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27.9.21

Mulher morre de forma trágica ao fazer o que a maioria das pessoas fazem várias vezes por dia


Uma mulher de 26 anos morreu na última segunda-feira (24), fazendo algo que a maioria das pessoas faz todos os dias e por várias vezes.

Muitas vezes atitudes cotidianas que você faz automaticamente oferece um risco eminente de morte.

Todos estão sujeitos a sofrer acidentes domésticos, no trânsito, no trabalho e nos mais diversos locais, por isso é preciso ser precavido em todas as ocasiões.

A cabelereira Márcia Soares da Silva, morreu vítima de uma descarga elétrica enquanto realizava uma ligação em seu aparelho celular que estava ligado a tomada carregando. Uma prática bastante comum que jamais deveria ser feita.

O caso aconteceu na cidade de Lagoa do Carmo, em uma região conhecida como mata norte do estado de Pernambuco.

Após sofrer a descarga elétrica ela foi encontrada ainda com vida pelo  namorado. Márcia foi socorrida e encaminhada às pressas para o hospital da cidade, mas devido a gravidade do choque e a extensão dos ferimentos ela não resistiu e foi à óbito.

De acordo com o pedreiro Antônio Soares, irmão da vítima ela estava falando no celular quando levou o choque.

Ainda segundo Antônio ela tinha o costume de usar o celular mesmo quando ele estava carregando e que foi avisada por diversas vezes que tal atitude não era a correta.

“Isso já era um costume dela. A gente avisava, mas a pessoa acha que não acontece com você, só com os outros”, revelou Antônio.

Márcia foi sepultada na tarde da última terça-feira (25).

A repressão chinesa à criptografia pode levar à divergência entre o volume de TX na rede e na troca, reduzindo assim o congestionamento da rede, taxas: relatório


Conforme amplamente divulgado, a China expandiu sua contínua repressão às criptomoedas. Isso inclui o aumento da fiscalização contra a mineração ilegal de moeda digital, bem como a prevenção de transações financeiras envolvendo ativos criptográficos.

O banco central chinês também confirmou que qualquer negociação, combinação de ordens, emissão de tokens e derivativos em criptomoedas são ilegais, "incluindo serviços oferecidos por entidades estrangeiras disponíveis na China continental", escreve a equipe do BitOoda em seu último relatório de mercado, publicado em 24 de setembro , 2021. O banco “excluiu explicitamente o yuan digital (eCNY) desta lista, ao nomear Bitcoin e Ethereum como exemplos de tokens proibidos”, acrescentou o relatório.

O relatório da BitOoda também observou :

“Esta ação é consistente com nossa avaliação de que as motivações da China são a aplicação de controles de capital e o controle de forma mais geral. A capacidade de converter RMB em ASICs de Bitcoin e, portanto, em BTC e outras moedas criptográficas ou fiduciárias, é a ameaça que Pequim está tentando mitigar ”.

O relatório apontou que essas ações têm “implicações mais amplas para a rede Bitcoin global, especialmente para os mineiros”. O relatório também mencionou que um número significativo de mineiros chineses "estavam secretamente conectando as plataformas de volta ou esperando encontrar uma maneira de fazer isso".

O relatório acrescentou que, ao mesmo tempo, a BitOoda acredita que fabricantes de sonda como Bitmain e MicroBT estavam "movendo mais montagem de sonda para suas fábricas existentes na Malásia e na Tailândia, para contornar a produção física na China". Mas muito de seu trabalho de engenharia e design “ainda é baseado na China”, revela o relatório.

A equipe BitOoda destacou alguns cenários:

Preço da sonda: no curto prazo, “algumas das sondas mantidas na China na esperança de conectá-las de volta podem sair e entrar no mercado secundário global”. As entregas futuras para cidadãos chineses “que buscavam recebimento em locais fora da China também podem enfrentar cancelamentos e / ou incapacidade de pagar o saldo remanescente dessas plataformas”. Isso poderia "resultar em maior disponibilidade da plataforma e preços mais baixos para os mineiros no oeste".
Produção da Sonda: Uma repressão aos fabricantes da sonda "parece-nos provável, embora longe de ser certa". Embora a produção - e a maior parte da cadeia de abastecimento - "possa contornar a China, os principais fabricantes de plataformas estão domiciliados na China".

A liderança sênior (que "pode ​​ou não ser capaz de se deslocar") e a maioria dos talentos de engenharia (que são "muito menos propensos a se deslocar") são cidadãos chineses, com base na China, observou o relatório, acrescentando que uma repressão do fabricante "pode ​​impactar a disponibilidade da plataforma se a produção for interrompida e diminuir o ritmo de inovação e avanço tecnológico." Isso pode resultar em "menor disponibilidade e preços mais altos da plataforma, mas pode levar algum tempo para acontecer".

Os pesquisadores do BitOoda adicionaram:

“Vemos uma janela de oportunidade atraente para designs ASIC emergentes não chineses. Avaliamos que essa repressão pode desacelerar o crescimento do Hashrate global: no curto prazo, colocando as plataformas chinesas off-line e desacelerando o reinício das plataformas existentes, e também no longo prazo, impactando a disponibilidade e o ritmo da inovação tecnológica na plataforma espaço."

A equipe do BitOoda acrescentou que, em última análise, eles esperam que os designs não-chineses “entrem e aproveitem o vazio, caso os fabricantes chineses fechem”.

O relatório acrescentou que um desligamento repentino ou abrupto de fabricantes de plataformas chinesas poderia ser "extremamente prejudicial para a indústria de mineração global, dados todos os depósitos pagos a eles para entregas futuras que podem estar em risco".

O relatório também observou que os analistas do BitOoda “veem isso como uma continuação da pressão para baixo nas taxas de transação”. Eles acrescentaram que acreditam que “uma grande porcentagem das transações criptográficas na Ásia estão em cadeia, seja como uma transferência direta ponto a ponto ou uma transação na bolsa seguida por uma transferência para uma carteira pessoal”.

O relatório revelou ainda:

“Isso está em contraste com os mercados ocidentais / desenvolvidos, onde avaliamos que a maioria das transações ocorre na bolsa, com os tokens mantidos 'no nome da rua'. A ampliação da repressão chinesa aos serviços cripto-financeiros pode, portanto, resultar em uma divergência crescente entre o volume de transações na bolsa e na rede, reduzindo assim o congestionamento da rede e as taxas necessárias para processar as transações ”.

Os principais pontos compartilhados pelos analistas do BitOoda são os seguintes:

O preço da sonda “provavelmente será volátil, até que o mercado resolva entre os diferentes cenários possíveis”;

A taxa de hash global “poderia apresentar crescimento lento”;

As taxas de transação “podem cair mais”.

Video: Nuvem de poeira encobre cidade de São Paulo e gera cena assustadora


A cidade de Guaíra viveu um momento assustador na tarde de ontem (26.09); depois que uma nuvem de poeira foi avistada no município. Vários vídeos chegaram à internet causando perplexidade. Logo começou a especulação dos internautas sobre o caso.

Moradores de Guaíra fizeram vídeos mostrando o momento da nuvem tomando conta da cidade. No entanto, segundo informações da Defesa Civil, o “mistério” por trás da nuvem de poeira é muito mais simples do que parece.

Como a cidade enfrenta um longo período de seca, uma forte rajada de vento foi suficiente para levantar a nuvem de poeira. No entanto, a cidade não foi a única afetada. Franca também passou pela mesma experiência.


A nutricionista Thaisa Vilas Boas gravou um vídeo que viralizou nas redes socais e mostra o momento que a nuvem toma conta da cidade. Boas explicou que nunca havia visto nada parecido.

“Eu nunca tinha visto isso. Não estava esperando. Foi aquela olhadinha na janela e eu vi a nuvem de poeira. Rapidinho ela se espalhou. Está a cidade inteira coberta de Franca, muito vento“, afirmou.

Logo após a forte onda de ventos, a cidade de Franca foi atingida por uma chuva forte. A nuvem de poeira é retrato da forte seca e ausência de chuvas, segundo explicam meteorologistas

Ainda segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a região esta sob alerta de fortes chuvas ainda para toda a manha desta segunda-feira (27), durando até a tarde.

Programa Vale Gás | Verdadeiro apoio SHD SP


São Paulo ajudando quem mais precisa a atravessar a pandemia com vacina no braço e comida no prato

Sob a gestão da Secretaria de Desenvolvimento Social, o programa de proteção social promove a transferência de renda para compra de botijão de gás de cozinha (GLP 13kg) às famílias em situação de vulnerabilidade em comunidades e favelas. Com investimento total de R$ 30 milhões, o benefício do Vale Gás pagará 3 parcelas de R$ 100,00 bimestrais, totalizando R$ 300,00.

Serão beneficiadas 100 mil famílias (cerca de 500 mil pessoas beneficiadas) na pobreza e extrema pobreza (renda mensal per capita de até R$ 178,00) inscritas no CadÚnico (sem Bolsa Família), residentes em comunidades e favelas de diversos municípios paulistas.

Ao clicar no link abaixo, você será redirecionado ao site do programa Bolsa do Povo. Para facilitar o acesso, tenha o número do seu NIS em mãos.

24.9.21

Mais de 14 mil pessoas são presas em Operação Maria da Penha


O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou hoje (24) números da Operação Maria da Penha, lançada em agosto com o objetivo de enfrentar a violência doméstica contra a mulher e aprimorar o sistema de proteção às vítimas.

Entre 20 de agosto e 20 de setembro, mais de 14 mil pessoas foram presas por violência doméstica, descumprimento de medidas protetivas e demais crimes contra a mulher.

Outras 40 mil medidas protetivas de urgência foram acompanhadas por policiais civis. Ao todo, 127 mil mulheres foram atendidas, segundo os dados divulgado pelo governo.

A operação foi um esforço concentrado coordenado pelo Ministério da Justiça para atender casos de violação da Lei Maria da Penha. A operacionalização ficou a cargo das forças de segurança estaduais. As polícias de 26 estados e do Distrito Federal foram mobilizadas, e mais de 108 mil profissionais trabalharam para atender ocorrências ligadas à violação Lei Maria da Penha, de acordo com o ministério.

“A operação teve o engajamento de diferentes instituições para qualificar o atendimento às vítimas, reforçar o cumprimento de medidas protetivas e conscientizar a população sobre a importância de denunciar as agressões. Os resultados mostram a importância de um olhar integrado para coibir casos de violência contra a mulher e prevenir a ocorrência de feminicídios”, disse o ministro Anderson Torres, em nota.

Ainda segundo os dados do ministério, foram realizadas cerca de 35 mil diligências policiais, instauradas quase 37 mil inquéritos e 349 apoios foram prestados a oficiais de justiça para intimação de medidas protetivas de urgência. Os dados foram compilados pela Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do ministério.

“No resultado de todas as operações, o protagonismo é todo das forças de segurança”, disse Bráulio do Carmo, secretário adjunto da Seopi. “Nosso papel foi integrar e levar ferramentas”, explicou.

A Operação Maria da Penha contou com a parceria do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos; das Secretarias de Segurança Pública dos Estados e do Distrito Federal; do Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares do Brasil (CNCG); do Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC); do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); e do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

23.9.21

Em protesto contra fome, MTST ocupa prédio da bolsa de valores em SP


O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) ocupou hoje (23) o prédio da bolsa de valores de São Paulo, a B3, na região central da capital paulista. De acordo com o movimento, a ação é um protesto contra a fome e a precarização do trabalho.

“Ocupamos a bolsa de valores de São Paulo, maior símbolo da especulação e da desigualdade social. Enquanto as empresas lucram, o povo passa fome e o trabalho é cada vez mais precário. Quem segura o Bolsonaro lá são os donos do mercado”, destacou o MTST em texto nas suas redes sociais.

Dezenas de manifestantes ocuparam o salão da B3 onde geralmente são realizados os leilões na bolsa de valores. Além de bandeiras vermelhas com o símbolo do MTST, os ativistas carregavam uma bandeira com as cores nacionais com a palavra “fome” estampada. Até às 15h30, o pregão de hoje não havia sido interrompido.

“A ação está sendo realizada em protesto contra a carestia e a fome provocadas pela política econômica aplicada por Paulo Guedes e Bolsonaro. Os lucros recordes dos bancos, o aumento de grandes fortunas e o surgimento de 42 novos bilionários no mesmo país onde a insegurança alimentar atinge mais de 116 milhões de pessoas e a fome já é uma realidade para mais de 19 milhões precisa acabar”, acrescentou o MTST nas redes sociais.

A B3 e o Ministério da Economia foram procurados e ainda não se manifestaram.

20.9.21

Lava de vulcão nas Ilhas Canárias destrói pelo menos 20 casas


A lava do vulcão Cumbre Vieja que entrou em erupção no domingo (19) na ilha espanhola de La Palma, no arquipélago turístico das Canárias, destruiu várias casas - informaram as autoridades nesta segunda-feira (20).

Primeira a ser registrada nesta ilha em 50 anos, a erupção provocou a retirada de quase 5 mil pessoas.

"São muitas as casas destruídas", disse à AFP um porta-voz do governo regional das Canárias, acrescentando que "não há um número estabelecido ainda". 

Em entrevista à televisão pública, o prefeito de El Paso, uma das localidades afetadas, afirmou que pelo menos "20 casas" foram destruídas.

"Em sua passagem, a lava não deixou absolutamente nada", descreveu o prefeito Sergio Rodríguez, acrescentando que os moradores "têm muita incerteza". 


"Vão levar muito tempo para voltar, com certeza", comentou Rodríguez sobre o possível retorno às suas casas.

A imprensa espanhola estimou que pelos menos 100 residências foram atingidas pelo material expulso pelo Cumbre Vieja. 

A erupção começou no domingo, pouco depois das 15h locais (12h00 em Brasília). 


O governo regional das Ilhas Canárias disse na manhã de hoje no Twitter que não há previsão de novas erupções no momento, já que os fluxos de lava agora seguem "em direção ao mar". 

Segundo o presidente das Canárias, Ángel Víctor Torres, o vulcão Cumbre Vieja teria entre 17 e 20 milhões de metros cúbicos de lava.

"Segundo a comissão técnica, tudo parece indicar que não haverá novos pontos de erupção", acrescentou Torres, que reiterou que a "segurança" dos habitantes está "garantida". 

O presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, adiou sua viagem a Nova York prevista e se deslocou para La Palma. Está lá desde a noite para acompanhar a evolução das operações. 

O vulcão Cumbre Vieja ficou sob estrita vigilância há uma semana, devido a uma forte recuperação de sua atividade sísmica. A última erupção na ilha de La Palma foi há 50 anos, em 1971.


Informações R7

17.9.21

Eles vão MATAR o Bitcoin - Afirma Ele!


Em um momento em que investidores bilionários estão cada vez mais apostando no Bitcoin e em outras criptomoedas, outros estão se mostrando mais do que difíceis de convencer. Por exemplo, embora o fundador da Bridgewater Associates Ray Dalio tenha desistido de sua crença na moeda fiduciária, ele ainda não tem certeza se o Bitcoin é uma reserva de valor melhor do que o ouro.

Durante uma recente entrevista à CNBC , o executivo reiterou sua posição sobre o Bitcoin. Isso, apesar de Dalio revelar suas próprias participações no passado. Embora ecoando o agora famoso termo “Dinheiro é Lixo”, ele sugeriu que os investidores deveriam buscar a diversificação do portfólio, em vez de manter seus lucros em dinheiro.

Dalio há muito tempo aumenta a conscientização sobre a inflação e suas consequências diretas. Pelo contrário, o Bitcoin é um ativo deflacionário que superou a maioria dos ativos tradicionais ao longo dos anos. De acordo com o executivo, em tal cenário, as alternativas ao dinheiro e aos ativos tradicionais são uma "consideração válida". Até mesmo o Bitcoin pode ser uma “possibilidade”, acrescentou.

É importante notar, no entanto, que Dalio também afirmou que o sucesso do Bitcoin seria prejudicado por uma resistência regulatória.

“É uma conquista incrível ter trazido de onde essa programação ocorreu para onde está no teste do tempo (...) Acho que no final do dia se for realmente bem sucedido, eles vão matá-lo e vão tentar matá-lo . E eu acho que eles vão matá-lo porque eles têm maneiras de matá-lo.

Quando questionado sobre como ele perceberia as notícias de El Salvador, ele explicou:

“Você tem El Salvador assumindo o controle e a Índia e a China se livrando dele. E você tem os Estados Unidos falando sobre como regulamentar isso e ainda pode ser controlado ”.

Aqui, deve ser apontado que a Índia ainda não baniu as criptomoedas. Na verdade, eles provavelmente serão classificados como ativos ou commodities e ainda mais compartimentados com base em seus casos de uso, de acordo com a mídia local. Por outro lado, a China também não baniu totalmente o Bitcoin, apesar de suas fortes reservas.

Em qualquer caso, Dalio acredita que as regulamentações serão a morte da moeda digital devido à sua falta de “valor intrínseco”.

“Há tantas coisas em uma perspectiva histórica que não tinham valor intrínseco e tinham valor percebido. E então ficou quente e ficou frio. Pode ser de qualquer maneira. Você só precisa saber o que é. Podem ser tulipas na Holanda. ”

Parece contraditório, certo? Se o Bitcoin realmente carece de “valor intrínseco”, por que o executivo o possui? Bem, de acordo com alguns, Bridgewater pode em breve estar “se transformando” em criptomoedas. Esses comentários, portanto, são apenas uma maneira de ele ficar do lado certo dos reguladores, acrescentou um analista.

Preston Pysh também criticou o investidor no Twitter por não entender as implicações do Bitcoin para economias em dificuldades. 

16.9.21

China estende isenção tarifária para 81 produtos norte-americanos


A China anunciou a prorrogação até o próximo ano da isenção de tarifas sobre 81 produtos dos Estados Unidos, logo após alertá-la sobre as consequências do ressurgimento de práticas protecionistas nas relações comerciais.

A Comissão Tarifária do Conselho de Estado (Gabinete) afirmou que a medida entrará em vigor amanhã, vai até 16 de abril de 2022 e vai beneficiar alimentos como carne suína, de frango e bovina, frutos do mar, soja, artigos do setor automotivo, uísque, petróleo e indústrias químicas.

Nos últimos anos, a China optou por essa decisão várias vezes em um esforço para diminuir o atrito e expandir a cooperação com Washington, cujo governo anterior declarou guerra comercial.

Na manhã desta quinta-feira, o Ministério do Comércio alertou a Casa Branca que ações protecionistas não são boas para os laços entre as duas potências e nem para a recuperação da economia global.

Desse modo, ele respondeu aos relatórios de uma possível investigação que o governo do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está preparando sobre os subsídios chineses. Os Estados Unidos realizaram investigação semelhante em 2018 e geraram um conflito tarifário que só teve trégua com a assinatura, no início de 2020, da fase inicial de um acordo entre as partes. Nesse texto, os dois países estabeleceram obrigações e mecanismos para lidar com diferenças em matéria de propriedade intelectual, alimentos e produtos agrícolas, promoção do comércio, finanças, moeda e transparência, transferência forçada de tecnologia, avaliação bilateral e solução de controvérsias.

Ele destacou o compromisso da China de importar 200 bilhões de dólares dos Estados Unidos em produtos agrícolas e marítimos, bens manufaturados como aeronaves, máquinas e aço, e artigos do setor de energia.

Também a proibição e sanções ao furto de segredos comerciais e cibernéticos, bem como medidas contra todos os tipos de contrafação, pirataria e violações de direitos autorais.

Entre outras questões, ambas as nações aceitaram que uma pode denunciar a outra se considerar que não respeita o acordo. Se não houver consenso, a reclamação pode chegar às autoridades superiores.

Mas a retaliação não deve ser aplicada se for considerada de 'boa fé' e eles poderiam abandonar o acordo de outra forma.

13.9.21

Morre Airton Machado, vocalista do Garotos de Ouro, em acidente aos 62 anos


O músico Airton Machado, vocalista da banda Garotos de Ouro, morreu aos 62 anos após um acidente com o ônibus do conjunto na madrugada desta segunda-feira (13) em Águas Mornas, região metropolitana de Florianópolis, em Santa Catarina. Uma mulher de 32 anos ficou gravemente ferida e foi encaminhada ao Hospital Regional de São José, que fica próximo ao local.
 
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informa que Airton dirigia o veículo quando o ônibus saiu da pista e bateu em um barranco em uma curva por volta da 1h30. O último show realizado pelo músico ocorreu em São Joaquim, na região da Serra no Estado, nesse sábado (11). A banda Garotos de Ouro lamentou a perda do colega nas redes sociais.

"Calou a gaita mais fandangueira dos bailes do sul do Brasil. Nos deixa uma das maiores influências da nossa música gaúcha, o coração dos Garotos de Ouro chora com uma dor irreparável. A família Garotos de Ouro comunica com pesar o falecimento do fundador Airton Machado nesse dia 13 de setembro de 202", diz o texto. 

12.9.21

Capitais registram manifestações contra o governo federal


Manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro foram registradas hoje (12) em capitais do Brasil. Organizadas por movimentos políticos e com participação de entidades, como a União Nacional dos Estudantes (UNE), e algumas centrais sindicais, a movimentação foi agendada para ocorrer em 15 cidades ao longo do dia.

No Rio de Janeiro, a manifestação começou após as 10h, na Praia de Copacabana, na altura do Posto 5. Três caminhões de som ocuparam a Avenida Atlântica, mas apenas dois deles foram usados na comunicação com os manifestantes.

Os manifestantes se espalharam por duas quadras da pista da Avenida Atlântica junto à praia, que aos domingos é fechada para o lazer. A manifestação teve o acompanhamento de integrantes da Polícia Militar (PM) e da Guarda Municipal, que se restringiram em ficar posicionados em locais estratégicos, garantindo segurança, sem precisar ser acionados. Pouco depois das 12h30 os manifestantes começaram a se dispersar.

Em Brasília, manifestantes se concentraram na área próxima à Biblioteca Nacional. Outro grupo que já estava presente desde o início da manhã - esse de apoiadores do presidente - circulou no local com carro de som. Não houve, de acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, confronto entre os dois grupos. As manifestações em Brasília cessaram no início da tarde.

A capital mineira Belo Horizonte também registrou protestos. Vestidos de branco, os manifestantes se reuniram na Praça da Liberdade com faixas e cartazes solicitando mais vacinas, cobrando ações mais rigorosas no controle da pandemia de covid-19 e também portando bandeiras de partidos políticos de oposição. Os atos foram dissipados por volta de 13h.

Em São Paulo, manifestantes se encontraram na região do Museu de Arte de São Paulo (Masp) para participar dos protestos contra o governo federal. O ato, convocado principalmente pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, pede o impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Os manifestantes se concentram entre o prédio do Masp e a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Até o momento, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo não informou a quantidade de participantes.

De acordo com a Polícia Militar, a situação é de tranquilidade na Avenida Paulista. O policiamento no local conta com dois mil policiais militares, 700 viaturas, 50 cavalos, dez cães, dois helicópteros, seis drones, seis veículos blindados, além do monitoramento remoto com câmeras operacionais da PM.

*Com colaboração dos repórteres Vladimir Platonow e Bruno Bocchini.

11.9.21

Passados 20 anos, consequências do 11 de setembro ainda geram debate


Lá se vão 20 anos de um dos dias mais fotografados, filmados e comentados da história da humanidade. Quando uma das duas torres do World Trade Center foi atingida por um avião com 92 pessoas a bordo, toda a imprensa mundial interrompeu o que estava fazendo e voltou suas atenções para Nova York. No horário de Brasília, adiantado uma hora em relação ao epicentro dos acontecimentos, os relógios marcavam 9h46. Menos de 20 minutos depois, a outra torre se tornou alvo de um segundo avião, com 65 passageiros a bordo. 

Muitas pessoas que nasceram nas décadas de 1960, 1970 e 1980 ou mesmo no início da década de 1990 costumam se lembrar com exatidão do que estavam fazendo naquele 11 de setembro de 2001 quando tomaram conhecimento do que se passava. Em todo o mundo, onde houvesse uma televisão ligada, havia uma reunião de pessoas intrigadas com as cenas: cada uma das duas torres em chamas demoraria cerca de uma hora para ir ao chão depois de atingida. Com a queda dos edifícios, que funcionavam como um complexo comercial, quase 3 mil pessoas perderam suas vidas. Uma nuvem de poeira se formou por quilômetros.

O atentado se tornou um dos maiores eventos da história.

"Faço uma associação curiosa porque eu cresci escutando meus pais e meus avós falando onde estavam quando o homem pisou na Lua. E eu lembro exatamente do 11 de setembro de 2001. Estava fazendo estágio em uma empresa, entrou na sala uma pessoa falando que havia tido um acidente com um avião em Nova York. Ainda não se tinha ideia de que era um ataque. Nós corremos para a televisão e vimos ao vivo o segundo avião se chocando com o edifício", diz Jorge Lasmar, especialista em Relações Internacionais e professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas).

Ao todo, quatro aviões comerciais foram sequestrados por terroristas. Além dos dois direcionados ao World Trade Center, um foi jogado contra o Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos localizado na capital Washington. O último acabou caindo na zona rural de Shanksville, no estado da Pensilvânia. Especula-se que o alvo poderia ser o Capitólio, sede do Congresso, ou a Casa Branca, residência oficial do presidente do país.

Os desdobramentos são bastante conhecidos: a Al Qaeda assumiu a autoria do atentado e, no mês seguinte, os Estados Unidos invadiram o Afeganistão, onde a organização terrorista estaria abrigada. O país era comandado na época pelo Talibã, um grupo fundamentalista que aplica sua interpretação da Sharia, a lei islâmica. Após duas décadas, o governo norte-americano decidiu encerrar a ocupação e, no mês passado, o Talibã retomou o controle do Afeganistão, quando as tropas dos Estados Unidos estavam organizando sua retirada. O então presidente afegão Ashraf Ghani, eleito em 2014 e reeleito em 2019, não ofereceu resistência ao Talibã e fugiu do país.

Apesar da cronologia dos acontecimentos ser de domínio público, muitos aspectos ainda são debatidos por especialistas. São questões que vão além da superficialidade dos fatos e envolve os seus efeitos.

“Não há dúvida de que o mundo que a gente vive hoje foi consequência do que aconteceu", afirma Jorge Lasmar.

"No final da década de 1990, caminhávamos para a consolidação de uma atmosfera mais liberal no sentido capitalista, com os Estados abrindo suas fronteiras e seus mercados e com relações mais pacíficas entre os países. De repente, isso mudou. Começou a haver contestações à visão americana, sobretudo pela Rússia e pela China. As fronteiras ficaram mais fechadas. A questão do uso da força voltou a ser um componente nas relações internacionais. E tivemos um avanço do terrorismo. Mesmo com a redução dos ataques e das mortes nos últimos anos, os números hoje ainda são muito mais altos do que eram antes de 2001", completa.

Ele pondera, no entanto, que o mundo não deve ser analisado somente pela ótica de um evento. “Muita coisa aconteceu de lá pra cá. Há efeitos, mas estamos hoje numa situação mais complexa e delicada”, avalia.

Políticas de segurança

Como desdobramento do atentado, uma série de leis aprovadas em torno da palavra de ordem “guerra ao terror” reduziram a liberdade e a privacidade de cidadãos nos Estados Unidos, especialmente de estrangeiros. A Europa também seguiu essa tendência. Foram definidos, em todo o mundo, novos mecanismos e protocolos de controle nos aeroportos: revista mais minuciosa das bagagens, uso de detector de metal, restrição a líquidos na mala de mão. A tecnologia foi aprimorada para aprofundar o monitoramento, com scanners corporais, detectores de explosivos e outros equipamentos.

“Assim como o final da Guerra Fria inaugurou uma nova era nas relações internacionais, o atentado de 11 de setembro também simbolizou uma ruptura na forma como se analisava a segurança internacional. A ideia de inimigo transacional, desterritorializado e que pode causar um caos e muitas mortes sem ter o domínio de armas bélicas sofisticadas trouxeram novos parâmetros para o planejamento de segurança dos Estados, reforçando a importância da cooperação internacional”, observa a cientista política Ariane Roder, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Segundo Thiago Rodrigues, pesquisador em relações internacionais e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), o desenvolvimento da tecnologia de segurança colocado em marcha após o 11 de setembro gerou e continua gerando mecanismos de controle das populações, como a biometria e os variados dispositivos para monitoramento do espaço urbano.

"Quem começou a viajar nos últimos 20 anos, principalmente as pessoas mais jovens, não sabe como era antes. Hoje temos diversas camadas de controle, que vão desde a emissão de vistos até as revistas rigorosas nos aeroportos. Mas com exceção dos grupos capturados na iminência de um atentado, não dá pra saber exatamente quantos ataques foram inibidos por essas medidas de segurança. Então os efeitos realmente mensuráveis não são os efeitos sobre os terroristas, mas sobre nós. Mesmo que o terrorismo sumisse hoje, essas tecnologias criadas em nome do combate ao terrorismo não seriam abandonadas", avalia.

Jorge Lasmar considera que o terrorismo exige que o mundo se mantenha vigilante. “A gente continua tendo atentados e algumas dessas regras conseguem impedir novos ataques.”

No entanto, ele também vê efeitos colaterais que decorrem desse ambiente de controle, como a construção de muros entre os países. “As fronteiras do mundo estão mais fechadas. Temos mais fronteiras físicas entre os Estados do que tínhamos depois da Segunda Guerra Mundial. Há a questão dos refugiados e as dificuldades para o reconhecimento de asilo. A exigência de vistos diante do fluxo de pessoas."

Em meio a toda essa vigília das populações, os pesquisadores veem um fortalecimento dos estereótipos contra imigrantes provenientes de países considerados como uma ameaça aos valores ocidentais, como a democracia e a liberdade individual.

"Isso tem gerado um outro tipo de extremismo, que tem motivação étnica. Está ligado aos movimentos de supremacia branca, que se alimentam dessa retórica estereotipada contra as pessoas do Oriente Médio. É algo que cresceu muito nos últimos anos no mundo ocidental. E ainda se fala pouco disso. Ainda há um pudor em reconhecer esses grupos como grupos. Mas fechar os olhos para essa questão é um problema, porque esse movimentos vão ganhando força", observa Lasmar.

Impactos militares

O atentado também revelou sofisticações nos modos de operar de grupos terroristas. Um aspecto que chama a atenção foi a dificuldade encontrada para localizar Osama bin Laden, líder da Al-Qaeda e apontado como o idealizador dos ataques. Mesmo empregando a mais avançada tecnologia, foram necessários quase 10 anos para que as forças norte-americanas o localizassem. Sua morte foi anunciada em maio de 2011.

A guerra ao terror se desdobrou em outras ações militares como a ocupação do Iraque em 2003, país que era comandado por Saddam Hussein desde o final da década de 1970. Na época, Estados Unidos e Inglaterra diziam deter provas de que o país guardava um grande arsenal de armas de destruição em massa que representava um perigo à população mundial. Saddam foi enforcado em 2006, mas as armas nunca foram encontradas. Os dois governos que lideraram a ocupação afirmaram, posteriormente, que confiaram em informações que se mostraram falsas.

As incursões militares no Oriente Médio não eliminaram os grupos terroristas. Nos últimos anos, o Estado Islâmico tem se tornando uma peça-chave nos conflitos que se desdobram na região, sobretudo na Síria, no Iraque e no Afeganistão.

A retomada do poder do Talibã no Afeganistão, na visão de Ariane Roder, retrata a ineficácia do uso de instrumentos clássicos de guerra para lidar com a situação. Segundo ela, as soluções requerem muito mais do que o uso da força.

Ela também observa que há uma dimensão de resistência cultural que alimenta os grupos terroristas. "A utilização realizada por alguns grupos terroristas da religião extremista como instrumento de aliciamento e construção do poder causou um distanciamento ainda maior entre culturas do Ocidente e Oriente, com desconfianças, preconceitos e desrespeitos", acrescenta.

Para Jorge Lasmar, os Estados Unidos apostaram equivocadamente em um investimento maciço de propaganda sobre sua própria sociedade. 

"Buscaram disseminar os valores americanos. Mostraram como a democracia ocidental é legal, como a vida no país é legal, como a liberdade não comporta o terrorismo. Mas muito disso não foi bem recebido não só no mundo muçulmano, mas em todo o mundo oriental. Era uma cultura exógena. E há outros caminhos. Diversos líderes muçulmanos são capazes de mostrar que não há nada na religião islâmica que legitime o terrorismo."


Lei nacional

No Brasil, na véspera dos Jogos Olímpicos sediados pelo Rio de Janeiro em 2016, foi aprovada uma Lei Antiterrorismo (Lei 13.260/2016). Havia um temor de que se repetissem cenas ocorridas dois anos antes, na Copa das Confederações de 2014, quando uma forte onda de manifestações resultou em cenas de violência e assustou turistas. Foi definida como terrorismo qualquer ação motivada por razões de xenofobia, racismo, etnia e religião, que tenha por objetivo causar terror social a partir do uso, transporte ou armazenamento de explosivos; gases tóxicos; conteúdos químicos, biológicos e nucleares; ou outros meios que possam promover a destruição em massa.

Essas ações podem envolver sabotagem ou ameaça em meios de transporte, portos, aeroportos, estações ferroviárias ou rodoviárias, hospitais, casas de saúde, escolas, estádios esportivos, instalações públicas ou locais onde funcionem serviços públicos essenciais, instalações de geração ou transmissão de energia, instalações militares e instalações de exploração, refino e processamento de petróleo e gás e instituições bancárias.

Segundo Thiago Rodrigues, a lei incorpora uma perspectiva de terrorismo disseminada de forma global. "Em parte, é resultado de uma pressão que tem a ver com o 11 de setembro. É uma pressão que vem do Comitê Olímpico Internacional, de alguns países específicos como os Estados Unidos e também do capital privado que investe e patrocina os eventos esportivos. Houve uma cobrança por medidas afinadas com as expectativas de países mais envolvidos na guerra contra o terrorismo".

Ao mesmo tempo, ele observa a presença de outros componentes que não têm relação com o 11 de setembro. “Há outra parte que tem mais a ver com o nosso ambiente político. Há muitos anos de pressão de segmentos da sociedade e de uma ala do Congresso para se ter um maior controle de movimentos sociais consolidados no país. E a lei é ambígua o suficiente para deixar brechas. Dependendo da interpretação, pode ser usada para tentar criminalizar movimentos sociais."

Jorge Lasmar vê pontos positivos e lacunas no texto da Lei Antiterrorista. "Caminhou numa direção certa de não de designar terroristas e, sim, atos terroristas. Há um excludente explícito dizendo que movimentos sociais não podem ser caracterizados com grupos terroristas. Pode-se até discutir se isso seria redundante, mas as legislações antiterroristas possuem um alto custo social, que pode ensejar maior militarização da polícia e aumento de força do Poder Executivo, o que faz com que esse tipo de resguardo seja positivo. Mal não faz. Movimento social não tem nada a ver com terrorismo", explica.

"Mas o conceito de ato terrorista no artigo 2º o vincula a uma motivação de discriminação racial, étnica, religiosa. Isso pode ser problemático porque existe um terrorismo político onde não há essa instância de discriminação", completa o especialista.

10.9.21

Presidente diz que não teve intenção de agredir outros Poderes


O presidente Jair Bolsonaro emitiu nota oficial nesta quinta-feira (9) em que afirma não ter tido a intenção de agredir outros Poderes da República e destacou que respeita a harmonia entre as instituições.

A nota oficial, divulgada na página do Palácio do Planalto na internet, ocorre dois depois das manifestações pró-governo do dia 7 se setembro, que contou com a participação do presidente.

Na ocasião, tanto em Brasília quanto em São Paulo, Bolsonaro fez críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ao sistema de urnas eletrônicas. Como reação, o presidente do STF, Luiz Fux, e o ministro Luis Roberto Barroso, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), rebateram Bolsonaro.

"No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como presidente da República, vir a público para dizer: Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar", escreveu o presidente.

Na nota, Bolsonaro elencou dez pontos. Em um deles, o presidente diz que as divergências se deram por causa de conflitos de entendimento sobre decisões do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e falou que nenhuma autoridade tem o direito de "esticar a corda". Ele escreveu ainda que suas palavras, "por vezes contundentes", são resultado do "calor do momento".

"Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news. Mas na vida pública, as pessoas que exercem o poder não têm o direito de ‘esticar a corda’, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum".

Ainda sobre o ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro afirmou que as divergências são naturais e que vai buscar resolvê-las por medidas judiciais para assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais da Constituição Federal.

Por fim, Bolsonaro afirmou que respeita as instituições da República, defendeu o regime democrático e disse que está disposto a manter o diálogo.

"Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil".

Confira a íntegra da Declaração à Nação, emitida por Jair Bolsonaro:

Declaração à Nação

No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:

1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.

2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.

3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.

4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.

5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.

6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.

7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.

8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.

9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.

10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.

DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA


Presidente da República Federativa do Brasil

9.9.21

Deputado do PT pede para TSE apurar uso de criptomoedas em atos pró-Bolsonaro


O deputado Rui Falcão (PT-SP) pediu na quarta-feira (8) para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) investigar qual a origem dos recursos usados para financiar os atos bolsonaristas realizados no dia 7 de setembro. Ele citou a possível utilização de bitcoin e outras criptomoedas.

De acordo com a petição, assinada em conjunto pelo advogado Marco Aurélio de Carvalho, há suspeitas que os valores captados também possam ser usados para a campanha eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o que caracterizaria crime eleitoral.

A argumentação foi baseada em um vídeo publicado pelo canal ‘Meteoro Brasil’ nesta semana. No material, o jornalista Álvaro Borba diz que bolsonaristas teriam nove contas bancárias para receber recursos. Falou ainda que eles estariam distribuindo camisetas e dinheiro para os participantes dos protestos.

“Aparentemente, há o uso de recursos provenientes do agronegócio, que estariam bancando caminhões em Brasília, e, ainda, o uso de recursos provenientes de doações feitas por Pix e até mesmo por criptomoedas”, escreveram Falcão e Carvalho.

“Há recursos financeiros abundantes e é de se supor que sobras (ou parcelas do que é arrecadado) serão utilizadas, adiante, nas eleições para financiar a campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro. Haveria, em razão disso, prematura arrecadação de recursos para a campanha, à margem do modelo legal estabelecido pela Lei nº 9.504/97 e resolução do TSE”, completaram.

Sobrinho do presidente pede doação em bitcoin
No final de agosto, o sobrinho do presidente Jair Bolsonaro, Léo Índio, pediu em seu perfil no Instagram doações em bitcoin para financiar os atos desta semana.

“7 de setembro vai ser gigante! Contribua com a manifestação em bitcoin”, publicou.

A carteira de criptomoedas informada por ele — abc1q734wusfg95yzg2at777d7lu7cmd3e3ymlzz4g8 — recebeu R$ 6.750 em BTC, segundo consulta na blockchain.

Índio, em outra publicação, também pediu doações por meio Pix para pagar o aluguel de um caminhão, segundo apuração do UOL.

Bolsonaro pede liberação de rodovias aos caminhoneiros


O Ministério da Infraestrutura informa a ocorrência de manifestações de caminhoneiros em que 15 estados na manhã de hoje (9). Diante da situação, circulou, entre os caminhoneiros, um áudio com uma mensagem do presidente Jair Bolsonaro pedindo a desmobilização, de forma a evitar desabastecimento e mais inflação.

No último boletim divulgado pelo ministério, com base em informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), “às 8h do dia 9 de setembro de 2021, são registrados pontos de concentração em rodovias federais de 15 estados, com 10% de redução de ocorrência desde o último boletim da madrugada”.

Segundo a nota, os estados onde ainda há manifestações em rodovias são Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás, Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Rio de Janeiro, Rondônia. Maranhão, Roraima, Pernambuco e Pará.

Ainda segundo a pasta, a PRF conseguiu liberar a passagem em alguns “corredores logísticos essenciais" nesta manhã: BR-040/Minas Gerais; BR-116/Rio de Janeiro (Dutra/Barra Mansa); BR-040/Rio de Janeiro (Reduc); BR-101/Espírito Santo; BR-376/Paraná; e BR-153/Goiás (Anápolis).

Em Brasília, a Esplanada dos Ministérios está interditada por caminhoneiros, que permanecem sentados na pista, de forma a não possibilitar a passagem de veículos. A liberação da via ainda está sendo negociada com as autoridades. Vários caminhões encontram-se estacionados na lateral e no gramado localizado próximo ao Congresso Nacional.

Em um áudio direcionado aos caminhoneiros, ainda não publicado de forma oficial, o presidente Bolsonaro pediu às lideranças do movimento que desbloqueiem as vias para evitar desabastecimento e aumento da inflação.

“Fala para os caminhoneiros que são nossos aliados que esses bloqueios atrapalham, nossa economia. Isso provoca desabastecimento e inflação. Prejudica todo mundo, em especial os mais pobres. Dá um toque para os caras, para liberar, para a gente seguir a normalidade. Deixa com a gente em Brasília, aqui, agora. Não é fácil negociar e conversar por aqui com outras autoridades, mas a gente vai fazer nossa parte e vamos buscar uma solução para isso, tá ok? Aproveita e em, meu nome dá um abraço em todos os caminhoneiros”, disse o presidente.

Na noite dessa quarta-feira (8), o ministro Tarcísio Freitas confirmou a autenticidade do áudio com a voz do presidente. "Esse áudio é real e de hoje. Ele mostra a preocupação do presidente com a paralisação dos caminhoneiros, que iria agravar efeitos na economia e inflação, e ia impactar nos mais pobres e vulneráveis".

Freitas disse que o país já vive atualmente efeito da pandemia nos preços dos produtos. Segundo ele, "a inflação tem hoje uma componente internacional, e uma paralisação vai trazer desabastecimento, prejudicando a população". "A gente não pode tentar resolver um problema criando outro". "Peço a todos que escutem atentamente as palavras do presidente, e que tenhamos serenidade para pavimentar um futuro melhor. A solução do problema se dará através do diálogo das autoridades. Vamos confiar nessa condução e no diálogo", acrescentou o ministro.

8.9.21

Assinado termo que permitirá conexão de Guarulhos com estação de trens


Um termo aditivo na concessão do Aeroporto Internacional de Guarulhos foi assinado nesta terça-feira (8) para implantação de um sistema do tipo automated people mover (APM). O veículo automatizado e movido por ar comprimido vai conectar os três terminais de passageiros do aeroporto à estação da Linha 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Atualmente, a ligação entre o sistema de trens e o aeroporto, que localizado na Grande São Paulo, é feita por ônibus fornecidos pela concessionária GRU Airport. O novo modelo é baseado nas soluções usadas em aeroportos como os de Atlanta, Chicago, Nova Iorque e São Francisco, nos Estados Unidos, e deve economizar tempo dos passageiros, além de ser menos poluente.

Estão previstos investimentos de R$ 271,1 milhões, que seriam pagos pela concessionária à União, como parte do devido por outorga. Esse dinheiro deverá, agora, ser usado na construção do sistema de transporte. “Esse é o primeiro investimento obrigatório previsto em contrato de concessão no setor aeroportuário por meio de aditivo contratual”, ressaltou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas.

A previsão é que as obras comecem em janeiro de 2022 e durem 24 meses.

A linha do APM terá 2,7 mil metros de extensão. Serão três veículos, cada um com capacidade para 200 passageiros, com ar-condicionado, wi-fi e espaço para bagagem.

6.9.21

7 de setembro: Confederação libera caminhoneiros para atos


A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) divulgou nota, na sexta-feira (3), para falar sobre as manifestações do dia 7 de setembro. No texto, a entidade diz compreender “que trata-se de um dia de atos pelo país organizados pela população” e afirma que os caminhoneiros têm “condição de participar livremente na construção coletiva de uma sociedade mais justa, igualitária e solidária”.

Apesar disso, a confederação lembrou que os atos “não carregam em seu escopo nenhuma reivindicação específica relacionada à atividade profissional do caminhoneiro autônomo”.

Também afirmou que “ventual participação de um caminhoneiro na manifestação do dia 07 de setembro representará a vontade individual desse cidadão brasileiro, que decide por si próprio exercer seu direito de livre manifestação e liberdade de expressão”.

Por fim, a CNTA explicou que os “representantes da categoria dos caminhoneiros autônomos sempre estabelecerão como premissas o diálogo, o respeito às leis, a ordem e o esforço conjunto, visando o desenvolvimento e o crescimento do país”.

Leia a nota completa:

A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos – CNTA – vem a público reafirmar que sempre apoiará as ações que refletem os interesses coletivos da categoria, com respeito à ordem pública, às instituições, às leis e à sociedade como um todo.

Em relação às manifestações anunciadas para acontecer no dia 07 de setembro, a CNTA compreende que trata-se de um dia de atos pelo país organizados pela população, convocados e divulgados nas redes sociais e em grupos de aplicativos de mensagens e que não carregam em seu escopo nenhuma reivindicação específica relacionada à atividade profissional do caminhoneiro autônomo.

No entanto, a entidade não pode se furtar de que o caminhoneiro autônomo antes de tudo é um cidadão brasileiro e, consequentemente, um sujeito de direitos e obrigações, detendo toda a condição de participar livremente na construção coletiva de uma sociedade mais justa, igualitária e solidária.

Desse modo, eventual participação de um caminhoneiro na manifestação do dia 07 de setembro representará a vontade individual desse cidadão brasileiro, que decide por si próprio exercer seu direito de livre manifestação e liberdade de expressão.

Por fim, a CNTA e todas as entidades coligadas, federações, sindicatos, associações e cooperativas representantes da categoria dos caminhoneiros autônomos sempre estabelecerão como premissas o diálogo, o respeito às leis, a ordem e o esforço conjunto, visando o desenvolvimento e o crescimento do país.

Agradecemos a visita de pessoas de diversos países ao Seja Hoje Diferente


Todos sabem que o Seja Hoje Diferente pode ser acessado mundialmente através da internet, esta característica se enquadra a todos os sites e blogs, mas o legal de tudo é saber que em diversos países existem pessoas que frequentam diariamente o Seja Hoje Diferente.

Não sabemos ao certo se são brasileiros residentes nesses países ou nascidos neles, nosso sistema de registros só nos mostram o país, a cidade e o número de IP que nos da a ideia e informação de quantas vezes este IP visitou nosso blog.

E com essas informações, da para perceber que certos números de IP retornam diariamente o que mostra que são seguidores do Seja Hoje Diferente.

Nesta oportunidade não só quero agradecer a todos os visitantes e seguidores do Seja Hoje Diferente do Brasil mas também a todos de todo o Mundo que de alguma maneira passou ou passa por aqui.

Agradecer faz bem!

São vários países com registro de visitação ao blog Seja Hoje Diferente.

Agradeço a todas as pessoas residentes nesses países que frequentam nosso blog.

Em principal vou citar os principais países de acessos fiéis ou seja de pessoas que frequentam sempre o Seja Hoje Diferente.

1) Estados Unidos 
2) Portugual
3) Argentina
4) China
5) Japão
6) França
7) Italia 
8) Canada
9) Peru
10) Mexico
11) Colombia
12) Russia
13) Israel
14) Reino Unido
15) Venezuela
16) Espanha
17) Tunisia
18) Armênia
19) India
20) El Salvador

Muito obrigado e voltem sempre.

Sucesso, saúde, proteção e paz

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