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10.1.22

Vou disputar o 2º turno com Lula’, diz João Doria


O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta segunda-feira, 10, que a disputa no segundo turno das eleições presidenciais será entre ele e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não quero ser desrespeitoso a Bolsonaro, mas Lula será o candidato que vai disputar o segundo turno e é com ele que vamos disputar. Serei um candidato duríssimo”.

Doria apontou que, no momento, há uma bipolarização entre Lula e Bolsonaro (apontada pelas pesquisas), mas que, de acordo com ele, ao longo dos próximos meses, a terceira via passará a ser mais expressiva do ponto de vista das pesquisas eleitorais.

No entanto, o governador ressaltou que ainda é muito cedo para fazer cogitações “dessa natureza”.

Doria foi questionado sobre uma possível aliança com o ex-juiz e pré-candidato à presidência Sergio Moro. Ele disse que o diálogo sobre essas parcerias deve começar em abril.

“Quanto a Moro, tenho uma boa relação com ele, cultivo essa relação, temos conversado, principalmente, em torno dessa terceira ou melhor via, como prefiro classificar. Mas ainda tempos tempo para essa evolução do diálogo. Campanha mesmo começa a partir de abril”, indicou.

Vacinação de crianças com a CoronaVac

João Doria aposta na aprovação da vacina chinesa CoronaVac para crianças de 3 a 11 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão deve sair nesta semana.

Ele acredita que, assim, poderá vacinar as crianças nessa faixa etária no Estado de São Paulo em uma semana.

“Temos 15 milhões de doses da vacina no Butantan, prontas para serem disponibilizadas para o Ministério da Saúde. Se o Ministério não desejar, primeiro, aqui em São Paulo, vamos vacinar todas as crianças. E vamos disponibilizar a CoronaVac para todas as secretarias da saúde dos governos estaduais”, indicou o governador.

5.9.19

Pacote de investimentos de Doria - Hospital de Ermelino Matarazzo

Pacote de investimentos de Doria - Hospital de Ermelino Matarazzo
Imagem Divulgação Reprodução Internet

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente.

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta quarta-feira  um pacote de ações e investimentos na capital, cujo prefeito, Bruno Covas (PSDB), assumiu o mandato depois que Doria deixou a prefeitura para disputar o Palácio dos Bandeirantes. As informações são do Metro Jornal.

O pacote traz ações em áreas sensíveis para a gestão municipal, como mobilidade, saúde e a cracolândia. O principal item é a duplicação de 4,3 km da estrada do M’Boi Mirim, na zona sul, com um investimento de R$ 220 milhões. As obras devem durar dois anos depois de serem iniciadas e serão licitadas pelo DER (Departamento de Estradas de Rodagem).

Na entrevista em que anunciou as ações, Doria negou que haja relação delas com as eleições. “A capital de São Paulo tem 30% da população do Estado e é a maior cidade do país e da América Latina. Nós temos que dar uma atenção diferenciada”, afirmou. Ele negou ainda que veja “debilidades” na gestão de Covas.

Mas Doria disse que vai apoiar a reeleição de seu sucessor: “O governador do estado que integra o PSDB tem no Bruno Covas o seu candidato a reeleição à Prefeitura de São Paulo”, afirmou.

Outras ações

A área da saúde é a que vai receber mais recursos no total dos programas anunciados ontem. Para o custeio dos hospitais municipais de Ermelino Matarazzo (zona leste) e Parelheiros (zona sul), devem ser repassados R$ 60 milhões em quatro parcelas mensais de R$ 15 milhões. Além disso, a capital será incluída no Dose Certa, com repasse de R$ 22,3 milhões por ano para fornecimento de medicamentos à população.

Dois equipamentos serão transferidos à prefeitura: o NGA (Núcleo de Gestão Assistencial) Santa Cruz, ambulatório de especialidades na Vila Mariana (zona sul), e o prédio do antigo Hospital Sorocabana (zona oeste). A prefeitura vai instalar uma AMA (Assistência Médica Ambulatorial) 24 horas na região do complexo do Hospital das Clínicas (zona oeste) em terreno do estado. O governo vai colocar à disposição da prefeitura cerca de 300 vagas do programa Recomeço, de tratamento de dependentes químicos.

Foi anunciado ainda um levantamento sobre a rede de prédios escolares de estado e município para avaliar um melhor aproveitamento, até para a educação infantil.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

31.10.19

Cesárea no SUS sem indicação médica. Entenda todos os pontos da lei polêmica sancionada por Doria

Dividindo opiniões de profissionais, o projeto de lei passou por um rápido processo de tramitação antes de ser homologado

Em agosto, o governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou o projeto de lei aprovado previamente pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

A medida, recorrente temática acerca da maternidade no Brasil, garante às gestantes a possibilidade da escolha, a partir da 39ª semana de gravidez, pela realização de cesárea em hospitais públicos que operam pelo Sistema Único de Saúde (SUS), garantindo também direito à anestesia em partos normais.

O projeto, arquitetado pela deputada Janaina Paschoal (PSL), foi homologado após vencer votação na Casa por 58 votos a 20, tramitando em regime de urgência na Alesp.

A deputada autora afirma estar transformando em lei algo que já era “respeitada norma ética na rede privada”, mas ignorada no sistema público, contemplando, assim, a igualdade. O secretário de Saúde do Estado, José Henrique Germann, disse, também, que o SUS de São Paulo está apto para cumprir as exigências e demandas, mas que não espera aumento no número de procedimentos com a instauração da lei.

Diversos orgãos, porém, não aprovam a norma, afirmando não haver bases sólidas que sustentem a necessidade do novo regimento.


 Dados atuais e contrariedades

Dentre todo o mundo, o Brasil é o país que apresenta a segunda maior taxa de cesáreas, sendo 55,6% das operações de parto. Entretanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica que esse número não poderia ultrapassar da oscilação de 10% a 15%.

O alto índice brasileiro reflete ainda uma enorme diferença entre as esferas públicas e privadas. O SUS registra que 40% dos partos realizados pelo programa são cirúrgicos, enquanto os planos de saúde reportam uma taxa de 84%. O receio é que a lei possa fomentar um acréscimo dos números na rede pública.

O Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) assumiu um posicionamento favorável ao projeto, baseando-se nos princípios de soberania individual das pacientes.

Em contraposição, a Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo), em nota oficial, afirmou que a medida “não está clara” e que “falta embasamento científico” que comprove a correspondência entre o acesso a cesáreas e a diminuição da mortalidade de mães e bebês, principal argumento sustentado pela deputada Janaina.

A Nudem (Núcleo de Defesa da Mulher), conjunto pertencente à Defensoria Pública de São Paulo, lançou também um comunicado técnico, rubricado por dezenas de profissionais ligados ao setor da saúde, que se projeta contra a lei.

Sobrecarregando o SUS

A já mencionada preocupação advém de falas do presidente da Sogesp, que indicam uma possível sobrecarga no SUS, decorrentes do aumento no número de cirurgias.  

Será preciso, segundo sua concepção, um considerável acréscimo nas equipes médicas e de enfermagem, bem como na quantidade de medicamentos anestésicos e equipamentos necessários. Não havendo reestruturação, o presidente afirma que mulheres solicitarão o procedimento e não serão atendidas.  

Além disso, pode ocorrer casos em que cesáreas com indicação médica necessárias não poderão ser realizadas devido à insuficiência de profissionais — que estarão ocupados fazendo as intervenções requeridas.

Tanto o secretário da Saúde quanto o governador Doria afirmaram que o estado estará plenamente preparado para atender a demanda.

Rápida tramitação e determinações

Uma das críticas é direcionada à rapidez com que o projeto foi articulado na Casa. Com caráter de urgência, a proposta não passou por todas as comissões tradicionais, como a de Saúde e a da Mulher. A proposta foi lançada no dia 10 de abril, sendo analisada em junho e passada imediatamente para votação no plenário.
Janaina Paschoal, quando questionada acerca da ligeireza imposta, concluiu que a lei era seu projeto de prioridade na Casa. Após o recesso concedido para discussão e análise da proposição, o projeto foi aprovado em 14 de agosto.

O projeto de lei estabelece as seguintes medidas:

O parto cesária só poderá ser realizado a partir da 39ª semana de gestação, após a parturiente ser informada sobre todas as características de ambos os processos — normal e cesária;

A parturiente terá total autonomia acerca de sua decisão, sendo realizado inquestionavelmente o processo escolhido pela mesma — intervenções contrárias devem ocorrer apenas em casos de riscos à saúde;

Aquelas que optarem por parto normal terão garantias totais de anestesia;

Deverá estar presente em todos os hospitais e maternidades uma placa contendo a máxima:  “Constitui direito da parturiente escolher cesariana, a partir da trigésima nona semana de gestação”;

O médico que não concordar com a escolha da paciente deverá encaminhá-la para outro profissional, além de anotar as motivações em prontuário,

Os gastos decorrentes das cirurgias serão liquidados pelo próprio Sistema, sendo subsidiados quando necessário.

10.10.19

Primeiro Bairro 100% digital do Brasil será em São Paulo

O projeto une o governo do Estado de São Paulo e a Enel, concessionária de energia elétrica, para instalar novas tecnologias na região da Vila Olímpia, na zona Sul da capital paulista

As informações são do Olhar Digital Confira

Postes e fiação aérea em breve serão extintos na Vila Olímpia, na capital paulista. Em parceria com o governo de São Paulo, a concessionária de energia elétrica Enel lançou o Urban Futurability, que vai investir R$ 125 milhões para transformar a rede elétrica do bairro com o uso de novas tecnologias. No futuro, devem ser adicionados itens conectados em áreas públicas, mobilidade elétrica e iluminação inteligente.

Atualmente, a região tem 15,53Km de cabos subterrâneos. Outros 4,86Km serão enterrados pela Enel em 26 ruas. Assim que as empresas de telecomunicações que os compartilham fizerem o mesmo com sua fiação, cerca de 150 postes poderão ser retirados.

O projeto vai instalar, nos próximos três anos, 4,9 mil sensores para coletar dados da rede remotamente em tempo real. Essas informações serão usadas para auxiliar a distribuidora na operação e para localizar defeitos na rede. Assim, será possível reconfigurar e isolar o trecho afetado automaticamente — de forma a reduzir o número de clientes afetados.

Segundo Francesco Starace, CEO global da Enel, a localidade será referência para a expansão do projeto e a consequente transformação digital da capital paulista. “Vila Olímpia é só o início de um projeto maior. Queremos levar a tecnologia que vamos empregar no bairro para toda a metrópole.”

Imagem Divulgação Reprodução

Centro de inovação

O governador do Estado, João Doria, anunciou, ainda, a criação do Centro Internacional de Tecnologia e Inovação (Citi). A unidade será implementada até 2020 no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) da Universidade de São Paulo (USP).

Doria chama o Citi de “primeiro Vale do Silício da América do Sul”. A Enel é parceira do projeto e informa que vai investir em inovação e tecnologia para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos à população.

18.12.19

Doria sanciona lei que incentiva adoção de animais em São Paulo

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Reprodução Divulgação

Nesta semana, polícia descobriu dois lugares que promoviam rinha de cães. Animais da raça pitbull eram forçados a brigarem entre si

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sancionou no último dia 10 uma lei que incentiva a adoção de animais. De autoria do deputado estadual Márcio da Farmácia (Podemos), o projeto envolve ações preventivas em sistema de parceria público-privada com foco em atividades educativas e de assistência aos bichos.

“A intenção da proposta é incentivar pessoas físicas e jurídicas a contribuírem para a melhoria da qualidade e quantidade de adoção de animais domésticos em situação de abandono ou abrigados em centros de controle de zoonoses no Estado de São Paulo”, argumenta o deputado.

De acordo com o projeto, “Adote um Animal” tem o objetivo de incentivar as pessoas a buscar melhoria de qualidade e quantidade dos animais oferecidos a adoção, além de oferecer atenção e responsabilidade aos centros de controle de zoonoses.

Composto por ações preventivas, educativas e de assistência aos animais, o programa prevê doação de serviços, doação de insumos e equipamentos necessários para funcionamento de espaços que abrigam animais e atendimento veterinário em tratamento clínico, cirúrgico, castração, medicação e consulta.

O contexto do projeto, explica Márcio da Farmácia, é de facilitação e valorização do trabalho que já existe e é exercido por ONGs espalhadas pelo Estado. Na visão do deputado, “elas são responsáveis pela maioria dos atendimentos para retirar animais abandonados das ruas, principalmente cães e gatos”.

Nesta semana, por exemplo, ONGs como Instituto Luisa Mell e Pits Ales receberam diversos animais que foram localizados pela polícia em situações de maus-tratos em chácara em Mairiporã, na Grande São Paulo. Os cães, da raça pitbull, eram forçados a brigarem entre si numa rinha, uma espécie de ringue.

As organizações que lutam na defesa dos animais receberam os cães e prestaram todo o serviço necessário. “Dos nossos resgatados, o que está pior é o Boston. Ele está com apenas 16 quilos e febre de 41º”, descreveu Ales em um post. Em outra postagem, Luisa conta que exames “comprovaram que eles (cães) eram drogados, davam anabolizantes para que ficassem mais fortes e testosterona para que aumentasse a agressividade”.

Após diligências, 41 homens foram presos pela polícia no último sábado (14). Dois dias depois, na segunda-feira (16), o juiz André Luiz da Silva da Cunha manteve apenas um preso e os outros 40 foram liberados mediante pagamento de fiança.

Nesta terça-feira (17), a polícia encontrou em outro sítio, desta vez em Itu, interior do Estado, 33 cachorros que também eram forçados a brigar. A fundadora da ONG Aspa, Patrícia Gollitsch Daunt afirmou que os cães estavam acorrentados e distantes uns dos outros. O local seria propriedade de um dos homens detidos no caso de Mairiporã.

Veja fotos e mais informações no Notícias R7 clicando aqui.

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28.6.20

O que devem seguir os protocolos sanitários para a saída da quarentena segundo o Plano São Paulo?


Plano estadual organiza protocolos para reabertura de centros comerciais nos municípios de São Paulo, apesar da capital paulista continuar sendo o epicentro do coronavírus no Brasil

O estado de São Paulo segue sendo o principal foco de transmissão da COVID-19, infecção respiratória causada pelo novo coronavírus. A capital homônima é o município com mais números de casos de infecções e mortes causadas pela doença, ultrapassando a marca de 10 mil óbitos constatados. 

Em contrapartida, o município da capital começou a flexibilizar as restrições. Desde quarta-feira, 10 de junho, já é possível ir fisicamente a lojas, imobiliárias e shoppings. Para isso, os empresários tiveram que assinar um protocolo se comprometendo a garantir o distanciamento entre clientes e funcionários, bem como a disponibilizar produtos de limpeza para higienização regular.

A polêmica medida traz o que foi chamado de “autotutela”: uma situação em que a própria empresa fiscaliza se as medidas com as quais se comprometeu por meio da assinatura do protocolo estão sendo cumpridas. 

Além das já citadas, é esperado que os estabelecimentos comerciais estejam preparados para medir a temperatura corporal dos clientes, antes de permitir a entrada.

Na contracorrente, o governador do estado de São Paulo, João Doria, prorrogou a quarentena. O objetivo é que se efetive, de fato, o “Plano São Paulo” antes que a abertura seja feita.

Plano São Paulo

O chamado “Plano São Paulo” é um projeto contendo um conjunto de estratégias nas quais o governo do estado de São Paulo irá se orientar para vencer a COVID-19. De acordo com o próprio site do Plano SP, essas medidas têm base na Ciência e na saúde.

A ideia principal do planejamento é oferecer um sistema básico às prefeituras do estado para que a reabertura ocorra de forma consciente, considerando a situação epidemiológica a partir de 1º junho. Esses panoramas foram divididos em fases com uma cor que representa cada situação.

A fase 1, inicial, representada pela cor vermelha, é indicada como a de alerta máximo. Nela, somente serviços essenciais, como supermercados e farmácias, continuam abertos. A etapa seguinte, fase 2, representada pela cor amarela, é tida como de maior atenção, em que algumas situações de exceção começam a surgir.

Cada setor do comércio tem suas particularidades no quesito segurança. Assim, os dados são analisados semanalmente para que se entenda em que fase está cada município. 

Para a reabertura das academias, por exemplo, somente 50% dos aparelhos devem ser usados, o distanciamento entre uma pessoa e outra deve ser de 1,5 metros e o uso de máscaras é recomendável tanto para funcionários, quanto para clientes.

Já nos salões de beleza, a recomendação é que seja mantida a distância de 2 metros entre uma pessoa e outra. É também exigido que se desestimule a permanência de clientes após o serviço prestado. O mesmo acontece para acompanhantes, com exceção dos casos obrigatórios, mas há o limite de apenas um por visitante.

Fase 5

O objetivo final é que se chegue à fase 5, de cor azul, na qual as atividades estejam todas abertas, mas, ainda assim, com controle e vigilância. 

Em São Paulo, nenhuma região atingiu esse estágio ainda. Todas as cidades estão entre as três primeiras fases, sendo a terceira a menos grave dessas, em que acontece o início de uma flexibilidade gradativa. As regiões de Bauru e Barreto são as que se encontram, no momento, nesse estado.

A Região Metropolitana de São Paulo e a Baixada Santista ainda estão na primeira fase. Isso reforça, mais uma vez, as opiniões contrárias à flexibilização que vem acontecendo no comércio dessas áreas. A região de Registro, no litoral Sul, também se encontra em estado de alerta máximo.

30.3.20

Bom Prato terá três refeições por dia durante dois meses em SP

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Divulgação Reprodução - Créditos na Fonte

Os restaurantes do Programa Bom Prato, do governo do estado de São Paulo, que atendem as populações de baixa renda, devem oferecer a partir da quarta-feira (1º) três refeições por dia. O governador João Doria afirmou nesta segunda-feira (30) que será oferecido café da manhã, a R$ 0,50, e almoço e jantar por R$ 1. Segundo o governo, a medida equivale a 1,2 milhão de refeições a mais por mês para atender pessoas em situação de rua durante o período de quarentena para conter o coronavírus no estado. 

Na sexta-feira, a Promotoria de Justiça de Direitos Humanos de São Paulo do Ministério Público recomendou que o governo aumentasse o número de refeições servidas nos estabelecimentos. O órgão pediu ainda que fossem adotadas medidas administrativas para pronta substituição de trabalhadores que apresentassem sintomas respiratórios assim como a preservação da saúde dos demais.

O governo afirmou ainda que serão utilizadas embalagens descartáveis para realizar a entrega das marmitas durante o período. A medida ocorrerá entre os dias 1º de abril e 30 de maio. 

O secretário de Estado da Saúde, José Herinque Germann, atualizou os casos confirmados e óbitos em São Paulo. No Brasil, são 4.256 casos confirmados até o momento e no estado, 1.451. Segundo o secretário, a média de crescimento diário na maioria dos países é de 33%. "Desde o dia 23 não temos nenhum dia que se chegou a 33%. É sempre abaixo de 33%", disse ele. "Temos um certo patamar que está começando a se desenhar."

Em relação aos óbitos, São Paulo tem, segundo ele, 98 óbitos, com 89 na Grande São Paulo. São 206 casos registrados de pacientes graves e 258, de pacientes em enfermaria, considerados casos leves.

Fonte: R7 Notícias

29.6.20

Após reabertura, quais foram as medidas que o comércio adotou para evitar a disseminação do coronavírus?


Rede comercial em São Paulo abriu as portas novamente na quarta-feira, 10 de junho

O Brasil segue sendo um dos principais focos da COVID-19, doença causa pelo novo coronavírus. Com mais de 800 mil casos confirmados e mais de 40 mil mortes motivadas pela doença, o país está longe de se recuperar da crise econômica e de saúde pública.

Mesmo assim, na cidade de São Paulo, epicentro da doença no Brasil, o comércio foi reaberto nesta quarta-feira, dia 10 de junho. Nesse primeiro dia, mesmo antes da abertura das lojas, a população que se preparava para fazer as compras formou enormes filas nas portas.

Os principais pontos de aglomeração de pessoas ocorreram nas áreas onde se concentra o comércio denominado popular. Em especial, no bairro da Lapa, no Brás e na rua 25 de Março. Shoppings abriram na quinta-feira, dia 11, e a grande concentração também chamou atenção.

Autotutela 

A polêmica decisão da Prefeitura de São Paulo de reabrir o comércio na pior fase de contaminação pelo novo coronavírus dividiu opiniões. De um lado, autoridades da saúde dizem que a ordem não é correta e só vai colaborar com o avanço da doença. De outro, empresários comemoraram a liberação.

Em meio a esse impasse, a Prefeitura do município firmou um protocolo que deveria ser assinado por aqueles que queriam retomar suas atividades. No entanto, o documento gerou uma nova polêmica. 

No que foi chamado de “autotutela”, os próprios estabelecimentos deveriam fiscalizar se as medidas estavam sendo respeitadas. Uma crítica às ações é que muitas delas se tornam difíceis de serem cumpridas pela própria configuração do modelo comercial.

Medidas

Entre as medidas presentes no protocolo assinado pelos comerciantes interessados em retornar suas atividades, estão as recomendações que já têm sido feitas para qualquer ambiente que, potencialmente, possa gerar aglomeração. A exemplo delas, estão a higienização dos ambientes com maior regularidade e o distanciamento social.

No que diz respeito ao distanciamento, é indicado que a própria empresa informe os funcionários e os clientes sobre a melhor forma de fazer com que ele seja efetivo nas relações do comércio. Ou seja, também depende do tamanho do espaço de cada estabelecimento. Por exemplo, recintos maiores poderão receber mais pessoas porque permitem que elas fiquem mais distantes uma das outras.

Outra medida importante é a redução do expediente. Nos shoppings centers, por exemplo, onde é comum um expediente de 12 horas diárias, normalmente das 10 às 22 horas, esse período foi reduzido para 4 horas diárias, das 11 às 15 horas.

Para as imobiliárias, a recomendação protocolada também é de 4 horas diárias. Contudo, o fechamento e a abertura devem fugir do horário de pico. Nesse sentido, muitas deverão optar pelo que está sendo aplicado em outros setores, com funcionamento das 11 às 15 horas. Outras medidas ainda incluem a testagem dos colaboradores e a medição de temperatura dos clientes. 

Manifestações

Alguns setores comerciais ainda não têm suas atividades liberadas, com destaque para a indústria da beleza. A área tem ganhado atenção nas redes sociais e se manifestou na quarta-feira, mesmo dia em que parte do comércio reabriu em São Paulo.

Um considerável número de profissionais do setor de estética foi para a frente da Câmara Municipal de São Paulo, pedindo a volta das atividades. A manifestação foi organizada pela ACILESP, a Associação dos Comerciantes Imigrantes Latinos do Estado de São Paulo.

Faixas com dizeres como “Beleza pede respeito” e “Salvem os negócios de beleza” tomaram parte da rua onde o ato aconteceu. Os manifestantes estavam de máscara e mantiveram o distanciamento recomendado na ocasião. Na contrapartida, o governador de São Paulo, João Doria, prolongou a quarentena no estado por mais 15 dias.

18.4.19

Primeiro carro híbrido flex do mundo é lançado no Brasil


O primeiro carro com propulsão híbrido flex, ou seja, movido tanto pelos combustíveis etanol e gasolina, como por eletricidade, começa a ser produzido na cidade de Indaiatuba, interior paulista. O lançamento foi feito hoje (17) no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Com tecnologia brasileira, o veículo do modelo Corolla terá um motor elétrico e outro de tecnologia flex fuel. O veículo não foi projetado para ser recarregado na tomada, já que as vias públicas brasileiras não estão adaptadas para alimentar esse tipo de energia. A propulsão elétrica, que ficará armazenada em bateria, é gerada a partir do uso dos combustíveis, cujo consumo deve reduzir em mais de 20%.

Investimento
O projeto da empresa Toyota recebeu investimento de R$ 1,6 bilhões e deve gerar 900 empregos diretos. “Vamos seguir inovando e trazendo novas tecnologias e desenvolvimento industrial para São Paulo, inclusive com o IcentivAuto, programa que nós lançamos há cerca de 60 dias. Agora, também, a Toyota poderá fazer uso dele”, disse o governador João Doria.

“Este é um setor muito importante, porque é forte empregador, utilizador de tecnologia, tem uma rede robusta complementar de revendedores, fornecedores e é uma cadeia produtiva de grande importância”, completou o governador.

O presidente da Toyota no Brasil, Rafael Chang, falou sobre a importância da inovação no país. “O mais importante é que estamos trazendo tecnologia para o Brasil. Essa tecnologia híbrida flex combina duas tecnologias muita limpas, a tecnologia híbrida e com utilização do etanol”.

O novo Corolla com propulsão híbrido flex chega ao mercado consumidor em outubro, com expectativa de ser exportado para Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia no ano que vem. O valor de venda não foi divulgado.

O Primeiro carro híbrido flex do mundo é lançado no Brasil

Fonte Agência Brasil
Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

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