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16.9.21

Tire todas as suas dúvidas sobre o Open Finance!


Entenda tudo sobre o Open Finance e como ele mudará o sistema financeiro brasileiro


Quem acompanha o mercado financeiro, já deve ter ouvido falar sobre open finance. Esse é um novo sistema de compartilhamento de informações financeiras do Banco Central. Na tradução para o português, o termo significa “sistema financeiro aberto”. Por ele é possível fazer a migração da previdência Icatu, empréstimos em bancos e muito mais.


A ideia do open finance é aumentar a competitividade entre as instituições financeiras no Brasil. Em tese, o open finance ajudaria a melhorar a qualidade dos produtos e serviços oferecidos por bancos, fintechs, corretoras de valores e seguros.


Para te ajudar a entender o que é open finance, respondemos abaixo todas as principais dúvidas sobre o assunto, confira abaixo:

O que é open finance?

O Open Finance é um sistema que traz a possibilidade de compartilhamento de informações entre instituições autorizadas pelo Banco Central, garantindo segurança e agilidade em movimentações financeiras.

Qual é a diferença entre open banking e open finance?

Open banking e Open Finance são expressões que confundem quem é leigo sobre o mercado financeiro. Porém, apesar de semelhantes, as expressões não representam a mesma coisa. O open banking traz a oportunidade de compartilhar todo o histórico financeiro para outra instituição financeira, sem necessidade de ter conta aberta em um novo banco.


Já o Open Finance busca ampliar ainda mais a abertura do sistema financeiro. No Open Finance, além do cliente poder compartilhar suas informações com outros bancos, o cliente poderia levar o seu histórico financeiro para uma corretora de seguros, fundo de previdência e muitas outras instituições.


O intuito principal é garantir condições melhores não só para abertura de contas, portabilidade de empréstimo ou financiamento, mas também para a contratação de seguros, investimentos e outros serviços financeiros.

O Open Finance é seguro?

Com um volume alto de fraudes virtuais no Brasil, a maioria das pessoas possuem receio em compartilhar seus dados financeiros. De acordo com o Banco Central, a segurança não é um problema, já que o sistema foi construído com as melhores tecnologias do mercado e possui um alto padrão de segurança.


Além de ser regido pela LGPD, o Open Finance segue o padrão de segurança FAPI, sigla que em português significa “Interface de Programação de Aplicativo de Nível Financeiro”, que garante que os dados sejam compartilhados com toda a segurança necessária.

Como ter acesso ao Open Finance?

Com o Open Finance sendo implementado, o cliente tem duas formas de participar do sistema, ativo ou passivo. A primeira forma é ativa, quando o cliente procura o banco para se informar e consentir o compartilhamento das informações. A segunda forma é passiva, quando o banco entra em contato com o cliente para conseguir o consentimento para compartilhar os dados.

Quais são as principais vantagens do Open Finance?

O open finance traz diversas vantagens para o consumidor. Confira abaixo quais são as principais vantagens:

Maior controle dos seus dados

No Open Finance, o cliente pode escolher quando, com quem e por quanto ele compartilhará os seus dados financeiros com outras instituições.

Mais segurança no trato das informações

Todas as instituições participantes do Open Finance cumprem uma série de requisitos do Banco Central, seguindo a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), fazendo o compartilhamento das informações de forma segura.

Totalmente gratuito

O sistema é totalmente gratuito, então o cliente pode compartilhar suas informações com instituições participantes sem nenhum custo.

Melhores produtos e serviços

Com a maior concorrência provocada pelo Open Finance, os clientes teriam acesso a melhores produtos e serviços financeiros.

Quais são as fases de implementação do Open Finance?

A implementação do Open Finance está em curso no Brasil e foi dividida em quatro fases. Confira quais são elas:

Abertura de dados das instituições

Na primeira fase, iniciada em fevereiro deste ano, as instituições financeiras disponibilizaram ao público informações básicas sobre o assunto em seus canais de atendimento.

Compartilhamento de dados

Essa etapa começou a ser implementada em agosto desse ano e nela os clientes passam a ter um papel ativo no processo. Dessa forma, ele permite o compartilhamento de suas informações. O objetivo é iniciar a implementação prática do processo com total segurança e auxiliando o cliente a entender como o Open Finance funciona.

Iniciação de pagamento e encaminhamento de proposta de operação de crédito

A terceira fase, que deve começar em agosto ou setembro deste ano, prevê a integração dos serviços com transações de pagamentos e encaminhamento de operações de crédito em um ambiente unificado. Já o encaminhamento da proposta de crédito deve ser iniciado no final de março de 2022.

Outros dados de produtos e serviços

A quarta e última fase de implementação do Open Finance deve se iniciar em novembro e será responsável por incluir outros serviços no processo como investimentos, previdência, seguros e câmbio.


A previsão para que o Open Finance entre em operação no país é 1° de fevereiro de 2021. A expectativa do Banco Central é que o sistema possa otimizar a qualidade dos produtos e serviços financeiros no Brasil.

30.3.19

Você sabe o que é spread bancário? Entenda mais sobre o assunto

Imagem Divulgação

Acredita-se, hoje, que quase 70% da população possui conta bancária no país. Na prática, significa uma movimentação diária intensa nas instituições financeiras; no entanto, não necessariamente significa também que todas essas pessoas conheçam a fundo o sistema bancário que tanto utilizam.

São muitos termos e detalhes que trazem burocracia e complexidade ao uso dos recursos disponibilizados pelos bancos. Ainda assim, é preciso conhecê-los bem para evitar surpresas no dia a dia. Um bom exemplo disso é o spread bancário: possui grande impacto tanto para investidores quanto para pessoas comuns, mas nem todos sabem o que é.

Desse modo, conhecer o real significado desse termo pode ser a diferença entre perder — ou ganhar — dinheiro, mesmo que em pouca quantia. Para isso, no entanto, é fundamental primeiro conhecer o funcionamento do sistema financeiro e bancário do país, para então saber a ligação que eles possuem com o spread.

A dinâmica do SFN

Sigla para Sistema Financeiro Nacional, o SFN abrange todos os setores econômico, financeiro e monetário do país. O sistema bancário é apenas uma pequena parcela e, por esse motivo, é preciso compreender, antes de tudo, como o SFN funciona.

O principal órgão do Sistema Financeiro Nacional é o Conselho Monetário Nacional, CMN. Ele é responsável por supervisionar e regulamentar a aplicação do SFN por meio de duas frentes — com mesmo nível de importância, mas objetivos distintos:

- BCB: é a sigla para Banco Central do Brasil, também chamado de BACEN,
- CVM: mais conhecida entre investidores, é a sigla para Comissão de Valores Mobiliários.

O BCB é responsável por toda instituição financeira bancária e não bancária presente no Brasil. É ele quem fiscaliza as operações realizadas, como concessão de crédito, financiamentos, consórcios e pagamentos, de cada uma das instituições, sejam elas específicas - é o caso de corretoras e administradoras - ou não.

Já a CVM é responsável pelo mercado financeiro e tudo que envolve a B3, antiga BM&FBovespa e única bolsa de valores no Brasil. Assim, todas as operações relacionadas a aplicações, a fiscalização de bancos de investimentos, corretoras, outras instituições e até a segurança de investidores é de responsabilidade da comissão.

 O funcionamento do sistema bancário

De maneira simplificada, o funcionamento deste setor é dividido em três componentes principais. São eles:

- agentes deficitários: seja pessoa física ou jurídica, engloba todos aqueles que precisam de recurso financeiro;
- agentes superavitários: seja empresa ou indivíduo, trata-se da outra ponta do processo, ou seja, quem tem recursos financeiros disponíveis,
- intermediadores financeiros: são os responsáveis por interligar os dois agentes para que deficitários recebam recursos de superavitários.

Na prática, o terceiro componente é fundamental para que tudo seja feito de acordo com o regimento dos órgãos do SFN e, principalmente, para que todos sejam beneficiados, inclusive os intermediadores. Então, quem precisa de recursos, pode pegar emprestado daqueles que os têm; em troca, ao receber o pagamento de volta, o deficitário paga uma taxa a mais — os juros.

Mas qual é a ligação com spread bancário?

Antes de tudo, é preciso ter em mente que a taxa de juros paga pelo tomador do crédito não é igual ao valor que o superavitário recebe. É justamente essa diferença que é chamada de spread bancário, seja em empréstimos, investimentos financeiros ou mesmo no cálculo da rentabilidade das aplicações financeiras.

É normal perguntar-se, a esse ponto, para onde vai essa diferença de valor, e a resposta é simples: intermediadores financeiros. São bancos tradicionais, bancos de investimento, corretoras, administradoras e outras instituições de crédito no geral que detém esse valor para 5 finalidades:

- margem líquida (38%), ou seja, o lucro da instituição propriamente dito;
- custo de risco (36%), cobrados para se precaver do risco de inadimplência;
- custos administrativos (14%), apenas pela utilização do serviço do intermediador;
- carga tributária (8%), que paga os impostos, como o IR e CSLL,
- depósito compulsório (4%), por determinação do BACEN.

Apesar de serem destinados a custos distintos, quase 75% do spread bancário é usado para benefício do intermediador. Ainda assim, é um modelo que funciona na prática, e pode ser encontrado em vários sistemas financeiros pelo mundo.

No entanto, no Brasil, o spread é um dos mais altos do mundo — chegando a 10 vezes mais do que em outros países. Isso ocorre por causa da situação econômica os brasileiros, que procuram diversas formas de crédito bancário para estabilidade financeira.

Como resultado, o índice de inadimplência do país vai às alturas, chegando a 60 milhões de pessoas que, hoje, possuem dívidas, de acordo com a pesquisa realizada pelo Serasa. Para que isso seja minimizado, então, é imprescindível realizar um planejamento financeiro e pensar bastante antes de adquirir crédito bancário.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

29.9.20

Como simplificar o setor financeiro do seu negócio

Mudanças na gestão do setor permitem um controle mais apropriado, seguro e ágil de suas finanças.

Uma boa gestão e controle do setor financeiro é um passo fundamental para o crescimento e a sobrevivência de qualquer negócio. O empresário sabe que negligenciar essa área pode comprometer a existência do seu empreendimento, o que exige muito cuidado da parte dele.

Em muitos casos, o setor encontra-se desorganizado, o que pode exigir a contratação de serviços de contabilidade para resolver o caso. Essa desorganização faz com que a empresa perca tempo, dinheiro e não maneje adequadamente os seus recursos.

O empreendedor interessado em tornar o seu setor financeiro mais eficiente pode adotar algumas medidas para flexibilizá-lo. Conheça algumas delas abaixo.

Contrate profissionais da área

Se você não tem muita experiência na área de finanças, o primeiro passo para reorganizar sua gestão financeira é consultar ou contratar especialistas no setor. O conhecimento que eles têm sobre contabilidade será um diferencial crucial para que essa mudança aconteça da melhor forma possível.

A opinião deles será importante para a tomada de algumas decisões, sobre o que investir, qual a melhor forma de gerir o seu capital e como uma economia pode ser feita. Se a questão for a contabilidade, o profissional também estará mais capacitado para auxiliá-lo na implementação do melhor e mais simples sistema tributário.

Separe as contas pessoais

Confundir as finanças pessoais com as do seu empreendimento é um erro que muitos pequenos negócios costumam cometer. É necessário que haja organização para que essas duas esferas não se cruzem e os recursos de cada uma delas se misturem.

A atenção também é necessária em negócios familiares, em que esse cruzamento pode ocorrer mais vezes. O ideal é que se determine os períodos e as condições em que serão permitidas as retiradas dos recursos, evitando, assim, que se transfira o capital da empresa para contas pessoais.

Implemente o ERP

Você sabe o que é ERP? Esta é a sigla para Enterprise Resource Planning, uma ferramenta auxiliadora da gestão empresarial, responsável por integrar todos os setores do negócio. Isso permite maior agilidade para o gerenciamento e a execução de processos internos, como controle de estoque, compras e pedidos.

Uma vez que o setor financeiro estiver integrado aos demais, todo o processo se tornará menos burocrático. Segura e sem comprometer as informações do seu negócio, a automatização do sistema faz com que se ganhe tempo na execução de tarefas rotineiras do dia a dia.

O compartilhamento de dados e informações entre os departamentos também facilita a comunicação entre eles. Os responsáveis por gerenciar o estoque da empresa, por exemplo, podem solicitar um pedido de compras ao financeiro de uma maneira mais rápida.

Defina um orçamento anual

Os investimentos são o caminho para fazer um negócio crescer. Contratar funcionários, comprar novas ferramentas e expandir um setor são algumas das possibilidades para conseguir isso. Contudo, é preciso controlar como isso será feito para não pôr em risco a saúde da empresa.

O ideal é que o seu setor financeiro determine um orçamento anual para as operações do seu empreendimento. Com o valor limite estabelecido, fica mais fácil decidir quais devem ser os próximos passos a serem tomados.

Aproveite o orçamento para reunir os demais sócios e gestores e discutir quais devem ser as metas e os focos de investimento. Lembre-se de debater, dentro deste orçamento, um montante separado para emergências, uma vez que nunca se sabe quando será necessário enfrentar imprevistos.

Opte por soluções tecnológicas

Além do ERP, procure implementar outras ferramentas tecnológicas que podem auxiliar a sua gestão financeira. O Google Drive, por exemplo, é uma opção para compartilhar e armazenar arquivos na nuvem, acessível para todos os colaboradores envolvidos.

Também existem softwares de gestão financeira que garantem segurança de dados sensíveis, deixam o fluxo de caixa organizado e mostram as finanças do seu negócio em tempo real. Assim, fica mais fácil avaliar como estão as despesas e as receitas do seu empreendimento e o que você pode fazer para gerenciá-lo melhor.

17.1.20

O que é preciso saber para começar a investir

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Conheça tudo o que é essencial antes de começar a investir no mercado financeiro e não perca dinheiro.

Estudar para entender o mercado financeiro é a melhor forma de dar o pontapé inicial na vida de investidor. Há diversas formas de se informar, seja pela internet, com consultores especializados ou através de livros sobre investimento, o importante é sempre se manter atualizado sobre esse conteúdo.

A cada ano cresce no Brasil o número de pessoas interessadas em realizar aplicações financeiras, mas boa parte ainda não sabe o que é necessário para começar a investir. Para mudar essa situação e perder o medo, o único caminho é o conhecimento. Através da informação é possível ganhar confiança e entrar de vez no mercado financeiro!

Por que investir?

O investimento deve ser visto como uma ação próxima à sua realidade, seja ela qual for. Todo ser humano possui vontade de realizar alguma atividade, seja uma viagem, a compra de um imóvel ou a abertura de um empreendimento. Para realizar tudo isso é necessário capital, certo?

Muita gente acredita que a melhor alternativa para alcançar tudo isso seja economizando, entretanto, esse tipo de mentalidade te faz perder bastante dinheiro ao longo dos anos. 

Pense bem: R$ 50 guardados há 10 anos não valem a mesma coisa que R$ 10 atualmente. Isso ocorre por conta da inflação, que modifica o poder de compra do dinheiro ao longo do tempo. 

Sendo assim, a melhor forma de manter o dinheiro "atualizado" é através de um investimento, visto que o montante aplicado irá render e será modificado de acordo com a inflação. Dependendo do ativo escolhido é possível, inclusive, obter ganhos acima da inflação e aumentar ainda mais a sua renda.

Estabeleça objetivos

Como começar a investir é a principal dúvida de todo mundo que se interessa por esse assunto. O primeiro passo é tornar claro para você mesmo os principais motivos para o seu investimento. Por que você quer fazer o seu dinheiro crescer? Pode ser qualquer razão, desde abrir seu próprio negócio até realizar um intercâmbio, por exemplo. 

Esse primeiro passo é essencial para determinar o quanto você quer ter no futuro e o quanto tempo você tem disponível para o rendimento do dinheiro. O ideal é ter, no máximo, cinco objetivos e dividi-los por prazo de realização: curto, médio e longo. 

Determine o seu montante inicial

A seguir, você deve determinar quanto vai custar cada um dos seus objetivos. Esse tipo de levantamento é essencial para estabelecer a quantia inicial a ser investida para cada aplicação. Ou seja, essa é a hora de encarar a realidade e ser totalmente honesto nas contas. 

Os investimentos podem ser feitos de duas formas: ou de uma vez só ou uma quantia a cada mês. A maneira escolhida não importa, o mais importante é conseguir arcar com o investimento e se certificar de que está dentro do seu orçamento e que irá conseguir manter a meta pré estabelecida. 

Saiba definir o melhor tipo de investimento para você

Conhecer as diferenças entre investimentos de renda fixa e renda variável é imprescindível para determinar como agir no mercado financeiro. Investimentos de renda fixa consistem em títulos públicos ou privados que são empréstimos do seu dinheiro direto para uma instituição. São eles:

Tesouro Direto;
CDB;
LCI/LCA;
CRI/CRA;
LC;
Debêntures;
Fundos de investimentos.

Em troca do seu empréstimo para a instituição, você recebe uma taxa de rendimento mensal, que pode ser pré ou pós fixada. A pré fixada funciona como uma rentabilidade fixa e é independente das condições do mercado. A pós fixada é ligada a um indexador da economia, como o CDI. o IPCA e a taxa Selic, por exemplo. 

Já os investimentos de renda variável são relativos aos investimentos da bolsa de valores. Ao optar por esse tipo de investimento, os rendimentos não são fixos e não há como prever a rentabilidade futura. Os investimentos de renda variável que você pode escolher são:

Ações;
Commodities;
Fundos de Investimentos Imobiliários;
Contratos futuros;
COE,
Exchange Traded Funds.

A partir da escolha do melhor tipo de investimento para você, visando seus objetivos pré-estabelecidos, é claro, está na hora de efetivamente investir. Com o conhecimento necessário, os objetivos traçados e planejamento financeiro em dia é possível começar a investir a qualquer momento!  

4.1.22

Oração do Milagre Financeiro


Senhor Jesus, venho diante Vós pedir Vosso auxílio.

Pai, me encontro em dificuldades financeiras.

Preciso Senhor, de socorro imediato.

Senhor, sempre fui uma pessoa honrada.

Mas lhe peço perdão Senhor.

Pois neste momento, não estou conseguindo cumprir com meus compromissos.

Eu (dizer seu nome), reconheço diante a tua presença, que por algum motivo falhei.

Peço Senhor Jesus, que por tua misericórdia.

Todas as portas, que por algum motivo estejam fechadas em minha vida.

Em teu Santo nome, sejam abertas agora.

Pois teu é o poder e a glória.

Eu humildemente me coloco aos seus pés.

Preciso urgente de uma graça Senhor.

Peço Senhor, meios dignos de prover todas as necessidades de minha vida.

Rogo a Vós por esta graça.

Vós és o Cordeiro Santo do Criador.

Sei que meus pecados, estão selados em tua cruz.

Peço que sele também, todas as minhas dívidas.

E que honrosamente, me dê condições de pagá-las .

O’ Cristo, assim como Vosso Pai celestial.

Abriu o mar para passagem de seu povo,

Abre senhor, meus caminhos financeiros.

Dai-me condições de honrar todos os meus compromissos.

Que por teu Santo nome, nada fique para traz sem pagar.

Eu (dizer o seu nome),confio em Ti e sei que me libertará de tudo que me aflige hoje.

Teu é o poder e a glória.

Eu Te louvo diante aos céus.

Creio e sei que Tua Palavra já está vindo.

Não demora e minha vida entra nos trilhos novamente.

Eu Te louvo de pé e Te bendigo aos céus.

És digno de todo meu louvor.

Sei que me ouve agora.

E que Tua resposta vem sem demora.

Tu és o verbo Divino.

Tua palavra é verdadeira.

Passa o dia e a noite logo vem.

Mas Tua palavra não passa.

É verdadeira e poderosa.

Meu coração está mais calmo, e minha alma descansa em Tua graça.

Sei que não me deixará sem resposta.

Eu  Creio e não duvido.

Gratidão senhor gratidão

Amém.

Orientações para realizar a oração do milagre financeiro
Para realizar a oração do milagre financeiro você deverá:

Fazer a oração do milagre financeiro por 3 ou 9 dias seguidos, sempre no mesmo horário.

Se possível, acenda uma vela branca no momento da oração do milagre financeiro.

Buscar um lugar e um momento tranquilo que não haja interrupções, para possa realmente se conectar com as energias do dinheiro e da riqueza.

Ao final, rezar um Pai-Nosso, uma Ave-Maria e reforçar o seu pedido ao Senhor Jesus.

E se você quer potencializar ainda mais o poder da sua oração, conte também com ajuda de dois salmos que reforçarão seu pedido:

Salmo 124 para afastar dívidas:

1 Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, ora diga Israel; 

2 Se não fora o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram contra 

3 Eles então nos teriam engolido vivos, quando a sua ira se acendeu contra nós. 

4 Então as águas teriam transbordado sobre nós, e a corrente teria passado sobre a nossa alma; 

5 Então as águas altivas teriam passado sobre a nossa alma; 

6 Bendito seja o Senhor, que não nos deu por presa aos seus dentes. 

7 A nossa alma escapou, como um pássaro do laço dos passarinheiros; o laço quebrou-se, e nós escapamos. 

8 O nosso socorro está no nome do Senhor, que fez o Céu e a Terra.

Salmo 15 para resolver vida financeira complicada

1 Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? 

2 Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. 

3 Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum opróbrio contra o seu próximo; 

4 A cujos olhos o réprobo é desprezado; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. 

5 Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.”

17.1.22

Small caps: o que são e porque essas ações são consideradas as mais rentáveis


Ao procurar investir em algum tipo de companhia é fácil para o indivíduo apostar em grandes companhias, visando a relevância e segurança que essa empresa já estabelecida no mercado oferece. Contudo, existem outras opções, como as small caps.


Cabendo então ao investidor procurar por uma aposta de mercado que melhor se adequa aos seus objetivos a curto, médio ou longo prazo, além da renda disponível para investimentos por parte dessa pessoa, o que irá ajudar em sua definição de mercado.


Pois quando se trata de uma pessoa que dá os seus primeiros passos nesse universos de investimentos, pode ser mais vantajoso apostar nessas citadas companhias de grande porte, como grandes monopólios do ramo de tecnologia ou até mesmo do entretenimento.


Por outro lado, quem possui uma renda mais variada pode se dar o benefício de tomar algumas atitudes mais arriscadas, ao que se refere a procura por consultoria tributária, existindo a opção de investir em companhias novas, de menor porte.


Isso acontece diante uma maior possibilidade de se poder arriscar com o seu capital financeiro, afinal, nesses casos uma pequena perda pode não ser tão impactante para o indivíduo, diferente de alguém que vê todo o seu dinheiro aplicado em um só investimento.


E assim como é possível perder uma quantia significativa ao apostar suas aplicações em uma companhia de menor tamanho, é possível também lucrar de forma inimaginável, diante o crescimento dessa empresa, o que fará suas ações iniciais ganharem maior valor.


Fazendo com que um investimento que começou por um valor baixo de mercado, possa se tornar um dos grandes negócios dentro da sua rede de investimentos, a partir da relação de custos e ganhos relacionados neste projeto de aplicação de capital.


Uma situação positiva a ser analisada pelos responsáveis por cuidar dos serviços contábeis da sua empresa e das suas finanças, verificando a proporção que esse investimento inicial de pequeno porte pode alcançar dentro do mercado financeiro.


Essa aposta de mercado que cresce dentro do ambiente de aplicações, conhecidas como small caps.

O que são as small caps?

As small caps podem ser definidas como um conjunto de ações referentes a empresas de valor de capitalização baixo, se comparadas com os nomes gigantes que estão presentes no mercado, como empresas de tecnologia, transporte ou petróleo, por exemplo.


Apesar de lidarem com um valor inferior se comparadas às ações de grandes grupos do mercado, a quantificação das small caps passa por uma média de grupos de ações com valor entre 300 milhões a 2 bilhões de reais.


Números impressionantes, mas baixos se comparados a outros nomes fortes presentes dentro do mercado de investimento e aplicações, sendo ações associadas a empresas de pequeno e médio porte, independente do seu sucesso comercial.


Podendo estar associadas a companhias que se adequam, por exemplo, ao sistema de serviços de contabilidade, voltado a empresas com destaque ao ramo financeiro, onde sua taxação está diretamente ligada ao crescimento econômico do empreendimento.


Uma taxação de tributos diferenciada daquela seguida por grandes conglomerados, que lidam diariamente no mercado com um valor inestimável de investimento, o que aumenta sua valorização no mercado, assim como a precificação de suas ações.


De certa forma, as small caps lidam com tópicos de desconfiança por parte dos investidores, sendo possível destacar outros pontos além do rendimento menor dessas empresas pequenas, ao entrarem em comparação com grandes títulos do mercado.


Entre esses tópicos pouco atrativos, vale citar a baixa capitalização desse grupo de ações, além do menor valor de mercado dentro da bolsa de valores. Um conjunto de fatores que parece tornar impensável a decisão de investir nas chamadas small caps.


Contudo, existem pontos que podem fazer dessa aplicação algo positivo para o seu leque de opções para investimento, algo a ser estudado pelo escritório que presta serviços de consultoria contábil e fiscal para a sua empresa ou aplicação pessoal.


A partir de uma análise capaz de destacar o investimento em small caps como um negócio seguro e atrativo para o crescimento das suas finanças.

Por que apostar nas small caps?

A resposta para essa indagação está associada está à aplicação a longo prazo que pode ser alcançada ao se investir nesses projetos de menor porte, visando um lucro futuro, que pode ser potencializado de acordo com o crescimento a ser atingido por tal companhia.


Sendo um sistema parecido ao adotado pelos chamados investidores-anjo, que arrisca aplicar o seu capital financeiro em algum projeto que demonstrar ter futuro no mercado, com o intuito de lucrar com esse palpite comercial, visando o sucesso de tal projeto comercial.


Quanto maior for a valorização dessa empresa no mercado, resultado principalmente do reconhecimento que essa companhia passa a ter junto ao seu público, estando diretamente associado a retribuição financeira dessa audiência, maiores serão os seus resultados.


Aumentado proporcionalmente o valor das ações associadas a tal investimento, permitindo a adoção de ações que podem proporcionar um crescimento ainda maior para essa companhia, como na aplicação de um sistema de força de vendas.


Sistema esse voltado à automação do processo de vendas, capaz de otimizar as ações comerciais de uma empresa, ao apresentar um atendimento diferenciado ao seu público. Tudo a aumentar o reconhecimento dessa empresa até então de menor valorização.


Assim, é possível associar o investimento em small caps como uma aplicação ao seu futuro, no qual será possível desfrutar em um ponto distante dos lucros envolvidos em uma ação que depende de paciência e observação por parte do investidor.


Caminhando por uma trajetória diferente, se comparada ao caráter mais imediato que muitos investidores procuram ao aplicar o seu capital, com as small caps destacando-se como um meio de valorização do seu patrimônio, porém a longo prazo.


Apesar dessa ação positiva, é preciso reconhecer que investir em small caps de fato pode ser uma atitude arriscada, dependendo do mercado comercial ao qual está sendo investido, pois existem riscos a serem analisados antes de iniciar esse tipo de aposta financeira.

Riscos presentes em tais aplicações

Existem certos perigos ao se investir em um grupo de ações de menor valorização no mercado, principalmente ao se falar de empresas que não apresentam um plano de crescimento futuro, sem adotar por exemplo um sistema de gestão de ativos.


Por meios de riscos que pode ser sinalizados entre:


  • Menos estabilidade no mercado;
  • Baixa liquidez;
  • Maior probabilidade de serem atingidas por uma crise;
  • Lenta recuperação após um período de instabilidade.

Essas questões acabam também por ser responsáveis pelo menor valor de mercado dessas ações, o que coloca os seus preços em uma média menor dentro do setor financeiro.


Situação que pode ser atrativa para pequenos investidores, com pouco capital a ser aplicado dentro desse mercado e investimento, contudo, é preciso ter atenção ao tipo de ação adotada, pois em caso de falência, todo o seu investimento acaba junto da empresa.


Assim como também é possível alcançar uma posição mais privilegiada, caso essas small caps estejam associadas a uma empresa que demonstra um grande potencial de crescimento, fazendo sua aplicação inicial multiplicar-se de forma proporcional.


Como uma empresa de segurança, que oferece produtos como auditoria blindagem segurança, que encontram uma procura cada vez maior na sociedade, diante dos níveis de insegurança atual da sociedade, que acaba por influenciar na procura por tais serviços.


Ou seja, a principal dica para quem busca apostar em small caps é se informar sobre a situação da empresa, assim como a relação que o mercado e a sociedade possuem diante dos serviços oferecidos por essa companhia em questão a ser investida.

Como encontrar as melhores oportunidades

Quem busca atuar como um investidor precisa ter um certo talento ao colocar suas fichas em uma aposta específica, em algo que se aproxima ao mercado e jogos de azar, com a diferença de que se trata de um negócio legal e positivo ao mercado.


Pois muitas empresas conseguem expandir suas atividades justamente ao contarem com essa aposta externa por parte dos investidores, que acabam sendo recompensados ao aplicarem o seu capital na empresa correta, que apresenta chances de crescimento.


Logo, para se certificar que você está fazendo a aposta correta no mercado, é indicado estudar a fundo a situação dessas companhias, a demanda do mercado por esse tipo de serviço, além de outras questões que podem influenciar no sucesso da mesma.


E quando se trata de empresas de origem estrangeira, é importante recorrer aos serviços de tradução técnica, para que não exista nenhum ruído de comunicação no que se refere às atividades e dados referentes a esse grupo de atuação internacional.


Com base nessas ações, é possível confirmar que o seu investimento pode alcançar os melhores resultados possíveis, seja a curto, médio ou longo prazo, dependendo do tipo de aplicação que você procura.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

14.4.22

Budget e forecast: conheça como pode ajudar no orçamento corporativo


Budget (orçamentos) e forecasts (previsões) são ferramentas de gestão financeira que as empresas usam para estabelecer planos para o futuro. Embora termos semelhantes, budget e forecast são usados ​​de forma diferente pelos profissionais financeiros. 

Um escritório de serviço de contabilidade utiliza do budget para mostrar a direção onde a administração deseja levar a empresa no período de um ano, enquanto que usa do forecast para levantar dados históricos ​​para prever os resultados financeiros futuros.

Ambos dependem de relatórios e análises, mas há várias diferenças entre o orçamento e a previsão de uma empresa. Neste artigo, definimos orçamentos e previsões e como criar uma previsão de orçamento para que você possa ajudar sua organização.

O que é o budget?

Um budget é um esboço financeiro que detalha o que uma empresa espera que ocorra ao longo de um período de tempo. As características dos orçamentos incluem:

  • Fluxos de caixa esperados;
  • Estimativas de receitas e despesas;
  • Geralmente criado uma vez por ano;
  • Redução da dívida esperada.

Comparado com os resultados reais para calcular as variações dos números esperados, a administração pode tomar medidas para atender às expectativas orçamentárias, como alterar a remuneração dos funcionários e fazer avaliação patrimonial.

O budget não só quantifica o seu plano de execução, mas também serve para examinar a viabilidade do seu plano, a situação financeira esperada e as necessidades de endividamento, além de uma técnica de controle para avaliar o desempenho real. 

Ele é geralmente de curto prazo por natureza, feito para a duração máxima de um período contábil e ele é sempre elaborado antes da implementação do plano e pode ser ajustado para melhor gerenciar as operações da empresa.

O que é o forecast?

Uma previsão de negócios é uma ferramenta financeira que usa dados passados ​​para estimar tendências e resultados futuros. Uma empresa depende de previsões para tomar decisões sobre o budget, desenvolvimento de produtos e apelo aos clientes.

As empresas também usam forecasts para prever como serão suas operações, alcance de clientes, potencial de receita e lucratividade em um momento específico no futuro. 

Geralmente, as previsões criam projeções anuais, mas uma empresa de soluções ambientais resolveu inovar e criou previsões que estimam vários anos à frente. As características do forecast incluem:


  • Projeção prevista do crescimento financeiro esperado para um período;
  • Previsões não são comparadas com os resultados reais;
  • Geralmente limitado às principais receitas e despesas;
  • Pode ser usado para planejamento de curto e longo prazo;
  • Atualizado regularmente, geralmente mensal ou trimestralmente.

Existem três tipos principais de previsões: geral, de vendas e financeira.

Geral

Uma previsão geral de negócios abrange vários elementos, como: informações sobre a posição financeira atual e receitas e despesas projetadas; dados históricos e atuais sobre a demanda econômica e tendências de mercado passadas e atuais para projetar a atividade de mercado futura.

Vendas

A previsão de vendas, por sua vez, envolve uma análise dos números de vendas passados ​​e atuais e algumas estimativas sobre os produtos ou serviços que uma empresa vende, como custos projetados de fabricação de produtos e o lucro total que uma empresa espera.

Financeira

Por fim, uma previsão financeira cria uma visão geral da posição financeira atual e projeta estimativas futuras sobre detalhes financeiros, como: despesas e custos, por exemplo, despesas fixas, variáveis ​​e únicas, custo das mercadorias vendidas e despesas gerais.

Mas afinal, qual a diferença? 

Uma vez elaborado, o budget é ajustado com menos frequência, somente quando há mudanças nas premissas utilizadas para fazê-lo. Por conta disso, ele é mais estático por natureza.

Em contraste, as previsões são ajustadas com mais frequência para variar as premissas, bem como as mudanças ambientais e, portanto, incluem os dados mais recentes e relevantes a qualquer momento

Um advogado direito do consumidor utiliza o budget como uma ferramenta tática que o ajuda a gerenciar suas operações durante um período contábil. Ele também utiliza o forecast como estratégica para planejar o crescimento de seu escritório.

Os orçamentos fornecem metas para desempenho futuro e, portanto, são usados ​​para análise de variação de resultados reais versus resultados esperados. As previsões são apenas projeções: elas não fornecem nenhum parâmetro de desempenho para comparar os resultados reais com os resultados previstos.

Juntos, eles ajudam você a pintar uma imagem melhor do “porquê” por trás de seus dados financeiros, em vez de apenas relatar os números. 

Sem esse quadro completo de precisão de curto prazo e visão estratégica de longo prazo, você corre o risco de transformar seu processo orçamentário no tipo tradicional de processo que causa frustração tanto para as equipes financeiras quanto para os líderes de departamento.

O que é uma previsão orçamentária?

A previsão orçamentária combina orçamento e previsão e visa prever o resultado de um orçamento futuro. Depois que um orçamento é criado, uma previsão de orçamento é criada para modelar o que os valores orçados devem alcançar.

Empresas de sistemas, por exemplo, usam estimativas de curto prazo (um a quatro trimestres) de metas e condições financeiras usando dados quantitativos. As projeções orçamentárias são uma versão de longo prazo das previsões orçamentárias.

A previsão do negócio, no entanto, pode mostrar que superou suas despesas operacionais orçadas. Nesse caso, a empresa pode atualizar sua previsão para refletir sua posição atual enquanto mantém o orçamento como está para documentar um relatório financeiro anual.

Rolling Budget vs. Rolling Forecast

O rolling forecast é uma ferramenta de planejamento financeiro que ajuda as organizações a prever continuamente seus resultados futuros.

Ele é executado normalmente em horizontes de tempo de 12, 18 ou 24 meses, permitindo que as equipes financeiras atualizem as projeções mensalmente ou trimestralmente com base nos dados reais mais atualizados.

O principal objetivo do rolling forecast é tornar seu processo de planejamento e orçamento mais dinâmico. O avanço das previsões mensalmente ou trimestralmente permite que as equipes financeiras mapeiem os cenários de uma maneira mais estratégica. 

Uma empresa de serviços de informatica utiliza dessa ferramenta na construção de premissas financeiras que leva a previsões mais precisas e cria uma base para previsões ágeis.

As previsões contínuas fornecem a perspectiva em tempo real necessária para passar de relatórios sobre se suas previsões estavam ou não corretas para fornecer recomendações acionáveis ​​para atingir as metas da empresa.

Em vez de relatar a precisão do seu plano anual, você pode ter conversas mais granulares com controlador de acesso sobre como as alterações na alocação de recursos podem melhorar o desempenho.

O rolling budget, por sua vez, traz um plano anual calculado para o ano fiscal com base nos dados históricos do ano anterior. Comparado com o rolling forecast, é o padrão de fato para o planejamento financeiro. 

Em vez de atualizar continuamente o plano com uma previsão contínua, os processos tradicionais fazem com que as equipes financeiras trabalhem com departamentos individuais para criar uma visão estática das projeções de receitas e despesas da empresa.

Como fazer uma previsão?

Pois bem, use as etapas a seguir para criar uma previsão precisa que pode ajudá-lo a permanecer no caminho certo para atingir as metas financeiras:

Reúna dados passados ​​e atuais

Colete todos os dados financeiros do ano passado até o período atual. Isso inclui receitas e despesas totais. 

Por exemplo, uma empresa de serviço de calibração divide sua receita total em subconjuntos como receita de vendas, receita de empresas parceiras e retornos de investimentos. 

Separe as despesas de acordo com custos fixos, custos variáveis ​​e pagamentos únicos. Liste essas informações em um documento organizado.

Faça uma análise preliminar

Depois de reunir todas as informações financeiras passadas e atuais, faça uma avaliação para ter uma ideia melhor das projeções de receitas e despesas a serem definidas. Procure tendências ao longo do período para identificar aumentos e diminuições nos lucros e custos. 

Encontre suas médias de receita e despesa e use esses dados como base para construir sua previsão.

Defina um prazo de orçamento

Estabeleça o prazo para medir, como um período anual, trimestral ou mensal. Adote uma abordagem conservadora do orçamento dentro do período definido, subestimando seu potencial de receita e planejando suas despesas.

Estabeleça expectativas de receita

Crie uma estimativa realista de sua meta de receita para o período com base em seu histórico de ganhos anteriores. Estabeleça isso como sua meta de linha de base para que você possa criar um plano de ação para implementar estratégias que o ajudem a atingir seu objetivo. 

Além disso, se você tiver formas adicionais de renda, como investimentos e ações, projete um valor realista e conservador que espera ganhar no final do período.

Estabeleça as despesas projetadas

Liste seus custos esperados, como despesas operacionais, e seus pagamentos fixos, como pagamentos de hipotecas e empréstimos.

Seja menos conservador com essa projeção e defina seu orçamento de acordo com o valor médio mais alto de suas despesas anteriores. Isso pode ajudá-lo a planejar estratégias de redução de custos e aumento de receita.

Crie um fundo de contingência

Separe um valor específico como um fundo de contingência no qual você pode contar em caso de custos inesperados ou emergências que surjam durante o período. 

Considere um valor que possa cobrir pelo menos dois meses de operações comerciais para que você tenha alguma cobertura disponível caso precise.

Implemente seu orçamento

Depois de delinear todos os detalhes financeiros do seu negócio e estabelecer suas projeções, é hora de implementar o orçamento.

Neste momento, uma previsão usa as informações de um orçamento para fornecer uma compreensão mais profunda do que você pode fazer para permanecer alinhado com seu orçamento.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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