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27.9.21

Bitcoin (BTC) volta a subir e cria estrutura de alta


O Bitcoin (BTC) caiu consideravelmente durante a última semana, atingindo uma baixa de US$ 39.600 antes de voltar a subir e criar um longo pavio inferior.

No entanto, o Bitcoin está sendo negociado dentro de um canal paralelo de baixa de curto prazo, do qual um eventual rompimento é esperado.

Perspectiva semanal do Bitcoin

O BTC tem caído desde o rompimento de uma linha de tendência de baixa, que foi validada como resistência de preço. O movimento também coincidiu com uma rejeição da linha de Supertrend (linha vermelha), que é de baixa.

No domingo (26), o Bitcoin criou outro candle de baixa, embora ele tivesse um longo pavio inferior. O RSI e o MACD estão fornecendo sinais mistos. O MACD é positivo, mas está caindo e ainda não forneceu um sinal de reversão de alta. Já o RSI subiu acima de 50, mas não mostra força da tendência de alta.

Portanto, é necessário observar os períodos de tempo menores para determinar com mais precisão a direção da tendência futura do Bitcoin.

Tentativa de retomar suporte

O gráfico diário mostra que o BTC está enfrentando resistência em US$ 44.000. A área atuou anteriormente como suporte ao longo de agosto e setembro, antes do ativo cair.

A criptomoeda fez uma tentativa malsucedida de recuperar esta área na última sexta-feira (24), mas ela foi malsucedida.

Semelhante ao gráfico semanal, os indicadores técnicos fornecem sinais mistos. O MACD é positivo, mas está caindo. Já o RSI está se movendo para cima, mas ainda não cruzou a linha 50. A área de suporte mais próxima está em US$ 38.000.

Movimentos futuros

O gráfico de seis horas mostra que o BTC está sendo negociado dentro de um canal paralelo de baixa desde 7 de setembro. Esses canais geralmente contêm estruturas corretivas.

Portanto, um rompimento do canal seria o cenário mais provável. A contagem de ondas também indica que um eventual rompimento é esperado.

Além disso, o MACD e o RSI estão subindo, apoiando ainda mais a possibilidade de um rompimento.

O gráfico de duas horas mostra que o BTC voltou a subir após atingir o nível de retração de 0,786 de Fibonacci e criou uma linha de tendência de alta. A linha foi validada várias vezes (ícones verdes) até agora. Enquanto ela estiver em vigor, a estrutura de alta permanece intacta.

Há um suporte menor em US$ 42.950. Este é o nível de retração de 0,382 de Fibonacci e uma área de resistência horizontal.

Portanto, o cenário mais provável seria do Bitcoin voltar a subir após atingir essa área.  

Após anos de críticas, The Economist recomenda investimento em Bitcoin


O jornalista John O’Sullivan, autor da coluna Buttonwood da revista The Economist, aconselhou seus leitores a adicionarem criptomoedas em seus portfólios. A mais importante publicação do jornalismo econômico mundial havia criticado este tipo de ativo no passado, mas agora crava a importância de tê-los na carteira.

Na coluna, que na versão online está com título “Por que é sábio adicionar bitcoin ao seu portfolio de investimentos”, O’Sullivan argumenta que as criptomoedas são ativos que têm pouca correlação com outros, o que as torna algo bom de se ter dentro da estratégia de diversificar o portfólio de investimentos – que ele ressalta como um princípio fundamental.

Pouca correlação no caso quer dizer que, se as ações, ou títulos de renda fixa caem, isso tem não tem quase nenhum efeito no universo das criptomoedas. Já ações e mercado imobiliário tendem a subir ou descer juntos, o que os torna muito correlatos e, portanto, uma carteira muito baseada em ambos é enfraquecida do ponto de vista de diversidade.

O’Sullivan lembra, no caso do Bitcoin, que ele é volátil por si só, mas que já produziu grandes ganhos, o que dentro de uma estratégia de longo e prazo e diversidade traz ganhos.

The Economist e o Bitcoin

A coluna conduziu um experimento para se basear:

“Durante quatro períodos de tempo da década passada os quais escolhemos aleatoriamente para testar, um bom portfolio continha de 1% a 5% de bitcoin. Isso não é só por conta das criptomoedas terem tido uma alta estratosférica: mesmo em um período especialmente volátil de dois anos, digamos de janeiro de 2018 até dezembro de 2019 (quando caiu abruptamente), um portfolio com 1% de bitcoin ainda se saiu melhor nas características risco-recompensa que um sem a coin entre seus ativos”.

Set/2018: “Criptomoedas são inúteis”

Em setembro de 2018 a The Economist classificou as criptomoedas como “inúteis”. A revista falava da alta volatilidade, impossibilidade de se colocar um valor no ativo, e no fato de ela ter pouco uso para sua ideia inicial: a de ser utilizada como dinheiro para a rotina, subtituindo as moedas tradicionais.

“Os usuários tem que lutar com softwares complicados e abrir mão de toda a noção de proteção ao consumidor com as que estão acostumados. Poucos vendedores aceitam. A segurança é fraca”, disse a publicação.

Mar/2019: “Mania financeira”

Já em março de 2019 , durante momento de queda forte das criptomoedas, a The Economist disse que as “falhas no Bitcoin fazem com que uma longa vida seja improvável”. Além disso, dizia que o boom e depois a queda levavam a comparações com outras “manias financeiras do passado”.

24.9.21

Governo brasileiro vai encaminhar proposta de regulação de criptomoedas à Câmara


As criptomoedas estão cada vez perto de entrar para o léxico das leis do Brasil. O Poder Executivo irá enviar à Câmara na semana que vem sua proposta para a regulação do mercado de criptoativos, segundo o serviço de informações Brasília Alta Frequência.

O senador Irajá (PSD-TO) é o relator da matéria na Comissão de Assuntos Econômicos, onde pode ter tramitação terminativa. Análises do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários foram tomadas como base para a elaboração do relatório.

Na proposta do governo estão apensados os PL 4.207/2020, de Soraya Thronicke (PSL-MS), o PL 3.949/2019, de Styvenson Valentim (Podemos-RN) e o PL 3.825/2019 de Flávio Arns (Rede-PR), todos correno Senado. Também esta apensado o PL 2303/2015, apresentado em 2015 pelo deputado Aureo Ribeiro (SD/RJ) na Câmara dos Deputados.

Ainda existe um outro projeto de lei sobre criptomoedas. O PL 2.060/2019 é de autoria também de Aureo, mas ainda não possui previsão de ir ao Plenário.  

Criptomoedas em curvas ascendente

Irajá se reuniu no dia 17 de setembro com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto e com o diretor de relacionamento, cidadania e supervisão de conduta da autoridade monetária, Maurício Moura.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o senador disse que quer ouvir todas as instituições até outubro e apresentar o relatório antes de novembro.

“As criptomoedas estão em curva ascendente no mundo todo e aqui, no Brasil, não podemos fechar os olhos para essa questão. Por outro lado, deve haver um mínimo de regulação”, disse Irajá ao veículo.

Da reunião com o BC surgiu um impasse. Moura já disse que o anonimato nas transações não será uma opção. Mas Irajá garante que ainda não há nada decidido sobre o tema.

O presidente do Banco Central já afirmou que existem US$ 40 bilhões em criptoativos em posse de brasileiros.

Saiba o que prevê cada PL sobre criptomoedas

PL 4207/2020

De autoria da senadora Soraya Thronicke (PSL/MS), estabelece normas para a emissão de moedas e outros ativos virtuais, estabelece condições e obrigações para as pessoas jurídicas que exerçam atividades relacionadas a esses ativos, atribui competências fiscalizatórias e regulatórias à Receita Federal, ao Banco Central do Brasil, à Comissão de Valores Mobiliários e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras.

Tipifica condutas praticadas com ativos virtuais com o objetivo de praticar crimes contra o Sistema Financeiro, inclusive os de pirâmide financeira.

PL 3825/2019

De autoria do senador Flávio Arns (Rede/PR), propõe a regulamentação do mercado de criptoativos no país, mediante a definição de conceitos; diretrizes; sistema de licenciamento de Exchanges; supervisão e fiscalização pelo Banco Central e CVM; medidas de combate à lavagem de dinheiro e outras práticas ilícitas; e penalidades aplicadas à gestão fraudulenta ou temerária de Exchanges de criptoativos.

Cria o Cadastro Nacional de Pessoas Expostas Politicamente (CNPEP), com a finalidade de auxiliar as instituições financeiras a executar políticas de avaliação de risco de crédito e de prevenção à lavagem de dinheiro.

PL 3949/2019

De autoria do senador Styvenson Valentim (PODEMOS/RN), regulamenta a utilização de moedas virtuais e o funcionamento de empresas intermediadoras dessas operações.

PL 2060/2019

De autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (Solidariedade/RJ), dispõe sobre o regime jurídico de criptoativos e estabelece aumento de pena para o crime de “pirâmide financeira”, bem como para crimes relacionados ao uso fraudulento de criptoativos.

PL 2303/2015

De autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (Solidariedade/RJ), dispõe sobre a inclusão das moedas virtuais e programas de milhagem aéreas na definição de “arranjos de pagamento” sob a supervisão do Banco Central.

China derruba Bitcoin ao declarar ilegal atividades de trade com criptomoedas


O mercado de criptomoedas desabou nesta sexta-feira (24) após o governo da China anunciar novos planos de combate à mineração e declarar ilegais todas as atividades de trade com bitcoin e criptomoedas.

Em publicação oficial, o Banco Central da China afirmou que pessoas e empresas chinesas que forneçam tecnologia, marketing e serviços de pagamento para exchanges que atuam fora do país, atuam de forma ilegal e serão investigados de acordo com a lei.

O Bitcoin (BTC) que abriu a sexta-feira atingindo a melhor cotação da semana de US$ 45 mil, logo reverteu o movimento de alta e desabou para US$ 42.700 no curto intervalo de uma hora, uma perda de 5%.

China contra o Bitcoin

Os preços podem estar reagindo a uma nova tensão que prevalece entre os investidores chineses frente a uma nova investida da China contra a indústria de criptomoedas. Segundo o jornalista Colin Wu, o governo publicou dois relatórios que detalham novos planos de repressão às criptomoedas.

No primeiro texto, o governo foca no combate à mineração e descreve planos para aumentar US$ 0,05 por quilowatt-hora da eletricidade usada por mineradores que continuam na região. 

O segundo documento, publicado pelo Banco Central da China, fala sobre a prevenção do trade de criptomoedas. O texto afirma que uma vez que a negociação de criptomoedas no país asiático é proibida por lei, qualquer pessoas ou empresa chinesa que forneça tecnologia ou qualquer outro serviço a corretoras de fora do país, atua de forma ilegal.

O Banco Central também diz que as pessoas comuns que perderem dinheiro em investimento em criptomoedas não serão protegidas pela lei. “Os dois documentos emitidos pelo governo chinês provocaram uma queda no mercado de criptomoedas. As liquidações ficaram perto de US$ 100 milhões em uma hora”, descreveu Colin Wu.

Efeitos nas criptomoedas

A queda do BTC nas últimas 24 horas chega a 2,8% e agora a moeda é negociada a US$ 42.500, segundo o CoinMarketCap. Já o Índice de Preço do Bitcoin (IPB) indica que o ativo é encontrado nas corretoras brasileiras a R$ 228 mil.

A mesma queda repentina foi vista em outras criptomoedas do mercado, como o Ethereum (ETH) que caiu 7,7% em uma hora, indo de US$ 3.110 para uma mínima no dia de US$ 2.870.

O prejuízo de 6,2% que o ether registra nas últimas 24 horas, empurra a cotação da moeda abaixo do seu importante suporte de US$ 3 mil, sendo negociada agora a US$ 2,890. 

Outras criptomoedas importantes também estão em queda nesta manhã, como a Cardano (-3%), Solana  (-7,2%) Binance Coin (-6%), XRP (-7%), e Dogecoin (-7%).  

“Compre Bitcoin e Ethereum antes do maior crash da história”, alerta autor de “Pai rico, Pai pobre”


Robert Kiyosaki, o autor do livro de finanças pessoais “Pai rico, Pai Pobre”, insiste que as pessoas se protejam da maior crise do mundo, comprando ouro, prata e criptomoedas, como Bitcoin e Ethereum.

Nesta quinta-feira (23), Kiyosaki fez mais um daqueles famosos tweets de alertas sobre uma grande crise na economia mundial se aproximando, desta vez ele adicionou mais um ativo em sua lista, a criptomoeda ethereum.

“Governo dos EUA sem dinheiro. Quebra iminente. Os democratas culpam os republicanos pelo problema. Evergrande da Chinas é a maior incorporadora imobiliária com 800 projetos em 200 cidades sem dinheiro. Entendeu a mensagem? Compre ouro, prata, Bitcoin e Ethereum antes do maior crash da história. Tome cuidado”. – disse.


Maior crise da história

Robert Kiyosaki foi sempre um grande defensor da liberdade, um grande crítico da forma como os governos controlam nosso dinheiro e de como os bancos centrais manipulam a economia – para ele, todos os tipos de governos são ineficientes.

Kiyosaki acredita que a única forma de proteger o patrimônio das crises provocadas pelos governos e bancos centrais é comprando ouro e prata, isto, antes do bitcoin existir.

Desde março de 2020, no entanto, o autor do livro “Pai rico, Pai pobre”, vem aconselhando seus seguidores a comprar bitcoin, pois para ele, é o ouro digital da nossa era.

Kiyosaki acredita que uma grande crise está chegando, será uma grande depressão, diz ele, acrescentando que a situação será pior do que o visto nos anos de 1929.

Não é a primeira vez que o Robert Kiyosaki prevê grandes crises, em 2008, ele foi uma das pessoas que previu a quebra do banco Lehman Brothers.

Para Robert, o mais importante é a educação financeira, ele afirma que não aprendemos nada sobre dinheiro nas escolas e defende que é muito importante as pessoas conhecerem sobre o dinheiro.

Assim, ele não é o único milionário que possui bitcoin no seu portfólio, vários multimilionários tem adotado a criptomoeda como um ativo de proteção e investimento, especialmente nas empresas, entre os mais conhecidos, Tim Draper, Michael Saylor e Mike Novogratz.


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