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1.7.22

Legislação para e-commerce: como funciona e como administrar os impostos?


Muitas pessoas que querem começar seu próprio negócio colocam como um dos grandes empecilhos para isso o número alto de impostos que precisam ser pagos pelas empresas.

 

Isso é especialmente difícil quando se está no início e você ainda começa a dar os primeiros passos no mundo comercial.

 

Inclusive, esse é o motivo pelo qual as pessoas sempre tentam encontrar as maneiras menos burocráticas de se fazer negócio. Sendo assim, um dos caminhos que muitos procuram é o e-commerce.


Fazer negócios pela internet pode ser muito mais simples do que ter um grande espaço físico, mas claro que isso não significa que você vai estar totalmente livre de impostos. Existem, é claro, aqueles que são obrigatórios de qualquer maneira, e por essa razão, quem vai começar esse tipo de negócio precisa ter atenção.

 

Trabalhar na internet pode até ser mais fácil e mais econômico, mas não isenta você de certas obrigações. É importante que todo comerciante tenha ciência do que precisa pagar para que não acabe tendo nenhum tipo de problema na justiça no futuro.


Estamos aqui justamente para ajudá-lo nesse processo. Sabemos que se informar sobre como a legislação funciona quanto aos impostos cobrados e pagos pelo e-commerce pode ser uma tarefa difícil, e, diante disso, passaremos alguns esclarecimentos sobre o assunto.

 

Regras para o e-commerce

 

O e-commerce tem crescido ano após ano. Só em 2021 foram mais de 1,59 milhões de empresas abertas por meio de sites, e esse número segue em expansão. Então, não é à toa que a legislação já tinha regras próprias para lidar com essa forma de fazer comércio.

 

É claro que por meio dele você vai conseguir economizar em várias coisas, como espaço vazio, salários de alguns funcionários, entre outras. No entanto, quando o assunto é imposto, é extremamente importante que você esteja com tudo em dia.

 

Você deve ter em mente os 3 principais tipos de impostos que uma loja virtual pode precisar pagar. Confira a seguir!

 

Simples Nacional

 

O Simples Nacional é o estilo de imposto mais comum que vemos por aí, principalmente em lojas pequenas. Ele se aplica para aqueles que têm faturamento de até no máximo 4,8 milhões de reais por ano.

 

Para as empresas que se enquadram nesse modelo, o imposto cobrado é uma alíquota de apenas 19% no máximo, com a cobrança feita por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional - o DAS, responsável pelo pagamento de impostos das médias e pequenas empresas.

 

Lucro Presumido

 

A partir daí começamos a falar sobre as empresas que movimentam mais dinheiro. O Lucro Presumido é cobrado de empresas que têm um faturamento anual de até 48 milhões de reais, e têm seu cálculo feito levando-se em consideração tanto o lucro total da loja virtual quanto o percentual da sua receita.

 

O que também é levado em consideração é a atividade que a empresa exerce, já que existem algumas coisas que um e-commerce faz que têm valores maiores envolvidos e, sendo assim, faz com que ele pague mais impostos também

 

Lucro Real

 

Por último, vamos falar das empresas que realmente tem um faturamento bem alto. O Lucro Real é cobrado apenas daquelas empresas que têm faturamento maior que 78 milhões de reais por ano.

 

Obviamente, esse é o tipo que se vê menos e, além disso, é visto por muitos como o mais complexo também, já contemplando também o lucro líquido em períodos de tempos diferentes.

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Cuidados que precisam ser tomados

 

Agora que você sabe quais são os tipos de impostos que são cobrados, precisa cuidar para que não exista de forma alguma uma negligência com eles.

 

Por mais que você entenda  desta área e queira fazer a contabilidade da sua empresa, afirmamos que contar com uma consultoria de contabilidade para e-commerce não significa um gasto, mas sim um investimento.

 

Isso porque você vai ter profissionais que vão lidar com questões que você não sabe lidar. Esses profissionais vão apontar erros, poderão evitar que algum imposto seja esquecido e não pago, colocando dessa forma tudo em ordem.

 

Qualquer empresário vai afirmar que não existe nada mais preocupante do que ficar refletindo sobre como lidou com essa tarefa, às vezes ficando até ansioso em procurar saber se fez tudo corretamente ou se por algum descuido algo ficou para trás.

 

As empresas que trabalham com essa área também vão se certificar que você não esteja pagando mais do que o necessário, já que eles sempre terão equipes que vão entender sobre o assunto perfeitamente.

 

Isso significa que, além de não esquecer das suas obrigações financeiras, você ainda terá a garantia de que o dinheiro que está saindo do seu bolso e que poderia estar indo para algum outro setor da empresa, não está deixando de atender nenhum compromisso.

30.6.22

Carro para empresas: como escolher o melhor?


A venda de carros para empresas possui uma nomenclatura diferenciada para esse tipo de venda. Chamada de venda direta, ela é feita para instituições que possuem CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica). 


Microempresários, profissionais autônomos com firma aberta e microempreendedores individuais (MEI) também podem aproveitar a compra facilitada.


Esse tipo de compra facilitada traz alguns benefícios, como descontos, incentivos e formas de pagamentos diferenciados. Dentro desse tipo de compra existem categorias que diferenciam os CNPJs, ou seja, produtores rurais, por exemplo,  possuem alguns benefícios que indústrias não possuem. 


Há uma variedade de modelos no mercado nacional, cada um com suas características próprias. O modelo escolhido para sua frota depende das atividades da empresa e do uso do carro. Definir as necessidades e prioridades da empresa antes de definir o veículo é primordial.


Optar por comprar veículos novos ou zero quilômetro pode ser uma ótima opção. Os modelos novos possuem garantia de fábrica e as concessionárias possuem planos especiais para carros para empresas e frotistas. Vale a pena conferir essa modalidade de compra.


Para modelos seminovos, o ideal é procurar lojas especializadas nesse tipo de veículo. Devido os carros serem de segunda mão, é necessário atenção às condições dos modelos. Optar por lojas especializadas é sem dúvida uma ótima opção. Optar por seminovos na Noxcar, por exemplo, pode ser a garantia de uma compra bem-sucedida ou, caso contrário, poderá ter dores de cabeça com os modelos adquiridos.


Abaixo iremos listar alguns dos tipos e modelos de veículos mais utilizados por empresas. Confira!

Utilitário Furgão

Furgões são ideais para transportar produtos que não podem ser expostos às intempéries. Remédios, perecíveis e produtos sensíveis ao calor são os itens mais comuns nessa lista.


Além de carroceria fechada e capacidade superior a 600kg, esse tipo de carro também pode ser customizado. É aqui que as opções de personalização, como o sistema térmico e até o sistema de refrigeração, podem ser consideradas nesse segmento.


Compactos

Se a necessidade da sua empresa é transitar em ambientes urbanos, sem a necessidade de carregar ou transportar peso, o mais indicado são os compactos. Esse tipo de carro possui uma melhor dirigibilidade, facilidade em manobrar e rapidez no trânsito de grandes centros.


Empresas que realizam visitas aos clientes ou assistência técnica podem fazer essa opção. Possuindo uma ampla gama de uso, os modelos podem ser personalizados, ou seja, com porta escadas, giro-flex, etc.

Sedãs e SUVs

Os sedãs e SUVs são ótimos para a equipe de executivos que necessitam de mais conforto, tecnologia e facilidade para realizar grandes deslocamentos. Modelos com piloto automático, conjunto de conexão wi-fi e sistema de entretenimento são opcionais que fazem total diferença para esse tipo de modelo. Porta-malas espaçosos é um ponto a favor nos sedãs e SUVs. 


Em alguns casos, esse tipo de veículo requer blindagem, assim, para que seja feito o serviço, a empresa deve entrar com pedido de autorização de blindagem de veículos no DETRAN. Somente após a autorização emitida, será permitida a blindagem do modelo.

Carros especiais

Esse tipo de modelo pode ser necessário em várias empresas. Modelos que podem ser personalizados em viaturas, ambulâncias e de deslocamento interno. Os modelos são personalizados individualmente para atender às necessidades específicas de cada empresa.

Qual o veículo ideal para uma empresa?

O carro ideal para as empresas é aquele que supre efetivamente as necessidades do negócio. É importante saber quais as necessidades de cada departamento e então definir o modelo de frota.


Algumas empresas prestadoras de serviços podem ter uma frota de vários carros diferentes, como compactos para realizar serviços ou visitar clientes e picapes que podem transportar materiais.


Se o medicamento, por exemplo, precisa ser entregue em perfeitas condições, o veículo precisará de algumas especificações como uma van com ar-condicionado que pode atender perfeitamente às necessidades.


À medida que a empresa cresce e as necessidades internas mudam, os veículos também precisam ser atualizados, renovados e trocados. 


Algumas empresas possuem como política, a realização da troca de todas as unidades da frota anualmente ou a cada dois anos. Essa política deve ser definida com setor responsável, e é só assim que se torna possível manter uma frota nova, atualizada e em boas condições de uso.

Analisar custos

Antes de escolher qualquer que seja o modelo, o correto é fazer um levantamento detalhado de custos. Assim, a empresa pode optar por uma escolha mais assertiva e poder usufruir dos carros da melhor forma possível.


Abaixo, listamos alguns dos pontos importantes durante essas análises: 


  • manutenção do veículo;
  • consumo de combustíveis e lubrificantes;
  • contratação ou não de motoristas;
  • seguro automotivo;
  • custo de aquisição do veículo, impostos e documentação.


Cabe ao gestor ou à equipe responsável analisar tais tópicos, verificar qual se encaixa melhor e assim decidir pelo tipo de carro que deverá comprar para sua empresa. Escolher o carro ou os modelos certos para sua empresa é uma tarefa difícil e requer muita atenção, porém, realizando-a da maneira correta, o sucesso na compra é garantido.

29.6.22

Saiba tudo sobre e-commerce


Você deseja potencializar o número de visitas que recebe em seu e-commerce e, assim, ter mais clientes? Este é o momento ideal para aproveitar o crescimento do mercado digital.

De acordo com um estudo realizado pela consultoria e empresa de dados Kantar, o consumo de mídia aumentou consideravelmente.

Segundo relatório divulgado pela Ebit Nielsen, no primeiro trimestre de 2021, o mercado superou o recorde do ano anterior com receita de 53,4 bilhões de reais.

Por isso, caso você queira estar entre esses percentuais positivos, continue lendo!

O que é e-commerce e para que serve?

E-commerce é a abreviação de comércio eletrônico, ou seja, toda transação comercial (compra e venda) realizada na Internet.

Hoje, quase quaisquer tipos de produtos, como alimentos, carros e imóveis, podem ser vendidos pela Internet. Com isso, muitas empresas tradicionais do varejo físico estão investindo em seu próprio e-commerce para fortalecer sua presença digital.

Caso você já tenha uma loja ou empresa física, é possível criar um e-commerce para potencializar os resultados.

Por exemplo, se você possui uma papelaria e deseja ter mais vendas em itens que estudantes de cursos ead gestão financeira utilizam — como pastas organizadoras e calculadoras — é possível abrir um e-commerce e vender para todo o país.

Tipos de comércio eletrônico

Agora que você já entendeu o que é e-commerce, é hora de conhecer mais sobre os principais modelos de e-commerce utilizados pelos varejistas. Eles são:

  • Empresa para Empresa;
  • Empresa para Consumidor;
  • Consumidor para Consumidor;
  • Direto ao Consumidor.

Preparamos os  tópicos detalhados para você ter um melhor compreendimento.

  1. B2B (Business to Business)

O B2B é um tipo de e-commerce relacionado ao comércio entre empresas. Na prática, essas marcas têm outras companhias como outros clientes ao invés de falar diretamente com o consumidor final.

Esse modelo geralmente inclui produtos como matérias-primas, autopeças e máquinas, mas também pode abranger outros tipos de mercadorias, desde que sejam para outras empresas.

As relações comerciais B2B possuem certas peculiaridades, como público-alvo limitado, maior volume de transações, processo de compra mais complexo e burocrático.

  1. B2C (Empresa para Consumidor)

O modelo B2C é o mais tradicional e corresponde a uma transação entre uma empresa e o consumidor final.

Portanto, os varejistas mais tradicionais adotam uma estratégia B2C que não exige intermediários para atender os clientes.

Algumas das características do B2C são, por exemplo, um público-alvo mais amplo, mais consumidores e preços médios de ingressos geralmente mais baixos. Esse modelo também permite que os varejistas lidem com várias categorias e vendam vários produtos.

  1. C2C (Consumidor para Consumidor)

Por sua vez, o comércio C2C é entre consumidores finais, que comercializam produtos entre eles. Esta é uma relação mais informal do que antes, pois pode acontecer por meio de redes sociais e fóruns de discussão.

Uma prática comum desse modelo é vender itens usados ​​na página para venda e troca de produtos, funcionando como um “brechó online”. Esse tipo de negócio tende a atingir um público amplo e tem um preço médio de ingresso mais baixo.

  1. D2C (Direto ao Consumidor)

O comércio atacadista é uma boa representação do modelo D2C entre fabricantes e consumidores finais. Por meio dele, os clientes podem comprar diretamente dos fornecedores e pagar um preço mais acessível.

As empresas de vendas podem ser outras companhias que não fabricantes, indústrias, franqueados, distribuidores.

Algumas das categorias que trabalham com esse tipo de relacionamento comercial são vestuário e calçados, têxteis, eletrodomésticos e automóveis.

Estratégias para ajudar a aumentar o seu negócio

Como você pode ver, investir no comércio digital não é mais uma opção que agrega vantagem competitiva ao seu negócio, mas cada vez mais é uma questão de sobrevivência da empresa.

Então, se você quer aproveitar as vendas digitais, fique atento:

  1. Pesquisa de mercado

A realização de uma boa pesquisa de mercado permite que os empreendedores identifiquem as maiores oportunidades e ameaças em seu nicho, observando os negócios concorrentes.

Para a pesquisa de mercado, as habilidades adquiridas na faculdade de vendas e marketing são extremamente valiosas.

Essas informações são fundamentais para ajudar você a entender seu público ideal e otimizar ações internas para aumentar as conversões de novos leads ou atrair potenciais compradores.

  1. Monitore o ciclo de compra

O ciclo de compra, também conhecido como jornada do cliente, é uma ferramenta poderosa para melhorar a experiência do consumidor.

Isso porque permite identificar todos os processos realizados por todos os interessados ​​em sua marca ou produto. Desde o primeiro contato com a empresa, até a finalização da compra.

Essa é uma ótima maneira de determinar o melhor momento para uma agência entrar em contato com clientes em potencial. 

  1. Melhore a experiência de compra

As compras online são tão atrativas para os consumidores devido aos inúmeros benefícios que este método de consumo oferece.

Por isso, investir na otimização para tornar a conexão com sua loja virtual mais agradável, fácil e intuitiva é fundamental para atrair clientes e melhorar suas finanças – tema que pode ser aprendido ao pesquisar por gestão financeira melhores faculdades.

Isso inclui a implementação de uma série de estratégias que visam aprimorar a apresentação do produto e da marca, oferecendo uma aparência mais agradável, maior acessibilidade e atendimento mais personalizado.

  1. Use as redes sociais

No Brasil, as pessoas passam em média 5 horas por dia navegando nas redes sociais. Essas plataformas rapidamente se tornaram um dos principais canais de entrega de informações para todos os cantos do país.

Dessa forma, utilizar esses meios de comunicação para divulgar seus produtos e marcas pode ser uma forma ideal de atingir um grupo de pessoas mais alinhadas e interessadas no que seu negócio oferece.

  1. Marketing de Conteúdo

A produção de conteúdo digital em blogs ou perfis de empresas nas redes sociais é uma medida que pode ser estudada até mesmo em um curso de gestão de pessoas online.

Ao produzir textos, infográficos, e-books, vídeos ou podcasts, as empresas conseguem construir um senso de autoridade no mercado, educar potenciais compradores sobre produtos e levá-los a investir em seus serviços.

Conteúdo originalmente desenvolvido pela equipe do blog It Business Fórum, site voltado para a veiculação de conteúdos relevantes sobre negócios, startups e estratégias para pequenas, médias e grandes empresas.

20.6.22

Sociedade empresaria: conheça os principais tipos


Você conhece os tipos de sociedade empresaria existentes no Brasil? Um dos tipos mais adotados é a sociedade limitada. Mas apesar disso, é preciso saber que existem outros que talvez sejam mais adequados à sua necessidade. Conheça quais são eles neste artigo.

Tipos de sociedade empresaria

Existem vários tipos de sociedade que se pode adotar na hora de montar a sua. Por isso, é importante conhecer o básico de cada, apesar de a sociedade limitada ser a mais utilizada. 


Além disso, consulte um contador para verificar se o tipo escolhido é realmente o ideal para seus objetivos.

Sociedade Simples

O tipo mais básico de sociedade destinado a atividades de prestação de serviços com mais de um sócio definido no capital social da empresa.  Suas normas são definidas pelo Novo Código Civil. Normalmente, é o tipo de sociedade escolhida por, advogados, médicos, artistas, entre outros.

Sociedade Limitada

Tipo de sociedade mais voltada para empresas de pequeno porte, uma vez que a responsabilidade de cada sócio é estabelecida a partir do seu capital social. É um dos modelos mais conhecidos e também um dos mais comuns de sociedade. 


Outra característica da sociedade limitada é a definição de um administrador, que não precisa ser um dos sócios, para representar legalmente a empresa. Ele é escolhido através de votação dos sócios. Além disso, seu nome deve constar no Contrato Social. 

Sociedade Anônima

Também conhecida como S/A, a Sociedade Anônima representa um modelo de sociedade com um nível de maturidade maior do que o primeiro negócio. Neste tipo de sociedade, o capital não está em nome dos sócios, mas sim, de ações.


É preciso ter, pelo menos, sete acionistas cujas responsabilidades são determinadas conforme suas ações. Assim, é o tipo de sociedade adotado por grandes corporações, nas quais as decisões precisam de tempo para serem discutidas e avaliadas pelo conselho de acionistas.


Portanto, são empresas que podem ter capital dividido em capital aberto (valor pode ser negociado na bolsa de valores) e capital fechado ( não permite a negociação na bolsa de valores). 


Sociedade em Nome Coletivo

Neste formato é estabelecido que todos os sócios da empresa respondem igualmente por obrigações financeiras e fiscais. Também permite que os sócios estipulem as suas responsabilidades dentro do Contrato Social, independente de equidade. 


Sociedade em Comandita Simples

Este é um formato de sociedade mais complexo, em que as obrigações são divididas entre os sócios conforme seus deveres financeiros e fiscais, e devem estar discriminadas no Contrato Social. A divisão se dá de duas formas:


  • os comanditados - aqueles que possuem obrigações fiscais do negócio;
  • os comanditários - os que possuem obrigações somente com relação ao valor da sua cota de participação na sociedade.


É comum que neste tipo de empresa o nome dos sócios esteja acompanhado de alguma expressão que indique esse formato como, por exemplo, & Cia.


Sociedade Comandita por Ações

É aquela em que o capital dividido é dividido em ações. No entanto, as responsabilidades sociais são ditadas por um diretor nomeado e não por acionistas. 


Neste caso, não há proteção de bens dos sócio em casos como falecimento (exceto quando o capital da empresa estiver negativo). E a saída de um dos sócios precisa ser decidida por todos os sócios em conjunto.

Cooperativa

Este modelo de Sociedade exige a participação de pelo menos 20 pessoas para formar essa sociedade. Além disso, todos os associados podem participar de forma limitada ou ilimitada, dependendo se os sócios respondem somente pelo valor da sua cota de participação ou pelas obrigações do negócio como um todo. 

Sociedade em Conta de Participação

Para formar uma sociedade em conta de participação, é preciso ter dois ou mais sócios, e é voltada exclusivamente para comércio, em que pelo menos um dos sócios é comerciante, não havendo registo de firma social.


Tem como vantagem menos burocracias quando comparada a outros casos e possui um prazo específico para o fim da sociedade.


Sociedade de Advogados

Este é um tipo diferente de sociedade já que atende a profissionais do Direito credenciados de forma a exercer a função na constituição de uma sociedade simples ou uma sociedade unipessoal de advocacia (SUA).


Sendo assim, o advogado pode participar apenas de uma sociedade e, conforme a legislação, o nome dessa sociedade deve fazer referência a um dos associados.


Conclusão

Diante de tantas possibilidades, na área de constituir a sociedade, o ideal é procurar a orientação e assessoria de uma contabilidade ou contador para determinar o melhor tipo de sociedade para o seu caso.


Apesar disso, normalmente, o tipo de sociedade mais utilizado pelos brasileiros é a sociedade limitada. Já na área do Direito, a opção é pela sociedade unipessoal de advocacia e não podemos esquecer as cooperativas que têm papel importante na sociedade.

Digital Storytelling: A estratégia para conquistar a sua audiência


Se existe um método que vem ganhando cada vez mais espaço no meio digital e no marketing em si, esse método é o storytelling. Empresas vêm adotando essa forma de contar histórias e narrativas para envolver mais seu público e aumentar o número de leads e clientes.


Mas essa prática já é antiga, utilizada por escritores, até mesmo por jogadores de RPG de mesa e que hoje em dia se torna quase que essencial para criar certos vínculos com as pessoas que se interessam pelos serviços e produtos da marca.


Com isso em mente, o texto de hoje irá abordar o Digital Storytelling, mostrando o que é essencial para fazer com que o trabalho apenas ganhe mais espaço, quais os pontos positivos, benefícios e como aplicar no dia a dia de sua organização.


Não importa se estamos falando de uma empresa de projetos estruturais ou uma loja de produtos geek, sempre que conseguimos utilizar histórias para chamar a atenção das pessoas, a chance de sucesso do produto aumenta bastante.


Histórias tem o poder de gerar muito interesse em todo tipo de público, sejam elas mais técnicas ou até mesmo mais lúdicas. Ela consegue envolver, despertar gatilhos mentais e até mesmo tornar a aquisição de um produto ou a jornada de compra diferente.


Um leigo pode não se interessar por serviço de calibração, mas, se contada da maneira correta, as histórias digitais genuínas conseguem impactar o público. Em outras palavras, elas são poderosas e podem manter a fidelidade e chamar pessoas para o seu negócio.


Por se conectarem de forma tão profunda e natural com as pessoas, o conceito de Storytelling vem sendo cada vez mais desenvolvido, buscando sempre impactar pessoas e modos de ser expandido, afinal, de nada adianta uma grande história se ela ficar parada em sua gaveta.


E mesmo que estejamos falando de uma consultoria ambiental, vale muito mais a pena investir em histórias curtas com bom potencial do que em longa que pode ser apressada, mal acabada e tomar muito tempo do seu público.


Com isso em mente, os tópicos a seguir irão melhorar explorar o tema e te deixar ciente do que é necessário e como aplicar o storytelling em sua empresa, também destacando alguns benefícios que com toda certeza serão muito úteis ao longo do tempo que utilizar essa estratégia.

Conheça quais são os principais requisitos

Agora que já ficou mais claro como o storytelling pode ser muito bem aproveitado pela sua marca, chegou o momento de se aprofundar mais no tema e entender como ele é utilizado e quais os requisitos para que a sua marca o insira em seu negócio.


Assim como é preciso ter em mente alguns passos e até mesmo técnicas para se criar e instalar um forro de fibra mineral modular, com o método do storytelling não é diferente. Ele utiliza de diversas ideias que podem ser bem organizadas para a sua construção.


Ou seja, para que ele seja melhor desenvolvido e, consequentemente, mais eficaz, é preciso que:


  • Se tenha um foco do produto;
  • Uma boa narrativa;
  • Personalidade de marca forte;
  • Utilize a cultura pop.


Cada um desses insights ajudam não só a aumentar o alcance e efetividade do método, mas também a conversar e se conectar com um maior número de pessoas, garantindo que elas se sintam representadas ou no mínimo, interessadas no que a marca tem a dizer.


Quando a sua empresa decide qual produto será utilizado o storytelling, independentemente se é algo mais simples ou um controlador de acesso, isso ajuda na identificação do cliente, ou seja, a organização precisa mostrar que esses serviços e o benefício de aquisição estão presentes no produto e que o cliente pode conseguir isso.


Já quando pensamos em narratologia, é preciso desenvolver uma história que seja boa, simples e que cative o público. 


Histórias muito complexas são interessantes, mas depende da hora e do momento, e é muito mais fácil conquistar o público de forma rápida, sem fazer com que pensem muito sobre o assunto.


Isso não significa que não é preciso ter zelo ou que irá desenvolver uma história qualquer para seu papel Interfolha. Significa apenas que menos é mais e, às vezes, por querer inovar, acabamos colocando elementos demais, afastando o público-alvo.


A personalidade da empresa, a essência da mesma, conta muito nessas horas pois, se até o momento ela sempre foi uma marca genérica, pode demorar mais ou o storytelling terá menos impacto do que o esperado. É preciso trabalhar os arquétipos da marca.


Por isso é tão importante o diferencial, trabalhar nas redes sociais e saber os valores e a missão da marca. Esse tipo de atitude não só faz com que a sua organização tenha mais autoridade no segmento de mercado, como impulsiona as estratégias de produto.


Por fim, mas não menos importante, pensemos em um estudo de seletividade elétrica precisa estar de alguma forma ligado a cultura pop, com os assuntos que bombam no momento e essa pode ser uma ótima oportunidade para utilizar seu storytelling.


Não importa se irá abordar bandas, super heróis ou assuntos do mundo geek. 


O que importa é como irá construir sua narrativa de forma que consiga atrair esses públicos que são muito engajados e conseguem fazer com que até um serviços de implantação de servidores consiga ter muita relevância, mesmo que seja do meio deles.


Portanto, utilize seus canais de comunicação, redes sociais e invista bastante no marketing. Isso fará com que cada vez mais pessoas não só conheçam a sua marca, mas que atribuam certo valor a ela por se preocupar na maneira como transmite suas ideias.


Isso sem mencionar ainda que métodos diferentes se destacam no mercado pelo simples fato da empresa não ficar presa nos modos tradicionais. É uma excelente oportunidade de mostrar ao seu segmento de mercado para que a sua organização veio.

Os benefícios do digital storytelling

Entendemos até o momento o conceito do digital storytelling e como ele é essencial para se criar um diferencial nos dias de hoje. Portanto, chegou a hora de compreender seus benefícios e do que a sua empresa pode usufruir. Confira os tópicos abaixo.

01 - Transmite muita personalidade

Como dito ao longo do texto, o storytelling cria um grande diferencial no mercado e é muito atrativo para o público, principalmente para aqueles que ainda não estão acostumados a esse tipo de estratégia. 


O simples fato de sua empresa contratar pessoas dedicadas a isso, ter uma equipe responsável por desenvolver as histórias e conectá-las de forma que crie conexão com o público já mostra uma certa autoridade no mercado e estilo de expansão muito forte.


Em outras palavras, mostra para todos que a sua empresa está conquistando seu espaço e fará isso de forma diferente e única, consolidando uma maior base de clientes e gerando leads de forma muito natural e orgânica.

02 - Atinge em cheio o emocional

Uma boa história é aquela que mexe com a gente de alguma forma e, seja em filmes, livros ou jogos, cada história possui um objetivo e, quando ela é desenvolvida de maneira eficiente, não só atinge nosso emocional mas causa um marco em nós.


Portanto, pense que como irá estruturar suas histórias para que façam seus leads e clientes refletirem sobre, pensarem nela e até mesmo indicar seus produtos, serviços e a própria marca para outras pessoas, querendo que seus amigos sintam o mesmo que eles.


O mais importante de tudo é não criar histórias falsas e tentar mascarar elas de forma a forçar o consumidor a acreditar que são. Isso não só pega mal para a empresa como faz com que perca credibilidade.

03 - Produção de conteúdo constante

Para que uma empresa consiga crescer e ganhar público nos dias atuais é preciso criar conteúdo constantemente para que os usuários consumam e, consequentemente, voltem para o site, blog ou página da marca procurando por mais.


O storytelling é praticamente um método onde a sua organização estará o tempo todo gerando conteúdo para o público, fazendo com que mais pessoas voltem para o site buscando por novas experiências e consigam enxergar o real valor daquilo.


As pessoas estão na internet para consumir conteúdo e, independentemente do ramo da sua empresa, é necessário que o faça para que assim continue sendo relevante e não se perca no tempo, insistindo em estratégias que não dão o mesmo retorno.


Com o storytelling ao seu lado, é possível envolver o cliente e criar histórias únicas, fazendo com que a fidelização e lealdade deles cada vez mais se torne mais poderosa.


O digital storytelling é uma excelente estratégia para atrair cada vez mais público e fazer com que sua empresa ganhe espaço. Continue estudando-o ao máximo para aprimorar ainda mais a sua técnica e causar a diferença em seu segmento de mercado.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.


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