18.1.22

Product placement: Saiba o que é e como usar na sua empresa


Independente se você nunca ouviu falar em product placement,o fato é que você certamente já viu na prática.

Essa é uma estratégia de comunicação e publicidade que se baseia na introdução natural, sejam de marcas ou de produtos específicos em conteúdos de entretenimento, tais como:

  • Séries;
  • Filmes;
  • Jogos;
  • Revistas.

É muito comum a identificação desses produtos em cenas, que geram identificação, além de um vínculo de confiança com o público.

Essa estratégia ganha cada vez mais força, em contrapartida ao que ocorre nos anúncios tradicionais, que perderam muito de sua relevância.

Neste artigo abordaremos o product placement, o que ele significa e, porque é um formato tão importante para as marcas. 

Aqui abordaremos os principais conceitos no que tange esse tema, além de pontuar as principais vantagens dessa estratégia no marketing.

A relação do público com os comerciais

Ao pensar nos anos dourados da televisão, remetemos a um tempo em que assistir a um programa era um importante evento.

No meio da programação haviam as propagandas, como de um serviço de calibração, das quais era impossível fugir, e então o espectador ficava diante de diversos anúncios.

O fato é que a tolerância a estes anúncios foi se tornando cada vez menor com o tempo, e a propaganda na televisão foi perdendo sua força.

Com o desenvolvimento das tecnologias, entre elas um grande destaque para os smartphones, o interesse e disponibilidade para consumir esse tipo de conteúdo foi se reduzindo.

Afinal, ao começar a propaganda basta ligar o aparelho e buscar algo que lhe interessa, de forma simples, instantânea e interativa.

Além disso, as plataformas de streaming e a grande vastidão de conteúdos disponibilizados em diversas plataformas na internet, mudou o comportamento de consumo da audiência.

Era necessário que a forma de fazer propaganda se adaptasse a esse novo comportamento, se adequando aos padrões dos consumidores.

Era preciso inovar nas soluções e o product placement veio como uma excelente resposta para essa necessidade, um reflexo direto de um eficiente desenho e melhoria de processos.

Da mesma forma, o comportamento de compra dos consumidores se alterou, não sendo mais feitas a partir das tradicionais propagandas.

É fundamental obter a identificação do público com o contexto, com a marca, o produto ou serviço em questão.

Nesse sentido, ao colocá-los em uma trama que já tenha essa identificação, seja com os personagens, situações ou temáticas, traz um grande favorecimento no que tange a receptividade do público.

O que é product placement?

Mas afinal, o que o product placement? Esse é o nome usado para definir a estratégia na qual os produtos e marcas são anunciados de forma natural em uma produção audiovisual qualquer.

Os atores interagem de forma natural com os produtos, que não são vendidos como nos anúncios tradicionais. Eles simplesmente fazem parte das cenas, assim como os demais elementos.

É como um software gestão de ativos de TI que aparece sendo utilizado em uma série ou em um filme.

Outra situação do product placement, feito de forma mais direta, é quando existe uma abordagem sobre o produto na fala, mas de forma altamente espontânea, dentro do script da cena.

Perceba como isso é diferente do merchandising, no qual é realizada uma ação direta para divulgar o produto. 

Neste caso, o grande objetivo é a exposição direta e clara de um determinado produto, seguindo a linha dos tradicionais anúncios.

Isso ocorre quando apresentadores pontuam, por exemplo, os benefícios de se buscar uma cota contemplada sugerindo as melhores opções de consórcio.

Entres as principais diferenças para as demais estratégias de marketing são questões como contexto e a ambientação do produto.

Conceitos principais no product placement

Nesta forma de publicidade indireta, alguns conceitos são importantes para sua compreensão.

Pontuamos a seguir o conceito de Script Placement, Screen Placement e de Plot Placement

Script Placement

O script placement refere-se ao formato verbal, ou seja, quando um produto ou marca é citado ao longo do conteúdo.

Esse formato, muito comum em séries e novelas, envolve a pausa na trama, permitindo que a mensagem de uma assessoria contábil seja transmitida.

Screen Placement

O screen placement refere-se ao formato visual, quando um determinado produto ou um logotipo é exibido de forma mais ostensiva. Isso é feito de forma independente a uma menção direta a ele.

Plot Placement

Já o plot placement compreende uma ação mais integrada, fazendo com que o produto ou o serviço ganhe papel de destaque na história, ou seja, seja parte da trama.

O plot placement é um conceito muito aplicado no branded content, projeto em que o anunciante cria para seu público uma opção de entretenimento.

Ao desenrolar da história, os features da marca de sua empresa de equipamentos para internet vão sendo trabalhados, de forma contextualizada.

Vantagens do product placement no marketing

Basta pensar em alguns exemplos de product placement, como no longa-metragem “Náufrago”, do diretor Robert Zemeckis.

Neste filme protagonizado por Tom Hanks existe o aparecimento da marca FedEx desde o início da história, além da bola de vôlei da marca Wilson, sendo praticamente um personagem coadjuvante.

Essa colocação de produtos e marcas em conteúdos audiovisuais vem se mostrando como uma exponencial fonte de atração dos espectadores.

No product placement um produto como um programa gestão comercial é colocado dentro do contexto natural da trama, mas de forma criteriosa para lhe dar uma visibilidade clara e valorizada.

Nesse formato de marketing de promoção, o produto não é o foco, mas se destaca e se encaixa perfeitamente no contexto.

Pontuamos a seguir as três principais vantagens do product placement no marketing de um produto, serviço ou marca.

  1. Criação de demanda

Apresentando o produto para seu público-alvo de forma sutil e incorporado a outra forma de mídia, desperta-se o interesse naturalmente.

Um grande exemplo é o filme “Homem-Aranha: No Aranhaverso”, no qual o personagem principal está usando um tênis Nike Air Jordan ao longo das aventuras.

Após seu lançamento se iniciou uma corrida de crianças e adolescentes na busca por este item de vestuário.

  1. Custo-benefício

O custo para se fazer product placement não é baixo, estando de acordo com a mídia escolhida.

No entanto, o retorno vindo dessa prática é alto também, o que faz com que tenha um excelente custo-benefício.

Como um bom exemplo temos a marca de chocolates Hershey’s que obteve um aumento de 65% em suas vendas após colocar o produto em uma cena do filme de Steven Spilberg, “E.T. O Extraterrestre”.

  1. Alimenta a relevância

Não é somente nos lucros que o product placement atua. Ele está diretamente ligado ao aumento do reconhecimento da marca.

Este índice pode aumentar em 20%, para uma marca que se insira naturalmente em programas de TV, filmes, séries e novelas.

Segundo a NextMedium, esse índice pode chegar em 43% quando se tratam de programas emocionalmente envolventes.

A associação positiva do público-alvo com a produção escolhida é o gera uma boa associação do produto ou da marca, como de uma empresa de conserto de fricção que aparece em uma novela de sucesso.

Considerações Finais

Para que um produto seja bem-sucedido no mercado é fundamental contar com a implementação de estratégias de marketing de alta eficiência.

Neste sentido, o product placement se destaca entre as formas inovadoras de anunciar um produto de forma palatável para consumidores que seguem um novo comportamento no que tange o consumo de anúncios.

Falamos aqui sobre essa modalidade que faz com que haja influência da marca sobre o interlocutor, mas de forma sutil.

Seu grande objetivo é gerar influência positiva sob a percepção de um produto para que o público seja influenciado, tornando-se um consumidor.

O product placement não é uma estratégia nova, aparecendo em grandes clássicos como o filme “O show de Truman”, com Jim Carey.

Neste longa que traz uma crítica a estratégia, são introduzidas mais de 60 marcas ao longo de suas cenas.

Existem diversos outros exemplos, como o brinquedo Senhor Cabeça de Batatas, nas produções da Pixar “Toy Story”, ou ainda na série da Netflix “La Casa de Papel” em que a cerveja Estrella Galicia aparece diversas vezes nos momentos de comemoração.

Perceba a importância da identificação do público com o conteúdo apresentado para que realmente a estratégia tenha seu potencial explorado.

Entre os grandes benefícios da implementação da colocação de produtos em outros conteúdos, se destacam a criação da demanda, o bom custo-benefício e a alimentação da relevância da marca.

Para uma estratégia de sucesso é elementar estar em sintonia com o perfil do público, alinhando o marketing aos desejos do próprio consumidor.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

17.1.22

Small caps: o que são e porque essas ações são consideradas as mais rentáveis


Ao procurar investir em algum tipo de companhia é fácil para o indivíduo apostar em grandes companhias, visando a relevância e segurança que essa empresa já estabelecida no mercado oferece. Contudo, existem outras opções, como as small caps.


Cabendo então ao investidor procurar por uma aposta de mercado que melhor se adequa aos seus objetivos a curto, médio ou longo prazo, além da renda disponível para investimentos por parte dessa pessoa, o que irá ajudar em sua definição de mercado.


Pois quando se trata de uma pessoa que dá os seus primeiros passos nesse universos de investimentos, pode ser mais vantajoso apostar nessas citadas companhias de grande porte, como grandes monopólios do ramo de tecnologia ou até mesmo do entretenimento.


Por outro lado, quem possui uma renda mais variada pode se dar o benefício de tomar algumas atitudes mais arriscadas, ao que se refere a procura por consultoria tributária, existindo a opção de investir em companhias novas, de menor porte.


Isso acontece diante uma maior possibilidade de se poder arriscar com o seu capital financeiro, afinal, nesses casos uma pequena perda pode não ser tão impactante para o indivíduo, diferente de alguém que vê todo o seu dinheiro aplicado em um só investimento.


E assim como é possível perder uma quantia significativa ao apostar suas aplicações em uma companhia de menor tamanho, é possível também lucrar de forma inimaginável, diante o crescimento dessa empresa, o que fará suas ações iniciais ganharem maior valor.


Fazendo com que um investimento que começou por um valor baixo de mercado, possa se tornar um dos grandes negócios dentro da sua rede de investimentos, a partir da relação de custos e ganhos relacionados neste projeto de aplicação de capital.


Uma situação positiva a ser analisada pelos responsáveis por cuidar dos serviços contábeis da sua empresa e das suas finanças, verificando a proporção que esse investimento inicial de pequeno porte pode alcançar dentro do mercado financeiro.


Essa aposta de mercado que cresce dentro do ambiente de aplicações, conhecidas como small caps.

O que são as small caps?

As small caps podem ser definidas como um conjunto de ações referentes a empresas de valor de capitalização baixo, se comparadas com os nomes gigantes que estão presentes no mercado, como empresas de tecnologia, transporte ou petróleo, por exemplo.


Apesar de lidarem com um valor inferior se comparadas às ações de grandes grupos do mercado, a quantificação das small caps passa por uma média de grupos de ações com valor entre 300 milhões a 2 bilhões de reais.


Números impressionantes, mas baixos se comparados a outros nomes fortes presentes dentro do mercado de investimento e aplicações, sendo ações associadas a empresas de pequeno e médio porte, independente do seu sucesso comercial.


Podendo estar associadas a companhias que se adequam, por exemplo, ao sistema de serviços de contabilidade, voltado a empresas com destaque ao ramo financeiro, onde sua taxação está diretamente ligada ao crescimento econômico do empreendimento.


Uma taxação de tributos diferenciada daquela seguida por grandes conglomerados, que lidam diariamente no mercado com um valor inestimável de investimento, o que aumenta sua valorização no mercado, assim como a precificação de suas ações.


De certa forma, as small caps lidam com tópicos de desconfiança por parte dos investidores, sendo possível destacar outros pontos além do rendimento menor dessas empresas pequenas, ao entrarem em comparação com grandes títulos do mercado.


Entre esses tópicos pouco atrativos, vale citar a baixa capitalização desse grupo de ações, além do menor valor de mercado dentro da bolsa de valores. Um conjunto de fatores que parece tornar impensável a decisão de investir nas chamadas small caps.


Contudo, existem pontos que podem fazer dessa aplicação algo positivo para o seu leque de opções para investimento, algo a ser estudado pelo escritório que presta serviços de consultoria contábil e fiscal para a sua empresa ou aplicação pessoal.


A partir de uma análise capaz de destacar o investimento em small caps como um negócio seguro e atrativo para o crescimento das suas finanças.

Por que apostar nas small caps?

A resposta para essa indagação está associada está à aplicação a longo prazo que pode ser alcançada ao se investir nesses projetos de menor porte, visando um lucro futuro, que pode ser potencializado de acordo com o crescimento a ser atingido por tal companhia.


Sendo um sistema parecido ao adotado pelos chamados investidores-anjo, que arrisca aplicar o seu capital financeiro em algum projeto que demonstrar ter futuro no mercado, com o intuito de lucrar com esse palpite comercial, visando o sucesso de tal projeto comercial.


Quanto maior for a valorização dessa empresa no mercado, resultado principalmente do reconhecimento que essa companhia passa a ter junto ao seu público, estando diretamente associado a retribuição financeira dessa audiência, maiores serão os seus resultados.


Aumentado proporcionalmente o valor das ações associadas a tal investimento, permitindo a adoção de ações que podem proporcionar um crescimento ainda maior para essa companhia, como na aplicação de um sistema de força de vendas.


Sistema esse voltado à automação do processo de vendas, capaz de otimizar as ações comerciais de uma empresa, ao apresentar um atendimento diferenciado ao seu público. Tudo a aumentar o reconhecimento dessa empresa até então de menor valorização.


Assim, é possível associar o investimento em small caps como uma aplicação ao seu futuro, no qual será possível desfrutar em um ponto distante dos lucros envolvidos em uma ação que depende de paciência e observação por parte do investidor.


Caminhando por uma trajetória diferente, se comparada ao caráter mais imediato que muitos investidores procuram ao aplicar o seu capital, com as small caps destacando-se como um meio de valorização do seu patrimônio, porém a longo prazo.


Apesar dessa ação positiva, é preciso reconhecer que investir em small caps de fato pode ser uma atitude arriscada, dependendo do mercado comercial ao qual está sendo investido, pois existem riscos a serem analisados antes de iniciar esse tipo de aposta financeira.

Riscos presentes em tais aplicações

Existem certos perigos ao se investir em um grupo de ações de menor valorização no mercado, principalmente ao se falar de empresas que não apresentam um plano de crescimento futuro, sem adotar por exemplo um sistema de gestão de ativos.


Por meios de riscos que pode ser sinalizados entre:


  • Menos estabilidade no mercado;
  • Baixa liquidez;
  • Maior probabilidade de serem atingidas por uma crise;
  • Lenta recuperação após um período de instabilidade.

Essas questões acabam também por ser responsáveis pelo menor valor de mercado dessas ações, o que coloca os seus preços em uma média menor dentro do setor financeiro.


Situação que pode ser atrativa para pequenos investidores, com pouco capital a ser aplicado dentro desse mercado e investimento, contudo, é preciso ter atenção ao tipo de ação adotada, pois em caso de falência, todo o seu investimento acaba junto da empresa.


Assim como também é possível alcançar uma posição mais privilegiada, caso essas small caps estejam associadas a uma empresa que demonstra um grande potencial de crescimento, fazendo sua aplicação inicial multiplicar-se de forma proporcional.


Como uma empresa de segurança, que oferece produtos como auditoria blindagem segurança, que encontram uma procura cada vez maior na sociedade, diante dos níveis de insegurança atual da sociedade, que acaba por influenciar na procura por tais serviços.


Ou seja, a principal dica para quem busca apostar em small caps é se informar sobre a situação da empresa, assim como a relação que o mercado e a sociedade possuem diante dos serviços oferecidos por essa companhia em questão a ser investida.

Como encontrar as melhores oportunidades

Quem busca atuar como um investidor precisa ter um certo talento ao colocar suas fichas em uma aposta específica, em algo que se aproxima ao mercado e jogos de azar, com a diferença de que se trata de um negócio legal e positivo ao mercado.


Pois muitas empresas conseguem expandir suas atividades justamente ao contarem com essa aposta externa por parte dos investidores, que acabam sendo recompensados ao aplicarem o seu capital na empresa correta, que apresenta chances de crescimento.


Logo, para se certificar que você está fazendo a aposta correta no mercado, é indicado estudar a fundo a situação dessas companhias, a demanda do mercado por esse tipo de serviço, além de outras questões que podem influenciar no sucesso da mesma.


E quando se trata de empresas de origem estrangeira, é importante recorrer aos serviços de tradução técnica, para que não exista nenhum ruído de comunicação no que se refere às atividades e dados referentes a esse grupo de atuação internacional.


Com base nessas ações, é possível confirmar que o seu investimento pode alcançar os melhores resultados possíveis, seja a curto, médio ou longo prazo, dependendo do tipo de aplicação que você procura.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

12.1.22

Minerador de bitcoin tem sorte e ganha 6,25 BTC ao adicionar sozinho um bloco na rede


Alguém com muita sorte conseguiu sair na frente das grandes empresas de mineração nesta terça-feira (11) e adicionou — sozinho — um bloco inteiro na blockchain do bitcoin. Com isso obteve a recompensa de 6,25 BTC, cerca de R$ 1,5 milhão na atual cotação da moeda.

O que chama atenção aqui é o poder computacional que o minerador usou para fazer a façanha: 126 terahash (TH/s). Esse número é extremamente baixo quando comparado ao dedicado por empresas de grande porte.

A Marathon, por exemplo, conta atualmente com mais 32 mil máquinas que juntas produzem 3.5 exahash por segundo para minerar bitcoin — 1 exahash é um quintilhão de H/s; e 1 terahash, um trilhão de H/s.

Não se sabe quem foi o premiado que conseguiu adicionar o bloco 718.124. Segundo os dados do BTC.com, além do minerador ficar com os bitcoins recém-criados, ele também faturou 0,104 BTC de taxas pagas nas quase 3 mil transações incluídas no bloco, cerca de R$ 25 mil.

O primeiro a divulgar o evento raro foi Con Kolivas, o criador do pool Solo CK — do qual o minerador faz parte.

O Solo CK é diferente dos pools de mineração tradicionais que repartem de forma igualitária as recompensas entre todos os participantes quando um bloco é encontrado. Nas raras ocasiões em que um minerador independente do Solo CK encontra um bloco, a recompensa fica toda para ele.

Em resposta a um usuário do Twitter que perguntou quão frequente é para alguém com um poder computacional tão baixo resolver um bloco de bitcoin, Kolivas explicou:

“Para o minerador envolvido, é uma chance única na vida. A última vez que um minerador tão pequeno resolveu um bloco no meu pool foi há apenas um ano. Geralmente são mineradores maiores que resolvem blocos estatisticamente, mas não há razão para que até mesmo o menor minerador não consiga resolver um”.

A última vez que um minerador do Solo CK encontrou um bloco foi em 2 de julho de 2021. Naquele época, o sortudo incluiu o bloco 689.382 na rede usando apenas 100 TH/s, um poder computacional que, segundo Kolivas, “não resolveria um bloco em mais de 100 anos”.

Por que é tão difícil minerar bitcoin

No atual consenso de prova de trabalho (PoW) que o bitcoin utiliza, os mineradores usam poder computacional para resolver quebra-cabeças matemáticos e, aqueles que encontram a resposta final antes dos concorrentes, ganha o direito de adicionar o próximo bloco na blockchain e levar as moedas recém-criadas como recompensa.

À medida que cada vez mais empresas e pools de mineração entram para competir nesse setor, o poder exigido pelas máquinas fica cada vez maior e leva às alturas a dificuldade de mineração — um mecanismo que a cada duas semanas torna mais fácil ou difícil minerar bitcoin, dependendo do número de máquinas trabalhando na rede. 

Mesmo assim, todo o processo não deixa de contar com um pouco de sorte. Embora seja altamente improvável que um minerador solitário saia na frente de mineradoras gigantescas, o feito não é impossível.

Esse é o propósito do pool Solo CK, que diz em seu site, que entre o seu público-alvo estão os “mineradores com máquinas antigas e ineficientes que nunca ganharão recompensa por meio da mineração normal e que desejam deixar os equipamentos minerando como uma loteria”.

10.1.22

Vou disputar o 2º turno com Lula’, diz João Doria


O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta segunda-feira, 10, que a disputa no segundo turno das eleições presidenciais será entre ele e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não quero ser desrespeitoso a Bolsonaro, mas Lula será o candidato que vai disputar o segundo turno e é com ele que vamos disputar. Serei um candidato duríssimo”.

Doria apontou que, no momento, há uma bipolarização entre Lula e Bolsonaro (apontada pelas pesquisas), mas que, de acordo com ele, ao longo dos próximos meses, a terceira via passará a ser mais expressiva do ponto de vista das pesquisas eleitorais.

No entanto, o governador ressaltou que ainda é muito cedo para fazer cogitações “dessa natureza”.

Doria foi questionado sobre uma possível aliança com o ex-juiz e pré-candidato à presidência Sergio Moro. Ele disse que o diálogo sobre essas parcerias deve começar em abril.

“Quanto a Moro, tenho uma boa relação com ele, cultivo essa relação, temos conversado, principalmente, em torno dessa terceira ou melhor via, como prefiro classificar. Mas ainda tempos tempo para essa evolução do diálogo. Campanha mesmo começa a partir de abril”, indicou.

Vacinação de crianças com a CoronaVac

João Doria aposta na aprovação da vacina chinesa CoronaVac para crianças de 3 a 11 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão deve sair nesta semana.

Ele acredita que, assim, poderá vacinar as crianças nessa faixa etária no Estado de São Paulo em uma semana.

“Temos 15 milhões de doses da vacina no Butantan, prontas para serem disponibilizadas para o Ministério da Saúde. Se o Ministério não desejar, primeiro, aqui em São Paulo, vamos vacinar todas as crianças. E vamos disponibilizar a CoronaVac para todas as secretarias da saúde dos governos estaduais”, indicou o governador.

Ano começou terrível para Bitcoin, Ethereum, Polkadot, Avalanche, Solana e Terra


Esse novo ano trouxe, por enquanto, apenas desapontamento para investidores cripto.

Apenas umas das 20 maiores criptomoedas por valor de mercado cresceu nos últimos sete dias. A honra vai para a Chainlink, que está operando em alta de 20% no momento que esta reportagem pe escrita, segundo o Coinmarketcap. Todas as outras moedas apresentam perdas de dois dígitos em 2022.

O líder de mercado Bitcoin, na verdade, tem uma das quedas mais brandas, comparativamente. Está em baixa de 13% nos últimos sete dias, sendo vendido na casa dos US$ 41 mil. Apesar da crise, a rede do Bitcoin estabeleceu um novo recorde no último domingo (2), quando seu hashrate atingiu a marca de 203.5 exahashes por segundo, antes de cai para baixo desse topo alguns dias depois.

Hashrate e á unidade de medida que descreve o total de potência computacional empregado em mineradores em uma blockchain. Mais poder computacional significa mais segurança, já que mais esforço será necessário para capturar 51% da rede e comprometer os valores de uma rede descentralizada.

O breve recorde de hashrate do Bitcoin marca um crescimento de 200% desde julho do ano passado, quando a China proibiu a atividade – o país era o líder de mineração de BTC até então.

Muitos mineradores chineses se realocaram para o Cazaquistão e a rede voltou com mais força do que nunca. Entretanto, as turbulências sociais que o país enfrenta fez com que as autoridades derrubassem os serviços de internet em todo o país, afundando o hashrate de volta para 172 EH/s.

Na terça-feira (4) a Securities and Exchange Commission (CVM dos Estados Unidos) adiou uma decisão sobre se irá aprovar ou não um ETF “spot” de Bitcoin (produto financeiro que leva em conta o preço atual do ativo). Uma nova data foi marcada para 16 de março deste ano.

O Bitcoin foi responsável por uma outra marca histórica na semana, mas essa negativa (pelo menos para ele). Na quarta-feira (5), a dominância de mercado do BTC caiu para 37,28%. Trata-se da menor marca desde 2018, mas ainda significa que uma moeda sozinha domina bem mais que um terço do mercado.

Ethereum e altcoins não foram muito melhores …
Enquanto Chainlink sobe, outras altcoins estão afundando. Ethereum acumulou 19% de baixas, apesar de as vendas de NFT terem voltado a crescer no ano novo.

Nessa semana, a segunda maior criptomoeda se viu com receios vindos de vários cantos.

Na quarta-feira (5), o JPMorgan falou em um relatório que Ethereum pode sofrer forte competição de blockchains rivais como Avalanche, Solana e Terra. Isso em um futuro próximo, já que todas estas fornecem serviços mais escaláveis com menos custos. Desenvolvedores da Ethereum disseram que as críticas são exageradas.

Nesse mesmo dia, um relatório da firma de investimento cripto Eletric Capital concluiu que Polkadot, Avalanche, Solana e Terra tiveram um crescimento inicial mais rápido que Ethereum, em termos de desenvolvedores atuando na rede, vale ressaltar que o Ethereum cresceu em um cenário muito diversos do que seus concorrentes.

Ironicamente, Solana, Avalanche e Terra foram alguns dos ativos que tiveram as maiores perdas nessa semana, cada um tendo desvalorizado mais de 20% no acumulado de sete dias.

Solana acumula 23% de perda na semana e é vendida a US$ 134,50. Avalanche e Luna caíram 29% e estão cotadas em US% 80,27 e 63,69, respectivamente.

Foi um começo sombrio para 2022 para as criptomoedas, mas a empolgação dentro do ecossistema cripto sobre o que está por vir não diminuiu.

7.1.22

Médicos alertam para importância de consumir mais líquidos no verão


A temporada do verão pode trazer impactos negativos para o funcionamento dos rins. O alerta é da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) em campanha em suas redes sociais, que se estenderá por todo o ano de 2022, destacando o dia 10 de março, quando se comemora o Dia Mundial do Rim. O Brasil é líder global da campanha de prevenção primária à doença renal.

Em entrevista à Agência Brasil, a médica Andrea Pio de Abreu, secretária-geral da SBN, explicou que na estação do verão há uma maior necessidade de se ingerir líquidos. “Com o calor, a gente sua mais. E é muito perigoso que as pessoas acabem não aumentando a quantidade da ingestão líquida, de preferência água e bebidas naturais, apesar de estarem suando muito”.

Em faixas etárias extremas, que englobam pacientes idosos e pediátricos, muitas vezes a pessoa já pode ter desidratação e nem percebe. O ativador da sede, que fica no cérebro, pode não apontar a necessidade de líquido. Acaba sendo necessário que a pessoa tenha o controle da ingestão de líquido suficiente. Por outro lado, muitos indivíduos acham, mesmo não estando no grupo de faixa etária extrema, que deve beber só quando está com sede. “A sede é um sinal de alarme, quando a pessoa já está desidratada”, disse a especialista.

Como os brasileiros moram em regiões distintas, desenvolvem atividades físicas diferentes e têm pesos variados, a dica da nefrologista é observar a coloração da urina. O ideal é que ela esteja amarelo clara. “Se tiver amarelo escuro, é sinal de que a pessoa está bebendo pouco líquido. Os rins sofrem com a desidratação. Esse é o primeiro ponto que a gente deve ter cuidado”, alertou.

Infecção

Outra questão que pode prejudicar os rins é que o calor no verão pode aumentar o risco de infecção urinária, principalmente em mulheres. Isso acontece porque, geralmente, as mulheres têm uma anatomia que já propicia o risco de infecção urinária, quando comparadas aos homens.

Segundo Andrea, no verão é muito frequente que as mulheres usem roupas íntimas úmidas, como biquínis, que permanecem molhados durante muito tempo, e mesmo calcinhas, que ficam úmidas pelo suor. Isso, segundo ainda a médica, pode propiciar o surgimento de microorganismos. E a falta de ingestão de água faz com que a urina fique concentrada e não seja liberada. “Muitas mulheres não vão ao banheiro muitas vezes para urinar, o que favorece também o crescimento de microorganismos.”

Outro problema apontado pela médica é que os pacientes que já têm outro fator de risco, diminuir a ingestão de água pode propiciar o surgimento ou desenvolvimento de cálculos renais. “Os cálculos renais envolvem vários fatores de risco. Um deles é a diminuiçaõ da ingestão de líquidos”.

Andrea salientou, contudo, que nem todas as pessoas que têm ingestão insuficiente de líquidos no verão vão ter cálculo renal. Do mesmo modo, nem todas as pessoas que bebem muitos líquidos na estação do calor estão livres de ter cálculo renal. “Mas para aquelas pessoas que têm outros fatores de risco, o fato de não beber água, sobretudo no verão, quando a temperatura está mais quente, faz com que elas possam aumentar a probabilidade de ter cálculo renal”.

A nefrologista Lygia Vieira, professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e diretora médica de Tratamento Intra-hospitalar da DaVita Tratamento Renal, alertou que as pessoas devem ficar atentas, porque o quadro de cólica renal é mais comum nessa estação do ano.

“Nessa época, o corpo desidrata mais facilmente e a ingestão de líquido nem sempre acompanha a necessidade de reposição adequada. Dessa maneira, a urina fica mais concentrada e propicia a formação de cálculos. Também no período de festas e férias, há maior consumo de bebidas alcoólicas, que inibe o hormônio antidiurético, estimulando assim a diurese tendendo à desidratação”, explicou. Ela recomenda que o serviço de emergência deve ser procurado nos quadros de dor lombar com ou sem hematúria.

Diálise

Dados da SBN mostram que cerca de 145 mil pacientes estão em terapia dialítica no Brasil, sendo 92,7% deles em hemodiálise. Para essa população, a doutora Lygia Vieira chama atenção para os quadros de falta de ar, aumento dos edemas e ganho de peso relacionados ao aumento da ingesta de líquidos.

Para Andrea Pio de Abreu, de modo geral, a orientação é que todo mundo beba líquidos de forma adequada, observe a diurese (produção e secreção de urina pelo rim) e aumente a ingestão de líquidos no verão. Ela ressaltou, entretanto, que para as pessoas que fazem diálise, a quantidade de líquido deve ser individualizada, porque há pacientes que urinam mais na diálise e pacientes que, simplesmente, não urinam.

A secretária geral da SBN disse que os pacientes que não urinam podem até ter mais sede no verão, só que não podem beber muita água. Eles vão precisar conversar com seu nefrologista para que ele recomende a quantidade de líquido que vão poder beber, levando em consideração a quantidade de diurese que eles têm. “Isso é muito importante entre os pacientes que já estão em diálise”, recomendou.

A médica disse que os pacientes que não chegaram ainda à diálise, mas têm doença renal crônica avançada, também precisam de orientação do nefrologista para saber quanto de líquido é interessante que tomem. “O médico vai pedir para medir a quantidade de urina do paciente, vai avaliar questões como edema, dar suporte nutricional adequado”.

Os líquidos incluem não só água potável, mas sucos, sorvetes, chás, café, açaí, gelatinas, refrigerantes, sopas.

Sal

Em relação ao sal, a recomendação é que o consumo seja abaixo da metade do que o brasileiro consome, que é entre 11 e 12 gramas por dia. “Isso é muito”, disse Andrea. “O problema do sal é que ele tem vários impactos. Um deles é sobre a pressão arterial. Ele faz com que haja maior retenção de água no organismo. Com isso, há risco maior de aumentar a pressão arterial. Faz também com que pacientes que já tenham doença renal avançada inchem mais, retenham mais líquido dentro do corpo”, explicou.

Em grupos de pacientes que necessitam ter uma quantidade de líquido ingerida individualizada, como pessoas com insuficiência cardíaca ou pacientes com doença renal avançada, é frequente que eles sigam a orientação do volume de líquido, mas consumam comida industrializada, cheia de sal.

O que acontece é que a sede aumenta e qualquer líquido que eles vão ingerir vai reter no organismo. Andrea alerta que esse quadro aumenta a chance de ter edema. Ela disse que 70% do sal que as pessoas comem estão escondidos nos produtos industrializados. “Está presente, inclusive, em alimentos doces da indústria, como conservantes”.


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