Como vencer a crise: vender semijoias é alternativa às brasileiras


A recessão chegou para todos. Com o tombo recorde de 9,7% do PIB no segundo trimestre do ano, a situação, que já era crítica, fica ainda mais complicada, pois o Brasil entra oficialmente em recessão. 


As mulheres já estão sendo impactadas. Elas estão entre os grupos mais sujeitos ao desemprego durante a pandemia, e ainda precisam se preocupar com a casa, família e outras pressões sociais. 


Nesse período difícil, a escassez da renda mensal começa a se tornar um problema e as mulheres acabam precisando encontrar uma forma de garantir o sustento do lar. 



Uma das soluções pode estar na venda de semijoias. 


Em um mercado saturado de vendedoras de roupas e produtos de beleza, as semijoias ainda têm potencial de crescimento. Ou seja, um bom negócio. 

Tudo sobre o mercado de semijoias


Segundo o estudo McKinsey Global Institute, este mercado conta com mais de 3 mil empresas em atividade no país com faturamento de R$ 600 milhões e expectativa de crescimento de 6% ao ano. 


Já a consultoria GFK destacou que o Brasil está entre as nações mais vaidosas do mundo: as mulheres gastam em média 5,3 horas com cuidados pessoais e os homens 3,5, quando a média mundial é de 4 horas semanais. Além disso, o estudo mostrou que o principal motivo para se enfeitar com as semijoias é para realçar a beleza. 


O mercado de semijoias tem se qualificado com tecnologias que permitem uma melhor oferta ao consumidor. Hoje, um anel de prata, por exemplo, é produzido de forma a durar muito mais, sem escurecer ou riscar. 


As novidades também estão auxiliando na expansão para o público masculino. Há muitos exemplos de celebridades que usam acessórios como colares, anéis e pulseiras em materiais como pedras, prata e couro. 


Outro fator que tem contribuído para o crescimento do mercado é a oportunidade de vender online. O interesse de comprar peças pela internet é vantajoso não só para as marcas, mas também para as revendedoras, principalmente neste período de distanciamento social.


Elas podem usar ferramentas do seu dia a dia, como o WhatsApp e o Instagram para encontrar seu público-alvo, apresentar o produto, concluir a venda e fidelizar o cliente. Tudo pode ser feito em segurança, saindo de casa apenas para realizar a entrega do item.


As vendas online, no entanto, não substituem a forma tradicional de vender semijoias: o boca a boca. Oferecer os produtos para familiares, amigos e vizinhos ainda é uma estratégia na qual toda revendedora precisa apostar. 

Dicas para começar a revender


O primeiro passo para vencer a crise vendendo semijoias é analisar as opções do mercado. 

Há empresas que permitem iniciar esse trabalho adquirindo um pequeno estoque de apenas R$ 500, ideal para quem está apertado. 


Além disso, é preciso conferir se a revenda de semijoias oferece um bom suporte às profissionais, pois é comum que no início da atividade surjam muitas dúvidas. 


Quem revende semijoias também precisa estar atento às tendências e estudar bastante para saber o momento certo de comprar mais peças de determinado tipo ou de fazer uma promoção, por exemplo. 


E por último, é essencial esquecer um pouco das dificuldades desse período para conquistar mais vendas. Simpatia, respeito e dedicação ao trabalho vão ajudar a garantir bons negócios. 

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