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13.1.20

Lula comemora indicação brasileira ao Oscar

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Democracia em Vertigem é indicado ao Oscar. Foto: Reprodução/Netflix

O documentário “Democracia em Vertigem", de Petra Costa foi indicado ao Oscar de melhor documentário em 2020. O filme, que foi muito prestigiado no Festival de Sundance nos EUA em 2019 conta de forma extremamebnte pessoal os acontecimentos no cenário social-político brasileiro, e em específico os protestos de junho de 2013 até a eleição de Jair Bolsonaro em 2018.

Mas, principalmente, o documentário - disponível na Netflix - conta com um protagonista herói, que leva a trama ao longo da produção e, nesse caso, o lugar é ocupado pelo ex-presidente Lula, que é definido por Petra como “um escultor, cujo material é a argila humana”, num elogio à sua capacidade de articulação política.

Assim, não é de se surpreender que o próprio Lula tenha comemorado a indicação da produção ao prêmio da Academia. Em seu Instagram, o ex-presidente publicou o seguinte post com a legenda: “Parabéns, Petra Costa, pela seriedade com que narrou esse importante período de nossa história. Viva o cinema nacional! A verdade vencerá”. 

Além dele, celebridades brasileiras também comemoraram a indicação em suas redes sociais. 

Veja mais clicando aqui.

#sejahojediferente #sejadiferente #correntedobem #heroisdoslacres #sejavoce #fuscadobem #fusquinhadobem #unidosdobem #ermelinomatarazzo

22.10.18

Brasil parou para ver o pouso de uma nave espacial


Saudações Amados:

Em 8 de março de 1980, o Brasil e o mundo pararam para acompanhar uma possível visita de alienígenas em Casimiro de Abreu. Localizado no interior do Rio de Janeiro, a cidade recebeu uma multidão de curiosos para assistir a chegada de extraterrestres vindos de Júpiter.

Edílcio Barbosa, o mensageiro de Júpiter, havia anunciado o tal acontecimento alguns meses antes e, misteriosamente, o fato ganhou proporções internacionais. A mídia cobriu amplamente o evento registrando a presença ostensiva do exército, toda estrutura montada pela prefeitura e a chegada de milhares de pessoas de diversas cidades do Brasil, e até do exterior.

A evento que mais parecia um filme de ficção científica tinha data e hora marcada para acontecer, segundo Edílcio, os extraterrestres chegariam a Casimiro de Abreu no dia 8 de março, pontualmente as 5:20 da manhã. em uma fazenda chamada nossa senhora da conceição. Juntamente com o primeiro contado, os jupiterianos trariam de volta quatro pessoas que haviam sido abduzidas anos antes. E por incrível que pareça, muita gente acreditou que a visita realmente aconteceria.

Além de membros da imprensa vários países, ufólogos, cientistas e curiosos em geral, até mesmo pesquisadores da Nasa foram enviados ao local para acompanhar o inédito acontecimento. No dia, todos os órgãos de Casimiro de Abreu foram mobilizados para recepcionar os alienígenas, até uma equipe da defesa civil do estado foi enviada para garantir a ordem. Ao todo, quase 10 mil curiosos foram para a pacata cidade no dia 8 de março de 1980, quase metade da população local que era de aproximadamente 20 mil habitantes.

Como se sabe, os jupiterianos nunca pousaram na cidade, e frustraram uma multidão que aguardava ansiosamente pelos discos voadores, as milhares de pessoas que madrugaram no local começaram a vaiar Edílcio Barbosa, conhecido como o porta voz dos extraterrestres. Apesar da gafe sideral, o emissário dos alienígenas tinha uma explicação para a ausência, alegando que o disco voados não desceu porque havia pessoas demais na área do pouso.

O sucesso do mensageiro de Júpiter foi tão grande que o caso ganhou um documentário contando a curiosa história. Chamado de "Efeito Casimiro".

Além de membros da imprensa vários países, ufólogos, cientistas e curiosos em geral, até mesmo pesquisadores da Nasa foram enviados ao local para acompanhar o inédito acontecimento. No dia, todos os órgãos de Casimiro de Abreu foram mobilizados para recepcionar os alienígenas, até uma equipe da defesa civil do estado foi enviada para garantir a ordem. Ao todo, quase 10 mil curiosos foram para a pacata cidade no dia 8 de março de 1980, quase metade da população local que era de aproximadamente 20 mil habitantes.

Como se sabe, os jupiterianos nunca pousaram na cidade, e frustraram uma multidão que aguardava ansiosamente pelos discos voadores, as milhares de pessoas que madrugaram no local começaram a vaiar Edílcio Barbosa, conhecido como o porta voz dos extraterrestres. Apesar da gafe sideral, o emissário dos alienígenas tinha uma explicação para a ausência, alegando que o disco voados não desceu porque havia pessoas demais na área do pouso.

O sucesso do mensageiro de Júpiter foi tão grande que o caso ganhou um documentário contando a curiosa história. Chamado de "Efeito Casimiro".

Leia: Festival de Discos Voadores no Brasil



Gostou desta curiosidade?

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14.10.19

Conheça produções assustadoras da Netflix baseadas em casos reais

Nem só de demônios e espíritos se faz um filme, série ou documentário assustador. Muitas vezes, histórias reais sobre crimes bárbaros, pessoas que pareciam indivíduos comuns e que, de repente, se pegam em uma situação de pura crueldade dão aquele calafrio. Quando se trata de uma história baseada em fato real, então, pior ainda.

Imagem Reprodução Divulgação

Se você adora assistir a um bom filme, série ou documentário para se assustar, ou apenas para conhecer a simulação de histórias que fizeram o mundo se amedrontar, a Netflix é uma plataforma carregada com esse conteúdo.

E como o Dia das Bruxas, o famoso Halloween, está batendo à porta, preparamos uma lista com os filmes e séries mais assustadores baseados em casos reais para você maratonar até lá.

Fique perto do interruptor, tranque todas as portas de casa, pegue um crucifixo, um copo de água e confira no link abaixo:

10 produções assustadoras da Netflix baseadas em casos reais

Eu, Alessandro Turci recomendo ver primeiro "Eu Vi", são poucos episódios em duas temporadas, os demais da lista ainda estou para ver alguns e outros já vi e recomendo também após o "Eu Vi".

Um forte abraço

18.11.19

TURISMO MACABRO | Documentário | Netflix



O vídeo de hoje é sobre um divertido e intrigante documentário de viagens inusitadas.

Confira no Netflix Turismo Macabro é bem interessante.

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1.4.19

A Terras Vs Discos Voadores

Imagem divulgação:

Um dos filmes UFO mais significativos dos anos 50 foi Earth vs. The Flying Saucers (1956), que foi muito vagamente baseado no livro de não-ficção de Donald Keyhoe de 1953, Flying Saucers from Outer Space. No filme, os últimos de uma espécie de alienígenas morrendo chegam à Terra em busca de um novo lar. Os alienígenas pedem uma reunião com líderes mundiais para discutir seus planos de ocupação, mas os militares dos EUA, auxiliados por um dos principais cientistas americanos (interpretado por Hugh Marlowe), formulam um plano de ataque envolvendo o uso de cânones de sonar montados em caminhões para serem destruídos. nos discos alienígenas - o sonar supostamente interferindo em seus sistemas de propulsão e navegação e desabilitando seus campos de força.

O escritor de conspiração Kenn Thomas observou que a estratégia de batalha funcional na Terra contra os Discos Voadores parece ter sido diretamente inspirada por eventos Ufológicos reais que ocorreram apenas um ano antes do lançamento do filme, quando o lendário cientista Wilhelm Reich alegou ter usou sua invenção “cloudbuster” para atacar OVNIs (que ele acreditava serem hostis) sugando a energia deles. O cloudbuster do Reich era um dispositivo atmosférico construído a partir de duas filas de tubos de alumínio de 15 pés montados em caminhões e conectados a cabos que foram inseridos na água. Sua aparência e funcionalidade eram notavelmente semelhantes às dos canhões de sonar na Terra contra os Discos Voadores. Reich acreditava que seus cloudbusters serviam para desbloquear a energia "orgone" cósmica na atmosfera, o que ele disse que seria benéfico para a saúde humana. Aparentemente, Reich também os achou úteis para derrubar espaçonaves alienígenas no que ele descreveu como uma "batalha interplanetária em larga escala" em Tucson, Arizona, em 1955.

A história de produção da Terra contra os Discos Voadores é intrigante. Em 1955, Donald Keyhoe, então um espinho irregular do lado dos OVNIs secretos do governo dos EUA, foi abordado por um grupo de produtores de Hollywood que tentavam comprar os direitos de seu livro de não-ficção mencionado anteriormente. Os produtores disseram a Keyhoe que seu filme seria um documentário sério sobre OVNIs. Embora inicialmente desconfiado, Keyhoe acabou concordando com o acordo. Grande erro. Após a sua conclusão em 1956, o “documentário” acabou por ser o filme de ficção científica da nossa discussão. Keyhoe ficou indignado e exigiu que seu nome fosse removido dos créditos do filme, sem sucesso. Alguém, aparentemente, acreditava que esse defensor declarado da transparência governamental sobre OVNIs (talvez o mesmo "alguém" que, dois anos depois, censurou a declaração de Keyhoe na TV ao vivo de que discos voadores eram "máquinas reais sob controle inteligente").

O livro de Keyhoe, apesar de seu título polpudo, era um exame sério dos OVNIs extraídos extensivamente das próprias investigações da USAF sobre o fenômeno. O filme que o livro inspirou, no entanto, foi um filme estranho, mostrando cientistas e militares lutando contra alienígenas ridículos com planos de ocupar a Terra. Esse desvio na fantasia kitsch é especialmente frustrante porque o filme também reteve uma quantidade considerável de detalhes UFOlogicos baseados em fatos do material de origem da Keyhoe. 

Os discos do filme, por exemplo, desenhados por Ray Harryhausen com uma cúpula central fixa e uma borda externa rotativa com palhetas com ranhuras, baseavam-se exatamente em descrições da vida real coligidas por Keyhoe. Harryhausen também procurou conselhos sobre o design de seu disco voador do contatado de OVNI George Adamski. O som estridente emitido pelos discos do filme também tem sido uma característica comum nos relatos de encontros com UFOs da década de 1940 até os dias de hoje, com testemunhas frequentemente associando sons de zumbido, zumbido ou sibilos de alto-tom com OVNIs.

Particularmente interessante é uma cena em que o Foo Fighters faz uma aparição casual. A cena em questão vê o cientista heróico Russell Marvin (Hugh Marlowe), sua esposa Carol (Joan Taylor) eo pai deste último, General Hanley (Morris Ankrum), tendo um almoço em família enquanto discutem seu trabalho no Projeto Skyhook - um programa espacial americano. que lança satélites de pesquisa em órbita. De repente, duas bolas brilhantes de luz aparecem acima de sua casa, pairando silenciosamente. "Veja! Quais são essas luzes? ”, Pergunta o general. "Eles são o que os pilotos chamam de 'Foo lights'", replica Carol, "tem havido tantos ao redor do projeto nos últimos dias que todos nós apenas os consideramos garantidos." Esta é uma referência inconfundível não apenas para Foo Fighters , mas também aos muitos fobias anômalos relatados por militares em torno de instalações governamentais delicadas no final da década de 1940, que resultaram no Projeto Twinkle, um programa de estudo de dois anos na Holloman Air Force Base, encarregado de resolver o mistério.

A Terra contra os Discos Voadores até tem ecos de Roswell na forma de seus invasores alienígenas, não como eles aparecem em seus trajes espaciais desajeitados, mas em sua verdadeira forma por baixo. Quando os protagonistas retiram o traje espacial de um dos alienígenas mortos, o ser tem uma estranha semelhança com os supostos seres de Roswell, como descrito por testemunhas de primeira mão de 1947, mas esses testemunhos não apareceriam até mais de vinte anos após o lançamento. da Terra contra os Discos Voadores. Como explicamos essa aparente presciência cinematográfica? As testemunhas de Roswell foram influenciadas depois do fato por Hollywood, ou Hollywood foi influenciada por agentes de inteligência com conhecimento do Incidente de Roswell?

Fonte: Mysterious Univeso

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

8.4.19

1964 - O Brasil entre armas e livros


Uma sessão de cinema, contratada para exibir #1964OBrasilEntreArmasELivros foi cancelada faltando uma hora e meia para o evento. 



O Cinépolis alegou que o teor político do documentário não estava de acordo com suas diretrizes.




Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!
#sejahojediferente

7.11.19

O Que é Umbanda?

Documentário sobre o que é a religião de Umbanda

Um vídeo onde o iniciante na religião pode conhecer um pouco mais sobre a Umbanda. Seus orixás, fundamentos, dogmas, tudo que você precisa saber sobre essa religião. 



Um documentário simples, para tirar as dúvidas de quem está iniciando na religião ou queira saber sobre ela.

Candomblé e a Umbanda, qual a diferença? Veja aqui

Seja Hoje Diferente, um blog sem partido, sem religião, conheça a Nossa Missão clicando aqui.

5.3.19

Documentário No Meio de Nós


Muito além da expectativa de contato oficial com civilizações cósmicas mais avançadas que a terrena, NO MEIO DE NÓS descortina a fantástica realidade do contato extraterrestre que já está acontecendo em diversas partes do mundo com um grupo preparado de pessoas que, cada vez mais, assumem seu próprio protagonismo na construção de uma nova era.

Com apresentação de Renato Prieto, NO MEIO DE NÓS conta com a participação de entrevistados relevantes no cenário da ufologia, ciência e espiritualidade, além de apresentar a vida e obra do general Alfredo Moacyr Uchoa em direta conexão com os  últimos documentos liberados pelo FBI.

Com roteiro, produção executiva e direção de Juliano Pozati, o documentário lançado em DVD e pelo canal da Pozati Filmes no YouTube, ainda apresenta a canção original SINTONYZE, da Banda SuperNós.



Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

10.2.20

Séries e filmes que abordam o mundo da gastronomia

Fortes e Unidos Somos Melhores!
Seja Hoje Diferente:


Divulgação Reprodução

O encontro entre o mundo do entretenimento e o da culinária é a febre do momento

Cada vez mais, o mundo gastronômico tem ganhado o mundo do entretenimento no Brasil e no mundo. Nos últimos anos, diversos foram os programas de televisão lançados no estilo reality show que focavam em apresentar os talentos na cozinha que chefs, profissionais ou não, detinham.

Além de ser divertido e educativo, programas com o foco gastronômico são inspiradores. Quem nunca tentou preparar a receita que seu chef favorito em algum programa preparou? Às vezes, antes mesmo de terminar o programa, já estamos com o celular na mão procurando a receita de um prato inspirador que vimos na televisão.

Para inspirar você ainda mais, separamos filmes, séries e documentários que também nos convidam a mergulhar no mundo da culinária. Estoure a pipoca, ligue a televisão e se inspire ainda mais! 

Ratatouille (2007)


Esse é para a família toda assistir junta! O filme é uma animação, se passa em Paris, na França, e conta história de Remy, um ratinho simpático que sonha em ser um famoso chef de cozinha. Remy, na busca desse sonho, conta com a ajuda de Linguini, um curioso e desastrado rapaz que trabalha num restaurante na cidade.

Juntos, Remy e Linguini se divertem e cozinham várias delícias! O título do filme, na verdade, é uma referência tanto ao ratinho quanto ao famoso prato francês de mesmo nome, o ratatouille de legumes. Que tal ir à cozinha para preparar esse prato que dá nome à produção?

Julie & Julia (2009)



Dirigido pela saudosa diretora norte-americana Nora Ephron, o filme intercala as biografias de Julia Child, uma famosa apresentadora de programa de culinária, e Julie, dona de casa que decide replicar mais de 500 receitas de um livro de culinária francesa escrito pela própria Julia.

Ah, quem interpreta Julia é a grandiosa Meryl Streep! Mais uma motivo para ir correndo assistir esse filme maravilhoso.

Chef’s Table (2015 - atualmente)

Num formato de série documental, Chef’s Table foca, em cada episódio, a história de um chef de cozinha celebrado mundialmente. É inspirador! A produção recorta tudo da rotina de trabalho dos profissionais, desde suas inspirações até os bastidores de suas cozinhas.

A dica especial é assistir o episódio do celebrado chef brasileiro Alex Atala, presente na segunda temporada. Chef’s Table é produzida pela Netflix e está disponível na plataforma.

Um ano em Champagne (2015)

Um talento gastronômico é saber harmonizar o prato com a bebida. Champagne é a província francesa que dá nome à bebida famosa. Nesse documentário, Martine Saunier, uma conhecida negociante local de vinhos — juntamente de sua equipe — acompanha a rotina da região durante um ano.

Disponível no Netflix, a produção audiovisual entrevistou, durante os 12 meses, especialistas, viticultores e empresários para entender as dinâmicas, a economia e a aura por trás da bebida exclusiva da região. 

Feed the Beast (2016)

Dois amigos de infância, Dion e Tommy, sonham em ter seu próprio restaurante de alta gastronomia no Bronx, na cidade de Nova Iorque. A série mescla os dramas da região nova-iorquina, com os desafios de se ter um negócio ali. A cereja do bolo são os dramas pessoais dos personagens principais.

Dion acaba de sair da cadeia e tem contas a prestar com a máfia local. Já Tommy é um sommelier e pai divorciado com uma difícil relação com álcool. A série tem apenas uma temporada de dez episódios e vale cada minuto assistido. Também está disponível no Netflix.

Mesa Para Todos (2019)

Produção brasileiríssima, Mesa Para Todos é um documentário que orbita em torno do projeto Refettorio Gastromotiva, um restaurante escola. Os pratos foram elaborados pelos melhores chefs do mundo durante as Olimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016, utilizando alimentos que seriam jogados fora.

Os envolvidos no projeto partilham de um mesmo sonho: levar comida de qualidade a todos que passam fome. A produção, além de inspiradora, é emocionante!

14.8.21

HYPE" — O CÂNCER DA INTERNET

O que é HYPE? 

É a "promoção" exagerada de uma pessoa, produto ou ideia — quando alguma coisa está muito na moda, ou “dando o que falar”, diz-se que tem muito "HYPE" em cima daquilo... MAS O HYPE, em termos de YouTube, significa que você tem seus 15 minutos de fama digital... 


Neste documentário exclusivo no COnTV, vemos o porquê do fenômeno social do "hype" ser a ruína de muitos famosos (e anônimos).

24.6.20

Do Kung Fu ao Kickboxer - A História dos Filmes de Artes Marciais!

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com vocês? Espero que sim e cada vez melhor!

Hoje trago para o SHD Brasil, mais um super vídeo inserido do Youtube, desta vez para quem curte filmes de Kung Fu!

Nossa falando em filmes de Kung Fu, se você tem a minha idade, deve lembrar o Poltrona R na Tv Record; Eita coisa boa, tinha sempre filmes de Kung Fu para alegria da galera. 

Sem mais delonga bora ver o vídeo abaixo, desta vez inserido do Canal Coleção em Ação Show!


Descrição do Vídeo:

Está no ar o primeiro documentário do Coleção em Ação Show. E junto comigo, dois lendários atores do cinema internacional; Gary Daniels e Richard Norton, contando a história dos filmes de artes marciais! Do Kung Fu ao Kickboxer irá levar você por toda a trajetória desse subgênero dos filmes de ação! Daquele jeitão!

Inscrevam-se no canal e juntos iremos relembrar os tempos de criança através de programas com um ar nostálgico,buscando curiosidades sobre o mundo nerd dos anos 70,  80, 90 e da atualidade.

Gostou do Vídeo?

Amados espero que tenham gostado indicado aqui no SHD Brasil, não esqueça de inscrever-se no Canal Coleção em Ação Show - Clique Aqui!

Lembre-se para dar aquela força para o SHD Brasil, veja mais um conteúdo aqui no blog; Para buscar os novos artigos publicados no SHD Brasil clique aqui!

Muito obrigado por sua visita e volte sempre!

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Valeu!

21.10.19

Descubra a diferença de lâmpadas incandescentes, fluorescentes e LED

A energia elétrica é um dos recursos mais importantes que usamos em nossa casa, contudo seu uso de ser racional, a economia de energia é uma das obrigações dos consumidores e item que deve fazer parte do cotidiano de todas as pessoas. Usar materiais corretos e eletroeletrônicos que consomem menos energia é uma prática bastante saudável.

As informações são do Blog Seja Diferente, Seja B.Lux

As lâmpadas, por exemplo, são itens importantes nesta análise, pois elas são usadas durante um período longo do dia, digo, da noite e podem consumir bastante energia elétrica, principalmente quando usamos muitas lâmpadas e por um período muito longo. Existem basicamente três tipos de lâmpadas que são as incandescentes, fluorescente e mais recentemente surgiram as lâmpadas de led. Veremos abaixo cada uma delas que a diferença existente entre elas.

Reprodução Divulgação

Lâmpada incandescente

São os modelos mais antigos e comuns, tem como vantagem o baixo custo e a emissão de muita luz, mas pesa contra o alto consumo de energia, visto que boa parte da energia que chega até ela é convertida em calor. Talvez por esse motivo sua vida útil também é baixa. Este tipo de lâmpada deverá desaparecer nos próximos anos.

As lâmpadas incandescentes acima de 75W deixaram de ser comercializadas em 30 de junho de 2014. As lâmpadas de 25 a 75 watts deixaram de ser produzidas dia 30 de junho de 2015, sendo comercializadas até 30 de junho de 2016.

Embora houvesse vários inventores que tentaram construir fontes de luz a base de eletricidade desde o início do século XIX, foi na verdade Thomas Edison que construiu uma lâmpada incandescente comercializável 1879. Segundo o documentário Gigantes da Indústria do Canal History, a primeira demonstração em público da iluminação por lâmpada elétrica foi feita por Thomas Edison e ocorreu na casa do banqueiro e magnata americano J.P.Morgan na cidade de Nova Iorque.

Um dado importante é que muitas cidades também precisarão trocar as lâmpadas da iluminação pública para economizar energia elétrica e tornar a a cidade mais ecológica.

Vantagens da lâmpada incandescente:

    É mais barata
    Gera muita luz

Desvantagens da lâmpada incandescente:

    Esquenta muito
    Consome mais energia elétrica
    Tem vida útil reduzida
    Entre outros

Lâmpada fluorescente

O modelo fluorescente foi criado por Nikola Tesla, um ex-funcionário de Thomas Edison, em 1938, ela possui melhor eficiência energética por emitir mais energia eletromagnética em forma de luz do que calor.

Lâmpada fluorescente tornou o padrão para muitas pessoas, pois ela consome menos energia que a incandescente, mas ainda assim tem um consumo considerável. Ela emite uma luz branca e forte e pode ser usada em todos os ambientes. Um detalhe importante é que este tipo de lâmpada usa mercúrio e fósforo portanto não pode ser descartada de qualquer maneira, pois provoca danos ao meio ambiente.

Vantagens da lâmpada fluorescente:

    É mais eficiente energeticamente;
    Consome menos energia do que os modelos incandescentes;
    Emite luz branca;
    Apesar de ser mais cara, ainda tem um custo acessível;
    Pode ser encontrada em vários modelos, desde pequenas para ambientes menores, até os modelos grandes usados me prédios comerciais ou lacais onde exige muita iluminação.
    Entre outros

Desvantagens da lâmpada fluorescente:

    É altamente poluente por ter mercúrio e fósforo, logo seu descarte não pode ser feito de qualquer forma, sendo o correto a sua reciclagem em empresa especializada;

    Apesar de mais econômica, ainda consome muita energia elétrica se comparada com os modelos de LED, por exemplo.
    Entre outros

Lâmpada de LED

As lâmpadas de LED são as mais modernas e consideradas as do futuro. Sua tecnologia moderna permite um baixíssimo consumo de energia que a tornam muito atraente. Como desvantagens temos ainda o seu altíssimo custo e a baixa luminosidade, a menos que seja usada a super led.

Vantagens das lâmpadas de LED

    É muito econômica, graças a sua tecnologia avançada;
    Não emite calor e portanto é considerada uma lâmpada fria
    Tem longa durabilidade;
    Há vários modelos e várias aplicações, com spots, lâmpadas, luminárias, etc.
    Entre outras

Desvantagens das lâmpadas de LED

    O custo é bastante elevado se comparado com os demais modelos. Uma das justificativas do seu alto custo é a possível compensação com a longevidade dela bem como com a economia de energia elétrica;

    Gera pouca luminosidade e portanto é preciso de mais lâmpadas para o mesmo efeito.

3.11.19

A Cidade dos Pirata - filme sobre universo de Laerte

Segundo a cartunista, o longa é uma coleta de uma série de histórias transformadas em 'um roteiro coerente, apesar de maluco e anárquico'


Para Laerte Coutinho, os quadrinhos são parentes do cinema, pois lidam de forma parecida com cenas sequenciadas. Isso não quer dizer, no entanto, que fazer um filme a partir de HQs seja fácil.

"É estranho, porque eu produzo em gotas, em pequenas doses", disse a cartunista, sobre a experiência de ver seus principais personagens convertidos em longa-metragem. Os últimos 30 anos do trabalho de Laerte estão reunidos na animação "A Cidade dos Piratas", do diretor Otto Guerra, que estreou na quinta-feira (31).

"O Otto fez uma coleta de toda uma série de histórias e transformou em um roteiro coerente, apesar de maluco e anárquico", comentou Laerte. "Você chega no fim e fala, 'Ah, um filme!'"

A cartunista, que começou a publicar na Folha de S.Paulo no final dos anos 1970, participou de um debate de lançamento do filme no Espaço Itaú Augusta, em São Paulo, na quinta-feira. Lotado, o evento foi promovido pelo jornal e pela distribuidora Lança Filmes, e teve a participação da youtuber Jessica Tauane e mediação do jornalista da Folha de S.Paulo Thales de Menezes.

Em vez de apresentar uma trama única, "A Cidade dos Piratas" se alterna entre histórias avulsas do universo estético e imaginário da cartunista. Há personagens clássicos como Overman, Muriel e os Piratas do Tietê, mas também sequências situadas no humor absurdo e no realismo fantástico que povoam a produção recente de Laerte. Não bastasse, foram inclusas alusões a um falso documentário sobre a produção.


A ideia inicial era produzir um filme inteiro sobre os Piratas, ao fim do qual eles dominariam a cidade de São Paulo – o título original foi mantido. Para a própria Laerte, no entanto, o humor escrachado e machista dos Piratas não envelheceu bem. "Engavetei meus personagens porque não via mais sentido em trabalhar usando usando os mesmos mecanismos de roteiro para produzir piadas", afirmou. A solução foi fazer um filme que acompanhasse a sua evolução como cartunista, mais livre e menos caricatural.

O projeto demorou 25 anos para ser finalizado e seu roteiro teve dez versões. Muitos dos animadores e roteiristas presentes no início desistiram do trabalho. Otto Guerra, o diretor, também passou por transformações nos últimos anos. Ele teve câncer, história que aparece no filme em tom quase escatológico, e reavaliou os seus preconceitos. Guerra ainda se considera "um machista de merda", mas diz que busca melhorar. "Estou levando uma surra imensa da vida, como todo mundo", afirmou.

Hoje muito à esquerda, Guerra chamou a atenção para o personagem Azevedo, um político do fictício Partido Revolucionário Conservador que reprime fantasias homossexuais, cuja voz é feita por Marco Ricca.

"Graças a Deus, o Bolsonaro assumiu a presidência e o filme virou uma coisa muito atual", ironizou. "A Laerte previu o ódio que existe agora. O ódio do Azevedo é de 2007."

Segundo o diretor, a inspiração para fazer um filme fragmentado veio do cinema marginal, uma de suas predileções. Guerra criticou o nível médio dos roteiros nacionais de animação. "O parâmetro de longa de animação no mundo está altíssimo, os filmes são geniais. Na animação brasileira, a gente não sabe fazer roteiro de longa-metragem."

O ator Matheus Nachtergaele, que no filme interpreta o personagem Ivan, que esconde da mulher o hábito de usar roupas femininas, também participou do debate. Disse achar o filme "lindo, seja lá o que isso signifique". Nachtergaele realizou um sonho antigo de trabalhar com desenho: antes de ser ator, estudou artes plásticas e chegou a produzir uma animação curta para um curso do MIS, que fez aos 15 anos.


"Achei que o Otto ia querer uma elasticidade vocal, uma coisa caricatural, e ele não quis", afirmou. O diretor estava atrás de uma voz naturalista, que gerasse contraste com o traço do cartum. "Isso faz parte da beleza do filme."

15.8.21

OVNIS ou UFOs são um sinal da presença extraterrestre?

4.4.19

História do Descobrimento do Brasil

Imagem reprodução e divulgação internet

Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta se tratava de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil. 

A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém-descobertas que estavam a leste da linha imaginária (370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha. 

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz- moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas. 

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

Conheça muito mais sobre a história do Brasil!

FILMES SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL

- DESMUNDO, Brasil, 2003, 101 min., direção de Alain Fresnot, Columbia Filmes. 

  Temas: Brasil Colonial; escravidão indígena, sociedade colonial. 

- CARLOTA JOAQUINA PRINCESA DO BRAZIL, Brasil, 1995, 100 min., direção de Carla Camuratti, Europa Vídeo.

  Temas: a vinda da família real portuguesa para o Brasil; guerras napoleônicas; contexto histórico anterior à Independência do Brasil. 

- O DESCOBRIMENTO DO BRASIL, Brasil, 1937, direção de Humberto Mauro, 90 min., D.F.B. (Distribuidora de Filmes Brasileiros). 

  Temas: Chegada dos portugueses ao Brasil; expansão marítima e comercial portuguesa nos séculos XV e XVI.

- ZUZU ANGEL, Brasil, 2006, direção de Sergio Rezende, 103 minutos.

  Temas: Ditadura Militar no Brasil.

- A MISSÃO, Inglaterra, 1986, direção de Roland Joffé, 126 minutos.

  Temas: Guerras Guaraníticas, Escravidão Indígena, Jesuítas, Sete Povos das Missões.

- CARAMURU, A INVENÇÃO DO BRASIL, Brasil, 2001, 100 min., direção de Guel Arraes

  Temas: Início da colonização portuguesa no Brasil, relação entre índios e portugueses.

- GUERRA DE CANUDOS, Brasil, 1997, 170 min., direção de Sérgio Rezende

  Temas: Guerra de Canudos, conflitos sociais no início da República.

- LAMARCA, Brasil, 1994, 130 min., direção de Sérgio Rezende

  Temas: Ditadura Militar no Brasil, movimento de guerrilha contra a ditadura.

- OLGA, Brasil, 2004, 141 min., direção de Jayme Monjardim

  Temas: Era Vargas, Estado Novo

- O QUE É ISSO COMPANHEIRO?, Brasil, 1997, 110 min., direção de Bruno Barreto

  Temas: Ditadura Militar no Brasil

- MAUÁ, O IMPERADOR E O REI, Brasil, 1999, 135 min., direção de Sérgio Rezende

  Temas: Brasil Imperial, início da industrialização no Brasil

- QUILOMBO, Brasil, 1986, 119 min., direção de Carlos Diegues

  Temas: escravidão no Brasil Colonial, resistência dos escravos, Quilombo dos Palmares

DOCUMENTÁRIOS SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL:

- O VELHO A HISTÓRIA DE LUIS CARLOS PRESTES, Brasil, 1997, 105 min., direção de Toni Venturi, documentário, Versátil Home Vídeo.

  Temas: movimento comunista no Brasil; Coluna Prestes; trajetória dos partidos de esquerda.

- HÉRCULES 56, Brasil, 2006, 93 min., direção de Sílvio Da-Rin

  Temas: Ditadura Militar no Brasil

Quer mais sobre a História do Brasil?

Acesse: www.historiadobrasil.net

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#sejahojediferente

20.11.19

Consciência Negra - Para este Feriado Preparamos...



O documentário “Consciência Negra” traça um panorama da trajetória dos negros no Brasil. 

Grandes nomes do movimento negro no país repercutem a herança da escravidão e suas consequências no presente e no futuro do povo brasileiro.



Seja Diferente, Junte-se ao Seja Hoje Diferente. 
#sejahojediferente #sejadiferente #correntedobem #lacredobem #sejavoce

5.9.18

Jaguaporeruba - O Filme do Bairro de Ermelino Matarazzo Zona Leste de São Paulo

 #souermelinomatarazzo #ermelinomatarazzo  

Longa-metragem Jaguaporeruba (2015)


Elenco: Pedro Henrique Silva, Nailah Fontes, Rafael Barbosa, Thiago Correa, Alberto Sagaz, Gabriel Barbosa, Carol London, Paulo Camargo, Lucas Amancio, Jair Camargo, Randeson Barbosa, Zé Alberto Martins, Isabella Gualberto e Danilo Chantelli. Roteiro e Direção: Paulo Camargo Produção: Paulo Camargo, Gabriel Barbosa, Randeson Barbosa e Nailah Fontes. Direção de Fotografia: Diego Queiroz Figurino: Neusa Bá e Keka Maraja Maquiagem: Nailah Fontes Som Direto: Thiago Correa e Lucas Amancio Trilha Sonora: Rafael Silva Produção Musical: Binho Santana

Filme patrocínio do Programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo). Com apoio de Acorda FILMES e SHORT FILMES.

Coletivos: Muros Que Gritam (MQG), Associação Cultural Periferia Invisível, e outros.

Sinopse: Filme conta a história do Bairro de Ermelino Matarazzo, um bairro da Zona Leste de São Paulo. A narrativa mistura Ficção com Documentário, conta a história de um garoto que tem que fazer um trabalho escolar sobre a região e acabará em suas pesquisas descobrindo mistérios e lendas de uma vila sobrenatural.





5.11.18

A Woodstock Discos


Morávamos relativamente perto da Woodstock. Todo sábado reuníamos a turma e rolava uma excursão a pé, uns trinta minutos de caminhada, pra passar o dia inteiro torrando embaixo do sol na frente da loja e gastar as parcas economias de moleque em discos de vinil” . — Andre Matos (Viper, Angra, Shaman)

“O Walcir era um cara mais velho e se ligava no perigo que eu e o Max passávamos, por isso abria a loja mais cedo só pra gente comprar. Depois, pegávamos o ônibus, voltávamos pra Belo Horizonte e gravávamos milhões de fitas pra galera”. — Iggor Cavalera (Sepultura e Cavalera Conspiracy)

“A Woodstock foi onde tudo começou. Mesmo. Não tenho nenhuma dúvida de que o Walcir foi um dos principais responsáveis pelo crescimento e popularização do heavy metal aqui no Brasil. A Woodstock era o point do metal, onde os metaleiros se reuniam para trocar discos, fitas e fotos”. — Yves Passarel (Viper, Capital Inicial).

Em 1978 abria as portas, na rua José Bonifácio, em São Paulo, uma pequena loja de discos que seria fundamental na história do heavy metal brasileiro. A Woodstock Discos nasceu quando seu proprietário, Walcir Chalas, um roqueiro apaixonado e dedicado colecionador, decidiu colocar toda a sua imensa coleção de LPs à venda. Para isso, abriu uma pequena lojinha e lá colocou seus vinis para negociar, vender e trocar. No início a loja tinha em estoque álbuns de artistas variados, como Beatles, Rolling Stones, Elvis, Sex Pistols e tudo o que rolava naquele últimos anos da década de 1970. Mas uma grande mudança logo viria a acontecer.

A história é contada pelo próprio Walcir Chalas e por músicos e fãs no documentário Woodstock – Mais Que Uma Loja, dirigido pelo jornalista Wladimyr Cruz e com produção da BDT Filmes e conta com depoimentos de nomes como Max Cavalera, Iggor Cavalera, João Gordo, Andreas Kisser, Gastão Moreira e muitos outros que viveram a época e foram importantes para a popularização do metal aqui no Brasil.

O que transformou a Woodstock em uma loja dedicada exclusivamente ao metal e em ponto focal para ampliar a disseminação do gênero por aqui foi uma viagem que Walcir fez a Londres, em 1982. Chegando lá, Chalas deu de cara com a explosão da New Wave of British Heavy Metal, com centenas de garotos vestindo camisetas do Iron Maiden, Saxon e Angel Witch. Walcir estava no olho do furacão, e percebeu ali a oportunidade para que a Woodstock se transformasse em algo muito maior que uma simples loja de discos.


“Eu nunca tinha estado em nenhum dos grandes movimentos musicais da história, como o punk na Inglaterra ou o flower power em 1967. Quando cheguei em Londres, fiquei bobo”, relembra Walcir. E não era pra menos, pois 82 foi um ano fundamental para o heavy metal. The Number of the Beast apresentava Bruce Dickinson aos fãs do Iron Maiden, que dava os primeiros passos em sua ascensão e começava a fazer história no gênero. Blackout colocava o hard rock cheio de energia e refrãos grudentos do Scorpions no topo das paradas em todo o mundo. For Those About to Rock solidificava a nova encarnação do AC/DC, mostrando que a banda dos irmãos Young ainda tinha muita lenha para queimar. Tudo estava pronto, só faltava alguém para fazer a ligação entre o que rolava lá fora e o sedento público brasileiro. E esse alguém foi Walcir Chalas.

Fonte: Judão 

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22.7.19

O Festival de Cinema Latino-Americano traz filmes de 16 países para SP


Em sua 14ª edição, o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo começa nesta quarta-feira (24) trazendo 148 filmes de 16 países. Além de um recorte da produção contemporânea da região, são feitas homenagens as cineastas Tata Amaral e Cláudia Priscilla, a atriz Léa Garcia e o ator chileno Patrício Contreras.

Homenagem
“Lea Garcia é uma atriz importante, ligada a questões negras, principalmente. Ela trabalha desde os anos 1950 e, para minha surpresa, não é tanta gente que reconhece o nome dela”, explica Francisco Cesar Filho sobre a importância de relembrar o nome da artista. Serão exibidos cinco filmes com a atuação de Lea.

Entre eles está Compasso de Espera, dirigido em 1973 por Antunes Filho, que morreu aos 89 anos em maio deste ano. Também poderão ser vistas produções marcantes como Ganga Zumba (1964), de Caca Diegues, e os mais recentes Filhas do Vento (2005), de Joel Zito Araújo, e Sudoeste (2012), de Eduardo Nunes.

Mostra Contemporânea
Da produção contemporânea, foram selecionados 21 longas-metragens que envolveram nove países para as realizações. Segundo a assistente da curadoria, Vicki Romano, pode ser vista na mostra como as parcerias entre os países da região ganharam força nos últimos anos. “Os países latino-americanos sempre precisavam ter um coprodutor europeu, geralmente. Muitos filmes da Argentina e do Chile eram coproduzidos com a Espanha, com a França e com a Alemanha. Hoje em dia, isso continua, mas também percebemos que exitem coproduções com países latino-americanos”, destaca.

Esse modelo, segundo Vicki, é fundamental para viabilizar algumas realizações. De acordo com ela, sem as parcerias, alguns países, como o Uruguai, não seriam capazes de fazer filmes com relevância. “E o Brasil, apesar da questão idiomática e dos recursos que estão sendo cortados, continua aparecendo como coprodutor para a produção e realização de filmes que estão emergindo na produção cinematográfica”.

A comédia Pornô para Iniciantes, de Carlos Ameglio, reúne Uruguai, Argentina e Brasil para levar à tela uma história que acontece em Montevidéu. A trama começa quando o Vítor, um rapaz que queria vender sua câmera para pagar o próprio casamento, é obrigado por um mafioso a dirigir um filme pornô. Durante as filmagens, ele acaba se apaixonado pela protagonista da película.

Diretoras
O destaque, no entanto, é para as produções comandadas por mulheres. “Do total de filmes contemporâneos, temos quase metade dos filmes dirigidos por mulheres”, enfatiza Vicki. Nesse recorte está Eu Menina, da argentina Natural Arpajou, um filme intimista que traz reflexões sobre o amadurecimento.

Em uma parceria que envolve Brasil e Angola, Júnia Torres e Isabel Casimira dirigem o documentário A Rainha Nzinga Chegou. O longa conta a história da monarca do reino Ndongo, que enfrentou os portugueses no século 17.

A maior presença de diretoras é uma evolução fundamental para o cinema da região, na opinião de Francisco Cesar Filho. “A presença feminina na produção audiovisual engloba uma quantidade crescente de mulheres. Acrescenta, sem dúvida nenhuma, olhares novos, necessários, que o homem sozinho não consegue dar conta”, comenta o curador.

Assim como nesses quinze anos de festival, Francisco Cesar também vê um crescimento robusto da indústria cinematográfica do continente. “Hoje em dia já tem uma produção bem mais grandiosa em quantidade de países latino-americanos do que existia há 15 anos quando era Brasil, Argentina, México e pouca coisa mais”, analisa.

Programação
As exibições acontecem de 24 a 31 de julho no o Cine Sesc (zona oeste), no Memorial da América Latina (zona oeste), no Cine Olido (centro), no Centro Cultural São Paulo, na Biblioteca Mário de Andrade (centro) e na Sala Umuarama (Campinas).

A programação completa pode ser vista na página do festival.

Edição: Valéria Aguiar
Agência Brasil

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