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Esse grande evento do comércio marca oficialmente o início do fim do ano e um novo ciclo de vendas

A Black Friday, que neste ano ocorreu no dia 27 de novembro, sempre deixa os vendedores otimistas. Além de um boom nas vendas, o período antecede as compras de Natal e dá uma ideia da situação do consumidor para o próximo ano.


Dessa vez não será diferente.

Para a Black Friday, o foco será no e-commerce, devido às restrições para o combate da pandemia de Covid-19. Apesar da crise, da alta do dólar e da escassez de algumas,, matérias-primas, para a Ebit Nielsen, as vendas online nessa Black Friday devem crescer 27% em comparação com a do ano passado.

De forma geral, essa visão dessa edição da Black Friday impacta positivamente no Natal e até mesmo em 2021. Vamos conhecer algumas dessas perspectivas, que se refletem também na revenda de semijoias.

Como será o Natal em 2020?

O benefício do 13º salário vai injetar R$ 208,7 bilhões na economia brasileira no último trimestre, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar de alto, o valor é menor do que o registrado no último ano.

O auxílio e FGTS emergencial também vão ajudar a economia. Serão mais R$ 275 bilhões de aporte pago pela Caixa Econômica Federal. 

Em relação aos produtos, os queridinhos dessa época estão mais caros: os importados subiram de preço devido à desvalorização da nossa moeda e os eletrônicos têm valor mais elevado devido à alta procura apresentada durante toda a quarentena. 

É claro que eles vão continuar sendo adquiridos, mas a perda de renda do consumidor deve fazer a busca pelas “lembrancinhas” aumentar. 

Neste ano, devem ser procurados para o Natal roupas, sapatos, perfumaria e também as semijoias, ou seja, produtos que mexem com a autoestima e a imagem do consumidor. Itens para casa e decoração também farão sucesso.

Além disso, as vendas digitais serão a preferência do consumidor, seja pelas limitações impostas pelo novo coronavírus ou pelo aumento do hábito de comprar online adquirido durante a pandemia.

O que esperar do varejo em 2021?

Sabemos que os varejistas ainda têm um longo caminho para recuperar as perdas acumuladas nesta crise, portanto, há cautela. Existe uma incerteza quanto ao crescimento em 2021 por causa do fim do auxílio emergencial, que tem sido um estímulo econômico nos últimos meses. 

De acordo com pesquisa feita pela KPMG com empresários do setor, a maior parte (44,4%) acredita que o faturamento deve aumentar entre 10% e 25%. 

Já segundo a ForresterResearch, as categorias de artigos e roupas esportivas (17%), livros (17%) e roupas e beleza (15%) devem crescer acima da média quando falamos de compras realizadas online, que é a principal tendência.

No próximo ano, as estratégias no varejo digital estarão ainda mais agressivas. O comércio mobile, os aplicativos de entrega, o livecommerce serão ainda mais comuns, incentivando a digitalização das revendedoras de joias, por exemplo.  

A despeito de nossas tentativas, ainda é cedo para termos todas as respostas, mas com o desempenho da Black Friday, haverá mais clareza para as próximas projeções.

Por isso, continue acompanhando o nosso blog para fazer bons negócios com as semijoias. 

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