31.5.22

5 ações sociais que se beneficiam com um projeto eficiente de educação



A educação é, sem sombra de dúvidas, um dos pilares de uma civilização. Isso porque, uma nação é construída através de uma série de fatores de organização, que precisam necessariamente ser compreendidos para funcionarem na prática. 


Portanto, é importante entender a educação como uma ferramenta mediadora entre o ser humano para melhorar sua relação com o mundo. E, embora isso pareça muito amplo, é a forma mais prática de se definir essa palavra tão complexa, mas tão importante.


Contudo, engajamento cível, não é nem de longe a única função da educação. Porque, afinal, a partir dela é possível se conseguir uma série de coisas que enriquecem as experiências da sociedade no espectro coletivo. Com a educação é possível: 


  • Integrar ciclos sociais;
  • Socializar-se;
  • Interagir com o mundo; 
  • Comunicar-se. 

É impossível não atrelar a educação à inteligência. Isso porque, a educação é como se fosse a metodologia do conhecimento, já a inteligência a capacidade de absorção do mesmo. Portanto, se você compreende a metodologia, absorver é questão de tempo. 


E tanto a montagem de andaime, quanto a defesa de um PhD, tratam-se de conhecimentos que tangem áreas diferentes, mas que servem para ilustrar que educação não é um recurso de estereótipo, mas sim de diferentes tipos de contextos.


Na prática, alguém que tem cuidado com sua educação, possui compromisso com o conhecimento. Contudo, esse cuidado deveria ser recorrente entre as pessoas, para que a cada dia mais a educação fosse colocada na prateleira de prioridades de uma nação.


Por isso, esse artigo se compromete em listar 5 ações sociais que podem ser maximizadas a partir de uma política de educação bem aplicada. 

  1. Luta contra a pobreza e desigualdade social 

É público e notório a importância das crianças para o futuro de uma sociedade. Sabendo disso, vale destacar, que a educação infantil possui grande participação no combate à pobreza, justamente por agir na base de uma nação, onde tudo começa. 


É nessa fase da vida onde o ser humano absorve suas primeiras experiências e passa a acumular uma série de vivências que vão o moldando para toda a vida. Por isso, é importante aproveitar esse momento para usar a educação em prol da conscientização. 


É importante fazer com que a educação impacte a pobreza, mas na prática ocorre o contrário. A pobreza afeta diretamente o desempenho de pessoas que não têm acesso à informação como outras pessoas.


A implementação de novas políticas públicas de educação ou polimento das existentes, podem ajudar a minimizar esses efeitos, fazendo com que o aluno (especialmente infantil), se sinta amparado para aprender e ter acesso a conteúdos completos desde cedo.


A transição educacional de um jovem adolescente é geralmente muito rica em informações. Nesse processo, muitas escolhas dos jovens são feitas por assimilação. Se um adolescente vê uma palestra de assessoria ambiental, é provável que ele pesquise mais sobre.


É nesse momento onde percebe-se que é comum o jovem questionar seu lugar no mundo e até que ponto ele consegue chegar. A pobreza está ligada à carência e quando essa carência é confrontada, ações e medidas são tomadas para que haja uma mudança.


Isso passa justamente pela educação. Sem um parâmetro do mundo exterior, quem estava dentro da caverna temia o que tinha fora e, portanto, permaneceram presos. O “Mito da Caverna” de Platão funciona como a vida, afinal, é preciso conhecer para não temer.


Na prática, aquele que se prepara e se compromete a qualificar-se a cada dia, possui muito mais chances de conseguir um emprego no comparativo com alguém que não buscou aprender e se atualizar. 

  1. Preservação do meio ambiente 

Educação também é conhecer os pilares da vitalidade e da longevidade e, certamente, ao procurar isso, uma palavra será recorrente: natureza. O mundo é a sua casa, por isso existe a necessidade de cuidar dele assim como você cuida do seu lar. 


Mas esse interesse do ser humano pela natureza não deve ocorrer do zero. Muito pelo contrário, a conscientização no trato com a natureza precisa ser implementada desde cedo com crianças, para que elas cresçam sabendo a importância de cuidar do meio ambiente.


Quem conhece, vende o seu conhecimento. É comum, hoje em dia, uma pessoa contratar uma empresa de consultoria ambiental, antes de fazer uma obra que vai envolver alguma questão com o meio ambiente, por exemplo. Mas quem não tem essa possibilidade? 


Conhecer os impactos do homem na natureza não é uma tarefa difícil, basta olhar ao redor. Entretanto, para saber como você pode agir e se mobilizar a respeito é passível de pesquisas e, sem sombra de dúvidas, esse tipo de análise compete à educação. 


Se comprometer com causas ambientais deve ser algo constante. É importante se atualizar quanto às medidas a serem tomadas e, além de agir, passar adiante informações para que a conscientização seja uma corrente. 

  1. Combate à violência

A violência está completamente ligada à desigualdade social. Isso porque, se um indivíduo não possui alternativas rentáveis para conseguir sobreviver, é comum que ele busque alternativas que possam, em tese, parecer mais fáceis. 


Portanto, nesses casos, a solução é que se tenham soluções empregatícias para que todos tenham a oportunidade de viver sem que precisem viver à margem da sociedade, Com conhecimento adequado, é possível discernir quanto ao que é melhor para si.  


A educação é uma forma de inibir a desigualdade social, dando às pessoas possibilidades de superar qualquer tipo de intolerância, Dessa forma, educar passa a cumprir um papel de elevar uma sociedade ao ponto de torná-la menos agressiva continuamente. 


Por exemplo, o rapaz que antes não via possibilidades de ingressar no mercado de trabalho, ao se qualificar, conseguiu um emprego e hoje faz um diagnóstico eficiência energética. Infelizmente, quem não o conhecia já havia criado um estereótipo negativo sobre ele. 


E isso é comum, principalmente no Brasil, onde a desigualdade social é mais explícita. E, justamente por isso, lutar contra esses estereótipos é tão importante nos dias de hoje. Inclusive, a educação é um facilitador para você ir contra esse tipo de preconceito.

  1. Conhecer seus direitos

Todo mundo possui direitos reservados que impedem que intolerância e abusos sejam feitos. Entretanto, a maioria das pessoas sequer sabem que possui esse direitos e, portanto, se submetem a coisas que não precisam se submeter. 


Conhecer seus direitos é ampliar sua concepção de liberdade e por isso é tão importante buscar conhecimentos nesse campo.  Trata-se de algo que visa proteger e amparar, tudo com base no que é garantido por lei. 


Por exemplo, um funcionário de uma empresa de construção civil sofreu um acidente, pois a construtora não forneceu os sensores de segurança para máquinas. Se o funcionário souber que possui direitos quanto a essa negligência, ele poderia ser devidamente amparado. 


Contudo, se ele não souber, a probabilidade do seu caso ser escanteado e esquecido, é grande. Por isso é importante procurar aprender sobre seus direitos, porque, afinal, nunca se sabe quando a ausência deles poderá afetar sua vida de alguma forma. 

  1. Ampliar a visão sobre o mundo

Conhecimento é essencial para quem pretende entender o mundo de maneira maximizada, isto é, se deparar com a diversidade de possibilidades e saber lidar com cada uma delas. É compreender o externo tanto no campo do micro, quanto do macro. 


Um projeto de arquitetura, por exemplo, só pode ser interpretado e executado por quem reuniu uma série de conhecimentos acerca do assunto, ao ponto de estar devidamente qualificado para exercer essa função em específico. Isso é bagagem! 


O mundo é mais complexo do que parece e saber lidar com ele é uma tarefa que depende exclusivamente da educação. Além dela abrir portas, ainda faz com que você consiga explorar vertentes que antes você julgava impossível de serem exploradas.

Educação é o caminho das oportunidades

Ficou evidente que a educação é indispensável para o convívio em sociedade e para participar ativamente de uma civilização. Mas de nada serve o conhecimento, se você não utilizá-lo para gerar possibilidades para si durante a vida. 


Educar-se é uma forma de estar sempre um passo à frente quanto às adversidades da vida. Pense num cenário hipotético: você precisa de um serviço de engenharia, mas não possui nenhum conhecimento na área, o que seria correto fazer? 


O ideal seria se informar para que tenha munição teórica na hora de começar a fazer a cotação. Quem estuda, portanto, tem bem menos possibilidade de sofrer financeiramente, pois consegue sempre se antecipar quanto a complicações rotineiras.


A ação faz toda a diferença na hora de aproveitar as oportunidades. Porque, afinal, se você acumula conhecimentos sobre gerenciamento de processos, por exemplo, somente dando um passo além do óbvio, você poderá fazer usufruto de todo esse aprofundamento. 


Portanto, use a educação em prol da sua eficiência, mas também de modo que você tenha embasamento o suficiente para fazer do mundo um lugar melhor.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

25.4.22

5 dicas para trazer a natureza para as cores de casa


Usar as cores da natureza para valorizar sua decoração em um projeto de arquitetura é uma tendência que tem ganhado cada vez mais espaço.

Muitas pessoas estão buscando maneiras diferenciadas de mudar o ambiente, e esse tipo de reforma pode ser muito bom.

Quando você tem um imóvel, é comum que com o tempo deseje mudar as coisas. Uma reorganização de móveis, reforma ou mesmo mudando as cores de uma parede em particular podem ser elementos importantes para você conseguir ter essa renovação.

Embora o primeiro pensamento quando você busca um ambiente mais ligado à natureza seja através de objetos, como plantas e ornamentos diversos para a casa, nem sempre esse tipo de item é necessário para você aproveitar melhor a decoração.

Alguns tons e cores passam o mesmo sentimento, deixando um ar de frescor e meio ambiente no espaço, mantendo uma aparência muito mais estilosa para qualquer cômodo que você esteja adaptando com painéis elétricos.

Alguns tons costumam ser frequentes em decorações que buscam uma conexão com o meio ambiente, estando presentes tanto em paredes quanto em objetos decorativos e até mesmo estofados de móveis. São eles:

  • Marrom;
  • Verde;
  • Azul;
  • Amarelo.

Estas cores têm uma forte conexão com elementos naturais, e aliados à decoração certa, podem fazer a diferença no estilo que você está tentando trazer para seu imóvel, ampliando suas possibilidades de decoração.

Pensando nisso, aproveitar as cores da natureza dentro de sua casa permite a criação de diversos espaços diferenciados, muito mais aconchegantes e com uma beleza única, que pode criar todo um destaque para o ambiente depois de uma higienização de carpetes.

Trazendo a natureza para a decoração

Entender o poder que as cores possuem para o design de interiores é uma das etapas básicas para criar ambientes elegantes e arrojados. Na maioria das vezes, esse tipo de mudança tem um impacto direto na forma como as pessoas enxergam um cômodo.

Por isso, entender suas possibilidades de coloração é um processo importante, identificando como cada uma das cores gera um impacto diferente na decoração, e adaptando estas escolhas para cada local que você deseja mudar.

Além disso, as cores geram sensações únicas nas pessoas, e é interessante pensar no tipo de sentimento que você deseja em cada ambiente, criando assim locais para relaxamento e contemplação, para festas e atividades sociais, entre outros.

Cada pessoa é única no mundo, e nem sempre dois indivíduos estarão de acordo sobre a decoração de um cômodo em particular, cada um com suas preferências individuais, ainda que estejam morando no mesmo teto.

Por isso é importante que você consiga adaptar esse tipo de escolha à sua realidade, entrando em comum acordo com todos os moradores para montar uma estrutura de decoração que agrade igualmente todas estas pessoas.

  1. Amarelo para iluminar

Os tons de amarelo são muito interessantes para quem deseja aproveitar as cores da natureza no interior de um imóvel. Tratam-se de tons mais alegres, que tornam o ambiente divertido sem perder o charme.

Além disso, o amarelo é uma excelente opção para ajudar a iluminação do ambiente. A cor combina tanto com o impacto da luz natural quanto com iluminação artificial, permitindo que você aproveite melhor os jogos de luz que está optando por usar com uma iluminação profissional.

O amarelo é uma cor que evoca a vontade de comer, sendo muito ligado ao apetite. Marcas famosas de produtos alimentícios inclusive usam isso como uma ferramenta de marketing. Para a decoração, entretanto, o amarelo acaba combinando muito com cozinhas.

Outros espaços de alimentação, como salar de jantar e espaços gourmet também podem ser beneficiados com a cor, criando uma estrutura de design muito mais elegante e divertida, ideal para reunir seus amigos e familiares.

A cor pode ser usada tanto em objetos decorativos quanto nas paredes, sobretudo através de revestimentos ou criando destaques na decoração do imóvel.

Uma excelente maneira de aplicar o amarelo e criar um cômodo divertido é usar tons de laranja para complementar, usando itens de impressão digital a laser como decoração.

Algumas pessoas preferem um estilo mais sóbrio, mas sem perder a diversão. Neste caso, ao juntar o cinza com o amarelo você consegue esse tipo de objetivo, dando um destaque em particular para os itens amarelos no design.

Independente de sua escolha, o amarelo acaba se tornando um dos queridinhos para quem deseja um ambiente natural e simpático, que agrade a quem está olhando.

  1. Verde para relaxamento e tranquilidade

Quando você pensa em tons de verde, a primeira coisa que vem à mente em questão de decoração são as plantas. Elas são responsáveis por deixar o cômodo mais fresco e arejado, além de limpar o ar do ambiente.

Além disso, o verde está diretamente ligado ao meio ambiente, e usar essas cores passa uma sensação de natureza para qualquer ambiente em que ele está inserido, sendo uma excelente opção de decoração em uma empresa de jardinagem e paisagismo.

Caso seu objetivo seja deixar o local com um ar de sofisticação, principalmente se for um espaço amplo, o ideal é usar tons mais escuros de verde, que fazem esse destaque de forma mais natural.

Já em espaços menores, onde o objetivo é mantê-los com claridade e delicadeza, os tons mais claros fazem o papel de forma exemplar, sendo possível aplicar as diversas tonalidades do verde nos mais variados cômodos.

Ainda que a utilização de plantas seja recomendada e incentivada, elas não são o único item que pode ser usado em uma decoração que tem o verde como seu principal elemento. Você pode mudar a cor do revestimento, trabalhar com objetos decorativos e até mesmo estofados.

Deixe sua imaginação crescer ao usar esses tons em sua decoração, criando um ambiente muito mais satisfatório para suas necessidades.

  1. Azul para modernidade e elegância

Para aqueles que gostam de uma temática mais ligada ao mar e ao céu, os tons de azul são ideais para montar sua decoração. Trata-se de uma cor que tem ligação direta com a elegância, permitindo cômodos diferenciados.

O espectro de tons de azul também é muito diverso e permite que você crie ambientes sóbrios e contemporâneos, mas também espaços lúdicos, como quartos de brincar e ambientes infantis com forro acústico no geral.

Os temas náuticos são muito comuns com os tons azuis, sobretudo quando usados em conjunto com o branco, criando ambientes estilizados e que chamam a atenção em qualquer tipo de ambiente.

Além disso, o azul combina com muitas outras cores e tons, permitindo que você use sua imaginação para criar ambientes agradáveis e diferenciados com as mais diversas combinações de tom.

Para a aplicação, é possível utilizar nas paredes, revestimentos e objetos decorativos, mas é importante ter em mente que existem muitas maneiras diferentes de aplicar o azul em um design de interiores.

Por isso, a escolha acaba ficando a cargo da pessoa responsável pela decoração, aplicando de maneira mais efetiva esse tipo de item.

  1. Tons terrosos

A escolha de tons terrosos pode ser ideal para manter um ambiente natural, pois elas são muito fáceis de combinar e podem ser usadas em diferentes estilos de design. Os tons mais comuns variam entre o marrom e terracota, mas podem chegar até o tom caramelo.

Essas cores estão diretamente associadas à cor de terra fresca, e elas ajudam a deixar o ambiente muito mais aconchegante, com sobriedade e um ambiente mais natural nesses espaços.

Por serem cores mais sóbrias, é interessante pensar em tons terrosos para cômodos mais íntimos, como quartos e salas de repouso.

  1. Vermelho para intensidade

O vermelho é uma cor muito viva e forte, e por conta disso, diversas pessoas preferem evitá-lo na decoração. Entretanto, se você souber como utilizar as peças adequadas para valorizar o ambiente, ela acaba se tornando muito elegante.

Essa é uma cor muito encontrada em flores e animais, e por sua força, é mais comum encontrar os vermelhos em objetos decorativos e destaques da decoração como um todo, valorizando uma avaliação de bens imóveis.

Isso não quer dizer que você não possa usar em revestimentos e outros pontos maiores da decoração, mas é preciso saber como montar o ambiente para aproveitar ao máximo o tom.

Considerações finais

A natureza é um local repleto de cores e tons, e isso se reflete em decorações que a utilizam como inspiração. Por isso, saber como utilizar essas combinações em cada ambiente acaba fazendo a diferença em seu design.

Independente do estilo escolhido para decorar, utilizar estas cores passam uma sensação maior de personalidade e requinte para cada cômodo, ampliando suas possibilidades de aproveitar melhor cada ambiente do imóvel.

Assim você consegue uma estrutura mais aconchegante e bonita, com destaque para todos que visitarem e ainda agradando a todos os moradores do local.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

5 dicas para escolher a melhor estante para livros


Quando se trata de uma boa estante, ela pode vir em todos os tipos de formas, tamanhos, cores e qualidade, e não existe um tamanho único. Portanto, para garantir que você compre uma estante de boa qualidade, reserve um tempo para refletir sobre esses fatores.

Estamos falando não apenas de escolher o tamanho, a cor ou o material de uma peça, mas também de elevar seu espaço de vida. Um espaço bom, organizado e bem distribuído pode otimizar suas tarefas e elevar sua qualidade de vida. 

Um espaço visualmente atraente, seja sua sala de estar, seu quarto ou qualquer outro cômodo, chama a atenção para diferentes pontos: sejam eles localizados na altura dos olhos, abaixo ou acima. Isso pode facilitar a venda de sua casa em uma avaliação de bens imóveis.

Nesse sentido, uma das maneiras mais fáceis e eficazes de criar um belo espaço de vida é com a ajuda de uma estante. Combinando forma e função, uma estante não serve apenas como uma excelente opção de armazenamento para suas obras favoritas de literatura. 

Ela poderá exibir algumas de suas peças mais valiosas, como livros que mais gostou de ler em sua juventude e que há um valor emocional ou livros técnicos que precisou ler durante a faculdade.

Com a ajuda de um projeto de arquitetura, você poderá destacar seus interesses e ter um pouco de auto expressão, quer os seus gostos sejam modernos e minimalistas ou tradicionais e rústicos.

Isso poderá refletir a sua personalidade e o seu espírito de design não só em uma estante que tem uma funcionalidade, mas também em seus elementos decorativos. Muitas coisas podem influenciar na escolha de uma estante: 

  • Valor monetário disponível para investir;
  • Espaço disponível em seu imóvel para colocar o móvel;
  • Quantidade de livros a ser exposto;
  • Material da estante;
  • Flexibilidade em ajustar prateleiras.

Aqui estão cinco dicas para lhe ajudar na busca para escolher e estilizar sua estante, seja ela grande ou pequena.

  1. Espaço disponível

A primeira coisa que você precisa decidir ao comprar uma estante é qual tamanho comprar. Para resolver isso, será necessário começar medindo o espaço que você pretende colocar a estante.

Certifique-se de medir o espaço do piso e da parede. Faça uma higienização de carpetes se necessário. Isso garantirá que, qualquer que seja a estante que você decida comprar, ela se encaixará na área pretendida.

Ou talvez você não tenha muito espaço no chão, mas muito espaço na parede, então uma estante alta e estreita ou estante montada na parede funcionará melhor. Hoje, o mercado tem diversas opções para você escolher a melhor para suas necessidades e gosto pessoal.

Anote essas medidas para saber a quantidade máxima de espaço que você tem para trabalhar. Isso ajudará você a ter em vista o que procurar na loja online ou física na hora da compra.

  1. Tamanho da estante

Agora que você conhece o espaço com o qual precisa trabalhar, precisará considerar o que pretende guardar na estante. Isso irá ajudá-lo a decidir sobre o tamanho da estante que você precisa comprar.

Considere se são apenas livros que você deseja armazenar na estante ou se você armazenará outras coisas também. Será necessário avaliar se você precisará de uma estante com portas para manter as coisas fora de vista ou se prefere preenchê-la de livros mais pesados.

Uma dica é priorizar comprar uma estante um pouco maior do que você acha que precisará para permitir livros adicionais que você reúne ao longo do tempo. Alguns modelos têm iluminação profissional disponível caso precise procurar algum título à noite.

Seria interessante também procurar uma estante com prateleiras ajustáveis, pois isso é ideal para permitir livros de tamanhos diferentes. Assim, você poderá ajustá-la conforme suas necessidades ou se simplesmente você enjoar da disposição dos objetos.

Uma estante com prateleiras ajustáveis ​​permite maximizar o espaço disponível na estante, pois você pode alterar as alturas das prateleiras para atender às suas necessidades, que podem até mudar com o tempo. 

Certifique-se apenas de que o material da estante é de boa qualidade. 

  1. Material

As estantes são feitas de uma variedade de materiais, desde madeiras de boa qualidade, compensados ​​baratos e até metal. Existem vantagens e desvantagens de cada tipo de material e o que você escolhe é realmente de acordo com suas necessidades individuais.

As estantes de boa qualidade que durarão a vida inteira são feitas de madeira, como pinho ou carvalho. As melhores estantes de madeira maciça são fortes e resistentes e perfeitas se você precisar de uma estante resistente.

A desvantagem dessas boas estantes é que elas são caras e volumosas, dificultando sua movimentação caso você more em um espaço pequeno e limitado, mas uma empresa de jardinagem e paisagismo seria uma alternativa para ajudá-lo nessa busca.

Uma estante barata feita de compensado ou folheado de madeira, por outro lado, é barata e fácil de movimentar. Também tende a haver mais opções em termos de cores e designs diferentes. Então, você certamente encontrará algo que atenderá a decoração da sua casa.

No entanto, essas estantes baratas tendem a ceder e não são ideais se você estiver procurando as melhores estantes para muitos livros ou uma estante pesada. Para isso, existem estantes de materiais mais resistentes.

As estantes também podem ser construídas a partir de metais, como ferro. Elas podem vir com forro acústico para evitar barulhos indesejados. Muitas vezes, essas estantes são abertas e não têm suporte, então considere se esse estilo combina com o que você está procurando.

  1. Considere a colocação

O posicionamento da estante também é fundamental para se ter em mente. Acrescentar um pouco de imponência quando usado em pares, acentua a arquitetura do espaço. 

Se uma sala está um pouco vazia ou “sem vida”, um par de estantes pode adicionar uma imensa quantidade de interesse visual. Quem sabe, adicionar algumas plantas trepadeiras para ornar com as prateleiras e suportes do móvel.

Claro, escolher uma estante é apenas metade da batalha. Será necessário garantir que ela esteja bem equipada. Para tornar uma estante visualmente agradável, você precisa organizar as prateleiras com itens altos e baixos, empilhados e solitários. 

Você pode acrescentar pequenas peças de arte emolduradas e procurar trabalhar com diferentes tipos de materiais. Isso faz com que suas prateleiras pareçam instantaneamente especiais e originais. 

Também adicione uma textura necessária a um espaço que pode parecer muito rico apesar de com apenas prateleiras e livros.

Certifique-se de manter o equilíbrio e não desordenar ou colocar as coisas uma ao lado da outra. Certifique-se de manter uma paleta de cores consistente para um acabamento elegante.

Ao selecionar uma estante, você deve prestar muita atenção à paleta de cores do espaço. As estantes devem parecer fáceis, portanto, garanta que não haja elementos visuais que o tirem da história de cores da sala.

Seria interessante trabalhar com diferentes tipos de texturas em sua estante. Ou seja, se você optar por uma estante de madeira, adicione metais, ossos ou miçangas à mistura para criar variedade. 

Muitas vezes também adicionamos pequenos elementos esculturais ou pequenos painéis elétricos. A criação de variações de altura pode ser alcançada adicionando diferentes tipos de peças de arte ou combinando vasos e castiçais com livros e caixas. 

Agrupar a decoração em números ímpares e adicionar um pouco de vegetação também para manter os olhos interessados. Quem sabe, você também não pode adicionar na estante uma impressora com impressão digital a laser?

  1. Preço

Assim como as estantes vêm em uma variedade de formas e tamanhos, elas também variam muito em preços. 

Algumas das melhores estantes podem custar centenas e centenas de reais, enquanto você também pode encontrar algumas estantes baratas que são perfeitas para suas necessidades. 

Isso dependerá da marca, da qualidade e do material. Você pode encontrar no mercado, por exemplo, estantes em um valor elevado, mas de qualidade média a depender da marca. Ou também muito baratas e de qualidade duvidosa.

Nesse sentido, ter um orçamento em mente será fundamental para encontrar uma estante que atenda a todos os seus requisitos, tanto de espaço quanto de gosto pessoal. 

Pesquisar preços, marcas e materiais é essencial nessa jornada. Caso prefira, poderá utilizar o “do it yourself”, ou “faça você mesmo”, na versão em portugues. Não se preocupe, pois existem diversos tutoriais disponíveis para montar sua estante. 

Não se esqueça de comparar se vale mais a pena comprar material da estante, material para montar (pregos, buchas e porcas) uma estante ou simplesmente comprá-la pronta em uma loja grande ou pequena.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

16.4.22

Com a inflação acelerada, brasileiros perdem conquistas que vieram com o Plano Real


O choque de preços que levou a inflação em março a 1,62%, a maior marca para o mês em 28 anos, e a dos últimos 12 meses a 11,30% provocou uma perda abrupta de conquistas de consumo dos brasileiros desde o Plano Real. Carne, iogurte, queijo, bolacha recheada, itens que tinham ficado acessíveis nas últimas décadas, agora estão deixando a lista de compras de parte da população – o que é o exemplo mais visível de uma situação de perda de renda, desemprego elevado e custos mais altos.

Nos últimos meses, 73,1% dos consumidores deixaram de comprar carne, quase latic10% cortaram iogurte, queijo,laticínios e bebidas alcoólicas e perto de 6% não levaram para a casa biscoito e feijão, alimento básico, revela pesquisa do Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga), feita pela JFP Consultoria e obtida pelo Estadão.

O estudo, que ouviu no início do mês 200 consumidores com renda familiar de até dez salários mínimos (R$ 12.120) quando faziam compras em supermercados da capital paulista, mostra que 52% deixaram de consumir algum produto entre alimentos, bebidas, itens in natura e artigos de limpeza. Com a disparada dos preços, 79% dos entrevistados passaram a levar um volume menor de itens para casa.

O zelador Marcelo Domingos dos Santos, de 50 anos, é um dos que frearam o consumo. Ele gasta hoje R$ 700 na compra de supermercado, sem levar tudo o que precisa para casa, onde vive com a mulher e dois filhos. Até pouco tempo atrás, desembolsava R$ 500 e saía do supermercado com o carrinho cheio.

“Faz um ano que diminuímos o consumo de carne. Até a moída está difícil de comprar”, diz. O iogurte, um dos símbolos da melhora do consumo trazida pelo Plano Real, ele nem lembra quando comprou pela última vez.

Com gasolina cara, opção é o mercado de vizinhança

A mudança de hábito de consumo do brasileiro provocada pela disparada da inflação vai além da redução das quantidades de produtos básicos comprados e da eliminação de outros. Ela atinge também a escolha de quando e onde comprar. É que o forte aumento do combustíveis impôs despesas adicionais com transporte.

Pesquisa do Sincovaga mostra, por exemplo, que 67% dos consumidores estão indo às compras com menos frequência e quase a metade (46%) admite que o aumento do preço do combustível influi na escolha da loja onde faz a despesa.A preferência passou a ser pelo mercado de vizinhança, onde se pode ir a pé. Esse é o local escolhido por 46,3% dos entrevistados, superando os supermercados (29,6%), os hipermercados (22,2%) e até o comércio online (20,4%).

Por causa do movimento menor que há nesses estabelecimentos e o giro mais lento das mercadorias, Álvaro Furtado, presidente do Sincovaga, explica que a loja de vizinhança demora mais tempo para atualizar os preços. Também por esse motivo, a loja de vizinhança ganha a preferência do consumidor num ambiente de inflação alta, argumenta.

Pesquisar preços (75,3%), dar prioridade às promoções (61%) e experimentar marcas mais acessíveis (59,7%) têm sido as estratégias usadas para fazer a compra se encaixar no orçamento.

Troca dobrada

Um resultado da pesquisa que chama muito atenção é que em dois anos, desde o início da pandemia, 67% dos entrevistados já trocaram de marca de produto duas vezes para economizar. “Isso é o retrato da pobreza”, diz Furtado. A troca de marca mostra que quem precisa colocar comida na mesa compra o que o dinheiro permite, afirma. “O duplo downgrade (rebaixamento) de marca aponta a gravidade da situação econômica e social que a gente vive”, diz o consultor de varejo Eugênio Foganholo, sócio da Mixxer Desenvolvimento Empresarial.

Além do repique dos preços de vários itens, influenciados pela guerra recente entre Ucrânia e Rússia, o pano de fundo dessas mudanças no consumo, segundo Furtado e Foganholo, é o estrago que a inflação tem provocado na renda, reduzindo a capacidade de compra dos cidadãos.

No trimestre encerrado em fevereiro, o último dado disponível, a renda média real do trabalhador, que inclui também a informalidade, foi de R$ 2.511, um resultado 8,8% menor em relação ao mesmo período de 2021, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua do IBGE.

Esse quadro se repete para os trabalhadores formais de empresas privadas. Nos últimos 12 meses até fevereiro, 55,7% dos reajustes perderam para a inflação, 15,1% conseguiram repor só as perdas e apenas 29,2% superaram a inflação, aponta o “Salariômetro” da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que acompanha os resultados das negociações reunidos pelo Ministério da Economia.

Para Furtado, o momento atual é pior em relação a outros períodos de inflação elevada no passado. Isso porque, embora, defasados, no passado os salários eram corrigidos, o que resgatava o poder de compra do consumidor. “Hoje, no entanto, esse gap (diferença) é grande”, avalia.

Já na opinião de Foganholo, ambos os momentos – da hiperinflação antes do Plano Real e o choque inflacionário atual – são péssimos. No entanto, ele pondera que nos anos 1990 os brasileiros estavam mais preparados para viver num ambiente inflacionário. “Passados mais de 25 anos com inflação domada, infelizmente esse processo voltou e o grande choque é a mudança repentina na qual se percebe que aquela condição que havia para consumir não existe mais.”

14.4.22

Budget e forecast: conheça como pode ajudar no orçamento corporativo


Budget (orçamentos) e forecasts (previsões) são ferramentas de gestão financeira que as empresas usam para estabelecer planos para o futuro. Embora termos semelhantes, budget e forecast são usados ​​de forma diferente pelos profissionais financeiros. 

Um escritório de serviço de contabilidade utiliza do budget para mostrar a direção onde a administração deseja levar a empresa no período de um ano, enquanto que usa do forecast para levantar dados históricos ​​para prever os resultados financeiros futuros.

Ambos dependem de relatórios e análises, mas há várias diferenças entre o orçamento e a previsão de uma empresa. Neste artigo, definimos orçamentos e previsões e como criar uma previsão de orçamento para que você possa ajudar sua organização.

O que é o budget?

Um budget é um esboço financeiro que detalha o que uma empresa espera que ocorra ao longo de um período de tempo. As características dos orçamentos incluem:

  • Fluxos de caixa esperados;
  • Estimativas de receitas e despesas;
  • Geralmente criado uma vez por ano;
  • Redução da dívida esperada.

Comparado com os resultados reais para calcular as variações dos números esperados, a administração pode tomar medidas para atender às expectativas orçamentárias, como alterar a remuneração dos funcionários e fazer avaliação patrimonial.

O budget não só quantifica o seu plano de execução, mas também serve para examinar a viabilidade do seu plano, a situação financeira esperada e as necessidades de endividamento, além de uma técnica de controle para avaliar o desempenho real. 

Ele é geralmente de curto prazo por natureza, feito para a duração máxima de um período contábil e ele é sempre elaborado antes da implementação do plano e pode ser ajustado para melhor gerenciar as operações da empresa.

O que é o forecast?

Uma previsão de negócios é uma ferramenta financeira que usa dados passados ​​para estimar tendências e resultados futuros. Uma empresa depende de previsões para tomar decisões sobre o budget, desenvolvimento de produtos e apelo aos clientes.

As empresas também usam forecasts para prever como serão suas operações, alcance de clientes, potencial de receita e lucratividade em um momento específico no futuro. 

Geralmente, as previsões criam projeções anuais, mas uma empresa de soluções ambientais resolveu inovar e criou previsões que estimam vários anos à frente. As características do forecast incluem:


  • Projeção prevista do crescimento financeiro esperado para um período;
  • Previsões não são comparadas com os resultados reais;
  • Geralmente limitado às principais receitas e despesas;
  • Pode ser usado para planejamento de curto e longo prazo;
  • Atualizado regularmente, geralmente mensal ou trimestralmente.

Existem três tipos principais de previsões: geral, de vendas e financeira.

Geral

Uma previsão geral de negócios abrange vários elementos, como: informações sobre a posição financeira atual e receitas e despesas projetadas; dados históricos e atuais sobre a demanda econômica e tendências de mercado passadas e atuais para projetar a atividade de mercado futura.

Vendas

A previsão de vendas, por sua vez, envolve uma análise dos números de vendas passados ​​e atuais e algumas estimativas sobre os produtos ou serviços que uma empresa vende, como custos projetados de fabricação de produtos e o lucro total que uma empresa espera.

Financeira

Por fim, uma previsão financeira cria uma visão geral da posição financeira atual e projeta estimativas futuras sobre detalhes financeiros, como: despesas e custos, por exemplo, despesas fixas, variáveis ​​e únicas, custo das mercadorias vendidas e despesas gerais.

Mas afinal, qual a diferença? 

Uma vez elaborado, o budget é ajustado com menos frequência, somente quando há mudanças nas premissas utilizadas para fazê-lo. Por conta disso, ele é mais estático por natureza.

Em contraste, as previsões são ajustadas com mais frequência para variar as premissas, bem como as mudanças ambientais e, portanto, incluem os dados mais recentes e relevantes a qualquer momento

Um advogado direito do consumidor utiliza o budget como uma ferramenta tática que o ajuda a gerenciar suas operações durante um período contábil. Ele também utiliza o forecast como estratégica para planejar o crescimento de seu escritório.

Os orçamentos fornecem metas para desempenho futuro e, portanto, são usados ​​para análise de variação de resultados reais versus resultados esperados. As previsões são apenas projeções: elas não fornecem nenhum parâmetro de desempenho para comparar os resultados reais com os resultados previstos.

Juntos, eles ajudam você a pintar uma imagem melhor do “porquê” por trás de seus dados financeiros, em vez de apenas relatar os números. 

Sem esse quadro completo de precisão de curto prazo e visão estratégica de longo prazo, você corre o risco de transformar seu processo orçamentário no tipo tradicional de processo que causa frustração tanto para as equipes financeiras quanto para os líderes de departamento.

O que é uma previsão orçamentária?

A previsão orçamentária combina orçamento e previsão e visa prever o resultado de um orçamento futuro. Depois que um orçamento é criado, uma previsão de orçamento é criada para modelar o que os valores orçados devem alcançar.

Empresas de sistemas, por exemplo, usam estimativas de curto prazo (um a quatro trimestres) de metas e condições financeiras usando dados quantitativos. As projeções orçamentárias são uma versão de longo prazo das previsões orçamentárias.

A previsão do negócio, no entanto, pode mostrar que superou suas despesas operacionais orçadas. Nesse caso, a empresa pode atualizar sua previsão para refletir sua posição atual enquanto mantém o orçamento como está para documentar um relatório financeiro anual.

Rolling Budget vs. Rolling Forecast

O rolling forecast é uma ferramenta de planejamento financeiro que ajuda as organizações a prever continuamente seus resultados futuros.

Ele é executado normalmente em horizontes de tempo de 12, 18 ou 24 meses, permitindo que as equipes financeiras atualizem as projeções mensalmente ou trimestralmente com base nos dados reais mais atualizados.

O principal objetivo do rolling forecast é tornar seu processo de planejamento e orçamento mais dinâmico. O avanço das previsões mensalmente ou trimestralmente permite que as equipes financeiras mapeiem os cenários de uma maneira mais estratégica. 

Uma empresa de serviços de informatica utiliza dessa ferramenta na construção de premissas financeiras que leva a previsões mais precisas e cria uma base para previsões ágeis.

As previsões contínuas fornecem a perspectiva em tempo real necessária para passar de relatórios sobre se suas previsões estavam ou não corretas para fornecer recomendações acionáveis ​​para atingir as metas da empresa.

Em vez de relatar a precisão do seu plano anual, você pode ter conversas mais granulares com controlador de acesso sobre como as alterações na alocação de recursos podem melhorar o desempenho.

O rolling budget, por sua vez, traz um plano anual calculado para o ano fiscal com base nos dados históricos do ano anterior. Comparado com o rolling forecast, é o padrão de fato para o planejamento financeiro. 

Em vez de atualizar continuamente o plano com uma previsão contínua, os processos tradicionais fazem com que as equipes financeiras trabalhem com departamentos individuais para criar uma visão estática das projeções de receitas e despesas da empresa.

Como fazer uma previsão?

Pois bem, use as etapas a seguir para criar uma previsão precisa que pode ajudá-lo a permanecer no caminho certo para atingir as metas financeiras:

Reúna dados passados ​​e atuais

Colete todos os dados financeiros do ano passado até o período atual. Isso inclui receitas e despesas totais. 

Por exemplo, uma empresa de serviço de calibração divide sua receita total em subconjuntos como receita de vendas, receita de empresas parceiras e retornos de investimentos. 

Separe as despesas de acordo com custos fixos, custos variáveis ​​e pagamentos únicos. Liste essas informações em um documento organizado.

Faça uma análise preliminar

Depois de reunir todas as informações financeiras passadas e atuais, faça uma avaliação para ter uma ideia melhor das projeções de receitas e despesas a serem definidas. Procure tendências ao longo do período para identificar aumentos e diminuições nos lucros e custos. 

Encontre suas médias de receita e despesa e use esses dados como base para construir sua previsão.

Defina um prazo de orçamento

Estabeleça o prazo para medir, como um período anual, trimestral ou mensal. Adote uma abordagem conservadora do orçamento dentro do período definido, subestimando seu potencial de receita e planejando suas despesas.

Estabeleça expectativas de receita

Crie uma estimativa realista de sua meta de receita para o período com base em seu histórico de ganhos anteriores. Estabeleça isso como sua meta de linha de base para que você possa criar um plano de ação para implementar estratégias que o ajudem a atingir seu objetivo. 

Além disso, se você tiver formas adicionais de renda, como investimentos e ações, projete um valor realista e conservador que espera ganhar no final do período.

Estabeleça as despesas projetadas

Liste seus custos esperados, como despesas operacionais, e seus pagamentos fixos, como pagamentos de hipotecas e empréstimos.

Seja menos conservador com essa projeção e defina seu orçamento de acordo com o valor médio mais alto de suas despesas anteriores. Isso pode ajudá-lo a planejar estratégias de redução de custos e aumento de receita.

Crie um fundo de contingência

Separe um valor específico como um fundo de contingência no qual você pode contar em caso de custos inesperados ou emergências que surjam durante o período. 

Considere um valor que possa cobrir pelo menos dois meses de operações comerciais para que você tenha alguma cobertura disponível caso precise.

Implemente seu orçamento

Depois de delinear todos os detalhes financeiros do seu negócio e estabelecer suas projeções, é hora de implementar o orçamento.

Neste momento, uma previsão usa as informações de um orçamento para fornecer uma compreensão mais profunda do que você pode fazer para permanecer alinhado com seu orçamento.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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