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3.7.22

Prefeitura de SP já admite não realizar Carnaval de rua em julho por falta de patrocínio


Novo edital foi lançado e espera propostas de empresas até 7 de julho. Prefeito diz que não vai usar dinheiro público no evento

O Carnaval de rua de São Paulo, batizado de Esquenta Carnaval, agendado para os dias 16 e 17 de julho, corre o risco de não ser realizado. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou nesta quinta-feira (30) que, se não houver patrocínio privado para custear o evento, "a prefeitura não vai colocar dinheiro público" para bancar os desfiles dos blocos. Um novo edital de patrocínio foi aberto e as inscrições pelas empresas devem ser feitas até 7 de julho.

A abertura de um novo certame foi feita porque no primeiro processo licitatório, divulgado no último dia 4, com lances a partir de R$ 10 milhões, nenhuma empresa se interessou em participar. Se, novamente, nenhuma entidade se inscrever na licitação, o Esquenta Carnaval não deverá acontecer. Nunes justificou a desobrigação do Executivo de bancar o evento pelo fato de a festa ser fora de época.

"Se não houver patrocínio privado, a prefeitura não colocará dinheiro público no Carnaval. Como é um evento extraordinário e não ordinário, ou seja, não está no rito normal das ações, a prefeitura não vai colocar recurso público", afirmou o prefeito. Mas Nunes mostrou otimismo. Diferentemente do primeiro edital, o segundo certame foi aberto com lances menores, a partir de R$ 6 milhões. "Eu creio que deva ter patrocinador, porque os valores foram reduzidos", disse Nunes.

O anúncio da eventual não realização do Carnaval demonstra um recuo em relação a uma reunião entre a Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Cultura e representantes dos blocos de rua. O encontro foi realizado no dia 4 de junho. Segundo um levantamento da prefeitura, anunciado no dia 7, 294 blocos haviam se inscrito para desfilar.

Como foi em 2021, o Carnaval de rua não aconteceu tradicionalmente no começo do ano em razão da pandemia. Em janeiro e fevereiro, o Brasil viu os números de casos positivos e vítimas da doença crescerem em todo o país impulsionados pela variante Ômicron.

Abril

Os desfiles das escolas de samba de Acesso I, Acesso II e Especial, na capital, foram adiados e realizados em abril no Sambódromo do Anhembi. Na ocasião, 17 blocos foram às ruas, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego. Os recursos do financiamento da festa foram coletivos ou dos blocos.

1.7.22

NovaDAX anuncia patrocínio da temporada 2022 da Stock Car


A NovaDAX, uma das maiores exchanges brasileiras relacionada a criptoativos, anuncia o patrocínio da temporada de 2022 da Stock Car Pro Series. A empresa é a primeira e a única corretora de criptoativos brasileira a patrocinar uma das maiores categorias de automobilismo do mundo.

A NovaDAX ‘surfa’ em uma tendência mundial de exchanges de criptoativos a apoiarem eventos esportivos. Ações de patrocínio como esta reforçam a relevância do universo cripto e seu potencial econômico, além de proporcionarem novas conexões entre torcedores e seus ídolos, fazendo com que a experiência esportiva seja ainda mais interessante.

“Estamos muito felizes por sermos a primeira exchange brasileira a patrocinar a principal categoria de automobilismo da América do Sul e do Brasil. Nós temos o papel educacional de compartilhar conhecimento sobre o mercado de criptoativos aos brasileiros e para isso buscamos sempre o caminho da inovação. Nada melhor que o esporte para fazer esta conexão”, destaca Thaís Marques, Head de Marketing da NovaDAX.

Atualmente, com mais de 200 marcas atuantes no evento, a Stock Car Pro Series é assistida em 100 países através da Motorsport.TV, maior plataforma de eventos automobilísticos do mundo. No Brasil, as provas são exibidas ao vivo pela Band e SporTV. Em 2021, a categoria tornou-se a primeira do país a ultrapassar a barreira de R$ 1,5 bilhão de retorno publicitário.

A temporada de 2022 teve um incremento de 53% em relação ao volume de patrocínio captado no ano anterior. Com uma postura inovadora, a categoria tem apresentado novidades constantemente, caso do GP Galeão 2022, primeira prova disputada em aeroporto comercial em atividade no país. Um estudo inédito do Centro de Inteligência da Economia da Secretaria do Turismo do Estado de São Paulo aponta que a Stock causa impacto econômico de até R$ 30 milhões por etapa nas cidades por onde passa.

“O patrocínio da NovaDAX reforça um traço importante da Stock Car, que é ser uma plataforma eficiente não apenas para marcas do meio automobilístico”, diz Fernando Julianelli, CEO da Vicar, organizadora da categoria. “Como uma empresa voltada para o futuro, a NovaDAX tem muito a adicionar ao nosso mix e nós acreditamos que nossa sinergia vai criar grandes oportunidades para todos os envolvidos, sejam eles competidores, empresas ou fãs”, completa Julianelli.

Apoio ao esporte brasileiro
O patrocínio da Stock Car faz parte de uma ação de marketing estratégica da NovaDAX e, também, de seu constante apoio ao esporte brasileiro. Em 2022, a exchange foi além do seu core business e começou a imergir em indústrias tradicionais, como o esporte, patrocinando diversos eventos esportivos — Paulistão nos canais HBO MAX e TNT Sports, CBF no jogo da seleção masculina entre Brasil e Coreia do Sul (02/06) e, agora, como a primeira e única exchange de criptoativos na Stock Car.

Criada em 1979, a Stock Car Pro Series é a maior categoria do automobilismo sul-americano. Ao longo de sua história, passaram por seus grids os principais nomes do esporte a motor brasileiro e, nessa temporada, ícones como Rubens Barrichello, Nelsinho Piquet, Tony Kanaan e Felipe Massa estão trazendo muita competitividade.

“O Brasil é um player importante para o setor cripto mundialmente e reflete grandes tendências externas. Esta ação representa muito além de percepção de marca e conversão de vendas. É mais um exemplo do nosso comprometimento com o esporte brasileiro e da nossa preocupação em oferecer o que há de melhor aos nossos traders e para quem quer investir com a gente.”, finaliza Thaís.

22.3.22

Saiba como está a realidade dos refugiados no Brasil


Entender como é a realidade dos milhões de refugiados no Brasil é uma questão humanitária. Estas pessoas deixaram seu país fugir de perseguições dos mais variados tipos e conflitos políticos, até mesmo guerra, tornando essa condição uma necessidade.

De acordo com dados das Nações Unidas, o número de refugiados no mundo passa de 65 milhões. Esse número é justificado por uma série de conflitos brutais em diversos países, como:

  • Nigéria;
  • Sudão;
  • Iêmen;
  • Síria.

Neste último, inclusive, uma guerra civil está há muitos anos sendo um grave problema para a população, aumentando os riscos de ficar no local e gerando ainda mais refugiados.

Assim, é preciso que busquem um local pacífico para poderem estruturar suas vidas e encontrar emprego em uma empresa de tratamento de efluentes.

Para tornar esse processo ainda pior, muitos países ricos associam estes perfis com o terrorismo e com locais de alta criminalidade, dificultando a vida destes refugiados, que muitas vezes estão em uma situação complicada e só querem um local para recomeçar.

A crise humanitária é muito grave, e a preocupação de diversos países sobre as consequências de aceitar estes refugiados, tanto em questões de assistencialismo quanto em questões econômicas, como a quantidade de empregos, torna esse processo mais complexo.

Leis e emendas são criadas constantemente para impedir o acolhimento de refugiados, tornando esse processo mais duro e punitivo para aqueles que tentam buscar um ambiente de proteção do horror em que vivem.

Alguns países, entretanto, optam por tomar um posicionamento diferente com relação a esse tipo de interação. 

É o caso do Brasil, que, apesar de muitos problemas na área, busca melhorar as condições de refugiados e otimizar esse processo com apoio de empresas e de clinica de medicina do trabalho.

Órgãos governamentais e ONGs trabalham em conjunto para fazer esse processo acontecer de forma rápida e precisa, diminuindo o impacto da dura realidade que os refugiados sentem quando estão em processo migratório.

Além disso, as leis brasileiras são muito mais respeitosas com estas pessoas, e buscam medidas para regularizar a concessão de asilo para refugiados e tornar esse processo ainda mais simples, permitindo que estas pessoas tenham dignidade em sua nova casa.

Esse processo não é livre de obstáculos, entretanto, devem ser avaliados e existem diversas pessoas trabalhando para tentar otimizar estas ações, buscando uma situação mais adequada para aqueles que desejam se refugiar no país.

 Por conta dessa facilidade de acesso, o número de refugiados no país cresceu consideravelmente, vindos de diversas regiões do mundo que passam atualmente por conflitos políticos ou problemas sociais, sendo necessário uma administradora predial para lidar com a moradia destas pessoas.

Ainda que existam mecanismos para lidar com a imigração, os refugiados ainda devem passar por uma série de problemas, principalmente relacionados ao choque cultural de estar em um ambiente completamente diferente de suas origens e de seus resultados.

A xenofobia e o racismo também são problemas recorrentes da sociedade, ainda que existam várias maneiras de proibir esse tipo de comportamento e de desestimulá-lo na sociedade. Estas questões acabam sendo culturais, e geram problemas para essas pessoas.

Recentemente, por conta da crise financeira na Venezuela, milhares de pessoas tornaram-se refugiadas no país, o que gerou um impacto imediato na forma como o Brasil lida com os imigrantes desse tipo de situação com a engenharia de avaliações.

Para lidar com isso, o governo implantou uma série de residências temporárias, cujo objetivo era facilitar a entrada e adaptação dos refugiados no país.

Entretanto, o custo de aproximadamente trezentos reais para que os refugiados pudessem regularizar sua estadia tornou-se um problema. Muitos imigrantes estavam na linha da miséria em seu país de origem e acabavam não tendo condições de bancar esse valor.

Com o aumento cada vez maior de imigrantes ilegais, o país se viu obrigado a repensar a forma como esse tipo de ação seria funcional, criando assim a nova Lei de Migração, número 13.445 de maio de 2017. Nessa lei, os refugiados incapazes de pagar a taxa recebiam isenção.

Essa também é uma maneira de controlar a entrada e permanência de imigrantes, tornando o ambiente mais seguro tanto para os locais quanto para os refugiados que estão buscando um local para reconstruir suas vidas e trabalhar com setores como telefonia IP.

Os refugiados no Brasil

A situação dos refugiados no Brasil ainda é muito bem controlada, sobretudo por conta do espaço de terra que o país possui, o que facilita a residência de novos imigrantes de diversos lugares do mundo.

Existem muitos refugiados temporários, que estão no Brasil apenas por um período antes de seguir sua migração para um outro país, e estes acabam deixando o espaço aberto para pessoas que desejam ingressar oficialmente no país.

Por sua extensão territorial e população, o número de imigrantes no Brasil ainda é relativamente baixo, correspondendo a aproximadamente 1% da população total do país. Entretanto, alguns pontos estão sobrecarregados de imigrantes.

É o caso de Roraima, que faz fronteira direta com a Venezuela. Para lidar com esta questão, o governo brasileiro busca constantemente estudar maneiras de espalhar os imigrantes de forma efetiva e que possam se estruturar adequadamente.

Uma das maiores barreiras para essa imigração, entretanto, é a linguística. O fato de os refugiados não serem capazes de falar português gera uma série de problemas para conseguir um novo emprego com recuperação de concreto.

Mesmo a validação de diplomas pode ser problemática, fazendo com que muitos refugiados não possam trabalhar em sua área de atuação, e sendo forçado a prestar serviços de pouco valor, ou “bicos”.

A exploração sexual e exposição também são problemas decorrentes desse tipo de ação, o que torna importante para o governo identificar maneiras de aprimorar esse tipo de contato. 

Quanto mais é investido na formalização destes refugiados, melhor será o impacto econômico.

Estas pessoas poderão trabalhar nas áreas que desejam, e não serem forçados a lidar com subempregos que colocam em risco suas vidas e não dão uma qualidade adequada de vida para lidar a longo prazo, conseguindo trabalhar com vestimenta de segurança.

Muitos refugiados são jovens e com boa escolaridade, o que aumenta consideravelmente a produtividade do país se eles forem adaptados e inseridos corretamente no mercado, principalmente enquanto o Brasil lida com a situação do envelhecimento da população.

Muitos refugiados recorrem também ao empreendedorismo para conseguir trabalhar, criando negócios relacionados a seu país de origem como restaurantes e lojas de artesanato.

Eles acabam gerando ainda mais vagas de emprego, permitindo um desenvolvimento cultural ainda maior e ajudando outros refugiados em situação inicial a lidar com todo este processo mesmo em caso de necessidades especiais, como a sinalização em braille.

As leis de proteção brasileiras

 O Brasil sempre foi um país aliado de refugiados, e é um grande signatário de tratados internacionais com referência aos direitos humanos. Em 1951, fez parte da convenção das Nações Unidas e sempre esteve aliado a questões de proteção.

Ainda em 1997, o Brasil criou a Lei de Refúgio, que estabelecia uma série de mecanismos e ferramentas para que os refugiados tivessem mais liberdade e passassem por um processo menos danoso ao entrar em um país.

Esta lei também ampliou as possibilidades de pessoas que têm direito ao asilo, considerando pessoas que vêm de países que violam direitos humanos como um todo. Com uma coligação de ministérios, foi criado o Conare.

A sigla, que significa Comitê Nacional para Refugiados, é responsável por avaliar os pedidos de asilo, refúgio e garantir os direitos civis dessas figuras migratórias, permitindo sua estadia temporária ou fixa no país e fornecendo identidade e carteira de trabalho.

O Brasil também mudou as leis para incluir pessoas que tiveram que se deslocar por conta de desastres naturais e pela ação do crime organizado, incluindo-os como refugiados e abraçando uma boa parte dos haitianos que tiveram que fugir por conta de um terremoto em 2010.

A mais recente movimentação foi a de conceder residência temporária para países fronteiriços que não se encaixem no acordo do Mercosul, permitindo que uma série de cidadãos em situação irregular pudessem iniciar o processo de solicitação de asilo.

Estas pessoas podem solicitar tanto a permanência temporária, caso estejam apenas de passagem pelo país, como a permanência fixa, para aqueles que esperam recomeçar e criar uma nova realidade dentro do país.

Considerações finais

Embora ainda exista um longo caminho para que a situação seja mais satisfatória, o Brasil é um dos países que melhor lida com a situação de refugiados, e procura sempre otimizar estes processos para que as pessoas resolvam essa questão de forma rápida.

Um refugiado pode vir de diversos locais, ter uma série de realidades e justificativas para suas ações, mas no fim trata-se de um ser humano tentando uma vida melhor para si e para aqueles que ama.

Por conta disso, o ato de acolher os refugiados e respeitá-los é uma ação humanitária, que deveria ser seguida no mundo todo.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

10.1.22

Vou disputar o 2º turno com Lula’, diz João Doria


O governador do Estado de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta segunda-feira, 10, que a disputa no segundo turno das eleições presidenciais será entre ele e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não quero ser desrespeitoso a Bolsonaro, mas Lula será o candidato que vai disputar o segundo turno e é com ele que vamos disputar. Serei um candidato duríssimo”.

Doria apontou que, no momento, há uma bipolarização entre Lula e Bolsonaro (apontada pelas pesquisas), mas que, de acordo com ele, ao longo dos próximos meses, a terceira via passará a ser mais expressiva do ponto de vista das pesquisas eleitorais.

No entanto, o governador ressaltou que ainda é muito cedo para fazer cogitações “dessa natureza”.

Doria foi questionado sobre uma possível aliança com o ex-juiz e pré-candidato à presidência Sergio Moro. Ele disse que o diálogo sobre essas parcerias deve começar em abril.

“Quanto a Moro, tenho uma boa relação com ele, cultivo essa relação, temos conversado, principalmente, em torno dessa terceira ou melhor via, como prefiro classificar. Mas ainda tempos tempo para essa evolução do diálogo. Campanha mesmo começa a partir de abril”, indicou.

Vacinação de crianças com a CoronaVac

João Doria aposta na aprovação da vacina chinesa CoronaVac para crianças de 3 a 11 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A decisão deve sair nesta semana.

Ele acredita que, assim, poderá vacinar as crianças nessa faixa etária no Estado de São Paulo em uma semana.

“Temos 15 milhões de doses da vacina no Butantan, prontas para serem disponibilizadas para o Ministério da Saúde. Se o Ministério não desejar, primeiro, aqui em São Paulo, vamos vacinar todas as crianças. E vamos disponibilizar a CoronaVac para todas as secretarias da saúde dos governos estaduais”, indicou o governador.

7.1.22

Prefeitura de São Paulo cancela Carnaval de rua


Com o aumento do número de casos e de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), o que inclui casos de covid-19 e de gripe influenza, a prefeitura de São Paulo anunciou nesta quinta-feira (6) o cancelamento do Carnaval de rua. A festa seria entre o fim do mês de fevereiro e o início de março. O cancelamento foi determinado pelo prefeito Ricardo Nunes, após reunião na manhã com representantes da Vigilância Sanitária e da Secretaria Municipal de Saúde.

Com a vacinação, mortes e internações por covid-19 vinham caindo em São Paulo, mas a chegada da variante ômicron do coronavírus e da darwin, nova variante do vírus influenza H3N2, levou ao aumento do número de ocorrências das duas doenças na capital.

Em material encaminhado nesta quinta-feira à imprensa, a prefeitura diz que o cenário epidemiológico atual “aponta aumento exponencial dos casos de síndrome gripal na cidade, com números de notificações já superiores aos do pior momento da pandemia em 2021”. O pior momento da pandemia em São Paulo foi entre os meses de março e maio, durante a segunda onda da covid-19.

Na quarta-feira (5), em entrevista coletiva, o Centro de Contingenciamento do Coronavírus de São Paulo, que auxilia o governo do estado nas decisões relacionadas à covid-19, desaconselhou a realização do carnaval neste ano por causa do avanço da variante ômicron, mas ressaltou que a decisão cabia a cada prefeito.

“O carnaval pode ser analisado em dois aspectos. O primeiro são os desfiles de escolas de samba, em que a situação é parecida com a dos estádios de futebol, em que há possibilidade de controle, exigindo que todos estejam vacinados e que continuem usando máscaras. No carnaval de rua, não temos como fazer o controle, pois fica liberada a participação de todos, não tem como verificar a vacinação, e a aglomeração é imensa. É impensável manter o carnaval nessas condições”, disse o secretário executivo do Centro de Contingenciamento, João Gabbardo.

Sobre os desfiles de carnaval, Gabbardo destacou que é preciso pensar que as pessoas que chegam para assistir, para participar, vão se aglomerar no trem, no ônibus. “E isso é um risco muito alto.”

Também nesta quarta-feira, três entidades que representam 250 blocos inscritos para participar do carnaval de rua de São Paulo comunicaram que não participariam do evento.

Segundo a prefeitura, os desfiles de escolas de samba ainda serão discutidos em uma reunião com a Liga das Escolas de Samba. Na reunião, devem ser definidos protocolos sanitários para garantir a realização dos desfiles.

“Vamos construir um protocolo como construímos com outras atividades. Acabamos de fazer um para a [corrida de] São Silvestre, e ela foi coberta de sucesso, com o cumprimento de tudo aquilo que a Vigilância Sanitária exigiu para a realização do evento. Inclusive com os corredores iniciando a corrida com máscara”, disse o secretário municipal da Saúde Edson Aparecido. 


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