Alessandro Turci Projetor no Human Design, o SHD é um laboratório vivo de autoconhecimento, onde o Projetor aplica sua filosofia — Analisar, Pesquisar, Questionar e Concluir — transformando fatos reais em reflexões e práticas que impulsionam o desenvolvimento humano.

Sinopse: Na véspera do Ano Novo de 2000, um cinema tem sua última sessão. Coisas estranhas ocorrem quando forças malignas ficam insatisfeitas com a qualidade dos filmes modernos.

Comentário local de origem: O que sempre chamou a atenção e me tornou devoto do cinema de Hong Kong foram sua energia e criatividade. Não importa o gênero ou dinheiro envolvido, sempre haverá algo, seja numa mísera cena ou alguma mudança de tom brusca gigantesca... a certeza invariável é de iminentemente bater uma empolgação que supera qualquer filme realizado em qualquer outra parte do mundo.

Obviamente que mesmo uma produção de baixo orçamento como essa, em uma locação com equipe pequena de amigos, iria fazer minha cabeça, porque simplesmente transborda de energia hongkonguiana da qual sou submisso, mesmo praticamente não possuindo um enredo e apostando num humor extremamente juvenil. 

O encantamento que esse proporciona é o de ser espancado incessantemente por tudo que é jogado na nossa cara a cada segundo. Para ter uma noção do que estamos lidando, digamos que a introdução transpira ares poéticos dignos de Wong Kar-Wai, e esse tom progressivamente vai ser distorcido a ponto de surgir um sósia do Jackie Chan caçador de fantasmas.

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