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16.9.21

Tire todas as suas dúvidas sobre o Open Finance!


Entenda tudo sobre o Open Finance e como ele mudará o sistema financeiro brasileiro


Quem acompanha o mercado financeiro, já deve ter ouvido falar sobre open finance. Esse é um novo sistema de compartilhamento de informações financeiras do Banco Central. Na tradução para o português, o termo significa “sistema financeiro aberto”. Por ele é possível fazer a migração da previdência Icatu, empréstimos em bancos e muito mais.


A ideia do open finance é aumentar a competitividade entre as instituições financeiras no Brasil. Em tese, o open finance ajudaria a melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos por bancos, fintechs, corretoras de valores e seguros.


Para te ajudar a entender o que é open finance, respondemos abaixo todas as principais dúvidas sobre o assunto, confira abaixo:

O que é open finance?

O Open Finance é um sistema que traz a possibilidade de compartilhamento de informações entre instituições autorizadas pelo Banco Central, garantindo segurança e agilidade em movimentações financeiras.

Qual é a diferença entre open banking e open finance?

Open banking e Open Finance são expressões que confundem quem é leigo sobre o mercado financeiro. Porém, apesar de semelhantes, as expressões não representam a mesma coisa. O open banking traz a oportunidade de compartilhar todo o histórico financeiro para outra instituição financeira, sem necessidade de ter conta aberta em um novo banco.


Já o Open Finance busca ampliar ainda mais a abertura do sistema financeiro. No Open Finance, além do cliente poder compartilhar suas informações com outros bancos, o cliente poderia levar o seu histórico financeiro para uma corretora de seguros, fundo de previdência e muitas outras instituições.


O intuito principal é garantir condições melhores não só para abertura de contas, portabilidade de empréstimo ou financiamento, mas também para a contratação de seguros, investimentos e outros serviços financeiros.

O Open Finance é seguro?

Com um volume alto de fraudes virtuais no Brasil, a maioria das pessoas possuem receio em compartilhar seus dados financeiros. De acordo com o Banco Central, a segurança não é um problema, já que o sistema foi construído com as melhores tecnologias do mercado e possui um alto padrão de segurança.


Além de ser regido pela LGPD, o Open Finance segue o padrão de segurança FAPI, sigla que em português significa “Interface de Programação de Aplicativo de Nível Financeiro”, que garante que os dados sejam compartilhados com toda a segurança necessária.

Como ter acesso ao Open Finance?

Com o Open Finance sendo implementado, o cliente tem duas formas de participar do sistema, ativo ou passivo. A primeira forma é ativa, quando o cliente procura o banco para se informar e consentir o compartilhamento das informações. A segunda forma é passiva, quando o banco entra em contato com o cliente para conseguir o consentimento para compartilhar os dados.

Quais são as principais vantagens do Open Finance?

O open finance traz diversas vantagens para o consumidor. Confira abaixo quais são as principais vantagens:

Maior controle dos seus dados

No Open Finance, o cliente pode escolher quando, com quem e por quanto ele compartilhará os seus dados financeiros com outras instituições.

Mais segurança no trato das informações

Todas as instituições participantes do Open Finance cumprem uma série de requisitos do Banco Central, seguindo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), fazendo o compartilhamento das informações de forma segura.

Totalmente gratuito

O sistema é totalmente gratuito, então o cliente pode compartilhar suas informações com instituições participantes sem nenhum custo.

Melhores produtos e serviços

Com a maior concorrência provocada pelo Open Finance, os clientes teriam acesso a melhores produtos e serviços financeiros.

Quais são as fases de implementação do Open Finance?

A implementação do Open Finance está em curso no Brasil e foi dividida em quatro fases. Confira quais são elas:

Abertura de dados das instituições

Na primeira fase, iniciada em fevereiro deste ano, as instituições financeiras disponibilizaram ao público informações básicas sobre o assunto em seus canais de atendimento.

Compartilhamento de dados

Essa etapa começou a ser implementada em agosto desse ano e nela os clientes passam a ter um papel ativo no processo. Dessa forma, ele permite o compartilhamento de suas informações. O objetivo é iniciar a implementação prática do processo com total segurança e auxiliando o cliente a entender como o Open Finance funciona.

Iniciação de pagamento e encaminhamento de proposta de operação de crédito

A terceira fase, que deve começar em agosto ou setembro deste ano, prevê a integração dos serviços com transações de pagamentos e encaminhamento de operações de crédito em um ambiente unificado. Já o encaminhamento da proposta de crédito deve ser iniciado no final de março de 2022.

Outros dados de produtos e serviços

A quarta e última fase de implementação do Open Finance deve se iniciar em novembro e será responsável por incluir outros serviços no processo como investimentos, previdência, seguros e câmbio.


A previsão para que o Open Finance entre em operação no país é 1° de fevereiro de 2021. A expectativa do Banco Central é que o sistema possa otimizar a qualidade dos produtos e serviços financeiros no Brasil.

30.3.19

Você sabe o que é spread bancário? Entenda mais sobre o assunto

Imagem Divulgação

Acredita-se, hoje, que quase 70% da população possui conta bancária no país. Na prática, significa uma movimentação diária intensa nas instituições financeiras; no entanto, não necessariamente significa também que todas essas pessoas conheçam a fundo o sistema bancário que tanto utilizam.

São muitos termos e detalhes que trazem burocracia e complexidade ao uso dos recursos disponibilizados pelos bancos. Ainda assim, é preciso conhecê-los bem para evitar surpresas no dia a dia. Um bom exemplo disso é o spread bancário: possui grande impacto tanto para investidores quanto para pessoas comuns, mas nem todos sabem o que é.

Desse modo, conhecer o real significado desse termo pode ser a diferença entre perder — ou ganhar — dinheiro, mesmo que em pouca quantia. Para isso, no entanto, é fundamental primeiro conhecer o funcionamento do sistema financeiro e bancário do país, para então saber a ligação que eles possuem com o spread.

A dinâmica do SFN

Sigla para Sistema Financeiro Nacional, o SFN abrange todos os setores econômico, financeiro e monetário do país. O sistema bancário é apenas uma pequena parcela e, por esse motivo, é preciso compreender, antes de tudo, como o SFN funciona.

O principal órgão do Sistema Financeiro Nacional é o Conselho Monetário Nacional, CMN. Ele é responsável por supervisionar e regulamentar a aplicação do SFN por meio de duas frentes — com mesmo nível de importância, mas objetivos distintos:

- BCB: é a sigla para Banco Central do Brasil, também chamado de BACEN,
- CVM: mais conhecida entre investidores, é a sigla para Comissão de Valores Mobiliários.

O BCB é responsável por toda instituição financeira bancária e não bancária presente no Brasil. É ele quem fiscaliza as operações realizadas, como concessão de crédito, financiamentos, consórcios e pagamentos, de cada uma das instituições, sejam elas específicas - é o caso de corretoras e administradoras - ou não.

Já a CVM é responsável pelo mercado financeiro e tudo que envolve a B3, antiga BM&FBovespa e única bolsa de valores no Brasil. Assim, todas as operações relacionadas a aplicações, a fiscalização de bancos de investimentos, corretoras, outras instituições e até a segurança de investidores é de responsabilidade da comissão.

 O funcionamento do sistema bancário

De maneira simplificada, o funcionamento deste setor é dividido em três componentes principais. São eles:

- agentes deficitários: seja pessoa física ou jurídica, engloba todos aqueles que precisam de recurso financeiro;
- agentes superavitários: seja empresa ou indivíduo, trata-se da outra ponta do processo, ou seja, quem tem recursos financeiros disponíveis,
- intermediadores financeiros: são os responsáveis por interligar os dois agentes para que deficitários recebam recursos de superavitários.

Na prática, o terceiro componente é fundamental para que tudo seja feito de acordo com o regimento dos órgãos do SFN e, principalmente, para que todos sejam beneficiados, inclusive os intermediadores. Então, quem precisa de recursos, pode pegar emprestado daqueles que os têm; em troca, ao receber o pagamento de volta, o deficitário paga uma taxa a mais — os juros.

Mas qual é a ligação com spread bancário?

Antes de tudo, é preciso ter em mente que a taxa de juros paga pelo tomador do crédito não é igual ao valor que o superavitário recebe. É justamente essa diferença que é chamada de spread bancário, seja em empréstimos, investimentos financeiros ou mesmo no cálculo da rentabilidade das aplicações financeiras.

É normal perguntar-se, a esse ponto, para onde vai essa diferença de valor, e a resposta é simples: intermediadores financeiros. São bancos tradicionais, bancos de investimento, corretoras, administradoras e outras instituições de crédito no geral que detém esse valor para 5 finalidades:

- margem líquida (38%), ou seja, o lucro da instituição propriamente dito;
- custo de risco (36%), cobrados para se precaver do risco de inadimplência;
- custos administrativos (14%), apenas pela utilização do serviço do intermediador;
- carga tributária (8%), que paga os impostos, como o IR e CSLL,
- depósito compulsório (4%), por determinação do BACEN.

Apesar de serem destinados a custos distintos, quase 75% do spread bancário é usado para benefício do intermediador. Ainda assim, é um modelo que funciona na prática, e pode ser encontrado em vários sistemas financeiros pelo mundo.

No entanto, no Brasil, o spread é um dos mais altos do mundo — chegando a 10 vezes mais do que em outros países. Isso ocorre por causa da situação econômica os brasileiros, que procuram diversas formas de crédito bancário para estabilidade financeira.

Como resultado, o índice de inadimplência do país vai às alturas, chegando a 60 milhões de pessoas que, hoje, possuem dívidas, de acordo com a pesquisa realizada pelo Serasa. Para que isso seja minimizado, então, é imprescindível realizar um planejamento financeiro e pensar bastante antes de adquirir crédito bancário.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

29.9.20

Como simplificar o setor financeiro do seu negócio

Mudanças na gestão do setor permitem um controle mais apropriado, seguro e ágil de suas finanças.

Uma boa gestão e controle do setor financeiro é um passo fundamental para o crescimento e a sobrevivência de qualquer negócio. O empresário sabe que negligenciar essa área pode comprometer a existência do seu empreendimento, o que exige muito cuidado da parte dele.

Em muitos casos, o setor encontra-se desorganizado, o que pode exigir a contratação de serviços de contabilidade para resolver o caso. Essa desorganização faz com que a empresa perca tempo, dinheiro e não maneje adequadamente os seus recursos.

O empreendedor interessado em tornar o seu setor financeiro mais eficiente pode adotar algumas medidas para flexibilizá-lo. Conheça algumas delas abaixo.

Contrate profissionais da área

Se você não tem muita experiência na área de finanças, o primeiro passo para reorganizar sua gestão financeira é consultar ou contratar especialistas no setor. O conhecimento que eles têm sobre contabilidade será um diferencial crucial para que essa mudança aconteça da melhor forma possível.

A opinião deles será importante para a tomada de algumas decisões, sobre o que investir, qual a melhor forma de gerir o seu capital e como uma economia pode ser feita. Se a questão for a contabilidade, o profissional também estará mais capacitado para auxiliá-lo na implementação do melhor e mais simples sistema tributário.

Separe as contas pessoais

Confundir as finanças pessoais com as do seu empreendimento é um erro que muitos pequenos negócios costumam cometer. É necessário que haja organização para que essas duas esferas não se cruzem e os recursos de cada uma delas se misturem.

A atenção também é necessária em negócios familiares, em que esse cruzamento pode ocorrer mais vezes. O ideal é que se determine os períodos e as condições em que serão permitidas as retiradas dos recursos, evitando, assim, que se transfira o capital da empresa para contas pessoais.

Implemente o ERP

Você sabe o que é ERP? Esta é a sigla para Enterprise Resource Planning, uma ferramenta auxiliadora da gestão empresarial, responsável por integrar todos os setores do negócio. Isso permite maior agilidade para o gerenciamento e a execução de processos internos, como controle de estoque, compras e pedidos.

Uma vez que o setor financeiro estiver integrado aos demais, todo o processo se tornará menos burocrático. Segura e sem comprometer as informações do seu negócio, a automatização do sistema faz com que se ganhe tempo na execução de tarefas rotineiras do dia a dia.

O compartilhamento de dados e informações entre os departamentos também facilita a comunicação entre eles. Os responsáveis por gerenciar o estoque da empresa, por exemplo, podem solicitar um pedido de compras ao financeiro de uma maneira mais rápida.

Defina um orçamento anual

Os investimentos são o caminho para fazer um negócio crescer. Contratar funcionários, comprar novas ferramentas e expandir um setor são algumas das possibilidades para conseguir isso. Contudo, é preciso controlar como isso será feito para não pôr em risco a saúde da empresa.

O ideal é que o seu setor financeiro determine um orçamento anual para as operações do seu empreendimento. Com o valor limite estabelecido, fica mais fácil decidir quais devem ser os próximos passos a serem tomados.

Aproveite o orçamento para reunir os demais sócios e gestores e discutir quais devem ser as metas e os focos de investimento. Lembre-se de debater, dentro deste orçamento, um montante separado para emergências, uma vez que nunca se sabe quando será necessário enfrentar imprevistos.

Opte por soluções tecnológicas

Além do ERP, procure implementar outras ferramentas tecnológicas que podem auxiliar a sua gestão financeira. O Google Drive, por exemplo, é uma opção para compartilhar e armazenar arquivos na nuvem, acessível para todos os colaboradores envolvidos.

Também existem softwares de gestão financeira que garantem segurança de dados sensíveis, deixam o fluxo de caixa organizado e mostram as finanças do seu negócio em tempo real. Assim, fica mais fácil avaliar como estão as despesas e as receitas do seu empreendimento e o que você pode fazer para gerenciá-lo melhor.

4.1.22

Oração do Milagre Financeiro


Senhor Jesus, venho diante Vós pedir Vosso auxílio.

Pai, me encontro em dificuldades financeiras.

Preciso Senhor, de socorro imediato.

Senhor, sempre fui uma pessoa honrada.

Mas lhe peço perdão Senhor.

Pois neste momento, não estou conseguindo cumprir com meus compromissos.

Eu (dizer seu nome), reconheço diante a tua presença, que por algum motivo falhei.

Peço Senhor Jesus, que por tua misericórdia.

Todas as portas, que por algum motivo estejam fechadas em minha vida.

Em teu Santo nome, sejam abertas agora.

Pois teu é o poder e a glória.

Eu humildemente me coloco aos seus pés.

Preciso urgente de uma graça Senhor.

Peço Senhor, meios dignos de prover todas as necessidades de minha vida.

Rogo a Vós por esta graça.

Vós és o Cordeiro Santo do Criador.

Sei que meus pecados, estão selados em tua cruz.

Peço que sele também, todas as minhas dívidas.

E que honrosamente, me dê condições de pagá-las .

O’ Cristo, assim como Vosso Pai celestial.

Abriu o mar para passagem de seu povo,

Abre senhor, meus caminhos financeiros.

Dai-me condições de honrar todos os meus compromissos.

Que por teu Santo nome, nada fique para traz sem pagar.

Eu (dizer o seu nome),confio em Ti e sei que me libertará de tudo que me aflige hoje.

Teu é o poder e a glória.

Eu Te louvo diante aos céus.

Creio e sei que Tua Palavra já está vindo.

Não demora e minha vida entra nos trilhos novamente.

Eu Te louvo de pé e Te bendigo aos céus.

És digno de todo meu louvor.

Sei que me ouve agora.

E que Tua resposta vem sem demora.

Tu és o verbo Divino.

Tua palavra é verdadeira.

Passa o dia e a noite logo vem.

Mas Tua palavra não passa.

É verdadeira e poderosa.

Meu coração está mais calmo, e minha alma descansa em Tua graça.

Sei que não me deixará sem resposta.

Eu  Creio e não duvido.

Gratidão senhor gratidão

Amém.

Orientações para realizar a oração do milagre financeiro
Para realizar a oração do milagre financeiro você deverá:

Fazer a oração do milagre financeiro por 3 ou 9 dias seguidos, sempre no mesmo horário.

Se possível, acenda uma vela branca no momento da oração do milagre financeiro.

Buscar um lugar e um momento tranquilo que não haja interrupções, para possa realmente se conectar com as energias do dinheiro e da riqueza.

Ao final, rezar um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e reforçar o seu pedido ao Senhor Jesus.

E se você quer potencializar ainda mais o poder da sua oração, conte também com ajuda de dois salmos que reforçarão seu pedido:

Salmo 124 para afastar dívidas:

1 Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, ora diga Israel; 

2 Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra 

3 Eles então nos teriam engolido vivos, quando a sua ira se acendeu contra nós. 

4 Então as águas teriam transbordado sobre nós, e a corrente teria passado sobre a nossa alma; 

5 Então as águas altivas teriam passado sobre a nossa alma; 

6 Bendito seja o Senhor, que não nos deu por presa aos seus dentes. 

7 A nossa alma escapou, como um pássaro do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos. 

8 O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez o Céu e a Terra.

Salmo 15 para resolver vida financeira complicada

1 Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? 

2 Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. 

3 Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; 

4 A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. 

5 Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.”

17.1.20

O que é preciso saber para começar a investir

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Conheça tudo o que é essencial antes de começar a investir no mercado financeiro e não perca dinheiro.

Estudar para entender o mercado financeiro é a melhor forma de dar o pontapé inicial na vida de investidor. Há diversas formas de se informar, seja pela internet, com consultores especializados ou através de livros sobre investimento, o importante é sempre se manter atualizado sobre esse conteúdo.

A cada ano cresce no Brasil o número de pessoas interessadas em realizar aplicações financeiras, mas boa parte ainda não sabe o que é necessário para começar a investir. Para mudar essa situação e perder o medo, o único caminho é o conhecimento. Através da informação é possível ganhar confiança e entrar de vez no mercado financeiro!

Por que investir?

O investimento deve ser visto como uma ação próxima à sua realidade, seja ela qual for. Todo ser humano possui vontade de realizar alguma atividade, seja uma viagem, a compra de um imóvel ou a abertura de um empreendimento. Para realizar tudo isso é necessário capital, certo?

Muita gente acredita que a melhor alternativa para alcançar tudo isso seja economizando, entretanto, esse tipo de mentalidade te faz perder bastante dinheiro ao longo dos anos. 

Pense bem: R$ 50 guardados há 10 anos não valem a mesma coisa que R$ 10 atualmente. Isso ocorre por conta da inflação, que modifica o poder de compra do dinheiro ao longo do tempo. 

Sendo assim, a melhor forma de manter o dinheiro "atualizado" é através de um investimento, visto que o montante aplicado irá render e será modificado de acordo com a inflação. Dependendo do ativo escolhido é possível, inclusive, obter ganhos acima da inflação e aumentar ainda mais a sua renda.

Estabeleça objetivos

Como começar a investir é a principal dúvida de todo mundo que se interessa por esse assunto. O primeiro passo é tornar claro para você mesmo os principais motivos para o seu investimento. Por que você quer fazer o seu dinheiro crescer? Pode ser qualquer razão, desde abrir seu próprio negócio até realizar um intercâmbio, por exemplo. 

Esse primeiro passo é essencial para determinar o quanto você quer ter no futuro e o quanto tempo você tem disponível para o rendimento do dinheiro. O ideal é ter, no máximo, cinco objetivos e dividi-los por prazo de realização: curto, médio e longo. 

Determine o seu montante inicial

A seguir, você deve determinar quanto vai custar cada um dos seus objetivos. Esse tipo de levantamento é essencial para estabelecer a quantia inicial a ser investida para cada aplicação. Ou seja, essa é a hora de encarar a realidade e ser totalmente honesto nas contas. 

Os investimentos podem ser feitos de duas formas: ou de uma vez só ou uma quantia a cada mês. A maneira escolhida não importa, o mais importante é conseguir arcar com o investimento e se certificar de que está dentro do seu orçamento e que irá conseguir manter a meta pré estabelecida. 

Saiba definir o melhor tipo de investimento para você

Conhecer as diferenças entre investimentos de renda fixa e renda variável é imprescindível para determinar como agir no mercado financeiro. Investimentos de renda fixa consistem em títulos públicos ou privados que são empréstimos do seu dinheiro direto para uma instituição. São eles:

Tesouro Direto;
CDB;
LCI/LCA;
CRI/CRA;
LC;
Debêntures;
Fundos de investimentos.

Em troca do seu empréstimo para a instituição, você recebe uma taxa de rendimento mensal, que pode ser pré ou pós fixada. A pré fixada funciona como uma rentabilidade fixa e é independente das condições do mercado. A pós fixada é ligada a um indexador da economia, como o CDI. o IPCA e a taxa Selic, por exemplo. 

Já os investimentos de renda variável são relativos aos investimentos da bolsa de valores. Ao optar por esse tipo de investimento, os rendimentos não são fixos e não há como prever a rentabilidade futura. Os investimentos de renda variável que você pode escolher são:

Ações;
Commodities;
Fundos de Investimentos Imobiliários;
Contratos futuros;
COE,
Exchange Traded Funds.

A partir da escolha do melhor tipo de investimento para você, visando seus objetivos pré-estabelecidos, é claro, está na hora de efetivamente investir. Com o conhecimento necessário, os objetivos traçados e planejamento financeiro em dia é possível começar a investir a qualquer momento!  

6.9.21

Setor financeiro e commodities dominam ações mais recomendadas para setembro


As ações do setores financeiro e de commodities dominam as indicações dos analistas para setembro. Elas correspondem a quatro das cinco principais ações da Carteira Valor, elaborada mensalmente pelo site Valor Investe.

O levantamento reúne as 10 ações mais indicadas pelas corretoras participantes. Ao todo, são 19 corretoras que escolhem, mensalmente, cinco papéis que elas acreditam que vão se valorizar no mês. Em seguida, os papéis são classificados de acordo com a quantidade de indicações.

Por exemplo, a ação da mineradora Vale (VALE3) foi escolhida a favorita da carteira por sete meses consecutivos. Em setembro, porém, o ativo perdeu o primeiro lugar para a ação do Itaú Unibanco (ITUB4). O maior banco do Brasil foi indicado como favorito por sete das 19 corretoras, deixando a Vale em segundo lugar com seis indicações.

Setor financeiro de olho no Banco Central

Juntamente com o Itaú, as ações do Bradesco (BBDC4) e B3 (B3SA) completam a participação do setor financeiro. De acordo com os analistas, o setor vive as expectativas da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorrerá nos dias 21 e 22 de setembro. Na reunião, o Copom decidirá se a taxa Selic será novamente elevada ou não.

Simultaneamente, a decisão pode impactar no mercado de capitais e, logo, nas ações da B3. Caso a taxa Selic aumente, a renda fixa começa a ficar mais atrativa. No entanto, os analistas apostam na continuidade do desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro.

Nesse sentido, a B3 não encontra concorrência, visto que é a única bolsa a operar no Brasil. A empresa também possui baixa necessidade de investimento e forte geração de caixa, o que deve resultar em pagamento de bons dividendos aos acionistas.

Petróleo, gás e varejo

Por fim, dois setores ganharam participações distintas na lista de recomendações para setembro. O maior peso está nas ações de empresas de petróleo e gás, que corresponde a 30% da lista. Os papéis da Petrobras (PETR4) foram mantidos, enquanto os papéis da Vibra/ex-BR Distribuidora (BRDT3) e PetroRio (PRIO3) foram adicionados.

As duas últimas foram consideradas de perfil menos arriscado e com maior potencial de valorização do que a gigante estatal. Dessa forma, servem como opções mais defensivas de exposição a esse setor.

Por fim, o setor de varejo foi o mais prejudicado na nova lista, tendo apenas as ações das Lojas Renner (LREN3) como representante. Já a Via (ex-Via Varejo – VIIA3) foi removida da carteira, assim como a Usiminas (USIM5), BTG Pactual (BPAC11 e JBS (JBSS3).

16.8.21

Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 7,05% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 6,88% para 7,05%. É a 19ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (16), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.


Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,90%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior, de 5,25%.

Em julho, a inflação subiu 0,96%, o maior resultado para o mês desde 2002, quando a alta foi de 1,19%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,76%, no ano, e 8,99%, nos últimos 12 meses.

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 7,50% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica mantenha esse mesmo patamar. E tanto para 2023 quanto para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,30% para 5,28%. Para 2022, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,04%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

A expectativa de cotação do dólar se manteve em R$ 5,10 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20.

9.8.21

Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 6,88% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, deste ano subiu de 6,79% para 6,88%. É a 18ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (9), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.


Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,84%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Em junho, a inflação desacelerou para 0,53%, depois de chegar a 0,83% em maio. Ainda assim, com o resultado, o IPCA acumula alta de 3,77%, no ano, e 8,35%, nos últimos 12 meses. 

Os dados de julho devem ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística amanhã (10), mas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou inflação de 0,72% no mês passado, a maior variação do IPCA-15 para um mês de julho desde 2004 (0,93%).

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que foi elevada na semana passada de 4,25% ao ano para 5,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Ao anunciar a decisão, o Copom já sinalizou que pretende elevar a Selic em mais um ponto percentual na próxima reunião, marcada para setembro.

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 7,25% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica mantenha esse mesmo patamar. E tanto para 2023 como para 2024, a previsão é 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 5,30%. Para 2022, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,05%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

A expectativa para a cotação do dólar se manteve em R$ 5,10 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20.

Fonte: Agência Brasil

7.12.20

7 Profissões curiosas para inspirar a sua carreira

Algumas carreiras consideradas promissoras há alguns anos, ficaram obsoletas e já não existem mais. Algumas foram substituídas por máquinas, outras simplesmente deixaram de existir por não serem mais necessárias. 


Entretanto, o ser humano vai evoluindo, se adaptando e novas ocupações  vão surgindo, conheça 7 profissões para inspirar a sua carreira:



1.   Detetive particular


Apesar de não ser uma profissão considerada nova, os detetives particulares, ganharam um cenário importante de uns anos para cá.


Bem diferentes dos personagens clássicos do cinema, os detetives particulares, são profissionais especializados em coletar informações, vigiar, reunindo provas para  solução de crimes. 


Para se tornar um detetive particular é necessária formação específica em  uma escola para detetives, onde além de treinamento irá se familiarizar com os equipamentos necessários para o cumprimento das tarefas. 

2.            Coach Financeiro


A profissão de Coach cresceu bastante nos últimos anos. Dentre os muitas formas de explorar a carreira se destaca o Coach Financeiro. 


Ele é responsável por ajudar os clientes a entenderem e monitorarem suas atividades financeiras. Ele trabalha como um consultor, dando soluções da melhor forma de gastar ou investir o dinheiro. 


Para se tornar um coach financeiro, o profissional deve ter formação em finanças, administração de empresas e ser empenhado em estudar as mudanças do mercado financeiro. 

3.         Educador Físico

Os profissionais de educação física, se depararam com o crescimento do mundo fitness nos últimos anos.  Cada vez mais pessoas estão preocupadas com sua saúde e resistência física.

É aí que entra o educador físico, ele  é responsável por criar treinos específicos de acordo com o objetivo de cada pessoa, auxiliando na melhoraria a saúde, incentivando o cliente a superar suas limitações. 

4.         PersonalOrganizer

OPersonalOrganizer é uma profissão que vem sendo muito bem aceita. Muito além de fazer as tarefas de casa,  é uma pessoa qualificada, para trazer soluções de otimização e organização dos espaços.


Ele é responsável por colocar  em prática  técnicas de organização e  indicar soluções para a sua casa e para a sua vida, deixando tudo mais  prático e funcional. Ajudando a arrumar e organizar, sua casa, seu closet, cozinha ou qualquer cômodo que você precisar. 

No Brasil, há centros especializados em formar pessoas ligadas a organização,  porém é uma carreira que exige um profissional engajado e comprometido. 

5.         Professor online 

A carreira de professor não é nova, mas  todo mundo sabe que está longe de acabar. O que muda são os processos e forma de passar a informação. Cada dia cresce mais a oferta de cursos feitos no ambiente online. 


O ensino EAD tende a se expandir nos próximos anos e os professores começaram a enxergar o modelo de sala de aula virtual, que possibilita maior alcance de alunos. 


Além da formação como professor, o profissional deve ter conhecimento adequado do uso da tecnologia, para garantir a qualidade do curso e o enriquecimento intelectual dos alunos 


 6.  Técnico de saúde assistida por inteligência artificial

Para os profissionais da área da saúde, surge uma nova profissão, a telemedicina, que  oferece suporte diagnóstico de forma remota, permitindo a interpretação de exames e a emissão de laudos médicos à distância. 


Considerada a medicina do futuro, funciona através de uma combinação de equipamentos digitais. O profissional treinado, é capaz de realizar exames e diagnósticos de forma rápida e eficiente, sem a necessidade da transferência do paciente a um centro especializado. 


7.  Gestor de resíduos


A produção de resíduos sempre foi um problema para a espécie humana. A partir da identificação de problemas ambientais com o aquecimento global, o profissional ligado à gestão desses resíduos é cada vez mais solicitado.


O gestor de resíduos é responsável por analisar, processar e encaminhar os resíduos sólidos, seja no processo de fabricação de produtos ou do lixo gerado em residências. O objetivo é criar soluções para que tenha menos impacto no meio ambiente. Geralmente é um cargo designado a Gestores e Engenheiros ambientais. 

22.1.19

Veja os melhores investimentos para iniciantes e comece o ano aplicando seu dinheiro


Independentemente do tamanho, todo mundo tem um objetivo; seja uma viagem, uma casa, ou mesmo um novo negócio, é preciso ter muita dedicação, trabalho e, claro, dinheiro. Mas não é fácil ganhar o primeiro milhão, não é? Então, como é possível estar próximo de realizar um sonho sem condições financeiras favoráveis?

Junto a isso, o salário também não colabora: com todos os gastos, entre despesas, alimentação e lazer, é muito difícil juntar uma quantia suficiente para concretizar as metas. Por isso, é necessária uma forma de multiplicar o patrimônio, e nada melhor do que o investimento.

Existem os mais variados sonhos, mas investir, por mais complexo que possa parecer, é o caminho mais assertivo para que eles se tornem realidade. No entanto, ainda gira em torno dele certo receio e até preconceito, por estar associado a estratégias complexas e prejuízo. Mas, muito pelo contrário, aplicações financeiras podem ser bastante seguras e trazer retornos consideráveis.

Para isso, o mais importante é estar sempre atento ao cenário político-econômico e estudar. Principalmente para investidores de primeira viagem, é bastante comum confundir-se com tantas siglas e regras, por esse motivo é essencial tentar compreender os pontos básicos do mercado financeiro e dar um passo de cada vez.

Então, não vale a pena mergulhar de cabeça no investimento em ações, por exemplo, por serem bastante voláteis e com grande risco de mercado — ou seja, risco de perder dinheiro na compra e venda de ativos —, o ideal a fazer é sempre buscar opções menos complexas, voltadas para investidores iniciantes. Com isso, fica mais fácil aliar bons retornos com segurança.


Quais são os melhores investimentos para iniciantes?


Dentre as opções disponíveis no mercado financeiro, existem algumas que foram pensadas especificamente para pequenos investidores ou mesmo para quem não possui muita experiência em aplicações. De maneira geral, os melhores investimentos são os de renda fixa, por serem calculados de forma mais fácil do que a renda variável.

Isso ocorre porque a renda fixa tem base em uma porcentagem prefixada (por exemplo, determinado título renderá 11% ao ano), ou está atrelado a um índice de referência (por exemplo, um título com rendimento de 110% do CDI). Na prática, faz com que seja possível ter noção parcial ou total da rentabilidade da aplicação no momento de adquiri-la.

Claro, entre os investidores menos experientes, podem ser encontrados perfis mais conservadores ou mais arrojados, isto é, que estão mais ou menos avessos a riscos. Por esse motivo, nem sempre a renda fixa é a aplicação mais indicada; ainda assim, é preciso sempre ponderar o nível de experiência e compreender que é possível escolher opções mais agressivas sem, necessariamente, optar pelas mais complexas.

Para os mais diferentes estilos de investimento, existem aquelas aplicações-chave que aliam segurança, rendimento e ainda trazem mais prática a quem ainda está só começando. Dentre elas, uma boa dica é escolher algumas opções, de diferentes origens, para diversificar os investimentos.


Fundos de investimentos

Talvez seja a alternativa mais versátil e, portanto, mais indicada para iniciantes, os fundos de investimentos são aplicações que nascem da união de diferentes investidores, cujos patrimônios são administrados por um gestor. Como resultado, além de se ter, na prática, uma quantidade maior de recurso financeiro — e mais oportunidades de investimento —, ainda é possível ter o respaldo de um especialista.

A versatilidade é uma característica intrínseca aos fundos, pois eles nada mais são do que aplicações que investem em outros ativos do mercado. Então, é possível encontrar fundos que investem em ações, em renda fixa, ou em multimercados; assim, são indicados para todas as estratégias e perfis.

Letras de Crédito - Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA)
Títulos públicos de renda fixa, as Letras de Crédito funcionam como um empréstimo a instituições financeiras, a fim de que elas arrecadem recursos para investir em setores específicos da economia (imobiliário e do agronegócio, como os nomes indicam). Em troca, ao fim desse prazo, a instituição retorna o valor acrescido de juros, o que caracteriza a rentabilidade do investimento.

As Letras de Crédito são um exemplo de títulos de renda fixa que estão atrelados a um índice, o CDI, fazendo com que possuam bons retornos, acima da inflação, aliado à segurança. Além disso, não incidem sobre elas o Imposto de Renda, comumente cobrado em outras aplicações.

Tesouro Direto
Uma das opções mais populares entre os brasileiros, o Tesouro Direto foi pensado para pequenos investidores. Com aplicação mínima de apenas R$30, já é possível adquirir um título do Tesouro Nacional. As vantagens só aumentam por se tratar de um dia investimentos mais seguros do país.

Isso ocorre porque ele está associado diretamente a uma entidade pública. Assim como as Letras de Crédito, o Tesouro funciona como um empréstimo, mas para o Governo; no vencimento da aplicação, é ele quem deverá reembolsar o valor investido mais os juros. Na prática, o risco de crédito (ou calote) é quase inexistente, pois é preciso que o país quebre para ele não cumprir com suas obrigações financeiras.

É possível notar que todas as aplicações comentadas são viáveis para iniciantes. Não possuem complexidade estratégica e são formas de se entender o funcionamento do mercado financeiro de maneira mais simples. Lembre-se de que o mais importante é começar a investir! Por isso, avalie as opções e monte a carteira ideal para realizar seus sonhos.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

23.10.21

Stablecoins: Saiba como funcionam essas moedas digitais


O mercado financeiro existe como uma resposta às atividades e relações existentes na sociedade, acompanhando também as evoluções ocorridas nesse ambiente. Com o avanço da internet passou a se destacar as moedas digitais, o que nos leva às stablecoins.


A implementação das moedas virtuais, assim como a sua variedade de modelos disponíveis, é uma realidade cada vez mais constante, levando em conta também a própria percepção que o público e o mercado possuem sobre esse tipo de moeda.


É comum ao ser humano ficar reticente a mudanças, principalmente quando se fala de algo tão essencial para a vida em sociedade, que é o papel do dinheiro em suas vidas, regulando a execução de trabalhos e trocas em gerais ocorridas no mercado.


Existe até hoje uma certa falta de conhecimento sobre o universo financeiro, até mesmo de empresas que atuam no ramo, mais focadas na execução dos serviços, sem ter uma atenção maior para os sistemas econômicos que podem mover essas relações.


Por sorte existem escritórios especializados, voltados aos serviços de consultoria tributária, que atuam como uma forma de auxiliar as empresas em relação a esse tipo de movimentação financeira, essencial para a continuidade das suas atividades.


Por outro lado, o público geral começa a se mostrar mais aberto à implementação de novas tecnologias, como resultado da própria extensão dos serviços de internet, com esses ambientes digitais tornando-se locais de frequente acesso pelos usuários.


O que acaba por implicar nas próprias soluções monetárias, como nos serviços de internet banking, nos quais processos como transferências eletrônicas, pagamento de boletos e até mesmo uma assessoria fiscal podem ser realizados direto do seu celular.


É a praticidade superando a resistência dos funcionários em relação às trocas financeiras digitais. Tudo facilitando com que as moedas digitais fossem melhor recebidas pelo público geral, dando destaque aos empreendedores e investidores especializados.


Mas enquanto as criptomoedas ainda levantam uma certa insegurança com a sociedade, por ser um conceito razoavelmente novo, existem outras modalidades que podem representar uma melhor proteção para os seus usuários, como as chamadas stablecoins.

Stablecoins: As moedas seguras do mercado digital

As trocas financeiras via criptomoedas são cada vez mais comuns, principalmente quando se pensa em uma negociação empresarial, com destaque para companhias voltadas ao mercado de tecnologia e serviços similares.


No entanto, a maior objeção em relação a essas moedas acaba sendo a sua instabilidade, por se tratar de um mercado não muito tradicional, lidando com variações diferentes daqueles aos quais as chamadas moedas tradicionais costumam tratar.


Como na relação entre lucros e impostos, para se identificar a conexão entre um serviço de consultoria fiscal, ou seja, o valor real de ganho em cima de um serviço, sendo descontado todos os tributos associados a aquela atividade específica.


As stablecoins acabam apresentando-se como uma solução nesse sentido, sendo uma moeda digital cujo valor de negociação é atribuída ao conceitos estabelecidos no mercado, como o valor de moedas físicas disponíveis no mercado.


Como o próprio nome indica, uma stablecoin (moeda estável em português) apresenta uma variação menos oscilante, se comparado com outros tipos de dinheiro digital.


O que pode ser visto como algo negativo para os investidores que lucram com as mudanças de cenário na economia digital, mas para quem busca apenas adentrar a esse tipo de negociação, acostumado com estabilidade dos investimentos comuns, essa é uma opção.

Quem move o mercado das stablecoins?

Esse equilíbrio relacionado a esse tipo de moeda digital existe por causa dos tipos de ativos aos quais esse dinheiro está atrelado, que trabalha através de outros elementos, para conseguir definir o seu valor real naquele momento.


Uma relação de dependência que permite uma melhor identificação sobre o seu valor, sendo necessário apenas conhecer a situação do mercado relacionado aos ativos que definie o seu valor financeiro.


Usando um exemplo prático, é como acompanhar um serviço de calibração de transmissor de temperatura, onde ao se conhecer o funcionamento real dessa peça de medição é possível identificar a maneira com que ela trabalha, compreendendo melhor os seus resultados.


Entre os ativos mais comuns aos quais as stablecoins se relacionam estão

  • Moedas fiduciárias;
  • Criptomoedas;
  • Commodities
  • Algoritmos.

Elementos que irão definir o valor de mercado de uma stablecoin, que reage diretamente a situação desses ativos em relação aos seus respectivos mercados de atuação. A começar pelo mais comum, que é o tipo de dinheiro que conhecemos como tradicional.

Atreladas às moedas fiduciárias

As moedas fiduciárias são correntes monetárias não ligadas a nenhum material como um tesouro material, com o seu valor sendo algo definido pelo próprio mercado social, levando em conta a confiança dos seus usuários com a entidade que emitiu esse dinheiro.


Como no caso de moedas como o dólar, o euro e o real, sendo confeccionadas por entidades governamentais, que garantem um valor real a essa moeda, levando em conta a valorização do seu mercado.


Algo importante para um indivíduo que faz as compras do mês, para quem busca crédito rural para iniciantes ou para uma multinacional que trabalha com a importação e exportação de materiais para mercados estrangeiros.


Normalmente as stablecoins trabalham com um sistema padrão de 1:1, isso quer dizer que o valor de uma moeda dessa está atrelado ao valor de uma unidade de dinheiro adotado, sendo mais comum o dólar e o euro nesse tipo de relação.

Atreladas às criptomoedas

Mas não é somente a uma moeda tradicional, daquelas regulamentas por governos, que uma stable coin pode se relacionar, podendo também ser definida pelo valor de uma criptomoeda específica.


Nesse caso, essa moeda apresenta uma relação mais descentralizada que aquela que opera com uma moeda fiduciária, porém não deixa de trabalhar com uma maior estabilidade em sua área, lidando com a realidade de todo esse mercado de moedas digitais.

Atreladas às commodities

Para quem não se mostra muito seguro com essas negociações digitais, e ainda prefere lidar com o dinheiro de forma mais tradicional, como uma poupança no banco ou um valor material guardado no cofre, existe um modelo de stablecoin especial para tal público.


Ao ter o seu valor atribuído a commodities naturais, como materiais de valor, tais como ouro e prata, esse modelo de moeda se aproxima da relação que deu início às moedas fiduciárias, como um recibo de papel que simbolizava o valor possuído em tesouros.


Algo que perdurou por anos através das trocas financeiras via cheque, no qual um indivíduo pagava pelo conserto de fricção de uma peça da sua máquina através de um papel assinado, assegurando o valor ali presente.

Atreladas a algoritmos

Nesse caso, as stablecoins não estabelecem o seu valor em relação a um ativos específico, como uma commodity ou uma criptomoeda, e sim a algoritmos e contratos inteligentes. Um sistema capaz de identificar a melhor situação para a produção ou não de tokens.


Ou seja, se o preço de uma stablecoin cair esse sistema será responsável por diminuir a produção de tokens relacionados, representações de um ativo específico, e vice-versa, identificando a melhor situação.


Agindo quase como um acompanhamento pericial, responsável por identificar se todos os procedimentos estão sendo fielmente seguidos, resultados em melhores alternativas para o seu empreendedor responsável.


Tendo esses elementos como base é fácil compreender a estabilidade desse tipo de moeda, em comparação a outros modelos de dinheiro digital, assim como os benefícios relacionados a sua aplicação em diversos investimentos.

As vantagens de trabalhar com uma stablecoin

Entre as vantagens associadas ao uso de uma stablecoin se destaca:


  • Preservação maior do valor do dinheiro;
  • Agilidade nas transferências;
  • Acesso para as criptomoedas.

Ao conhecer a fundo o tipo de mercado com o qual uma stablecoin está relacionada, é possível para um empreendedor encontrar melhores formas de realizar os seus investimentos, o que pode agir na valorização do seu dinheiro.


Sem contar com as praticidades associadas ao uso desse tipo de moeda descentralizada, evitando, por exemplo, os custos que resultam de transferências bancárias, por meio das taxas aplicadas a essas transações.


Por ser um moeda digital, esse tipo de transferência costuma ser muito mais veloz, e sem grandes custos para os órgãos responsáveis, que acabam por muitas vezes sequer cobrar por tais serviços, similar ao que acontece com o PIX do Banco Central.


E claro, com a sua aproximação com esse conceito de moeda digital, torna-se mais favorável para um empresário, que trabalha com a produção de peças de engrenagens conicas retas para a indústria, adotar as criptomoedas aos seus negócios.


Tendo em vista a relação positiva que vem tendo ao trabalhar com as stablecoins, uma moeda digital que por sua estabilidade acaba sendo tratada com um dinheiro de transição, entre quem atua com finanças tradicionais e pretende partir para o mercado digital.


Um tipo de valor monetário cada vez mais adotado pelos investidores, visto os benefícios por eles conquistados e que também podem ser aplicados aos seus negócios. Só é preciso se abrir um pouco para esse conceito digital.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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