tal. O controle de voz, na verdade, está em quase tudo: é possível solicitar ao seu aparelho de smartphone que faça a busca por um restaurante perto do seu trabalho, que faça a tradução de uma palavra específica ou que dê as coordenadas para que se chegue a determinado destino.

O computador, que em outro momento habitava os escritórios e possuía tamanho e peso significativos, hoje, cabe na palma da mão. Como se pode ver, o futuro é altamente tecnológico. E já está acontecendo.

Neste artigo, falaremos um pouco mais sobre a IoT, ou Internet das Coisas, tendência que veio para ficar. Confira!

O que é a Internet das Coisas?

Introduzimos o assunto pouco acima: a Internet das Coisas é a forma por meio da qual objetos inteligentes se relacionam com o usuário e, muitas vezes, com outros objetos.

Ela pode ser utilizada para diversos fins, como já comentamos, e tem influenciado diretamente a nossa qualidade de vida. 

Quantas vezes você já mudou de rota porque descobriu que determinado caminho estava interditado ou com fluxo intenso? E quantas vezes lembrou de um compromisso porque recebeu um e-mail automático, um lembrete ou uma mensagem de seu próprio dispositivo?

O mundo está conectado entre si. Dessa forma, todos compartilham dados que podem ser relevantes para o todo. Os dispositivos, nesse ínterim, atuam de maneira a facilitar a vida em sociedade e a organização dos horários, metas e tarefas.

Quais são as maiores apostas da IoT para os próximos anos?

Dispositivos eletrônicos, em geral, têm sido pensados para fazer parte da Internet das Coisas. A maior parte das empresas de tecnologia já atua para produzir equipamentos cada vez mais integrados.

Neste momento, por exemplo, sabemos que existem pesquisas sobre roupas que, quando vestidas, fazem o monitoramento da frequência cardíaca, alertam sobre alterações na capacidade respiratória e identificam mudanças na temperatura corporal.

Em outro âmbito, há uma busca por equipamentos autônomos, como metrôs e até mesmo aviões que atuam sozinhos, sem a necessidade de um piloto, motorista ou similar, e com alto grau de capacidade para prevenir acidentes.

Uma curiosidade, ainda nesse tópico: a Toyota, patrocinadora dos Jogos Olímpicos de 2020, que acontecerão no Japão, já anunciou que cerca de 20 micro-ônibus elétricos atuarão para levar atletas aos seus locais de competição.

Os veículos, que andam em velocidade reduzida e dispensam controladores, oferecem alertas aos pedestres, sinalizam os seus próximos movimentos e têm capacidade para 20 passageiros por vez.

A ascensão da multiexperiência 

Já ficou claro que estamos diante de um momento em que o virtual e o real se fundem. 

O computador, a internet e as redes de conexão atuam na vida real, permitindo que a realidade aumentada ganhe espaço e que haja facilidade em todos os processos, como os de compra, por exemplo.

Em Seattle, nos Estados Unidos, há uma loja da Amazon — uma das marcas mais valiosas do mundo, e não por acaso —, a chamada Amazon Go, que não possui atendentes ou caixas.

Para comprar, o interessado deve apenas baixar o aplicativo da loja em seu smartphone e ter uma conta na plataforma da Amazon.

Após entrar e escolher os artigos que deseja, ele não precisa se preocupar com mais nada. O aplicativo reconhece o perfil do usuário que está comprando, identifica os itens escolhidos e, então, faz a cobrança automática no cartão de crédito registrado.

Ainda sobre a Amazon, você deve ter ouvido falar também sobre a Alexa. Essa assistente virtual, que existe desde meados de 2014 no exterior, acabou de ganhar uma versão em português. É questão de tempo até que ela esteja em todos os lugares.
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