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3.9.19

Infecções urinárias em crianças o que fazer?

Infecções urinárias em crianças
Imagem Divulgação Reprodução Internet

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente.

As infecções urinárias em crianças são bastante comuns. Este tipo de infecção se produz quando algumas bactérias conseguem entrar na bexiga e nos rins. Assim, é necessário consultar o médico para iniciar um tratamento o quanto antes.

Neste artigo, vamos explicar o que são as infecções urinárias e qual é o seu tratamento.

As infecções do trato urinário
As infecções do trato urinário (ITU) se definem como a presença ou proliferação de micro-organismos nos órgãos da micção, com a presença de seus sintomas. A infecção assintomática se denomina bacteriúria assintomática.

Devemos distinguir vários tipos de infecções do trato urinário de acordo com a sua localização:

Pielonefrite aguda (envolve o parênquima renal).
Infecção urinária das vias baixas (cistite).
Por outro lado, as bactérias mais comuns capazes de provocar infecções urinárias em crianças são:

Proteus
Klebsiella
Enterobactérias
Estreptococos
Estafilococos
Escherichia coli

Em recém-nascidos também podem apresentar-se por Listeria monocytogenes e Enterococcus, entre as mais frequentes.

Como mencionamos anteriormente, as ITU são frequentes durante a infância e, devido a que podem ser recorrentes e desenvolver complicações a longo prazo, é indispensável consultar o pediatra para iniciar um tratamento o antes possível.

Sintomas das infecções urinárias em crianças

Vejamos os sintomas mais comuns:

  • Dor ou ardor ao urinar
  • Febre
  • Dor na região da bexiga
  • Urina com cheiro forte, turva e inclusive pode conter sangue
  • Irritabilidade e vômitos
  • Mal-estar geral e calafrios

Necessidade constante de urinar, mesmo quando o volume é muito pequeno.

Entretanto, no caso das pielonefrites agudas os sintomas geralmente são mais intensos. Nestes casos, aparecem quadros severos de febre, além de cansaço, fadiga, perda de apetite e vômitos.

Por outro lado, existem alguns fatores de risco associados às infecções urinárias em crianças. Entre os mais habituais podemos destacar:

Problemas no aparelho urinário (obstruções das vias urinárias, por exemplo).

Malformações renais.
Refluxo vesicoureteral, um transtorno que provoca que a urina retorne aos rins e aos ureteres.

Hábitos inadequados de higiene.

Como se diagnostica?
O médico procederá a um exame físico e, posteriormente, indicará a realização de um exame ou cultura de urina. Em geral, o cultivo permitirá ao especialista determinar o tipo de infecção e, portanto, determinar o melhor tratamento.

Por outro lado, a maneira de coletar a urina para exame vai depender da idade da criança. Em crianças com mais idade, basta pedir-lhes que façam xixi em um recipiente esterilizado. Entretanto em crianças menores, que ainda usam fraldas, o normal é utilizar um cateter para obter a amostra.


Como se tratam as infecções urinárias em crianças?

Depois do diagnóstico, o mais eficaz é avaliar qual será o melhor tratamento para a criança, que será mediante antibióticos. Aliás, depois da administração dos mesmos, é possível que o médico solicite um novo exame de urina para confirmar que a infecção desapareceu. Desta maneira, é possível evitar que o problema se expanda a outras partes do corpo ou se torne recorrente.

Entretanto, nos casos mais graves de infecções do trato urinário, é possível que a criança necessite hospitalização, especialmente se for menor de 6 meses, se a infecção afetou os rins ou se a criança não está desidratada.

Recomendações aos pais
Em primeiro lugar, quando aparecerem os primeiros sintomas, devemos levar a criança ao médico para um diagnóstico da infecção.

Logicamente, depois de ter sido diagnosticada, deveremos seguir as orientações do especialista e administrar-lhe os antibióticos na quantidade, frequência e duração indicadas.
Ao mesmo tempo, deveremos manter um seguimento da frequência de micção da criança. 

No caso em que possam expressar-se, devemos perguntar se sentem dor ou ardor.

Por outro lado, devemos animar a criança a beber bastante água. Ou seja, devemos cuidar para que esteja hidratada, através de água e evitando refrescos, refrigerantes, chás ou infusões.

Com relação à prevenção, nas crianças que ainda usam fraldas, devemos trocá-las com frequência a fim de manter a higiene do trato urinário.

Em crianças com mais idade que já vão sozinhas ao banheiro, devemos inculcar-lhes normas e hábitos de higiene adequados. Por exemplo, devemos ensinar às meninas a limpar os genitais sempre de frente para trás, porque as bactérias do ânus poderiam entrar ao trato urinário.

Além disso, devemos escolher roupa interior de algodão e evitar os materiais sintéticos que retêm o calor aumentando assim, a proliferação das bactérias.

As infecções urinárias nas crianças geralmente são leves e podem ser tratadas facilmente com a administração de antibióticos. Ante qualquer dúvida, a consulta ao pediatra é sempre a melhor opção, assim como também ensinar às crianças bons hábitos de higiene. 

E, veja também: Remédio Caseiro para infecção.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

13.5.21

Alimentação saudável: Conheça os alimentos que podem contribuir com a imunidade e qualidade dos procedimentos odontológicos

A alimentação saudável é um hábito que deve ser construído aos poucos, mas que nunca pode ser deixado de lado, e isso por variados motivos, sendo o principal a melhora da qualidade de vida e ampliação da imunidade.

Ter qualidade de vida significa viver mais feliz, com equilíbrio e tranquilidade, sem a preocupação de que algo no corpo está errado. Desse modo, um dos aspectos de uma vida mais qualitativa é o cuidado com a saúde bucal e geral.

Na prática, a saúde bucal consiste em todo o cuidado feito nos dentes e boca para uma melhor mastigação e um sorriso mais bonito.

Com os cuidados corretos e o auxílio de um profissional, por exemplo, pode-se agregar benefícios significativos na autoestima e na confiança, bem como no funcionamento geral do corpo.

Isso significa que para manter a boca e os dentes saudáveis, é preciso tanto a higienização cotidiana como a realização de procedimentos odontológicos, como a profilaxia e o uso do aparelho invisivel e clareamento, melhorando o sorriso e garantindo uma maior qualidade de vida.

Para além desses cuidados, a alimentação também se mostra fundamental para manter a saúde bucal e melhorar o funcionamento geral, permitindo que os tecidos se mantenham nutridos.

Inclusive, muitas vezes, para que os procedimentos funcionem e se adequem de melhor forma, é necessário que haja um cuidado com a alimentação. Além disso, manter uma boa alimentação, como dito acima, traz mais qualidade de vida.

Assim, tanto para garantir saúde e bem-estar, como uma melhor recuperação de procedimentos diversos - como a colocação de aparelho dental invisivel, que pode gerar aftas -, é necessário investir em uma dieta mais equilibrada.

No presente artigo entenderemos como ter uma alimentação saudável e como ela ajuda a melhorar a imunidade e a qualidade dos procedimentos odontológicos, bem como quais são os efeitos da alimentação para o funcionamento de todo o corpo.

Os efeitos da alimentação na saúde bucal

A alimentação está intrinsecamente ligada à qualidade de vida e reflete em cuidados e pleno funcionamento do corpo, boca e dos dentes.

Abaixo iremos abordar os efeitos da alimentação nesses tecidos e a relação com as doenças bucais.

1.   Cáries

As cáries são velhas conhecidas de dentistas e pacientes, sendo considerada um dos problemas que mais preocupam, pois cada vez mais as pessoas desenvolvem esse quadro por conta do aumento no consumo de produtos industrializados e com alto teor de açúcar.

Além de produtos com alto teor de açúcar, outros elementos podem ajudar no aumento da cárie, como a falta de higienização dos dentes e uma alimentação desbalanceada.

Deste modo, para evitar que as cáries se manifestem, é preciso recorrer a uma alimentação de qualidade, diminuindo o consumo de açúcar e de alimentos gordurosos.

Além disso, para reduzir o risco de cáries, é necessário realizar a higienização corretamente e frequentar o profissional para avaliar a saúde bucal, que poderá aplicar procedimentos de prevenção e tratamento.

Nesses casos, o procedimento de clareamento dental também pode ser necessário para recuperar a estrutura, pois a ação das bactérias e da cárie também podem amarelar ou escurecer os dentes.

Mais ainda, a qualidade desse procedimento também se relaciona a alimentação, podendo ser prolongada por meio de um cardápio de qualidade.

2.   Doenças periodontais

Uma má alimentação pode gerar infecções em diversos locais do corpo, principalmente na região da boca.

Essas infecções acontecem por conta de diversas razões, mas principalmente por uma baixa imunidade no corpo que é favorecida pela alimentação inadequada, ou mesmo a ação das bactérias presentes na cavidade que também são estimuladas pela alimentação.

As aftas, feridas e outras infecções podem ser favorecidas pela alimentação incorreta e gerar demais processos inflamatórios.

Além disso, a falta de nutrientes necessários podem atingir as gengivas, tornando-as mais frágeis e interferindo em sua função, que diz respeito aos tecidos de sustentação dos dentes.

Dietas com alimentação rica em produtos industrializados e com grandes índices de sódio podem causar esse tipo de problema no tecido gengival, também sendo prejudiciais ao corpo, já que tais infecções podem atingir a corrente sanguínea e causar problemas cardíacos, como a chamada endocardite bacteriana.

Agora que entendemos alguns dos problemas que podem ser gerados pela falta de uma alimentação equilibrada ou procedimentos durante o período de recuperação, entenderemos quais os alimentos que contribuem para uma melhor imunidade e qualidade dos procedimentos como lente de contato dental, bem como quais alimentos são preferíveis evitar.

Os alimentos que podem e os que não podem

A alimentação é uma aliada ou uma inimiga, como vimos nos tópicos anteriores. Por isso abordaremos sobre quais são esses alimentos que ajudam e endossam uma melhor qualidade de vida.

1.   Alimentos bons

Alguns alimentos que ajudam na imunidade e na melhora da adesão dos procedimentos odontológicos são o azeite e castanhas que são gorduras boas, criando barreiras de proteção em volta dos dentes, evitando o surgimento de cáries - por exemplo.

Também podemos destacar as frutas, que são chamadas de alimentos detergentes, como a pêra, a maçã e a laranja que elimina resíduos de alimentos na superfície dental.

Esses são apenas alguns exemplos de alimentos benéficos, sendo que as vitaminas e fibras complementam o cardápio de produtos indicados.

A vitamina C, por exemplo, também precisa ser destacada, visto que é uma grande aliada no fortalecimento do corpo e da imunidade, combatendo inflamações, bactérias e vírus que podem ter acesso ao organismo por meio da cavidade.

2.   Alimentos não recomendados

Alimentos que prejudicam a saúde do corpo, da boca e dos dentes e que precisam ser evitados ou consumidos em baixas quantidades são: o álcool, que provoca falta de saliva; o café, que amarela e escurece os dentes; e o refrigerante, que promove a cárie e as erosões dentárias.

Além disso, tais produtos influenciam na qualidade dos procedimentos, como o aparelho e o clareamento, que podem ser prejudicados e até afetar ainda mais a qualidade do dente quando aliados a esses alimentos - como nas manchas e resistência dental.

Assim, do mesmo modo que é preciso fazer cotação para saber quanto custa lente de contato dental para manter melhorar a cavidade, é necessário comer de forma equilibrada e saudável, bem como manter uma boa higienização para a manutenção dos dentes e do corpo em dia

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog Qualivida Online, site no qual é possível encontrar diversas informações, dicas e conteúdos sobre os cuidados com a saúde física e mental.

9.9.19

O que é lectinas: As lectinas são proteínas presentes em diversos alimentos

As lectinas são proteínas presentes em diversos alimentos
Imagem Divulgação Reprodução Internet

As lectinas são proteínas presentes em diversos alimentos, especialmente grãos e verduras. No corpo, ela se liga aos carboidratos e é responsável por realizar várias funções metabólicas importantes, fornecendo ajuda para o sistema imunológico, equilibrando os níveis de proteína no sangue, além de combater vários tipos de bactérias como a E. coli e infecções fúngicas e virais.

Porém, o excesso de lectina pode provocar problemas, e por esse motivo o seu consumo tem sido duramente criticado. Mas, em contrapartida, muitos especialistas defendem que os benefícios dos alimentos ricos em lectina superam os potenciais efeitos adversos à saúde, e que simples precauções podem reduzir consideravelmente a quantidade de lectina do alimento, tornando-o seguro para o consumo.

Para entender melhor o seu papel e os impactos para a saúde, abordaremos aqui o que são, além de relacionar os alimentos ricos em lectinas.

O que são lectinas?
As lectinas são proteínas encontradas na natureza. Praticamente todas as plantas e animais contêm, mas cerca de 30% dos alimentos que ingerimos apresentam quantidades significativas de lectinas. Por exemplo, elas são mais comuns em grãos e legumes e quando são ingeridas, ligam-se aos carboidratos e formam o que chamamos de glicoproteínas.

As glicoproteínas desempenham muitos papéis no corpo, começando pelo suporte às funções normais do sistema imunológico até o controle dos níveis de proteína presentes no sangue. Além disso, pesquisas indicam que elas também podem ter propriedades antimicrobianas e que mostram eficiência para combater vários tipos de bactérias, incluindo a cepa que causa infecções por estafilococose E. coli.

Também ajudam a combater infecções fúngicas e virais, pois bloqueiam o crescimento de fungos responsáveis por infecções.

Outros estudos apontam que certas lectinas podem ter propriedades anticancerígenas, porque elas modificam a expressão de células imunológicas específicas e alteram as vias de sinalização para ajudar a matar as células cancerígenas e bloquear o crescimento do tumor, de acordo com uma revisão de 2015, publicada na Cell Proliferation.

Ainda que elas contribuam com os processos do nosso corpo, comer muitas lectinas pode ter efeitos adversos para saúde, e por esse motivo o seu consumo tem sido muito criticado atualmente. Alguns especialistas afirmam que as lectinas podem provocar vômitos, diarreia e também problemas mais sérios como alterações no sistema imunológico e intestino impermeável.

Mas, como a moeda tem dois lados, outros defendem que os benefícios dos alimentos ricos em lectina superam os potenciais efeitos adversos à saúde, e que medidas podem ser tomadas, porque existem muitas maneiras de reduzir a quantidade de lectina presente nos alimentos que ingerimos comumente, sem precisar fazer uma dieta livre dela ou restringir severamente a sua ingestão.

Como as lectinas podem impactar a saúde?
De fato, existem impactos para a saúde relacionados ao consumo excessivo de lectina, especialmente porque ela pode causar processos inflamatórios, contribuindo para alguns problemas.

– Lectinas pode causar problemas no intestino

As lectinas são altamente resistentes às enzimas digestivas do corpo, e por esse motivo passam facilmente pelo estômago, sem ser digeridas. Quando seguem para o intestino, a sua “viscosidade” facilita a adesão às paredes intestinais, impactando os processos rotineiros do órgão.

A presença de muitas lectinas pode danificar a parede intestinal, desenvolvendo a síndrome do intestino permeável, que é uma condição caracterizada pelo aumento da permeabilidade, resultando em vazamento de substâncias dos intestinos para a corrente sanguínea, causando inflamação generalizada por todo o corpo.

Algumas lectinas são chamadas de fitohemaglutininas, e são encontradas principalmente em leguminosas. Por exemplo, o feijão cru é a principal fonte, e se consumido sem cozinhar pode provocar envenenamento por lectina, que causa dor abdominal intensa, vômitos e diarreia.

– Lectinas pode impulsionar o desenvolvimento de doenças autoimunes

O fato das lectinas estarem envolvidas na regulação do sistema imunológico facilita a interação com anticorpos, e elas podem impactar na autoimunidade, desenvolvendo problemas.

Isso acontece porque o corpo pode apresentar uma reação imunológica contra as lectinas e contra os tecidos corporais aos quais as lectinas estão ligadas. Esse tipo de resposta é conhecido como uma reação auto-imune, que condiciona o sistema imunológico a atacar as células saudáveis ​​do corpo. O resultado disso é a inflamação, fadiga e dor crônica, como acontece na artrite reumatoide.

Ao mesmo tempo em que as lectinas são importantes para a saúde, elas podem ser prejudiciais e alguns alimentos carregam mais essa proteína do que outros. Relacionamos logo abaixo os alimentos ricos em lectina.

Alimentos ricos em lectina
As lectinas estão concentradas principalmente em grãos e verduras, e não podemos negar que eles são muito presentes na nossa alimentação. Isso não significa que você deve deixar de comer, porque os impactos estão relacionados ao seu consumo excessivo e existem formas de diminuir a quantidade de lectina presente nos alimentos.

Nós relacionamos aqui os alimentos que trazem uma alta concentração de lectina em sua composição, confira:

1. Feijão

O feijão é considerado uma das principais fontes de lectinas, especialmente o feijão vermelho. Embora os seus benefícios para a saúde sejam importantes, porque essa variação é considerada um carboidrato de baixo índice glicêmico, rico em proteínas, fibras, vitaminas como a K1 e minerais vitais, como ferro e potássio, o feijão cru também contém altos níveis de uma lectina chamada fitohemaglutinina.

Isso significa que ingerir o feijão cru ou mal cozido pode resultar em náuseas, vômitos e diarreia. Apenas 5 feijões já podem provocar esses sintomas.

A lectina é medida em unidade hemaglutinante (hau). O feijão vermelho cru contém entre 20.000 e 70.000 hau, já o cozido apresenta entre 200 e 400 hau, um nível seguro para o consumo.

Tomar medidas simples como cozinhar bem o feijão pode afastar os risco e dessa forma você poderá aproveitar os nutrientes que ele oferece para a saúde.

2. Soja

A soja é outro alimento popular que contém altos níveis de lectinas. A recomendação para diminuir a quantidade é a mesma aplicada para o feijão: um bom cozimento.

Pesquisas apontam que cozinhar a soja por aproximadamente 10 minutos a uma temperatura de 100°C pode eliminar quase todas as lectinas presentes. Em contrapartida, o aquecimento seco ou úmido da soja feito a 70°C por várias horas impactou minimamente no conteúdo de lectina.

Uma boa forma de reduzir pode ser o processo de fermentação e brotação. Segundo um estudo, 95% das lectinas foram removidas após o processo de fermentação da soja e 59% após a brotação.

Tal como acontece com o feijão vermelho, o segredo está em cozinhar devidamente, ou brotar e fermentar. Esses métodos podem reduzir a quantidade de lectina, permitindo que você aproveite as proteínas de base vegetal da soja, assim como as suas vitaminas e minerais, particularmente molibdênio, fósforo e tiamina, além das isoflavonas, que têm sido associadas à prevenção do câncer e à diminuição do risco de osteoporose.

3. Trigo

Aproximadamente 35% da população mundial consome trigo e análises mostram que o trigo cru, especialmente o gérmen de trigo, é rico em lectinas. Cada grama pode conter aproximadamente 300 microgramas de lectinas, mas a boa notícia é que elas são praticamente eliminadas tanto no processamento, quanto no cozimento.

Um dos produtos mais comuns do trigo é a farinha integral, que contém cerca de 30 microgramas de lectina por grama, mas que se tornam inativas após o cozimento, mesmo quando feitos em temperaturas mais baixas, como 65°C. As farinhas comercializadas também não contêm nenhuma lectina, provavelmente porque são submetidas a tratamentos térmicos durante o processamento.

O fato do trigo integral não ser consumido cru significa que as lectinas não impactarão na saúde.

4. Batatas

As batatas são populares e versáteis – elas podem ser ingeridas cozidas, assadas, fritas e por aí vai. Embora seja um alimento rico em vitaminas e minerais e muito valorizado pelo seu alto teor de potássio, vitamina C e folato, a batata é um alimento rico em lectinas.

Diferente de outros alimentos, as lectinas da batata demonstram ser muito resistentes ao calor e aproximadamente 50% da quantidade presente permanece após o cozimento. Talvez esse seja o motivo pelo qual muitas pessoas sentem desconfortos após a sua ingestão. No entanto, para evidenciar se a culpa é realmente das lectinas, são necessários estudos em humanos, pois os realizados até agora foram feitos apenas em animais, e neles os efeitos colaterais foram relacionados às lectinas.

5. Tomates

Os tomates são consumidos de várias maneiras, e nós brasileiros costumamos consumir ele cru, principalmente na salada. Embora sua composição contenha lectina, até o momento não existem evidências concretas de que eles provoquem efeitos negativos em humanos.

Os estudos realizados foram feitos com animais ou tubos de ensaio e mostraram que as lectinas do tomate se ligavam sim à parede intestinal, mas sem causar danos. Outro estudo percebeu que as lectinas do tomate são capazes de atravessar o intestino e entrar na corrente sanguínea depois da ingestão.

Existem relatos de reação ao consumo do tomate, mas essa condição parece estar ligada à síndrome da alergia alimentar ao pólen do tomate ou síndrome da alergia oral. Algumas pessoas também apontam o tomate e outros alimentos do grupo como um alimento inflamatório, uma condição presente em quadros de artrite reumatoide. Porém, as pesquisas não encontraram nenhuma ligação entre a artrite reumatoide e os legumes como o tomate e outros membros de sua família.

Diante dos fatos, é possível interpretar que mesmo contendo lectinas os tomates demonstram ser seguros, e mantê-los na dieta pode contribuir com a ingestão de fibras, vitamina C, potássio, folato e vitamina K1, além do licopeno, que é um antioxidante capaz de reduzir a inflamação e pode até ajudar a combater o câncer.

6. Amendoim

Amendoim é mais um alimento que contém lectinas, e elas parecem não ser eliminadas ou sequer reduzidas pelo aquecimento.

Um estudo analisou participantes que ingeriram 200 gramas de amendoim cru ou torrado. Os resultados mostraram que após a ingestão havia lectinas no sangue deles, ou seja, elas cruzaram o intestino.

Outro estudo mostrou que as lectinas do amendoim aumentaram o crescimento das células cancerígenas. No entanto, este estudo foi feito em tudo de ensaio e o processo usou altas doses de lectinas puras colocadas diretamente nas células cancerígenas.

Esse resultado, associado ao fato da lectina do amendoim entrar na corrente sanguínea, levou muitas pessoas a crer que as lectinas poderiam estimular o câncer, mas é importante colocar que ainda não há estudos sobre os efeitos exatos em humanos. Podemos considerar também que existem evidências que os amendoins podem colaborar com a prevenção do câncer, e elas são mais concretas do que os possíveis danos que eles podem causar.

Outros alimentos que contêm lectinas são: berinjela, lentilhas, pimentas, ervilhas, batata-doce, abobrinha, cenoura, ruibarbo, beterraba, cogumelos, aspargos, nabos, pepinos, abóbora, pimentão e rabanete. Também estão presentes em frutas cítricas, como laranjas, limões, romã, uvas, cerejas, maçãs, melancia, banana, mamão, ameixas e groselhas. No entanto, devemos considerar que apenas um terço dos alimentos que ingerimos contêm uma quantidade significativa de lectinas.

Sintomas de excesso de lectinas no organismo
As quantidades elevadas de lectinas costumam causar alguns efeitos colaterais comuns, como por exemplo:


  • Inchaço abdominal;
  • Vômito;
  • Diarreia ou prisão de ventre;
  • Gases;
  • Fadiga;
  • Dor nas articulações;
  • Desconforto estomacal;
  • Alterações na pele


Outros problemas mais complexos ligados a condições autoimunes também podem ter relação com a alta ingestão de lectinas. Então, se você tem artrite reumatoide, lúpus ou distúrbio intestinal inflamatório, é uma boa ideia reduzir a ingestão de lectinas e isso pode ser feito através do cozimento adequado de alguns alimentos. Algumas pessoas podem até evitar o consumo.

Conclusão
É verdade que, quando consumidas em excesso, as lectinas podem trazer problemas, mas vamos considerar que os humanos não comem grandes doses da proteína. Isso porque os alimentos que contêm uma maior concentração são os grãos e legumes e na maioria das vezes eles passam por um processo de cozimento, o que elimina consideravelmente a quantidade presente, tornando esses alimentos seguros para serem consumidos pela maioria das pessoas.

Embora aqueles com doenças auto-imunes ou digestivas respondam positivamente a uma dieta restrita em alimentos que contenham lectinas, incluindo vegetais, grãos e também laticínios e ovos, para as pessoas saudáveis ela não deve ser uma preocupação. Então, em vez de em focar esforços para eliminar os alimentos ricos em lectina da dieta, é melhor se concentrar em reduzir as quantidades presentes através dos processos de cozimento, germinação ou fermentação.

Vale reforçar também que a maioria desses alimentos é rico em muitas vitaminas, minerais, fibras, antioxidantes e outros compostos capazes de promover excelentes benefícios para a saúde, muito superiores aos efeitos negativos que as lectinas podem provocar.

Veja também:

23.3.20

11 dicas para prevenir coronavírus dentro da sua casa

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A pandemia do novo coronavírus é uma realidade que não pode ser evitada. Causadora da doença conhecida como Covid-19, o coronavírus já provocou mais de 3 mil mortes na China, onde surgiu, e tem se espalhado rapidamente pelo Brasil, com novos casos confirmados se multiplicando a cada dia. Uma variação de um vírus que causa infecções respiratórias, o novo agente tem uma facilidade gigantesca de transmissão, e o número de infecções é a grande preocupação. 

Embora a doença em si não seja muito letal, na maioria das vezes se manifestando como um resfriado mais forte e matando apenas cerca de 3% dos infectados, o grande número de pessoas doentes ao mesmo tempo pode colapsar o sistema de saúde, que fica sem leitos para atender tantos casos simultâneos, já que ainda precisa lidar com outros tipos de pacientes, como vítimas de acidentes e outras doenças.

Assim, a prevenção é a maior arma no combate a doenças, e todos devemos fazer nossa parte. O isolamento em casa é a principal recomendação para evitar novos contágios, e é importante deixar o ambiente domiciliar o mais protegido possível. Mas calma, não há motivos para pânico. Algumas dicas simples sobre como agir em casa podem ajudar muito a evitar novas infecções. Confira!

Lavar as mãos

Uma medida que parece simples, mas que é o método mais eficaz para prevenir o contágio. Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, diversas vezes ao dia, ajuda a eliminar os possíveis resquícios do vírus no corpo, evitando o contágio. Essa lavagem é ainda mais importante quando se chega em casa.

A higienização com álcool 70 também é boa, mas é importante ressaltar que só se torna efetiva se as mãos já estiverem lavadas com sabão. Você pode inclusive privilegiar o uso do álcool para o ambiente externos, quando é mais difícil ter acesso a uma pia.

Evite também usar as mãos para tocar no rosto, em especial nariz, olhos e boca. Uma dica interessante pode ser usar perfumes e hidratantes perfumados nas mãos, assim ao levar as mãos por reflexo ao rosto, você sente o cheiro e lembra de evitar o toque.

Sem visitas

Como o vírus é bastante contagioso, é importante buscar o isolamento o máximo possível neste momento de pandemia. Procure sair de casa apenas em necessidade extrema, como para ir a farmácia ou mercados, e deixe de participar de eventos sociais, incluindo receber amigos e familiares para visitas.

O coronavírus se espalha muito rapidamente, e em alguns casos, principalmente crianças, ele pode se manifestar com poucos ou nenhum sintoma, então por vezes a pessoa nem sabe que o está transmitindo. Isso é especialmente preocupante para quem precisa lidar ou visitar idosos ou outras pessoas no grupo de risco, como diabéticos e cardíacos.

Mantenha a distância em casa

Se você já está ciente que não deverá lidar com pessoas de fora da sua casa, também precisa mudar o convívio com as pessoas que moram com você. Busque manter uma distância de pelo menos um metro das pessoas com quem você divide o ambiente, evitando principalmente o toque, incluindo apertos de mãos, abraços e beijos. Sempre lave a mão antes de encostar nos outros moradores, principalmente para quem vive em locais pequenos, em que manter distância é inviável.

Evite também compartilhar moveis, como sofás e camas, e se possível, até mesmo cômodos inteiros, buscando dormir em quartos separados.

Animais domésticos

Não há estudo que indique que animais domésticos, como cães e gatos, possam contrair o novo coronavírus, e nenhum caso desse tipo de contágio é conhecido. Mesmo assim, é recomendável evitar o contato e lavar bem as mãos antes e depois de tocar nos pets, inclusive porque secreções de humanos podem ficar presas na pele do animal, facilitando o contágio entre os moradores da casa.

Roupas e sapatos

Ao chegar em casa, procure tirar os sapatos ainda na porta e, se possível, passar álcool ou desinfetante nas solas, para só então deixar eles dentro de casa. Você pode também separar um espaço na entrada como uma “área de descontaminação”, evitando que itens que chegam da rua entrem em casa sem passar por assepsia. 

As roupas também exigem atenção, devendo ser lavadas constantemente, principalmente após passar por locais com aglomeração, incluindo transporte público.

Limpe a casa

O uso de desinfetante e álcool no piso, paredes e superfícies de móveis é importante para proteger o ambiente. A limpeza deve ser constante, ocorrendo pelo menos uma vez ao dia. Deixar janelas abertas também são importantes para promover a circulação de ar e a entrada do sol.

Também é recomendado que cada morador fique responsável pela higienização dos itens que usa, como louça, talheres e roupa de cama, para evitar um possível contágio. Os objetos de uso comum, como controles remotos, computadores e eletrodomésticos, também devem ser limpos com álcool 70 ou desinfetante constantemente.

Banheiro

O banheiro requer especial atenção dos moradores. Itens não devem ser compartilhados, em especial toalhas de banho e toalhas de rosto. Privilegie e uso de sabonete líquido e, no caso do sabonete em barra, cada um dos moradores deve utilizar um diferente. Também é importante não deixar que escovas de dentes fiquem guardadas no mesmo local.

O vaso sanitário exige os principais cuidados, devendo ser limpo com maior frequência, com desinfetante ou álcool 70. O ideal é que o acento seja higienizado a cada uso.

Serviços online

Se a regra é tentar ficar em casa o máximo possível, busque resolver de modo online ou por telefone o maior número de questões. Se viável, trabalhe em modelo home office, use aplicativos de bancos para pagar contas e tente buscar resolver outros serviços pela internet. Atualmente, boa parte das instituições públicos e privadas possuem aplicativos de celular próprios ou sites organizados para você resolver questões sem sair de casa.

Caso você opte por pedir algum serviço delivery, como entrega de comida, privilegie o pagamento por cartão e entre em contato com o entregador para esquematizar que ele deixe o pacote na porta, para evitar o contato entre as pessoas.

Objetos pessoais

O cuidado com objetos de uso pessoal e individual são importantes para evitar a transmissão não apenas do coronavírus, mas também de outras doenças. Separe talheres, pratos e copos que serão usados exclusivamente por cada um dos moradores. Evite compartilhar itens simples, que por vezes passam despercebidos, como canetas, tesouras e agulhas. Se você possui problemas de visão, privilegie o uso de óculos ao invés de lentes de contato, para evitar tocar nos olhos ao por as lentes ou aplicar o colírio.

Evite também emprestar o celular para outras pessoas e busque higienizar o aparelho com lenços umedecidos com desinfetante ou álcool 70. Também é importante limpar dessa forma mochilas, bolsas e outros itens usados no ambiente externo.

Alimentação

Não é possível afirmar que um único alimento ou vitamina possa evitar o contágio pelo coronavírus. Entretanto, uma alimentação saudável irá ajudar a manter o seu sistema imunológico forte, dificultando o contágio e os danos causados pela doença. Uma dieta balanceada faz toda a diferença. 

Proteínas podem ser adquiridas com alimentos de origem animal, como carne, ovos e leite, ou leguminosas, como feijão, soja e grão de bico. Zinco está presente em carnes vermelhas e frutos do mar. Magnésio é adquirido em leguminosas. Vitamina A em vegetais alaranjados, como mamão e cenoura, e vitamina C em cítricos, como laranja, limão e abacaxi.

Para evitar sair de casa, é recomendável também alimentos com maior prazo de validade, como grãos, cereais e massas, permitindo que se faça um estoque. Laticínios duram menos e devem ser conservados na geladeira. Carnes e legumes podem ser congelados para resistirem por maior período.

Também é recomendável que seja utilizada máscara ao cozinhar, para evitar que saliva contaminada caia na comida.

Busque informação

Tente se manter informado, através de sites de notícias, jornais e veículos oficiais de órgãos como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesses locais, novos dados sobre a doença são constantemente divulgados, auxiliando na prevenção e tratamento, incluindo novas práticas para evitar o contágio, medicamentos indicados e que devem ser evitados, informações sobre vacina e etc.

Fonte: Artelassê 

25.8.18

Os benefícios de dormir sem calcinha



O principal benefício de dispensar a calcinha na hora de dormir é arejar a região genital minimizando o surgimento de infecções vaginais

Elástico que aperta, tecido que pinica, renda que dá alergia. 

Imagine o alívio de dormir sem calcinha e evitar esses incômodos. Se você está tentada a esse ato de liberdade, vai adorar saber que, mais que acabar com o desconforto, tirar a roupa íntima durante a noite de sono pode trazer benefícios à saúde íntima.

Benefícios de dormir sem calcinha

O principal benefício de dispensar a calcinha na hora de dormir é arejar a região genital. Assim, minimiza-se o surgimento de infecções vaginais, como a candidiase, por exemplo.

O grande problema, de acordo com os especialistas, é o material da roupa íntima. "A calcinha de algodão é permitida porque facilita a
transpiração, mas as que não são confeccionadas com esse tecido deixam a genitália mais abafada, tornando o ambiente perfeito para que fungos e bactérias , que causam infecções vaginais, se multipliquem.

1. Evite permanecer com biquíni molhado por um longo período;

2. Procure não utilizar protetores diários que abafem a região;

3. Realize a troca de absorventes a cada quatro horas, mesmo que tenha um fluxo menstrual de pequeno volume;

4. Faça a higienização da região genital com sabonetes com PH neutro ou com sabonetes glicerinados;

5. Dê preferência aos sabonetes íntimos, pois normalmente eles não
contam com substâncias alergênicas e são fluidos; isso diminui o risco de contaminação em comparação aos sabonetes em barra;

6. Certifique-se de que sua roupa íntima está limpa e seca antes de
vesti-la.

Ao notar qualquer alteração com a sua saúde genital, procure o seu
ginecologista para tirar dúvidas. Vale ressaltar que todos os conselhos sobre higiene íntima são cheios de exceções e o que vale para uma paciente pode não valer para outra. Por isso, um bate-papo com um especialista é sempre importante.

Na fonte de Passe Digital

18.12.18

Encontramos nosso gato muito debilitado com forte infecção urinária

Brenda e Solange com Chocolate

Saudações Amados.

Amados para quem leu o artigo anterior sobre nosso gato chocolate onde também a um complemente sobre a perca de um Pet e as Crianças, segue a continuidade.

Caso você não tenha lido, sugiro que veja primeiro o artigo anterior para entender melhor.

Leia Aqui: A dor da perca de seu Pet e as Crianças

A principio a suspeita era de envenenamento ou uma forte pancada, como um chute. Porém, não foi nada disso, certamente o estado nervoso dele foi ocasionado pela dor.

Infelizmente o Chocolate ficou muito tempo escondido, a última vez que o vimos foi na madrugada de domingo para segunda e somente na tarde desta terça feira que ele foi encontrado muito debilitado e, quando cheguei do serviço corremos para a Clínica Veterinária Ponte Rasa, a mesma clínica que salvou a U7 nossa cachorra a dois anos.

O Chocolate estava muito fraco e desidratado, recebeu soro e antibioticos já que uma forte infecção foi percebida, veja o vídeo:



Chocolate ficou na Clínica Veterinária Ponte Rasa para observação e novos medicamentos a serem aplicados amanhã se tudo ocorrer bem já que ele chegou praticamente partindo para o céu dos gatinhos.

Com nossa fé em Deus e em nosso Senhor Jesus Cristo na qual entregamos a vida do Chocolate aguardamos ansiosos pela recuperação de nosso gatinho.

Assim como no artigo anterior, aproveito para transcrever abaixo um ótimo texto sobre Infecção urinária em gatos - Sintomas, tratamento e prevenção não deixe de ler.


Infecção urinária em gatos:

Sintomas, tratamento e prevenção


As infecções urinárias, conhecidas também como infecção do trato urinário, são um dos grupos de condições mais comuns e incômodas que um gato pode sofrer. Existem vários tipos de infecções, como a cistite (inflamação da bexiga), nefrite (inflamação dos rins) ou cálculos urinários, mas a maioria delas apresentam o mesmo quadro de sintomas.

Como referimos antes, estas condições afetam a bexiga e a uretra do felino, e podem ocorrer em gatos de qualquer idade mas, sobretudo em animais de idade adulta que sofrem de obesidade, que estão em espaços muito reduzidos ou que emocionalmente sofrem de muitos sobressaltos e poucos momentos de tranquilidade.

Sintomas de infecção urinária em gatos
Todos os donos de gatos devem estar muito bem informados sobre os sintomas destas condições, pois é muito importante a prevenção e o tratamento antecipado, pois se um gato estiver sofrendo de infecção urinário poderá ser não apenas muito doloroso para o animal, como também mortal.

Muitos gatos sofrem de surtos repetidos, o que faz gerar um padrão que vai piorando com o tempo, mas cuidado, porque a maioria dos gatos não apresentam sintomas até que a doença já se encontre muito avançada. Por isso, é importante vigiar o comportamento do seu gato no momento de fazer as suas necessidades e observar também o estado da sua urina.


Os sintomas de infecção urinária no gato são os seguintes:



  • Realiza demasiado esforço ao urinar.
  • Urina em poucas quantidades.
  • Não se consegue conter e urina fora da sua caixa de areia (algo muito estranho neles).
  • Tenta urinar com mais frequência do que o normal, que por vezes, se pode confundir com a ação de defecar.
  • Chora no momento de urinar, este comportamento é completamente fora do normal.
  • Também pode apresentar sangue na urina. Além disso, terá a necessidade constante de lamber as suas partes íntimas para aliviar sensações incômodas, alguns gatos podem ter febre e fraqueza nas etapas iniciais da infecção.



Tratamento da infecção urinária em gatos


Por mais que acredite saber o suficiente, nunca deverá diagnosticar o seu gato, muito menos no caso de infecção urinária. Perante a presença de qualquer um dos sintomas que referimos no ponto anterior, deverá levar o seu gatinho ao veterinário para que este possa realizar todos os exames necessários. Análises de sangue e de urina entram dentro do tipo de exames, tanto para confirmar se tem cristais, células inflamatórias, como para revisar o estado da urina e descartar outras doenças.

O tratamento para a infecção urinária em gatos variará dependendo da condição. Se o gato tem um problema de infecção bacteriana deverá tomar antibióticos (estas não ocorrem com frequência). Para o caso de cistite o tratamento começará por aliviar a dor administrando medicamentos para relaxar e evitar obstruções nas vias urinárias. Depois, reduzir o estresse com exercício e a administração de feromonas para ajudar a reduzir os níveis de ansiedade. Por último, controlar a quantidade de urina, substituindo a comida seca por uma dieta um pouco mais úmida.

Se o gato tiver a uretra bloqueada, o tratamento será cirúrgico e praticamente de urgência, pois a urina não está fluindo com normalidade. É possível que o seu pet fique internado por vários dias, uma vez que o veterinário deverá dar-lhe medicamentos via intravenosa e monitorizar o seu progresso. O mesmo acontece com os cálculos, que podem precisar de operação (dependendo do tipo) ou se não estiverem tão avançados podem ser curados com uma simples mudança de dieta e hábitos de vida.


Como prevenir a infecção urinária em gatos?


O apoio do veterinário não deve acontecer apenas quando o felino fica doente ou tem uma emergência. Tente manter uma boa comunicação com ele sobre o seu gato e pergunte-lhe qual é o tipo de dieta mais adequada para a saúde do seu pet. Lembre-se que somos o que comemos. Neste sentido, recomendamos que consulte este artigo em que lhe explicamos qual a alimentação adequada para gatos.

A água é fundamental para limpar e depurar o organismo. Deverá educar e habituar o seu gato a ingerir sempre água. O mesmo acontece com o hábito de urinar, esta é uma das poucas formas que existe para expulsar as toxinas do corpo, pelo que é importante que o seu gato o faça com frequência e que na hora de o fazer encontre a sua caixa de areia nas melhores condições de higiene e limpeza.

Os gatos são animais de rotinas, será sempre bom para a sua saúde minimizar as mudanças bruscas de rotina que lhe possam causar estresse, que depois possam levar a uma infecção urinária.

Faça todo o esforço possível para dar uma vida tranquila ao seu gato, verá que assim terá um pet saudável e feliz por muitos anos.


Por que o meu gato tem uma infecção?


As infecções, obstruções e inflamações urinárias ocorrem devida à presença ou não de sangue ou outros agentes estranhos no trato urinário. Estas condições podem ser causadas por muitos fatores e/ou por sua vez ser a manifestação de uma doença no organismo do animal. Algumas das causas podem ser as seguintes:

Como referimos no início deste artigo, qualquer fator que coloque o gato em estado de estresse, pode causar o desenvolvimento deste tipo de doenças. Situações deste tipo poderiam ser um mudança repentina de casa, a chegada de um novo membro da família, ausência de um companheiro humano e a presença de pessoas estranhas.

O sedentarismo e a obesidade também podem causar infecção das vias urinárias, pois ao desacelerar todos os processos internos, o corpo não está igualmente capaz de eliminar todos os desperdícios que vai consumindo. A obstrução uretral em machos ocorre com mais frequência em adultos jovens que vivem em espaços muito fechados, onde têm poucas oportunidades de se exercitar.

Um pH ácido e descontrolado na urina do gato pode aumentar o aparecimento de magnésio e elevar os seus níveis até um ponto não adequado, que pode levar a uma posterior formação de cristais de fosfato de magnésio que podem prejudicar a urina e depois causar urolitíase (cálculos urinários). Tudo isto é causado, entre outras coisas, por uma má alimentação, como as dietas de baixa digestibilidade e sem controle de minerais.

Fonte: Perito Animal


Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

26.2.21

Acompanhamento pediátrico: veja a sua importância para os bebês

O acompanhamento médico é importante em todas as idades, mas para as crianças, principalmente os bebês, ele é indispensável.

Quanto mais cedo a saúde é acompanhada, mais fácil é garantir sua manutenção ao longo da vida. Mas, ainda assim, algumas crianças só são levadas ao médico quando apresentam sintomas de alguma doença.  

No entanto, a função do pediatra não é apenas para receitar um medicamento em casos de problemas de saúde. É esse profissional que vai orientar os pais sobre os primeiros cuidados com o bebê, hábitos de higiene e alimentação.

Além disso, até que se torne adulto, o bebê é avaliado no que diz respeito ao seu crescimento, desenvolvimento físico e mental e vacinas. Esse cuidado é feito dentro do consultório do pediatra, e não no pronto-socorro.

Trocar a consulta de rotina por uma visita ao hospital em casos mais urgentes pode tornar a criança mais suscetível à internações devido a complicações que poderiam ter sido evitadas.

Situações mais graves, como óbitos, também são maiores quando os pais não estão cientes de alguns problemas como asma, bronquite, refluxo, entre outras enfermidades.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar por que os bebês precisam de atenção especial, a importância do acompanhamento médico e quais os benefícios para a criança. Acompanhe a leitura!

Por que os bebês precisam de atenção especial

Ter um bebê é sinônimo de muita responsabilidade, pois este pequeno ser é mais frágil e está mais suscetível aos problemas de saúde que um adulto.

Contudo, crianças com menos de 2 anos têm um agravante: elas não sabem expressar o que sentem. O choro é o único meio de comunicação, e as visitas ao pediatra podem ajudar a identificar problemas antes que causem sofrimento ao bebê.

Ter um bom kit higiene bebê menino pode ser essencial, mas é o médico quem vai poder garantir que a criança está crescendo com saúde e se desenvolvendo.

O acompanhamento dos bebês é conhecido como puericultura, e seu objetivo é acompanhar o crescimento e esclarecer as dúvidas dos pais a respeito dos filhos.

Durante o primeiro ano de vida da criança, seu crescimento é muito acelerado, por isso esses cuidados são fundamentais e devem ser acompanhados de perto.

Tanto o pai quanto a mãe precisam estar presentes, uma vez que eles podem conhecer o médico e se sentir mais à vontade para compartilhar situações ligadas ao bebê. Dentre as dúvidas mais comuns nesta fase, estão:

  • Rotina de amamentação;

  • Visitas ao bebê;

  • Períodos de sono;

  • Contato com animais de estimação;

  • Introdução alimentar.

Essas perguntas são cuidados importantes, que assim como o enxoval de bebê completo, ajudam a criança a ter mais conforto e saúde em seus primeiros anos de vida.

Importância do acompanhamento médico

Durante as consultas, os médicos analisam uma série de fatores essenciais relacionados à saúde da criança. Um deles é o crescimento, e para avaliar sua normalidade, o bebê é despido, pesado e medido.

A circunferência da cabeça também é medida e todas essas informações são anotadas em um prontuário e comparadas em uma curva de crescimento.

A cada nova consulta o procedimento se repete, assim, o médico pode se certificar de que o bebê esteja crescendo normalmente.

O pediatra também avalia se a moleira está aberta e plana nos dois primeiros meses. A partir dos três meses ela se fecha na parte de trás e a parte da frente deve estar totalmente fechada antes dos dois anos de vida.

Ao levar o seu bebê ao médico com uma bolsa maternidade feminina, o médico ainda verifica os ouvidos da criança para examinar os tímpanos e o canal auditivo. É dessa forma que alguma infecção é identificada.

Além disso, os exames de ouvido são importantes para detectar problemas de audição. 

A boca é avaliada para detectar infecções de garganta e acompanhar a evolução da dentição. Já o coração e os pulmões são examinados para avaliar a respiração e o ritmo cardíaco.

O abdômen como um todo é avaliado para se certificar de que nenhum órgão esteja dilatado ou que exista a presença de massas incomuns.

Um oftalmologista pediátrico vai avaliar especificamente a vista dos bebês, para que problemas como cataratas ou qualquer outro relacionado sejam identificados.

O pediatra também examina os órgãos genitais, para detectar a presença de saliências ou infecções incomuns.

No caso dos meninos, o pediatra se certifica de que os testículos estão no saco escrotal. Os membros inferiores e superiores são examinados para saber se há algum problema nas articulações, detectar deslocamentos ou displasia no quadril.

O acompanhamento no início da vida do bebê é o que garante o tratamento de correção precoce a esses problemas. Além disso, quando a criança está engatinhando ou caminhando, o médico avalia se as pernas e os pés estão no lugar.

Da mesma maneira, é avaliado o desenvolvimento psicomotor e, para isso, o médico faz perguntas aos pais relacionadas ao desenvolvimento geral do bebê.

É dessa forma que ele observa se ele está sorrindo, rolando, sentando-se e caminhando no tempo certo, e se usa as mãos e os braços no momento ideal. Além disso, o profissional faz uma avaliação do tônus muscular de forma geral.

No primeiro mês de vida, a criança deve ser levada, pelo menos, três vezes ao pediatra, para saber se ela vai precisar de terapia manual ortopedica ou outros cuidados específicos.

A primeira consulta é com 5 dias de vida, a segunda no 15º dia e terceira, ao completar 1 mês. Dos 2 aos 6 meses, as consultas devem ser marcadas mensalmente, e no segundo semestre, podem ser agendadas a cada dois meses.

Até o final da adolescência o acompanhamento é menor, mas não deve ser descartado. Por isso, é importante que os pais escolham um médico de confiança para o seu filho, pois ele vai acompanhá-lo por muitos anos.

Benefícios para o desenvolvimento da criança

Levar o seu bebê ao médico periodicamente é essencial para a saúde dele. Além de garantir que ele se desenvolva corretamente, traz muitos benefícios.

O primeiro deles é permitir que um dia ele seja um adulto saudável. Até chegar à fase adulta, a criança passa por muitas transformações. Ela pode, por exemplo, se tornar um bebê obeso, então, será necessário um plano alimentar para emagrecer.

Essa dieta não deve ser feita por conta dos pais, mas sim, com um acompanhamento pediátrico para que seu filho emagreça com saúde e não se torne um adulto com sobrepeso.

Outro benefício é o acesso a uma alimentação balanceada e que garanta todas as vitaminas e proteínas que ele precisa. O médico vai orientar a introdução de outros alimentos, além do aleitamento materno.

Ele mostra aos pais quais alimentos são ou não são permitidos, como devem ser preparados, os horários adequados, dentre outras características essenciais.

Outro benefício é a detecção de problemas de saúde precocemente. Desde as doenças mais simples até as mais graves podem ser identificadas pelo pediatra antes que se agravem ainda mais.

Seu bebê estará sempre saudável ou terá acesso ao tratamento mais indicado. Sem a presença de um médico, muitas comorbidades podem evoluir para quadros mais graves, difíceis de tratar e que podem até mesmo colocar a vida da criança em risco.

Assim como os equipamentos precisam de manutenção em hospital, os seres humanos, em algum momento, precisam do auxílio de um médico. A consulta com o pediatra é a manutenção mais importante para a saúde do seu filho.

Mais uma vantagem ainda é identificar alguma síndrome que possa afetar o seu aprendizado futuramente. Identificá-las é muito importante para que a criança possa aprender em seu dia a dia para quando chegar o momento de frequentar a escola.

Consequentemente, o bebê se torna um indivíduo mais seguro, sociável e tranquilo. Mas somente o médico pode atestar sua saúde e indicar os procedimentos necessários, caso ele precise.

As consultas são insubstituíveis, mas, obviamente, situações emergenciais, como uma tosse, febre ou dor de ouvido não precisam esperar pela consulta.

Se você, por exemplo, observar que o seu filho parece não enxergar bem, procure um oftalmologista de sua confiança, como aqueles que indicam o grau das lentes de óculos masculino de sol, para saber como está a visão do seu bebê.

Conclusão

Os bebês saudáveis são aqueles que têm acesso ao acompanhamento de um pediatra, que pode ser tanto da rede pública quanto da rede particular.

Independentemente de qual seja a sua opção, nunca deixe de marcar essas visitas no primeiro ano de vida do bebê. Assim, ele vai crescer mais saudável e feliz, e enquanto pais, vocês estarão sempre despreocupados.

Tire todas as suas dúvidas e em casa, respeite as orientações do médico. É a melhor forma de assegurar que seu filho vai crescer e se desenvolver como qualquer criança normal.   

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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