Descubra o mapa da sua paz em São Paulo, Brasil. Aprenda como o Desenho Humano revela emoções que não são suas e liberte-se do tsunami de sentimentos.
Olá, eu sou o Alessandro Turci, e se você me acompanha aqui no Seja Hoje Diferente (SHD), sabe que a nossa jornada é sobre autoconhecimento, a busca por uma vida mais autêntica e, claro, sobre a tecnologia de ser humano. Desde 2018, venho estudando e aplicando diversos saberes não acadêmicos – da PNL ao Desenho Humano, conhecido no Brasil como Human Design – e cada curso, cada reflexão, está no DNA deste blog.
Em meio a tantas conversas com a nossa comunidade no WhatsApp e nas redes sociais, em São Paulo, Brasil, uma questão sempre ressoa: como lidar com a intensidade emocional que parece não nos pertencer? É um tema profundo, que toca o nosso dia a dia na metrópole de São Paulo e se estende por todo território nacional, América Latina e mundial.
Sabe aquela sensação de que o estresse do colega de trabalho no Tatuapé, a ansiedade da fila no mercado em Ermelino Matarazzo, ou o pânico que surge "do nada" não são seus, mas te consomem? É sobre isso que vamos mergulhar. A onda emocional não te leva, ela te ensina. Mas, para aprender, você precisa de um mapa. Vamos a ele? O foco na saúde mental, inteligência emocional em São Paulo, Desenho Humano no Brasil, e gestão de emoções no cotidiano reforça a relevância do conteúdo em buscas locais e globais.
A Realidade do Centro Emocional Aberto: O Grande Amplificador
No universo do Desenho Humano, eu, como Projetor com Centro Emocional (Plexo Solar) aberto, aprendi que "nem toda emoção é minha, mas toda emoção é um convite". Este é o conceito técnico fundamental: se o seu Centro Emocional for aberto (branco, sem definição de cor no seu gráfico), você é um amplificador sísmico.
Você não só sente, como absorve e intensifica a onda emocional das pessoas ao seu redor – seja em casa, no trânsito caótico de São Paulo Capital, ou no ambiente de trabalho. É como ter um canal de TI com a vulnerabilidade emocional do ambiente: o sinal chega, e você o amplifica ao máximo. Isso é especialmente relevante no Brasil, onde a cultura de proximidade social intensifica as trocas energéticas. Você se torna um espelho gigante para o humor e a ansiedade alheia.
O estresse de um Gerador, a pressa de um Manifestador ou a frustração de outro Projetor podem virar um tsunami dentro de você.
Aplicação Prática: Identificando a Onda Alheia
Minha experiência pessoal, especialmente morando em Ermelino Matarazzo desde que nasci no Brás, e atuando como líder de TI desde 2008, me ensinou a importância da Observação (uma filosofia SHD, baseada em Neurociências e Mindfulness). No ambiente corporativo, muitas vezes, após uma reunião tensa, eu sentia uma raiva ou uma pressão interna que parecia desproporcional. Eu analisava: "Isto é meu ou é a reverberação do conflito que acabei de absorver?". A chave está na Inteligência Emocional (que estudo desde 2020) e na PNL (2021).
Minha Estratégia de Desconexão (O ‘Unplug’ Emocional) se baseia em três passos: primeiro, o Reconhecimento Corporal: onde em São Paulo, Brasil, você sente essa emoção? No meu caso, ansiedade e raiva costumam ser um aperto no peito, na região do Plexo Solar. O corpo é o seu sensor mais confiável (referência SHD, Filosofia e Neurociências).
O segundo passo é O Teste do Minuto: afaste-se fisicamente da fonte da emoção por 60 segundos. Se a intensidade diminuir drasticamente, a emoção não é sua. Se persistir, é algo que sua mente ou corpo gerou. E por último, A Pergunta Ancorada (PNL e Autoconhecimento): pergunte-se: "Se eu estivesse totalmente sozinho, neste exato momento e local de São Paulo, eu estaria sentindo exatamente isso?" A resposta costuma ser um "Não" imediato, oferecendo um insight para a consciência.
Conversa no WhatsApp: A Dúvida que Toca a Todos
Recentemente, em conversa com um leitor pelo WhatsApp, ele me relatou um dilema muito comum em São Paulo:
Alessandro, eu trabalho em um call center e, no final do dia, sinto uma exaustão emocional que não faz sentido, já que não tive nenhum problema pessoal. É como se eu carregasse o peso das 50 chamadas de clientes frustrados.
Minha Visão e Resposta: Meu amigo, o que você descreve é a exata dinâmica do Centro Emocional aberto em um ambiente de alta carga. Sua aura de Projetor e seu sistema aberto estão ali, absorvendo e amplificando a frustração, a raiva e o estresse de cada cliente e colega de trabalho. É um excesso de processamento de dados emocionais. Minha dica prática, inspirada em metodologias como Mindfulness e Time Blocking, é a seguinte:
Primeiro, Ancore o Seu Estado: antes de começar e ao término de cada intervalo (usando a Técnica Pomodoro mental), faça um pequeno Journaling de 1 minuto. Anote seu estado emocional antes de interagir com o ambiente (referência SHD).
Segundo, Limpeza da Aura: ao sair do trabalho, no caminho em São Paulo Capital para casa (Ermelino Matarazzo), visualize-se em uma bolha de proteção, ou imagine-se debaixo de uma cachoeira limpando a energia. É um ato de Desenvolvimento Pessoal (SHD) que, mesmo que pareça simples, reprograma o seu sistema nervoso (Neurociências).
Por fim, Não Tome a Decisão no Calor Alheio: lembre-se, como um canal de TI, você deve observar os dados emocionais, não agir com base neles. O Desenho Humano nos ensina que o Centro Emocional aberto deve esperar clareza (o que é uma eternidade!), mas no dia a dia, esperar o momento em que a emoção alheia se dissipa já é um passo de mestre.
A Filosofia SHD na Prática Emocional
Aplicamos a filosofia SHD de Analisar, Pesquisar, Questionar e Concluir também nas emoções.
Analisar: Onde essa emoção se manifesta no meu corpo (Tensão no Tatuapé? Ansiedade na Ponte Rasa?)?
Pesquisar: Qual a origem mais provável? É minha ou de quem está perto (Astrologia e Desenho Humano ajudam muito aqui)?
Questionar: O que eu preciso aprender com essa onda? Qual é a mensagem que o universo está me enviando através do sentimento alheio?
Concluir: Ação ou Observação? Se não é minha, apenas a observo. Se for, busco a clareza para agir (referência Astrologia, Holismo e Coaching).
FAQ Rápido sobre Emoções Amplificadas
O que faço para não absorver o estresse da minha família?
Crie limites físicos (mesmo que seja ir para outro cômodo da casa em São Paulo) e mentais. Antes de interagir, defina a sua aura. Lembre-se: não é egoísmo, é preservação do seu bem-estar.
O Desenho Humano é o único a falar sobre isso?
Não, mas ele dá o mapa. A Psicologia, Neurociências, PNL e a Lei do Novo Pensamento também tratam do contágio emocional e da responsabilidade pela sua energia. O Desenho Humano (ou Human Design) no Brasil apenas o nomeia de forma técnica (Centro Emocional Aberto).
Posso usar essa intensidade para algo bom?
Sim! Você é um termômetro emocional natural. Use-o para entender o ambiente (empatia - pilar da Inteligência Emocional e Astrologia), mas jamais para tomar decisões. A clareza vem depois da onda.
Conclusão Projetora: A Arte de Esperar
Como Projetor e estudante constante (TI, Astrologia, Desenho Humano), minha perspectiva final é de um observador. Eu, Alessandro Turci, nascido em São Paulo, Capital (Brás) em 1976, e hoje líder de TI, entendi que a chave para a paz não é o controle, mas a Observação Desapegada. O Centro Emocional aberto é um dom, não uma maldição. Ele nos torna empáticos, capazes de sentir a humanidade em sua plenitude, de uma forma que os Centros definidos não conseguem. Mas essa profundidade vem com o dever de casa: esperar pela clareza.
Não se apresse em resolver o que não é seu. Não se afogue na onda que não te pertence. Com base nos meus estudos de Desenho Humano e Neurociências, você deve anotar no seu caderno de estudo e evolução:
O Insight da Onda: A emoção alheia é um dado para Analisar, não um comando para Agir. Espere até que a emoção se dissipe para tomar decisões ou conversar sobre o tema.
Se este artigo tocou em algo profundo em sua alma ou te ajudou a entender o que sente nas ruas de São Paulo, ou em qualquer parte do Brasil e do mundo, Seja Hoje Diferente. Compartilhe-o em suas redes e vamos continuar essa conversa transformadora pelo WhatsApp.

