Policiais federais cumprem hoje (9) dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão contra acusados de praticar fraudes por meio de operações com criptomoedas, no Rio de Janeiro. Esta é a segunda fase da Operação Kryptus, que conta com o apoio da Receita Federal e que investiga a prática ilegal de pirâmide financeira.

Segundo a Receita Federal, a empresa localizada na Região dos Lagos fluminense atua como se fosse um fundo de investimento, em que o investidor adquire uma quantia determinada de cotas e recebe rendimentos fixos.

Como em um mercado volátil como o das criptomoedas (que incluem os bitcoins), não é sustentável prometer uma rentabilidade fixa aos investidores, a empresa recorreria a uma pirâmide financeira.

A pirâmide é um esquema ilegal em que o lucro é gerado pelo aporte de novos clientes e não pela natureza lucrativa das operações. E, para evitar o colapso do sistema, é preciso continuar expandindo a rede de clientes.

O esquema gera enriquecimento dos mentores da pirâmide que, segundo a Receita, não declaram seus lucros ao fisco.

Deixe Seu Comentário ou Feedback

Compartilhe suas opiniões sobre este artigo nos comentários! No Seja Hoje Diferente, nos esforçamos para manter o conteúdo sempre atualizado e funcional. Caso encontre algum link quebrado ou enfrente problemas com áudio ou vídeo, informe-nos nos comentários ou pela nossa página de contato para que possamos corrigir rapidamente.

Postagem Anterior Próxima Postagem
Atenção: Todos os nossos artigos são exclusivos.

A reprodução total ou parcial é permitida, desde que a fonte SejaHojeDiferente.Com seja devidamente citada.


Apoie ou retribua.