29.6.22

8 Coisas para saber antes de viajar para Orlando


Muitas pessoas possuem o sonho de conhecer Orlando, cidade que fica localizada na Flórida, um dos estados com clima tropical do norte da américa. 


Além de ser um local receptivo e aconchegante, as pessoas sonham em conhecer esse local, pois ele hospeda o casal do Mickey Mouse, e lá você pode conhecer inúmeros parques de diversão, como a própria Universal e o Magic Kingdom e a casa da Disney.


Em suma, não é à toa que esses parques levam a fama que têm e possuem peso suficiente para transformar uma cidade em um dos pontos turísticos mais desejados de se visitar do mundo. 

Entretanto, mesmo com a quantidade de roteiros disponíveis na internet para que você possa conhecer o melhor da cidade e dos parques, ainda sim, existem pessoas que conhecem o lugar e deixam passar muitas experiências, tornando a viagem para Disney

de certa forma, incompleta. 


Confira a seguir tudo o que você precisa saber sobre esse lugar mágico para que você possa planejar a sua viagem de forma completa e possa aproveitar todos os locais possíveis, assim como ter uma experiência completa. 

Qual época visitar?

Em primeiro lugar, antes de qualquer coisa, é necessário saber a época em que você vai viajar. Isso porque, ao escolher uma data, é preciso levar em consideração muito mais do que apenas marcar um período de férias possível no seu trabalho. 


Isso porque, assim como em todos os lugares turísticos do mundo, ao fazer uma viagem Disney, é necessário saber quais as altas e baixas temporadas da cidade, tanto para que você não pegue todas as atrações muito cheias, quanto para poder pagar mais barato.


Desse modo, é importante saber que uma das melhores épocas para visitar a cidade, tanto em termos de clima quanto em questão de atrações bacanas, é justamente em meados de setembro até o início de novembro.


Vai ser durante esse período que as temperaturas na cidade não estarão tão altas quanto no verão em que a cidade pode apresentar 32 ºC. 


Vale lembrar que o calor excessivo pode aumentar o cansaço, por exemplo, fazendo com que você não aproveite tão bem as atrações. 


Além disso, é justamente nessa época em que os diversos parques que existem na cidade se enfeitam para o Halloween, feriado extremamente importante para a cultura norte-americana, muito mais do que o dia das bruxas no brasil. 


Nessa época, é possível contar com festas temáticas exclusivas, além de shows especiais e até mesmo concursos de melhores fantasias em alguns parques, por exemplo. 


Outra coisa importante de salientar antes de agendar a sua viagem Orlando, é saber quais as altas e baixas temporadas para poder economizar o seu dinheiro e evitar filas, por exemplo. 


Dessa maneira, saiba que Orlando fica lotada de turistas durante 2 períodos do ano.


Como a Flórida está entre um dos destinos com maior demanda para os trajetos e com tantos benefícios disponíveis para famílias, os 2 momentos de alta temporada coincidem com as férias escolares nos Estados Unidos, entre os meses de março e abril e de junho a setembro.


Dessa forma, os demais períodos do ano acabam sendo mais vazios, e assim como toda cidade turística do mundo, os preços acabam caindo justamente para que nas épocas com menor movimento, a cidade consiga atrair mais turistas e visitantes. 

Quais são os parques existentes atualmente em Orlando e quais parques visitar?

Orlando pode ser conhecido como a cidade dos parques temáticos, e assim, fica um pouco difícil conhecer todos os 30 parques que existem na cidade. 


Desse jeito, além de pesquisar sobre Disney hotels Orlando, é importante decidir qual dos parques você quer visitar e comprar os ingressos com antecedência. 


Isso porque, muitos deles depois da pandemia passaram a exigir agendamento para a visita e reserva. Ou seja, é muito importante não deixar para decidir esse roteiro de última hora e não perder o melhor que a cidade tem a oferecer. 


Confira uma lista com os principais parques: 


  • Parque Disney’s Magic Kingdom
  • Parque Disney Epcot em Orlando
  • Parque Universal Studios em Orlando
  • Parque Islands Of Adventure em Orlando
  • Parque Busch Gardens
  • Parque Seaworld
  • Parque da NASA em Orlando
  • Parque Legoland em Orlando


Veja agora o motivo desses parques serem considerados imperdíveis, para que você não deixe de ir.

  1. Parque Disney’s Magic Kingdom

O primeiro parque que definitivamente é a cara do cartão postal de Orlando que você não pode deixar de conhecer de jeito nenhum é o Magic Kingdom. Nele é possível visitar o famoso castelo da Cinderela.


Lá é possível conhecer diversos brinquedos, atrações e tirar a famosa foto com o Mickey. Além disso, ele conta com um show mágico de encerramento, considerado um dos espetáculos mais bonitos do parque. 


Vale lembrar que além do parque, o lugar possui diversos restaurantes temáticos, lojas e até mesmo o Disney resorts Orlando, onde você pode ficar hospedado durante sua passagem pela cidade.

  1. Parque Disney Epcot em Orlando

Outra atração da Disney é o Parque Disney Epcot Orlando que se encontra dentro do complexo Walt Disney World e é considerado um espaço de diversões futurista. 


Isso porque, ele é focado em brinquedos e atrações que possuem tecnologias de última geração. 


Ele é um lugar muito interessante para quem curte locais mais futuristas, sendo um espaço imperdível para curiosidades científicas sobre o assunto.


Além disso, o Epcot também possui uma área temática que é uma réplica dos países, fazendo você se sentir como se estivesse dando uma volta ao mundo. São 11 países no total, como México, China, Alemanha, Estados Unidos, França, Itália, Marrocos e outros. 

  1. Parque Universal Studios em Orlando

Outro parque que é bem famoso e não tem como ir pra Orlando e deixar de conhecer é o da Universal. É justamente lá que você poderá imergir na realidade dos filmes de um dos maiores estúdios do mundo. 


Recomendado para jovens e adultos, no parque da Universal você poderá contar com atrações mais radicais como diversas montanhas-russas e simuladores de última geração, e todos sobre os principais filmes de Hollywood.


Desse modo, pesquise agora mesmo sobre pacote Disney baixa temporada e comece a planejar a sua viagem para Orlando. 

  1. Parque Islands Of Adventure em Orlando

O Islands of Adventure Orlando é um parque que faz parte do complexo da Universal, tanto que, você consegue ir de um para o outro através de um trem, uma vez que, eles são muito próximos.


As atrações desse parque também são voltadas a temáticas de filmes, como por exemplo o Harry Potter. É justamente lá que você poderá conhecer o castelo de Hogwarts e tomar a famosa cerveja amanteigada da realidade do mundo dos bruxos. 


Além disso, ele também possui muitas atrações fantásticas para quem gosta de super-heróis, como a famosa montanha-russa do Hulk e super heróis da Marvel e um simulador para que se sinta dentro da cidade do homem-aranha. 

  1. Parque Busch Gardens

O Busch Gardens é um parque para quem gosta de montanha-russa. Isso porque, ele coleciona as maiores do mundo. 


Porém, ele é um dos mais distantes, ficando a cerca de 90 quilômetros do centro de Orlando, distância que chega a aproximadamente 1 hora e 20 minutos de carro. 

  1. Parque Seaworld

O Sea World em Orlando também é muito famoso por ter a temática do fundo do mar. Lá é possível contar com atrações voltadas para esse tema, além de poder conferir shows das baleias e golfinhos, que é uma das atrações mais famosas do parque. 


Em resumo, o parque também possui experiências imersivas e algumas montanhas-russas e é considerado um lugar para a diversão certa.


Dessa maneira, pesquise sobre hotéis Disney e comece agora a planejar sua viagem.

  1. Parque da NASA em Orlando

O Kennedy Space Center em Orlando é o centro espacial oficial da NASA e é aberto aos turistas como um parque de diversões. 


Esse Centro Espacial da NASA é conhecido mundialmente como “parque da NASA” e é o local de onde ônibus espaciais, foguetes e satélites são lançados. Lá você pode contar com diversos museus e exposições especiais. 


  1. Parque Legoland em Orlando

Por último, mas não menos importante, você não pode deixar de conhecer o universo do Lego no parque Legoland. Isso porque, ele é um parque inteiro da Lego, da estrutura às atrações. 


Dessa forma,  o Legoland Flórida configura-se como um verdadeiro paraíso para qualquer criança e qualquer adulto que já passou a infância brincando de Lego. Vale muito a pena visitá-lo.


No geral, o visitante pode contar com mais de 50 milhões de pecinhas de Lego que formam esculturas, personagens, miniaturas de cidades e de grandes pontos turísticos do mundo todo.


Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog Markplan, site voltado 

para a veiculação de conteúdos relevantes sobre estratégias de negócios, pensados para abranger informações e novidades relacionadas aos maiores segmentos empresariais.

Saiba tudo sobre e-commerce


Você deseja potencializar o número de visitas que recebe em seu e-commerce e, assim, ter mais clientes? Este é o momento ideal para aproveitar o crescimento do mercado digital.

De acordo com um estudo realizado pela consultoria e empresa de dados Kantar, o consumo de mídia aumentou consideravelmente.

Segundo relatório divulgado pela Ebit Nielsen, no primeiro trimestre de 2021, o mercado superou o recorde do ano anterior com receita de 53,4 bilhões de reais.

Por isso, caso você queira estar entre esses percentuais positivos, continue lendo!

O que é e-commerce e para que serve?

E-commerce é a abreviação de comércio eletrônico, ou seja, toda transação comercial (compra e venda) realizada na Internet.

Hoje, quase quaisquer tipos de produtos, como alimentos, carros e imóveis, podem ser vendidos pela Internet. Com isso, muitas empresas tradicionais do varejo físico estão investindo em seu próprio e-commerce para fortalecer sua presença digital.

Caso você já tenha uma loja ou empresa física, é possível criar um e-commerce para potencializar os resultados.

Por exemplo, se você possui uma papelaria e deseja ter mais vendas em itens que estudantes de cursos ead gestão financeira utilizam — como pastas organizadoras e calculadoras — é possível abrir um e-commerce e vender para todo o país.

Tipos de comércio eletrônico

Agora que você já entendeu o que é e-commerce, é hora de conhecer mais sobre os principais modelos de e-commerce utilizados pelos varejistas. Eles são:

  • Empresa para Empresa;
  • Empresa para Consumidor;
  • Consumidor para Consumidor;
  • Direto ao Consumidor.

Preparamos os  tópicos detalhados para você ter um melhor compreendimento.

  1. B2B (Business to Business)

O B2B é um tipo de e-commerce relacionado ao comércio entre empresas. Na prática, essas marcas têm outras companhias como outros clientes ao invés de falar diretamente com o consumidor final.

Esse modelo geralmente inclui produtos como matérias-primas, autopeças e máquinas, mas também pode abranger outros tipos de mercadorias, desde que sejam para outras empresas.

As relações comerciais B2B possuem certas peculiaridades, como público-alvo limitado, maior volume de transações, processo de compra mais complexo e burocrático.

  1. B2C (Empresa para Consumidor)

O modelo B2C é o mais tradicional e corresponde a uma transação entre uma empresa e o consumidor final.

Portanto, os varejistas mais tradicionais adotam uma estratégia B2C que não exige intermediários para atender os clientes.

Algumas das características do B2C são, por exemplo, um público-alvo mais amplo, mais consumidores e preços médios de ingressos geralmente mais baixos. Esse modelo também permite que os varejistas lidem com várias categorias e vendam vários produtos.

  1. C2C (Consumidor para Consumidor)

Por sua vez, o comércio C2C é entre consumidores finais, que comercializam produtos entre eles. Esta é uma relação mais informal do que antes, pois pode acontecer por meio de redes sociais e fóruns de discussão.

Uma prática comum desse modelo é vender itens usados ​​na página para venda e troca de produtos, funcionando como um “brechó online”. Esse tipo de negócio tende a atingir um público amplo e tem um preço médio de ingresso mais baixo.

  1. D2C (Direto ao Consumidor)

O comércio atacadista é uma boa representação do modelo D2C entre fabricantes e consumidores finais. Por meio dele, os clientes podem comprar diretamente dos fornecedores e pagar um preço mais acessível.

As empresas de vendas podem ser outras companhias que não fabricantes, indústrias, franqueados, distribuidores.

Algumas das categorias que trabalham com esse tipo de relacionamento comercial são vestuário e calçados, têxteis, eletrodomésticos e automóveis.

Estratégias para ajudar a aumentar o seu negócio

Como você pode ver, investir no comércio digital não é mais uma opção que agrega vantagem competitiva ao seu negócio, mas cada vez mais é uma questão de sobrevivência da empresa.

Então, se você quer aproveitar as vendas digitais, fique atento:

  1. Pesquisa de mercado

A realização de uma boa pesquisa de mercado permite que os empreendedores identifiquem as maiores oportunidades e ameaças em seu nicho, observando os negócios concorrentes.

Para a pesquisa de mercado, as habilidades adquiridas na faculdade de vendas e marketing são extremamente valiosas.

Essas informações são fundamentais para ajudar você a entender seu público ideal e otimizar ações internas para aumentar as conversões de novos leads ou atrair potenciais compradores.

  1. Monitore o ciclo de compra

O ciclo de compra, também conhecido como jornada do cliente, é uma ferramenta poderosa para melhorar a experiência do consumidor.

Isso porque permite identificar todos os processos realizados por todos os interessados ​​em sua marca ou produto. Desde o primeiro contato com a empresa, até a finalização da compra.

Essa é uma ótima maneira de determinar o melhor momento para uma agência entrar em contato com clientes em potencial. 

  1. Melhore a experiência de compra

As compras online são tão atrativas para os consumidores devido aos inúmeros benefícios que este método de consumo oferece.

Por isso, investir na otimização para tornar a conexão com sua loja virtual mais agradável, fácil e intuitiva é fundamental para atrair clientes e melhorar suas finanças – tema que pode ser aprendido ao pesquisar por gestão financeira melhores faculdades.

Isso inclui a implementação de uma série de estratégias que visam aprimorar a apresentação do produto e da marca, oferecendo uma aparência mais agradável, maior acessibilidade e atendimento mais personalizado.

  1. Use as redes sociais

No Brasil, as pessoas passam em média 5 horas por dia navegando nas redes sociais. Essas plataformas rapidamente se tornaram um dos principais canais de entrega de informações para todos os cantos do país.

Dessa forma, utilizar esses meios de comunicação para divulgar seus produtos e marcas pode ser uma forma ideal de atingir um grupo de pessoas mais alinhadas e interessadas no que seu negócio oferece.

  1. Marketing de Conteúdo

A produção de conteúdo digital em blogs ou perfis de empresas nas redes sociais é uma medida que pode ser estudada até mesmo em um curso de gestão de pessoas online.

Ao produzir textos, infográficos, e-books, vídeos ou podcasts, as empresas conseguem construir um senso de autoridade no mercado, educar potenciais compradores sobre produtos e levá-los a investir em seus serviços.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog It Business Fórum, site voltado para a veiculação de conteúdos relevantes sobre negócios, startups e estratégias para pequenas, médias e grandes empresas.

De técnica para análise de dados à tendência de moda: conheça o heatmap, a estampa do momento!


Trend de mapa de calor vem crescendo no mundo da moda

Os heat maps, ou mapas de calor, são relatórios gerados por ferramentas automáticas que utilizam as cores para uma melhor compreensão dos dados.

Essa é uma técnica muito utilizada para análise de informações da internet, como é o caso do marketing digital. Quando um site tem muitos acessos em determinado período, por exemplo, o mapa marca esse espaço de tempo com uma cor mais escura.

Isso foi elaborado a partir de sistemas que usam o calor do corpo humano para monitorar determinados ambientes, para fazer exames médicos ou para marcar os elementos meteorológicos, como os mapas mostrados na previsão do tempo.

O heat map usa as cores quentes e frias como dois extremos, o que representa mais ou menos atividade. As áreas em vermelho são mais ativas, enquanto as partes azuis têm uma menor intensidade. No meio, amarelo e verde retratam resultados intermediários.

Quem trabalha com análise de dados conhece bem esse conceito, mas os leigos também já podem ter visto os tais mapas por aí, só que de uma maneira diferente: nas roupas.

A moda é versátil o suficiente para adotar características de elementos que, no primeiro momento, não são associados ao mundo fashion. Mas com criatividade e uma pitada de ousadia, é possível implementar esses aspectos no guarda-roupa.

É o que algumas marcas vêm fazendo, fortalecidas por celebridades que caíram nas graças da estampa de mapa de calor.

Quer saber como usar? Continue a leitura!

Estampa heat map

Nem sempre as roupas vão seguir todas as cores do espectro. Os designers têm a liberdade criativa para selecionar os tons que acreditam ser mais apropriados. Na maioria das vezes, azul, laranja e amarelo são as cores predominantes, embora isso não seja uma regra.

Quando alguém está usando uma roupa com esse tipo de estampa, quem olha tem a impressão de que certas partes do corpo estão mais quentes, justamente por causa da disposição das cores que indicam calor.

As roupas heat map lembram um pouco o dye tie – a estampa de manchas coloridas que deixou todo mundo obcecado durante os momentos mais tensos da pandemia –, mas as cores são mais saturadas e independentes.

Calça

As calças que simulam os mapas de calor são populares porque atribuem um pop de cor ao visual, ao mesmo tempo em que a pessoa pode usar um top ou camiseta básica para equilibrar.

O modelo da marca Jaded London é a peça mais cobiçada. Com cintura baixa e em estilo baggy, tem um nome bastante apropriado à estampa: Petit Touch Me Jeans.

Os homens não ficam de fora. A mesma marca também tem modelos masculinos de jeans heat map, com um padrão de estampa e cores diferentes dos femininos.

Conjunto

Combinando com a calça, a Jaded London também tem uma regata combinando. A estampa ousada mostra duas mãos sobre os seios, com os dedos e as unhas compridas bem visíveis.

E já que o look é super chamativo, por que não completá-lo com um colar feminino colorido, bem no estilo anos 90?

Vestido

Este vestido da Forbidden Knowledge segue um padrão diferente de cores, priorizando o roxo, vermelho e verde limão. Isso não significa, porém, que a estampa ficou menos parecida com um heat map.

O modelo fica bem colado ao corpo, acentuando os desenhos que fazem alusão ao torso de um corpo feminino. E apesar de justo, o vestido não mostra muita pele, já que tem mangas compridas, gola e punhos em malha crua.

A marca inglesa Agua DeNiro também tem seu próprio vestido no estilo de mapa de calor, com um design pensado para abraçar as curvas do corpo. As cores variam entre amarelo, rosa e preto.

Body

O body usado por Jade Picon no BBB22 fez o maior sucesso. O público sempre esteve acostumado com as roupas luxuosas e caríssimas da influencer, mas desta vez, ela usou uma peça da Shein de R$ 55.

O preço super amigável fez com que a roupa logo esgotasse. A estilista da peça, a filipina Pamela Madlangbayan, agradeceu aos brasileiros em suas redes sociais.

O body em questão segue o que a designer chama de “moda exagerada”, com tons de vermelho, azul, amarelo e verde, tudo muito vibrante e chamativo.

No reality, Jade combinou a peça com um short simples, quebrando um pouco o peso da estampa.

Camisa, casaco e camiseta

Com fundo preto, esta camisa da marca francesa Études tem manchas azuis, amarelas e verdes. O modelo é masculino, mas qualquer mulher pode usá-lo sem nenhum problema.

A Études também lançou um casaco com a mesma estampa da camisa. Oversized, com dois bolsos grandes na frente e um zíper, é uma peça para enfrentar o frio – mas sem perder o estilo.

Nas camisetas, o mapa de calor não necessariamente precisa estar todo sobre a peça. Ao invés disso, a estampa pode ficar apenas na altura do peito, no estilo graphic tee.

Vantagens de começar uma faculdade no meio do ano


Começar a estudar no segundo semestre não é um bicho de sete cabeças: saiba por quê

Quando falamos sobre o ingresso à universidade, é comum que a maioria tenha preferência por iniciar os estudos logo no começo do ano por uma simples questão de familiaridade e logística do ano letivo.

No entanto, por uma série de motivos, às vezes isso nem sempre é possível e o calouro precisa começar um pouco mais tarde, no meio do ano. Diante disso, muita gente torce o nariz, mas a verdade é que não existem motivos para tal.

Veja abaixo algumas vantagens de começar o ensino superior a partir do segundo semestre.

Mensalidades mais em conta

Começando com um grande ponto positivo: a economia.

Por causa da baixa procura, não é difícil que algumas faculdades enxuguem os preços de suas mensalidades no meio do ano, a fim de atrair mais alunos.

Esta é uma ótima oportunidade para quem está com o orçamento apertado, já que o valor mais barato não altera a qualidade do ensino.

É importante lembrar, porém, que nem todas as instituições seguem essa prática, então é preciso fazer uma boa pesquisa para não criar falsas expectativas.

Mais tempo para planejamento

O início da vida universitária é bastante corrido. Além de precisarem se acostumar com a transição drástica da escola para a faculdade, muitos calouros assumem diversos compromissos nesse período para que consigam se preparar para o mercado de trabalho.

Esses seis meses a mais permitem que o aluno possa programar suas atividades com calma, conciliando cursos, emprego, vida pessoal e a própria rotina do ensino superior.

Isso também é positivo para que os estudantes possam “resolver a vida”, honrando possíveis compromissos que devem ser cumpridos nesse espaço de tempo.

Outra vantagem é que esse período extra pode ser muito útil para economizar dinheiro. A organização financeira certamente vai ajudar no pagamento das mensalidades quando os estudos começarem de fato.

Oportunidade para descanso

A rotina de um estudante universitário é atribulada, então a recomendação é que os interessados no ensino superior aproveitem todas as oportunidades para descansar antes de entrarem na sala de aula.

Esses meses são preciosos para que a pessoa possa respirar tranquilamente depois de se dedicar aos estudos do vestibular, para quem acabou de terminar o ensino médio ou simplesmente como um preparo psicológico para iniciar uma jornada intensa de aprendizado que dura, em média, quatro anos.

Experimentar outros cursos

Nos meses antecedentes ao início da faculdade, a pessoa pode experimentar outros cursos. Não é necessário fazer matrícula nenhuma – várias instituições aceitam alunos ouvintes.

Também chamados de alunos especiais, esses estudantes podem assistir às aulas, mas não participam, efetivamente, das atividades. Consequentemente, não são atribuídas notas.

Isso serve para que o indivíduo possa conhecer o ambiente universitário e se prepare para quando for a sua vez de estudar de verdade.

No mais, é uma ótima experiência para se desprender do ensino médio e descobrir os próprios interesses em relação à graduação.

Solução para imprevistos

Às vezes, entrar na faculdade no começo do ano não é uma possibilidade. Seja por uma questão financeira ou burocrática com o vestibular ou bolsa de estudos, muitas coisas podem acontecer.

Ao invés de esperar o próximo ano, os estudantes têm a opção de iniciar os estudos no mesmo calendário anual. Há uma pequena espera, é verdade, mas é melhor aguardar seis meses do que doze.

E se a preocupação for baseada na suposta desvantagem em relação aos alunos que entraram no primeiro semestre, pense desta maneira: quem entra na universidade em julho/agosto já vai estar à frente dos calouros de janeiro/fevereiro do próximo ano.

Oferta de bolsas

Muitos alunos recorrem às bolsas de estudos para entrar na faculdade, mas a maioria deles têm preferência pelo começo do ano letivo.

Isso significa que as vagas para o primeiro semestre acabam rapidamente, motivando universidades a abrir os chamados vestibulares de inverno, no meio do ano, para que todos tenham seus lugares na sala de aula.

Os programas de bolsas e financiamento estudantil também abrem processos para o segundo semestre. O Programa Universidade Para Todos (ProUni), por exemplo, tem as conhecidas vagas remanescentes, que são as oportunidades não preenchidas no processo seletivo regular.

Mediante inscrição e atendimento a alguns critérios, isso possibilita o ingresso à universidade com bolsas parciais ou integrais.

A maioria dos alunos que recorrem a esse tipo de vaga começam a estudar no meio do ano, já que os seis meses anteriores são mais do que suficientes para resolver todas as burocracias.

Orientação escolar

Normalmente, os alunos que começam a estudar no segundo semestre recebem orientação educacional mais próxima. Isso acontece porque o número de candidatos no meio do ano é bem menor do que no início do ano letivo.

Com isso, o corpo docente tem mais espaço para oferecer uma atenção mais personalizada e pessoal a cada estudante.

Menor concorrência

Já deu para perceber que a concorrência para entrar na faculdade no meio do ano é consideravelmente menos agressiva do que no começo.

Nesse sentido, conquistar uma boa posição no vestibular online ou presencial fica mais fácil, o que aumenta as chances de ingresso à universidade e uma bolsa de estudos com maior cobertura.


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