Bateria e pneus são os componentes mais afetados devido a longos períodos de inatividade do automóvel

Com a proximidade das férias, o veículo pode estar em vias de enfrentar um longo período de inatividade. Um carro parado por muito tempo pode desenvolver falhas em sistemas e peças devido à falta de uso. Entre os principais pontos de atenção estão a condição da bateria, calibragem dos pneus, nível do óleo e combustível, e a limpeza interna e externa do automóvel. 

“Diante desse cenário, ações preventivas como ligar o veículo de tempos em tempos para recarregar a bateria, circular fluidos e fazer funcionar bombas e engrenagens, assim como trocar o óleo degradado e realizar a limpeza para preservação da lataria e, ao mesmo tempo, evitar a proliferação de micro-organismos ajudam a conservar o veículo em ótimo estado durante as férias”, explica Danilo Silva, engenheiro de Aplicação da Motul, multinacional especializada em lubrificantes e fluidos de alta tecnologia. 

Componentes prejudicados

Mesmo com o carro em desuso, a bateria continua funcionando para sistemas periféricos, porém itens como alarme, LEDs de alerta e sistemas eletrônicos influenciam no consumo do componente. O descarregamento se intensifica em carros modernos visto que possuem um número maior de sistemas eletrônicos. “A bateria de um veículo parado pode perder sua carga rapidamente, principalmente, bateria com alguns anos de uso. Para prevenir um impacto maior no componente o motorista deve ligar o veículo sempre que for possível.”, aconselha Silva. 

Parado, o carro também tende a perder pressão e aderência nos pneus. Por isso, é indicado calibrá-los um pouco a mais antes da viagem para compensar essa perda. A despressurização natural pode afetar a sua forma arredondada, desencadeando uma trepidação ao volante até voltar ao formato correto novamente - o que ocorre com a calibração do pneu.

Primeiro uso do veículo após longo período parado

“Na primeira utilização do veículo depois de um extenso período sem uso, é importante não colocá-lo em condições de alta exigência logo nos primeiros quilômetros, já que alguns conjuntos, como o sistema de freios, podem apresentar mau funcionamento”, alerta Silva. “O motorista precisa estar atento às respostas e aos funcionamentos inadequados ou inesperados e promover todas as verificações apontadas por meio de uma revisão com profissionais qualificados.”

Com o passar do tempo, o combustível perde as suas propriedades e acaba por gerar uma reação de decantamento no tanque, criando borras que acabam entupindo os bicos injetores e a bomba. “Nesses casos, a Motul indica o aditivo Stabilizer, que prolonga a vida útil da gasolina em até 24 meses, protege o combustível contra a oxidação, evita a formação de goma, facilita a partida depois de períodos de desuso, impede o acúmulo de depósitos, câmaras de combustão e válvulas, e limpa as válvulas para recuperar o desempenho ideal do motor”, lista Silva. “Esse produto torna, enfim, a partida mais fácil após períodos de desuso”, conclui o especialista da Motul. 

Sobre a Motul 

Há mais de 165 anos no mercado mundial, a Motul é uma multinacional francesa especializada na formulação, produção e distribuição de lubrificantes e fluidos de alta tecnologia para diferentes segmentos, como carros, motos, pesados, veículos clássicos, agrícolas, náuticos e karts. A empresa também conta com a vertente MotulTech para a oferta de lubrificantes industriais.

A Motul, presente no Brasil desde 1992, tem as pistas como o seu principal laboratório para desenvolver o produto certo para cada aplicação, com apoio a grandes equipes em competições nacionais e internacionais, como Dakar, 24 Horas de Le Mans, FIA World Endurance Championship, Super GT, Drift, MotoGP, World Superbike, MXGP, IOM TT, Imsa, Rallycross, F1 Boat e Sertões. 

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