Uma Jornada de Terror
Reprodução Divulgação

Minha Análise e Concordância com a Visão de Renato Marafon, do Site CinePop

Como dono do blog Seja Hoje Diferente, tenho o prazer de compartilhar com vocês minhas impressões sobre 'V/H/S/85', o sexto capítulo de uma franquia de terror amplamente consagrada. Ao adentrar nas cinco histórias que compõem esse filme, não pude evitar a sensação de que estava revisitando um lugar sombrio de minha infância. Assim como Renato Marafon, e sua crítica no site CinePop, também fui atraído pelas fitas de 'Faces da Morte'.

Relembrando as Noites Insones da juventude

De maneira semelhante a Marafon, lembro-me claramente de minha ida à videolocadora em busca de 'Faces da Morte', uma experiência que misturava fascínio e medo. Eu acreditava veementemente que as histórias retratadas naquelas fitas eram reais, e o impacto dessas cenas grotescas de pessoas explodindo o cérebro de macacos ou os acidentes mais bizarros possível ecoavam em minhas noites de sono. Tais histórias eram um gatilho para intermináveis conversas e teorias assustadoras com amigos, tudo em um ambiente de mistério e horror.

À medida que crescemos, no entanto, assim como Marafon, a verdade sobre 'Faces da Morte' veio à tona. Descobrimos que aquelas histórias, por mais perturbadoras que fossem, eram encenadas para a produção das fitas. O terror que sentíamos era, em grande parte, resultado de nossa própria imaginação. Mesmo assim, o impacto daquelas imagens continuou a ecoar em nossas memórias, deixando cicatrizes psicológicas profundas.

'V/H/S/85': Uma Viagem ao Passado Aterrorizante

Para aqueles que compartilham conosco essa experiência de juventude marcada por terror, 'V/H/S/85' é uma verdadeira relíquia. Neste sexto capítulo da icônica franquia de terror, somos levados de volta a 1985 por meio de um intrigante documentário de TV. Nele, somos apresentados a cinco histórias que prometem arrepiar até mesmo os mais destemidos.

A primeira história nos mergulha na vida de cientistas que observam um garoto peculiar, inexplicavelmente fixado em sua televisão. Em seguida, somos transportados para uma aventura de esqui no lago, onde crianças enfrentam terrores inimagináveis. Uma equipe de TV luta pela sobrevivência em meio a um desastre natural, enquanto os primeiros dias da realidade virtual despertam algo aterrorizante em outra história. Por fim, somos confrontados com um sonho mortal, registrado em fita.

Embora algumas histórias impactem mais do que outras, todas elas conseguem imprimir uma sensação de terror única. O segmento que mais me perturbou, por exemplo, foi aquele dirigido por Gigi Saul Guerrero. Nele, somos transportados para um estúdio de TV mexicano após um devastador terremoto, enquanto um grupo de bombeiros se esforça para salvar os sobreviventes de um prédio em colapso. A sensação de assistir a um estranho filme caseiro, carregado de tensão e desespero, é palpável, e o plot twist final é profundamente perturbador.

Diversidade de Abordagens no Terror

Cada segmento do filme traz uma perspectiva única do medo, apresentando os terrores e as angústias de diferentes diretores de forma magistral. Embora não haja um desenvolvimento aprofundado dos personagens, as histórias são verdadeiramente impactantes. Cada uma delas culmina em um final imprevisível, capaz de deixar qualquer espectador de queixo caído.

Após seis capítulos, 'V/H/S/85' surge como um dos melhores da franquia. Envolto em nostalgia, é impossível não se envolver com os seis segmentos tão chocantes, contados de maneira inovadora e brilhante. Pessoalmente, me surpreendi com a capacidade do filme de ressuscitar os pesadelos da minha infância e transformá-los em uma experiência de terror inesquecível.

Infelizmente, ainda não há previsão de lançamento do filme no Brasil, mas os fãs de terror certamente encontrarão uma jornada repleta de sustos e lembranças assustadoras ao assisti-lo quando estiver disponível no Shudder em 6 de outubro.


Assim como Renato Marafon, que compartilhou suas lembranças e impressões sobre 'V/H/S/85' no site CinePop, minha experiência com esse filme foi marcante. A nostalgia do passado se mescla com o terror do presente, proporcionando uma viagem assustadora que nos faz refletir sobre o impacto duradouro das imagens que nos assombram desde a infância.

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