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Conheça um pouco de como é ser mãe no país

Quando você pensa em ano novo, qual o primeiro pensamento que vem na sua mente? Fogos de artifício, talvez. Festa, comemoração com a família. Bem, muita gente começou este ano novo pensando em... bebês.

Sim, o mundo recebeu no primeiro dia do ano de 2020 mais de 392 mil bebês, segundo as estimativas do Unicef-Fundo das Nações Unidas para a Infância. Só a Índia foi responsável por 17% desses partos. 

O país deu boas-vindas a mais de 67,3 mil crianças, e ainda de acordo com a fala de um médico ao Times of India, muita gente na capital Nova Delhi preferiu não arriscar perder a data e escolheram o parto por cesárea. Eles queriam que seu bebê nascesse num dia “auspicioso”.

Pelo menos desde 2018 a Índia lidera esse ranking no primeiro dia do ano. Num país asiático em que se nascem tantas crianças, será que os costumes e tradições relacionadas à maternidade são parecidas com as nossas, do ocidente?

A religião oficial da índia é o Hinduísmo, que engloba tradições culturais, valores e crenças bastante diferentes do Catolicismo, mais praticado no Brasil. Com base em alguns relatos da tese SER MÃE HINDU - Práticas e Rituais Relativos à Maternidade e aos Cuidados à Criança na Cultura Hindu, de Ivete Monteiro, separamos algumas curiosidades. Veja:

Gravidez

A maternidade na Índia é vista como uma consequência natural da condição da mulher. É um momento muito esperado por todos e um motivo de orgulho. Em geral, são as pessoas mais próximas da gestante que a orientam.

A sogra, a mãe ou até mesmo a sua cunhada dão conselhos para a mamãe de primeira viagem. Bom, isso não é muito diferente do Brasil, não é? 

E por lá eles também fazem uma espécie de “chá de bebê”, chamado de Godh Bharna.  Ele celebra a primeira gravidez: Godh significa colo e Bharna significa preencher: colo preenchido, em uma tradução literal.

Neste dia, a mãe e a sogra da nova mamãe lotam seus Saris (roupa típica indiana) com elementos que eles consideram auspiciosos. Por exemplo, um coco marcado com uma cruz vermelha, moedas de prata e outros. 

Ele acontece no sétimo mês de gravidez, só mulheres participam e juntas elas entoam canções para trazer boas vibrações para a mãe e para o bebê, que já se encontra na etapa final da gestação. 

Já que falamos em Sari, já pensou como a vestimenta da mulher nessa fase da vida deve ser bem mais prática na Índia? Os Saris são grandes panos amarrados na cintura, marcam o corpo apenas o que a mulher quiser. Durante a gravidez não deve ser um problema perder roupas.

O que acontece de maneira bem diferente no Brasil. Com tantas peças modeladas ao corpo, calças justas, jeans, muita gente acaba tendo que comprar novas roupas e, por consequência, ficam meses sem voltar ao manequim de antes da gravidez. Fica tudo encostado no armário por um bom tempo.

É importante falar sobre como isso não precisa mais ser uma realidade. Um Kit extensor para grávidas resolve tudo isso. Em um só conjunto da Mammybelt, que foi um precursor desse tipo de acessório, dá para usar 3 faixas e 2 extensores de calças que te permite usar suas roupas antigas com tranquilidade durante toda a gravidez e no pós-parto.   

Voltando para a índia, a partir do sétimo/oitavo mês, a mulher é orientada a tomar um copo de leite com ghi (um tipo de manteiga clarificada) antes de dormir. Eles dizem que isso ajuda o bebê a se posicionar corretamente, para facilitar o nascimento. Curioso, não? 

As mulheres também não podem levantar peso, nem fazer esforços, empurrar coisas com os pés ou sentar no chão por causa do frio. O trabalho de casa é feito por ela com moderação e sua mãe e sogra ajudam. 

Aí vem o bebê: pós-parto

Algumas coisas curiosas acontecem quando as mulheres saem do hospital na Índia. Por exemplo, elas tapam os ouvidos e a cabeça por causa do vento, e quando chegam em casa tapam os espelhos. O vento e o ar frio são considerados nocivos para ela, pois se eles entrarem no corpo vão preencher o espaço vazio após o parto e a mulher não vai conseguir mais voltar ao seu corpo normal.

Em relação ao espelho, é porque as crianças não podem olhar diretamente para ele. Os hindus acreditam que se a criança vê a sua imagem refletida até uma determinada idade, seus dentes nascem tortos, custam a nascer ou podem assustar o bebê, deixando-o confuso. 

Quando a mamãe brasileira deixa o hospital, principalmente depois de um parto cesárea, é normal que ela tome cuidado com alguns alimentos que causam inchaço e dificultam a recuperação, além da amamentação. Na índia isso não é muito diferente.

Por lá, as mulheres basicamente focam em uma dieta vegetariana. Eles acreditam que isso ajuda a limpar o organismo das impurezas, queimar as gordurinhas e estimulam a produção do leite. 

Acho que já deu para perceber que por mais que existam diferenças culturais, a mãe é muito bem tratada e venerada em qualquer situação, em qualquer país, afinal de contas ela carrega uma nova vida ali dentro dela. 

Curtiu de saber um pouco mais sobre como é ser mamãe em outro lugar do mundo? Comenta o que você achou dessas simpatias e tradições indianas em nosso facebook logo abaixo:


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