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2.7.22

O que fazer para melhorar a alimentação do seu pet? Veja dicas


Ao comprar ou adotar um cachorro, é importante que as pessoas tenham em mente que ele será mais um membro da família, ou seja, é um ser que também irá depender de cuidados básicos, como, por exemplo, banho, alimentação, atenção, dentre muitos outros. 


Além disso, os pets costumam ser mais sensíveis, sendo assim, o cuidado com a alimentação é um dos primeiros que devem ser levados em consideração para que seu animalzinho não desenvolva nenhum problema intestinal. Pensando nisso, separamos aqui neste artigo algumas dicas de como melhorar a alimentação do seu pet. Para ficar por dentro, continue a leitura. 

Dicas para melhorar a alimentação

Antes de mais nada, o mais indicado é que você consulte um veterinário, já que ele é um profissional que poderá te falar com clareza quais são as rações e os suplementos mais indicados para seu animalzinho. Apesar disso, algumas dicas podem ser mencionadas para que você consiga melhorar de forma significativa a alimentação do seu pet, veja:

Invista em alimentação natural

A primeira dica para que você consiga melhorar a alimentação de seu pet é investindo em uma alimentação natural. Além de ser uma comida mais atraente para seu animalzinho, ela atende todas as necessidades nutricionais. 


No entanto, diferente do que muitas pessoas pensam, a alimentação natural não é a mesma coisa que a alimentação caseira, ou seja, você não vai dar alimentos que você mesmo consome. Nesse caso, você deve investir em alimentos ricos em nutrientes e vitaminas, como, por exemplo: carne, vísceras, ovo, legumes, a depender da indicação do veterinário. 

Alimente seu pet em diferentes horários

Os animais, assim como nós, precisam ser alimentados em diferentes intervalos de tempo. No entanto, entenda que: alimentá-lo em horários diferentes e permitir que ele belisque ao longo do dia, são coisas diferentes.


Isso porque, a alimentação em diferentes horários diz respeito a alimentos ainda saudáveis, como os de uma refeição principal, no entanto, no horário e na quantidade indicada pelo veterinário, por exemplo. Entretanto, isso não quer dizer que você deixará de dar petiscos ao seu animal, porém, entenda o horário certo e a quantidade certa.

Esteja atento aos comportamentos durante a refeição

Estar atento ao comportamento durante as refeições também é uma dica interessante para melhorar a alimentação do seu pet, afinal, caso algum comportamento esteja estranho, você poderá corrigi-lo. Nesse caso, é interessante, também, que você faça anotações sobre o comportamento, para depois passar ao veterinário.


Além do comportamento, é interessante prestar atenção na personalidade do animal. Isso porque, alguns pets gostam de companhia durante as refeições, o que significa que se ninguém estiver por perto, ele não irá se alimentar.

Não coloque comida em excesso

Mais uma dica para melhorar a alimentação do pet é não colocar comida em excesso, isso porque, muitas vezes, o animal vai entender que ele precisa comer tudo que está no pote. Nesse caso, a melhor dica é que, antes de tudo, você consulte um veterinário, o qual poderá montar uma dieta balanceada para seu animal, com a quantidade exata de alimentos que ele precisa ingerir. 

Não deixe o pet ter acesso a sua comida

Não deixar o pet ter acesso a sua comida também é uma dica para que a refeição melhore. Nesse caso, evite ficar dando pedaços da sua comida, até porque, além de fazer com que seu pet consuma alimentos desnecessários, você fará com que ele fique mais propenso a desenvolver algum tipo de intolerância a determinados alimentos. 


Sendo assim, procure sempre investir em alimentos adequados, conforme recomendação de um veterinário, seguindo as necessidades nutricionais do seu pet. Além disso, existem diferentes lojas especializadas em rações e em suplementos, minerais e um dos suplementos mais importantes é o Ômega 3 na dieta canina eles são de extrema importância para todos os animais. 

Outros cuidados com os animais de estimação

Além dos cuidados no momento da alimentação, diversos outros cuidados devem ser levados em consideração, inclusive os cuidados após a refeição, já que é um momento onde o animal estará mais sensível, e antes de mais nada, precisará de tempo para que a digestão seja feita.


Pensando nisso, o indicado é que, após a refeição, o cachorro não pratique nenhum tipo de atividade. De forma mais resumida, isso quer dizer que, após a refeição, você precisa deixar o cachorro se sentir à vontade, evitando fazer caminhadas, por exemplo.

Cuidados relacionados à higiene

O cuidado em relação à higiene é outra questão que acaba sendo deixada de lado por diversos pais de pet. Nesse caso, vale destacar que, além das necessidades de banho e tosa, o animal também depende de higiene bucal, ou seja, precisa sempre estar em dia com a escovação dos dentes.


Apesar de ser uma tarefa considerada difícil, ela deve ser executada, e caso prefira, você pode solicitar que o petshop faça essa higienização no momento do banho. Assim, você irá evitar que seu animal desenvolva algum tipo de doença bucal, como, por exemplo, tártaro. 


Por fim, para manter a saúde do seu animal e fazer com que o momento da refeição seja prazeroso, considere algumas das dicas mencionadas acima.

29.6.22

5 curiosidades que você não sabia sobre os cães guia


Eles são primordiais na qualidade de vida dos seres humanos: os cães-guia. Saiba mais sobre esses companheiros importantes para seus tutores deficientes visuais


Os cães guia são os companheiros das pessoas que possuem deficiência visual, porém, existem algumas coisas que não sabemos sobre eles, mas que vale a pena conhecermos um pouco mais, afinal, fazem um papel super importante. 

Mas como e quando eles surgiram? O que acontece, é que existem duas origens principais. 

A versão mais aceita pelos pesquisadores, e por isso a mais utilizada, é que no início de 1780, no Hospital Lez Quinze-Vingts, cães foram treinados por Josef Riesinger para que fossem ajudantes dos pacientes, pois se tratava de uma unidade médica para cegos.


O fato curioso é que Josef não era médico do Hospital, mas sim, um deficiente visual que treinou tão bem o seu cão, que duvidaram de sua cegueira, mas foi o responsável por treinar outros cães.  


Outra história, dessa vez mais moderna, tem início na 1ª Guerra Mundial, na qual o médico Gerhard Stalling, pensando em ajudar os soldados que voltavam cegos da batalha, treinou vários cães para ajudá-los. 

Independentemente das versões, atualmente, os cães são treinados da mesma forma e dividem-se em três fases. 

  • Na primeira, os cães mais dóceis da ninhada do canil são adotados por uma família que será responsável pelo treinamento inicial, que consiste em obediência e socialização. 

Como ainda são pequenos,  os ensinam os comandos mais simples, mas também a frequentar locais públicos comuns do cotidiano, assim como andar em certos tipos de transporte. Isso inclui ruas, praças, restaurantes, carros, ônibus etc. 

  • Quando completam 1 ano e meio, esses cães voltam ao canil. Nessa segunda fase, que dura de cinco a oito meses, eles começam a receber o adestramento mais voltado para o “trabalho” em si, e por isso é mais focado e intenso e passam a utilizar a guia de fato. 

Desse modo, entendem que quando estão treinando, estão trabalhando. Mas sem a coleira, podem se comportar normalmente. 

  • Na última fase, o cão vai para a casa do seu dono. Porém, durante um mês, o centro de treinamento os acompanha e se certifica de que ambos se adaptaram ao processo. Nesse período, o guia é apresentado à rotina que o acompanhará dali em diante. 

5 curiosidades sobre os cães-guia 

Agora que já sabe o básico sobre esses cães, deu vontade de aprender ainda mais, né? Então é a hora de estar por dentro de cinco curiosidades deles, que provavelmente você não sabia, veja só: 

  1. Labradores e golden retriever são os cachorros mais utilizados como cães guia no Brasil

Apesar de não haver necessariamente uma restrição de raça, é fato que algumas são mais utilizadas. 


Isso porque elas detêm as características essenciais para serem guias perfeitas, ou seja: são dóceis, possuem um bom temperamento e têm porte médio a grande. 


No caso do Brasil, os labradores e golden retriever são os mais comuns e fazem muito bem seu papel, pois apesar de não serem pequeninos e de terem uma certa imponência, obedecem aos comandos e são super inteligentes. 

  1. Eles se aposentam com 08 anos de idade;

Os cães podem viver, em média, de 10 a 15 anos, mas isso depende de muitos fatores, desde raça até condições físicas e qualidade de vida. Porém, os cães-guia se aposentam aos 8 anos de idade. 


A partir dessa idade, eles passam a estar mais próximos da velhice, e com isso, a serem menos atentos e ativos, o que diminui a eficiência de suas atividades como guia, e infelizmente, precisam se desfazer dessa função. 


Apesar do apego emocional e afetivo entre cão e dono, a segurança de ambos precisa prevalecer. E é válido citar que apesar disso, ele não é obrigado a se desfazer do dono, apenas precisa não usá-lo como guia, mas a relação permanece a mesma! 

  1. Ninguém pode proibir a entrada do cão-guia!

É muito importante que os donos conheçam seus direitos, principalmente a Lei n° 11.126, de 2005. Em incontáveis locais, sejam particulares ou públicos, a entrada de cães é estritamente proibida. 

Porém, devido à importância dos cães-guia para seus donos, criou-se essa lei, que assegura a entrada e permanência deles em todos os locais que o deficiente visual queira estar, sem exceção, inclusive em transportes. 


Os donos são, de certa forma, dependentes desses cães para sua segurança, melhor locomoção e qualidade de vida, e isso não se restringe a apenas sua casa ou vias públicas. 


Por esse motivo, estar atento a leis como essa são super importantes, pois evita constrangimento e garante o bem-estar dos donos. 

  1. Nem toda pessoa cega se adapta ao cão-guia

Cães são assim como nós, e às vezes isso é pouco compreendido. O que isso quer dizer? Que eles possuem temperamentos diferentes, humor, comportamentos e hábitos variados. 


E se todas essas características não baterem com as do dono, não há adaptação, e forçá-la não é uma opção.


Outro fator que pode interferir na adaptação, é simplesmente o fato do dono não se acostumar com um cão-guia, e preferir estar por conta própria. 


Nenhuma falta de adequação deve ser vista com maus olhos, o importante é o bem-estar do cão e da pessoa, pois uma relação não saudável não é boa para ninguém. 

  1. Como ele guia o dono?

Como já citamos, os cães guiam seus donos em todos os lugares que eles frequentam. Além disso, eles…


  • Auxiliam a atravessar a rua no momento e local correto, desviando de ocasiões perigosas e atentos aos semáforos; 
  • Ajudam na entrada e saída de transportes públicos;
  • Na locomoção, desviam de obstáculos, pessoas, buracos ou qualquer outro empecilho e obstruções;
  • Assim como são treinados a obedecer, também são orientados a desobedecer, caso a ordem do dono os coloquem em situação de risco; 

Resumidamente, eles fazem o que é preciso para tornar a vida do tutor mais segura, fácil e prática, por conta das restrições causadas pela deficiência. 


Apesar de serem treinados para tais tarefas, um cão ainda é um cão e não pode ou deve apenas realizá-las, sem praticar outras atividades tão importantes para eles, como o lazer, as brincadeiras e momentos de descanso.


Para ter um cão-guia, é necessário respeitar esses momentos para manter uma ótima relação com o bichano, que seja benéfica para ambos. 


E lembre-se: em caso de adoção ou dúvidas de como adquirir um, sempre consulte um profissional veterinário ou uma clínica veterinária 24h.

10.3.22

Pode levar o pet para praia no verão?



Durante o verão, muitos tutores viajam e levam seus pets para um banho de mar


Mesmo que o verão seja repleto de chuvas na parte da tarde, muitos tutores ainda tiram alguns dias para viajar e não se sentem confortáveis em deixar seus animais de estimação em hotéis ou com vizinhos.


Por isso, é muito comum que encontremos alguns animais brincando à beira do mar, contudo, é necessário estar atento, já que não são todas as praias seguras para os pets.


Isso ocorre porque os cães podem acabar engolindo restos de peixes ou até mesmo ter contato com águas vivas, além é claro do risco do seu amigo engolir restos de comida que são deixados na areia.


Para detalhar mais sobre este assunto, separamos um artigo com todas as informações que você precisa saber antes de viajar com o seu amigo. Confira!

É proibido levar seu animal para a praia?

Curtir a praia com o pet com certeza nos deixa muito mais animados e relaxados, afinal, nada melhor do que passar um tempinho com o nosso amigo de quatro patas.


Contudo, antes de embarcar na viagem, o tutor precisa garantir que a praia escolhida aceite receber animais domésticos.


A praia de Santos, no litoral paulista, por exemplo, até não mostra muitos problemas em receber cães de estimação, desde que ele não saia do colo do dono.


A boa notícia é que existem outros lugares que são mais flexíveis em relação às visitas dos pequenos, sempre mantendo os devidos cuidados para garantir o bem-estar do pet e dos outros banhistas.


Em algumas praias, o pet precisa estar devidamente vacinado e vermifugado, além de precisar sempre estar do lado do tutor. Para comprovação, o dono do cachorro precisa estar com os documentos que comprovem a saúde do pet.

O que analisar antes de levar o seu pet para a praia?

Claro que, além de levar os devidos documentos para comprovar a saúde do seu cachorro, temos algumas outras dicas para tornar esse passeio mais gostoso, especial e seguro.


Como o animal vai correr bastante, tomar sol e ficar exposto à maresia, é importante levar também um kit hidratação. 


Por isso, garanta um bebedouro portátil para que o seu bichinho de estimação tenha acesso a uma fonte de água potável e segura.


Outro item essencial são os lenços umedecidos e toalhinhas. Eles ajudam tanto na hora de retirar o excesso de areia do animal, quando na hora de limpar olhos e nariz que certamente acabarão sujos e podem incomodar o pet.


Também não se esqueça de levar o protetor solar! Assim como os humanos, os raios solares podem afetar a pele dos cães e gerar futuros problemas.


Por último, mas não menos importante: não se esqueça da coleira com identificação do pet e números para contato. É melhor prevenir do que remediar!

Existem perigos?

Infelizmente, os passeios na praia podem trazer alguns problemas para os pets, por isso, é importante tomar todos os cuidados possíveis caso a viagem realmente aconteça.


Todo esse cuidado tem um motivo: a junção do sal do mar, areia e calor pode não ser tão benéfico para o pet um pouco depois da diversão.


Separamos alguns pontos que você precisa considerar antes de levar o seu animal de estimação para a viagem.


  1. Cuidado com a areia e lesões: A areia possui microorganismos capazes de gerar alergias ou causar até mesmo infecções nos cachorros. Além disso, o pet pode sofrer com algumas lesões somente pela combinação da areia e o sal do mar.


  1. Queimaduras: Assim como já citamos, os raios solares não perdoam os nossos amigos de quatro patas, podendo causar queimaduras nas patas, no focinho e nas pontas das orelhas.


  1. Conjuntivite: Umidade, areia e os raios solares (sim, eles também) juntos podem provocar algumas infecções nos olhos, causando conjuntivite ou até mesmo machucar os olhos deles.

Recomendações

Já abordamos os principais cuidados, mas é sempre bom reforçar a necessidade de garantir a saúde do seu animal de estimação.


Antes e depois da viagem, faça uma visita a um médico veterinário para conferir como o seu amigo está e reforçar o seu bem-estar.


Além disso, se o seu cachorrinho apresentar algum sintoma ou comportamento diferente, recorra a uma clínica veterinária para que o seu pet receba o melhor atendimento possível.

19.11.21

Quanto custa ter um cachorro


A decisão de ter um cachorro deve ser pensada com calma, antes de sua concretização, pois levar para casa um animal exige amor, dedicação, paciência e condições financeiras.

Adquirir um pet significa assumir por longos anos a responsabilidade afetiva e gastos de um ser vulnerável e dependente. Portanto, não é uma escolha feita repentinamente.


Planejamento financeiro para ter um cachorro


Ter um cachorro implica gastos fixos e variáveis de acordo com o costume da casa. Para facilitar a análise, veja as previsões do Instituto Pet Brasil (IPB), associação de empresas de produtos e serviços de animais de estimação conforme o porte:


  • ·        Pequeno, até 10kg: R$ 267,00;
  • ·        Médio, de 11kg a 25kg: R$ 328,00;
  • ·        Grandes, de 26kg a 45kg: R$ 423,00.


Para aqueles que ficam dentro de casa, deve-se incluir a compra de tapetes higiênicos e valores de banho. Caso necessite de serviços de passeadores ou creches, some à despesa mensal.


Portanto, optar por ter um cachorro requer avaliar se o tutor dispõe de tempo, paciência e recursos para se responsabilizar por uma vida que dependerá exclusivamente de seus cuidados.


Gastos iniciais


Um filhote precisa de três doses de vacinação em seu primeiro ano de vida, vermifugação mensal e castração, quando for o caso. Geralmente, cada dose de vacina fica em torno de R$150,00 a R$ 350,00.Também no primeiro momento, compra-se a caminha, brinquedos, roupinhas e utensílios para alimentação e passeio do pet.


Manter o animal sem parasitas é uma ótima economia, uma vez que poupa o tutor de altos custos com tratamentos e remédios, se a imunidade cair e surgirem outras doenças. Por isso, é fundamental administrar vermífugos periodicamente e usar coleiras antipulgas, por exemplo.


Assim como em seres humanos, fazer check-up anual resguarda a saúde do pet e minimiza o aparecimento de doenças mais graves, evitando a probabilidade de internações.


Os veterinários orientam a assegurar a longevidade do pet por meio de ações preventivas, como fazer um ultrassom anual e um hemograma completo para verificar o funcionamento de todo o seu sistema, identificando disfunções iniciais, mais fáceis e baratas de serem solucionadas do que algo mais complexo.


Ainda como custo inicial, pode-se calcular a compra do animal, quando o tutor não quer adotar um pet de ongs por preferir determinada raças. Os filhotes de criadores costumam ser bastante caros.


Extras

Como os gastos com exames, remédios (como o vermífugo) , cirurgias e consultas ficam altos em casos de doenças mais graves, tem-se popularizado os planos de saúde para pets, uma estratégia interessante para quem tem um cachorro ou mais, seus custos variam de R$ 30 a R$ 350 por mês, dependendo da cobertura.


O ideal é castrar o pet para prevenir de futuras crias e, consequentemente, mais cachorros para cuidar, além de doenças, como o câncer. Algumas ações públicas ofertam o serviço gratuitamente ou paga-se de R$ 700 a R$ 1.500 em clínicas particulares.


Cada tutor deve avaliar os custos para tem um cachorro antes de tomar a decisão de trazê-los para casa, pois essa ação vai além dos gastos, exigindo muita responsabilidade do dono.

18.11.21

10 dicas para reeducar o seu cachorro a não se sentir sozinho após a pandemia


Durante o período de quarentena, muitas pessoas ficaram em completo isolamento dentro de casa. Embora isso possa ter sido um problema para muitas pessoas, quem não se incomodou com esse período em casa foi seu cachorro de estimação.

Os cães são amigos fiéis e gostam muito de passar tempo com seus donos, por conta disso, essa nova rotina acaba mudando completamente a forma como o cãozinho se adapta para viver em uma casa, com uma cama com enchimento tipo grade para ele dormir.

Muitos cães eram acostumados desde pequenos a ficar sozinhos, principalmente quando os donos trabalhavam fora e passavam boa parte do tempo no escritório. Porém, uma grande preocupação atualmente é o quanto o animal pode sofrer com essa separação.

Os cachorros costumam se adaptar a rotinas com o tempo, e por isso você pode fazer uma série de atividades importantes para conseguir deixá-los mais confortáveis com a ideia de passar tempo sozinho.

Dessa forma, você pode preparar o terreno para, quando precisar voltar a sua rotina normal, não causar problemas como depressão e o sentimento de abandono, que pode gerar tristeza e sofrimento para o animal.

Por isso, quanto mais você consegue ter atenção a esse tipo de questão, melhor preparado estará para retornar a suas atividades de soluções ambientais sem que haja nenhum tipo de complicação para o pet.

Dicas para reeducar o animal de estimação

O processo de educação de um pet é muito importante para ter uma estrutura de qualidade em suas ações. Quanto mais atenção você der ao cãozinho, mais ele deseja sua atenção, o que pode ser um problema no futuro.

Por isso, estar atento a estas dicas é muito importante para otimizar seu relacionamento com o animal e consiga fazer essa separação de forma natural, sem que haja nenhum tipo de problema de carência.

Além disso, é preciso firmeza e seriedade no treinamento. Não é incomum que o cachorro rejeite o processo de treinamento no início, ou reclame com uivos e latidos. Você deve se manter firme para mostrar a ele o que é certo.

Dessa maneira, você consegue treiná-lo novamente e protege o cão de problemas futuros que podem ser ocasionados pela tristeza de ser deixado sozinho quando você retornar aos seus serviços de diarista depois de se acostumar com uma rotina de companhia constante.

  1. Separação temporária

O primeiro passo é fazer o cachorro se acostumar com a solidão. Por isso, antes de iniciar sua retomada de atividades, é ideal que passe algum tempo do dia longe do animal para que ele comece a se acostumar com sua ausência.

Você pode deixá-lo em um cômodo da casa e ficar em outro. Nesse período, é importante que ele tenha alguns detalhes importantes para ficar bem, como:

  • Um local arejado e ventilado;
  • Água fresca;
  • Ração;
  • Espaço para fazer suas necessidades.

Assim, tudo o que o cãozinho precisa inicialmente estará à disposição, e se possível, você deve fazer uma observação desse período, seja com uma câmera ou de alguma outra maneira.

O comportamento dele nesse momento sozinho indica como ele irá se comportar quando você estiver fora de casa para conseguir um laudo de periculosidade, e por isso é importante saber lidar com ele e avaliar a melhor maneira de conseguir esse tipo de recurso.

  1. Gasto de energia

Quando seu cachorro gasta a energia acumulada, é comum que ele fique mais cansado e com menos pique para atividades em conjunto. Criar o hábito de fazer um passeio antes de ir trabalhar pode ajudar a tornar esse processo mais fácil.

Você pode dar uma volta longa com ele e, ao voltar, oferecer comida e água, o que fará com que ele decida dormir boa parte do dia para repor as energias gastas, não se incomodando em ser deixado em paz durante esse período depois de um passeio com guia para cães.

  1. Enriquecimento ambiental

O enriquecimento ambiental é um processo que muitas pessoas têm utilizado para treinar melhor seus pets, sobretudo os cães. 

Esse tipo de distração ajuda a criar um ambiente adequado para seu animal de estimação, diminuindo a sensação de abandono quando você estiver fora.

Este processo consiste em utilizar objetos para ativar instintos no cão. Isso significa deixar alguns petiscos disponíveis, brinquedos recheados com vitamina para cães e gatos e outros elementos que ajudem a aprimorar o instinto de caça do animal.

Quando você deixa esse tipo de recurso disponível enquanto está fora de casa, os brinquedos acabam distraindo-o, eliminando o estresse gerado pela separação e diminuindo a possibilidade de que ele destrua um móvel ou objeto decorativo da casa.

  1. Evite um contato inicial caloroso

Quando você sai ou volta de casa, é comum querer fazer uma festa com o animal e tornar esse momento mais caloroso. Entretanto, esse tipo de ação acaba gerando uma euforia que pode ser problemática para o cãozinho.

Ele deve ser capaz de compreender que recepções e despedidas são momentos do dia a dia, e que não há nada especial em nenhuma destas ações. Portanto, é importante que você consiga fazê-lo diminuir a ansiedade de passar por esse tipo de situação.

Evite pegá-lo no colo, fazer carinhos mais intensos e dar beijos nele quando você chegar, uma vez que isso só aumentará o estresse do animal quando estiver longe de você.

  1. Deixando roupas suas

Uma das técnicas mais utilizadas para começar a acostumar seu cãozinho, principalmente se ele for filhote. Quando você coloca uma peça de roupa com seu cheiro próximo do pet, em sua caminha ou em outro local onde ele gosta de ficar, isso passa uma sensação de segurança enquanto você trabalha com automação predial.

Ainda que você não esteja fisicamente perto do animal, dessa maneira você consegue mantê-lo muito mais protegido e confortável, e ele não sentirá tanta ansiedade se você não estiver por perto para lidar com este momento.

  1. Deixar um som para o animal

Alguns cães estão acostumados com um ambiente sonoro, principalmente se moram muitas pessoas na casa e elas estão constantemente conversando. 

Para lidar com esse tipo de ação, você pode deixar algum dispositivo ligado para fazer a vez da comunicação da casa.

Uma televisão ou rádio muitas vezes é o suficiente para passar uma sensação de conforto para o animal, que também diminuirá a atenção que está prestando a barulhos de rua.

Se o animal estiver prestando muita atenção no que há fora da casa, pode tentar sair e acabar se perdendo.

  1. Luzes acesas

As luzes também são muito importantes para passarem uma sensação de conforto e bem-estar para os pets, garantindo mais qualidade em suas ações. 

Dessa maneira, se você sair e voltar apenas a noite de seu trabalho com chapas perfuradas, ele não irá se incomodar tanto.

Muitos cães não se sentem seguros no escuro, por isso trabalhar com este recurso é fundamental.

  1. Não tranque seu cão em um espaço novo

Se você não trancar seu cão enquanto está em casa, é importante procurar um ambiente com o qual ele está acostumado para prendê-lo quando sair.

Do contrário, além de ele ficar com medo de se alimentar e fazer sua necessidade, ele ficará suspeito e pode ficar acuado ou agressivo. 

O ideal é que você utilize o local onde ele costuma passar mais tempo, principalmente se você utilizar a ideia de esconder petiscos e brinquedos.

  1. Evite mimos em excesso

Os mimos devem ser usados durante o treinamento para que o reforço positivo ajude seu pet a entender o que é certo e errado. Entretanto, utilizar estes mimos em excesso pode acabar atrapalhando o aprendizado.

Se você mima demais seu cachorro, ele pode apresentar uma série de problemas comportamentais quando estiver sentindo falta de sua atenção.

  1. Outros pets

Se você tiver condições e possibilidades de ter um outro cachorro, essa pode ser a solução ideal. Isso porque ambos farão companhia uns para os outros, tanto nos momentos de diversão quanto na hora de descansar.

Entretanto, esse tipo de ação depende de uma adaptação, para que você não tenha problemas com demarcação de território e se ambos se aceitam, para evitar problemas ainda maiores no futuro.

Considerações finais

O principal ponto que você deve ter em mente é que o animal não sabe que você irá retornar, e isso pode deixá-lo de coração partido. 

Portanto, quanto mais você trabalhar para acostumá-lo a esses períodos separados, menos dolorosa será essa mudança.

Da mesma maneira que ele se acostumou com sua presença na casa, se acostumou sem ela. Isso porque cães são animais de rotina, e isso acaba sendo uma parte natural do aprendizado dele.

Entretanto, isso não é motivo para tornar esse momento doloroso, por isso é importante que você tome muito cuidado para que essa transição seja natural e tranquila.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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