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21.10.21

Publicada lei que proíbe sacrifício de animais pelas zoonoses


Foi publicada hoje (21) no Diário Oficial da União a Lei nº 14.228/2021 que proíbe o sacrifício de cães e gatos pelos órgãos de controle de zoonoses, canis públicos e outros estabelecimentos oficiais similares. A medida foi sancionada ontem (20) pelo presidente Jair Bolsonaro e entra em vigor em 120 dias após a publicação nesta quinta-feira. O objetivo é proteger os animais que são recolhidos da rua por essas entidades e estimular a adoção e resgate por entidade de proteção dos animais.

Em caso de descumprimento, o infrator estará sujeito às penalidades previstas na Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). Essa legislação prevê, por exemplo, detenção de três meses a um ano e multa para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena é aumentada de um sexto a um terço em caso de morte do animal.

De acordo com a lei publicada nesta quinta-feira, somente os animais com males, doenças graves ou enfermidades infectocontagiosas incuráveis que coloquem em risco a saúde humana e a de outros animais poderão passar por eutanásia. Neste caso, o procedimento deverá ser justificado por laudo do responsável técnico pelo estabelecimento, precedido, quando for o caso, de exame laboratorial.

As entidades de proteção animal devem ter acesso irrestrito à documentação que comprove a legalidade da eutanásia.

17.10.21

Cães e gatos podem ter vírus da covid-19, mas não transmitem a doença


Apenas 11% dos cães e gatos que habitam casas de pessoas que tiveram covid-19 apresentam o vírus nas vias aéreas. Esses animais, entretanto, não desenvolvem a doença, segundo pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Isso significa que eles apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, mas não têm sinais clínicos da doença.

Segundo o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e dez gatos. Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 e os que não tiveram.

A pesquisa visa analisar se os animais que coabitam com pessoas com covid-19 têm sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, se sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

Foram feitos testes PCR, isto é, testes moleculares, baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue, com o objetivo de ver se os cães e gatos domésticos tinham o vírus. “Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. O estudo conclui ainda que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não têm o vírus nas vias aéreas.

Mutação

Segundo Farias, até o momento, pode-se afirmar que animais domésticos têm baixo potencial no ciclo epidemiológico da doença.

No entanto, é importante ter em mente que o vírus pode sofrer mutação. Por enquanto, o cão e o gato doméstico não desenvolvem a doença. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e, a partir daí, no futuro, passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”.

Por isso, segundo o especialista, é importante controlar a doença e vacinar em massa a população, para evitar que o cão e o gato tenham acesso a uma alta carga viral, porque isso pode favorecer a mutação.

A nova etapa da pesquisa vai avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

O trabalho conta com recursos da própria PUC-PR e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

30.9.21

Capital oferece vacinação antirrábica de forma gratuita para cães e gatos



A raiva afeta animais domésticos e humanos, e pode ser fatal. 

Os cães são os principais transmissores dessa zoonose às pessoas. Por isso, a vacinação dos bichinhos de estimação é fundamental

Durante todo o ano, a Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) oferece vacinação contra a raiva para cães e gatos nos postos fixos na Unidade de Vigilância em Saúde (Uvis) de forma gratuita. Nesta terça-feira (28) é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a Raiva. A data foi criada para aumentar a conscientização sobre a prevenção da doença, visto que pode acometer todas as espécies de mamíferos, inclusive os humanos.

A raiva é uma zoonose que infecta animais domésticos e selvagens, podendo ser transmitido para as pessoas por meio do contato com a saliva infectada quando ocorre mordidas ou arranhões. Na maioria dos casos, a doença chega a ser fatal.

Geralmente, a transmissão se dá pela mordida de animais infectados, mas também há a possibilidade de a pessoa se infectar pelo contato com a saliva do animal raivoso, diretamente nos olhos, feridas e mucosas.

Os cães são os principais transmissores dessa zoonose às pessoas. Por isso, a vacinação dos bichinhos de estimação é fundamental para prevenir a propagação da doença.

Vacinação contra a raiva

A Divisão de Vigilância de Zoonoses (DVZ) da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) oferece vacinação contra a raiva para cães e gatos nos postos fixos na Unidade de Vigilância em Saúde (Uvis) de forma gratuita.

Este ano, dois pontos volantes de vacinação antirrábica foram disponibilizados até o mês de dezembro: um na Avenida Nazaré (altura do nº 301, próximo ao posto de bombeiros), que funcionará das 9h às 14h30, nos dias 6 e 20 de outubro, 3 e 17 de novembro, e 1º e 15 de dezembro; e o outro na Subprefeitura da Penha (acesso pela rua Mandu, 451) que vacinará os animais às quartas-feiras, das 9h30 às 16h.

Além disso, outros 14 postos fixos também disponibilizam a vacina para cães e gatos a partir dos três meses de idade. Vale ressaltar que a vacinação é a única forma de prevenir os bichinhos da doença.

Vacinação antirrábica

Os endereços e horários de atendimento dos postos fixos são seguintes:

- Divisão de Vigilância de Zoonoses
Rua Santa Eulália, 86, de segunda a sexta, das 9h às 17h; sábados, das 9h às 15h.

- Uvis Butantã
Av. Caxingui, 656/658, de segunda a sexta, das 9h às 15h.

- Uvis Cidade Ademar
Rua Maria Cuofono Salzano, 185, de segunda a sexta, das 8h às 15h.

- Uvis Ermelino Matarazzo
Rua Aurivercine Duarte de Oliveira, 50, de segunda a sexta, das 8h às 17h.

- Uvis Freguesia do Ó
Rua Chico de Paula, 238, de segunda a sexta, das 9h às 15h.

- Uvis Guaianases
Rua Prof. Francisco Pinheiro, 179, de segunda a sexta, das 9h às 15h;

- Uvis Itaim Paulista
Rua Ererê, 260, de segunda a sexta, das 9h às 16h.

- Uvis Jabaquara
Rua Genaro de Carvalho, 101, segunda a sexta, das 8h às 15h.

- Uvis Jaçanã
Rua Maria Amália Lopes de Azevedo, 3.676, de segunda a sexta, das 9h às 11h e das 14h às 16h.

- Uvis Lapa
Rua Sumidouro, nº 712, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

- Uvis Parelheiros
Rua Cristina Schunck Klein, nº 23, de segunda a sexta, das 9h às 15h.

- Uvis São Mateus
Rua Mauro Bonafé Pauletti, nº 199, de segunda a sexta, das 9h às 17h.

- Uvis São Miguel
Rua José Pereira Cardoso, nº 193, de segunda a sexta, das 9h às 15h.

- Uvis Vila Prudente
Rua Ettore Ximenes, s/nº, de segunda a sexta, das 9h às 16h.

- Subprefeitura da Penha
Rua Mandu, 451, todas as quartas-feiras, das 9h30 às 16h;

- UvisIpiranga
Avenida Nazaré, 301, na 1ª e ª quarta-feira de cada mês, das 9h às 14h30 (Datas: 06 e 20/10; 03 e 17/11; 01 e 15/12).

Para mais informações e orientações sobre a vacinação antirrábica na capital acesse a página de Controle de Zoonozes no site da SMS.

13.9.21

7 dicas para ganhar a confiança do seu cachorro

Quem tem como pet um cachorro sabe que eles são animais companheiros, fiéis e muito obedientes quando bem educados.

Por conta disso, ganhar a confiança dele desde filhote é um processo que demanda atenção e tempo para conseguir ter resultados positivos.

Sempre que você pensa em adotar um novo pet, é muito comum que se pergunte quais são os passos corretos para ganhar mais confiança do filhote, para brincar e se divertir com seu novo amigo de quatro patas o quanto antes.

Entretanto, alguns animais possuem uma personalidade e um temperamento mais forte, tanto aqueles que são adotados adultos quanto filhotes.

Por isso, é importante saber como se aproximar e ganhar a confiança deles antes de ter mais liberdade com ele, normalmente utilizando acessórios pet atacado para te ajudar nesse processo.

O comportamento dos pets é muito importante para lidar com a proximidade e a atenção que será dada para ele, além de ensinar convivência e deixá-lo mais confortável com outras pessoas e com outros animais.

Dessa forma, você tranquiliza o animal e passa uma sensação de conforto, ideal para você lidar com ele de maneira mais efetiva e garantir uma estrutura de mais qualidade para a rotina dele.

Por conta disso, é muito importante ter atenção a esse contato inicial, aproveitando melhor estes momentos para criar um vínculo mais forte com o pet, usando um guia para cães para oferecer recompensas pelo bom comportamento.

Ganhando a confiança de seu pet

Existem algumas dicas comuns que podem ajudar muito a criar esse laço de confiança entre o pet e seu dono, e é muito importante que isso seja feito com atenção e inteligência para você trabalhar de maneira mais efetiva.

Para que isso ocorra, alguns especialistas criaram uma série de conselhos para que você possa conquistar a confiança de seu cachorro sem ter nenhum tipo de problema, criando uma relação amigável e divertida com ele.

Vale lembrar, entretanto, que cada pet é único, e nem sempre as mesmas dicas funcionam para todos os pets.

É preciso identificar quais destes conselhos se adaptam melhor a sua realidade para que você consiga conquistar um espaço de qualidade na relação.

Na dúvida, você sempre pode recorrer a um especialista para criar uma proximidade maior e adestrá-lo de maneira profissional, caso esteja com dificuldades de criar essa aproximação por conta própria.

Os serviços de um profissional de adestração costumam ser acessíveis, e alguns profissionais são altamente qualificados, trabalhando como uma máquina de alinhamento para te ajudar nesse processo.

É importante, entretanto, que você verifique o histórico e o perfil do profissional para ter mais segurança e tranquilidade.

Procure um adestrador que não utilize violência ou métodos que possam prejudicar o pet. Normalmente, veterinários e pet shops costumam trabalhar com recomendações de profissionais capacitados que terão esse mesmo tipo de cuidado com seus cães.

1.    O contato visual

Este é um dos primeiros passos de relacionamento entre o pet e seu dono. Normalmente, é realizado antes mesmo de você iniciar brincadeiras e carinhos, uma vez que se trata de um contato inicial que deve ser feito de forma adequada.

Especialistas indicam que você deve evitar o contato visual nos primeiros momentos. Ainda que essa recomendação pareça estranha à primeira vista, é preciso pensar que um pet lida com relações de maneiras diferentes de humanos comuns.

A mente do pet deve ser compreendida para que você consiga trabalhar corretamente essa aproximação. Nesse primeiro momento, um olhar direto e intenso pode ser entendido como um desafio para o pet.

É comum que ele queira fazer uma sondagem de solo e terreno, se for a primeira vez dele em um local. Dê o espaço e o tempo necessário.

Isso significa que ele entenderá que precisa ficar alerta, o que o deixa muito menos amigável e algumas vezes até perigoso, podendo causar um acidente. Evite forçar olhares, e trate-o de forma natural para que ele comece a se sentir mais confortável.

2.    Locais pouco movimentados

Neste momento de descoberta, é importante que você tenha atenção e foco do pet para você. Um local muito movimentado, com rodas e rodízios dos carros e barulhos estranhos pode enchê-lo de estímulos, fazendo-o ficar confuso sobre o que deve ter sua atenção.

De forma similar a um relacionamento humano, conhecer alguém em um local tranquilo é muito melhor do que em um ambiente com muito barulho, onde não há uma forma de se comunicar assertivamente.

Esse tipo de lugar pode ser estressante para o pet, deixando-o ansioso e pouco propenso a se aproximar de você, uma vez que terá algo o incomodando constantemente.

Por isso, o ideal quando você recebe um novo pet em casa é ter um espaço muito mais tranquilo, próximo de um transmissor de nível, que te ajude a monitorar esse momento.

3.    Entenda o que seu pet quer dizer

Embora os cães não consigam se comunicar através da fala, eles costumam deixar sinais muito claros de suas vontades e necessidades. Ter atenção a esse tipo de elemento pode ser fundamental para ganhar a confiança do amigo peludo.

Se um cão está encolhido, rosnando ou com o rabo para baixo, ele pode estar muito irritado e pronto para atacar, por isso, pode reagir de forma violenta. O ideal nestes casos é deixar o pet em paz e evitar qualquer tipo de contato.

Se ele se sente encurralado, ou se não consegue enxergar uma oportunidade de fugir, uma interação forçada pode acabar deixando-o nervoso, possibilitando um ataque que pode ser muito prejudicial para o dono, podendo até mesmo fugir através de dutos de exaustão.

Além disso, o pet em si ficará traumatizado com a experiência, uma vez que ele não consegue compreender que as intenções do dono não eram ruins. Esse tipo de contato forçado é terrível para a confiança entre o pet e o tutor.

4.    Trabalhe com reforço positivo

Esta é uma das técnicas mais antigas e funcionais para lidar com cães, principalmente em estágios iniciais de conquista de confiança. Trata-se de uma prática simples que ajuda a maioria dos tutores a ensinar o básico para os animais.

A técnica do reforço positivo consiste em dar algum tipo de agrado ou premiação por comportamento adequado.

Isso significa que quando o animal faz suas necessidades no lugar certo ou responde a algum comando de seu dono, ele deve receber algum tipo de compensação.

Esse tipo de técnica coloca o animal com uma postura mais adequada, uma vez que ele deseja mais desse agrado. Você pode trabalhar com uma série de recursos para conquistar resultados mais expressivos, como:

  • Brinquedos;
  • Petiscos;
  • Carinhos;
  • Passeios.

Independente do tipo de agrado, é importante que ele seja presenteado no momento em que fizer a ação positiva, para garantir que você terá uma ação mais efetiva.

5.    Respeite o tempo do animal

Assim como acontece com humanos, é preciso tempo para criar proximidade e ter uma relação mais amistosa com os pets. Você precisa dar tempo para que o animal o reconheça e queira brincar e se divertir com você.

Alguns cachorros têm um tempo de espera muito menor que outro, mas é importante que você evite ações precipitadas que podem acabar atrapalhando a relação mais do que ajudando, criando uma estrutura de relacionamento mais adequada.

Deixe que o pet se aproxime por conta própria inicialmente, uma vez que isso mostra que ele está aberto a conhecer você.

Desse momento em diante, você pode começar a conduzir a relação para conseguir mais efetividade em suas ações, realizando um tratamento de superfície antes de iniciar um contato mais próximo.

6.    Estímulo constante

Estimular o pet também é muito importante para que você ganhe a confiança deles.

Normalmente, o cão precisa de atividades e brincadeiras para se desestressar, então essas práticas acabam sendo muito importantes para você trabalhar corretamente com seu animal.

Alguns brinquedos e atividades também estimulam a mente do animal, trabalhando com seus instintos e permitindo que ele consiga ter uma estrutura mais qualificada para praticar sua natureza, garantindo assim um conforto maior para seu pet.

7.    Consulta profissional

Apesar de isso já ter sido mencionado no texto, é preciso ressaltar o quão importante é um adestrador profissional para garantir mais qualidade de vida para você e seu pet. Ações mal executadas durante o processo de conhecimento podem ser desastrosas.

Muitas vezes, lidar com os traumas de um cãozinho é muito mais difícil do que trabalhar com um profissional qualificado nessa etapa de conquista de confiança, garantindo uma estrutura mais apropriada para lidar com ele.

Considerações finais

Cuidar de um cãozinho é um trabalho muito divertido e agradável, mas que demanda uma boa dose de responsabilidade. Trata-se de uma vida que precisa de carinho, atenção e cuidados, e você precisa se comprometer com tudo isso antes de pensar em ter um pet.

Portanto, é importante lembrar que ele é um ser vivo, que possui uma personalidade e um jeito de agir. Esse primeiro contato deve ser fundamental para criar uma relação de amizade e companheirismo com seu amigo de quatro patas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

23.6.21

64 anos, 85 cachorros e um cartão de crédito

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente!

Tudo bem com você? 

Espero que sim e que Seja Cada Dia Melhor afinal que Seja Hoje Diferente em tudo de Bom para nossas Vidas!

Amados olha só que maravilha: Conheça a história da  Luci e da Xpeer Hana, que se conheceram pessoalmente após um atendimento do Nubank.


Que maravilha, um forte abraço!


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