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31.1.22

Yield Farming: O que é, como funciona e como calcular


O mercado de criptomoedas é visto como algo novo no mercado, tratando-se de um universo em constante evolução, sendo na mesma medida a ser reconhecido pela sociedade. De fato se trata de um meio novo, com conceitos como Yield Farming.


Títulos de pouco conhecimento por parte da população, por se tratarem de métodos novos, associados a uma aplicação financeira que é igualmente nova, com suas concepções aos poucos sendo maior abordadas pela sociedade como um todo.


Deixando de ser algo de pouco conhecimento, a ser visto com certo receio pela sociedade e pelo mercado. A realidade é cada vez mais simpática ao conceito das criptomoedas. Uma consequência direta da adesão dos públicos aos chamados serviços digitais.


Sendo possível hoje encomendar um sistema de monitoramento de alarme para sua casa diretamente da internet, sem que seja necessário se locomover até uma loja especializada no assunto, o mesmo tipo de facilidade acaba se estendendo para as mais diversas áreas.


O apelo das redes sociais também pode ser visto como um ponto positivo nesse sentido, sendo plataformas que auxiliam no processo de interação do público com uma realidade digital, tanto em conversas com outros usuários como com as empresas ali presentes.


Um conjunto de ações a fazer com que a população esteja alinhada aos chamados serviços digitais, que estão se expandindo em uma frequência cada vez maior, a ponto de existirem negócios que atuam somente na internet, por exemplo.


Tornando necessário que os negócios passassem a se preocupar com uma série variada de novas preocupações do mercado, na certificação de rede, a permitir a melhor conexão possível com os serviços de internet por parte de uma empresa.


Não demorou para que esses mesmos tipos de soluções digitais passassem a se destacar dentro do cenário econômico, por meio das transações virtuais a serem realizadas pelo interveio das criptomoedas, entre outras ações ligadas a esse ambiente.


Existindo também uma constante evolução acerca de tais artifícios digitais, o que nos leva ao Yield Farming, uma prática relacionada ao modelo de investimento com suas criptomoedas, que pode ser uma forma de lucrar com suas economias nesse sentido.

Como funciona o Yield Farming?

Para entender o significado do Yield Farming, antes é preciso analisar a fundo o significado desse termo, que em português pode ser traduzido como uma "Agricultura de Rendimento”, e isso praticamente resume o funcionamento de todo esse tipo de investimento digital.


Não é como se o seu negócio digital passasse a lidar com o setor do agronegócio, sendo uma relação mais figurativa no caso, por mais que atualmente também seja possível trabalhar com as criptomoedas no meio do agronegócio, seguindo a expansão dessa área.


Com as moedas digitais podendo ser usadas na administração de investimento dos mais diversos ipod e mercado, não necessariamente se tratando de algo puramente virtual, como em uma empresa de cobertura metalica, que usa da bitcoin em sua gestão de negócios.


Falando especificamente sobre o Yield Farming, ele se trata de uma prática similar a uma produção agrícola, no qual os gestores de um negócio rural conseguem lucrar de acordo com as plantações que foram feitas em sua região, após o processo de colheita.


Quanto maior for o investimento nessa plantação, como em expansão de terra ou de variedade de produtos a serem plantados, maiores poderão ser os lucros relacionados a essa produção, atendendo assim a diferentes demandas do mercado.


O Yield Farming funciona como uma mineração de liquidez, no qual os usuários depositam e/ou bloqueiam os seus criptoativos em algum sistema específico para esse tipo de prática, depois sendo recompensado por causa desse investimento digital.


Esses usuários que são conhecidos dentro dessa relação de investimento como Provedores de Liquidez, no mercado digital sendo reconhecidos também pela sigla LP (Liquidity Provider), com um rendimento a  ser conquistado por meio de um investimento passivo.


Da mesma forma com que um software de inteligência artificial pode buscar melhores alternativas no processo de administração de um negócio, manter as suas criptomoedas bloqueadas no mercado pode ser uma forma não perceptível de lucrar com elas.


Sendo esse o principal objetivo do Yield Farming, onde é possível realizar diferentes aplicações e investimentos a serem feitos com criptoativos que se encontram sem um uso no mercado digital, ou seja, que não estão em um processo de compra e venda de ativos.


Mas para que seja possível trabalhar em cima dessa criptomoedas, é preciso convencer os usuários que trabalham com esse tipo de moeda a manter esse ativo bloqueado, 

de forma a aumentar a liquidez desses valores, com um investimento a esse dinheiro.


Com tais usuários sendo recompensados a partir dessas aplicações com suas criptomoedas, similar ao que acontece com os investimentos tradicionais a serem feitos junto às entidades bancárias, através do rendimento de sua conta corrente, por exemplo.


O mesmo tipo de aplicação que conversa com as ações de investimento de uma fábrica que trabalha com produção de cadeira giratória executiva para o setor de escritórios, com a diferença que a valorização do seu mercado é levada para o mercado financeiro digital.


Mesmo sendo visto como uma estratégia recente no mercado das criptomoedas, a prática do Yield Farming vem se expandindo no cenário das moedas virtuais, como uma forma lucrativa de se administrar suas criptomoedas.


Isso tudo em um modelo que trabalha com conceitos semelhantes a quem já possui investimento no cenário tradicional de aplicações financeiras.

Quais são os cálculos de rendimento?

Uma aplicação em Yield Farming opera com dois modelos específicos de rendimento, o APY e o APR, cada um trazendo benefícios diferentes para o investidor, de acordo com o modelo de investimento adotado e como cada um opera sobre suas finanças.


Para que não haja dúvidas sobre como funcionam, é importante conhecer o método de rendimento de cada um. Sendo eles:

APY

O APY (Annual Percentage Yield), conhecido como porcentagem de rendimento anual, é um conceito que trabalha com um sistema de juros compostos, a partir de um reinvestimento em cima dessas operações, trazendo lucros progressivos para tal operação.

APR

Já o APR está relacionado à tradicional taxa de juros simples, que pode ser encontrada até mesmo na gestão de em negócio de chapas perfuradas, em relação à taxa percentual anual de juros que podem estar associados a algum tipo de empréstimo a tal setor.


Com tamanhas similaridades entre essa aplicação de criptoativos e as atividades tradicionais do mercado, é comum que o público se sinta mais confiante nesse tipo de estratégia em relação à administração das suas criptomoedas.


Porém, como todo tipo de negócio, existem benefícios e possíveis prejuízos que podem estar associados a tal aplicação, cabendo ao indivíduo analisar bem a situação do mercado antes de apostar em qualquer tipo de investimento, incluindo o cenário digital.

Existe riscos em aplicar no Yield Farming?

Qualquer tipo de investimento conta com riscos, logo não é nada surpreendente afirmar que a mesma coisa pode acontecer com o Yield Farming, sendo possível citar como risco a volatilidade do sistema financeiro digital, em uma realidade de altos e baixos.


O que também pode ser visto como algo positivo, a depender apenas da capacidade do investidor de escolher os momentos certos para aplicar suas criptomoedas e resgatá-las. Sendo preciso atuar como uma chave de partida, a controlar as trocas presentes no meio.


Por se tratar de contratos digitais, pode existir também uma vulnerabilidade caso exista alguma falha na criação deste código, podendo então ser uma alvo fácil para golpes a serem realizados por criminosos digitais.


Mesmo com essa realidade, trata-se de um método de investimento de alto rendimento, por isso alcançando sua popularidade dentro do mercado digital, mesmo se tratando de uma prática razoavelmente nova nesse ambiente que também continua a se expandir.


Sendo preciso apenas conhecer quais são as melhores plataformas para se trabalhar com esse tipo de investimento.

Boas plataformas para se iniciar esse projeto

Após avaliar bem o estado do mercado e decidir por trabalhar com esse investimento em Yield Farming, é possível então destacar alguns programas espec ficos, entre essas opções:


  • Aave;
  • Uniswap;
  • Compound;
  • Sushiswap.

Plataformas que trabalham com os pools de liquidez, fundos criados por usuários que mantém os seus tokens bloqueados nesse sistema, enquanto buscam por certo rendimento.


De uma forma geral esse tipo de aplicação vem se tornando popular também pela clareza relacionada ao funcionamento desse tipo de prática, que opera por meio de regras e práticas de certa forma similares às estratégias presentes no mercado digital.


E assim como é importante adotar uma sinalização em braille no estabelecimento do seu negócio, para que todos os seus clientes consigam ter acesso a comunicação no local, algo parecido ao que ocorre com o mercado das criptomoedas.


Esse cenário passa por um processo de expansão justamente por causa do conhecimento que o público passa a ter sobre esse tipo de aplicação digital, cada vez mais próximo à realidade dos indivíduos.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

6.1.22

Inflação do Bitcoin foi cinco vezes menor que do Real brasileiro em 2021


A inflação do Real brasileiro fechou o ano de 2021 com um cenário preocupante, ao contrário do Bitcoin, que é cinco vezes menor.

Criada em julho de 1994, o Real brasileiro é a moeda nacional do Brasil, emitida e controlada pelo Banco Central. Essa foi parte do chamado Plano Real, o único que conseguiu combater o problema da hiperinflação no país, presença marcante nas décadas de 80 e 90.

A chamada inflação é uma métrica importante ser compreendida, mas poucas pessoas dão real valor a ela. Contudo, como é por aí que se mede o poder de compra de produtos e serviços em comparação com uma moeda, é importante não menosprezar esse efeito caótico na economia.

Inflação do Real brasileiro é cinco vezes maior que do Bitcoin em 2021

No último boletim Focus divulgado pelo Banco Central do Brasil de 2021, com referência do dia 31 de dezembro de 2021, a expectativa da autarquia é que o IPCA feche o ano cotado em 10,01%, mostrando que o brasileiro perdeu isso de poder de compra com a moeda nacional no último ano.

Essa medida deverá ser confirmada pelo IBGE ainda, mas mostra que o cenário não foi nada positivo com a moeda brasileira. Segundo uma fala recente do presidente do Bacen, Roberto Campos Neto, a “inflação é um imposto maligno”, ou seja, não é nada legal o momento.

Com a inflação oficial do Real brasileiro medida pelo IPCA acima de 10% em 2021, essa foi cinco vezes maior que do Bitcoin no mesmo período, que foi de apenas 1,75% durante todo o ano.

O Real completa em 2022 seu aniversário de ano 28 desde sua criação, mas carrega um problema de já ter perdido quase 90% do seu poder de compra desde então.

Expectativa para o futuro?

A inflação do Bitcoin é controlada pelo mecanismo de emissão de novas moedas, que foi definido em sua criação, quando a rede começou a funcionar, há treze anos. Dessa forma, a expectativa da inflação do Bitcoin para 2022 é a mesma, de 1,75% durante todo o ano, assim como para 2023 e parte de 2024.

Isso porque, em 2024, a inflação do Bitcoin cairá pela metade, com o halving cortando a emissão de novas moedas e deverá deixar a taxa em 0,87% por alguns anos até que se corte pela metade novamente.

Contudo, o Real brasileiro depende de climas políticos e econômicos para decidir como será novas impressões da moeda, com governos tendo ainda uma certa influência na forma como o banco central emite e distribui novas moedas.

Dessa forma, o controle da inflação do Real é um pouco mais complexa, mas o BCB acredita que o IPCA feche 2022 com ela em 5,03%, ainda quase três vezes maior que do Bitcoin caso se confirme.

Como a moeda é um mecanismo de troca que depende da confiança da população em um sistema, o futuro está aberto para qual será o sistema predominante, ou se haverá coexistência entre eles.

16.12.21

10 dicas para economizar na ceia de Natal


Existe um conjunto de tradições que fazem do Natal uma das festividades de maior destaque na sociedade, como a troca de presentes na manhã do dia 25, a celebração do amigo-oculto entre amigos, e claro, a realização da ceia entre os familiares.


Uma festividades que permite para muitas famílias reunir aqueles parentes mais distantes, que moram entre outros estados, às vezes até mesmo em outros países, mas que usam desse feriado como uma ocasião para se reunir com os seus familiares de forma anual.


Existindo diversas formas como essa ceia pode ser preparada, como um parente específico se responsabilizando pela preparação desse evento, como uma mãe que usa da data para se reunir novamente com os seus filhos e netos.


Contudo, se estivermos falando de uma família muito grande, isso pode acabar sendo muito trabalho para uma só pessoa, sendo preciso delegar certas tarefas para todos os que estarão presentes nessa ceia.


Similar a administração de uma empresa, que divide suas funções entre companhias contratadas, como um escritório de serviços contábeis para o controle financeiro, uma empresa de terceirização de limpeza para  manutenção do espaço, entre outros.


Com essa divisão em relação a ceia estando associada sobre quem cuidará do preparo do peru de Natal, do cozimento dos acompanhamentos, da produção das sobremesas, e até mesmo na compra de bebidas, para aqueles que não mandam muito bem na cozinha.


Outra opção é recorrer a um sistema de pedidos para restaurante, com certas empresas de alimentos trabalhando com a produção de ceias completas, ofertando para pessoas que não possuem tempo de fazer os preparativos para essa reunião familiar e entre amigos.


Mas seja qual for a opção é importante saber que existem diversas variáveis que podem ser responsáveis pela mudança de valores em relação à produção de uma ceia de um ano para outro, indo além das exigências alimentares de certos parentes.


Passando principalmente pelos fatores econômicos que definem o preço no supermercado de cada um dos mantimentos a serem utilizados na preparação da ceia.

Como a economia pode afetar o seu Natal

A situação econômica de um país é capaz de impactar as mais diversas atividades realizadas durante o percorrer do seu ano, como a desistência de uma viagem internacional, por causa da subida de preço dos voos.


Fora o próprio rendimento mensal do indivíduo, com o seu salário podendo estar conectado a performance do comércio ao qual esse profissional presta seus serviços. E nesse conjunto de possibilidades, a ceia de Natal também acaba por ser afetada.


Sendo preciso ter um grande controle organizacional, de forma a se preparar para os gastos relacionados à preparação da sua ceia de Natal, permitindo que ela aconteça, mesmo em condições financeiras mais apertadas.


Similar ao que já pode estar sendo feito no seu dia a dia, com a compra de um suplemento mineral e vitamínico de uma marca menos conhecida, ou então com embalagens em menor quantidade, de acordo com as necessidades diárias desse consumidor.


Para o Natal isso pode significar trocar o tradicional peru por uma carne mais barata, além de outras mudanças que podem impactar no valor final da sua ceia, tornando-a mais acessível para todos os responsáveis por sua preparação.


Acompanhando também outras mudanças que podem estar sendo aplicadas na organização financeira da pessoa diante o feriado. Como na compra de presentes menores e mais específicos, optando por um bazar de roupas, no lugar de uma loja de grife.


Tudo para que seja possível confirmar a realização da sua reunião de amigos e parentes, mesmo estando em uma situação economicamente crítica para todos os envolvidos, sendo necessário encontrar alternativas para que seja possível realizar a tal ceia de Natal.


Sendo preciso realizar um diagnósitico organizacional, até mesmo para uma atividade antes vista como simples, que é a ida ao supermercado durante o mês natalino, onde existe uma disputa acirrada pelo saco de uvas passas em promoção, por exemplo.


E se o seu objetivo é gastar menos na preparação da sua ceia, é importante ficar de olho nas dicas presentes a seguir.

10 formas de economizar na sua ceia

Não é porque a grana está curta que você vai deixar de se reunir com os seus parentes e celebrar a presença deles em sua vida. Só é preciso saber como se preparar melhor para o tal evento, de forma a economizar nos gastos necessários a esse evento.


E se poupar é o seu objetivo, aqui vão 10 dicas que podem ajudar na preparação da sua ceia por um valor mais acessível.

  1. Pesquise valores com antecedência

A maior demanda por um produto faz com que o seu preço suba no mercado. E se existe algo no mês de dezembro é a demanda do público por alimentos relacionados à preparação da ceia, tais como:


  1. Frutas secas;
  2. Pães especiais;
  3. Peru entre outras aves;
  4. Vinhos e bebidas gerais.

Comprar com antecedência pode ser uma forma de economizar, já que popularmente esses valores costumam subir com o aproximar da data, ainda mais para quem deixa essa compra para o último dia.

  1. Opte por compras menores

Comprar somente o essencial é uma forma de diminuir o valor da sua conta no supermercado, sendo preferível adquirir os produtos relacionados à ceia de forma a granel, ao invés da compra por embalagens maiores, por exemplo.


Sendo assim é possível economizar até mesmo com o sistema de entrega, já que as compras menores podem caber na sua sacola de papel, levando você mesmo tais produtos até a sua residência.

  1. Siga sua lista de compras

É importante também produzir uma lista de compras, que conte com os alimentos necessários para a realização da sua ceia, evitando assim compras desnecessárias e realizadas de forma impulsiva.

  1. Fique de olho nas promoções

É comum a realização de promoções durante essas festividades, por isso é importante acompanhar os anúncios televisivos, além daqueles presentes nos folhetos, de forma a escolher o produto mais atraente ao consumidor, além de confirmar esse valor no caixa.

  1. Esteja atento à validade dos produtos

Ainda sobre as promoções, é importante observar a validade dos produtos, pois algumas vezes, uma mercadoria prestes a vencer pode contar com um preço mais acessível. Sendo preciso que o consumidor trabalhe com uma analise de risco em cima das suas compras.


Afinal, uma lata de milho com validade para o mês de janeiro, sendo que esse produto será consumido ainda em dezembro, pode ser uma compra vantajosa para o consumidor em busca de um preço menor.

  1. Substitua alguns alimentos e marcas

Outra forma de tornar a sua ceia mais acessível é a com escolha dos produtos que serão necessários para a realização dela. Pois com o alto valor da carne, é possível trabalhar com receitas alternativas, utilizando diferentes mercadorias.


A mesma situação vale para as marcas consumidas, sendo possível optar por uma variedade que esteja disponível nas prateleiras por um valor menor.

  1. Evite o desperdício

O desperdício de alimentos é algo que se deve ter bastante preocupação, parte pelo desperdício em si, enquanto existem diversas pessoas passando fome nas ruas, mas também pelo valor dessas compras em excesso.


Sendo preciso calcular a quantidade certa de alimentos necessários para a sua ceia, de acordo com o número de pessoas presentes.

  1. Tenha cuidado com o cartão de crédito

Ao se encontrar em uma situação financeira mais apertada é possível que o consumidor opte por passar suas compras de Natal no cartão, contudo, qualquer assessoria tributária é capaz de recomendar que o usuário evite essa prática.


Sendo apenas um adiamento de suas dívidas. Até porque ninguém gostaria de chegar na Páscoa tendo que pagar ainda a sua ceia de Natal.

  1. Aposte no digital

Hoje é dia é possível ter acesso a diferentes sites e aplicativos de compra que podem liberar cupons promocionais entre outras formas de desconto, sendo possível economizar com a compra dos mantimentos natalinos, além de recebê-los direto em casa.

  1. Divida a conta

Por fim, é sempre uma opção interessante dividir os gastos da ceia com todos os que estarão presentes na ceia, sendo possível deixar essa organização para aquele tio que trabalha em um escritório de consultoria tributária, acostumado a lidar com finanças.


Ao se aplicar essas práticas durante a preparação da sua ceia anual, é possível contar com com um desconto progressivo, de acordo com o número de dicas que estão sendo seguidas durante a sua compra de Natal no supermercado.


Permitindo que todos presentes nessa reunião possam se divertir nessa celebração familiar, sem que exista uma preocupação em relação ao orçamento disponível de cada um dos indivíduos. Sobrando até mesmo um valor para a compra de presentes.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

14.12.21

Itens da ceia de Natal têm diferença de preço de 124,72%


Levantamento feito pelo Procon de São Paulo com produtos que compõem a ceia de Natal apontou diferença de preço de até 124,72%. A coleta de preços foi realizada nos dias 29 e 30 de novembro e 1º de dezembro nos sites de sete supermercados.

Foram comparados os preços de 63 dos seguintes itens de diferentes marcas: azeites, bombons, lentilhas secas, conservas, farofas prontas, frutas em calda, panetones, chocotones e carne.

Entre os produtos analisados, um azeite de oliva de 500 ml custava R$ 44,90 em um estabelecimento e R$ 19,98 em outro, diferença de R$ 24,92. Um panetone com gotas de chocolate de 400 gramas foi encontrado a R$ 20,78 em um estabelecimento e R$ 14,99 em outro.

Na comparação com o levantamento feito no ano passado, houve aumento de 17,11% no preço médio.

Especialistas do Procon-SP recomendam planejar o cardápio e montar listas dos alimentos e bebidas antes da ida ao supermercado para evitar compras por impulso. Orientam também que o consumidor faça uma comparação entre os preços praticados pelos diferentes estabelecimentos.

13.12.21

Alimentos e presentes pressionam inflação do Natal


A inflação do Natal deste ano mostrou variação de 5,39% no acumulado dos últimos 12 meses, de acordo com dados divulgados, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV)

Ela ficou abaixo da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da FGV, (9,88%) de dezembro de 2020 até novembro deste ano. Embora o resultado seja inferior ao apurado no mesmo período do ano passado, quando atingiu 13,51%, ele superou o de anos anteriores: 3,81% em 2019; 3,37% em 2018; e -2,30%, em 2017.

Segundo Matheus Peçanha, economista do Ibre e responsável pela pesquisa, o fator que mais puxou a inflação foi o aumento dos alimentos, com variação média de 7,93%, apesar de ter ficado bem menor do que no mesmo período do ano anterior (28,61%). Nos últimos 12 meses, o frango inteiro, por exemplo, subiu 24,28%, liderando a lista dos itens que mais pressionam o bolso do consumidor. Em seguida, aparecem ovos (17,79%), azeitona (15,13%), carnes bovinas (14,72%), farinha de trigo (13,70%) e azeite (13,26%).

No sentido inverso, houve queda nos preços do arroz (-8,27%) e do pernil suíno (-1,27%). Peçanha lembrou que os problemas nos custos de produção, “que sofremos desde o ano passado, com secas, geadas, alta nos preços dos combustíveis e energia elétrica, ainda se fazem sentir, sobretudo, nas proteínas. O câmbio alto, favorecendo a exportação das carnes, também contribuiu para manter os preços das proteínas em alta”. Ele disse, entretanto, que o retorno gradual das chuvas já tem normalizado a dinâmica de diversos preços de alimentos como arroz, frutas, hortaliças e legumes.

Presentes para o fim de ano

Em relação aos presentes para o fim de ano, o economista destacou que quem não antecipou as compras durante a Black Friday, em novembro, vai desembolsar neste Natal um pouco mais do que no ano passado. A média da variação de preços dos presentes mais procurados ficou em 3,39%, ante 1,39% de 2020, 1,28% em 2019, 1,71% em 2018 e 1,02% em 2017.

Vestuário (4,80%), acessórios (2,57%), recreação e cultura (2,13%) e eletrodomésticos e eletrônicos (1,73%) foram os segmentos que mais subiram. Peçanha alertou que os produtos que mais variaram também são os de menor valor. Por isso, recomendou que o consumidor deve ter cautela ao gastar, uma vez que o mercado de trabalho apresenta desemprego e renda reprimida e o cenário no país ainda é de incertezas elevadas.

O economista avaliou que o momento é de retorno gradual, “ainda que a variante Ômicron já esteja no radar, e é natural ver o movimento da população de realizar um consumo que foi frustrado nessa mesma época do ano passado, mesmo com um cenário de emprego e renda não convidativos. É importante ter cautela, planejar bem o consumo e usar o crédito de modo responsável”, reforçou.

Ele recomendou que, para economizar, o consumidor deve pesquisar muito. “Hoje, a tecnologia facilita muito isso com buscadores de ofertas. Vale aproveitar descontos e, de repente, juntar com familiares, amigos ou vizinhos para fazer compras em quantidade e ganhar desconto no atacado”, finalizou.

9.12.21

Copom aumenta taxa básica de juros para 9,25% ao ano


Com o aumento da inflação, o Banco Central fez mais um ajuste nos juros básicos para tentar segurar a alta dos preços. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou hoje (8) a taxa básica de juros, a Selic, de 7,75% para 9,25% ao ano. A decisão era esperada por analistas do mercado financeiro.

Esse foi o sétimo reajuste consecutivo na taxa Selic, depois de passar seis anos sem elevação. De março a junho, o Copom elevou a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Na última reunião, em outubro, o reajuste chegou a 1,25 ponto percentual.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em outubro, o índice ficou em 1,25%, o maior para o mês desde 2002 (1,31%). Em 12 meses, o IPCA chegou a 10,67%.

Para o mercado financeiro, o IPCA deve chegar a 10,18%, neste ano. Tanto o resultado em 12 meses quanto a previsão para o ano estão acima do teto da meta de inflação para o ano. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou a meta de inflação em 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite superior é 5,25% e o inferior, 2,25%.

Crédito mais caro

A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.


7.12.21

13º salário: 5 formas para usar a renda com consciência


Todos que trabalham com a carteira assinada, quando se aproxima o final do ano, tem um pensamento em comum: quando irá cair o 13º salário na conta, o que farão com essa renda extra e como ela pode ajudar nas despesas e investimentos.

Pensando nisso, o texto de hoje irá abordar o que é o décimo terceiro salário e quais os benefícios que o mesmo trás, além de 5 formas de utilizar essa renda com consciência, garantindo que não seja gasto com coisas que podem não ajudar no seu dia a dia.

Não é à toa que após o primeiro semestre do ano acabar, as pessoas comecem a pensar em como irão gastar o seu décimo terceiro. 

Conforme o tempo passa, esse planejamento pode mudar e, ao invés de gastar com algo que não agregue valor, o trabalhador comece a cogitar investir em auditoria independente, por exemplo.

A verdade é que, diferente do que muitos pensam, essa renda extra não é um presente dado por alguma empresa ou marca, mas sim um direito do trabalhador. 

Pode-se dizer que é uma espécie de bonificação pelo ano trabalhado, conforme acontecia anos atrás, por volta da época do governo de Getúlio Vargas.

Nesse período, existia uma espécie de bonificação não formal para os melhores funcionários, estratégia essa que as empresas faziam para promover e incentivar melhor produtividade por parte dos colaboradores.

Hoje em dia, seja uma empresa de serviços contábeis ou uma grande logística, toda organização formal precisa pagar o décimo terceiro para os funcionários ao final do ano, afinal, ela é um pedaço da colaboração dos mesmos ao longo de todo um ano de serviço.

Embora isso aconteça desde a era Vargas, somente em 1962 que o 13º foi, de fato, regularizado e implantado como a lei 4.090/62, durante o mandato do presidente João Goulart, fazendo com que hoje todos tenham a possibilidade de usufruir desses benefícios.

Porém, como é calculado o décimo terceiro? Até mesmo uma empresa que comercializa sistema de emissão de nota fiscal deve pagar décimo terceiro? Quais as melhores formas de utilizá-lo para o bem de sua saúde financeira? 

A resposta dessa e de muitas outras perguntas pode ser encontrada nos tópicos a seguir, onde o assunto será melhor abordado e desenvolvido, além de explorar ao máximo os conceitos e possibilidades que o tema trás. Sem mais delongas, confira.

O conceito do décimo terceiro

Antes de mais nada, é importante entender o que é o décimo terceiro e como ele é aplicado, além de quais os pré-requisitos para se receber um. 

A verdade é que, o primeiro passo para receber o benefício é estar afiliado a alguma empresa, podendo ser até mesmo uma consultoria fiscal e contábil.

Essa gratificação garante ao colaborador que, a cada mês trabalhado, o mesmo acumule 1/12 avos do seu salário, fazendo com que ao final do ano, o mesmo tenha o direito de receber o valor completo. Em outras palavras, cada divisão dessa é correspondente a 1 mês do ano no qual o mesmo prestou seus serviços.

Porém, para receber o benefício completo, é necessário estar vinculado à empresa por pelo menos 12 meses completos. Isso independente do ramo, porte ou segmento da empresa, sendo ela de alteração contratual razão social ou de qualquer outro ramo.

O único requisito realmente necessário é que a empresa seja formalizada, ou seja, registrada. É normal que no país muitas empresas trabalhem de forma não registrada e isso pode não garantir alguns benefícios para o trabalhador. O décimo terceiro é um deles.

Caso a pessoa tenha trabalhado 5 meses na empresa antes de chegar o mês do décimo terceiro, a mesma recebe um percentual referente ao período trabalhado, ou seja, 5/12 avos do valor. 

De fato, é uma ajuda e um benefício para o funcionário recém contratado, fazendo com que futuramente consiga se planejar e utilizar também o salário.

Maneiras de usar a renda

Agora que já entendeu mais a fundo como funciona o décimo terceiro e como ele pode beneficiar qualquer pessoa que trabalhe formalmente em uma empresa, mesmo que trabalhe com conserto de fricção.

O décimo terceiro pode ser utilizado como forma de investimento ou de gastos, embora a melhor maneira seja evitar criar novas dívidas. 

Pode-se dizer que existem algumas vantagens em investir seu décimo terceiro, como:

  • Maior preparo para possíveis gastos emergenciais;
  • Melhor preparo para possíveis gastos no começo do ano;
  • Maior possibilidade de se demitir e reposicionar-se no mercado;
  • Maior chance de novos investimentos.

Ou seja, mesmo que seja uma pessoa que não costuma gastar muito, esse investimento permite que consiga se estabilizar melhor diante de um mercado ou uma vida financeira instável. Em outras palavras, essa renda te trás uma maior segurança.

Porém, é possível apontar outras possibilidades para você que trabalha em uma assessoria fiscal ou em outro lugar. As formas mais saudáveis e menos arriscadas de investir o seu décimo terceiro salário. Ideias essas que você pode conferir agora.

  1. Quite todas as suas dívidas

De nada adianta começar uma nova dívida, comprar novos produtos ou contratar serviços interessantes para você se ainda possui dívidas pendentes. 

Utilize o décimo terceiro salário como parte do pagamento das dívidas, adiantando alguma parcela que esteja pendente ou quitando de vez alguma outra que ainda esteja ativa.

Por isso, é sempre importante lembrar que janeiro é quando chegam muitas contas ao mesmo tempo como IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículo Automotor), IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), matrícula de faculdade, entre outros possíveis gastos pessoais.

E quando elas chegam, pode ser que apenas o salário normal de um trabalho de cotação de seguro não seja o suficiente para quitar todas.

Portanto, se programar para possíveis imprevistos ou garantir um pouco mais de fôlego em possíveis gastos já previsíveis, é uma atitude bastante inteligente e segura. Bem melhor do que gastar com alguma coisa que dê satisfação momentânea mas que não ajude em futuros riscos.

  1. Se programe para futuras conquistas

Uma boa ideia para economizar seu décimo terceiro e fazer com que ele renda bons frutos para você é simplesmente guardá-lo para um futuro investimento. 

Ou seja, se o seu objetivo é, por exemplo, trocar de computador, talvez seja melhor economizar parte desse salário, já que é o suficiente para a entrada do que se precisa.

Logicamente que isso entra em contradição com o tópico anterior, mas pense que é um investimento caso você, atualmente, não tenha contas muito grandes para se preocupar.

  1. Utilize-o para viajar

Embora essa opção também tenha relação com gastar, a diferença é que nunca viajamos com tanta frequência por causa da rotina de trabalhos, contas e afazeres domésticos. 

Apenas trabalhar pode fazer mal para a saúde e, uma forma de relaxar e conseguir seguir em frente com a sua vida, é tirando um tempo para si mesmo.

Apenas o fato de se desconectar da vida por alguns dias e ficar sem preocupações pode ser excelente para que se desestressa e continue investindo em sua vida normalmente.

  1. Invista em capacitação

Para quem busca ter uma vida profissional melhor para, consequentemente, ter uma vida pessoal mais confortável, sabe que estudar deve ser uma rotina.

Com o décimo terceiro, é possível investir em cursos de capacitação e em seus estudos, permitindo um melhor preparo para que, futuramente, consiga um emprego melhor.

  1. Investir em ações de alguma empresa

Essa é uma ótima opção para quem não deseja gastar o décimo terceiro, não precisa do mesmo com urgência mas também não quer deixar o dinheiro parado. 

Investir em empresas pode ser uma excelente oportunidade de deixar o capital girando e, de certa forma, trabalhando sozinho por você.

Entretanto, é preciso estudar um pouco sobre o assunto para que não se cometam erros iniciantes e para se saber o mínimo do que está sendo feito. De qualquer forma, é uma alternativa muito boa e eficaz e que vale a pena ponderar sobre.

Considerações Finais

O texto de hoje abordou o que é o 13º salário, como ele pode impactar o dia a dia de um colaborador, seu surgimento, diversos benefícios e vantagens do mesmo, além de algumas maneiras de utilizá-lo de forma consciente e inteligente.

Claro que apesar de tudo cada um gasta o próprio dinheiro da maneira que achar melhor, porém, quando se investe o mesmo ou o utiliza de maneira a beneficiar a sua vida, tudo fica mais tranquilo e cômodo, além de garantir um futuro mais seguro e estável.

O décimo terceiro é uma conquista dos trabalhadores e saber utilizá-lo é uma virtude. Busque utilizar a orientação que melhor reflete a sua realidade e, com o passar dos anos, verá como é vantajoso saber investir muito bem nessa renda extra.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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