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19.12.20

Para driblar pandemia, músico de Ermelino Matarazzo troca vagões por aulas online a crianças na periferia

Morador do Ermelino Matarrazo, zona leste, recorreu ao ensino à distância para dar aulas de violino, viola e violão popular em meio a pandemia

O músico João Carlos Souza Almeida, 23, mora em Ermelino Matarazzo, na zona leste da capital. Ele é um daqueles músicos que vez ou outra entram nos vagões para tocar música, principalmente nas linhas Vermelha e Azul. 

Na pandemia, a rotina foi interrompida. Ele deixou os vagões por medo de contaminar a filha e os bisavós que moram com ele e decidiu se dedicar ao ensino de música clássica às crianças da periferia.

“Perdi tudo na pandemia, como a minha bolsa já tinha terminado, não fiz mais apresentações nos vagões ou eventos. Solicitei também o auxílio emergencial, que de emergencial não tem nada. Consegui sacar apenas dois meses”, diz.

Foto Divulgação - Crédito Fonte

Nos trens, tocava com o coletivo de instrumentistas Desviolados, que mistura instrumentos eruditos com MPB e clássicos nacionais. Essas eram as principais fontes de renda. O músico também faz licenciatura em música na UNESP (Universidade Estadual Paulista), além de estudos de violão na EMESP (Escola de Música do Estado de São Paulo.

Sem estrutura em casa para aulas, contou com a ajuda de uma professora da universidade para começar. “Parece que veio uma luz. Só tinha o celular para dar as aulas online e para assistir as aulas da faculdade remotamente. E uma professora doou o notebook que uso hoje”. Atualmente, ele tem 16 alunos.

A música sempre esteve presente. Nas recordações de infância, o músico tem a memória do som alto durante as manhãs de domingo, em casa, ritmados pelo samba e o forró. O amor do pai, Heitor Jorge Ramos Almeida, pela música podia ser escutado pelas ruas do Jardim Keralux, bairro de Ermelino Matarrazo, na zona leste de São Paulo. 

A partir dos sete anos, Almeida passou a se dividir entre Ermelino Matarazzo, zona leste e Vila Mariana, na zona sul, onde o pai dele começou a trabalhar como zelador. 

Aos 11 anos, enquanto estudava na escola municipal Jean Mermoz conheceu o projeto de fanfarras nas escolas do Estado de São Paulo, instituído a partir da Lei Nº 10.451, de 22 de março de 1988. 

Na época, João Carlos pensava em tocar percussão, por influência paterna. Porém, as vagas para o instrumento no projeto haviam terminado. “Meu pai falava que já tinha tocado tantan em um grupo de samba, mas nunca ouvi”, brinca.

O interesse pelo violino surgiu a partir de uma apresentação de final de ano no Parque Ibirapuera. “Tinha uma orquestra tocando em um dia que estava lá. Foi a primeira vez que ouvi o som do instrumento pessoalmente. Ficou na minha memória”, relembra.

A maioria das escolas públicas dispunham somente do ensino para instrumentos de banda, mas o  professor de fanfarra conseguiu a doação de instrumentos para formação de orquestra. 

“Éramos incentivados a ensinar quem sabia menos. Depois de uns quatro anos, estava ajudando quem começava nas aulas, como segurar no arco e arrumar a postura. Acredito que a partir daí iniciou a minha trajetória como professor, mesmo sem perceber”, conta. 

Em paralelo, com 13 anos, começou a estudar no centro de música do Sesc Vila Mariana. Entrou no nível intermediário, até fazer parte da Orquestra de Câmara. Lá, permaneceu até os 20 anos. “Comecei a levar a música a sério aos 15 anos. Eu só queria tocar ”, enfatiza.  

Nas rodas de violão com os amigos na adolescência, despertou a vontade de aprender um novo instrumento. “Peguei o gosto e fui aprendendo sozinho. Tocava violão durante quatro horas seguidas e não via o tempo passar”, lembra.

Ele foi aprovado na Emesp Tom Jobim (Escola de Música do Estado de São Paulo) aos 19 anos para estudar violão popular tocando uma peça de samba. Lá, também viu outros ritmos como o bossa-nova e jazz. 

No ano anterior, lidou com a morte do pai e voltou para a zona leste com a mãe e o irmão. “A estrutura da família mudou e atualmente somente eu moro aqui. Sentimos bastante”, diz.

Em 2017, descobriu que se tornaria pai: “Me questionei se seguiria na música. Em alguns meses entraria uma criança na parada, precisava de grana. E a gente sempre escuta o quanto é difícil ser músico no Brasil”, explica. 

Entre os instrumentos estão aulas de violino, viola e violão popular. “Fui do desespero à salvação”, resume sobre o período de isolamento social. No longo prazo, diz que pretende consolidar um projeto de ensino de música na região. 

Gabriela Alves
Jornalista, 23 anos, correspondente de Guaianases desde 2019. Entusiasta apaixonada por música.

5.4.19

A história do toca-discos

Imagem Divulgação Reprodução Internet

Indiscutivelmente uma das invenções mais importantes da história do entretenimento doméstico; o toca-discos trouxe música para casa por mais de um século.

Por muitos anos pensou-se em uma tecnologia longa e morta. Tornou-se obsoleto por CDs e downloads digitais posteriores. No entanto, essa relíquia que estava condenada ao destino de coletar poeira em um porão ou sótão subiu das cinzas para se tornar rei novamente.

Esta tecnologia tem bastante história histórica. Os toca-discos evoluíram em inúmeras iterações, começando com o antigo fonoaudógrafo, transformando-se no toca-discos e alcançando a versão moderna em vinil.

Houve um interesse renovado em gravadoras, já que a música de vinil cresceu em popularidade na última década. Muitos cobiçam música analógica, uma vez que gera áudio não comprimido de alta qualidade. Outros usam seus toca-discos, já que isso lhes dá uma sensação de nostalgia.

Vamos dar uma olhada na história do recordista para ajudar os leitores a entender melhor as raízes dessa interessante tecnologia musical.

O início do recordista
A primeira versão do toca-discos foi criada por Edouard-Leon Scott de Martinville. Ele criou o fonoaudógrafo na França em 1857. No entanto, este dispositivo não podia reproduzir o som. Em vez disso, inscreveu ruído aéreo no papel para estudo visual. O fonoautógrafo foi usado principalmente em ambientes de laboratório.

A ascensão do fonógrafo
Thomas Edison inventou o fonógrafo em 1877 e, portanto, era conhecido por quem inventou o toca-discos. Este dispositivo gravou som e também reproduziu som. Ele inscreveu áudio em papel alumínio enrolado ao longo de um cilindro de papelão para posterior reprodução. Alexander Graham Bell acrescentou cera ao design do fonógrafo de Edison para gravar ondas sonoras. O resultado foi referido como o grafofone.

Berliner's Breakthrough
Emile Berliner levou os recordistas para o próximo nível. Ele apelidou sua criação de “gramofone” e garantiu uma patente para o dispositivo em 1887. O gramofone era feito de borracha dura e shelac antes de ser construído com vinil. O gramofone é a base do toca-discos contemporâneo. Interpretou sulcos em discos planos em vez de um cilindro. Este é o ponto no tempo em que os registros se tornaram necessários.

O toca-discos é comercializado

O primeiro toca-discos lançado para as massas em 1895. Este toca-discos de gramofone era bastante popular até a ascensão do rádio. Embora o rádio não tenha matado o toca-discos, ele certamente roubou os holofotes por um tempo. Os recordistas venderam bem nos anos 30 e 40, mas não atingiram um ponto de inflexão mainstream até algumas décadas depois.

A idade de ouro
Os toca-discos tornaram-se extremamente populares nos anos 60 e 70, quando a Dual lançou os primeiros toca-discos para oferecer reprodução estéreo. A reprodução sonora de alta fidelidade atingiu a cena e motivou inúmeras pessoas a adicionar um toca-discos à sua casa. O toca-discos automático de alta fidelidade foi um sucesso imediato no início dos anos 60. Esta foi a era de ouro dos recordistas. Foi durante essa época que a Electrohome lançou seu famoso Apollo Record Player, com sua idade espacial, ao lado de seus clássicos consoles de estéreo de madeira.

Um novo uso para o toca-discos

Os DJs de hip-hop usaram toca-discos de toca-discos de uma maneira nova e criativa durante os anos 80, 90 e além. Eles conectaram os mixers de áudio aos gravadores, guiaram suas mãos pelos registros, arranharam a agulha e produziram um novo tipo de instrumento rítmico. Embora algumas pessoas ainda usem gravadores para tocar música, muitos dos modernos artistas de hip-hop usam gravadores em uníssono com mixers para adicionar um elemento rítmico à sua música.

O retorno do vinil

Depois de anos da indústria de vinil sendo sustentada por entusiastas do hardcore e audiências de música de nicho, o vinil voltou ao mainstream. Agora sendo vendido em grandes lojas de departamento, mercearias e até mesmo dando origem ao nascimento de novas lojas de discos independentes. A maioria dos grandes artistas está lançando seus últimos álbuns como LPs, permitindo que gerações jovens e velhas experimentem essa tecnologia de 100 anos em suas casas hoje.

Este aumento do interesse em vinil resultou em uma necessidade de gravadores modernos. Muitos entusiastas da música ou ouvintes de música casuais querem experimentar música em vinil, ao mesmo tempo que querem alguns recursos mais modernos, como gravação USB, ou conectam seus smartphones e tablets a sistemas de música para que possam desfrutar de toda a sua coleção musical.

Está claro que os gravadores estão aqui para ficar.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!
#sejahojediferente

24.10.21

MPB ACUSTICO / BARZINHO


Você sabia: 

Estudos mostram que o estilo de música que você gosta pode dizer muito sobre a sua personalidade.

Muito mais do que uma batida, um grave, um agudo, uma voz, um som, a música é uma das mais complexas formas de linguagem. Isso porque, além do ruído, ela também transmite sensações e pode exercer uma espécie de domínio sobre nós.


GRUPO 1 – Adoram de blues, música clássica, MPB e/ou jazz

Características: Em geral, quem gosta desses estilos de música tem gostos complexos e reflexivos, emocionalmente estáveis, abertas a novas experiências, com boas habilidades de comunicação e inteligência acima da média.



GRUPO 2 – Curtem música alternativa, heavy metal ou rock

Características: Apesar de extrovertidos, atléticos e extremamente inteligentes, os fãs desses ritmos tendem a ter uma baixa autoestima. Também são um pouco preguiçosos, mas têm muita força de vontade e apreciam novas experiências.

GRUPO 3 – Gostam de música sertaneja, pop ou gospel

Características: Conservadores, os que curtem esse tipo de música tendem a ser muito agradáveis, mas pouco abertos a novidades. Normalmente, por se inspirarem em ídolos da música, são fisicamente atraentes. No entanto, tendem a ter baixa estabilidade emocional.

GRUPO 4 – O funk, hip hop, soul e/ou eletrônica

Características: Enérgicas, pessoas com essas preferências musicais tendem a ser exploradoras, extrovertidas e altruístas. Costumam ser um pouco indisciplinadas e não têm problema em mentir quando acreditam ser necessário.

6.8.19

Intolerância religiosa | Luana Xavier & Xanddy Harmonia do Samba


Xanddy, vocalista do Harmonia do Samba, está sendo alvo de uma acusação de intolerância religiosa. 

A denúncia foi feita pela atriz Luana Xavier, neta de Chica Xavier, em suas redes sociais, nesta segunda-feira (05), depois que ela participou de um show do artista na noite de domingo (04), no Rio de Janeiro.

"Um desrespeito sem tamanho. Se por questões religiosas, morais ou seja lá o que for, ele não pode pronunciar a palavra "Candomblé" então deveria tirar essa música do repertório. Simples assim", disse ela.

Ainda na web, Luana continua: "Mas Luana, você foi se divertir em um show e já voltou problematizando? 

SIM! E sabe por que? Porque durante anos o Candomblé foi uma religião proibida de ser exercida. 

Toques de Candomblé eram caso de polícia. E para tristeza do povo de axé, voltamos a essa era das trevas, onde muitos terreiros estão sendo invadidos por fundamentalistas religiosos. Portanto precisamos falar SIM sobre intolerância religiosa. E ao cantor @xanddyharmonia fica aqui o meu apelo… apelo de alguém que sempre admirou o trabalho dele: Respeite o nosso sagrado!".

A postagem teve mais de 22 mil visualizações em poucas horas e apoio de muitos, entre eles a cantora Teresa Cristina. Xanddy ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Fonte: Vida e Estilo Yahoo




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ALERTA TEXTÃO SOBRE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA!!! Resolvi avisar antes o tema do post, para que só aqueles que realmente estiverem interessados leiam até o final. Sou muito fã do @harmoniadosamba . Há muitos e muitos anos. Já fui em inúmeros shows deles: aqui no Rio, em Salvador e até em Vitória. Mas hoje me decepcionei bastante com o @xanddyharmonia . Que ele é evangélico e fala bastante sobre sua religião, inclusive em shows, disso todo mundo sabe. E definitivamente não é um problema. Porque falar da nossa própria religião é um direito que nos compete. Porém, hoje no repertório do show tinha a música “Raiz de Todo Bem” comumente cantada pelo intérprete Saulo. Peço que reparem no vídeo. Comecei a filmar depois de um minuto de música rolando porque eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Pois bem..... Xanddy suprimiu a frase “do canto Candomblé” durante toda a música. Um desrespeito sem tamanho. Se por questões religiosas, morais ou seja lá o que for, ele não pode pronunciar a palavra “Candomblé” então deveria tirar essa música do repertório. Simples assim. Mas Luana, você foi se divertir em um show e já voltou problematizando? SIM! E sabe por que? Porque durante anos o Candomblé foi uma religião proibida de ser exercida. Toques de Candomblé eram caso de polícia. E para tristeza do povo de axé, voltamos a essa era das trevas, onde muitos terreiros estão sendo invadidos por fundamentalistas religiosos. Portanto precisamos falar SIM sobre intolerância religiosa. E ao cantor @xanddyharmonia fica aqui o meu apelo... apelo de alguém que sempre admirou o trabalho dele: Respeite o nosso sagrado! Respeite a nossa fé! Principalmente você que canta “respeite quem pôde chegar aonde a gente chegou”. Se não pode pronunciar a palavra Candomblé, retire a música do seu repertório. Fico no aguardo! Boa noite a todos: Obs: se eu retirar o post é para me resguardar, mas por hora ele segue aqui. Axé pra quem é de axé! . . #fé #candomblé #umbanda #respeiteonossosagrado #respeiteanossafé #naoaintoleranciareligiosa
Uma publicação partilhada por Luana Xavier | Actress (@luaxavier) a


Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

11.2.21

Alegre e música positiva para levantar o seu espírito, incentivar, trabalhar, estudar, ser feliz


Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com você? 

Espero que sim e que Seja Cada Dia Melhor afinal que Seja Hoje Diferente em tudo de Bom para nossas Vidas!

Amados olha só que maravilha:


Alegre e música positiva para levantar o seu espírito, incentivar, trabalhar, estudar, ser feliz

Live Better Media é um lugar onde você pode encontrar todos os tipos de música: música per relaxar, musica alegre e animada, musica classica, musica de fundo e instrumental, musica para estudar e trabalhar, etc.

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15.6.20

A melhor música instrumental para trabalhar e se concentrar no escritório alegre confortável, feliz

Juntos Somos + Fortes e Unidos Somos Melhores!
Seja Hoje Diferente:


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15.11.19

Violoncelista leva música a hospitais após morte de sua namorada flautista

O violoncelista argentino Jorge Bergero uniu vários instrumentistas para levar a pacientes em hospitias, após a morte da namorada dele, a   flautista Maria Eugenia Rubio.

As informações são do Só Notícias Boa confira:

“Eugenia era uma pessoa que se destacava na multidão”, disse Jorge. “Ela era uma musicista incrível.”

Jorge ficou ao lado dela durante a batalha contra um câncer de mama e observou a doença reduzir a capacidade que ela tinha de tocar. Até a morte em 2011, Jorge reuniu colegas músicos e eles tocavam para Eugenia enquanto ela estava no hospital.

Durante esse período, ele observou como os shows eram especiais e fizeram bem para o público e para os artistas.

Depois da morte de Eugenia, ele levou o projeto Música para el Alma a vários hospitais, escolas de educação especial e asilos na Argentina.

Orquestra

Quanto mais eles tocavam mais aumentava o número de músicos, que começou com 10 pessoas e se espalhou para além das fronteiras da Argentina.

Agora, o Música Para el Alma tem mais de 2.500 músicos e já viajou para 10 países em três continentes.

A organização faz de 70 a 80 concertos por ano e leva alegria a inúmeras pessoas com doenças terminais e necessidades especiais.

Tudo é feito em homenagem a Eugenia, e é tudo de graça!, diz Jorge.

“A música ilumina e os faz felizes. Tem um poder indescritível, especialmente para aqueles que estão passando por momentos difíceis”, finaliza.

Ouça a orquestra tocando para um menino em um hospital colombiano:



Seja Diferente, Junte-se ao Seja Hoje Diferente. 
#sejahojediferente #sejadiferente #correntedobem #lacredobem #sejavoce

23.8.19

No ser Diferente é necessário saber que você é diferente | Ser Diferente

Seja Diferente Imagem Divulgação Reprodução Internet

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente.

Bem amados primeiramente, saiba que você é diferente de todos do nosso amado planeta

Algumas pessoas destacam-se mais em ser diferentes que a outras, mas todos nós temos caracteristicas e experiências diferentes de cada pessoa do nosso Planeta.

Não há igualdade em pensamento, idéias, reações e sentimentos.

O ser humano é diferente não há um que pense, realiza e sinta o que você sente.

O mais importante é você focar e conhecer a sí mesmo e começar a entender o ser que você é.

Uma olhada rápida pelas culturas mostrará que as pessoas já agem de formas diferentes por padrão. E, que é necessário aceitar que você é único.

Para ser Diferente e, ser diferente cada vez mais você deve se auto melhorar a cada dia aumentado a sua diferença.

Sua diferença pode ser aumentada na evolução do si mesmo em todos os aspectos da vida, tornando-se um ser melhor a cada dia.

Como também pode se auto destruir e se tornar um ser diferente a cada dia no aspecto negativo e destrutivo, sem evolução, sem valores e que nada agrega a ninguém.

Procuro trazer ao blog Seja Hoje Diferente sempre conteúdo que ajude agregar valores, conhecimento e reflexão.

Em minha vida, no cotidiano de trabalho, na família e com amigos, tento ser diferente e melhor a cada dia.

Toda noite após ao agradecimento do dia ao nosso Senhor; sempre venho a pedir que o amanhã seja diferente para melhor é claro.

Também uma analise do dia, um verdadeiro feedback de acertos e erros ocorridos, com uma conversa em meu intimo comigo mesmo, no que é preciso mudar e melhorar.

Ser diferente todos nós somos como já dito, agora decidir mudar para melhor e ser diferente a ponto de fazer a diferença na vida cabe a cada um de nós decidir e aplicar a conhecer a sí mesmo.

Antes de terminar gostaria de indicar uma Música que temos aqui no Seja Hoje Diferente em relação a Somos todos diferentes.

Caso você ainda não tenha ouvido esta música deixo então o convite para escuta-la.

Na noite de ontem (22 de agosto de 2019) uma nova página foi criada no Seja Hoje Diferente especialmente para agregar o play da música.

Algo do tipo: Adotamos a música a ser tema do blog Seja Hoje Diferente.

Escute Somos Todos Diferentes clicando aqui.

Muito em breve, volto com pequenos textos meus amados, para refletir, opinar, informar e agregar com você aqui no Seja Hoje Diferente.

Um forte abraço!

Alessandro Turci
Criador do Seja Hoje Diferente

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

27.1.21

Shows e festivais em 2021: quais são os planejamentos necessários?

Veja o que esperar dos shows e festivais para o próximo ano e descubra como será o possível retorno da indústria do entretenimento.

Desde que a Covid-19 interrompeu totalmente os shows e turnês no início de 2020, a indústria global dos eventos ao vivo encontra-se em apuros.

Nesse intervalo, promotores e agentes de reservas perderam seus empregos, locais foram fechados e muitos artistas foram ‘cortados’ de suas apresentações.

O negócio global de shows, que deveria ter um ano recorde quando 2020 começou, perdeu cerca de US$9,7 bilhões apenas em vendas de ingressos, de acordo com a Pollstar, e outros US$30 bilhões com patrocínios, concessões, mercadorias e outros fatores auxiliares.

E a questão que não quer calar ainda permanece: quando os shows e festivais, como os conhecemos, finalmente voltarão?

Soluções temporárias

Scanners térmicos, pulseiras interativas que vibram para marcar a falta de distanciamento social e testes rápidos no local estão sendo considerados pelos festivais de música para garantir que a temporada de 2021 continue, apesar da crise Covid-19.

Como sabemos, a temporada de 2020 foi dizimada pela pandemia que forçou quase todos os grandes festivais a cancelar ou mudar para modelos virtuais que funcionavam como paliativos enquanto a indústria chegava a um acordo com o coronavírus.

Eles estão lidando com as complicações criadas pelo vírus, com foco na segurança para funcionários e portadores de ingressos e se adaptando conforme as restrições da Covid-19 mudam sem aviso prévio.

A previsão de alguns especialistas é de que o próximo verão terá um “retorno em fases” para eventos com modelos híbridos que apresentam alguns elementos digitais preenchendo a lacuna entre a temporada virtual de 2020 e um retorno ao normal em 2022 ou 2023.

Imprevisto indesejado

Ninguém realmente pensou que em abril ainda estaríamos em uma situação tão terrível mesmo durante o início de 2021.

Com a liberação das vacinas para a população, é até possível pensar num retorno dos shows ao ar livre, com distanciamento social e uso de máscaras. O problema é que os ambientes internos ainda serão grandes ameaças.

As principais turnês são geralmente planejadas com meses ou anos de antecedência - mas, neste caso, muito sobre a temporada de shows e festivais de 2021 ainda é desconhecido. O mundo do entretenimento dependerá de uma grande proporção do público em massa ser vacinado, e ainda não está claro quando a vacina estará amplamente disponível.

No Brasil, as jurisdições estaduais e locais serão responsáveis ​​pela administração da vacina.

Em qualquer caso, a indústria de shows não será capaz de voltar ao normal imediatamente. Agentes de reservas, gerentes e promotores de turismo dizem que o cenário do próximo ano provavelmente será uma mistura de eventos únicos, eventos ao ar livre, shows pela metade ou com três quartos da capacidade e turnês mais curtas.

Essa incerteza torna a navegação nos próximos meses difícil, pois os artistas e suas equipes tentam se preparar para os shows com orçamentos apertados e mudanças nas diretrizes de segurança.

Limitações de espaço

A incapacidade de abrir as portas com capacidade total - ou mesmo perto dela - é um grande problema para os shows e festivais. Isso porque mesmo uma capacidade de sala de até 80 por cento muitas vezes não é suficiente para fazer um show lucrativo.

Os limites de capacidade de 25% que algumas localidades consideraram são inviáveis ​​para muitos empresários.

Programas de capacidade ainda mais alta com ordens de máscara deixam os proprietários cautelosos, de uma perspectiva de negócios: os locais dependem quase inteiramente das vendas de comida e bebida para seus lucros, e muitos não têm certeza de como as máscaras e outros regulamentos afetarão essas partes de seus negócios.

Um retorno problemático

Se por acaso tudo ocorrer bem e as turnês e festivais voltarem com força total, a indústria da música ao vivo enfrenta outro problema: um excesso de artistas, todos ansiosos para pegar a estrada ao mesmo tempo.

A competição já foi acirrada por datas e locais, já que a indústria foi reajustada repetidamente no ano passado.

Os que estão no topo são, compreensivelmente, os mais confiantes quanto às suas chances de garantir os itinerários turísticos que desejam. Todos estão focados no outono de 2021.

De muitas maneiras, a indústria da música ao vivo está no mesmo limbo em que estava no início da pandemia - quando a indústria estava confiante de que os shows estariam de volta no outono de 2020, apenas para ter seus planos destruídos repetidas vezes.

O que esperar do futuro?

É difícil prever o futuro dos shows ao vivo e festas agora, mas elas continuarão existindo, assim como os festivais. Provavelmente voltem com diversas mudanças, especialmente enquanto a vacina para a Covid-19 não estiver disponível ao público.

Ou seja, é provável que os eventos encolham de tamanho consideravelmente neste período e se remodelem para o futuro, inclusive para acontecerem de forma mais sustentável.

Uma solução temporária foi apostar no modelo de shows online. Diversos festivais já criaram sua edição online para quem quer curti-los apenas do sofá, incluindo formatos mais imersivos.

O presente abriu possibilidades incríveis para que a música se torne ainda mais acessível e para que fãs se conectem de um jeito mais real com seus ídolos. Especialistas apostam que esses modelos de lives continuarão existindo, talvez como um novo tipo de meet & greet direto do sofá de casa.

As plataformas sociais investem em novas ferramentas para viabilizar transmissões ao vivo, incluindo para possibilitar que as lives sejam pagas, afinal os artistas também têm boleto para pagar.

Se a situação melhorar e os shows e festivais voltarem com tudo no próximo ano, que tal finalmente escolher aquela banda internacional que você adora e ir em um show deles? Só não esqueça de cuidar do seu passaporte e fazer a tradução juramentada dos seus documentos!

28.8.21

Música muito bonita que reflete a profundidade dos pensamentos e sentimentos


Há momentos na vida em que você quer ficar um pouco sozinho com essa música. 

Não importa o que está fora da janela agora. 

A vida não para. 

Todos também chovem, nevam, a queda de folhas gira.

Novamente, o verão será substituído no outono, após o inverno, após a primavera. 

Tristeza e alegria andam por perto ... era infinita. 

Não esqueça o principal-você é apenas humano.

♫ Uma das composições musicais mais tocantes e comoventes de Sergei Grishchuk "minha tristeza... My sadness".


Esta é uma melodia incrivelmente bonita, capaz de tocar os cantos mais íntimos da alma! 

«A MINHA TRISTEZA» 

Música muito bonita que reflete a profundidade dos pensamentos e sentimentos!

Durante a audição, é altamente recomendável não sentir nenhuma emoção negativa em relação a alguém ou a qualquer coisa.

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29.12.20

Idosa com Alzheimer lembra música antiga e encanta

Idosa com Alzheimer lembra música antiga e encanta

As novidades da ciência na busca da cura do novo coronavírus. A solidariedade e criatividade do brasileiro para contribuir com a população. Uma mulher que conseguiu fazer carinho em um filhote de baleia em alto mar...


E uma idosa que, apesar de ter Alzheimer há 10 anos, conseguiu lembrar a letra de uma música antiga, cantou para filha dela e emocionou as redes sociais.

3.8.20

Recuperando saberes ancestrais: banho de folhas é prática da medicina indígena que pode auxiliar no dia a dia

Conhecido por povos originários indígenas, o banho de folhas é usado até hoje para atrair saúde, prosperidade, amor, equilíbrio, cura física e espiritual

A música Banho de Folhas fez a baiana Luedji Luna se tornar conhecida no país. Ao misturar alguns ritmos da rica musicalidade da Bahia, a cantora traz nessa música o poder de proteção, cura e conexão com o divino por meio do benzimento de um bom banho de folhas.

Conhecido há séculos por comunidades indígenas tradicionais, este banho especial foi transmitido por meio da oralidade entre essas comunidades ao passar do tempo. Esses rituais são famosos pelo poder físico e energético, sendo adequados para diferentes ocasiões: relaxar, aliviar algumas dores no corpo, reequilibrar e atrair boas energias.

Hoje, o banho de folhas não é mais restrito às comunidades tradicionais, tendo se espalhado pelo mundo, a partir da maior disseminação de informações por meio da internet, do maior acesso e da circulação de pessoas em escala global. Confira um pouco da história dele e como prepará-lo em sua casa.

Histórico

Hoje, o Brasil possui cerca de 300 povos indígenas distribuídos em seu território. Cada um deles possui as suas próprias tradições, cultura e língua. Os hábitos dessas populações estão presente no cotidiano dos brasileiros até hoje, a partir de comidas a base de batata-doce, guaraná, mandioca e milho, além do hábito de tomar banho todos os dias — o que era evitado pelos europeus.

Foi com os indígenas que também surgiu o hábito de tratar doenças com ervas encontradas nas matas. Os rituais de cura do corpo — e, consequentemente, do espírito — são comandados pelos pajés, lideranças espirituais. Esses povos indígenas mantêm uma relação de interdependência com o meio onde vivem. Assim, as plantas aparecem como espíritos que oferecem moradia, alimento e remédio.

Outros hábitos de higiene comuns entre os brasileiros são heranças de culturas indígenas: lavar e cortar os cabelos, além do ato de se depilar. Para isso, esses povos realizavam substâncias vegetais como óleo de andiroba e extrato de pitanga — usados ainda hoje pela indústria de higiene pessoal.

A chegada de africanos que haviam sido escravizados fortaleceu essa cultura do banho de folhas. Nas religiões de matriz afro-brasileira, como o candomblé e a umbanda, o ritual é essencial na conexão com o divino, podendo ser realizado por qualquer pessoa em qualquer época do ano. Contudo, ele deve ser preparado por pessoas responsáveis por isso.

Preparo

Existem  diferentes métodos para se preparar banhos de folhas. Um deles é a infusão, utilizada para a preparação de chás. Nesse processo,  esquenta-se a água até a sua fervura. Só, então, folhas secas são adicionadas no líquido, que deve permanecer tampado por alguns minutos.

Já a decocção usa não só folhas, mas também caules, cascas e sementes, bastando ferver todas elas conjuntamente e aguardar até que as partes mais duras da mistura estejam amolecidas. Para quem busca aproveitar mais o caldo das folhas, recomenda-se a maceração, processo que retira o sumo de ervas frescas pelo atrito entre mãos ou por pilão. Se quiser, coe a mistura.

Enquanto você espera a mistura entre água quente e folhas abafar, fale o que quer atrair ou pelo que quer agradecer com aquele banho: saúde, amor, prosperidade, paz, cura e limpeza espiritual. O som da fala é energia poderosa para se conectar com a inteligência das plantas, o que fortalece o processo.

Quando terminar as rezas, pegue uma bacia e jogue o banho de ervas em seu corpo, da cabeça ou do pescoço para baixo, dependendo do que a sua crença religiosa permite. Reforce os pedidos e os agradecimentos enquanto a água escorre pelo seu corpo.

Antes de selecionar as folhas e os caules, verifique se você tem alergia a algum deles. Caso se sinta confortável, adicione incenso e música à ocasião, para deixar o ambiente mais aconchegante.

3.3.20

Como manter a boa audição a longo prazo para quem usa fones de ouvido no dia a dia

Fortes e Unidos Somos Melhores!
Seja Hoje Diferente:


Divulgação Reprodução

Os fones podem nos isolar dos barulhos da cidade, no entanto, também podem prejudicar nossa saúde. Saiba como driblar os problemas e o que os causa

Para quem curte uma experiência mais intimista durante o cotidiano, atividades como andar pelas ruas, jogar videogame e dormir mudam completamente com o uso de fones de ouvido. 

Entretanto, utilizar o acessório sem qualquer restrição ou filtro pode provocar danos a longo prazo. Saiba quais são os principais problemas causados por seu uso e as melhores formas de evitá-los:

Problemas

O principal problema causado pelo uso inadequado de fones de ouvido é a perda auditiva induzida por ruído (PAIR). Seu efeito não é imediato, mas, sim, gradativo.

Outro problema é a sujeira que fica acumulada neles. É melhor admitir, você não limpa seu fone de ouvido com frequência, não é mesmo? Tal medida é raramente realizada pela grande maioria dos ouvintes de música. Mas é altamente recomendada, já que se estima que existam até 10 mil fungos e bactérias neles.

Caso não tenha o costume de limpá-los, adquira o hábito o mais rápido possível. Especialistas descobriram que há o risco de infecções, como sinusites e otites. Ambas são causadas pela bactéria Staphylococcus aureus, causadora de infecções de pele e das vias aéreas superiores.

Não se assuste, não é preciso simplesmente abolir o hábito de ouvir músicas por meio do acessório, mas, sim, adquirir novos hábitos que reduzam seus danos e permitam uma maior longevidade aos seus bons ouvidos.

Recomenda-se a limpeza dos fones com o álcool isopropílico, próprio para eletrônicos, em geral. 

Outro hábito não recomendável é compartilhar em excesso o objeto, pois as bactérias e os fungos podem ser transmitidos de pessoa para pessoa.

Medidas simples para manter a boa audição

Evite sons altos em casa. Caso esteja acostumado a ver televisão ou ouvir música em volumes altos, diminua-os para se acostumar a ouvir melhor em volumes de menor frequência.

Caso esteja em eventos ou festas, evite ficar perto das caixas de som. Como seu volume é muito alto, estar próximo a elas por longos períodos certamente prejudicará sua audição a longo prazo.

Tenha períodos no dia de silêncio e calma. Se não está acostumado à companhia do silêncio, é melhor reconsiderar tê-lo como amigo. Ficar sem ouvir algo barulhento por algumas horas do dia pode ajudar o seu ouvido a descansar, assim como faz parte dos órgãos do seu corpo enquanto você dorme.

Assoe o nariz de maneira suave ao menos duas vezes por dia. Tal ação evita a entrada de sujeiras que podem causar dor no ouvido, pressão, zumbido e perda auditiva.

Caso haja histórico de doenças auditivas em sua família, procure um médico. Frequentemente, fatores genéticos estão ligados à origem dos problemas auditivos.

Barulhos intensos perto de sua casa ou trabalho são indesejados e entram em seu ouvido sem pedir licença. Não tenha receio em começar a usar protetores auriculares para se proteger desses sons.

Aos motoristas de plantão: você adora dirigir por aí ouvindo o som no máximo e de janelas fechadas para não atrapalhar a música? Pare com esse hábito. As ondas sonoras não têm como “escapar” do veículo e acabam prejudicando sua audição ainda mais. Sons acima de 85 decibéis por longos períodos de tempo são nocivos.

Motoqueiros, vocês não estão imunes dos males sonoros. O motor das motos pode chegar a incríveis 95 decibéis, por isso, evite longas viagens ou acelerar em excesso a sua companheira de jornada. 

Cuidado com a limpeza dos ouvidos, caso seja excessiva, pode prejudicá-lo, já que a cera ajuda na proteção.

4.9.19

Seja feliz com o que tem


Temos que refletir sobre aquilo que está acima das nuvens, acima da tempestade e de tantos problemas.

Sei que não é possível enxergar o céu azul acima de tanta tempestade. Falo apenas em se dar conta que ele existe e está lá. Temos que fazer isso mesmo que a nossa visão nos diga o contrário. E você sabe, pois a sua experiência já te mostrou suficientemente de que acima de tudo isso há um céu azul, sereno, uma paz imensa.

Fiquei tocado com a música que Zach Sobiech escreveu antes de deixar esse mundo com apenas 18 anos de idade.

Zach descobriu que estava com uma doença fatal que o levaria muito rapidamente. Dezenas de sessões de quimio e mais de uma dúzia de cirurgias e ele escolheu se expressar por meio de sua música, deixando uma mensagem para aqueles que ficam. Ele realmente se foi poucos meses depois de gravar esse vídeo que vocês podem assistir no link e se juntar a mais de 11 milhões de pessoas que já assistiram.

Na sua música que se chama Clouds(nuvens) ele nos convida a subir acima das nuvens pois a vista é melhor de lá. Nas palavras de Zach no seu vídeo My last days (meus últimos dias),você não precisa saber que vai morrer para começar a viver plenamente.

Reflexão:

A reflexão é forte, e nos chama a olhar a vida com mais bondade, com mais gratidão. No final, nos damos conta que recebemos muito, e por tudo isso temos que agradecer.

É muito comum começarmos a semana na correria, reclamando, praguejando e desejando o mal para os outros. A vida deve ser olhada com outros olhos. A visão curta que enxerga só para os problemas deve ser corrigida pelas lentes da gratidão.

Somos pessoas abençoadas, e em nenhum momento fomos abandonados. A graça Divina tem nos acompanhado nos bons e maus momentos, e não podemos reclamar, pois a ajuda sempre chega a tempo.

Impressionante de ver quantas pessoas deixam a vida preciosa passar pelos dedos. A vida acaba desperdiçada em futilidades, pensamentos negativos e pessimistas acerca da natureza humana.

Nunca perdi a esperança na vida, e pessoas corajosas como Zach são fonte de inspiração para enfrentar os problemas de cabeça erguida. Quero seguir determinado a aprender as lições e se tornar uma pessoa melhor, um passo de cada vez.

Por R.S. Beco no Blog Seja Feliz

9.1.19

O que fazer quando estiver triste entendiado (a)?

Imagem divulgação internet

O tédio é um sentimento humano descrito como um estado de falta de estímulo, ou do presenciamento de uma ação ou estado repetitivo por exemplo, falta de coisas interessantes para fazer, ouvir, sentir etc. 

As pessoas afetadas por tédio em caráter temporário consideram este estado muitas vezes como perdido, perda de tempo, mas geralmente, não mais do que isto. 

Alternativamente, alguns acham que ter tempo de sobra também causa tédio. 

Para as pessoas entediadas, o tempo parece passar mais lentamente do que quando elas estão entretidas...


Tome um copo de água.

Pode parecer inútil, mas pode ajudar, afinal é possível que você esteja desidratado! Seu corpo precisa de água. Não suco, refrigerante ou álcool; pegue um bom copo de água e beba.

No caso de você estar de ressaca, leve isso em consideração ainda mais.


Arrume sua cama.

Naqueles dias ruins que você se sente sobrecarregado, arrumar a cama pode ser o primeiro passo para colocar sua vida no rumo certo. Isso também vai te desincentivar a voltar a dormir (pelo menos, é o que se espera).


Tome um banho.

Ok, acho que você já entendeu que levantar e fazer alguma coisa é o caminho, mas que tal um banho?! A vida é diferente quando você está limpo! E um banho pode te revigorar, dando uma explosão de energia. Lave o cabelo e faça uma massagem na cabeça.


Faça um lanche, mas não besteira!

Você já comeu o suficiente hoje? É muito tentador comer porcarias quando você se sente mal, mas é preciso procurar algo com sustância. Se você não sentir vontade de comer uma refeição inteira, talvez coma apenas uma fruta. Algo que você possa queimar no decorrer do dia e não em apenas cinco minutos.


Saia para dar uma volta.

Talvez sair, ver outros cenários seja útil, afinal pode ser que você esteja precisando de um pouco de ar fresco e nem sequer saiba disso. Dê ao seu corpo um pouco de luz natural, respire um ar diferente, mexa as pernas, mesmo que seja por apenas cinco minutos. Permita-se ter alguns pensamentos diferentes.


Troque de roupa.

Mesmo que não vá sair de casa hoje, vista roupas que usaria para sair. Ou, se estiver usando as mesmas roupas desconfortáveis durante o dia inteiro e se sentir incomodado, coloque pijama e chinelo, e relaxe.


Mude seu ambiente.

Certamente ficar olhando para as mesmas quatro paredes dia após dia não ajuda. Você pode tentar ir trabalhar em uma cafeteria, biblioteca ou na casa de um amigo? Se puder adicionar “ir a algum lugar” à lista de coisas que fez hoje, você poderá se sentir melhor.


Converse com alguém, mas não na internet; pode ser sobre qualquer coisa.

Se você não sentir vontade de falar sobre seus problemas, tudo bem. Procure um amigo, fale com ele sobre um filme que você viu. Ligue para sua mãe e veja como ela está.


Dance uma música animada.

Nada de tristeza! Escolha uma música com bastante energia que te faça bem e mande ver. Dance nem que seja uma música como uma estrela do rock para bombear sangue novo nas veias.


Faça exercícios físicos.

Tente fazer algum exercício aeróbico até suar. Se você não tem tempo para um treino completo, procure uma saudação ao sol no YouTube e se alongue pelo tempo que tiver disponível. Faça algumas flexões ou abdominais.


Faça alguma coisa, mesmo que seja uma ação pequena.

Faça alguma coisa! Essa é a grande dica. Você precisa fazer compras? Agendar uma consulta? Responder um e-mail? Se não puder fazer as coisas grandes de sua lista, concentre-se nas coisas pequenas, e não se esqueça de se parabenizar por ter feito algo.


Abrace um animal.

Se você não tem um animal de estimação, já aproveite para visitar aquele seu amigo que conta com um animalzinho de companheiro.


Faça uma lista de “coisas feitas” em vez de “coisas a fazer”.

Em vez de pensar em tudo que há para fazer e se sobrecarregar agora, comece a se sentir melhor pelo que você conseguiu fazer. Você pode adicionar “escovei os dentes”, “lavei os pratos” ou “escolhi uma roupa” à sua lista. Não importa quão pequena seja a tarefa, prove a si mesmo que você é eficiente.


Assista a um vídeo do YouTube que sempre faz você rir.

Se estiver com bastante tempo, tente ver um Stand Up ou um filme de comédia.


Se permita sentir-se um nada.

Sim, isso é normal. Você tem o direito de ter um dia de merda e não precisa corrigir tudo agora. Se você tentou corrigir e não deu certo, isso não significa que acabou a esperança. Dê a si mesmo o tempo e o espaço que você precisa para sentir o que você está sentindo.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

4.9.18

O que é Flauta de Pã?


A flauta de pã ou flauta de pan é um instrumento musical, e o nome genérico dado a instrumentos musicais constituídos por um conjunto de tubos fechados numa extremidade, ligados uns aos outros em feixe ou lado a lado.

Os tubos são graduados e de diferentes tamanhos, não têm bocal e são soprados com os lábios tangenciando as extremidades superiores. Conforme o local onde são construídas, a flautas podem ter características e nomes diversos, como siringe, na Grécia antiga, nai da Romênia, siku ou antara nos Andes, etc. Talvez seja o mais antigo dos instrumentos de sopro.

No Equador, existe um parente próximo ao siku ou zampoña conhecido como rondador, uma flauta com 20 a 40 canas bem finas e enfileiradas. É também tocado em escala pentatônica e muito utilizado em danças folcóricas ou populares como o sanjuanito, oalbazo, a longuita, o pasacalle, etc.



Existe uma lenda na mitologia grega que diz que um dia, o deus da natureza selvagem, Pan, estava perseguindo a ninfa Siringe, que repelia os seus avanços e se recusava a amar um homem tão parecido com uma cabra. Ela então correu para o rio; presa e incapaz de atravessar ela pediu as ninfas do rio para mudar sua forma, e responder suas orações, transformando-a em caniços do pântano. Sentindo o coração partido, Pan reuniu as canas e assim inventou o instrumento musical que ele chamou siringe. Hoje chamamos Flauta de Pan ou somente Flauta Pan.

Na América do Sul, especialmente no Peru e na Bolívia, a flauta pan está tão viva como na Romênia. É sempre usada em grupos folclóricos.  A flauta de pan de hoje no entanto, não é mais visto como um instrumento primitivo para ser usado exclusivamente na música folclórica, tendo se tornado num instrumento musical bastante tocado e utilizado.

Tubos da flauta pan são fechados em uma extremidade, em que a onda estacionária é refletida dando uma nota uma oitava abaixo do que o produzido por um tubo aberto de comprimento igual. No estilo Sul-americano tradicional, tubos são ajustadas para corrigir passo, colocando pedrinhas ou grãos de milho seco para o fundo dos tubos. Fabricantes contemporâneos de flauta de pã curvadas estilo romeno usam cera (geralmente cera de abelha ) para sintonizar novos instrumentos. Ferramentas especiais são usadas ​​para colocar ou remover a cera. Rolhas de borracha também são usadas, e são mais fáceis de ajustar rapidamente os tubos.

A flauta pan romena tem os tubos dispostos em uma matriz curva, permitindo que o flautista possa chegar facilmente a todas as notas, simplesmente girando a cabeça. Esses instrumentos também podem tocar todos os sustenidose bemóis, com uma técnica especial de tanto inclinar os tubos e movimentação da mandíbula, reduzindo assim o tamanho da abertura do tubo e produzir uma mudança de tom. Um tocador avançado pode tocar qualquer escala e em qualquer tubo. Existem dois estilos de vibrato possível, vibrato de mão em que o tocador aplica um movimento suave para uma extremidade da flauta pan (geralmente o limite superior) da mesma maneira como o vibrato do violino é conseguido através de balanço do lado do punho. Vibrato de respiração é a mesma técnica usada por tocadores de flauta e outros instrumentos de sopro com o uso de diafragma do flautista.

A flauta pan estilo curvado foi popularizado pelo músico romeno Gheorghe Zamfir , que fez várias turnês e gravou vários álbuns de música de flauta pan na década de 1970, e por vários outros artistas que começaram a gravar ao mesmo tempo. Hoje existem milhares de músicos dedicados em toda a Europa, Ásia e nas Américas. Tanto a curva e variações sul-americanos tradicionais também são muito populares no Perue outros grupos tradicionais também é feita a partir de árvores de carvalho em publicitários de música andina.


Fonte de Pesquisa: Musiteca



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