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Imagem divulgação internet

No dia 13 de junho, ocorreu em Mogi das Cruzes, localizada a aproximadamente 65 km de São Paulo, o 1º Festival de Balões Ecológicos de São Paulo. Organizado pela União dos Artistas de Papel (União AP), o evento teve como objetivo promover novas maneiras de desenvolver balões de papel de ar quente de forma ecológica e menos perigosa para a sociedade.

Apesar do material utilizado na produção do balão ser praticamente o mesmo, o balão ecológico não pega fogo. 

Segundo os baloeiros, isso acontece porque eles são inflados com ar quente do maçarico. Outra grande diferença é referente ao preço: o balão comum, que é proibido, custa R$ 400 reais, enquanto o valor do ecologicamente correto custa R$150 reais.

Aproximadamente 5 mil pessoas compareceram ao festival. Foram soltos 50 balões e não foi registrado nenhum incidente. A União AP está planejando outro evento no Estado de São Paulo para o próximo ano, porém ainda não sabem se ele continuará em Mogi das Cruzes ou será em outra cidade do estado.

Riscos

Apesar dos vários riscos à sociedade que a soltura dos balões pode ocasionar, como incêndios em florestas e até em aeras urbanas, os organizadores do festival defendem que é muito melhor soltar balões nesses encontros e com a supervisão de órgãos públicos, pois o risco de acontecer algum acidente diminui, além de ser algo permitido por lei.

É Crime

Produzir, vender e soltar balões que podem provocar incêndios é crime, de acordo com a Lei Federal nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998. Por isso o evento só foi liberado após a emissão de um alvará pela Prefeitura de Mogi das Cruzes e da notificação feita a Aeronáutica. A Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros também estiverem presentes até o término do evento. Diferenças do balão ecológico com o balão clandestino:

Balão ecológico:

Papel de seda
Cola
Durex
Linha 10
Vareta de fibra de carbono
Pluma
Balão Clandestino
Papel de seda
Cola
Durex
Fio Dental
Arame
Parafina
Algodão
Explosivos

História do balão

O inventor do balão a ar quente e feito de papel foi o padre brasileiro Bartolomeu de Lourenço Gusmão, em 1709. 

Segundo relatos históricos, o padre apresentou para Dom João V de Portugal a sua descoberta. O balão subiu aproximadamente 1 metro e depois pegou fogo. Diante desse resultado, Dom João V não demonstrou interesse no avanço do processo dessa técnica, deixando Bartolomeu incapacitado de continuar o desenvolvimento do seu balão.

Antes do primeiro registro, são várias as lendas e histórias sobre os balões. Alguns documentos retratam que na China, mais precisamente na Dinastia de Yin, no século XXI A.C., os balões eram usados como transporte e também para a guerra.
Outra teoria sobre o surgimento do balonismo foi desenvolvida após historiadores encontrarem um objeto feito pelos índios peruanos da tribo Nazca que contém um desenho parecido com a de um balão. Após pesquisas no local, concluíram que havia material e conhecimento possível para a tribo construir um balão.

Fonte Meio Ambiente Cultura Mix

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