Descubra como a Marfrig amplia sua presença global com novas autorizações do MAPA.

Descubra como a Marfrig amplia sua presença global com novas autorizações do MAPA. Leia e entenda o impacto!
Saudações, amigos do Brasil e do mundo! Eu sou Alessandro Turci, criador do SHD: Seja Hoje Diferente. Aqui, não tem pose nem perfeição — tem vida real, histórias que inspiram, reflexões sinceras e aquele empurrãozinho que às vezes a gente precisa pra seguir em frente. Hoje, falo sobre um movimento estratégico que pode parecer distante da nossa rotina, mas que afeta diretamente o que chega à nossa mesa e como o Brasil se posiciona no mundo: a expansão da Marfrig no mercado internacional de carne bovina.
Lembro de quando eu tinha 13 anos e ia à locadora do bairro escolher um VHS para o fim de semana. Naquela época, o mundo parecia grande demais e o Brasil pequeno demais. Hoje, vejo empresas brasileiras como a Marfrig rompendo fronteiras e levando nossa produção para lugares como Indonésia, Canadá e Singapura. Isso me faz pensar: o que mudou? E o que ainda precisa mudar?

O Brasil na rota da proteína global

A recente autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para que unidades da Marfrig exportem carne bovina para três novos destinos — Indonésia, Canadá e Singapura — é mais do que uma conquista empresarial. É um reflexo da confiança internacional na qualidade da nossa produção.
As unidades de Chupinguaia (RO), Tangará da Serra (MT) e Promissão (SP) agora estão aptas a embarcar proteína animal para a Indonésia. Bagé (RS) foi habilitada para Singapura, enquanto Várzea Grande (MT) recebeu sinal verde para o Canadá. Cada uma dessas regiões carrega consigo não só a força da agroindústria, mas também histórias de trabalhadores, como eu, que desde 2001 atuo em uma fábrica de conectores elétricos e, desde 2009, lidero o setor de TI da empresa.

Por que isso importa para você?

Pode parecer um tema distante, mas não é. A exportação de carne bovina afeta diretamente o preço interno, a geração de empregos e até a imagem do Brasil lá fora. Quando uma empresa como a Marfrig conquista novos mercados, ela leva consigo o nome do país, nossos protocolos sanitários, nossa capacidade de produção e nossa responsabilidade ambiental.
E aqui entra uma questão que muitos brasileiros evitam: será que estamos preparados para sermos protagonistas globais sem perder nossa identidade local? Será que o crescimento da exportação não deveria vir acompanhado de políticas que garantam o abastecimento interno e preços justos?

Curiosidades e impactos culturais

Você sabia que a Indonésia, apesar de ser um país majoritariamente muçulmano, tem uma demanda crescente por carne bovina brasileira devido à confiança nos nossos protocolos sanitários?
Em Singapura, a carne brasileira é vista como premium, sendo usada em pratos típicos e até em restaurantes de alta gastronomia.
Esses dados mostram que o Brasil não é apenas um fornecedor — é um parceiro estratégico. E isso me faz lembrar dos tempos em que eu frequentava a Galeria do Rock e o Bairro da Liberdade, onde culturas se misturavam e se respeitavam. Exportar carne é, de certa forma, exportar cultura.

Lições de vida e de mercado

Aos 17 anos, eu já entendia que disciplina e consistência eram essenciais. Hoje, vejo essas mesmas qualidades na trajetória da Marfrig. Com mais de 30 mil colaboradores e uma produção diária de mais de 29 mil bovinos, a empresa não apenas cresce — ela se adapta, respeita protocolos e investe em sustentabilidade.
E isso me lembra dos discos de vinil que coleciono até hoje. Cada LP tem sua história, sua textura, sua autenticidade. Assim como cada unidade da Marfrig tem sua identidade regional, mas todas seguem uma mesma sinfonia: qualidade e responsabilidade.

FAQ – Perguntas que você pode estar se fazendo

Como a exportação de carne bovina afeta o consumidor brasileiro?
Aumenta a competitividade e pode influenciar os preços internos. Também gera empregos e fortalece a economia.
Por que Indonésia, Canadá e Singapura são mercados estratégicos?
São países com alto poder de consumo e exigências sanitárias rigorosas, o que valoriza a carne brasileira.
A Marfrig é confiável em termos de sustentabilidade?
Sim. A empresa investe em projetos ambientais e cumpre protocolos internacionais de rastreabilidade e bem-estar animal.
Como isso pode inspirar outros setores da indústria brasileira?
Mostra que é possível crescer com qualidade, respeitando normas e valorizando o capital humano.

Conclusão: o Brasil que exporta também precisa se cuidar

Analisar, pesquisar, questionar e concluir. Essa é a filosofia do SHD. E ao olhar para esse movimento da Marfrig, vejo um Brasil que quer — e pode — ser protagonista. Mas também vejo a necessidade de equilíbrio: exportar sem esquecer de abastecer, crescer sem esquecer de cuidar.
Como os fliperamas da minha juventude, onde cada ficha era uma chance de ir mais longe, o Brasil está inserindo novas fichas no jogo global. Que joguemos com estratégia, ética e propósito.
Você pode se interessar também:
E você, o que pensa sobre a expansão da Marfrig? Comente abaixo ou mande sua mensagem pelo WhatsApp oficial na nossa página de contato. Vamos juntos construir um Brasil que seja hoje diferente.

Deixe seu comentário

A reflexão só se torna completa quando compartilhada! Deixe seu comentário e ajude a ampliar este diálogo sobre a condição humana, conectando suas perspectivas às de outros leitores. Cada interação aqui não apenas enriquece este espaço, mas também fortalece o propósito de inspirar desenvolvimento e crescimento por meio de ideias e aprendizados em Psicologia, Filosofia, Espiritualidade e muito mais. Participe e faça deste lugar um ponto de encontro de reflexões transformadoras!

Postagem Anterior Próxima Postagem
GeraLinks - Agregador de links