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24.8.21

Testando os limites da parceria China e Brasil


O Brasil é o parceiro econômico e político mais importante da China na América do Sul, bem como um participante-chave no grupo de potências emergentes Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS) que a China cada vez mais lidera.
 
Quando se trata de aspirações globais, China e Brasil têm estado historicamente em sincronia em suas críticas à ordem internacional liberal, se não em seus remédios preferidos. Historicamente, suas prescrições para a política externa diferem em aspectos importantes. 

A China preferiria uma ordem mundial que melhor acomodasse seus interesses e está se tornando menos relutante em usar a ameaça da força na política externa para manter sua ascensão em sua vizinhança geopolítica. O Brasil tradicionalmente prefere uma ordem internacional liberal baseada em regras que se aplica a todos, especialmente às superpotências. Ao contrário da China.

Desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu o cargo em janeiro de 2019, esse padrão histórico foi derrubado.
 
Bolsonaro e sua equipe de política externa adotaram uma agenda fortemente pró-EUA (especificamente pró-presidente Donald Trump) internacionalmente, incluindo o engajamento em críticas frequentes à China. No mercado interno, a parceria com a China gerou polêmica em alguns setores.
 
Especificamente, a parceria é criticada pelo setor manufatureiro brasileiro, que enfrenta forte concorrência dos produtos chineses e carece de acesso recíproco ao mercado chinês, e por eleitores nacionalistas-populistas que apóiam o Bolsonaro. Os interesses de exportação agrícola, por outro lado, favorecem um relacionamento forte com Pequim porque a China é um importante mercado para seus produtos.

Embora inicialmente contidos em resposta às críticas do governo Bolsonaro, diplomatas chineses contra-atacaram em 2020 em entrevistas e artigos com a mídia local,

Essa dinâmica de confronto é um distanciamento marcante da tendência histórica nas relações Brasil-China, que tendeu para relações econômicas e políticas mais profundas. A China tem um interesse de longo prazo em um relacionamento diplomático estreito com o Brasil, importante tanto para sua estratégia na América Latina quanto para maximizar sua liderança global. É improvável que Pequim queira que essa tensão se torne o “novo normal” em suas relações com o Brasil. Diante da pandemia de COVID-19, o governo Bolsonaro seguiu um curso errático entre a retórica conciliatória, a busca de ajuda chinesa contra o novo coronavírus, e outras críticas.

Apesar das preferências de sua atual equipe de política externa, o Brasil tem importantes interesses estratégicos de longo prazo em manter uma parceria de trabalho com a China.

EVOLUÇÃO DA “PARCERIA ESTRATÉGICA” CHINA-BRASIL

O caminho do Brasil em direção ao status de potência emergente tem sido difícil, pois ele tentou estratégias diferentes para garantir um assento à mesa para negociar um lugar na ordem internacional compatível com suas aspirações. Ela vacilou entre colaborar com os Estados Unidos, como ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial e durante a década de 1990 após o fim da Guerra Fria, e traçar seu próprio caminho autônomo para o status de grande potência durante a Guerra Fria e durante as primeiras décadas do século 21 . 

A cada vez, as aspirações do Brasil foram minadas por profundas crises em seus arranjos políticos e econômicos internos que desmentiram sua reivindicação ao status de grande potência.

Nos períodos em que buscou autonomia internacional, o Brasil encontrou na China um parceiro atraente para criticar a ordem internacional liberal fomentada pelos Estados Unidos a partir da Segunda Guerra Mundial. 

O governo militar brasileiro estabeleceu relações diplomáticas com a República Popular da China em 1974, encerrando o reconhecimento da República da China (Taiwan), e China e Brasil firmaram uma “parceria bilateral estratégica” em 1993, inicialmente focada na cooperação econômica e tecnológica, mas eventualmente evoluindo para uma parceria mais global.

Ambos priorizaram relacionamentos com o Sul Global baseados na solidariedade, não intervenção e respeito mútuo, contrastando deliberadamente sua abordagem com a das superpotências. Em particular, eles criticaram o grau em que os Estados Unidos ignoraram as regras da ordem liberal baseada em regras que supostamente defendia. 

O que uniu os dois países foi uma crítica ao sistema internacional em comparação com o mundo em desenvolvimento. Tanto a China quanto o Brasil têm buscado um rápido desenvolvimento econômico e tecnológico (embora a China tenha tido muito mais sucesso) e têm buscado a industrialização como um meio importante para a autonomia internacional e um assento na mesa das principais potências mundiais.

Uma das instituições de assinatura por meio das quais a cooperação internacional China-Brasil se tornou mais formalizada é a parceria com o BRICS. O BRICS reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul para tratar de questões globais de interesse mútuo. Um clube de “potências emergentes” (embora a Rússia esteja em declínio), o BRICS tem servido como um local para admiração mútua, para acordos de clube entre os membros e, às vezes, para propor uma ordem mundial alternativa. 

Particularmente ao buscar reformas na ordem internacional liberal, os países do BRICS propuseram alternativas às instituições existentes, como o Banco de Desenvolvimento do BRICS (uma alternativa para o Banco Mundial) e o Arranjo de Reserva de Contingência (uma alternativa para o Fundo Monetário Internacional).

Tanto a China quanto o Brasil descobriram que o BRICS é um mecanismo útil para sinalizar às grandes potências existentes que os Estados em ascensão têm a capacidade e o interesse em estabelecer suas próprias instituições globais, mesmo que ainda sejam nascentes e possam não prosperar.

FUNDAMENTOS ECONÔMICOS DA RELAÇÃO BRASIL-CHINA

O relacionamento da China e do Brasil é baseado em uma relação comercial e de investimento expansiva. A China começou a negociar no exterior com a América do Sul em termos significativos após 2000, inicialmente focado principalmente na aquisição de commodities para abastecer sua base industrial em rápido crescimento e alimentar sua população.  

O Brasil é uma das economias de exportação agrícola mais produtivas do mundo, rivalizando com os Estados Unidos nesta área, bem como um exportador significativo de produtos minerais. 

Em 2019, o comércio bilateral atingiu mais de US $ 100 bilhões, tornando a China o principal destino das exportações brasileiras.A rivalidade comercial China-EUA sob o governo Trump beneficiou o Brasil, à medida que a China deslocava seu comércio de alimentos dos Estados Unidos, e os exportadores agrícolas altamente competitivos do Brasil estavam ansiosos para compensar a falta. 

Depois de 2005, quando a China começou a investir no exterior, o Brasil também se tornou um destino significativo para seu investimento estrangeiro direto, primeiro no setor de commodities, mas depois em uma gama mais ampla de projetos de infraestrutura. 

Até 2017, mais da metade dos investimentos da China na América do Sul foram destinados ao Brasil. Embora não seja formalmente um alvo para a iniciativa Belt and Road da China, os interesses globais e os mercados de exportação do Brasil são claramente afetados pelos programas de investimento no exterior da China, principalmente porque tende a afastar o centro de gravidade econômico global dos Estados Unidos dos outros grandes parceiros comerciais internacionais do Brasil.

No entanto, nem todas essas tendências são totalmente positivas para o Brasil ou para seu relacionamento com a China. 

O Brasil tem sofrido um fracasso persistente na política industrial, o que, entre outros fatores, contribuiu para a desindustrialização de sua economia e a perda de empregos formais bem remunerados. Em parte, isso se deve à competição com as baratas importações de manufaturados chineses. 

O setor industrial brasileiro, tradicionalmente capaz de contar com um grande mercado interno, historicamente favoreceu políticas protecionistas e não é totalmente competitivo globalmente. Portanto, não está preparada para lidar com as importações chinesas relativamente mais baratas. Além disso, os fabricantes brasileiros enfrentam barreiras não tarifárias ao tentar exportar para a China. Embora as exportações do Brasil para a China tenham disparado desde 2000.

NAVEGANDO EM BAIXIOS ROCHOSOS: O GOVERNO BOLSONARO ANTAGONIZA A CHINA

Desde que ganhou o cargo em 2018, Bolsonaro oscilou entre a postura altamente crítica em relação à China que defendeu e uma abordagem conciliatória que reflete a importância das relações econômicas e comerciais entre os dois países. 

Sua equipe de política externa, liderada pelo chanceler Ernesto Araújo, representa uma ruptura radical com a recente tradição diplomática brasileira. Abandonando a política tradicional de autonomia do Brasil na política externa, o governo Bolsonaro adotou uma abordagem altamente pró-EUA, imitando as políticas internacionais do governo Trump, mesmo seguindo o exemplo dos EUA ao anunciar que mudaria sua embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém que resultou em fortes críticas de exportadores agrícolas brasileiros preocupados com os mercados do mundo árabe.

Desafiando essa tendência estão os governantes vistos como os “adultos da sala”, liderados pelo vice-presidente Hamilton Mourão, ex-general do Exército, e incluindo o ministro da Economia, Paulo Guedes, e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina. 

O empresariado, em particular o setor agrícola, não é favorável a nenhuma política que atrapalhe as relações comerciais com a China, até porque considera improvável que os Estados Unidos se abram às importações de produtos agrícolas e de mineração brasileiros.

Embora as críticas do governo brasileiro à China tenham sido moderadas em 2019, especialmente na preparação para a cúpula do BRICS em Brasília, a crise da pandemia do coronavírus trouxe o pior da retórica anti-China de Bolsonaro à tona. 

Seus aliados e seguidores se envolveram em uma conspiração anti-China em torno das origens da pandemia na mídia social, alegando que é um ataque ao capitalismo, ecoando argumentos apresentados por círculos de extrema direita nos Estados Unidos. 

Na verdade, o grau de polarização política no Brasil só se compara ao dos Estados Unidos. Por exemplo, os partidários de Bolsonaro acusaram amplamente os “adultos da sala”, como Guedes, Cristina e Mourão, de serem “comunistas secretos” nas redes sociais. Nesse ínterim, diplomatas chineses responderam vigorosamente na mídia brasileira, gerando mais polêmica.

Tudo isso está acontecendo enquanto Bolsonaro, que tende a considerar a pandemia uma farsa, presidiu uma das piores respostas do governo à crise no mundo até hoje.

Desde o início da pandemia, Bolsonaro demitiu ou perdeu dois ministros da saúde, e nenhum substituto permanente foi nomeado ainda. 

A família de Bolsonaro é suspeita de vínculos com corrupção e outros crimes. Fala-se cada vez mais de impeachment em Brasília, e Bolsonaro carece de uma base sustentada de apoio no legislativo brasileiro. 

O Supremo Tribunal interessou-se profundamente pelas alegações feitas contra o presidente.Apoiadores do Bolsonaro encorajaram um golpe de estado militar se quaisquer ações fossem tomadas contra o presidente ou seus interesses.

Isso é particularmente significativo porque Bolsonaro militarizou cada vez mais seu governo, particularmente o ministério da saúde, o que coloca as forças armadas em uma situação incômoda, uma vez que oficiais militares sem experiência em saúde pública podem ser deixados na mão por um governo que está falhando adequadamente enfrentar a pandemia.

As forças armadas têm sido um parceiro silencioso de Bolsonaro ao longo de sua presidência, mas a situação atual pode colocar os militares normalmente populares em risco de sofrer danos à reputação. 

Para a China, pode ser melhor esperar o atual desastre político em Brasília. Bolsonaro carece de raízes profundas no sistema político ou partidário do Brasil. Além disso, o Brasil negocia duas vezes mais com a China do que com os Estados Unidos, tendência acentuada pelas recentes disputas comerciais entre os EUA e a China.

A ascensão da China como um contrapeso para a hegemonia dos EUA permanecerá atraente no longo prazo para as autoridades brasileiras e analistas de política externa que buscam maximizar a autonomia estratégica de seu país internacionalmente. Para a China, uma “parceria estratégica” atrai interesses políticos e econômicos significativos no Brasil, o que sugere que essa abordagem vencerá no longo prazo.

Por outro lado, para os Estados Unidos e o Brasil, seus interesses econômicos internacionais não estão naturalmente alinhados. Em muitos mercados importantes de exportação de commodities agrícolas e minerais, suas economias não são complementares, mas sim competidoras entre si. 

Além disso, os diplomatas brasileiros têm uma longa memória de todas as vezes em que os Estados Unidos desconsideraram os interesses do Brasil, muito menos não construíram um relacionamento especial. Os interesses do Brasil e dos EUA estão mal alinhados na América do Sul, uma área onde o Brasil busca preservar sua liberdade de ação em vez de cooperar. 

10.9.21

Não há evolução sem mudanças, não há sabedoria sem reconhecer erros


Olá Amados!

Venho a publico em rede social a dizer aos amados amigos e seguidores ligados direta ou indiretamente ao Seja Hoje Diferente no que tange ao conteúdo do nosso Blog e trabalhos voluntários realizados e que virão a ser realizados com a Permissão e Vontade de Deus.

1) O Seja Hoje Diferente com o Fusquinha do Bem não deixou as ruas e muito menos Grupos ou Ongs de lado, isto não é verdade e nossa história registrada em nosso Blog prova isso.

2) As redes sociais e o Blog Seja Hoje Diferente sempre ajudou a Divulgar e trazer pessoas a diversos Grupos, ONGs nas diversas ações realizadas, até hoje e enquanto durar o Seja Hoje Difente estes registros, estas informações e indicações estão presente no Blog na qual recebem inúmeras visitas diárias na qual direciona os que buscam a ajudar para os meios de contatos diretos informados em dezenas de artigos publicados. 

Onde somos uma ponte divulgativa onde interessado chega ao destino e, este Destino por muitas vezes nem se lembra quem somos nós; 

Será mesmo que foi nós que deixamos de lado?

3) O Grupo de Amigos e o Blog Seja HOje Diferente, não tem religião e partido político, unimos pessoas que buscam objetivos, no foco do SHD que é aprender, ajudar, conquistar, trabalhar, investir, honrar, apreciar e melhorar.

4) Ao unir-se ao nosso grupo cada membro guarda para sí suas crenças religiosas, opniões e afiliações partidárias, e seu time de futebol, estas que devem ficar na mão de cada um e, dedicar-se energia na busca dos Objtivos.

5) A evolução vem de acontecimentos e experiências; o Seja Hoje Diferente, entre ações e fatos percebeu que: Política e Religião não UNEM PESSOAS DIFERENTES, infelizmente elas SEPARAM. É por isso, que estas importâncias não devem ser levada em consideração dentro de nosso grupo de amigos, trabalhos voluntários, trabalhos solidários, arrecadações e doações. 

6) Eu, Alessandro Turci criador e administrador do Seja Hoje Diferente na busca de unir pessoas e formar um grupo dedicado, desde a criação do Seja Hoje Diferente juntamente com as pessoas envolvidas tivemos ACERTOS e ERROS

7) Os acertos nós buscamos melhorar e os ERROS nós buscamos não mais comete-los. E um grave erro foi querer abrir espaço para a Religião e Política entre os envolvidos diretamente ou indiretamente com o Seja Hoje Diferente e, inclusive o Seja Hoje Diferente apoiou ano passado o amigo Edir Rocha o "Tio Fio" em sua candidatura à vereador.

8) No resultado separativo entre participantes da comunidade de amigos do Seja Hoje Diferente, devido estas decisões, nos mostrou que realmente para seguir nossos objetivos a Religião e Política deve-se ficar na mão de cada um de nós e juntos buscarmos força e energia para conquistar os nossos objetivos independente delas.

9) Não há Evolução sem Mudanças, não há sabedoria sem reconhecer erros e não há união dos DIFERENTES se a Religião e Política se misturar ao nosso Foco.

10) Agradeço a todos os amigos, seguidores, colaboradores, doadores, visitantes e apoiadores do Seja Hoje Diferente; sem vocês não haveria esta linda e maravilhosa história que ainda esta sendo contada em nosso blog. 

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz

Administrador do Seja Hoje Diferente.

Alessandro Turci

27.10.21

Instagram e Facebook vão inserir rótulos em postagens sobre eleições


O Facebook anunciou que, a partir das próximas semanas, vai inserir rótulos em postagens sobre eleições com redirecionamento de usuários para a página da Justiça Eleitoral na internet. 

A medida também valerá para o Instagram, rede social que pertence ao conglomerado controlado pelo Facebook. A novidade faz parte de um trabalho conjunto com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater desinformação e ameaças à integridade do processo eleitoral.     

"A integridade das eleições é uma prioridade para nós e temos trabalhado nos últimos anos com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Brasil para proteger o processo democrático, identificando e agindo contra ameaças e ajudando as pessoas a terem acesso a informações confiáveis sobre a votação. Como parte do nosso trabalho com o TSE para a eleição presidencial de 2022, iremos direcionar as pessoas usando o Facebook e o Instagram no Brasil para informações oficiais sobre o sistema de votação e artigos rebatendo desinformação sobre o processo eleitoral”, diz o comunicado.

Segundo a plataforma, nas próximas semanas, usuários no Brasil começarão a ver um rótulo em postagens nas plataformas que tratam de eleições e serão direcionados a uma página do site da Justiça Eleitoral. 

De acordo com a empresa, desde 2016 o número de funcionários que atuam na área de segurança e integridade das plataformas foi quadruplicado, passando para mais de 40 mil pessoas. As redes sociais atuaram no ano passado, durante as eleições municipais, estabelecendo regras de transparência da publicidade de candidatos. 

"Removemos mais de 140 mil peças de conteúdo do Facebook e do Instagram no Brasil pela violação de nossas políticas de interferência na votação antes do primeiro turno da eleição e cerca de 3 milhões de pessoas com mais de 16 anos elegíveis ao voto no país clicaram para ver mais informações sobre a eleição nos dias que antecederam a votação. Em 2018, lançamos no Brasil nossas ferramentas de transparência para propaganda política e eleitoral e, desde 2020, qualquer pessoa ou organização precisa passar por um processo de autorização confirmando identidade e endereço no país para veicular anúncios sobre esses temas. Desde então, anúncios sobre política ou eleições ficam armazenados publicamente na nossa Biblioteca de Anúncios por um período de sete anos", informou o comunicado. 

Ainda segundo o comunicado, durante a campanha eleitoral de 2020 foram rejeitados cerca de 250 mil anúncios sobre política ou eleições que não continham o rótulo "Propaganda Eleitoral” ou “Pago por” direcionados a pessoas no Brasil, os chamados conteúdos impulsionados.

O comunicado informa ainda que o WhatsApp, outra plataforma pertencente ao Facebook, já havia lançado, no ano passado, em parceria com o TSE, um chatbot (conta automatizada) para ajudar na circulação de dados oficiais sobre o processo eleitoral e a votação. Além disso, o aplicativo de mensagens disponibilizou um canal de comunicação específico com o TSE para denunciar contas suspeitas de realizar disparos em massa, o que não é permitido nos Termos de Serviço do aplicativo e nem pela legislação eleitoral.

18.6.20

Brasileiros estão com mais medo de contaminação pelo coronavírus em relação ao início da pandemia, segundo Datafolha

Pesquisa mostrou diferenças na percepção de brasileiros de diferentes regiões, classes sociais, gênero e raça. Mulheres pobres nordestinas são as que mais temem a COVID-19

Ao acompanhar as últimas notícias sobre a COVID-10 pelo celular, brasileiros se sentem mais apreensivos sobre a atual crise sanitária, política e econômica que abate o país. No dia 4 de junho, o Brasil alcançou a triste marca de terceiro país do mundo com o maior número de mortos pela COVID-19, atrás apenas do Reino Unido e dos Estados Unidos. 


No 100º dia da pandemia no país, foram oficialmente registrados 1.473 óbitos, o que faz a atual doença matar mais de um brasileiro por minuto — recorde, até então, registrado em território nacional. Até essa data, o país registrava 34.021 mortes e 614.941 mil casos confirmados, dos quais 325.957 mil ainda estão sob acompanhamento médico.

Se a pior pandemia do último século já foi chamada de “gripezinha” pelo presidente Jair Bolsonaro, até o dia 5 de junho a doença provocada pelo novo coronavírus já havia contaminado mais de 6,4 milhões de pessoas e matado mais de 382 mil em todo o planeta.

Desde o primeiro registro oficial de contaminação por COVID-19 no país, diferentes pesquisas verificam como está a percepção de brasileiros sobre a atual pandemia e quais são os impactos sobre a saúde pública, a economia e a política institucional.

Pesquisa Datafolha

Um levantamento realizado pelo Instituto Datafolha, no dia 2 de junho, mostra que o medo de ser infectado cresceu entre os brasileiros, agora, em comparação ao início da pandemia no país. Na pesquisa, 45% dos entrevistados disseram sentir “muito medo” — proporção que era de 38% em abril e 36% em março.

Em contrapartida, nas demais perguntas feitas pelo Instituto, os índices diminuíram. Os que declararam ter “um pouco de medo” são 34% — menos do que os 39% registrados em abril e 38% em março. A parcela dos que declararam não ter medo da doença foi de 21% — índice que era de 23% em abril e 26% em março.

Foram registradas diferenças na percepção de homens e mulheres, além de ricos e pobres, sobre a doença. Enquanto 38% dos homens afirmaram ter muito medo de serem contaminados, essa proporção sobe para 51% das mulheres. Entre os mais pobres, 50%  tem medo de contrair a doença, índice que cai para 31% entre os mais ricos.

As diferenças regionais também foram notadas nessa pesquisa. Enquanto 51% dos moradores do Nordeste apresentaram maior medo de ter COVID-19, a proporção de habitantes da região Sul com o mesmo temor foi de 31%.

Foram realizadas 2.069 entrevistas nos dias 25 e 26 de junho, por telefone, com brasileiros com idade mínima de 16 anos e portadores de aparelhos celulares, de todas as regiões do país.

Disseminação da doença

A pesquisa também investigou a percepção dos entrevistados sobre a disseminação da pandemia: 77% dos mais ricos, 69% dos mais escolarizados e 64% dos moradores de regiões metropolitanas se infectaram ou conhecem alguém que contraiu a doença. 

Os menos contaminados se concentram entre os menos escolarizados (59%) e moradores da região Sul (66%). O Instituto Datafolha não realizou testes nas pessoas entrevistadas, somente perguntou se eles haviam sido infectados ou não pela doença.

O cruzamento entre as respostas dos diferentes segmentos socioeconômicos conclui que as mulheres pobres nordestinas constituem a parcela da população que mais teme a COVID-19.

Sobre o uso da hidroxicloroquina como tratamento da doença, a opinião de 89% dos entrevistados é de que esta questão deve ser científica e não política. Esse índice é majoritário entre todas as regiões e os segmentos sociais.

5.9.18

O que é Parlamentarismo?


Parlamentarismo é um sistema de governo em que o poder legislativo (parlamento) oferece a sustentação política (apoio direito ou indireto) para o poder executivo. 


Logo, o poder executivo necessita do poder do parlamento para ser formado e também para governar. No parlamentarismo, o poder executivo é, geralmente, exercido por um primeiro-ministro (chanceler).

Vantagens 

A vantagem do sistema parlamentarista sobre o presidencialista é que o primeiro é mais flexível. Em caso de crise política, por exemplo, o primeiro-ministro pode ser trocado com rapidez e o parlamento pode ser destituído. No caso do presidencialismo, o presidente cumpre seu mandato até o fim, mesmo havendo crises políticas.

O parlamentarismo pode se apresentar de duas formas:

- Na República Parlamentarista (República Constitucional Parlamentar), o chefe de Estado (presidente) normalmente não tem poderes executivos reais. O Presidente da República pode ser eleito pelo povo e nomeado pelo Parlamento, por tempo determinado. Há também vários países em que o presidente é eleito pelo próprio Parlamento. Quem governa de fato (com poderes executivos) é chefe de governo, ou seja, o primeiro-ministro.

- Nas Monarquias Parlamentaristas, o chefe de estado é o monarca (rei), que assume de forma hereditária, não possuindo poderes executivos. O chefe de governo (que governa de fato) é um primeiro-ministro, também chamado de chanceler, que é escolhido pelo Parlamento.

Em ambos os casos, os parlamentares, representantes do poder legislativo, são escolhidos pelo povo através de eleições diretas.

Nascimento

O sistema parlamentarista tem origem na Inglaterra Medieval. No final do século XIII, nobres ingleses passaram a exigir maior participação política no governo, comandado por um monarca. Em 1295, o rei Eduardo I tornou oficiais as reuniões (assembleias) dos os representantes dos nobres. Era o berço do parlamentarismo inglês.

Exemplos de países parlamentaristas

Países parlamentaristas da atualidade: Canadá, Inglaterra, Suécia, Itália, Alemanha, Portugal, Holanda, Noruega, Finlândia, Islândia, Bélgica, Armênia, Espanha, Japão, Austrália, Índia, Tailândia, República Popular da China, Grécia, Estônia, Egito, Israel, Polônia, Sérvia e Turquia.

Sugestão de vídeo: Como seria se o Brasil fosse parlamentarista?



Fonte de Pesquisa: Sua Pesquisa

3.8.18

03 de Agosto: Dia do fim da censura no brasil


Fim da censura no Brasil

Em 3 de agosto, comemora-se o Fim da censura no Brasil. Isso se deve ao fato de que foi nesse dia, em 1988, que foi votado o texto da Constituição que trata desse tema.

Em 3 de agosto é comemorado no Brasil o fim oficial da censura no país, isto é, do cerceamento da liberdade de expressão intelectual, artística, científica, comunicativa etc. Essa data remete ao dia em que foi votada, na então Assembleia Constituinte de 1987/88, o conteúdo da nova Constituição Federal referente ao tema da censura, que havia vigorado como política de controle durante o Regime Militar (1964-1985).

O Regime Militar aplicava a censura às diversas esferas da sociedade, desde a prática do jornalismo até festivais de música, teatro etc. Para tanto, servia-se de órgãos de Estado, como a Divisão de Censura e Diversões Públicas (DCDP), o Conselho Superior de Censura (CSC) e o Departamento de Ordem Política e Social (DOPS).

Frequentemente, além do controle da liberdade de expressão, esses órgãos acabavam também por colaborar com outros departamentos – sobretudo departamentos de inteligência das polícias e do Exército – que tinham o objetivo de capturar e obter informações, muitas vezes por meio de tortura, de indivíduos que tivessem ligação com grupos revolucionários.

Dispositivo constitucional que assegura a liberdade de expressão

Pois bem, com a Lei da Anistia, em 1979, aprovada ainda no Regime Militar, os crimes cometidos tanto por militares quanto por revolucionários foram revogados. Isso colaborou para que, progressivamente, houvesse a abertura democrática no Brasil, haja vista que novos partidos políticos puderam ser formados e o debate público pôde ser retomado.

Em meados dos anos 1980, esses novos partidos elegeram os primeiros congressistas (deputados federais e senadores) e governadores de estados. O cargo da presidência do país foi passado a um civil, José Sarney, após votação indireta dos membros desses partidos. Em 1987, teve-se início com o Congresso Constituinte a Assembleia Nacional Constituinte, que ficou responsável pela elaboração da nova Carta Constitucional do Brasil, que só passaria a valer efetivamente em outubro de 1988.

Foi no texto dessa Carta que ficaram garantidos os principais direitos e os deveres dos cidadãos e das instituições brasileiras. Entre esses direitos está o da liberdade de expressão, cujo texto, como dissemos, foi votado em 3 de agosto de 1988. Se abrirmos a Constituição Federal do Brasil em seu Capítulo I, intitulado “Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos”, veremos que no título II, que trata “Dos Direitos e Garantias Fundamentais”, há a seguinte resolução no inciso IX do Artigo 5º: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença.”

É isso o que assegura ao Brasil, após o fim do Regime Militar, o acesso livre à informação e a livre manifestação de opinião, seja política, seja religiosa, artística etc.

Na fonte de Mundo Educação

4.11.21

IBGE começa teste nacional para o Censo 2022


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realizará, de hoje (4) até meados de dezembro, o primeiro teste nacional do Censo 2022. Foram escolhidos municípios, bairros, distritos ou comunidades nas 27 unidades da Federação, que serão percorridos por cerca de 250 recenseadores.

Os testes incluem todas as etapas do Censo, desde os sistemas e equipamentos de coleta até o treinamento dos recenseadores, além da pesquisa sobre as características do entorno dos domicílios e o modelo misto de entrevistas (presencial, pela internet ou por telefone).

Segundo o órgão, como ocorre em todas as pesquisas do IBGE, as informações prestadas aos recenseadores são confidenciais e o sigilo é garantido por lei. O Censo 2022 visitará todos os domicílios do país a partir de junho do ano que vem.

Quilombolas e indígenas

A previsão é que, a partir de 25 deste mês, os testes do Censo 2022 cheguem às terras indígenas e aos territórios quilombolas. No Rio de Janeiro, essas visitas ocorrerão em Angra dos Reis e Paraty, onde serão testados protocolos sanitários de segurança, normas de abordagem e o questionário específico para essas populações.

Os recenseadores vão trabalhar uniformizados, com boné, colete e bolsa azuis com a logomarca do IBGE. No colete há também o crachá de identificação, com a foto e os números de matrícula e identidade do entrevistador. Eles vão utilizar um Dispositivo Móvel de Coleta (DMC) de cor azul, semelhante a um smartphone. Os moradores podem verificar a identidade de todos os entrevistadores do IBGE por meio do site respondendo.ibge.gov.br ou do telefone 0800 721 8181.

Inovações tecnológicas

Segundo o IBGE, a operação censitária de 2022 será totalmente informatizada. Além dos novos dispositivos móveis para a coleta (DMC) de dados, bem mais modernos que os de 2010, o IBGE passou a utilizar “nuvens” na internet, para o suporte de comunicações e tráfego de dados, e novos Data Centers com alto desempenho.

Além disso, serão utilizados formulários na web para que os moradores respondam ao Censo pela internet, se desejarem, bem como uma central de atendimento por telefone para apoiar toda a operação, com capacidade para atender os moradores que optarem por entrevistas telefônicas.

“Toda a comunicação digital do Censo 2022 contará com links de acesso protegidos contra possíveis ataques de negação de serviço (DoS Attacks), utilizando fibra ótica com redundância entre os Data Centers. Na coleta e supervisão, temos uma infraestrutura com minimodem 3G/4G, antenas de satélite (VSAT em banda KA e BGAN) e conexões banda larga fixa com a internet (ADSL, Fibra, Cable Modem etc.)”, informou o IBGE.

Os arquivos digitais que serão embarcados nos DMCs fornecem aos recenseadores as principais informações sobre os setores censitários que serão visitados. Esses arquivos estão armazenados na nuvem privada do IBGE e, também, em nuvem pública.

No Censo Demográfico 2022, o IBGE fará todo o processo de contratação de funcionários temporários de forma digital, eliminando o uso do papel.

O projeto do Censo Demográfico é composto por um conjunto de sistemas informatizados, como: sistema de gerenciamento da coleta de dados em campo, sistema de supervisão e acompanhamento gerencial, sistema de gestão administrativa e pagamento, entre outros.

Segundo o instituto, por trás disso tudo há uma infraestrutura de tecnologia da informação robusta, com dispositivos móveis de coleta de última geração, possibilitando que a operação seja totalmente digital, bem gerenciada e segura, produzindo dados de qualidade em um tempo cada vez menor.

O IBGE destacou que obedece ao normativo legal do sigilo estatístico, estabelecido pela Lei nº 5.534 de 14 de novembro de 1968, e pela Lei Geral de Proteção de Dados nº 13.853, de 8 de julho de 2019.

Somado a esse arcabouço legal, o IBGE acrescentou que tem uma Política de Segurança da Informação e Comunicações, e todos os procedimentos a serem adotados na infraestrutura envolvida no Censo Demográfico 2022 estão de acordo com essa política, considerando os atributos clássicos de confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade.

Novidades do Censo 2022 em relação a 2010

- Gerenciamento digital dos resultados da coleta de dados em tempo real, permitindo correções de
eventuais erros operacionais.

- Gerenciamento digital, em tempo real, dos deslocamentos dos recenseadores em todo território nacional.

- Digitalização de todo o processo de contratação e gerenciamento dos servidores temporários, eliminando
o uso do papel.

- Armazenamento em nuvem privada e pública dos arquivos digitais, agilizando a rotina diária dos mais de 180 mil recenseadores, que envolve o download das informações dos setores censitários e o upload dos questionários respondidos.

- Dispositivos Móveis de Coleta (DMC) de última geração, com minimodem 3G/4G e aplicativos
atualizados, que se conectam à rede de comunicação do IBGE e possibilitam a transmissão dos dados coletados de forma criptografada e segura.

- Proteção contra possíveis ataques de negação de serviço (DoS Attacks), utilizando fibra ótica com redundância para toda a comunicação entre os Data Centers.

- Novo cluster de banco de dados de alta performance, para organização, análise, compartilhamento e monitoramento das operações. Maior velocidade de processamento das aplicações hospedadas no Data Center, permitindo a utilização de soluções mais estáveis, seguras e com mais desempenho.

- Aumento da capacidade de conexão do IBGE com os recenseadores, por meio de antenas de satélite (VSAT em banda KA e BGAN) e conexões banda larga fixa com a Internet (ADSL, Fibra, Cable Modem etc.) disponível nos DMCs e Data Centers do Instituto, diminuindo o risco de sobrecargas.

20.10.21

Senado aprova auxílio gás para famílias carentes


O Senado aprovou a criação do Programa Gás para os Brasileiros, o chamado auxílio gás. O programa vai auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha. O projeto de lei (PL) prevê que cada família receba bimestralmente o equivalente a 40% do preço do botijão de gás. O projeto retorna à Câmara.

De acordo com o PL aprovado, serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O programa será financiado com recursos dos royalties pertencentes à União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, serão utilizados outros recursos que venham a ser previstos no Orçamento Geral da União e dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional.

Entre as justificativas do autor do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), está o aumento do preço do gás de cozinha nos últimos meses o que tem feito com que famílias optem pelo o uso de lenha, carvão e, até mesmo, etanol para o preparo dos alimentos o que provocou o aumento de doenças pulmonares e acidentes com queimaduras.

Para ele, o projeto traz “justiça social”, devolvendo à população parte do lucro da Petrobras obtido no mercado. “Estamos fazendo uma justiça social quando estabelecemos fontes de financiamento que não são fiscais. A fonte de financiamento diz respeito aos dividendos que a União recebe pelas suas ações da Petrobras, pelo lucro que a União obtém. Estamos pegando o lucro das ações da Petrobras e devolvendo pro povo humilde.”

Na avaliação do relator do projeto no Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), a mais recente política de preços da Petrobras, adotada na gestão do presidente Michel Temer, com a estatal sob comando de Pedro Parente, pavimentou a crise dos combustíveis vivida hoje.

“A primeira providência que ele [Parente] tomou foi eliminar os subsídios, deixar de controlar os preços da Petrobras e atrelou os preços dos combustíveis ao mercado internacional, ao preço em dólar do barril de petróleo. Então, eliminando o subsídio dos combustíveis, evidentemente, eliminou o subsídio do GLP, do gás de cozinha”, disse o senador.

“Com a política que foi feita, nós sabemos das consequências, da greve dos caminhoneiros. Mas o fato é que, à medida em que o petróleo aumenta de preço, imediatamente, de 15 em 15 dias, aumenta de preço aqui no Brasil. Se o dólar se valoriza e o nosso real se desvaloriza, aumenta de preço também. E isso levou ao que nós estamos vivendo hoje: uma gasolina de R$ 7 o litro e o GLP de R$ 100, R$ 120, R$ 130”, acrescentou.

O PL retorna para nova apreciação dos deputados porque Castro alterou a forma de financiamento do programa. O texto que saiu da Câmara previa o uso de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto sobre a importação e a comercialização de gasolina. Mas o relator entendeu que o aumento de tributos provocaria “um indesejável impacto inflacionário”.

14.12.20

Angela Assis e as mulheres no poder: conheça mais sobre elas

Se você se interessa por investimentos e previdência privada, certamente já deve ter lido algo sobre a portabilidade brasilprev e sobre a história da companhia, que foi fundada em meados de 1993 e concentra os negócios de previdência privada do Banco do Brasil.

O que você possivelmente não sabe é que agora a Brasilprev tem liderança feminina: Ângela Beatriz de Assis, outrora diretora comercial e de marketing da companhia, é a primeira mulher a se tornar presidente da companhia.

Segundo informações divulgadas pela Brasilprev, a escolha de Assis para ocupar a presidência, cargo muitíssimo desejado, dialoga com a necessidade de valorização da diversidade e da equidade de gênero que o atual presidente do Banco do Brasil, André Brandão, manifestou recentemente.

A seguir, falaremos um pouco mais sobre a trajetória de Ângela Assis e sobre outras mulheres igualmente inspiradoras e interessantes. Se você gostaria de saber mais sobre o assunto, prossiga com a leitura.

Ângela Assis: conheça

Assis iniciou a sua carreira no Banco do Brasil em 1992. Até 2004, atuou na rede de agências de varejo e atacado.

Deixou a função para assumir a gerência de divisão nas diretorias de varejo e cartões e, entre os anos de 2009 e 2012, foi gerente executiva na diretoria de controles internos. Como gerente executiva, ocupou periodicamente também a diretoria de seguros, Previdência aberta e capitalização.

Depois disso, rumou para a BB Seguros, onde assumiu o cargo de diretora de clientes, comercial e de produtos. Finalmente, em 2017, assumiu o cargo de diretora na Brasilprev até, em novembro de 2020, tornar-se presidente da organização.

Assis está à frente de uma empresa que, de acordo com a Agência Estado, tem mais de R$ 300 bilhões em ativos e patrimônio líquido de R$ 3,5 bilhões. Imensa responsabilidade, que certamente será abraçada pela profissional.

Outras mulheres inspiradoras que você deve conhecer são:

Michele Robert

Pela primeira vez em quase 120 anos de existência, a siderúrgica Gerdau terá uma mulher no comando das operações industriais - setor que, como sabemos, ainda é dominado pelos homens.

No dia 25 de novembro de 2020, Michele Robert, uma engenharia de 43 anos, assumiu o cargo de presidente da Gerdau Summit, nascida com o intuito de fornecer peças para a geração de energia eólica.

A unidade comandada por Robert tem controle dividido com os gigantes Sumitomo Corporation e Japan Steel Works (JSW) e fica em Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.

Segundo Robert, em entrevista para o portal de economia da UOL, ter uma mulher à frente da Gerdau é "coerente com a transformação da empresa (...); as empresas precisam ter mais exemplos dentro de casa (em relação à diversidade)".

Avril Haines

No último dia 23 de novembro, o novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou que nomeará Avril Haines para ser diretora nacional de inteligência dos EUA. Haines é a primeira mulher a ocupar o cargo em questão.

Haines é, atualmente, ex-vice-diretora da CIA e vice-conselheira de Segurança Nacional. Nascida em Manhattan e filha de dois cientistas, formou-se em Física pela Universidade de Chicago e, então, começou um doutorado na Universidade Johns Hopkins, uma das mais prestigiadas dos EUA.

Haines não terminou o doutorado em questão; em vez disso, largou a academia para criar uma livraria com um café, a Adrian's Book Cafe. Porém, em pouco tempo matriculou-se na Georgetown University e formou-se em direito.

Desde 2007, Haines tem estado envolvida com a política norte-americana, em especial com as questões de segurança. Anos de trabalho a transformaram na primeira mulher a assumir um cargo do gênero na maior potência do mundo, abrindo as portas para outras mulheres igualmente capacitadas.

Kamala Harris

Ainda falando sobre a política dos EUA: com a vitória de Biden, sobe ao poder também a vice-presidente Kamala Harris, a primeira mulher e a primeira negra a ocupar tal posto.

A ocasião ocorre 100 anos após a conquista do voto feminino e não poderia ser mais interessante: Kamala é filha de dois imigrantes, uma indiana e um jamaicano, e tem um longo histórico de defesa das mulheres e das minorias.

Foi promotora de Justiça e procuradora-geral na Califórnia e especializou-se em casos de violência doméstica e exploração de crianças. Em 2016, tornou-se a segunda mulher negra no Senado americano.

Embora Kamala não esteja de fato ocupando a presidência, a sua presença na Casa Branca é inquietante e cria esperança de um futuro onde, em outro momento, ela e outras mulheres como ela poderão se sentar na cadeira mais importante do mundo.

2.7.20

De modo Simples e Humilde Continuamos fazendo o bem a quem precisa!


Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!


COMUNICADO SHD - Urgente!

Amados amigos e colaboradores do SHD - Seja HOje Diferente!

Não estamos Parado e Sim estamos em Anonimato por algum Tempo, tendo em vista agora com o adiamento das Eleições 2020.

Continuamos o nosso trabalho solidário de modo simples e humilde ajudando a quem precisa graças aos nossos amigos e parceiros colaboradores que nos ajudam a ajudar!

Neste mês de julho o SHD completa oficialmente na internet dois anos de existência!

Nosso trabalho é visto e reconhecido pelos moradores do bairro de Ermelino Matarazzo e Região e Nosso Fusquinha do Bem é o principal registro de atividades ao vivo aos moradores!

Embora nosso trabalho solidário seja Humilde e simples continuamos fazendo o bem a quem precisa!

O que esta acontecendo é que estamos trabalhando de modo meio que anonimato já que um grande número de Grupos, Associações e Outros que estão fazendo o trabalho social é na verdade campanha política disfarçada e também o crescimento de pessoas que estão de algum modo beneficiando a sí próprio com estas ações.

Vale lembrar que sempre foi dito e é Verdadeiro que "Nós Somos Diferente"


Não deixe de nos ajudar a ajudar quem precisa, toda colaboração é importante!

Para mais informações, colaboração, doações, estou à disposição no Whatsapp 11 98363-7919!

Nosso objetivo foi sempre unir e fazer o bem a quem precisa, independente de religão, grupos, bandeiras e política!

Estamos protegendo nosso ESCUDO a modo de evitar sua participação em ações que só estão sendo realizadas por interesses próprios ou políticos!

Continue ou Junte-se a Nós!


E que Seja Hoje Diferente!

Um forte abraço!

12.5.20

Rede de Projetos Sociais Portal do Bem Seja Hoje Diferente.


A promoção do desenvolvimento social nas atuais condições da sociedade globalizada e informatizada requer, necessariamente, uma mudança de paradigma de ação: ações pontuais e isoladas precisam dar lugar a redes horizontais de cooperação, que possibilitem maior intercâmbio e eficácia na implementação de projetos e políticas públicas na área social.

No Brasil, muitas entidades sociais ainda são herdeiras de uma cultura assistencialista e possuem um estilo de atuação mais baseado no esforço individual do que na cooperação interinstitucional ou intersetorial. 

Em seu sentido convencional, a expressão “entidade social” refere-se a um espaço institucional que atende ou abriga pessoas por meio de programas ou serviços de caráter filantrópico. 

Toda entidade é uma organização e toda organização é idealmente destinada a agregar valor aos seus beneficiários. Contudo as organizações possuem uma vida própria e uma dinâmica interna que podem se tornar mais importantes que a sua própria finalidade e passar a determinar a compreensão de seus membros sobre o sentido geral do trabalho que realizam. Tal compreensão nem sempre é reveladora da essência dos problemas e fatores que promovem ou restringem as possibilidades de emancipação de seu público.

Por melhor que seja a ação de uma entidade, por mais que ela venha a se constituir em uma “ilha de excelência”, o referencial decisivo para sua atuação não se encontra em si mesma. De nada adianta uma “entidade forte” se, mais além dos seus muros, os problemas continuarem a existir e a comunidade não se fortalecer.

Em suma, uma rede é um processo de captação, articulação e otimização de energias, recursos e competências, capaz de gerar um sistema de relacionamentos que organiza indivíduos e instituições de forma igualitária e democrática, em torno de um objetivo ou agenda comum de caráter público. Com o desenvolvimento crescente das tecnologias da informação e da Internet, as redes não têm mais uma limitação presencial, podendo também funcionar de forma virtual e aumentar ainda mais as possibilidades de articulação de pessoas e organizações.

As redes de organizações e movimentos sociais são espaços de troca coletiva e, portanto, qualificadores de informação e experiências. São espaços de articulação política e mobilização social que se constituem para otimizar esforços, potencializar ações, fortalecer atores que se unem em torno de interesses comuns, campos de construção de identidadeprodução simbólica e ação política.

Um dos principais fundamentos do trabalho em rede no setor social é acreditar que a colaboração é fundamental para a promoção de mudanças sociais e do desenvolvimento.

Apesar desta idéia parecer óbvia e ser um dos motivadores da constituição das redes, podemos identificar alguns desafios para a sua concretização. 

Entre os principais desafios podemos destacar a participação efetiva dos integrantes, que exige dedicação de tempo e energia por parte destes, a auto-sustentabilidade, das organizações e da própria rede, e, finalmente, o desenvolvimento de referenciais que possibilitem monitorar e avaliar os resultados das ações da própria rede. 

A maioria das organizações sem fins lucrativos ainda dependem da generosidade dos doadores, embora os padrões estejam mudando. 

Uma década atrás, benfeitores estavam inclinados a apoiar várias organizações. Hoje, os doadores que escolhem.

Os colaboradores são a força vital de qualquer organização sem fins lucrativos – desde os doadores até os voluntários, os apoiadores são o combustível que ajudam a impulsionar a sua missão.

O Portal do Bem Seja Hoje Diferente | Rede de Projetos Sociais é um ótimo lugar para atrair simpatizantes e possíveis contribuidores

Os Grupos Participantes podem receber o retorno da sua base de contatos e ao mesmo tempo aumentá-la, além de coletar informações e dados pessoais para futuros contatos – tudo isso de uma forma que aumenta o engajamento do público com a organização e sua causa.

Dar voz aos contribuidores é uma maneira poderosa de aperfeiçoar seu projeto e atrair ainda mais adeptos, ajudando você a personalizar e maximizar seus esforços.

Com o lançamanto do "Juntos somos mais fortes" Projeto que visa tornar-se uma das maiores Rede de Projetos e Ações Sociais do Brasil, estamos criando uma rede de grupos, projetos, Ongs, Associações e ações, dando a oportunidade de divulgação a nível internacional.

Obrigado por juntar-se à nossa Rede de Projetos e Ações Sociais no Portal do Bem do Seja Hoje Diferente.

A qualquer dúvidas estamos sempre a disposição no botão abaixo via Whatsapp.

Um forte abraço!

1.7.18

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23.12.21

Governo deve abrir hoje consulta pública sobre vacinação de crianças



O Ministério da Saúde deve abrir hoje (23) consulta pública que coletará manifestações da sociedade civil sobre a vacinação contra a covid-19 em crianças com idade de 5 a 11 anos. A vacina da Pfizer para essa faixa etária foi autorizada recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A consulta pública fica aberta até o dia 2 de janeiro de 2022.

As contribuições devem ser enviadas por meio do endereço eletrônico https://www.gov.br/saude/pt-br. No site do Ministério da Saúde estão disponíveis os documentos sobre a consulta pública, conforme o Diário Oficial dessa quarta-feira.

No último dia 18, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a decisão do governo sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos será tomada no dia 5 de janeiro, após audiência e consulta públicas. Em conversa com jornalistas, Queiroga disse que a autorização da Anvisa não é decisão suficiente para viabilizar a vacinação para esse grupo.

“A introdução desse produto dentro de uma política pública requer uma análise mais aprofundada. E, no caso de imunizantes, a análise técnica é feita com o apoio da Câmara Técnica Assessora de Imunizações”, disse Queiroga.

Título e matéria alterados às 10h14 para esclarecer que a consulta pública ainda não está disponível. A previsão, segundo publicação no Diário Oficial, é que fique disponível ainda hoje.


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