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Divulgação Reprodução

O endométrio é um tecido que reveste o útero, e a sua principal função é criar condições ideais para que o órgão receba o óvulo fecundado, pois é quem garante nutrição e um ambiente seguro para o seu correto desenvolvimento.

O problema é quando esse endométrio avança em direção ao intestino, o que geralmente resulta em diversos transtornos que precisam ser combatidos com a maior eficácia possível.

Mas para isso é preciso conhecer quais os principais sintomas da doença, os métodos de tratamento, as complicações possíveis, as formas de prevenção, entre outros fatores que podem (e irão) fazer toda a diferença durante o tratamento.

Quais as principais causas da doença?

A ciência ainda não “bateu o martelo” acerca das causas da endometriose intestinal. Mas suspeita-se que a fase menstrual seja um fator importante para esse tipo de acometimento, já que algumas células do endométrio podem acompanhar o sangue que porventura penetre em outros órgãos do corpo.

E o intestino é um desses! Talvez por causa da sua proximidade com o útero; o que faz com que seja um órgão com um potencial imenso para o desenvolvimento da moléstia.

Há suspeitas, também, que distúrbios hormonais, cirurgias uterinas e predisposições genéticas também possam ser fatores importantes para o desenvolvimento de endometriose intestinal na mulher. No entanto, como dissemos, nada disso é confirmado.

Restando apenas a prevenção, por meio de exames periódicos, atenção a possíveis desequilíbrios hormonais, aos casos de endometriose intestinal na família, entre outros fatores que possam tornar uma mulher predisposta a desenvolver o transtorno em alguma fase da sua vida.

Sintomas e diagnóstico da endometriose intestinal

Dentre os principais sintomas da endometriose intestinal, podemos destacar uma intensa dor no abdômen, cólicas intestinais, dificuldade para evacuar, diarreia persistente, sangramento anal (principalmente durante a fase menstrual), sangue nas fezes, náuseas, enjoos e vômitos.

Mas esses sintomas podem variar de mulher para mulher, assim como também em razão do avanço da doença, do grau dessa invasão, das características anatômicas dos órgãos atingidos, entre outras situações que podem até mesmo dificultar o tratamento.

Para o diagnóstico recomenda-se procedimentos como: ultrassom vaginal, laparoscopia, tomografia computadorizada, enema opaco (para medir o avanço da doença sobre o órgão), entre outros procedimentos que também podem fazer com que sejam eliminadas as suspeitas sobre outras doenças com os mesmos sintomas.

Tratamento

A cirurgia costuma ser o tratamento utilizado na maioria dos casos de endometriose intestinal. Por meio dela, o cirurgião irá retirar a parte do endométrio que avança sobre o intestino, o que resulta no fim do transtorno em praticamente 100% dos casos.

A videolaparoscopia costuma ser o procedimento mais indicado; e essa será a decisão tomada em conjunto com outros especialistas, como o cirurgião do aparelho digestivo, ginecologista, entre outros profissionais que irão avaliar que tipo de cirurgia (especializada ou tradicional) será a mais indicada.

Mas também é possível que um tratamento à base de medicamentos seja o suficiente – a depender da extensão da moléstia e das suas possíveis causas.

Para esses casos, serão administrados reguladores hormonais, injeções anticoncepcionais, anti-inflamatórios e analgésicos, como forma de combater a inflamação sem a necessidade de uma intervenção cirúrgica.

Pois esse é um procedimento que não deixa de ser um evento delicado, controverso e que exige uma avaliação completa dos seus prós e contras.

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