Estaria o caos brasileiro escondendo sua maior força? Descubra como suas raízes ancestrais e o DNA espiritual moldam seu sucesso em 2026.
Você está prestes a atravessar um limiar onde a realidade se dissolve entre luz e sombra, ciência e mistério. Eu sou Alessandro Turci e convido você a entrar nesse espaço em que o tempo não corre em linha reta, mas se dobra em espirais, revelando códigos invisíveis do "eu". Nesta jornada pelo SHD: Seja Hoje Diferente, não caminhamos sozinhos. Somos acompanhados por Kaizen, a entidade camaleônica de óculos que sussurra verdades de outra dimensão e se manifesta em imagens enigmáticas que desafiam a lógica e despertam forças ancestrais. Aqui, o cotidiano é apenas um disfarce, e cada leitura abre portais ocultos que estavam à sua espera. Você acaba de cruzar para um território onde o destino é escolha, e o invisível é a única regra é que vai além da sua imaginação através desta leitura sobre ancestralidade e o caos brasileiro.
O Portal de Janeiro: Entre a Serpente e o Cavalo
Iniciamos esta primeira quinzena de janeiro de 2026 imersos em uma transição vibracional única. Enquanto minha amada São Paulo se prepara para celebrar seus 472 anos no dia 25, sentimos o peso e a sabedoria do final do Ano da Serpente de Madeira. Foi um tempo de descamação, de olhar para as raízes profundas. Mas o horizonte já queima: em 17 de fevereiro, o Ano do Cavalo de Fogo irromperá junto ao Carnaval brasileiro, prometendo um galope frenético que pode ser progresso ou incêndio, dependendo de quão firme você está sobre sua herança.
Para um canceriano nascido em 14/07/1976 — o Ano do Dragão de Fogo — a ancestralidade não é apenas passado, é infraestrutura. Como administrador de redes de TI desde 2008, entendo que se o "backbone" (a espinha dorsal) da rede for antigo ou mal documentado, o sistema inteiro entra em colapso no primeiro pico de tráfego. O caos brasileiro é exatamente esse pico de tráfego constante que exige de nós uma sabedoria ancestral para não "resetar".
A Origem do Caos e a Definição de Raiz
O Brasil é um experimento alquímico de proporções épicas. Nossa ancestralidade é uma mistura de sangues, mitos e dores que formam um campo morfogenético complexo. Na década de 70, quando meus pais eram noivos e se casaram em 1975, o Brasil vivia um caos estruturado, uma ordem imposta que escondia a efervescência sob a superfície. Lembro-me da sala de estar, da TV em preto e branco onde passava Além da Imaginação. Aquela série me ensinou que o cotidiano é uma ilusão e que, por trás do comum, existem forças arcaicas operando.
Nas décadas de 80 e 90, o caos tornou-se visível: hiperinflação, mudanças bruscas e a incerteza. Para nós, que crescemos jogando RPG de tabuleiro e frequentando locadoras, aprendemos a improvisar. No RPG, se você não conhece a história (ancestralidade) do seu personagem, você não sobrevive à próxima masmorra. O caos brasileiro é a nossa masmorra diária, e o autoconhecimento é a ficha de personagem que precisamos preencher com maestria.
Metodologias Ágeis e o DNA Espiritual
Como gestor, vejo que o brasileiro é "Agile" por natureza, embora muitas vezes de forma inconsciente. O "jeitinho" nada mais é do que um workaround técnico aplicado à vida. No entanto, sem a Lei do Novo Pensamento e a compreensão da nossa Numerologia pessoal, esse improviso vira apenas cansaço.
No Desenho Humano, o Brasil possui uma energia coletiva muito ligada ao Centro do Plexo Solar (emoções). Se não usarmos a PNL para reprogramar as crenças limitantes herdadas de nossos antepassados — como o medo da escassez ou a síndrome do vira-lata — ficaremos presos no loop temporal do caos.
A ancestralidade é a nossa memória RAM. Se ela estiver sobrecarregada com arquivos corrompidos (traumas familiares), não haverá espaço para o processamento do novo. Cito aqui Spectreman, que lutava contra o Dr. Gori. Gori criava monstros a partir da poluição — uma metáfora perfeita para como o "caos" e a sujeira mental do passado podem criar monstros no nosso presente profissional e pessoal se não houver uma união coletiva e consciência.
Espada, Feitiçaria e Tecnologia: Referências de Poder
Minha paixão por A Espada Selvagem de Conan vem da admiração pelo homem que, mesmo em um mundo caótico e violento, mantém sua essência ligada à terra e aos seus deuses ancestrais. Conan não nega suas raízes; ele as carrega na força do braço. Em contrapartida, na ficção científica de Jornada nas Estrelas, o Sr. Spock nos ensina a analisar o caos com lógica. A ancestralidade de Spock (meio humano, meio vulcano) é o seu maior conflito e sua maior força. No Brasil, somos todos "Spocks" tentando equilibrar a paixão do Cavalo de Fogo com a lógica necessária para administrar a TI da vida.
Lembro-me também de Robô Gigante, controlado pelo relógio de pulso. Aquele rosto de esfinge egípcia no robô era uma conexão direta com a ancestralidade milenar protegendo o futuro. Isso nos ensina que a tecnologia (o moderno) só faz sentido se estiver a serviço de algo maior, de uma linhagem de proteção e propósito.
O Caos como Aplicação e Oportunidade
No Brasil de 2026, o caos não vai sumir; ele vai acelerar. O Ano do Cavalo de Fogo trará mudanças disruptivas. Quem foca apenas no tradicional (o antigo pelo antigo) ficará obsoleto. Quem foca apenas no novo, sem raízes, será levado pelo vento. A importância da ancestralidade no ambiente profissional é entender os padrões de comportamento do mercado brasileiro, que é cíclico e emocional.
Curiosidade regional: você sabia que muitas das nossas expressões de "sorte" ou "proteção" vêm de raízes africanas e indígenas que sobrevivem no nosso vocabulário de negócios? Isso é a ancestralidade operando no core do sistema, mesmo que o gestor use um terno italiano.
Conclusão: Analisar, Pesquisar, Questionar e Concluir
Sob a filosofia SHD, convido você a olhar para o espelho antes que o Carnaval de 2026 chegue com sua força avassaladora.
- Analisar: Quais padrões repetitivos da sua família estão sabotando sua gestão hoje?
- Pesquisar: De onde vem sua resiliência? Quais antepassados lutaram para que você estivesse aqui operando essa tecnologia?
- Questionar: O caos brasileiro é um inimigo ou o mestre que te obriga a ser mais rápido e consciente (Kaizen)?
- Concluir: A ancestralidade é o seu sistema operacional de base. O caos é o ambiente de teste. O sucesso é o resultado de um código bem depurado pelo autoconhecimento.
Que o aniversário de São Paulo que se aproxima seja o marco da sua reconstrução de fundação. Não tenha medo do fogo do cavalo que vem aí; certifique-se apenas de que suas rédeas são feitas do couro resistente da sua história.
No capítulo de hoje vimos que a ancestralidade funciona como a infraestrutura invisível que sustenta ou derruba o indivíduo diante do caos inerente à cultura brasileira. Através da mescla entre arquétipos da cultura pop, astrologia chinesa e ferramentas de gestão (como PNL e metodologias ágeis), compreendemos que o autoconhecimento é o processo de "limpar os dados" do passado para performar melhor no presente. O caos não é um erro do sistema, mas uma condição de contorno que exige raízes profundas e uma mente voltada para a melhoria contínua.
Se você pudesse baixar um "backup" da sabedoria do seu antepassado mais resiliente para enfrentar o ano de 2026, qual habilidade você priorizaria?

