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23.10.21

Conheça 7 curiosidades sobre a independência do Brasil


Sem sombra de dúvidas, a independência do Brasil é um marco para a história do nosso país, então, deve ser comemorada sempre. Não é à toa que existe um feriado para o dia em questão, para que todos se lembrem da luta até que esse dia chegasse.


Mas você sabia que existem muitas histórias e curiosidades interessantes sobre esse dia? Pois bem, o texto de hoje abordará 7 dessas curiosidades, algumas um pouco mais informativas e outras simplesmente interessantes por si só.


Nossa pátria amada Brasil, hoje, é uma país independente com um amplo território, uma história fantástica e uma diversidade sem igual. 


Embora a sondagem de solo, por exemplo, tenha se espalhado pelo mundo e a tecnologia continue avançando para evoluir a sociedade em si, nada disso apaga as lutas e a beleza pela qual este país já passou, triunfando em muitas e aprendendo com outras


Pode-se dizer que foi uma longa caminhada de tormento, dificuldades e de sacrifícios até o dia da independência do nosso país, mas graças à ajuda de muitos, junto de outras grandes figuras históricas, nossa independência chegou por meio de uma grande conquista.


Assim como é preciso que um engenheiro civil estude automação predial, é necessário que todos os brasileiros estudem a história do país para entender mais a fundo como chegamos a independência e como essa data é marcante para a história no geral.


Não apenas isso, mas quando se tem o conhecimento sobre algum assunto, fica mais simples entender os motivos que levaram as pessoas da época a tomarem tais decisões e, até mesmo, como elas influenciaram outros momentos marcantes na história.


Portanto, assim como um contador de fluxo precisa ser analisado para se entender o seu desempenho, iremos abordar um pouco mais essa história e apontar algumas curiosidades muito interessantes sobre todo o processo de independência do Brasil.


Para ficar por dentro de todas essas informações e acompanhar de perto, confira os tópicos a seguir, onde o conteúdo será melhor abordado e desenvolvido. Sem mais delongas, vamos a ele.

As curiosidades que englobam o processo

Diferentemente do pensamento de muitos, a independência do Brasil não é apenas um dia, foi um longo processo político que englobou diversas decisões para que chegasse até o momento onde Dom Pedro ergueu sua espada e proclamou a independência às margens do rio Ipiranga.


Assim como a galvanização a quente por imersão, o processo é bastante conhecido por todos e possui algumas curiosidades interessantes, as quais podemos nos apegar e desenvolver um certo interesse de como as coisas nem sempre são como nos contam.


Quando pensamos em independência, primeiramente, nos vem à mente alguns elementos como:


  • Pinturas e imagens heróicas;
  • Processo político;
  • Acontecimentos muito específicos;
  • Idealizações de momentos.

Não tirando a beleza de nossa independência nem a luta e as dificuldades daqueles que viveram na época, mas algumas coisas não são ditas, e é sobre elas que você lerá a seguir. Portanto, se ajeite na poltrona perto da divisória piso teto da sua casa, e confira!

01 - Leopoldina da Áustria assinou a independência

Diferentemente do que muitos pensam, embora Dom Pedro tenha proclamado a independência, foi sua esposa, Leopoldina da Áustria que assinou o decreto. 


Nessa época, em 1822 para ser mais exato, ele havia partido para o que hoje é conhecido como estado de São Paulo para resolver conflitos políticos, nomeando a sua esposa como Chefe de Estado e Princesa Regente interina do Brasil.


Enquanto estava em São Paulo, chegou um ultimato de Portugal para que o Príncipe Regente retornasse para o país. Então, Leopoldina reuniu no Rio de Janeiro todo o Conselho de Estado e assinou o decreto que separava o Brasil de Portugal em 02 de Setembro de 1822.

02 - Problemas intestinais assolavam Dom Pedro

Assim como é possível acontecer imprevistos com uma estação redutora de pressão, não poderia ser diferente com o corpo humano, e foi isso que aconteceu com Dom Pedro.


Em 5 de Setembro, o futuro imperador do Brasil ainda não havia recebido a notícia de que o país se separara de Portugal, e seguia com toda a sua comitiva rumo ao Rio de Janeiro perto do rio Ipiranga.


Porém, Dom Pedro estava sofrendo problemas intestinais e sua comitiva era forçada a realizar diversas pausas não programadas ao longo do trajeto. Quando chegou o dia 7 de Setembro, dia que ele recebeu a notícia, aconteceu o famoso Grito do Ipiranga.

03 - O quadro da independência é idealizado

Mesmo uma empresa que vende sensor de nível pode melhorar um pouco suas qualidades durante o marketing, e não foi diferente com o quadro pintado por Pedro Américo em 1888.


Pois bem, quadro esse que se popularizou, sendo a imagem que a grande maioria dos brasileiros lembram quando se fala de independência.


No quadro, Dom Pedro marcha com a guarda imperial, mesmo que ela ainda não existisse na época. Sem mencionar os cavalos lindos e impecáveis que fortalecem a imagem do Império, sendo que o trajeto foi realizado junto de mulas.


Por fim, a famosa frase não foi dita ao mesmo tempo que o imperador erguia a espada, sendo as suas palavras “Viva a Independência e a separação do Brasil! Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será Independência ou morte”.

04 - O começo da dívida externa

Embora a independência tenha sido proclamada em 1822, Portugal só a reconheceu em 1825, e cobrou uma indenização enorme de 2 milhões de libras esterlinas. O Brasil com nada, os cofres vazios voltaram para a corte do país.


Sem saída, um empréstimo para a Inglaterra foi requisitado, começando então a famosa dívida externa que acompanhou o país durante longos anos.

05 - O motivo

Assim como quando você precisa de um leito para cabos, a principal causa da necessidade por independência não surgiu do nada, foi um longo processo que se deu a um grande desgaste dos colonos brasileiros com a elite de Portugal.


Isso já acontecia com frequência, mas com a chegada da família real nessas terras, tudo se intensificou, fazendo com que fosse natural a vontade de se criar a independência.

06 - O Prelúdio do Dia do Fico

Dom João VI fez com que o Brasil deixasse de ser um colônia e fizesse parte do Reino Unido de Portugal e Algarves. Porém, com a queda de Napoleão Bonaparte em 1815, houveram muitas revoltas em Portugal e políticos maquinavam acordos com Espanha, Inglaterra ou França.


Dom Pedro, então, foi requisitado a voltar para Portugal mas, com a influência e orientação de diversos intelectuais da época, além de motivos políticos, ele decidiu ficar no Brasil e, sua decisão foi dada em 9 de janeiro de 1822, ficando conhecido como Dia do Fico.

07 - A independência é muito celebrada até hoje

Sendo um motivo de muita alegria e festa, a independência do Brasil é comemorada até os dias de hoje, sendo uma das homenagens mais bonitas e interessantes a do Exército brasileiro junto de seus desfiles e carros fantásticos.


Já em Brasília, os desfiles são marcados com a presença de aviões das Forças Armadas, contendo diversos shows aéreos e até mesmo a participação de membros que lutaram e estiveram na Segunda Guerra Mundial.


Em outros lugares do país, cada Estado comemora de sua maneira e, muitas vezes, o assunto se tornou tema de escolas de samba durante o período de Carnaval.

Considerações finais

O texto de hoje abordou sobre diversas curiosidades e informações importantes sobre a independência do Brasil, mostrando como foi o processo, alguns mitos e outras verdades sobre esse dia que é tão importante para a história do nosso país.


Apesar de tudo, é uma data extremamente importante e que foi o pontapé inicial para que o país deixasse de ser colônia de Portugal e começasse a tomar as suas próprias decisões. Porém, não deve ser descartado esse período histórico.


Portugal faz parte da história de nosso país e muito de nossa cultura vem por influência deles, sem mencionar de outros países e povos mundo afora. Não é à toa que o Brasil é conhecido por ser um país muito miscigenado e diversificado.


Esse tipo de evento constrói a imagem que nossa pátria possui, mostrando ao mundo como apesar de sofrida e difícil, nossa história é repleta de garra, vontade e luta. Em outras palavras, é uma história para se orgulhar.


Agora que já ficou mais claro como é importante entender o passado para projetar o futuro, procure estudar um pouco mais sobre como o Brasil se transformou ao longo dos anos, buscando sempre conhecer ao máximo a nossa história.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

21.10.21

Primavera: Conheça a data de início e as principais características

A primavera é considerada a estação mais bonita do ano e indica renascimento e vida, pelo desabrochar de flores após o inverno, que possui uma paleta de cores mais fria e cinza, pelos aspectos do clima.

Neste artigo você vai compreender quais as principais características da primavera, quais os fatores que fazem a primavera acontecer, curiosidades sobre e o impacto do aquecimento global. Acompanhe!

Características da primavera

Essa estação é considerada de transição entre inverno e verão, que fornece as duas temperaturas (quentes e frias) mais extremas do ano. Sendo assim, a primavera traz consigo mais temperaturas amenas.

Quanto à vegetação, no Brasil, tem-se um renascimento da vegetação que foi grandemente afetada pelo inverno. Após o inverno seco, a primavera traz chuvas amenas que indicam a transição para o verão.

O período de chuvas pode ocorrer mais ao fim da tarde e início de noite, mas não com tanta intensidade. À medida que se aproxima do verão, as chuvas ocorrem com mais frequência e mais intensidade quanto ao volume, mas sendo passageiras.

Aos agricultores que têm como fonte de renda as plantações, pode ser interessante a contratação de empresa de consultoria ambiental para orientar quanto à proteção das plantas para suporte durante o inverno e transição na primavera.

Quando começa e termina?

No Brasil, essa estação tem início em meados de setembro, entre os dias 22 a 23 e tem seu fim em meados de dezembro, também entre os dias 22 e 23.

Já no hemisfério norte, enquanto ocorre a primavera no hemisfério sul, passa pelo outono, o que inverte as datas. Lá a primavera acontece entre março, dias 20 e 21, e junho, entre os dias 22 e 23.

Mas afinal, o que é a primavera?

Assim como as demais estações, a primavera é resultado de um posicionamento do planeta Terra e variações de seu eixo em relação ao sol.

A terra faz o movimento de translação, que é o giro de si ao redor do sol, e de rotação, que seria o giro em seu próprio eixo. A translação e rotação são os movimentos que afetarão o posicionamento da terra em relação ao sol e determinarão a estação.

Neste sentido é importante a calibração de termometro após a transição entre as estações, para que a mensuração seja a mais assertiva possível sobre a real temperatura dos ambientes.

Contudo, a primavera é mais notável em regiões distantes à linha do Equador, isso porque a incidência de luz solar nessa região se mantém estável durante o ano todo, mesmo com a alteração da inclinação da terra.

Sendo assim, em território nacional, a região Sul é a única que experimenta realmente a primavera em todos os seus aspectos. Isso porque está localizada abaixo do Trópico de Capricórnio, tendo um clima tradicionalmente.

Equinócios e suas implicações no clima

Dentro da geografia, tem-se 2 tipos de disposição da terra, equinócio e solstício. Os solstícios, que dizem respeito às estações de verão e inverno, são resultado da maior incidência de luz solar em um dos hemisférios pela inclinação da terra.

Sendo assim, enquanto um hemisfério recebe mais sol (verão) o oposto que está mais afastado da incidência solar (inverno) tem dias mais frios. Nesses momentos, o transmissor de temperatura, que mede a temperatura de ambientes, pode indicar extremos.

Todavia, existe uma posição que a terra assume duas vezes por ano em que a incidência de luz solar é distribuída de modo igual, praticamente, entre os dois hemisférios, que se chama equinócio.

Nessas ocasiões os raios solares incidem diretamente sobre a linha do Equador, que divide o planeta em hemisfério norte e sul, e distribuem igualmente a luz solar, aquecendo de modo semelhante.

A Terra possui um centro magnético e sua inclinação pode ser detectada por meio do uso de sensor indutivo.

O equinócio que ocorre em março, entre os dias 20 e 21, marca o início da primavera no hemisfério norte, e do outono no sul. Por sua vez, o equinócio de setembro marca o inverso e ocorre entre os dias 22 e 23 de setembro.

Durante o solstício de inverno, especialmente na região do hemisfério norte, tem-se um escurecimento precoce diário, o que faz as empresas necessitarem de acionamento mais cedo das luminárias industriais.

Na primavera, tal condição não é visualizada e os dias são mais longos, com grande claridade. No verão a exposição de luz solar aumenta ainda mais, estendendo os dias.

7 curiosidades sobre a primavera

Agora que você já sabe quais as principais características, vamos te apresentar as 7 principais curiosidades sobre essa estação tão bonita. Quer saber mais? Então siga com a sua leitura!

1. Flor de cerejeira

Para os japoneses, a abertura da flor de cerejeira, flor nacional do Japão, em março ou abril sinaliza o início da primavera. É assim que eles ditam as datas da primavera no país.

2. Primeiras flores a surgirem

As primeiras flores da primavera são tipicamente íris, lírios, tulipas, narcisos e dentes-de-leão.

3. Ano novo chinês

Na China, a chegada da primavera no hemisfério norte coincide com as comemorações do Ano Novo Chinês. O feriado cai no primeiro dia do primeiro mês lunar, em janeiro ou fevereiro. 

4. Febre da primavera

Algumas pessoas desenvolvem sintomas psicológicos e fisiológicos associados à chegada da primavera, incluindo inquietação, devaneios e aumento do apetite sexual, o que é chamado de febre da primavera, pelos cientistas.

5. Pássaros aprendem a cantar

Os passarinhos aprendem a cantar durante a primavera. Apesar de nascerem com a habilidade de cantar, eles devem aprender canções específicas de sua espécie, o que ocorre dentro de dois meses após o nascimento. 

6. Horário de verão

O horário de verão é adotado em alguns países durante a primavera, como forma de economizar energia. Ele consiste no adiantamento dos relógios em uma hora para maior aproveitamento da luz solar que é mais extensa nessa estação e no verão.

7. Época de procriação

Para a maioria dos animais que vivem em regiões com média latitude, a primavera é a época em que seus recém-nascidos têm a melhor chance de sobrevivência devido ao clima ameno e à abundância de alimentos. Por isso, os animais procriam no período.

Aquecimento global e modificações nas características da primavera

Com o maior uso de veículos e aumento da produção industrial, o meio ambiente é afetado e pode implicar em consequências, inclusive na primavera, como resultado de um acontecimento chamado de aquecimento global.

O aquecimento global consiste no aumento da temperatura média da terra em alguns graus Celsius em decorrência da maior emissão de gases do efeito estufa.

O efeito estufa, por sua vez, é um mecanismo da terra para manter alguns raios solares refletindo mais próximo à superfície do planeta, a fim de manter o aquecimento médio que permite a existência de vida.

Basicamente, o efeito estufa funciona como elementos de fixação que prendem o calor do sol na terra em quantidades suficientes para manutenção da vida.

Os gases do efeito estufa contribuem para manter ainda maior número de raios solares na superfície, gerando um desequilíbrio entre o que é necessário e o que é excesso de calor. São considerados gases do efeito estufa:

  • Dióxido de carbono;
  • Metano;
  • Óxido nitroso;
  • Hexafluoreto de enxofre;
  • CFC (clorofluorcarboneto) – nos sprays;
  • PFC (perfluorcarbonetos) – nos sprays.

Esse excesso é o que faz aumentar a temperatura média da terra e impacta diretamente nas estações e ecossistemas, prejudicando o meio ambiente de modo geral. O desmatamento das florestas também contribui para essa condição, agravando ainda mais o quadro.

A emissão de gases poluentes pode ocorrer por 5 principais meios:

  • Acionamento de termoelétricas;
  • Caldeiras de indústrias;
  • Queima de combustíveis fósseis;
  • Pecuária (criação de gado que emite metano).

Segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) a tendência é que a terra tenha um aumento de 1,5ºC na temperatura global dentro dos próximos 20 anos. Isso já tem impactado na redução da primavera, de 124 para 115 dias.

O aquecimento global já está trazendo consequências no ambiente, inclusive na primavera. Andorinhas da América do Norte adiaram a postura de seus ovos em nove dias, pelo calor.

Espécies de borboletas e invertebrados tem migrado mais ao norte, nos Estados Unidos (EUA), para fugir do calor. O término da hibernação das marmotas, no Colorado (EUA), acaba 3 semanas antes ao que acontecia em 1970, também pelo calor.

O aumento da temperatura tem afetado a absorção de carbono pelas plantas, para executar o processo de fotossíntese, que é o mecanismo pelo qual a planta se alimenta. O carbono funciona como um transporte dedicado para que a planta tenha energia.

Essa falta de absorção tem impactado no desabrochar das flores e na vivacidade das plantas. Desta forma, as primaveras tendem a ser cada vez menores e menos coloridas pelo agravamento da temperatura. Assim, a estação pode se tornar menos colorida.

Toda essa situação gera uma condição de análise de risco para a sociedade, impactando nos mais diversos setores. O meio ambiente é o berço da vida e com o aquecimento pesando nesta conta, pode trazer sérias consequências a longo prazo.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

5.10.21

Saiba quais são os 8 principais minérios extraídos no Brasil


Os principais minérios extraídos no Brasil de acordo com a ANM são:

  • Ferro
  • Ouro
  • Cobre
  • Manganês
  • Estanho
  • Nióbio
  • Níquel
  • Alumínio

A soma destes correspondem a 98,6% da produção mineral brasileira que é comercializada. Nesse post, iremos comentar sobre os principais estados em que cada um deles é retirado e suas principais aplicações.

Minério de Ouro

Atualmente, o Brasil está em 11° lugar na exploração de minério de ouro e tem diversas áreas relativamente pouco conhecidas da Província Carajás, Tapajós, em partes de Mato Grosso e em outros estados que tem um grande potencial para sua exploração.

Segundo a ANM, na extração mineral brasileira, duas empresas concentram 51% da extração de ouro. A principal é a canadense Kinross, a outra é a sul-africana AngloGold. Os pequenos garimpos, por sua vez, correspondem a cerca de 10% da produção no país.

As principais minas estão localizadas nos estados do: Pará, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais, havendo também na Bahia, Amapá e Maranhão.

Com o preço do ouro cada vez mais elevado neste ano, ele tem tudo para se tornar cada vez mais um dos principais minérios extraídos no Brasil.

Minério de Ferro

O Ferro é o minério mais exportado no Brasil, sendo responsável por 68% das exportações do setor mineral Brasileiro (IBRAM,2020). Com estes dados, o Brasil foi o 2° maior produtor desse minério neste período. 

Os principais estados produtores destes minério são os estados do Pará, principalmente na região de Carajás e o estado de Minas Gerais, na região do Quadrilátero Ferrífero.

O minério de ferro mais comumente encontrado é a hematita, que é uma forma oxidada do ferro. Ela possui hábito lamelar e intenso brilho metálico, sendo um importante mineral-minério de muitas jazidas de ferro.

Cobre

Segundo o Anuário Mineral Brasileiro (edição de 2018) publicado pela Agência Nacional de Mineração (ANM), as minas em que o minério de cobre é extraído no Brasil ocorrem apenas nos Estados do Pará, de Goiás e da Bahia. 

O cobre é largamente empregado para a produção de materiais condutores de eletricidade (fios e cabos), e em ligas metálicas como latão e bronze e por isso é um dos principais minérios extraídos no Brasil.

As principais minas estão localizadas nos seguintes estados:

  • PARÁ
  • GOIÁS 
  • BAHIA

Minério de Manganês

O manganês é o décimo segundo elemento mais abundante na terra e ocorre na natureza como óxido, hidróxido silicato e carbonatos, porém, apenas alguns minerais são considerados minerais-minérios.

As principais jazidas de manganês ocorrem nos estados do Pará e do Mato Grosso do Sul, sendo responsáveis por 90% da produção de manganês no Brasil. Além desses estados, o minério é extraído em Goiás, no Ceará e na Bahia. 

As principais minas são pertencentes a Vale, sendo a mina do Azul, no Pará a de maior destaque.

Estanho

O estanho é um dos principais minérios extraídos no Brasil e possui como principais minerais a Cassiterita e a Hematita, sendo utilizado para produzir diversas ligas metálicas, principalmente quanto a proteção para corrosão das mesmas.

O Brasil possui aproximadamente 9% das reservas mundiais de estanho contido em cassiterita, sendo a terceira maior reserva do mundo.

As reservas brasileiras localizadas na Amazônia inserem-se na Província Mineral do Mapuera (Mina do Pitinga), no Amazonas, e na Província Estanífera de Rondônia (minas Bom Futuro, Santa Bárbara, Massangana e Cachoeirinha).

Nióbio

As maiores reservas ativas de nióbio, em torno de 98,4%, estão no Brasil. Em segundo e terceiro lugar estão Canadá e Austrália, respectivamente, com apenas 1,11% e 0,46%.

Atualmente duas empresas extraem o nióbio no brasil, uma delas é a  CBMM, a maior produtora do mundo. A outra é a CMOC Brasil, subsidiária da China Molybdenum (CMOC), que fica em Catalão.

Os estados de Minas Gerais (cidades de Araxá e Tapira), Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Presidente Figueiredo) e Goiás (Catalão e Ouvidor) são os donos das maiores reservas nacionais.

Níquel

Por volta de 65% do níquel consumido são empregados na fabricação de aço inoxidável e cerca 12% é empregado em superligas de níquel, por fim, 23% é dividido na produção de outras ligas metálicas, baterias recarregáveis, cunhagens de moedas, entre outras aplicações.

Segundo a ANM, a Anglo American é responsável por quase 60% da extração brasileiral de níquel.

Os principais estados produtores de níquel são:

  • Goiás 
  • Pará 
  • Minas Gerais 
  • Piauí.
  • Bahia

Alumínio

O minério de Alumínio está entre os principais minérios extraídos no Brasil e é mais comumente encontrado na crosta terrestre como bauxita. O óxido de alumínio está presente em sua composição e a mesma  funciona como a mais importante matéria-prima para a produção do alumínio metálico.

O Brasil possui aproximadamente 7,8% das reservas mundiais de alumínio e é o terceiro país que mais produz esse minério.

Os principais Estados produtores de alumínio são:

  • Pará
  • Minas Gerais
  • Maranhão

Conclusão sobre os principais minérios extraídos no Brasil

Todos sabem que o Brasil é um país que possui uma grande diversidade geológica e com isso, possui jazidas de diversos recursos minerais.

Porém, um ponto a se destacar é que devido a extensão territorial brasileira, grande parte das áreas no país ainda são desconhecidas do ponto de vista geológico, com isso, estes principais minérios extraídos no Brasil, podem ser cada vez mais encontrados e ter sua exploração viabilizada.

1.10.21

Coisas que acontecem quando você decide parar de usar sutiã


A grande maioria das mulheres vêem o sutiã como uma peça indispensável, algo íntimo e muito associado com a feminilidade. O que muito se questiona é sobre os benefícios ou prejuízos que o uso do mesmo pode causar.

Pois bem, a verdade é que comprimir os seios além de fazer a saúde das mulheres, pode fazer mal a aparência dos mesmos. Já pelo lado positivo, o abandono ou até mesmo a restrição do sutiã pode trazer alguns benefícios, como os citados a seguir:

1 – Dinheiro poupado

Um sutiã bonito e que assente bem no corpo pode custar um bom dinheiro. Modelos que possuem um valor mais inferior tendem a ter uma qualidade menor, assim não comprar sutiã é uma economia de dinheiro.

2 – Formato mais bonito dos seios

Muitas mulheres acreditam que o uso do sutiã evita que os seis caem, no entanto, não é sempre assim que acontece. Segundo uma pesquisa, não usar sutiã pode fazer com que os seios fiquem com uma aparência mais bonita e até mais firmes.

3 – Busto mais saudável

A pesquisa francesa citada acima, conclui ainda que o fato do seio não ser comprimido facilita a circulação sanguínea, evita a proliferação de bactérias tento em vista que não há acumulo de suor entre o seio e a peça, e incentiva o uso do músculo peitoral. O que ainda é importante destacar é que usar sutiã do tamanho errado trás consequências, dentre elas desconforto e falta de ar.

4 – Mais conforto

Um dos maiores benefícios do não uso dessa peça é o alívio, não há como deixar de lado o quanto as mulheres se sentem mais confortáveis após um dia inteiro usando o sutiã, seja em um trabalho, na rua ou até mesmo na faculdade sentem quando tiram o mesmo.

5 – Combate aos problemas do sono

Os malefícios do sutiã não se limitam ao horário de vigília. Um estudo concluiu que mulheres que usam sutiã na hora de dormir podem sofrer problemas com o sono e dormir menos do que as que não usam. Tirar o sutiã pelo menos para dormir é uma boa ideia.

6 – Aumento de tamanho dos seios

Como mencionado acima, abandonar o uso do sutiã estimula o uso dos músculos peitorais, o que os ajuda a resistir à ação gravitacional. É claro que a mudança não ocorre rapidamente, mas o não uso faz com que os seios tendem a ficar mais empinados e aparentemente ser maiores.

20.9.21

Bitcoins: O que faz do Texas a nova capital mundial das criptomoedas


Quando a China anunciou a ofensiva ao comércio de bitcoins, em maio, Kevin Pan, executivo da empresa de criptomoedas chinesa Poolin, tomou um voo no dia seguinte para deixar o país.

“Decidimos nos mudar de uma vez por todas e para sempre. Não voltaremos”, disse Pan à BBC. Com sede em Hong Kong, a Poolin é a segunda maior rede de bitcoins do mundo, com a maior parte de suas operações na China.

O país detinha cerca de 70% do poder mundial de mineração de bitcoin, até que, a partir de maio, a repressão do governo chinês a esse tipo de negócio fez o preço das criptomoedas despencar e pegou os empresários do setor desprevenidos.

Autoridades chinesas argumentaram que as critpomoedas estavam “perturbando a economia local e a ordem financeira”, que os altos e baixos nos preços “violam seriamente a segurança dos ativos das pessoas” e que o modelo em vigor favorece transferências ilegais e lavagem de dinheiro. Acredita-se que a China também esteja querendo proteger sua própria moeda digital, lançada em abril para testes.

Agora, os “refugiados dos bitcoins” da China estão tentando encontrar, com urgência, novos locais para se instalar, seja no vizinho Cazaquistão, na Rússia ou na América do Norte – porque, para os ‘mineradores’ de bitcoin, tempo é literalmente dinheiro.

“Tivemos que encontrar uma nova localização para as máquinas”, disse o vice-presidente da Poolin, Alejandro de La Torre. “Cada minuto com a máquina parada não gera dinheiro.”

Naquilo que alguns chamam de “grande migração da mineração de criptomoedas”, os executivos da Poolin estão entre os muitos empresários do setor de bitcoins que desembarcaram recentemente no Velho Oeste americano, principalmente em Austin, no Texas – que está rapidamente se convertendo em um polo mundial de criptomoedas.

Bitcoin é uma moeda digital, sem forma física. Essas moedas só existem e são trocadas online. São criadas quando um computador “extrai” o dinheiro, resolvendo um conjunto de complexos programas matemáticos. É assim que os “mineradores” de bitcoins, que manejam esses computadores, ganham com a moeda.

Por ser um novo modelo de dinheiro, que transcende as fronteiras nacionais, também gera muita confusão e potencial de entrar em conflitos com regras governamentais.

É por isso que as duas coisas que os empresários de bitcoin mais valorizam são: eletricidade barata e um ambiente de baixo controle regulatório.

O Estado do Texas se encaixa bem nesses requisitos.

Nova fronteira para a mineração de bitcoin
Pan diz que o Texas o recebeu calorosamente. Dias depois de sua chegada, foi presenteado com um rifle AR-15. Ele disse que poderá usar a arma um dia para caçar cerdos a bordo de um helicóptero.

Se os campos de tiro e os churrascos texanos são vistos como um entretenimento, o maior atrativo para os mineradores de bitcoins é a proteção legal para suas empresas.

“O que nos aconteceu na China não acontecerá nos EUA”, diz seu colega De La Torre.

O governador do Texas, Greg Abbott, é um defensor das criptomoedas. “Está acontecendo! O Texas será líder em criptomoedas”, publicou ele no Twitter em junho.

Naquele mesmo mês, o Texas se tornou o segundo Estado dos EUA, depois de Wyoming, a reconhecer as criptomoedas na sua lei comercial, abrindo caminho para empresas do setor operarem lá. Desde então, muitas empresas chinesas têm buscado estabilidade e oportunidades no Texas.

A empresa Bit Mining, com sede em Shezhen, no sudeste da China, planeja investir US$ 26 milhões para construir um data center nos EUA, enquanto a Bitma, de Pequim, está ampliando suas instalações em Rockdale, Texas.

Essa pequena cidade, de 5,6 mil moradores, já abrigou uma das maiores plantas de produção de alumínio do mundo. Agora, está emergindo como o novo centro mundial de moedas como as bitcoins.

‘Valores parecidos’
Poderia ainda haver outra conexão subjacente entre a indústria de criptomoedas e o Texas, já que De La Torre disse que os mineradores de criptomoedas e os texanos compartilham “os mesmos valores”: “Os texanos levam muito a sério suas liberdade e direitos, assim como os bitcoiners.”

Os especialistas acreditam que a repressão às criptomoedas na China foi motivada pela vontade do governo chinês em ter um maior controle sobre os mercados financeiros. Um efeito colateral é que isso pode levar profissionais qualificados aos EUA, defende um pesquisador.

“Essa migração é positiva para os EUA em termos de aquisição de talento e fomento de um ecossistema de inovação”, diz Kevin Desouza, professor de negócios da Universidade de Tecnologia de Queensland, que pesquisa sobre política de moeda digital na China.

Riscos políticos e energéticos

Além do entorno regulatório, a indústria se alimenta de energia e está em busca de eletricidade barata. O Texas tem um dos preços de energia mais baratos do mundo. Os consumidores desfrutam de mais opções de provedores de energia, o que estimula essas empresas a baixarem os preços para se manterem competitivas.

Durante os picos de demanda de energia, as fazendas de bitcoin podem até mesmo vender energia não utilizada pela sua rede de computadores.

Embora El Salvador esteja se tornando o primeiro país a adotar o bitcoin como moeda nacional – por sinal, com bastante confusão -, os empresários de criptomoedas preferem os EUA por causa da infraestrutura elétrica mais desenvolvida, diz De La Torre.

Mas alguns analistas alertam que a “grande migração” pode ter sérias repercussões, já que as cidades terão dificuldades para atender à enorme demanda de energia.

Em fevereiro, os apagões que se seguiram a uma tempestade de neve mortal deixaram milhões de casas e empresas no Texas sem energia por dias. Mais de 200 pessoas morreram.

Durante a queda de energia, as fazendas de bitcoin foram compensadas para permanecerem offline.

Essa forte demanda por energia faz com que a indústria de mineração de criptomoedas tenha uma enorme pegada de carbono, o que tornou o setor alvo de muitas críticas de ambientalistas.

Em fevereiro, pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, afirmam que os processos de mineração de criptomoedas consomem cerca de 121,36 terawatt-horas (TWh) por ano, uma quantidade que não tende a cair, a não ser que o valor da criptomoeda despenque. Vale destacar que um terawatt equivale a 1 bilhão de kilowatts, e esse total é maior do que o consumo inteiro da Argentina, país de 45 milhões de habitantes.

Atores estrangeiros hostis’
Por fim, o escrutínio das empresas chinesas nos EUA também pode atrair mais atenção para esses recém-chegados da indústria de criptomoedas.

O Texas aprovou recentemente uma lei que impede que “atores estrangeiros hostis” acessem infraestrutura importante, incluindo sua rede elétrica.

A nova lei teria sido impulsionada pelo plano multimilionário da China de construir um parque eólico no sudoeste do Texas. Críticos desse projeto chinês dizem que ele poderia ser usado para hackear a rede elétrica do Estado e obter informação de inteligência de uma base militar dos EUA que fica ali perto.

O professor Desouza diz que, embora seja improvável que o acesso às redes de energia seja um problema para os mineradores de criptomoedas no curto prazo, o risco político continuará a evoluir.

E a indústria de criptomoedas também vai perder algo precioso que possuía na China: mão de obra barata e obras com ritmo acelerado.

Segundo Pan, enquanto uma nova fazenda de bitcoin demora cinco meses para ser construída na China, no Texas isso poderia demorar até 18 meses.

Os preços mundiais de exportação e transporte também dispararam durante a pandemia, tornando mais caro enviar máquinas de bitcoin da China aos EUA.

Apesar dos custosos e lentos esforços, Pan diz que sua empresa está decidida a se estabelecer no Texas.

“É uma terra livre, e muitos bitcoiners estão aqui”, disse. “Nos sentimos em reunião familiar.”


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