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20.6.22

Sociedade empresaria: conheça os principais tipos


Você conhece os tipos de sociedade empresaria existentes no Brasil? Um dos tipos mais adotados é a sociedade limitada. Mas apesar disso, é preciso saber que existem outros que talvez sejam mais adequados à sua necessidade. Conheça quais são eles neste artigo.

Tipos de sociedade empresaria

Existem vários tipos de sociedade que se pode adotar na hora de montar a sua. Por isso, é importante conhecer o básico de cada, apesar de a sociedade limitada ser a mais utilizada. 


Além disso, consulte um contador para verificar se o tipo escolhido é realmente o ideal para seus objetivos.

Sociedade Simples

O tipo mais básico de sociedade destinado a atividades de prestação de serviços com mais de um sócio definido no capital social da empresa.  Suas normas são definidas pelo Novo Código Civil. Normalmente, é o tipo de sociedade escolhida por, advogados, médicos, artistas, entre outros.

Sociedade Limitada

Tipo de sociedade mais voltada para empresas de pequeno porte, uma vez que a responsabilidade de cada sócio é estabelecida a partir do seu capital social. É um dos modelos mais conhecidos e também um dos mais comuns de sociedade. 


Outra característica da sociedade limitada é a definição de um administrador, que não precisa ser um dos sócios, para representar legalmente a empresa. Ele é escolhido através de votação dos sócios. Além disso, seu nome deve constar no Contrato Social. 

Sociedade Anônima

Também conhecida como S/A, a Sociedade Anônima representa um modelo de sociedade com um nível de maturidade maior do que o primeiro negócio. Neste tipo de sociedade, o capital não está em nome dos sócios, mas sim, de ações.


É preciso ter, pelo menos, sete acionistas cujas responsabilidades são determinadas conforme suas ações. Assim, é o tipo de sociedade adotado por grandes corporações, nas quais as decisões precisam de tempo para serem discutidas e avaliadas pelo conselho de acionistas.


Portanto, são empresas que podem ter capital dividido em capital aberto (valor pode ser negociado na bolsa de valores) e capital fechado ( não permite a negociação na bolsa de valores). 


Sociedade em Nome Coletivo

Neste formato é estabelecido que todos os sócios da empresa respondem igualmente por obrigações financeiras e fiscais. Também permite que os sócios estipulem as suas responsabilidades dentro do Contrato Social, independente de equidade. 


Sociedade em Comandita Simples

Este é um formato de sociedade mais complexo, em que as obrigações são divididas entre os sócios conforme seus deveres financeiros e fiscais, e devem estar discriminadas no Contrato Social. A divisão se dá de duas formas:


  • os comanditados - aqueles que possuem obrigações fiscais do negócio;
  • os comanditários - os que possuem obrigações somente com relação ao valor da sua cota de participação na sociedade.


É comum que neste tipo de empresa o nome dos sócios esteja acompanhado de alguma expressão que indique esse formato como, por exemplo, & Cia.


Sociedade Comandita por Ações

É aquela em que o capital dividido é dividido em ações. No entanto, as responsabilidades sociais são ditadas por um diretor nomeado e não por acionistas. 


Neste caso, não há proteção de bens dos sócio em casos como falecimento (exceto quando o capital da empresa estiver negativo). E a saída de um dos sócios precisa ser decidida por todos os sócios em conjunto.

Cooperativa

Este modelo de Sociedade exige a participação de pelo menos 20 pessoas para formar essa sociedade. Além disso, todos os associados podem participar de forma limitada ou ilimitada, dependendo se os sócios respondem somente pelo valor da sua cota de participação ou pelas obrigações do negócio como um todo. 

Sociedade em Conta de Participação

Para formar uma sociedade em conta de participação, é preciso ter dois ou mais sócios, e é voltada exclusivamente para comércio, em que pelo menos um dos sócios é comerciante, não havendo registo de firma social.


Tem como vantagem menos burocracias quando comparada a outros casos e possui um prazo específico para o fim da sociedade.


Sociedade de Advogados

Este é um tipo diferente de sociedade já que atende a profissionais do Direito credenciados de forma a exercer a função na constituição de uma sociedade simples ou uma sociedade unipessoal de advocacia (SUA).


Sendo assim, o advogado pode participar apenas de uma sociedade e, conforme a legislação, o nome dessa sociedade deve fazer referência a um dos associados.


Conclusão

Diante de tantas possibilidades, na área de constituir a sociedade, o ideal é procurar a orientação e assessoria de uma contabilidade ou contador para determinar o melhor tipo de sociedade para o seu caso.


Apesar disso, normalmente, o tipo de sociedade mais utilizado pelos brasileiros é a sociedade limitada. Já na área do Direito, a opção é pela sociedade unipessoal de advocacia e não podemos esquecer as cooperativas que têm papel importante na sociedade.

Digital Storytelling: A estratégia para conquistar a sua audiência


Se existe um método que vem ganhando cada vez mais espaço no meio digital e no marketing em si, esse método é o storytelling. Empresas vêm adotando essa forma de contar histórias e narrativas para envolver mais seu público e aumentar o número de leads e clientes.


Mas essa prática já é antiga, utilizada por escritores, até mesmo por jogadores de RPG de mesa e que hoje em dia se torna quase que essencial para criar certos vínculos com as pessoas que se interessam pelos serviços e produtos da marca.


Com isso em mente, o texto de hoje irá abordar o Digital Storytelling, mostrando o que é essencial para fazer com que o trabalho apenas ganhe mais espaço, quais os pontos positivos, benefícios e como aplicar no dia a dia de sua organização.


Não importa se estamos falando de uma empresa de projetos estruturais ou uma loja de produtos geek, sempre que conseguimos utilizar histórias para chamar a atenção das pessoas, a chance de sucesso do produto aumenta bastante.


Histórias tem o poder de gerar muito interesse em todo tipo de público, sejam elas mais técnicas ou até mesmo mais lúdicas. Ela consegue envolver, despertar gatilhos mentais e até mesmo tornar a aquisição de um produto ou a jornada de compra diferente.


Um leigo pode não se interessar por serviço de calibração, mas, se contada da maneira correta, as histórias digitais genuínas conseguem impactar o público. Em outras palavras, elas são poderosas e podem manter a fidelidade e chamar pessoas para o seu negócio.


Por se conectarem de forma tão profunda e natural com as pessoas, o conceito de Storytelling vem sendo cada vez mais desenvolvido, buscando sempre impactar pessoas e modos de ser expandido, afinal, de nada adianta uma grande história se ela ficar parada em sua gaveta.


E mesmo que estejamos falando de uma consultoria ambiental, vale muito mais a pena investir em histórias curtas com bom potencial do que em longa que pode ser apressada, mal acabada e tomar muito tempo do seu público.


Com isso em mente, os tópicos a seguir irão melhorar explorar o tema e te deixar ciente do que é necessário e como aplicar o storytelling em sua empresa, também destacando alguns benefícios que com toda certeza serão muito úteis ao longo do tempo que utilizar essa estratégia.

Conheça quais são os principais requisitos

Agora que já ficou mais claro como o storytelling pode ser muito bem aproveitado pela sua marca, chegou o momento de se aprofundar mais no tema e entender como ele é utilizado e quais os requisitos para que a sua marca o insira em seu negócio.


Assim como é preciso ter em mente alguns passos e até mesmo técnicas para se criar e instalar um forro de fibra mineral modular, com o método do storytelling não é diferente. Ele utiliza de diversas ideias que podem ser bem organizadas para a sua construção.


Ou seja, para que ele seja melhor desenvolvido e, consequentemente, mais eficaz, é preciso que:


  • Se tenha um foco do produto;
  • Uma boa narrativa;
  • Personalidade de marca forte;
  • Utilize a cultura pop.


Cada um desses insights ajudam não só a aumentar o alcance e efetividade do método, mas também a conversar e se conectar com um maior número de pessoas, garantindo que elas se sintam representadas ou no mínimo, interessadas no que a marca tem a dizer.


Quando a sua empresa decide qual produto será utilizado o storytelling, independentemente se é algo mais simples ou um controlador de acesso, isso ajuda na identificação do cliente, ou seja, a organização precisa mostrar que esses serviços e o benefício de aquisição estão presentes no produto e que o cliente pode conseguir isso.


Já quando pensamos em narratologia, é preciso desenvolver uma história que seja boa, simples e que cative o público. 


Histórias muito complexas são interessantes, mas depende da hora e do momento, e é muito mais fácil conquistar o público de forma rápida, sem fazer com que pensem muito sobre o assunto.


Isso não significa que não é preciso ter zelo ou que irá desenvolver uma história qualquer para seu papel Interfolha. Significa apenas que menos é mais e, às vezes, por querer inovar, acabamos colocando elementos demais, afastando o público-alvo.


A personalidade da empresa, a essência da mesma, conta muito nessas horas pois, se até o momento ela sempre foi uma marca genérica, pode demorar mais ou o storytelling terá menos impacto do que o esperado. É preciso trabalhar os arquétipos da marca.


Por isso é tão importante o diferencial, trabalhar nas redes sociais e saber os valores e a missão da marca. Esse tipo de atitude não só faz com que a sua organização tenha mais autoridade no segmento de mercado, como impulsiona as estratégias de produto.


Por fim, mas não menos importante, pensemos em um estudo de seletividade elétrica precisa estar de alguma forma ligado a cultura pop, com os assuntos que bombam no momento e essa pode ser uma ótima oportunidade para utilizar seu storytelling.


Não importa se irá abordar bandas, super heróis ou assuntos do mundo geek. 


O que importa é como irá construir sua narrativa de forma que consiga atrair esses públicos que são muito engajados e conseguem fazer com que até um serviços de implantação de servidores consiga ter muita relevância, mesmo que seja do meio deles.


Portanto, utilize seus canais de comunicação, redes sociais e invista bastante no marketing. Isso fará com que cada vez mais pessoas não só conheçam a sua marca, mas que atribuam certo valor a ela por se preocupar na maneira como transmite suas ideias.


Isso sem mencionar ainda que métodos diferentes se destacam no mercado pelo simples fato da empresa não ficar presa nos modos tradicionais. É uma excelente oportunidade de mostrar ao seu segmento de mercado para que a sua organização veio.

Os benefícios do digital storytelling

Entendemos até o momento o conceito do digital storytelling e como ele é essencial para se criar um diferencial nos dias de hoje. Portanto, chegou a hora de compreender seus benefícios e do que a sua empresa pode usufruir. Confira os tópicos abaixo.

01 - Transmite muita personalidade

Como dito ao longo do texto, o storytelling cria um grande diferencial no mercado e é muito atrativo para o público, principalmente para aqueles que ainda não estão acostumados a esse tipo de estratégia. 


O simples fato de sua empresa contratar pessoas dedicadas a isso, ter uma equipe responsável por desenvolver as histórias e conectá-las de forma que crie conexão com o público já mostra uma certa autoridade no mercado e estilo de expansão muito forte.


Em outras palavras, mostra para todos que a sua empresa está conquistando seu espaço e fará isso de forma diferente e única, consolidando uma maior base de clientes e gerando leads de forma muito natural e orgânica.

02 - Atinge em cheio o emocional

Uma boa história é aquela que mexe com a gente de alguma forma e, seja em filmes, livros ou jogos, cada história possui um objetivo e, quando ela é desenvolvida de maneira eficiente, não só atinge nosso emocional mas causa um marco em nós.


Portanto, pense que como irá estruturar suas histórias para que façam seus leads e clientes refletirem sobre, pensarem nela e até mesmo indicar seus produtos, serviços e a própria marca para outras pessoas, querendo que seus amigos sintam o mesmo que eles.


O mais importante de tudo é não criar histórias falsas e tentar mascarar elas de forma a forçar o consumidor a acreditar que são. Isso não só pega mal para a empresa como faz com que perca credibilidade.

03 - Produção de conteúdo constante

Para que uma empresa consiga crescer e ganhar público nos dias atuais é preciso criar conteúdo constantemente para que os usuários consumam e, consequentemente, voltem para o site, blog ou página da marca procurando por mais.


O storytelling é praticamente um método onde a sua organização estará o tempo todo gerando conteúdo para o público, fazendo com que mais pessoas voltem para o site buscando por novas experiências e consigam enxergar o real valor daquilo.


As pessoas estão na internet para consumir conteúdo e, independentemente do ramo da sua empresa, é necessário que o faça para que assim continue sendo relevante e não se perca no tempo, insistindo em estratégias que não dão o mesmo retorno.


Com o storytelling ao seu lado, é possível envolver o cliente e criar histórias únicas, fazendo com que a fidelização e lealdade deles cada vez mais se torne mais poderosa.


O digital storytelling é uma excelente estratégia para atrair cada vez mais público e fazer com que sua empresa ganhe espaço. Continue estudando-o ao máximo para aprimorar ainda mais a sua técnica e causar a diferença em seu segmento de mercado.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

14.4.22

Budget e forecast: conheça como pode ajudar no orçamento corporativo


Budget (orçamentos) e forecasts (previsões) são ferramentas de gestão financeira que as empresas usam para estabelecer planos para o futuro. Embora termos semelhantes, budget e forecast são usados ​​de forma diferente pelos profissionais financeiros. 

Um escritório de serviço de contabilidade utiliza do budget para mostrar a direção onde a administração deseja levar a empresa no período de um ano, enquanto que usa do forecast para levantar dados históricos ​​para prever os resultados financeiros futuros.

Ambos dependem de relatórios e análises, mas há várias diferenças entre o orçamento e a previsão de uma empresa. Neste artigo, definimos orçamentos e previsões e como criar uma previsão de orçamento para que você possa ajudar sua organização.

O que é o budget?

Um budget é um esboço financeiro que detalha o que uma empresa espera que ocorra ao longo de um período de tempo. As características dos orçamentos incluem:

  • Fluxos de caixa esperados;
  • Estimativas de receitas e despesas;
  • Geralmente criado uma vez por ano;
  • Redução da dívida esperada.

Comparado com os resultados reais para calcular as variações dos números esperados, a administração pode tomar medidas para atender às expectativas orçamentárias, como alterar a remuneração dos funcionários e fazer avaliação patrimonial.

O budget não só quantifica o seu plano de execução, mas também serve para examinar a viabilidade do seu plano, a situação financeira esperada e as necessidades de endividamento, além de uma técnica de controle para avaliar o desempenho real. 

Ele é geralmente de curto prazo por natureza, feito para a duração máxima de um período contábil e ele é sempre elaborado antes da implementação do plano e pode ser ajustado para melhor gerenciar as operações da empresa.

O que é o forecast?

Uma previsão de negócios é uma ferramenta financeira que usa dados passados ​​para estimar tendências e resultados futuros. Uma empresa depende de previsões para tomar decisões sobre o budget, desenvolvimento de produtos e apelo aos clientes.

As empresas também usam forecasts para prever como serão suas operações, alcance de clientes, potencial de receita e lucratividade em um momento específico no futuro. 

Geralmente, as previsões criam projeções anuais, mas uma empresa de soluções ambientais resolveu inovar e criou previsões que estimam vários anos à frente. As características do forecast incluem:


  • Projeção prevista do crescimento financeiro esperado para um período;
  • Previsões não são comparadas com os resultados reais;
  • Geralmente limitado às principais receitas e despesas;
  • Pode ser usado para planejamento de curto e longo prazo;
  • Atualizado regularmente, geralmente mensal ou trimestralmente.

Existem três tipos principais de previsões: geral, de vendas e financeira.

Geral

Uma previsão geral de negócios abrange vários elementos, como: informações sobre a posição financeira atual e receitas e despesas projetadas; dados históricos e atuais sobre a demanda econômica e tendências de mercado passadas e atuais para projetar a atividade de mercado futura.

Vendas

A previsão de vendas, por sua vez, envolve uma análise dos números de vendas passados ​​e atuais e algumas estimativas sobre os produtos ou serviços que uma empresa vende, como custos projetados de fabricação de produtos e o lucro total que uma empresa espera.

Financeira

Por fim, uma previsão financeira cria uma visão geral da posição financeira atual e projeta estimativas futuras sobre detalhes financeiros, como: despesas e custos, por exemplo, despesas fixas, variáveis ​​e únicas, custo das mercadorias vendidas e despesas gerais.

Mas afinal, qual a diferença? 

Uma vez elaborado, o budget é ajustado com menos frequência, somente quando há mudanças nas premissas utilizadas para fazê-lo. Por conta disso, ele é mais estático por natureza.

Em contraste, as previsões são ajustadas com mais frequência para variar as premissas, bem como as mudanças ambientais e, portanto, incluem os dados mais recentes e relevantes a qualquer momento

Um advogado direito do consumidor utiliza o budget como uma ferramenta tática que o ajuda a gerenciar suas operações durante um período contábil. Ele também utiliza o forecast como estratégica para planejar o crescimento de seu escritório.

Os orçamentos fornecem metas para desempenho futuro e, portanto, são usados ​​para análise de variação de resultados reais versus resultados esperados. As previsões são apenas projeções: elas não fornecem nenhum parâmetro de desempenho para comparar os resultados reais com os resultados previstos.

Juntos, eles ajudam você a pintar uma imagem melhor do “porquê” por trás de seus dados financeiros, em vez de apenas relatar os números. 

Sem esse quadro completo de precisão de curto prazo e visão estratégica de longo prazo, você corre o risco de transformar seu processo orçamentário no tipo tradicional de processo que causa frustração tanto para as equipes financeiras quanto para os líderes de departamento.

O que é uma previsão orçamentária?

A previsão orçamentária combina orçamento e previsão e visa prever o resultado de um orçamento futuro. Depois que um orçamento é criado, uma previsão de orçamento é criada para modelar o que os valores orçados devem alcançar.

Empresas de sistemas, por exemplo, usam estimativas de curto prazo (um a quatro trimestres) de metas e condições financeiras usando dados quantitativos. As projeções orçamentárias são uma versão de longo prazo das previsões orçamentárias.

A previsão do negócio, no entanto, pode mostrar que superou suas despesas operacionais orçadas. Nesse caso, a empresa pode atualizar sua previsão para refletir sua posição atual enquanto mantém o orçamento como está para documentar um relatório financeiro anual.

Rolling Budget vs. Rolling Forecast

O rolling forecast é uma ferramenta de planejamento financeiro que ajuda as organizações a prever continuamente seus resultados futuros.

Ele é executado normalmente em horizontes de tempo de 12, 18 ou 24 meses, permitindo que as equipes financeiras atualizem as projeções mensalmente ou trimestralmente com base nos dados reais mais atualizados.

O principal objetivo do rolling forecast é tornar seu processo de planejamento e orçamento mais dinâmico. O avanço das previsões mensalmente ou trimestralmente permite que as equipes financeiras mapeiem os cenários de uma maneira mais estratégica. 

Uma empresa de serviços de informatica utiliza dessa ferramenta na construção de premissas financeiras que leva a previsões mais precisas e cria uma base para previsões ágeis.

As previsões contínuas fornecem a perspectiva em tempo real necessária para passar de relatórios sobre se suas previsões estavam ou não corretas para fornecer recomendações acionáveis ​​para atingir as metas da empresa.

Em vez de relatar a precisão do seu plano anual, você pode ter conversas mais granulares com controlador de acesso sobre como as alterações na alocação de recursos podem melhorar o desempenho.

O rolling budget, por sua vez, traz um plano anual calculado para o ano fiscal com base nos dados históricos do ano anterior. Comparado com o rolling forecast, é o padrão de fato para o planejamento financeiro. 

Em vez de atualizar continuamente o plano com uma previsão contínua, os processos tradicionais fazem com que as equipes financeiras trabalhem com departamentos individuais para criar uma visão estática das projeções de receitas e despesas da empresa.

Como fazer uma previsão?

Pois bem, use as etapas a seguir para criar uma previsão precisa que pode ajudá-lo a permanecer no caminho certo para atingir as metas financeiras:

Reúna dados passados ​​e atuais

Colete todos os dados financeiros do ano passado até o período atual. Isso inclui receitas e despesas totais. 

Por exemplo, uma empresa de serviço de calibração divide sua receita total em subconjuntos como receita de vendas, receita de empresas parceiras e retornos de investimentos. 

Separe as despesas de acordo com custos fixos, custos variáveis ​​e pagamentos únicos. Liste essas informações em um documento organizado.

Faça uma análise preliminar

Depois de reunir todas as informações financeiras passadas e atuais, faça uma avaliação para ter uma ideia melhor das projeções de receitas e despesas a serem definidas. Procure tendências ao longo do período para identificar aumentos e diminuições nos lucros e custos. 

Encontre suas médias de receita e despesa e use esses dados como base para construir sua previsão.

Defina um prazo de orçamento

Estabeleça o prazo para medir, como um período anual, trimestral ou mensal. Adote uma abordagem conservadora do orçamento dentro do período definido, subestimando seu potencial de receita e planejando suas despesas.

Estabeleça expectativas de receita

Crie uma estimativa realista de sua meta de receita para o período com base em seu histórico de ganhos anteriores. Estabeleça isso como sua meta de linha de base para que você possa criar um plano de ação para implementar estratégias que o ajudem a atingir seu objetivo. 

Além disso, se você tiver formas adicionais de renda, como investimentos e ações, projete um valor realista e conservador que espera ganhar no final do período.

Estabeleça as despesas projetadas

Liste seus custos esperados, como despesas operacionais, e seus pagamentos fixos, como pagamentos de hipotecas e empréstimos.

Seja menos conservador com essa projeção e defina seu orçamento de acordo com o valor médio mais alto de suas despesas anteriores. Isso pode ajudá-lo a planejar estratégias de redução de custos e aumento de receita.

Crie um fundo de contingência

Separe um valor específico como um fundo de contingência no qual você pode contar em caso de custos inesperados ou emergências que surjam durante o período. 

Considere um valor que possa cobrir pelo menos dois meses de operações comerciais para que você tenha alguma cobertura disponível caso precise.

Implemente seu orçamento

Depois de delinear todos os detalhes financeiros do seu negócio e estabelecer suas projeções, é hora de implementar o orçamento.

Neste momento, uma previsão usa as informações de um orçamento para fornecer uma compreensão mais profunda do que você pode fazer para permanecer alinhado com seu orçamento.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

4.2.22

Direitos na Justa causa

A demissão por justa causa é a pior forma de rescisão para o trabalhador, já que nela ele receberá apenas os dias trabalhados, não poderá sacar o FGTS e nem dar entrada no seguro-desemprego.

Mas sabia que essa demissão somente pode ser aplicada em casos gravíssimos? Apenas quando a relação de trabalho ficar insustentável por culpa do trabalhador, como um furto por exemplo.

A justa causa possui diversos requisitos para ser aplicada corretamente, e caso não sejam preenchidos ela pode ser revertida em uma ação trabalhista, inclusive, a cada 10 justas causas aplicadas 8 são revertidas na justiça do trabalho.

Então venha aprender hoje como funciona a justa causa, quais são seus requisitos, o que você irá receber e muito mais, boa leitura.

Justa causa – Requisitos

A justa causa somente pode ser aplicada quando tivermos um ato grave cometido pelo trabalhador, algo que torne insustentável a continuidade do trabalho.

Os atos que podem levar a demissão por justa causa estão previstos no artigo 482, são eles:

Art. 482 - Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador:

a) ato de improbidade;

b) incontinência de conduta ou mau procedimento;

c) negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for prejudicial ao serviço;

d) condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execução da pena;

e) desídia no desempenho das respectivas funções;

f) embriaguez habitual ou em serviço;

g) violação de segredo da empresa;

h) ato de indisciplina ou de insubordinação;

i) abandono de emprego;

j) ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa, ou ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;

k) ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;

l) prática constante de jogos de azar.

m) perda da habilitação ou dos requisitos estabelecidos em lei para o exercício da profissão, em decorrência de conduta dolosa do empregado. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)
Parágrafo único - Constitui igualmente justa causa para dispensa de empregado a prática, devidamente comprovada em inquérito administrativo, de atos atentatórios à segurança nacional. (Incluído pelo Decreto-lei nº 3, de 27.1.1966)

Porém, observando bem todas essas condutas são genéricas e somente elas são muito difíceis dizer se o trabalhador pode ser demitido por justa causa ou não.

Por isso, existem os requisitos da demissão que veremos, que facilita para entender se aquela demissão pode ser sida aplicada ou não.

• O primeiro requisito é que a conduta do trabalhador esteja enquadrada em alguma das situações acima, como indisciplina, ou prática de jogos de azar, caso a conduta do trabalhador não esteja dentro do rol acima, não será possível demiti-lo por justa causa.

• O segundo é que a demissão por justa causa seja aplicada de forma quase imediata ao ato cometido pelo trabalhador, é o requisito da imediatidade.

Caso a empresa demore um mês após o trabalhador ter realizado algum ato visto acima, ele será considerado perdoado pela empresa e não poderá ser demitido.

Digamos que um trabalhador é pego furtando pela empresa, ela precisa fazer a demissão o mais rápido possível, se ela quiser demitir apenas 2 meses depois, essa demissão será nula.

Assim, é muito importante verificar a data que o trabalhador cometeu algum erro e a data da demissão.

• O terceiro requisito determina que o trabalhador não pode ser punido duas vezes pelo mesmo ato, sob pena da punição ser inválida.

Por exemplo, trabalhador briga no serviço e recebe uma suspensão e ao retornar da suspensão é demitido por justa causa, essa demissão será nula, já que o trabalhador já foi punido.

• Por último um dos requisitos mais importantes, da proporcionalidade, esse requisito determina que a empresa não pode punir um ato leve com uma punição pesada.

Por exemplo, trabalhador chega um dia atrasado, concorda comigo que não é uma falha grave suficiente para a justa causa, ela é desproporcional ao ato do trabalhador.

Agora, um trabalhador que furta de empresa comete uma falha muito grave e assim pode ser punido com a justa causa.

Claro, esse requisito pode levar muitas discussões sobre qual grave é uma falha do trabalhador, mas lembre-se, a justa causa é a pior forma de punição e exige um erro gravíssimo do funcionário.

O que irei receber

Como dissemos, na justa causa você apenas receberá:

• Os dias trabalhados;
• Férias vencidas, ou seja, férias que você já tinha direito a tirar, mas não tinha tirado.

Apenas isso, não receberá férias proporcionais ou décimo proporcional, não cumprirá aviso prévio, não poderá sacar o FGTS e nem dar entrada no seguro, é algo realmente prejudicial ao trabalhador.

Reversão da justa causa

Agora que vimos tudo sobre a justa causa, é importante explicar quais seus direitos quando ela for aplicada.

A justa causa precisa que todos os requisitos que vimos sejam cumpridos, caso não seja cumprido um requisito ela já será nula.

Ela sendo nula, você poderá entrar com uma ação trabalhista pedindo a reversão dela para uma demissão normal, isso quer dizer na prática que você receberá:

• Férias e décimo terceiro proporcional;
• Aviso prévio indenizado;
• Multa de 40% do FGTS
• Sacar FGTS e dar entrada no seguro.

Ou seja, será como uma demissão normal, mas aqui é essencial contar seu caso para um advogado trabalhista para que ele possa analisar a situação e as provas para verificar se é possível entrar com a ação.

Caso tenha direito não deixe de procurar seus direitos, esperamos que tenhamos conseguido te ensinar muito mais sobre a demissão por justa causa e que seja muito útil na sua vida profissional.

18.1.22

Product placement: Saiba o que é e como usar na sua empresa


Independente se você nunca ouviu falar em product placement,o fato é que você certamente já viu na prática.

Essa é uma estratégia de comunicação e publicidade que se baseia na introdução natural, sejam de marcas ou de produtos específicos em conteúdos de entretenimento, tais como:

  • Séries;
  • Filmes;
  • Jogos;
  • Revistas.

É muito comum a identificação desses produtos em cenas, que geram identificação, além de um vínculo de confiança com o público.

Essa estratégia ganha cada vez mais força, em contrapartida ao que ocorre nos anúncios tradicionais, que perderam muito de sua relevância.

Neste artigo abordaremos o product placement, o que ele significa e, porque é um formato tão importante para as marcas. 

Aqui abordaremos os principais conceitos no que tange esse tema, além de pontuar as principais vantagens dessa estratégia no marketing.

A relação do público com os comerciais

Ao pensar nos anos dourados da televisão, remetemos a um tempo em que assistir a um programa era um importante evento.

No meio da programação haviam as propagandas, como de um serviço de calibração, das quais era impossível fugir, e então o espectador ficava diante de diversos anúncios.

O fato é que a tolerância a estes anúncios foi se tornando cada vez menor com o tempo, e a propaganda na televisão foi perdendo sua força.

Com o desenvolvimento das tecnologias, entre elas um grande destaque para os smartphones, o interesse e disponibilidade para consumir esse tipo de conteúdo foi se reduzindo.

Afinal, ao começar a propaganda basta ligar o aparelho e buscar algo que lhe interessa, de forma simples, instantânea e interativa.

Além disso, as plataformas de streaming e a grande vastidão de conteúdos disponibilizados em diversas plataformas na internet, mudou o comportamento de consumo da audiência.

Era necessário que a forma de fazer propaganda se adaptasse a esse novo comportamento, se adequando aos padrões dos consumidores.

Era preciso inovar nas soluções e o product placement veio como uma excelente resposta para essa necessidade, um reflexo direto de um eficiente desenho e melhoria de processos.

Da mesma forma, o comportamento de compra dos consumidores se alterou, não sendo mais feitas a partir das tradicionais propagandas.

É fundamental obter a identificação do público com o contexto, com a marca, o produto ou serviço em questão.

Nesse sentido, ao colocá-los em uma trama que já tenha essa identificação, seja com os personagens, situações ou temáticas, traz um grande favorecimento no que tange a receptividade do público.

O que é product placement?

Mas afinal, o que o product placement? Esse é o nome usado para definir a estratégia na qual os produtos e marcas são anunciados de forma natural em uma produção audiovisual qualquer.

Os atores interagem de forma natural com os produtos, que não são vendidos como nos anúncios tradicionais. Eles simplesmente fazem parte das cenas, assim como os demais elementos.

É como um software gestão de ativos de TI que aparece sendo utilizado em uma série ou em um filme.

Outra situação do product placement, feito de forma mais direta, é quando existe uma abordagem sobre o produto na fala, mas de forma altamente espontânea, dentro do script da cena.

Perceba como isso é diferente do merchandising, no qual é realizada uma ação direta para divulgar o produto. 

Neste caso, o grande objetivo é a exposição direta e clara de um determinado produto, seguindo a linha dos tradicionais anúncios.

Isso ocorre quando apresentadores pontuam, por exemplo, os benefícios de se buscar uma cota contemplada sugerindo as melhores opções de consórcio.

Entres as principais diferenças para as demais estratégias de marketing são questões como contexto e a ambientação do produto.

Conceitos principais no product placement

Nesta forma de publicidade indireta, alguns conceitos são importantes para sua compreensão.

Pontuamos a seguir o conceito de Script Placement, Screen Placement e de Plot Placement

Script Placement

O script placement refere-se ao formato verbal, ou seja, quando um produto ou marca é citado ao longo do conteúdo.

Esse formato, muito comum em séries e novelas, envolve a pausa na trama, permitindo que a mensagem de uma assessoria contábil seja transmitida.

Screen Placement

O screen placement refere-se ao formato visual, quando um determinado produto ou um logotipo é exibido de forma mais ostensiva. Isso é feito de forma independente a uma menção direta a ele.

Plot Placement

Já o plot placement compreende uma ação mais integrada, fazendo com que o produto ou o serviço ganhe papel de destaque na história, ou seja, seja parte da trama.

O plot placement é um conceito muito aplicado no branded content, projeto em que o anunciante cria para seu público uma opção de entretenimento.

Ao desenrolar da história, os features da marca de sua empresa de equipamentos para internet vão sendo trabalhados, de forma contextualizada.

Vantagens do product placement no marketing

Basta pensar em alguns exemplos de product placement, como no longa-metragem “Náufrago”, do diretor Robert Zemeckis.

Neste filme protagonizado por Tom Hanks existe o aparecimento da marca FedEx desde o início da história, além da bola de vôlei da marca Wilson, sendo praticamente um personagem coadjuvante.

Essa colocação de produtos e marcas em conteúdos audiovisuais vem se mostrando como uma exponencial fonte de atração dos espectadores.

No product placement um produto como um programa gestão comercial é colocado dentro do contexto natural da trama, mas de forma criteriosa para lhe dar uma visibilidade clara e valorizada.

Nesse formato de marketing de promoção, o produto não é o foco, mas se destaca e se encaixa perfeitamente no contexto.

Pontuamos a seguir as três principais vantagens do product placement no marketing de um produto, serviço ou marca.

  1. Criação de demanda

Apresentando o produto para seu público-alvo de forma sutil e incorporado a outra forma de mídia, desperta-se o interesse naturalmente.

Um grande exemplo é o filme “Homem-Aranha: No Aranhaverso”, no qual o personagem principal está usando um tênis Nike Air Jordan ao longo das aventuras.

Após seu lançamento se iniciou uma corrida de crianças e adolescentes na busca por este item de vestuário.

  1. Custo-benefício

O custo para se fazer product placement não é baixo, estando de acordo com a mídia escolhida.

No entanto, o retorno vindo dessa prática é alto também, o que faz com que tenha um excelente custo-benefício.

Como um bom exemplo temos a marca de chocolates Hershey’s que obteve um aumento de 65% em suas vendas após colocar o produto em uma cena do filme de Steven Spilberg, “E.T. O Extraterrestre”.

  1. Alimenta a relevância

Não é somente nos lucros que o product placement atua. Ele está diretamente ligado ao aumento do reconhecimento da marca.

Este índice pode aumentar em 20%, para uma marca que se insira naturalmente em programas de TV, filmes, séries e novelas.

Segundo a NextMedium, esse índice pode chegar em 43% quando se tratam de programas emocionalmente envolventes.

A associação positiva do público-alvo com a produção escolhida é o gera uma boa associação do produto ou da marca, como de uma empresa de conserto de fricção que aparece em uma novela de sucesso.

Considerações Finais

Para que um produto seja bem-sucedido no mercado é fundamental contar com a implementação de estratégias de marketing de alta eficiência.

Neste sentido, o product placement se destaca entre as formas inovadoras de anunciar um produto de forma palatável para consumidores que seguem um novo comportamento no que tange o consumo de anúncios.

Falamos aqui sobre essa modalidade que faz com que haja influência da marca sobre o interlocutor, mas de forma sutil.

Seu grande objetivo é gerar influência positiva sob a percepção de um produto para que o público seja influenciado, tornando-se um consumidor.

O product placement não é uma estratégia nova, aparecendo em grandes clássicos como o filme “O show de Truman”, com Jim Carey.

Neste longa que traz uma crítica a estratégia, são introduzidas mais de 60 marcas ao longo de suas cenas.

Existem diversos outros exemplos, como o brinquedo Senhor Cabeça de Batatas, nas produções da Pixar “Toy Story”, ou ainda na série da Netflix “La Casa de Papel” em que a cerveja Estrella Galicia aparece diversas vezes nos momentos de comemoração.

Perceba a importância da identificação do público com o conteúdo apresentado para que realmente a estratégia tenha seu potencial explorado.

Entre os grandes benefícios da implementação da colocação de produtos em outros conteúdos, se destacam a criação da demanda, o bom custo-benefício e a alimentação da relevância da marca.

Para uma estratégia de sucesso é elementar estar em sintonia com o perfil do público, alinhando o marketing aos desejos do próprio consumidor.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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