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28.4.20

10 tipos de conflitos com irmãos problemáticos

Divulgação Reprodução - Crédito Fonte

Irmãos tóxicos: 10 tipos de conflitos com irmãos problemáticos. Sabe-se que a família é extremamente importante em nossas vidas. 

É um agente de socialização essencial para o nosso desenvolvimento. De fato, em nossos primeiros anos, a família é vital para a sobrevivência, porque os seres humanos precisam da ajuda de adultos ao longo de um período relativamente longo de tempo.

Além disso, o seu significado não termina aí; o papel dos pais é essencial para crescermos saudáveis e preparados para enfrentar os problemas que surgirem ao longo de nossas vidas, mesmo quando já estivermos crescidos.

Mas os pais não são a única figura familiar importante para nós; quando presentes, os irmãos também tendem a estar lá nos bons e maus momentos. No entanto, há ocasiões em que esta relação fraterna pode se tornar tóxica. Neste artigo, vamos discutir os conflitos latentes que podem surgir entre irmãos, e o conceito de “irmãos tóxicos”.

Um irmão é um amigo dado pela vida

Os irmãos não só partilham os nossos genes, cultura, educação ou classe social, também também compartilham a grande maioria das experiências que aconteceram em família.

É claro que cada pessoa é única e tem sua própria personalidade. Dois irmãos criados sob o mesmo teto podem desenvolver formas de comportamento diferentes, mesmo que ambos compartilhem as mesmas memórias e experiências.

Irmãos são pessoas a quem você confia, que raramente te darão as costas. Eles podem se tornar nossos melhores amigos. Como afirmado pelo poeta e escritor francês, Ernest Legouve, “Um irmão é um amigo dado pela vida.”

Quando o relacionamento entre irmãos não é bom

Relações fraternas também pode ser complicadas. Quando pequeno, as brigas podem ser freqüentes, e depois de adultos, alguns irmãos podem acabar mal, por várias razões, por exemplo, financeiramente. Relações complicadas entre irmãos podem se tornar muito intensas e criar situações em que a hostilidade, a rivalidade, a competição, a inveja e, por vezes, o ódio pode se manifestar.

Quando um irmão pensa que é tratado de forma diferente pelos pais, quando ele pensa que é a ovelha negra da família ou quando recebe uma herança compartilhada e não tem a mesma opinião que o outro irmão sobre o que fazer com a propriedade herdada, a batalha pode ser muito destrutiva.

As razões para os conflitos gerados entre irmãos

Quer na infância ou na idade adulta, há muitas razões que causam essas disputas fraternas. Abaixo você pode encontrar uma lista de razões pelas quais os irmãos têm relacionamentos tóxicos:

1. Razões econômicas

Na idade adulta, pode acontecer que os irmãos não se falem mais por várias razões econômicas. Alguns irmãos brigam porque compartilham um negócio, e quando chegam os problemas de liquidez, a relação é afetada. Outros, no entanto, brigam por riqueza (especialmente por herança). Razões econômicas são uma fonte freqüente de desagregação familiar se você não souber como gerir estes conflitos.

2. Busca de atenção

Em idade precoce, pode acontecer que os irmãos briguem constantemente porque procuram a atenção dos pais. Geralmente, as birras não costumam ir mais além, mas em outros momentos, a relação pode se tornar controversa, uma vez que o acúmulo de conflitos pode levar a grandes conflitos.

3. As comparações dos pais

Às vezes, são os pais que geram crianças inseguras. As crianças, de alguma forma ou de outra, procurarão a atenção dos mais velhos para se sentirem queridas. Talvez uma das crianças seja muito boa na escola, porque sempre tira notas boas nas matérias ensinadas. Em contraste, a outra criança pode ter um talento diverso, por exemplo, em desenho ou na dança.

Este último irmão precisará de pais amorosos para desenvolver essa paixão, mas, como muitas vezes acontece, alguns pais consideram apenas as notas escolares ao avaliar o sucesso de uma criança. Essa criança pode sentir-se muito frustrada, o que pode causar alguma rivalidade com seu outro irmão e se sentir desprezado.

4. Um tratamento parental desigual

As comparações entre os irmãos não são boas, mas também não é positivo dar um tratamento desigual para eles. Isso pode acontecer, por exemplo, nas roupas que os pais compram, na quantidade de dinheiro que dá para cada filho se divertir ou até mesmo na quantidade de sinais de amor (abraçar, beijar, etc.) que os pais compartilham. As crianças são especialmente sensíveis a este tipo de comportamento por parte dos pais, portanto, é preciso ter cuidado para não tratar uma criança melhor do que outra.

5. Diferença de idade

Parece que a diferença de idade pode determinar alguns conflitos. Uma pesquisa mostrou que crianças que têm menos de dois anos de diferença, muitas vezes apresentam mais conflitos do que as crianças com uma diferença maior de idade.

O irmão mais velho, tende a ser mais amoroso e compreensivo com o mais novo. Se o irmão mais velho tiver bastante diferença de idade, irá conseguir entender algumas razões do comportamento do seu irmão mais novo.

6. O estágio de desenvolvimento

O estágio de desenvolvimento também pode influenciar na geração de conflitos. Por exemplo, pode ser que os irmãos tivessem uma boa relação na idade escolar, mas a mudança para o colégio mudou a relação. Talvez o irmão mais velho passe a renegar alguma relação com seu irmão mais novo. O irmão mais novo, neste caso, pode procurar a atenção do irmão mais velho através de disputas.

7. Pertences pessoais

Outro motivo que provoca brigas entre irmãos é quando alguém pega os pertences pessoais do outro. Em idade precoce o objeto pode ser um brinquedo, mas na adolescência é uma peça de roupa, por exemplo. Isso pode levar a conflitos, especialmente se o objeto que você pegar emprestado sem avisar for danificado .

8. Diferentes personalidades

Todos nós temos diferentes personalidades e interesses, e isso pode gerar muitos conflitos. Algumas pessoas se irritam com mais facilidade do que outros, alguns são introvertidos, outros extrovertidos, etc. O choque de personalidades pode causar disputas graves nas relações fraternas.

9. Habilidades sociais deficientes

Se em alguns casos é a personalidade que causa os conflitos, em outros é a falta de habilidades sociais. Os conflitos podem surgir em qualquer relação interpessoal, mas uma boa compreensão sobre as habilidades sociais pode ajudar para que o conflito seja resolvido corretamente . Caso contrário, você pode até mesmo acabar piorando as coisas.

A capacidade de resolver seus próprios problemas e conflitos, empatia ou a capacidade de negociar e discutir, entre outros, são fatores que influenciam na forma como os problemas familiares são resolvidos. Aqui os pais têm muito a dizer.

10. O ciúme e a inveja

Ciúme e inveja podem ser fontes de conflito nas relações entre irmãos de qualquer idade. Às vezes, é a insegurança de alguns dos irmãos que causa esta situação, porque ele pode sentir uma enorme sensação de frustração quando seu irmão tem um emprego melhor ou um cônjuge espetacular.

Fonte: PsiconLine News

30.3.20

Mexerico: O veneno que intoxica a mente

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Por Tatiana Ramadev

Atualmente existe uma grande preocupação com as substâncias tóxicas que podem afetar o corpo. Mas existe um outro tipo de veneno que intoxica a mente, conhecido popularmente como “mexerico”.

O mexerico nada mais é do que uma conversa negativa sobre os outros e começa geralmente com “ouvi dizer...”, “me disseram que...”, “não diga que eu te contei isso...”

A pessoa que se acostuma a agir dessa forma se torna ela mesma uma vítima desse envenenamento mental. Parece que se intoxica tanto que passa a sentir alegria em falar mal das outras pessoas, sem perceber que para as pessoas racionais e verdadeiras ela está se tornando cada vez mais desagradável e mais indigna de confiança.

Esse veneno mental reduz a amplitude do nosso pensamento fazendo com que nos concentremos em coisas insignificantes. 

Torce a nossa maneira de pensar sobre uma pessoa porque é baseado justamente na distorção dos fatos e da própria realidade.

Estabelecer um diálogo constante ou conviver com pessoas desse tipo é o mesmo que caminhar em uma estrada sob uma tempestade que nos impede de enxergar o que existe de belo no caminho.

Sua mobília não ficará mais bonita se você pegar um machado e destruir a mobília do vizinho. Da mesma forma, o uso de machadadas verbais, de mexericos e maledicências contra uma terceira pessoa não vai fazer que você ou eu nos tornemos melhores.

Afaste o veneno mental de seu ambiente, de sua vida. A semente, seja boa ou má, só prospera quando encontra um terreno que lhe seja fértil.

Facebook: Tatian Ramadev.

Fonte da imagem: 
Abandonando o mexerico - Guiame

27.1.20

A ingratidão dói | Agradecer faz bem!

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Reprodução Divulgação

A ingratidão dói... Agradecer faz bem! 

Deus seja louvado por todos os seus benefícios para conosco! 

Palavra de vida para hoje: “Então Jesus lhe perguntou: ‘Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão? Não ouve quem voltasse para dar glória a Deus, a não ser este estrangeiro? ’” (Lc17, 17-18).

Jesus curou dez leprosos, que lhe suplicaram compaixão. 

Apenas um voltou para agradecer. E este era um samaritano (“de fora”). Esta informação é dada quase com o propósito de advertir aos judeus (“de casa”!) que a ingratidão dói no coração de Deus (de Jesus). 

O hábito de sempre receber benefícios dos outros pode diminuir nossa sensibilidade até ao ponto de não formularmos mais nem um simples “muito obrigado”. 

Quanto recebemos todo dia de todos: vida, alimentos prontos, casa limpa, orações, gentilezas, esforços, dinheiro, cansaços, conselhos, sorrisos e até lágrimas... 

O Papa Francisco advertiu-nos a dizer três indispensáveis palavrinhas, especialmente em família: “Com licença”, desculpe-me” e “obrigado”. 

Quantas vezes usamos estas expressões ao dia, com todas as pessoas? 

Costumamos ser gratos ou ingratos?

Jesus ajuda-nos a sermos humanamente sensíveis, atentos, agradecidos! Que nossa maneira de agradecer se torne compromisso vital com quem nos ama e nos ajuda. 

Recebe senhor, nossa gratidão, por tudo, hoje e sempre. Amém!  

Leia mais artigos sobre "Jesus" no SHD.

Padre Aldo Fernandes 

13.12.19

Quem faz o bem também recebe Ingratidão: Confeiteira doa bolo para criança e mãe reclama: "dê algo que preste"

Seja Diferente, Junte-se ao Seja Hoje Diferente.


Divulgação Reprodução

Cida Guilherme fez um bolo, 100 salgados e 50 doces para ajudar família. Na internet, mãe humilhou confeiteira e disse que esperava um bolo maior

Depois de fazer uma doação para uma festa infantil, a confeiteira Cida Guilherme foi humilhada pela mãe da criança nas redes sociais. A mulher, que havia feito o pedido alegando que não tinha condições de comprar um bolo, achou a doação ruim e usou a internet para expor suas críticas marcando a benfeitora na publicação.

A confeiteira conta que não conhecia a mulher antes de ver sua postagem com o pedido. Cida disse também que a mãe explicou que ela e o marido estavam desempregados e pediam um bolo para não deixar o aniversário da filha passar em branco, e que só pretendiam cantar parabéns com outras quatro pessoas. 

Cida entregou, além de um bolo decorado, 100 salgados e 50 doces para a mãe. No entanto, ao invés de agradecer, a mulher reclamou e disse que esperava um bolo maior e mais comida, já que havia convidado 50 pessoas para a reunião.

Ao verem a postagem, clientes, amigos e familiares de Cida saíram em defesa da confeiteira. A publicação chegou a mais de 7 mil compartilhamentos e 5 mil reações.

Depois da repercussão, a mulher que fez a publicação já excluiu sua rede social, mudou o número de telefone e não se desculpou. Porém, algumas semanas atrás uma parente dela entrou em contato com Cida para dizer que ela estava arrependida e pedia a doação de outro bolo.

Cida disse que doaria o bolo desde que a mãe levasse a criança na casa dela para que cantassem parabéns lá. A mulher não aceitou.



Rotina de ajuda

A confeiteira demorou para ver a publicação porque na época tinha sofrido três paradas cardíacas e ficou 15 dias em coma.

Cida conta que sempre fez doações e montou um projeto no qual dá aulas de culinária para as crianças da sua comunidade. Atualmente o projeto está parado pois o marido de Cida, quem comprava todos os mantimentos da aula, ficou desempregado.

#sejahojediferente #sejadiferente #correntedobem #heroisdoslacres #sejavoce #fuscadobem #fusquinhadobem #unidosdobem #ermelinomatarazzo

8.11.19

Falsos Coach: Cuidado com as armadilhas


Basta fazer uma pesquisa rápida no Google para notar a explosão da oferta de serviços de coaching no Brasil. E segundo, José Augusto Figueiredo, presidente do ICF (International Coaching Federation) Brasil e vice-presidente de operações da LHH/DBM para a América Latina, há espaço para o crescimento deste mercado.“Na América do Norte e Europa são 40 coaches em atividade para cada milhão de habitantes, segundo pesquisa do ICF.

No Brasil, são 4 coaches para cada milhão de habitantes e a média mundial é de 7 por milhão”, diz Figueiredo. Com o número de profissionais que oferecem serviços de coaching em alta, alguns cuidados se fazem necessários na hora de decidir quem contratar. 

O risco é cair em armadilhas, gastar dinheiro e tempo com profissionais não qualificados e, não conseguir os resultados desejados na carreira. Confira alguns dos sinais de que o coach pode ser picareta, segundo especialistas:

Ele diz ser coach, mas faz consultoria

Muita gente confunde, mas há uma clara distinção entre os serviços de coaching e os de consultoria. “Durante um processo de coaching, a pessoa é provocada a refletir, mas deve encontrar as respostas sozinha. 

Na consultoria, o profissional recebe o caminho das pedras”, explica Figueiredo.Portanto, se o que você procura é mesmo um processo de coaching, fuja de profissionais fazem aconselhamento de carreira, dizendo o que você deve fazer. “Há consultores que, ao lerem um livro sobre coaching, identificam semelhanças entre ferramentas usadas em planejamento estratégico para empresas, e passam a nomear o seus serviços como coaching”, diz Sulivan França, presidente da SLACoaching (Sociedade Latino Americana de Coaching).

Ausência de formação

O alerta vermelho acende para profissionais que não têm formação. Por isso, um dos cuidados mais importantes, na opinião dos dois especialistas consultados, é checar a qualificação do profissional que oferece serviços de coaching. “O ideal é perguntar qual a formação dele como coaching e a escola que fez”, diz Figueiredo.

França recomenda ainda que seja verificado se a especialização do profissional está alinhada à demanda que você tem. “Se o que você procura é coaching executivo, veja se isto faz parte da especialização dele como profissional”, diz França.

Ele não é vinculado a nenhuma organização

Coaches que “engasgam” na hora em que você perguntar sobre credenciais e certificações em instituições de coaching devem ser encarados com muita desconfiança. 

“Tem muita gente trabalhando sem ter credencial”, diz Figueiredo. 

Dê a devida importância para este aspecto, uma vez que obter a certificação profissional de coach em organizações reconhecidas não é tão simples assim.

O ICF, por exemplo, é bastante criterioso ao conceder a credencial, os coaches precisam enviar todas as informações, fornecer a lista de clientes, dizer quanto foi cobrado e é feita uma auditoria”, diz Figueiredo.

Ele se recusa a oferecer referências do seu trabalho

A chave para ter certeza de que a pessoa está preparada para prestar serviços de coaching está na sua lista de clientes, dizem os especialistas. 

Não contrate um profissional que não forneça referências que comprovem o calibre de sua experiência

“Peça para ele indicar 3 pessoas que foram suas clientes. Se o potencial cliente é um CEO, deve buscar referências do coach com outros CEOs”, diz Figueiredo. 

“A referência é muito importante, ninguém melhor os clientes para falar sobre a atuação do coach”, concorda França. 

O coach afirma que a experiência corporativa é a sua principal credencial

Para um mentor ou conselheiro de carreira, a experiência corporativa é a grande credencial. Mas, dizem os especialistas, esta máxima não vale para os serviços de coaching.

“Há uma tendência errada de as pessoas procurarem profissionais que tenham muita experiência de vida”, diz Figueiredo, lembrando que a experiência que deve ser levada em conta na hora não é corporativa e, sim, a de coach.

“Não é preciso entender do negócio, e até melhor que não entenda, porque do contrário a probabilidade de ele partir para o aconselhamento é maior”, diz França.

Veja mais informações em: 
www.glaupersonalcoach.com.br

23.10.19

NÃO USE MÁSCARAS! ELAS PODEM CAIR

Nós cristãos, devemos tomar cuidado para não usarmos máscaras e tentarmos mostrar aquilo que não somos. 



Jesus prefere que você seja quem realmente é, com suas falhas, mas buscando melhorar, do que fingir ser um cristão fervoroso, santo, quando você não é.

19.10.19

PECADOS QUE DESAGRADAM MUITO A DEUS - Fuja Deles!

A Bíblia diz que o pecado nos afasta de Deus, e não podemos achar que certos "pecadinhos" não prejudicam a nossa vida espiritual. 


Por isso vou te mostrar 4 pecados que desagradam a Deus e que podem nos trazer graves consequências.

13.10.19

70% DOS HOMENS ABANDONAM AS MULHERES COM CÂNCER DE MAMA

O mês dedicado à prevenção ao câncer de mama amplia a conscientização entre as mulheres, mas também revela dados assustadores.

As informações são do FolhaZ confira

Cerca de 70% dos homens abandonam suas companheiras após o diagnóstico da doença.

O medo da rejeição (40%) e a consequente depressão (30%) entre as mulheres são barreiras que retardam o avanço do tratamento.

Os dados são da Sociedade Brasileira de Mastologia e dão a medida do quanto a mulher precisa de superação para enfrentar o câncer de mama com dignidade.

Afastamento

A indiferença masculina, diante da gravidade do problema, atinge índices elevados quando o relacionamento é mais duradouro.

A pensionista Roseli Theodoro, 46 anos, detalha a mudança de comportamento do marido, com quem viveu por 20 anos. “Senti um afastamento imediato. Me acompanhou na primeira consulta e depois não podia mais”, recorda.

Não demorou muito, segundo ela, para que a “separação do quarto se transformasse em separação definitiva”, independente do apelo dos familiares.

É cruel, mas é real. O impacto do diagnóstico do câncer de mama na mulher não se revela mais dolorido do que o abandono – físico e mental – do parceiro.




Desumano

Grupos independentes como as “Amigas do Peito”, formados por mulheres que já venceram a doença, surgem nesse momento para evitar que o desespero assuma proporções incontroláveis.

Depois do câncer de pele, o de mama é o mais comum entre mulheres no Brasil e no mundo. A taxa de cura tem aumentado bastante em função da descoberta precoce, motivada por ações como o outubro rosa.


Deixe seu comentário no Facebook, curta e compartilhe. Tamo Junto!

O que está longe de mudar é o outubro negro na cabeça dos homens, caracterizado por um misto de indiferença, ignorância e falta de compaixão.

Nem mesmo o inimigo merece um tratamento tão desumano.

9.10.19

Seja Diferente, Porque as pessoas saem da minha vida?

Quando algumas pessoas saem de nossa vida, dói, mas tudo acontece por um propósito maior…

Durante muito tempo, eu sentia medo de ser sincera, dar minha opinião e perder algumas pessoas que considerava essenciais em minha vida. 

Imagem Reprodução Divulgação Internet

E, antes de mais nada, vamos começar enfatizando uma fato incontestável: as únicas pessoas insubstituíveis em nossa vida, são nossos pais, a nossa família

É preciso desmistificar essa ideia absurda de que você não consegue viver sem um amor, paixão ou seja lá o que for.  Não estou dizendo que devemos ver e tratar as pessoas de maneira descartável, não. O que eu quero dizer é que você não pode ter medo, nem tampouco impedir quem quiser ir embora. 

A gente acaba se sacrificando para agradar, para sermos vistos como pessoas legais, mas a verdade é que temos voz, personalidade, opiniões e vontades próprias.

Se algo me incomoda, eu tenho um compromisso comigo, com a minha sanidade mental, minha paz de espírito, de falar, de reclamar e de não aceitar o que, (seja lá o que for) não me faça bem, não me faça feliz. 

Quando algumas pessoas saem de nossa vida, dói, eu sei que dói, mas eu também sei que quem tem que ficar, fica, e que tudo acontece, por um propósito maior que está fora da minha compreensão.

Então, hoje em dia, quando querem ir embora, eu mesmo abro a porta e mostro a saída principal. 

Não confunda nunca amor-próprio, autorrespeito e se valorizar, com ser arrogante e intolerante, porque não é por aí que as coisas acontecem, mas temos que aprender a respeitar nossos próprios limites.

Decisões devem ser tomadas levando em consideração a fronteira do seu território e o território alheio. Desde que o mundo é mundo, nações travaram batalhas mortais para defender seu espaço, então, acho quase uma obrigação, fazermos o mesmo com a nossa vida.



Saber se impor de maneira relevante e sempre com cortesia, mas quando for hora de dizer não, quando for conveniente expor sua opinião, faça, sem medo. 

Devemos amar as pessoas, tentar entender a loucura alheia, para que a nossa também seja entendida, mas devemos nos amar, muito, e ao ponto de fazer com que ninguém se atreva a desrespeitar isso. 
Amor-próprio é um compromisso! Um trabalho que exige seu esforço em tempo integral. Então,  não se decepcione, não se deixe na mão, muitos ao nosso redor são guiados pelo nosso exemplo.  

Texto por Wandy Luz em O Segredo.

1.10.19

A depressão oculta, um grave problema

Imagem Divulgação Reprodução Internet

Apesar de que geralmente podemos detectar as pessoas deprimidas com facilidade, a depressão encoberta pode ser um grave problema. Quem sofre com esse problema tenta ocultar seu padecimento, o qual incrementa o seu risco. Os sintomas aparecem de maneira imprevista, mas geralmente, quando já é tarde demais para prestar ajuda.

O problema principal é que essa patologia geralmente é ignorada pelos que rodeiam a pessoa em questão e por ela mesma. O suicídio pode acontecer em qualquer momento sem que ninguém entenda porque ocorreu. Ninguém detectou os sinais e a própria vítima nunca falou sobre isso.

Uma pessoa com depressão oculta tenta mostrar otimismo. Escuta música, passeia ou faz exercícios. O medo à rejeição o leva a esconder seus sentimentos. Inclusive uma lesão nos braços pode ser oculta para evitar que a atenção se dirija a eles.

Ao contrário do que todos podem pensar, as pessoas extrovertidas e joviais demoram mais em superar a depressão que os introvertidos. Durante muito tempo se pensou que alguém alegre e muito sociável dificilmente poderia entrar em um quadro depressivo A realidade demonstrou o contrário.

Por que ocultar a depressão?

A vergonha ou o temor de perder os amigos ou inclusive o trabalho, podem ser as razões para encobrir um quadro depressivo. A jovialidade, que é tão característica na pessoa depressiva, a ajuda na sua necessidade de ocultá-la. Por isso, é conveniente estar atentos a estes hábitos ocultos das pessoas com depressão, para ajudá-las a superá-la.

As demonstrações de alegria e cordialidade podem estar acompanhadas por lembranças do passado. Podem tratar-se de episódios não curados que surgem periodicamente apesar de que a pessoa não fale sobre eles demonstrando tristeza.

Se esse amigo ou familiar fala de ansiedade e esgotamento é conveniente que lhe prestemos atenção. É importante ter esses detalhes em conta e principalmente se não for o seu costume fazê-lo.

Atenção às mudanças na alimentação

As mudanças nos regimes de alimentação podem ser indicativos de algum problema. Apesar de que os transtornos alimentares e a depressão sejam patologias diferentes, podem estar relacionadas.

Pode acontecer de que essas mudanças ocorram simultaneamente ou que um transtorno leve a outro. Se houver mudanças no apetite desta pessoa é conveniente prestar-lhe atenção. É necessário conversar com o paciente, mostrar a ele que não está sozinho e incentivá-lo a buscar ajuda.

Perda de interesse e entusiasmo

Quando uma depressão está oculta, o desânimo por coisas que antes geravam paixão e entusiasmo pode delatá-la. Esse desinteresse de hoje por atividades que geralmente se faziam com amor, pode significar um problema de fundo.

O primeiro passo para o tratamento é falar com a pessoa. Mesmo que ela não quiser reconhecer, isso pode ser o ponto de partida para iniciar o tratamento.

Bem arrumados mas tristes

É muito comum que quem está deprimido descuide seu aspecto, mostrando-se triste e fechando-se em um muro. Entretanto, as pessoas com depressão oculta podem estar sempre muito bem arrumadinhas.

Cansaço permanente

Quando a depressão está oculta, um claro sintoma pode ser um cansaço permanente sem causa definida. Os que padecem esse cansaço o atribuem à fraqueza, preguiça ou acúmulo de trabalho, entretanto, detrás dessa aparente debilidade pode estar implícito um forte quadro depressivo.

Ira e raiva, sintomas de depressão

A irritabilidade e a ira geralmente são sintomas de depressão oculta que não devem ser tratados como emoções transitórias. Não se trata somente de apatia, melancolia, choro e tristeza, que nas pessoas extrovertidas não são tão evidentes.

Essa irritabilidade ocorre porque em muitos casos essas pessoas devem seguir com suas responsabilidades apesar de seu cansaço. Isso geralmente confunde-se com estresse, mas na verdade pode ser uma manifestação clara de depressão oculta.

A falta de sono os delata

A intranquilidade ao dormir, a insônia, sudorese noturna sem causa aparente, indica que algo não vai bem. Devemos identificar esses sintomas como sinais de uma manifestação de ansiedade, pois geralmente, estão vinculadas. Com muito cuidado e sutiliza, devemos tentar tocar estes temas nas conversas para assim, desvendar os verdadeiros problemas de fundo.

Se conseguimos detectar estes hábitos ocultos das pessoas com depressão, poderemos oferecer-lhes ajuda. Certamente é um desafio, mas valerá a pena se assim pudermos salvar a vida de um ser querido.

24.9.19

Suicídio: Precisamos falar sobre isso

Imagem Divulgação Reprodução Tv Brasil

Suicídio, um tema delicado e ainda repleto de preconceito e tabus

Conversar é sempre melhor, dizem os especialistas que trabalham com prevenção do suicídio. 

Neste Setembro Amarelo, mês que marca a campanha de conscientização sobre prevenção do suicídio, o Caminhos da Reportagem reexibe o programa “Precisamos falar sobre isso” num cenário não muito diferente de setembro de 2017, quando foi exibido pela primeira vez. 

Os jovens de 15 a 29 anos ainda têm o suicídio como a principal causa de morte, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As informações são do Tv Brasil Confira:

O tema ainda preocupa pais e profissionais da saúde que se apoiam na imprensa para divulgar os dados. 

E dentre as técnicas mais eficazes para reconhecer os sinais de risco, a escuta sem julgamentos é a mais recomendada entre os profissionais.

Veja mais sobre Setembro Amarelo Clicando Aqui.

18.9.19

Saiba como lidar com pessoas que querem te prejudicar no trabalho

Saiba como lidar com pessoas que querem te prejudicar no trabalho

Dividir o ambiente de trabalho com outras pessoas não é uma tarefa fácil. Por mais que o clima seja agradável, a verdade é que em praticamente todo o lugar sempre terá alguma pessoa mau-caráter que fará de tudo para prejudicar os outros. Isso é muito mais frequente do que se imagina, podendo trazer efeitos devastadores para os profissionais e para a própria empresa, que acaba com os resultados prejudicados.

As informações são do Mundo Carreira Confira:

Como lidar com pessoas que querem te prejudicar no trabalho?

Resolva o assunto diretamente com a pessoa:

Uma das formas mais diretas de resolver o problema de uma vez por todas é ir tratar a situação diretamente com a pessoa que está causando o problema. Para isso, entretanto, é preciso que você tenha certeza do que está acontecendo e vá conversar com o verdadeiro culpado da situação.

É claro que você não vai provocar uma briga ou uma discussão mais calorosa, pois isso pode aumentar ainda mais o conflito. Você deve chamar a pessoa para conversar e perguntar o porquê desse comportamento. Deixar claro quais são os seus objetivos é uma forma de esclarecer o problema e encontrar a solução.

Seja discreto

Uma eficiente forma de se proteger das pessoas que querem te prejudicar no ambiente de trabalho consiste em manter a discrição sempre. Não exponha sua vida pessoal dentro do ambiente profissional e não fale tanto dos seus planos perto das pessoas que você sabe que estão esperando apenas uma informação para tentar te derrubar. Mantenha sua vida pessoal em sigilo, compartilhando-a apenas com quem você realmente confia.

Saiba quem você é

O grande erro da maioria das pessoas é se deixar abalar pelos comentários e fofocas que surgem a seu respeito no trabalho. Para que você não se abale e não dê ouvidos a esses comentários, é fundamental que você se conheça e tenha consciência das suas qualidades, de modo a não se deixar abalar com facilidade.

Coloque limites

Uma atitude bastante comum de quem quer te prejudicar é sobrecarregar você de tarefas que não são de sua responsabilidade. Toda vez que você aceita “ajudar” em algo que não é da sua competência, você estará se sobrecarregando e abrindo espaço para que se aproveitem cada vez mais de você. Portanto, coloque limites. Se perceber que alguém está se aproveitando de você, comece a rejeitar as tarefas extras.

Veja também: 

Saiba como desenvolver a qualidade no trabalho em equipe

16.9.19

Hábitos que tiram sua motivação pessoal e profissional


Desenvolvemos alguns hábitos que tiram a nossa Motivação Pessoal e Profissional

Hábitos como: 

Comparar-se com os outros e sentir-se inferior; 
Mania de Perfeição; 

Falta de confiança em si mesmo...


10.9.19

Suicídio: A dor dos que ficam

Suicídio: A dor dos que ficam
Imagem Divulgação Reprodução Internet

Chamadas de “sobreviventes suicidas”, as pessoas que estão sofrendo após o suicídio de alguém próximo enfrentam preconceito, incompreensão e o desafio de retomar a rotina.

Vergonha, culpa, dúvidas, raiva... esses são alguns dos sentimentos experimentados por aqueles que perdem algum ente querido por suicídio. O luto dessas pessoas envolve tabus, estigmas, preconceitos e muita desinformação, ingredientes que podem afetar a saúde mental dos que ficam.

As informações são do R7 confira:

Em suicidologia, o termo “sobrevivente suicida” se refere a uma pessoa que está sofrendo após o suicídio de alguém próximo e não a alguém que sobreviveu a uma tentativa de suicídio.

O ato solitário e de profundo desespero tem um efeito potencialmente devastador em quem fica. Um estudo coordenado pela pesquisadora Julie Cerel, da Universidade do Kentucky (EUA), mostrou que aproximadamente 135 pessoas são impactadas com um único suicídio. Além disso, estima-se que 25 pessoas próximas da vítima podem tentar se matar ou ter ideias suicidas.



Isso significa que diante dos 12.495 suicídios registrados no Brasil em 2017, segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 1,6 milhão de pessoas podem ter sido afetadas de alguma forma e, deste grupo, 300 mil podem vir a atentar contra a própria vida. O psicólogo norte-americano John R. Jordan, autor de diversos livros sobre o assunto e que trabalha há mais de 25 anos com sobreviventes suicidas, explica como isso se dá.

"As pessoas que conhecem alguém que morreu por suicídio têm 1,6 mais chance de ter ideias suicidas; 2,9 vezes mais chances de ter planos suicidas; e 3,7 vezes mais chances de tentar suicídio, em relação a outras pessoas que não conheciam [alguém vítima de suicídio]."

A morte por suicídio é normalmente violenta e repentina. Pode ser ainda que parentes e amigos tenham de lidar com investigações policiais e com a imprensa até que se tenha certeza do que aconteceu, o que adiciona ainda mais trauma a estas pessoas.

"Uma cena que até hoje me aterroriza"
"Tivemos um fim de semana normal com as nossas filhas e na segunda-feira encontrei meu marido morto, enforcado em casa", conta Eliana* (nome trocado). "É uma cena que nunca vai sair da minha cabeça e até hoje me aterroriza."

Foi o primeiro contato com o suicídio que a família teve, mas não seria o último. Dois anos depois, a filha mais velha do casal também tirou a própria vida, aos 18 anos. Mentalmente abalada após a morte do pai, a jovem entrou em um quadro depressivo que, apesar de ajuda especializada e medicamentos, agravou-se.

"É normal você se perguntar: 'será que o suicídio do pai teve alguma influência na decisão dela?' Eu nunca vou saber, tento não buscar muitas respostas porque sei que nunca vou encontrá-las. Meu objetivo hoje é me preservar e cuidar da minha outra filha, porque sei que precisamos uma da outra e é nela que busco forças para seguir."

Tsunami existencial

"O suicídio para quem fica é um tsunami existencial. Mas o que você faz depois de um tsunami? Se reconstrói", explica a psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, autora de livros sobre o tema, incluindo Suicídio e luto: histórias de filhos sobreviventes; e Sobreviventes enlutados por suicídio - cuidados e intervenções, este último lançado neste mês.

Eliana relata a angústia de quando é perguntada sobre como perdeu o marido e a filha. "Falar de suicídio é para muita gente algo completamente inusitado. Tem quem me olha de cara feia, o que me deixa mal, porque eu não tenho culpa e não posso ter vergonha pelo que aconteceu."

Uma das grandes dificuldades do sobrevivente é encontrar pessoas que não façam julgamentos.

"O que se matou não era corajoso, fraco, covarde... era uma pessoa que estava em intenso sofrimento. Quem sou eu para julgar quem estava em sofrimento? Quem está longe julga, quem está perto compreende", diz Karina.

Veja também: Jamais vou fazer o que ele fez

5.9.19

Sinais claros que indicam o fim de um relacionamento

Sinais claros que indicam o fim de um relacionamento
Fonte da imagem - Crédito ao final

Saudações Amados do Seja Hoje Diferente.

O amor parece ter se transformado em um objeto de consumo de se usar e jogar fora. As informações são do El País.

O Tinder fez com que, diante de tanta oferta, seja difícil apostar em alguém a longo prazo porque sempre parece que há mais escolhas. Temos medo de nos aferrar a uma pessoa, mas a realidade é que temos muito mais medo de soltá-la. Dar o passo de deixar uma relação continua sendo complexo por mais que pensemos que do outro lado o Tinder nos espera. Ou, talvez, justamente por isso.

A coach Raquel Gargallo diz que, geralmente, o que é difícil assumir é que “a relação já cumpriu com sua função em nossas vidas e é preciso procurar outra forma de se relacionar entre os dois”. Isso ocorre por outra questão de fundo, que “não aceitamos que a vida, as relações e os sentimentos são flexíveis, evoluem, mudam e devem ser cuidados”, mas principalmente que não aceitamos “que é possível que a maneira como nos amam e amamos mude”.

Levando em consideração que se trata de realidades difíceis de se ver, geralmente o momento de romper uma relação não chega do nada, e sim após um ponto de inflexão. Sobre essa questão a psicóloga Zoraida Granados acrescenta que essa reflexão chega em circunstâncias especiais, não no meio da rotina, e sim quando “se precisa da outra pessoa, não somente como casal; e sim como companheira, amiga e apoio”, e nos damos conta de que já nada é o que era. “Esses momentos de percepção podem ser mais ou menos conscientes e ser esquecidos. E produzem sensação de irrealidade, medo e frustração”.

Mas existem realmente sinais claros que anunciam que é o momento de deixar definitivamente a relação? Pode ser que ainda exista esperança para o amor? As duas especialistas analisam alguns sinais fundamentais que diferenciam na terapia os casais que só precisam trabalhar seus problemas, dos que, talvez, deveriam aprender a dizer adeus com um te amo.

Conheça os Sete sinais claros que indicam o fim de um relacionamento aqui.


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Fonte da Imagem - 20 Conselhos para superar o fim de um relacionamento.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

27.8.19

A Família Falsa e hipocrita


Saudações Amados do Seja Hoje Diferente.

As pessoas mais tóxicas são aquelas que estão nas famílias, que nunca te incentivam, te criticam e te julgam, que se acham no direito apontar seus defeitos. 

Esses indivíduos são bem piores que adversários, pelo menos o inimigo as vezes luta por algo que ele também almeja ter, já alguns parentes torcem para você fracassar principalmente quando vêem o seu sucesso. 

Eles se incomodam com simples fato de te ver no topo e sentem inveja de você por isso, mantenha distância de pessoas assim, elas são falsas, perversas, se acham melhores dos que as outras, são altamente corrosivas, destroem a sua própria vida e a vida daqueles que estão ao seu redor.

Daniel Lima Urbastenn

Não seja uma pessoa assim, seja diferente e, se na sua vida tem pessoas assim, Daniel Lima deixa bem claro o que fazer!

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Sua própria família te inveja

Aquele abraço!

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

24.7.19

7 coisas que sugam a energia vital de você


Saudações Amados do SHD: Seja Hoje Diferente

No ritmo do mundo moderno é fácil conseguir o desgaste emocional. Mas viver no modo de fadiga constante e apatia é impossível. Considere 7 coisas que precisam se livrar, para que a vida seja preenchida com emoções brilhantes.

Desordem no apartamento Limpar a casa é a maneira mais fácil de animar a si mesmo e ao lar. Coisas dispersas atraem os olhos, dissipam a atenção, entram em um estado de estresse. Kavardak mexe na concentração, o cérebro esforça-se mais fortemente e, por via de regra, cansa-se mais rápido. No estado deprimido, é útil começar a limpar a casa, para fazer a bagunça, para a qual as mãos não alcançaram por muito tempo, a sua música favorita. Acordando de manhã em uma sala limpa, você pode recarregar suas baterias com excelente energia durante todo o dia.

Falta de hobbies 
Quando você faz sua coisa favorita, você pode se encher de energia. Não ignore a falta de tempo para um hobby. Com o planejamento correto do dia, será fácil encontrar uma hora para esportes, ler livros ou desenvolver cursos. 

A ocupação, que ajuda a obter prazer da vida, deve ser acrescentada à rotina diária. O tempo gasto em boas emoções, irá distrair dos problemas e preocupações do dia a dia, recarregar suas baterias. 

Insultos 
Os insultos agrupados destroem a psique e aparecem no corpo na forma de doenças e males. Não importa quão banal possa parecer, mas a capacidade de perdoar as pessoas e deixar as situações negativas é um grande presente. 

As crianças ficam ofendidas, mas na verdade os adultos conseguem desmontar o desconforto e tirar conclusões. E as pessoas que ofendem, você precisa se arrepender e deletar da sua vida. Casos inacabados Jogando um caso no meio do caminho, uma pessoa gasta sua energia vital e sua força. 

A sensação de negócios inacabados pressiona por dentro, deixa você nervoso. Constantemente pensando nisso, você pode esquecer outros pontos importantes. Parando e completando o que começou, você pode se acalmar e reabastecer a energia perdida.


Coisas quebradas Pratos rachados, uma cadeira com uma perna quebrada, uma porta com um cabo danificado - tudo isso enche a casa com energia destrutiva. 

É necessário reparar imediatamente o que está quebrado. De coisas que não podem ser consertadas, livre-se. 

Falta de sono Para repor a energia, é importante que as pessoas relaxem completamente. Falta de sono afeta uma pessoa negativamente. Compleição pálida, círculos sob os olhos, fadiga, nervosismo e apatia - tudo isso vai trair quem negligencia o sono. 

O sono é um recurso que não pode ser substituído no momento. 

Seus débitos Créditos, empréstimos e dívidas são um buraco de energia. 

Uma pessoa que invade a armadilha da dívida sob a influência da moda impôs idéias sobre uma bela vida, depois que ele se sente devastado. 

O dinheiro carrega um grande fluxo de energia. 

Tendo emprestado uma lata, você direciona esse fluxo para eles. 

O reembolso do empréstimo se torna uma dor de cabeça. 

O sentido constante do dever esgota, drena a energia da vida. Portanto, não é necessário realizar um marketing competente, é preciso abordar a dívida financeira com competência e responsabilidade. 

É necessário lutar com coisas e emoções negativas, porque o bem-estar moral, material e mental depende disso. 

Irradiando uma atitude positiva, será mais interessante passar pela vida e atingir os objetivos concebidos.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!

30.4.19

As feridas do círculo familiar são as que mais demoram para sarar.

Imagem ilustrativa divulgação

As feridas geradas no círculo familiar causam traumas, carências profundas e vazios que nem sempre conseguimos reparar.

Não podemos permitir que um passado familiar disfuncional e traumático afete o nosso presente e o nosso futuro. Devemos ser capazes de superá-lo e nos curarmos para sermos felizes.

As feridas geradas no círculo familiar causam traumas, carências profundas e vazios que nem sempre conseguimos reparar.

O impacto decorrente de um pai ausente, uma mãe tóxica, uma linguagem agressiva, gritos ou uma criação sem segurança e afeto trazem mais do que a clássica falta de autoestima ou os medos que é tão difícil superar.

Muitas vezes a dificuldade para resolver muitos destes impactos íntimos e privados está em um cérebro que foi ferido muito cedo.

Não podemos nos esquecer de que o estresse experimentado ao longo do tempo em idades jovens faz com que a arquitetura de nosso cérebro mude, e com que estruturas associadas às emoções sejam alteradas.

Tudo isso traz como consequência uma maior vulnerabilidade, um desamparo mais profundo que leva a um risco maior na hora de sofrermos de determinados transtornos emocionais.

A família é nosso primeiro contato com o mundo social, e se este contexto não nutre nossas necessidades essenciais, o impacto pode ser constante ao longo de nosso ciclo vital.

Vejamos a seguir, detalhadamente, por que é tão difícil superar estas feridas sofridas na época mais inicial de nossas vidas.

A cultura nos diz que a família é um pilar incondicional (embora, às vezes, erre)

O último cenário em que alguém pensa que vai ser ferido, traído, decepcionado ou até abandonado é, sem dúvida, no seio de sua família.

No entanto, isso ocorre com mais frequência do que imaginamos.

Estas figuras de referência que têm como obrigação dar-nos o melhor, oferecer confiança, ânimo, positividade, amor e segurança às vezes falham voluntária ou involuntariamente.

Para uma criança, um adolescente e até para um adulto, experimentar esta traição ou esta decepção no seio familiar supõe desenvolver um trauma para o qual nunca estamos preparados.

A traição ou a carência gerada na família é mais dolorosa do que a simples traição de um amigo ou companheiro de trabalho. É um atentado contra a nossa identidade e nossas raízes.


A ferida de uma família é herdada por gerações

Uma família é mais do que uma árvore genealógica, um mesmo código genético, que ter os mesmos sobrenomes.

– As famílias compartilham histórias e legados emocionais. Muitas vezes estes passados traumáticos são herdados de geração em geração de muitas formas.

– A epigenética nos lembra, por exemplo, que tudo que acontece em nosso ambiente mais próximo deixa um impacto em nossos genes.

– Assim, fatores como o medo, o estresse intenso ou os traumas podem ser herdados entre pais e filhos.

– Isso faz com que, em alguns casos, sejamos mais ou menos suscetíveis a sofrer de depressão ou reagir com melhores ou piores ferramentas diante de situações adversas.

Ainda que estabeleçamos distância de nosso círculo familiar, as feridas seguem presentes

Em um dado momento, finalmente tomamos coragem: dizemos “chega” e cortamos este vínculo prejudicial para estabelecer uma distância da família disfuncional e traumática.

No entanto, o simples fato de decidirmos dizer adeus a quem nos fez mal não traz, por si só, a cura da ferida. É um princípio, mas não a solução definitiva.

Não é nada fácil deixar para trás uma história, dinâmicas, lembranças e vazios.

Muitas destas dimensões ficam presas à nossa personalidade, e inclusive em nosso modo de nos relacionarmos com os demais.

As pessoas com um passado traumático costumam ser mais desconfiadas, têm mais dificuldade em manter relações sólidas.

Quem foi ferido precisa, além disso, se sentir reafirmado; anseia que os demais preencham estas carências, por isso muitas vezes se sentem frustrados porque poucas pessoas lhes oferecem tudo de que precisam.

Podemos chegar a questionar a nós mesmos

Este talvez seja o mais complexo e triste.

A pessoa que passou grande parte do seu ciclo vital em um lugar disfuncional ou no seio de uma família com estilo de criação negativo pode chegar a ver a si mesmo como alguém que não merece ser amado.

A educação recebida e o estilo de paternidade ou de maternidade em que fomos criados define as raízes da nossa personalidade e nossa autoestima.

O impacto negativo destas marcas é muito intenso; assim, muitas vezes a pessoa pode ter dúvida sobre a sua própria eficácia, sua valia como pessoa ou até se é digno ou não de cumprir seus sonhos.

Nosso círculo familiar pode nos dar asas ou pode arrancá-las. Isso é algo triste e devastador, mas verdadeiro.

No entanto, há algo de que nunca podemos nos esquecer: ninguém pode escolher quem serão seus pais, seus familiares, mas sempre chegará um momento em que teremos a capacidade e a obrigação de escolher como vai ser nossa vida.

Escolher ser forte, ser feliz, livre e maduro emocionalmente é algo essencial, daí a necessidade de superar e curar nosso passado.

Fonte: Melhor com Saúde

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4.4.19

Relacionamento: Abuso psicológico

Imagem Divulgação

O abuso psicológico difícil de identificar ameaça mais as mulheres. Ao contrário da violência física com danos óbvios, essas "lesões ocultas" têm como alvo os pensamentos, sentimentos e percepções da mulher. Ao mesmo tempo, o abuso psicológico pode afetar a psique e a sensação de bem-estar na mesma medida que a violência física. Conhecer os efeitos devastadores pode levar à identificação do comportamento de um parceiro íntimo e vê-lo pelo que é - abuso coercivo. Quando você faz, você está na melhor posição para se proteger.

6 sinais de danos

Vamos reconhecer os sinais de abuso psicológico como eles aparecem durante um relacionamento com um parceiro controlador. Existem muitas reações, sintomas e condições que resultam do abuso. Selecionei seis das condições mais comuns identificadas pela maioria das mais de 1.000 mulheres que participaram dos meus grupos de recuperação.

Seu parceiro controlador cria uma experiência em seu relacionamento que pode causar grandes mudanças negativas em você, levando a muitas perdas profundas:

1. Se você estava confiante e seguro de si antes do seu relacionamento, é provável que você se sinta repentinamente indeciso e inseguro.

2. Se você se sentiu firme e acreditou em si mesmo, provavelmente ficará confuso e indeciso.

3. Se você fosse feliz e contente, você se sentiria emocionalmente exausto e ansioso.

4. Se você fosse competente e pensasse bem em si mesmo, pode se sentir inseguro e incapaz.

5. Se você soubesse no que você acreditava, possivelmente está perdendo confiança e confiança em seu próprio julgamento.

6. Se você tivesse inseguranças, elas só se intensificam quando são usadas contra você.

Essas mudanças podem resultar em emoções negativas que se tornam comuns, como o medo, o terror, a vergonha e a culpa. Além disso, condições de saúde mental podem se desenvolver, como depressão, ansiedade, baixa autoestima e trauma. Um sintoma de trauma é a hipervigilância, um estado experimentado pela maioria das mulheres com um parceiro controlador. Você se sente tenso e fica em alerta máximo quando está por perto. Você pode estar com medo de fazer ou dizer algo de que ele não goste, pois aprendeu que é emocionalmente inseguro discordar. Sua capacidade de influenciar e controlar sua própria vida diminui lentamente. Você pode sentir que é louco, mas não é.

Tomando-te de volta: por onde começar

Ficar emocionalmente mais forte ajuda você a se sentir fortalecido e a agir de acordo com seu próprio interesse. Aqui estão três etapas úteis:

1. Torne-se claro sobre o que está acontecendo em seu relacionamento aprendendo sobre como controlar comportamentos, seu impacto e a melhor maneira de responder.

2. Torne-se emocionalmente mais forte saindo da confusão e confie em como você pensa, sente e vê as coisas.

3. Sinta-se como você mesmo, tomando de volta aquelas partes de si mesmo nas quais você perdeu a confiança ou teve que manter-se escondido em seu relacionamento.

Quando você não se sentir mais como a pessoa que você era, ou se sentir pior sobre si mesmo do que antes de conhecer seu parceiro, leve-o a sério. Priorize-se o melhor que puder. Depois de se sentir mais forte e confiar novamente em sua própria percepção, você não estará mais vulnerável a abusos psicológicos por parte de um parceiro controlador.

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz!
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