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12.1.22

Minerador de bitcoin tem sorte e ganha 6,25 BTC ao adicionar sozinho um bloco na rede


Alguém com muita sorte conseguiu sair na frente das grandes empresas de mineração nesta terça-feira (11) e adicionou — sozinho — um bloco inteiro na blockchain do bitcoin. Com isso obteve a recompensa de 6,25 BTC, cerca de R$ 1,5 milhão na atual cotação da moeda.

O que chama atenção aqui é o poder computacional que o minerador usou para fazer a façanha: 126 terahash (TH/s). Esse número é extremamente baixo quando comparado ao dedicado por empresas de grande porte.

A Marathon, por exemplo, conta atualmente com mais 32 mil máquinas que juntas produzem 3.5 exahash por segundo para minerar bitcoin — 1 exahash é um quintilhão de H/s; e 1 terahash, um trilhão de H/s.

Não se sabe quem foi o premiado que conseguiu adicionar o bloco 718.124. Segundo os dados do BTC.com, além do minerador ficar com os bitcoins recém-criados, ele também faturou 0,104 BTC de taxas pagas nas quase 3 mil transações incluídas no bloco, cerca de R$ 25 mil.

O primeiro a divulgar o evento raro foi Con Kolivas, o criador do pool Solo CK — do qual o minerador faz parte.

O Solo CK é diferente dos pools de mineração tradicionais que repartem de forma igualitária as recompensas entre todos os participantes quando um bloco é encontrado. Nas raras ocasiões em que um minerador independente do Solo CK encontra um bloco, a recompensa fica toda para ele.

Em resposta a um usuário do Twitter que perguntou quão frequente é para alguém com um poder computacional tão baixo resolver um bloco de bitcoin, Kolivas explicou:

“Para o minerador envolvido, é uma chance única na vida. A última vez que um minerador tão pequeno resolveu um bloco no meu pool foi há apenas um ano. Geralmente são mineradores maiores que resolvem blocos estatisticamente, mas não há razão para que até mesmo o menor minerador não consiga resolver um”.

A última vez que um minerador do Solo CK encontrou um bloco foi em 2 de julho de 2021. Naquele época, o sortudo incluiu o bloco 689.382 na rede usando apenas 100 TH/s, um poder computacional que, segundo Kolivas, “não resolveria um bloco em mais de 100 anos”.

Por que é tão difícil minerar bitcoin

No atual consenso de prova de trabalho (PoW) que o bitcoin utiliza, os mineradores usam poder computacional para resolver quebra-cabeças matemáticos e, aqueles que encontram a resposta final antes dos concorrentes, ganha o direito de adicionar o próximo bloco na blockchain e levar as moedas recém-criadas como recompensa.

À medida que cada vez mais empresas e pools de mineração entram para competir nesse setor, o poder exigido pelas máquinas fica cada vez maior e leva às alturas a dificuldade de mineração — um mecanismo que a cada duas semanas torna mais fácil ou difícil minerar bitcoin, dependendo do número de máquinas trabalhando na rede. 

Mesmo assim, todo o processo não deixa de contar com um pouco de sorte. Embora seja altamente improvável que um minerador solitário saia na frente de mineradoras gigantescas, o feito não é impossível.

Esse é o propósito do pool Solo CK, que diz em seu site, que entre o seu público-alvo estão os “mineradores com máquinas antigas e ineficientes que nunca ganharão recompensa por meio da mineração normal e que desejam deixar os equipamentos minerando como uma loteria”.

10.1.22

Ano começou terrível para Bitcoin, Ethereum, Polkadot, Avalanche, Solana e Terra


Esse novo ano trouxe, por enquanto, apenas desapontamento para investidores cripto.

Apenas umas das 20 maiores criptomoedas por valor de mercado cresceu nos últimos sete dias. A honra vai para a Chainlink, que está operando em alta de 20% no momento que esta reportagem pe escrita, segundo o Coinmarketcap. Todas as outras moedas apresentam perdas de dois dígitos em 2022.

O líder de mercado Bitcoin, na verdade, tem uma das quedas mais brandas, comparativamente. Está em baixa de 13% nos últimos sete dias, sendo vendido na casa dos US$ 41 mil. Apesar da crise, a rede do Bitcoin estabeleceu um novo recorde no último domingo (2), quando seu hashrate atingiu a marca de 203.5 exahashes por segundo, antes de cai para baixo desse topo alguns dias depois.

Hashrate e á unidade de medida que descreve o total de potência computacional empregado em mineradores em uma blockchain. Mais poder computacional significa mais segurança, já que mais esforço será necessário para capturar 51% da rede e comprometer os valores de uma rede descentralizada.

O breve recorde de hashrate do Bitcoin marca um crescimento de 200% desde julho do ano passado, quando a China proibiu a atividade – o país era o líder de mineração de BTC até então.

Muitos mineradores chineses se realocaram para o Cazaquistão e a rede voltou com mais força do que nunca. Entretanto, as turbulências sociais que o país enfrenta fez com que as autoridades derrubassem os serviços de internet em todo o país, afundando o hashrate de volta para 172 EH/s.

Na terça-feira (4) a Securities and Exchange Commission (CVM dos Estados Unidos) adiou uma decisão sobre se irá aprovar ou não um ETF “spot” de Bitcoin (produto financeiro que leva em conta o preço atual do ativo). Uma nova data foi marcada para 16 de março deste ano.

O Bitcoin foi responsável por uma outra marca histórica na semana, mas essa negativa (pelo menos para ele). Na quarta-feira (5), a dominância de mercado do BTC caiu para 37,28%. Trata-se da menor marca desde 2018, mas ainda significa que uma moeda sozinha domina bem mais que um terço do mercado.

Ethereum e altcoins não foram muito melhores …
Enquanto Chainlink sobe, outras altcoins estão afundando. Ethereum acumulou 19% de baixas, apesar de as vendas de NFT terem voltado a crescer no ano novo.

Nessa semana, a segunda maior criptomoeda se viu com receios vindos de vários cantos.

Na quarta-feira (5), o JPMorgan falou em um relatório que Ethereum pode sofrer forte competição de blockchains rivais como Avalanche, Solana e Terra. Isso em um futuro próximo, já que todas estas fornecem serviços mais escaláveis com menos custos. Desenvolvedores da Ethereum disseram que as críticas são exageradas.

Nesse mesmo dia, um relatório da firma de investimento cripto Eletric Capital concluiu que Polkadot, Avalanche, Solana e Terra tiveram um crescimento inicial mais rápido que Ethereum, em termos de desenvolvedores atuando na rede, vale ressaltar que o Ethereum cresceu em um cenário muito diversos do que seus concorrentes.

Ironicamente, Solana, Avalanche e Terra foram alguns dos ativos que tiveram as maiores perdas nessa semana, cada um tendo desvalorizado mais de 20% no acumulado de sete dias.

Solana acumula 23% de perda na semana e é vendida a US$ 134,50. Avalanche e Luna caíram 29% e estão cotadas em US% 80,27 e 63,69, respectivamente.

Foi um começo sombrio para 2022 para as criptomoedas, mas a empolgação dentro do ecossistema cripto sobre o que está por vir não diminuiu.

7.1.22

Binance compra 43.000 Bitcoin para integrar a seus fundos de reserva


As baleias estão acumulando cada vez mais Bitcoins (BTC) e mais um grande detentor de criptomoedas aproveitou a baixa no mercado para acumular mais Bitcoins.

Assim, enquanto o BTC caia para US$ 42 mil levando muitos investidores de varejo a vender seus BTCs com o medo de uma queda brusca no valor do criptoativo a Binance, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mercado, comprou o mergulho.

Portanto, em um movimento conhecido como Buy the dip a Binance comprou cerca de 43 mil Bitcoins, a um preço médio de  US $ 46.553,68, elevando o valor total da carteira para US$ 5,5 bilhões.

Assim, embora tenha surgido muitas dúvidas nas redes sociais se realmente a Binance havia comprado a quantidade bilionária de Bitcoins, pouco tempo depois, a exchange confirmou a aquisição indiretamente pois o endereço de recebimento dos BTCs é o mesmo divulgado pela exchange em 2019.

Bitcoin

Assim, a carteira informada pela Binance em 2019 “3LYJfcfHPXYJreMsASk2jkn69LWEYKzexb” seria usada pela exchange para comprar Bitcoins e armazenar o criptoativo para então emitir tokens lastreados em BTC na Binance Smart Chain (BSC).

No entanto a carteira parece ter mudado de finalidade e, ao invés de uma wallet ligada a contratos inteligentes na BSC, pode ter se tornando uma wallet de armazenamento a frio onde a exchange guarda seu tesouro em Bitcoin.

Portanto, em um tweet do rastreador de blockchain avançado @whale_alert em abril do ano passado, a carteira foi novamente rotulada como o endereço da carteira de reserva BTC da Binance.

Assim, embora a carteira tenha sido usada para cunhar 13.001 BTC na Binance Smart Chain, o proprietário nunca vendeu um único Satoshi. Desde 17 de junho de 2019, acumulou nada menos que 116.601.13647202 BTC.

Portanto se a wallet for o endereço de reserva dos Bitcoins da Binance isso coloca a exchange como uma das maiores empresas do mundo a possuir BTCs como parte de suas reservas.

16.12.21

Senado adia votação do marco regulatório das criptomoedas


Comissão de Assuntos Econômicos do Senado iria votar parecer do senador Irajá que reúne três PLs.

Foi adiada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado a votação marcada para esta quarta-feira (15) do projeto de lei que regula o mercado de criptomoedas.

O Portal do Bitcoin entrou em contato com a Comissão, que confirmou não existir nenhum agendamento. A assessoria de imprensa do Senado não soube também informar o motivo da mudança. A agenda do dia do Senado confirma que não há previsão de o tema ser abordado hoje.

Uma pessoa com acesso interno ao processo legislativo, que pediu para não ter o nome revelado, disse à reportagem que a matéria das criptomoedas, assim como outras, foi afetada pelo clima tenso que se instalou no Senado com a sessão realizada na terça-feira (15) para cargo no Tribunal de Contas da União (TCU) na qual o senador Antonio Anastasia (PSD/MG) foi eleito com 52 votos.

A votação parecia certa: o senador Irajá Silvestre Filho (PSD/TO) anunciou durante reunião na semana passada, e a Agência Senado fez uma reportagem falando sobre a votação agendada.

Não só isso: a votação seria de caráter terminativo, ou seja, caso aprovado o projeto iria direto para a Câmara dos Deputados.

O apensado reúne um parecer único sobre os PLs 3.825/2019 (de autoria de Flávio Arns, da REDE/PR), 3.949/2019 (de autoria de Styvenson Valentim, do PODEMOS/RN) e 4.207/2020 (de autoria de Soraya Thronicke, do PSL/MS).

Os fatores mais importantes no parecer são os seguintes: o órgão regulador deve ser indicado pelo presidente; as exchanges devem se sujeitar à Lei de Lavagem de Dinheiro; o Código de Defesa do Consumidor deve ser aplicado; alíquota zero para gasto de energia caso fonte seja limpa e renovável.

Mudanças de última hora

Após a audiência pública feita no dia 9, foi feita uma complementação de relatório ao parecer do Senador Irajá. Esse pode ser o motivo de a votação ter sido adiada.

Houve algumas mudanças: o novo texto retira menção aos programas de milhagem, muda a redação do artigo 13 que tratava de cadastro de pessoas politicamente expostas, cria uma pena específica de prisão de 4 a 8 anos para fraudes com criptoativos e exige que as isenções para importação de máquinas de mineração sejam atreladas a um compromisso de neutralização do efeito estufa.

Não há nova data marcada. Possivelmente, a votação deve ficar para o ano que vem visto que o recesso no Senado começa no dia 23 de dezembro.

14.12.21

Mais da metade dos investidores institucionais acreditam que o Bitcoin vai despencar em 2022


Mais de 50% dos investidores institucionais esperam que as criptomoedas corrijam no ano que vem, de acordo com um novo estudo global.

A Natixis Investment Managers, uma gestora de ativos com US$ 1,39 trilhão em ativos sob gestão, publicou uma pesquisa global envolvendo 500 investidores institucionais de 29 países da América do Norte, América Latina, Reino Unido, Europa Continental, Ásia e Oriente Médio.

Segundo a pesquisa, a maioria das instituições vê o Bitcoin e outros criptoativos perdendo ganhos em 2022. Esse sentimento pode ajudar a desencadear um bear market (mercado baixista). Afinal, desestabiliza a confiança dos investidores nos criptoativos.

“Considerando todos os fatores, as instituições veem o potencial para correções em uma série de classes de ativos e setores. As criptomoedas extremamente populares estão no topo da lista, com mais da metade das instituições acreditando na correção. Isso é seguido por títulos sensíveis a taxas de juros (45%), ações (41%) e tecnologia (39%)”, disse o relatório.

Além disso, a pesquisa descobriu que, apesar da previsão de uma retração do mercado cripto, os investidores institucionais estão, no entanto, se aquecendo com a ideia de manter ativos digitais.

“Quatro em cada dez consideram as criptomoedas uma opção legítima de investimento. E, dos 28% que investem em criptoativos, 90% dizem que manterão ou aumentarão sua alocação.”

Criptomoedas

Ainda, o levantamento constatou que a grande maioria dos pesquisados ​​acredita que as criptomoedas precisam de mais regulamentação antes de ganharem uma aceitação mais ampla:

“Nove entre dez preveem que os bancos centrais terão que regular as criptomoedas. Poucos veem o potencial das criptomoedas para substituir as moedas de reserva (25%) ou moedas fiduciárias (28%).”

O estudo revela também que um terço dos entrevistados acredita que os criptoativos podem nivelar o jogo para nações em desenvolvimento.

Contudo, apenas 29% acham que os países emergentes devem considerar criptomoedas como moeda de curso legal, como El Salvador.


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