Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta criptomoedas. Ordenar por data Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por relevância para a consulta criptomoedas. Ordenar por data Mostrar todas as postagens

14.4.22

Veja as 5 melhores criptomoedas para apostar em 2022


As criptomoedas têm ganhado destaque, principalmente por pessoas interessadas em investir. Entretanto, ainda há dúvidas com relação a essa tecnologia, e é preciso saber quando e onde investir para ter um retorno adequado em seu serviço de contabilidade.

Pensando em te ajudar nessa missão, criamos este artigo. Aqui, vamos abordar mais sobre o conceito de criptomoeda, sua importância, bem como as melhores do mercado. Siga a leitura e confira!

Entenda o conceito de criptomoeda

Em sua origem, uma criptomoeda é uma espécie de dinheiro digital, uma moeda descentralizada que não tem nenhum órgão ou país especificamente cuidando de seu controle ou regulamentação.

Normalmente, uma criptomoeda é criada em uma rede conhecida como blockchain, onde é possível armazenar informações com segurança e garantia de neutralidade, o que inclui tanto as transações financeiras usando as criptomoedas quanto os dados dos participantes.

Um dos grandes trunfos das criptomoedas é a privacidade, elemento que tem sido muito procurado por investidores e outras pessoas interessadas nesse modelo comercial. O valor das criptomoedas é altamente variável.

Esse valor também pode ser trocado por moedas físicas, tornando-se uma moeda de troca para consumir produtos e serviços. Hoje, alguns estabelecimentos já aceitam criptomoedas como forma de pagamento para uma avaliação patrimonial.

Embora a maioria das vantagens seja muito aparente para esse tipo de moeda, o que acaba atraindo muito mais pessoas interessadas no que é possível realizar com ela, ainda existem alguns pontos contra, como a volatilidade.

A descentralização é a maior responsável por isso, fazendo com que os usuários das criptomoedas tenham que tomar cuidado com a alta desvalorização que pode acontecer sem aviso prévio, e rapidamente.

Entretanto, para aqueles que querem investir, a moeda também recebe fortes altas, e costuma ter um valor bastante interessante como forma de investimento, caso você queira se manter atento a esse tipo de mercado.

Existem diversas criptomoedas no mercado atualmente para você investir os ganhos do trabalho como advogado direito do consumidor, e a facilidade de criação delas permite que a cada dia uma nova opção surja no mercado.

Embora algumas pessoas gostem de tentar capturar estas moedas no momento em que são lançadas, isso pode ser bastante arriscado.

Se você deseja investir com qualidade, e ter uma chance de retorno maior, existem algumas moedas já estabelecidas no mercado, que ainda têm um forte potencial de negociação. Escolher uma delas pode ser o melhor caminho.

Não existe uma maneira de prever quais criptomoedas estarão em maior ascensão, podendo gerar o retorno mais satisfatório para você. Entretanto, avaliar o mercado constantemente e estar sempre pronto para alterações nesse mercado é fundamental.

Assim, você consegue identificar maneiras mais efetivas de conseguir resultados em seu investimento, ampliando suas oportunidades de aproveitar melhor as criptomoedas após investir sua renda de controlador de acesso, por exemplo.

Principais criptomoedas para investir

Agora que você entende um pouco melhor sobre o que são criptomoedas, é o momento de identificar como investir com qualidade nesse tipo de tecnologia. Existem diversos modelos para escolher, e é preciso saber onde aplicar.

Vale lembrar que cada moeda tem suas próprias funções, e você deve estar constantemente avaliando a evolução das criptomoedas que decidiu investir. 

Dessa maneira, você consegue uma estrutura de maior qualidade para seu dinheiro conquistado com serviços de informatica, ou com qualquer outro ramo de atuação.

Adaptar esse tipo de investimento a sua realidade é um passo fundamental para você otimizar seus resultados. Avalie o tipo de mudança da moeda, para que você possa acompanhar e não corra o risco de perder dinheiro nessas alterações.

1 - Bitcoin

Uma das mais famosas criptomoedas no mercado, o Bitcoin ainda é o principal modo de investimento entre a maioria das pessoas. Ela é considerada por muitos investidores um dos meios mais sustentáveis.

Ao longo de 2021, a moeda chegou a sessenta e nove mil dólares por moeda, caindo para vinte e nove mil no meio do ano. Entretanto, o bitcoin está em recuperação, e está próximo de atingir seu pico novamente.

O volume de negócios com o bitcoin está reduzido, mas esse é um reflexo esperado para a moeda, que deve ter um novo levante de investimentos em breve. Para isso, os investidores esperam a ação do mercado com relação à moeda.

Especialistas afirmam que, por ser uma estratégia de alto risco, o bitcoin não é recomendado para quem deseja recursos de curto prazo, uma vez que há uma ineficiência do mercado com relação à criptomoeda.

Entretanto, a ótica de quem investe a longo prazo no bitcoin é completamente diferente, uma vez que ela é a moeda mais conhecida do público e pode receber um aumento substancial ao longo dos próximos anos.

Um reflexo dessa mudança é o fato de que grandes players do mercado, como investidores institucionais, estão cada vez mais buscando recursos dentro do bitcoin para validar seus investimentos, criando um destaque da criptomoeda até mesmo em relação ao ouro.

2 - Ethereum

O ethereum é uma outra opção muito procurada por investidores, sendo uma excelente alternativa para quem deseja iniciar o trabalho com criptomoedas. O Ethereum é conhecido como a altcoin mais popular no mercado.

Altcoin é o nome dado ao conjunto de moedas similares ao bitcoin, que surgiram como resposta à primeira criptomoeda. No caso do ethereum, ele vem passando por um longo período de popularização e seu valor pode crescer muito nos próximos anos.

Embora ele seja uma moeda extremamente volátil, tem apresentado resultados satisfatórios, principalmente com relação ao uso de novas ferramentas e aplicativos que tem ganhado mais espaço entre os investidores.

O ethereum tem uma aplicação muito comum em entretenimento, como:

  • Músicas;
  • Jogos;
  • Imagens e fotografias;
  • Conteúdo audiovisual.

Estes elementos acabam tornando-a uma das criptomoedas mais populares do mundo, conseguindo resultados expressivos na hora de negociar. A descentralização da moeda também é um ponto que faz muitos investidores procurarem o ethereum.

Equipes de tecnologia da criptomoeda estão tentando buscar alternativas menos custosas para o ambiente, que utilizem menos energia em sua produção. Esse é um dos elementos que mais chama a atenção de pessoas interessadas em soluções ambientais.

Se atingir este patamar, o ethereum tem grandes chances de tomar a dianteira do mercado, tornando-se uma moeda atraente e disponível para uso generalizado em diversas frentes de atuação.

3 - Cosmos

A rede conhecida como Cosmos é formada de diversas blockchains paralelas e independentes entre si, que levam o nome de zonas. Elas são alimentadas por protocolos de consenso conhecidos como BFT, interoperando com outras zonas diferentes.

Um dos grandes diferenciais dessa criptomoeda é a capacidade de trabalhar em conjunto com outras moedas e outras aplicações, o que muitas vezes não é possível com uma blockchain fechada.

Por conta disso, o Cosmos tem sido pensado para o pagamento de taxas e uma ferramenta com segurança econômica muito maior para empresas de sistemas, o que tem atraído a atenção do mercado e tornado a ferramenta muito mais interessante para investidores.

Além disso, a moeda é um excelente mecanismo de prevenção a spam, sendo ideal para uma série de propostas mais convencionais de utilização, e ganhando recompensas de bloco que permitem uma dificuldade maior para cibercriminosos invadirem este espaço.

4 - Aurory

Criado como um jogo de computador, esta é uma opção diferenciada e interessante, que demanda atenção e cuidado, mas que pode ser uma maneira divertida de investir.

O Aurory usa uma mecânica conhecida como play-to-earn, no qual suas ações dentro do jogo geram benefícios em formato de tokens e NFTs, que podem ser convertidos na criptomoeda que ele utiliza, o Aury.

Depois de conseguir seus benefícios no jogo, você pode ir até o mercado oficial da plataforma, onde oferece os itens conquistados para venda e comercialização de customizáveis dentro do software.

Este tipo de ação gera o mercado de criptomoedas, que está em constante crescimento e oferece uma liquidação rápida para você conseguir dinheiro em outras moedas.

5 - Arweave

Mais uma boa aposta para investimento em criptomoedas, a arweave possui uma arquitetura diferenciada conhecida como blockweave, que é exclusiva do projeto e cria uma camada completamente diferente na rede.

A abordagem da arweave é baseada na concorrência, e oferece diversas opções de rede de armazenamento quando você está fazendo algum tipo de transação de serviço de calibração usando a ferramenta, o que a torna destacada das demais.

Entre as ações que usam o Arweave estão os NFTs, tokens de imagens que têm ganhado muito destaque na internet, principalmente depois da adoção da ferramenta por uma série de artistas e celebridades.

Considerações finais

Trabalhar com criptomoedas pode ser um trabalho complexo, mas os benefícios podem ser enormes se você souber usar a ferramenta com qualidade e conseguir conquistar um espaço adequado para sua carteira.

Além disso, é preciso manter uma certa vigilância sobre esse tipo de ferramenta. Uma vez que as criptomoedas são muito voláteis, você deve sempre que possível estar de olho na movimentação do mercado, para saber se é hora de vender ou comprar uma criptomoeda.

Dessa maneira, sua cartela de investimentos acaba ficando muito mais diversa e com grandes chances de retorno satisfatório.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

3.10.22

Qual a recente mudança promovida pela Ethereum e como beneficiará a criptomoeda?


Você sabe o que é Ethereum e como essa tecnologia funciona no mercado de criptomoedas? De fato é uma revolução que visa mudar para sempre o mercado financeiro.

Para entender melhor como essa mudança ocorrerá pela Ethereum, vamos explicar melhor o que são as criptomoedas e como elas funcionam.

Basicamente, as criptomoedas referem-se a qualquer forma de moeda que existe digitalmente e é negociada usando criptografia. Ou seja, as criptomoedas não possuem um emissor oficial central como os bancos.

Em vez disso, essas moedas usam um sistema como o de controle biometrico de acesso descentralizado para registrar transações e emitir novas unidades.

Ou seja, não uma regulamentação que proteja de fato o valor investido em criptomoedas, no entanto não deixa de ser uma moeda de fato segura, apesar desse detalhe.

Além disso, elas são moedas que podem ser usadas ​​por qualquer pessoa física ou jurídica que queira aumentar os lucros e diversificar seu capital, como uma empresa de cabeamento estruturado de fibra óptica.

Mas há riscos? Ou podem depreciar? E como a Ethereum irá promover benefícios a essa modalidade de moedas digitais? Confira este artigo para mais detalhes!

O que é Ethereum?

Para de fato entender as mudanças que ocorreram no Ethereum, é preciso primeiro saber o que ele é e como ele funciona.

A Ethereum é uma plataforma altamente tecnológica que permite a programação de aplicativos descentralizados, contratos inteligentes e a troca de criptomoedas e vários tokens por pessoas físicas ou uma empresa de antecipação de recebíveis, por exemplo.

Tudo isso é baseado na tecnologia blockchain que veio junto com o Bitcoin. Por causa disso, muitos veem o Ethereum como uma evolução do conceito de tecnologia blockchain.

Mudanças da Ethereum

A segunda maior blockchain por capitalização de mercado está prestes a passar por uma grande transformação que a comunidade de criptomoedas apelidou de “The Merge”, ou “A Fusão” em uma tradução para o português.

Mas apesar de tantas informações e espera, ainda há muito mal-entendido sobre o que realmente aconteceu durante a fusão.

O que é Ethereum Fusion?

Esta atualização do Ethereum ou a chamada "fusão" altera a maneira como as novas transações de criptomoeda acontecem na blockchain.

Anteriormente, a blockchain Ethereum, como a blockchain Bitcoin, funcionava em um modelo de prova de trabalho, que envolve computadores que fazem parte de uma grande rede competindo entre si para resolver problemas matemáticos complexos.

A atualização converte o Ethereum em um modelo de prova de participação, que é um sistema mais eficiente em termos energéticos e ecológicos. Significa selecionar por meio de um algoritmo que prioriza os nós que possuem mais moeda na rede.

Em outras palavras, sua "participação" na rede obtém o poder dos computadores recompensados ​​em um sistema de prova de trabalho.

A fusão melhorará quase todas as métricas da blockchain Ethereum, abrindo caminho para futuras inovações de aplicativos e experimentação, assim como acontece no mercado de serviços eletricos industriais, por exemplo.

Os recursos de contrato inteligente da Ethereum foram usados ​​para criar milhares de DApps (aplicativos descentralizados da blockchain) que atraíram milhões de usuários e geraram bilhões de dólares para investidores e usuários.

Devido às capacidades do Ethereum, houve a criação de muitos projetos significativos, incluindo:

  • Organizações autônomas descentralizadas (DAO);

  • Finanças Descentralizadas (DeFi);

  • Ofertas iniciais de moedas (ICO);

  • Ofertas de token de segurança (STO);

  • Tokens não-fungíveis (NFT);

  • Stablecoins.

Esses são alguns exemplos de apps que de fato contribuem para o grande avanço dessa tecnologia. Veja outras principais mudanças estabelecidas por esse processo de mudança. 

Recalibração da sustentabilidade

Uma das mudanças que trata das criptomoedas é a tão aguardada recalibração da sustentabilidade. É uma atualização há muito esperada em todo o sistema que, segundo especialistas, reduzirá o consumo de energia da blockchain em cerca de 99%.

Além disso, significará uma grande melhoria no sistema de mineração, bem como a eficiência e a segurança do sistema. O impacto ambiental das criptomoedas tem sido um ponto importante para essas novas medidas reguladoras.

Por exemplo, com base em detectores de tensão, uma única transação de Ethereum consome quase tanta energia quanto o suficiente para abastecer uma casa por um dia inteiro.

Ou seja, de acordo com a pesquisa inicial da Cointelegraph Research sobre as blockchains mais eficientes em termos de energia para tokens não-fungíveis (NFTs), a rede Ethereum atualmente usa mais energia do que a Costa Rica por um ano inteiro.

Essa é parte da razão pela qual o fundador mais conhecido da Ethereum, Vitalik Buterin, está preparando as bases para a fusão desde 2014.

A atualização, que deveria acontecer em 2016, continuou a ser adiada pela Ethereum Foundation, uma organização sem fins lucrativos que ajuda a manter a blockchain Ethereum. Parece que finalmente vai acontecer no início deste verão, e então foi adiado.

Ou seja, a fusão finalmente aconteceu em 15 de setembro, e os testes agora estão completos.

Prova de participação

Após a fusão, o Ethereum usará um sistema de "prova de participação", em vez de usar uma loteria algorítmica para determinar quem verificou as transações de um grupo de "jogadores" (e são recompensados ​​com tokens).

O impacto ambiental das criptomoedas tem sido um ponto importante para essas novas medidas reguladoras, mas apesar de tantas informações e espera, ainda há muito mal-entendido sobre o que realmente aconteceu durante a fusão.

Como o mercado de criptomoedas ficou sob pressão nos últimos meses, uma atualização de software muito aguardada para uma das plataformas de criptomoedas mais populares, a Ethereum, foi lançada na semana passada.

A atualização, apelidada de "fusão", sofreu vários atrasos desde que foi anunciada pela primeira vez em 2014, levando muitos a questionar se surgirá uma estratégia de consenso da indústria alternativa e eficiente em termos de energia.

Ou seja, para muitas empresas de consultoria tributária, ainda pode haver dúvidas acerca de como foram essas mudanças.

Maior participação

Essa mudança otimiza não apenas a proposta de valor que as criptomoedas e os aplicativos blockchain apresentam aos usuários de criptomoedas, mas também aos inovadores climáticos da Web3, uma nova geração de defensores do meio ambiente.

Afinal, agora sim eles poderão investir nessas criptomoedas, já que antes não investem devido ao uso intenso de energia.

Essa migração moverá o Ethereum, com milhares de projetos Web3 e 71 milhões de carteiras criptográficas baseadas em Ethereum de seu atual sistema de prova de trabalho (PoW) para um sistema de prova de participação (PoS).

De acordo com a Ethereum Foundation, a mudança reduzirá o uso de energia da rede em 99,95% e preparará o terreno para melhorias adicionais em sua infraestrutura principal.

Em um nível mais alto, uma fusão do Ethereum poderia mudar a narrativa de toda a indústria sobre os potenciais benefícios climáticos.

Considerações finais

Como mencionado acima, após vários atrasos, a fusão finalmente ocorreu nas primeiras horas de 15 de setembro de acordo com um tweet do cofundador da Ethereum, Vitalik Buterin.

Os proponentes dizem que a transição reduz o consumo de energia da rede Ethereum em cerca de 99%. O modelo de prova de trabalho usado pela rede Bitcoin requer mais poder do que o modelo de prova de participação.

O impacto negativo da negociação de criptomoedas tem sido uma grande preocupação para muitos comentaristas e defensores de criptomoedas, e a mudança do Ethereum para a prova de participação com uso intensivo de energia é vista como um grande avanço.

Também estabelecerá as bases para outros aspectos do roteiro da rede, como melhorar a eficiência das transações.

Mesmo com todas essas mudanças que foram esclarecidas acima, é incerto como a blockchain Ethereum se comporta em termos de velocidade e custos de transação e configuração de servidor após a fusão.

Um grande problema com o Ethereum no passado era que as transações eram muito caras, às vezes chegando a milhares de dólares no pico de 2021.

Os desenvolvedores da Ethereum Foundation não esperam que a fusão tenha um impacto significativo nessas mudanças. Talvez mais importante pode ocorrer na mudança da jornada do Ethereum para o “Ethereum 2.0”, o sharding, que deve acontecer em 2023.

Também teremos que esperar e ver se de fato essas mudanças citadas serão bem estabelecidas. Erros de sincronização e atualização de suporte técnico informática podem afastar os investidores por medo da instabilidade.

Mas, no geral, embora a fusão não seja um milagre, pode ajudar a impulsionar o perfil da criptomoeda e atrair investidores institucionais e de varejo.

Em um momento em que o investimento sustentável é cada vez mais uma prioridade, a fusão do Ether e seus retornos atraentes têm o potencial de colocá-lo nos principais investimentos de criptomoedas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


Aqui indico ao meu network de amigos diversos produtos interessantes em conteúdo referente ao gosto de meus seguidores.

20.9.21

Bitcoins: O que faz do Texas a nova capital mundial das criptomoedas


Quando a China anunciou a ofensiva ao comércio de bitcoins, em maio, Kevin Pan, executivo da empresa de criptomoedas chinesa Poolin, tomou um voo no dia seguinte para deixar o país.

“Decidimos nos mudar de uma vez por todas e para sempre. Não voltaremos”, disse Pan à BBC. Com sede em Hong Kong, a Poolin é a segunda maior rede de bitcoins do mundo, com a maior parte de suas operações na China.

O país detinha cerca de 70% do poder mundial de mineração de bitcoin, até que, a partir de maio, a repressão do governo chinês a esse tipo de negócio fez o preço das criptomoedas despencar e pegou os empresários do setor desprevenidos.

Autoridades chinesas argumentaram que as critpomoedas estavam “perturbando a economia local e a ordem financeira”, que os altos e baixos nos preços “violam seriamente a segurança dos ativos das pessoas” e que o modelo em vigor favorece transferências ilegais e lavagem de dinheiro. Acredita-se que a China também esteja querendo proteger sua própria moeda digital, lançada em abril para testes.

Agora, os “refugiados dos bitcoins” da China estão tentando encontrar, com urgência, novos locais para se instalar, seja no vizinho Cazaquistão, na Rússia ou na América do Norte – porque, para os ‘mineradores’ de bitcoin, tempo é literalmente dinheiro.

“Tivemos que encontrar uma nova localização para as máquinas”, disse o vice-presidente da Poolin, Alejandro de La Torre. “Cada minuto com a máquina parada não gera dinheiro.”

Naquilo que alguns chamam de “grande migração da mineração de criptomoedas”, os executivos da Poolin estão entre os muitos empresários do setor de bitcoins que desembarcaram recentemente no Velho Oeste americano, principalmente em Austin, no Texas – que está rapidamente se convertendo em um polo mundial de criptomoedas.

Bitcoin é uma moeda digital, sem forma física. Essas moedas só existem e são trocadas online. São criadas quando um computador “extrai” o dinheiro, resolvendo um conjunto de complexos programas matemáticos. É assim que os “mineradores” de bitcoins, que manejam esses computadores, ganham com a moeda.

Por ser um novo modelo de dinheiro, que transcende as fronteiras nacionais, também gera muita confusão e potencial de entrar em conflitos com regras governamentais.

É por isso que as duas coisas que os empresários de bitcoin mais valorizam são: eletricidade barata e um ambiente de baixo controle regulatório.

O Estado do Texas se encaixa bem nesses requisitos.

Nova fronteira para a mineração de bitcoin
Pan diz que o Texas o recebeu calorosamente. Dias depois de sua chegada, foi presenteado com um rifle AR-15. Ele disse que poderá usar a arma um dia para caçar cerdos a bordo de um helicóptero.

Se os campos de tiro e os churrascos texanos são vistos como um entretenimento, o maior atrativo para os mineradores de bitcoins é a proteção legal para suas empresas.

“O que nos aconteceu na China não acontecerá nos EUA”, diz seu colega De La Torre.

O governador do Texas, Greg Abbott, é um defensor das criptomoedas. “Está acontecendo! O Texas será líder em criptomoedas”, publicou ele no Twitter em junho.

Naquele mesmo mês, o Texas se tornou o segundo Estado dos EUA, depois de Wyoming, a reconhecer as criptomoedas na sua lei comercial, abrindo caminho para empresas do setor operarem lá. Desde então, muitas empresas chinesas têm buscado estabilidade e oportunidades no Texas.

A empresa Bit Mining, com sede em Shezhen, no sudeste da China, planeja investir US$ 26 milhões para construir um data center nos EUA, enquanto a Bitma, de Pequim, está ampliando suas instalações em Rockdale, Texas.

Essa pequena cidade, de 5,6 mil moradores, já abrigou uma das maiores plantas de produção de alumínio do mundo. Agora, está emergindo como o novo centro mundial de moedas como as bitcoins.

‘Valores parecidos’
Poderia ainda haver outra conexão subjacente entre a indústria de criptomoedas e o Texas, já que De La Torre disse que os mineradores de criptomoedas e os texanos compartilham “os mesmos valores”: “Os texanos levam muito a sério suas liberdade e direitos, assim como os bitcoiners.”

Os especialistas acreditam que a repressão às criptomoedas na China foi motivada pela vontade do governo chinês em ter um maior controle sobre os mercados financeiros. Um efeito colateral é que isso pode levar profissionais qualificados aos EUA, defende um pesquisador.

“Essa migração é positiva para os EUA em termos de aquisição de talento e fomento de um ecossistema de inovação”, diz Kevin Desouza, professor de negócios da Universidade de Tecnologia de Queensland, que pesquisa sobre política de moeda digital na China.

Riscos políticos e energéticos

Além do entorno regulatório, a indústria se alimenta de energia e está em busca de eletricidade barata. O Texas tem um dos preços de energia mais baratos do mundo. Os consumidores desfrutam de mais opções de provedores de energia, o que estimula essas empresas a baixarem os preços para se manterem competitivas.

Durante os picos de demanda de energia, as fazendas de bitcoin podem até mesmo vender energia não utilizada pela sua rede de computadores.

Embora El Salvador esteja se tornando o primeiro país a adotar o bitcoin como moeda nacional – por sinal, com bastante confusão -, os empresários de criptomoedas preferem os EUA por causa da infraestrutura elétrica mais desenvolvida, diz De La Torre.

Mas alguns analistas alertam que a “grande migração” pode ter sérias repercussões, já que as cidades terão dificuldades para atender à enorme demanda de energia.

Em fevereiro, os apagões que se seguiram a uma tempestade de neve mortal deixaram milhões de casas e empresas no Texas sem energia por dias. Mais de 200 pessoas morreram.

Durante a queda de energia, as fazendas de bitcoin foram compensadas para permanecerem offline.

Essa forte demanda por energia faz com que a indústria de mineração de criptomoedas tenha uma enorme pegada de carbono, o que tornou o setor alvo de muitas críticas de ambientalistas.

Em fevereiro, pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, afirmam que os processos de mineração de criptomoedas consomem cerca de 121,36 terawatt-horas (TWh) por ano, uma quantidade que não tende a cair, a não ser que o valor da criptomoeda despenque. Vale destacar que um terawatt equivale a 1 bilhão de kilowatts, e esse total é maior do que o consumo inteiro da Argentina, país de 45 milhões de habitantes.

Atores estrangeiros hostis’
Por fim, o escrutínio das empresas chinesas nos EUA também pode atrair mais atenção para esses recém-chegados da indústria de criptomoedas.

O Texas aprovou recentemente uma lei que impede que “atores estrangeiros hostis” acessem infraestrutura importante, incluindo sua rede elétrica.

A nova lei teria sido impulsionada pelo plano multimilionário da China de construir um parque eólico no sudoeste do Texas. Críticos desse projeto chinês dizem que ele poderia ser usado para hackear a rede elétrica do Estado e obter informação de inteligência de uma base militar dos EUA que fica ali perto.

O professor Desouza diz que, embora seja improvável que o acesso às redes de energia seja um problema para os mineradores de criptomoedas no curto prazo, o risco político continuará a evoluir.

E a indústria de criptomoedas também vai perder algo precioso que possuía na China: mão de obra barata e obras com ritmo acelerado.

Segundo Pan, enquanto uma nova fazenda de bitcoin demora cinco meses para ser construída na China, no Texas isso poderia demorar até 18 meses.

Os preços mundiais de exportação e transporte também dispararam durante a pandemia, tornando mais caro enviar máquinas de bitcoin da China aos EUA.

Apesar dos custosos e lentos esforços, Pan diz que sua empresa está decidida a se estabelecer no Texas.

“É uma terra livre, e muitos bitcoiners estão aqui”, disse. “Nos sentimos em reunião familiar.”

24.9.21

China derruba Bitcoin ao declarar ilegal atividades de trade com criptomoedas


O mercado de criptomoedas desabou nesta sexta-feira, após o governo da China anunciar novos planos de combate à mineração e declarar ilegais todas as atividades de trade com bitcoin e criptomoedas.

Em publicação oficial, o Banco Central da China afirmou que pessoas e empresas chinesas que forneçam tecnologia, marketing e serviços de pagamento para exchanges que atuam fora do país, atuam de forma ilegal e serão investigados de acordo com a lei.

O Bitcoin (BTC) que abriu a sexta-feira atingindo a melhor cotação da semana de US$ 45 mil, logo reverteu o movimento de alta e desabou para US$ 42.700 no curto intervalo de uma hora, uma perda de 5%.

China contra o Bitcoin

Os preços podem estar reagindo a uma nova tensão que prevalece entre os investidores chineses frente a uma nova investida da China contra a indústria de criptomoedas. Segundo o jornalista Colin Wu, o governo publicou dois relatórios que detalham novos planos de repressão às criptomoedas.

No primeiro texto, o governo foca no combate à mineração e descreve planos para aumentar US$ 0,05 por quilowatt-hora da eletricidade usada por mineradores que continuam na região. 

O segundo documento, publicado pelo Banco Central da China, fala sobre a prevenção do trade de criptomoedas. O texto afirma que uma vez que a negociação de criptomoedas no país asiático é proibida por lei, qualquer pessoas ou empresa chinesa que forneça tecnologia ou qualquer outro serviço a corretoras de fora do país, atua de forma ilegal.

O Banco Central também diz que as pessoas comuns que perderem dinheiro em investimento em criptomoedas não serão protegidas pela lei. “Os dois documentos emitidos pelo governo chinês provocaram uma queda no mercado de criptomoedas. As liquidações ficaram perto de US$ 100 milhões em uma hora”, descreveu Colin Wu.

Efeitos nas criptomoedas

A queda do BTC nas últimas 24 horas chega a 2,8% e agora a moeda é negociada a US$ 42.500, segundo o CoinMarketCap. Já o Índice de Preço do Bitcoin (IPB) indica que o ativo é encontrado nas corretoras brasileiras a R$ 228 mil.

A mesma queda repentina foi vista em outras criptomoedas do mercado, como o Ethereum (ETH) que caiu 7,7% em uma hora, indo de US$ 3.110 para uma mínima no dia de US$ 2.870.

O prejuízo de 6,2% que o ether registra nas últimas 24 horas, empurra a cotação da moeda abaixo do seu importante suporte de US$ 3 mil, sendo negociada agora a US$ 2,890. 

Outras criptomoedas importantes também estão em queda nesta manhã, como a Cardano (-3%), Solana  (-7,2%) Binance Coin (-6%), XRP (-7%), e Dogecoin (-7%).  

22.11.18

Saiba porque as moedas digitais são o futuro do dinheiro


Inventadas por programadores, as criptomoedas, ou moedas digitais, vem conquistando a economia mundial e ganhando seu espaço no mundo dos investimentos. Investir em moeda digital pode render bons resultados e ainda deixar o investidor tranquilo de que há  segurança nas transações.

As criptomoedas ainda dividem opiniões de bancos e governo, já que são um sistema próprio e independem deles. Mas, para especialistas, elas serão o futuro do dinheiro, já que facilitam a transação de valores altos, são seguras e podem comprar qualquer coisa. 

O dinheiro sempre sofreu mudanças e, com a vinda da tecnologia, o dinheiro em papel começou a dividir espaços com o dinheiro virtual. Como a tecnologia continua tomando conta da nossa vida, hoje temos as criptomoedas, que são resultado de tecnologias avançadas.

Criptomoedas no mundo


Na contramão do mundo, o Brasil tentou proibir o lançamento e uso de criptomoedas em território nacional, criando um total retrocesso diante das novas tecnologias para a economia. 

A justificativa foi que as definições de legalidade e segurança ainda não foram definidas no país.

Entretanto, no resto do mundo as criptomoedas vem ganhando seu espaço e substituindo muitas formas de negociar. Como sua negociação é realizada totalmente pela internet, ela acaba se tornando popular.

Países como Malta, Suíça e Coreia do Sul estão investindo e regularizando o mercado de criptomoedas, isso acontece porque estamos passando por um novo momento de apreciação pública das moedas virtuais.

Com esse cenário mundial, investir em moeda digital tem se tornado mais comum, já que as opiniões sobre elas têm mudado bastante. As pessoas que mais investem nessa nova plataforma têm de 18 a 30 anos e buscam novas tecnologias.

A Rússia e o Japão, por exemplo, já legalizaram o uso das criptomoedas, fazendo com que investir em moedas digital seja uma opção viável e segura, dentro dos moldes da lei.

E como ela funciona


Existem criptomoedas que são descentralizadas, isso quer dizer que a inflação do mercado não atinge elas. Sendo assim, estão livres das taxas tributárias dos bancos, logo, em transações com esse tipo de moedas, as taxas são mínimas.
Elas são seguras porque são programadas em vários servidores, dificultando que hackers consigam invadir o sistema. Porém, elas precisam ficar armazenadas em algum lugar, e aí sim pode ser invadido, já que as corretoras podem sofrer um ataque.

Riscos e desvantagens


No final de 2017, a Universidade do Texas, nos Estados Unidos, revelou que foram encontrados fortes indícios de que os valores de algumas criptomoedas teriam sido inflados artificialmente. 

Essas operações foram feitas por empresas de grande porte, como uma grande operadora do setor de investimentos, causando a falsa impressão de que o valor teria subido devido a novos investidores.

Em dezembro de 2017, a unidade do bitcoin chegou a ser negociada por US$19 mil e recentemente chegou a US$ 6,7 mil. O preço teve uma redução de cerca de 65%. 

No Brasil, como a moeda é cotada em dólar, as variações fazem com que investidores brasileiros percam mais do que os outros, o que acaba se tornando uma desvantagem para os brasileiros.

Todo esse estudo sobre os valores é feito por um algoritmo que permite ver os momentos de pico das moedas, não apenas do bitcoin.

Para quem quer investir em moeda digital é importante sempre estar de olho nas notícias do mercado e sobre como andam os valores. Por ser um mercado descentralizado, a chance de investir em uma barca furada pode ser grande.

Impactos no mercado


Por todas essas polarizações sobre os investimentos terem sido falsos, isso levou a uma queda do valor da moeda e uma desconfiança geral dos investidores. Pessoas da área consideram o estudo importante e válido, mas afirmam que é muito difícil manipular uma criptomoeda.

A dificuldade se dá porque só o bitcoin vale, em sua totalidade, cerca de US$ 160 bilhões, seria se arriscar demais manipular um valor de mercado tão alto. Fora que poderia causar sérios problemas futuros.

As criptomoedas vem modificando o mercado todos os dias, notícias como essas não são comuns, mas devem sempre ser analisadas e levadas em consideração. É um mercado novo e promissor, mas que requer cautela.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

29.9.21

Gigante dos pagamentos vai aceitar Bitcoin e criptomoedas


A grande empresa de pagamentos multinacional Verifone, que atua também no Brasil, anunciou nesta terça-feira (28) que irá começar a aceitar Bitcoin e várias outras criptomoedas como pagamentos em seus dispositivos.

Essa nova aceitação levará milhares de lojistas a oferecer este novo meio de pagamento para seus clientes, visto que eles podem utilizar uma estrutura que já está presente em suas lojas.

Vale o destaque que as funções de moeda são reserva de valor, unidade contábil e meio de troca, sendo que o Bitcoin continua avançando neste último quesito pelo mundo.

Grande empresa de pagamentos Verifone vai aceitar Bitcoin e várias criptomoedas

Fundada em 1981, a Verifone é reconhecida como uma das principais empresas no mundo a processar pagamentos. Segundo comunicado de imprensa compartilhado nesta terça, a empresa agora expande os meios de pagamento que disponibilizará para seus clientes e consumidores que efetuam pagamentos por seus dispositivos.

“A solução é de fácil implementação para os comerciantes e intuitiva para os consumidores. Os comerciantes poderão aceitar pagamentos com criptomoedas diretamente da Verifone, sem a necessidade de uma conta no BitPay. O consumidor poderá pagar sem problemas usando carteiras de criptomoedas aprovadas.”

A solução começa a valer primeiramente nos Estados Unidos, onde é a sede da Verifone e da BitPay. Essa fintech tem uma solução que aceita pagamentos em criptomoedas de várias carteiras, como a Blockchain.com, BRD, MetaMask e a própria carteira da empresa.

No caso da Verifone, os dispositivos da marca e também seus serviços online passarão a aceitar Bitcoin, Ethereum, Dogecoin, Litecoin e cinco stablecoins, sendo elas, GUSD, USDC, USDP, DAI e BUSD, entre outras criptomoedas mais.

Verifone tem o direito de investir em empresa de criptomoedas
Apesar de parecer que o anúncio é apenas de mais uma empresa que está aceitando Bitcoin, a realidade é bem além desta primeira chamada. Isso porque, com a parceria com a BitPay, a Verifone agora tem o direito de investir na fintech de criptomoedas, podendo expandir sua atuação neste novo setor que já começa a trabalhar.

O CEO da Verifone, Mike Pulli, destacou que para essa empresa, com mais de 600 mil comerciantes cadastrados, essa parceria agrega um valor tremendo a sua empresa.

“Esta parceria, solução e investimento destacam o compromisso da Verifone em permitir experiências de pagamento revolucionárias e significativas para os comerciantes. Nossa plataforma de método de pagamento avançado é robusta e esta solução de criptomoedas com BitPay agrega um valor tremendo para a Verifone e nossos clientes.”

Clientes interessados em começar a trabalhar com essas soluções já podem procurar os representantes de vendas para entender melhor as mudanças. A Verifone tem instalados 35 milhões de dispositivos em mais de 150 países.

No entanto, a Verifone do Brasil, com sede na cidade de São Paulo, não deverá começar a processar estes pagamentos neste momento. Mas com o aceite da sede nos Estados Unidos, a solução poderá chegar em outros países em breve.


GeraLinks - Agregador de links