Mostrando postagens com marcador Cristianismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cristianismo. Mostrar todas as postagens

27.9.21

Luto na igreja católica: Morte sofrível do Cardeal dom José Freire causa comoção


Uma triste notícia abalou os católicos de todo o Brasil, de acordo com as informações repassadas pelo portal de notícias online do jornal Metrópoles, morreu na noite deste último domingo (26), o arcebispo emérito de Brasília, cardeal dom José Freire Falcão.

A confirmação do falecimento do líder religioso, foi dada pela Arquidiocese de Brasília e causou uma grande comoção entre os fiéis, o cardeal dom José Freire Falcão, lutou bravamente contra a Covid-19, ele estava internado no Hospital Santa Lúcia que fica no Distrito Federal, desde o último dia 17 de setembro.

O cardeal dom José Freire Falcão, faleceu aos 95 anos, a maior parte de sua vida ele dedicou a igreja católica, o religioso estava prestes a completar 96 anos, seu aniversário seria comemorado no próximo mês de outubro.

Um homem simples que sempre foi fiel ao lema “In humilitate servire” (Servir na humildade), o líder religioso foi o responsável por aumentar o número de padres em serviço nas paróquias do Distrito Federal.

Dom José Freire Falcão, esteve presente na cerimônia de despedida do Papa João Paulo II e participou do conclave que elegeu o Papa Bento XVI.

O líder religioso nasceu na cidade de Ereré, localizada no interior do estado do Ceará, e segundo conta sua história ele sempre sonhou em servir a igreja.

Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento do religioso, por causa dos protocolos da Covid-19 a cerimônia de despedida deve ser restrita.

28.8.21

A Saudade de alguém que partiu


A morte não é nada.

Eu somente passei para o outro lado do caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo.

Me deem o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.

A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado.

Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas?

Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho…
Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi.

Santo Agostinho

10.1.21

Nunca é tarde para mudanças

Introdução:

O reinado de Manassés é um dos mais perniciosos de todos os reis de Israel. Ele assumiu o trono quando tinha 12 anos, e daí para a frente seu coração se afastou de Deus e de seus propósitos.

a.     Ele se curvou diante dos deuses da terra que Deus havia expulsado de Canaã, ele ressuscitou velhos hábitos religiosos condenados por Deus (1 Cr 33.2).

b.     Ele reconstruiu altares que o seu piedoso pai, Ezequias, havia derribado (1 Cr 33.3).

c.      Ele se tornou sincrético na sua religiosidade, abarcando vários deuses.

d.     Ele se tornou sacrílego, contaminando o Sagrado templo de Salomão, lugar da habitação de Deus (1 Cr 33.4,11).

e.     Ele sacrificou filhos a Moloque (1 Cr 33.2). Um culto pavoroso, no qual os filhos primogênitos eram atirados vivos a uma fogueira acesa como oferendas a este deus pagão (2 Cr 33.6).

f.      Era místico e esotérico: adivinha pelas nuvens, praticava feitiçarias, consultava com médiuns e necromantes (2 Rs 21.6).

Manassés era espiritualizado. Atraído a todas as formas de cultos pagãos, mas nunca se inclinava ao deus verdadeiro. Comportamento semelhante aos artistas e músicos brasileiros, que se inclinam diante de deuses da umbanda, são dados a cultos da terra, tomam chás alucinógenos em cerimonias religiosas pagãs, mas não se curvam diante do Deus verdadeiro.

Sua influencia trouxe graves problemas para a nação. Sua influencia politica induziu muitos à prática de religiosidade que se distanciava de Deus. Ele se recusou a ouvir o Senhor quando este lhes enviou os profetas (1 Cr 33.10). sua rebelião se tornou oposição a Deus, posteriormente apostasia, trazendo por isto o juízo de Deus.

O julgamento veio de forma severa. (1 Cr 33.11).

A péssima sugestão que Satanás sempre fez à raça humana de que “pode pecar que não há juízo de Deus” (Ml 3.13,14), mas uma vez é desmascarada. O juízo de Deus sobre Manassés trouxe humilhação pública, decadência social e muito sofrimento para o povo. Manassés foi levado para a Babilônia, com ganchos e cadeias. No primeiro caso, o nariz era perfurado, e as pessoas eram levadas como animais, no segundo, eram acorrentados e além do seu peso precisavam carregar as pesadas correntes no severo calor do deserto.

Manassés, convertido?

Na cadeia, o arrogante e místico rei, que desprezou a Deus e recusou ouvir sua voz, passa por uma reviravolta existencial, e tem um encontro com Deus. Manassés se converteu.

O texto narra sua mudança: “Ele, angustiado, suplicou deveras ao Senhor seu Deus, e muito se humilhou perante o Deus de seus pais” (2 Cr 33.12).

Observe os termos descritos aqui:

“Angustiado”. Sabe o que é angústia. É um sentimento profundo de dor, que atinge o peito, consome o ser, e quando o médico pergunta ao paciente o que ele está sentindo ele diz: “Tá doendo, aqui!” e passa a mão no peito. Ele não sabe o que sente, mas o que ele sente é visceral.

“Suplicou”- em geral pensamos que suplica é uma oração. E de fato é. Só que tal oração, é aquela que vem acompanhada de choro e lágrimas profundas. O texto diz que ele “muito se humilhou”. Sua oração veio de dentro da alma. Já oraram assim? Já tiveram uma situação semelhante na qual suas orações não se organizam, mas você está ali orando a Deus, quebrantado e moído? Esta foi a experiência  de Manassés.

“...Muito se humilhou perante o Deus de seus pais”. É muito importante esta menção, porque na verdade ele retorna ao Deus de Israel. Ele não dirige suas preces a Moloque, nem aos deuses de Canaã. “...então, reconheceu Manassés que o Senhor era Deus”.

Certo vez ouvi uma afirmação de que conversão tem muitas fases: a primeira é a conversão dos deuses falsos para o Deus verdadeiro; segundo, do meu egoísmo e vida auto centrada, à obediência e submissão à Palavra de Deus; e terceiro, do bolso, que é o último a se converter e o primeiro a esfriar.

Manassés se converte ao Deus de Israel. Ele percebe a natureza do Deus de seu povo. Ele reconhece que só o Senhor é Deus, e que não há Deus além deste Deus. Yahweh.

Encontrando Deus na Babilônia

A espiritualidade no Antigo testamento é marcada pela centralidade do culto em Jerusalém e no templo. O judeu acreditava (e acredita), que Deus deve ser encontrado em Jerusalém, na terra santa. Alguns cristãos sionistas modernos, lamentavelmente possuem esta visão distorcida da adoração e do tamanho do Deus das Escrituras Sagradas.

Manassés se encontra com Deus na Babilônia.
Ele encontra Deus nos lugares improváveis da vida.

Já leram o livro de Philipe Yancey: “Encontrando Deus nos lugares inesperados”. É onde não se espera que Deus é percebido. Durante anos, Manassés esteve no templo, mas rejeitou a Deus frontalmente e não o discerniu. Agora numa prisão, em terra distante, Deus se revela ao seu coração de forma sobrenatural. “Deus se tornou favorável para com ele” (2 Cr 33.13).

“Deus não frequenta igrejas, apenas corações” (Pe Antonio Vieira).

Tempo de mudanças

A história de Manassés nos revela que nunca é tarde para mudanças.

Revela-nos ainda que não importa o nível de sua decadência moral e falência espiritual, Deus tem poder para mudar sua história.

Se olharmos para o currículo espiritual deste homem, veremos que ele foi rebelde, idolatra, prepotente, arrogante, desobediente, mas ainda assim sua história foi transformada.

É muito importante considerarmos uma história como esta. Muitas vezes achamos que para nós não há mais esperança, que nada pode acontecer por causa dos desvios praticados, mas a história de Manassés vem nos falar do triunfo da graça de Deus sobre o pecador. É sempre possível recomeçar.

É possível que o homem vá para longe demais de Deus, escrevendo uma trajetória de decadência, mas sempre é possível mudar. Nunca é tarde para que a obra de Deus triunfo no coração do pecador.

Comece reconhecendo seu pecado, se humilhando diante de Deus.

Reconheça que ele é realmente Deus...

Não se trata de delação premiada. Um artificio jurídico usado para favorecer o criminoso, que mesmo não tendo arrependimento, resolve contar um pouco dos seus imbróglios e se delatar. Arrependimento não é isto. Trata-se de voltar, de fato, para Deus.

Assim, de forma surpreendente, Manassés é restaurado. E Deus lhe dá uma segunda chance. Miraculosamente, o rei decide enviar-lhe de volta para Jerusalém e reassumir seu reinado. Isto não é um comportamento comum entre imperadores e dominadores. Manasses volta, mas ele é um novo homem. Sua conversão não foi circunstancial e oportunista. Ele decide agora buscar a glória de Deus.

Ao retornar, eis algumas de suas atitudes.

i.                Ele restaura Jerusalém que havia sido destruída pela guerra (2 Cr 33.14). ele restaura tanto os muros quanto o exército.

ii.              Ele restaura o templo. Ele que tanto havia profanado o lugar de Deus, agora decide trazer Deus de volta para o centro de Israel (2 Cr 33.15).

iii.             Ele destrói o que construiu. Nos tempos do seu paganismo, havia construído muitos altares a ídolos e outros deuses, mas agora ele manda destruir. O que ele fez, manda desfazer.

iv.             Ele restaura o culto (2 Cr 33.16). Não apenas o “local do culto”, mas o culto mesmo. Numa linguagem moderna diríamos: “Ele voltou à comunhão do Senhor”.

v.              Ele reconhece que apenas o Senhor era Deus. Até então, ele dividia seu coração a outros deuses e cultos, mas agora ele se quebranta diante do único Deus verdadeiro.

Manassés tem o seu coração mudado.

Deus muda sua condição.

“Se o meu povo, que por mim se chama, com fé se humilhar e orar.
Eu ouvirei as suas preces e sararei sua terra”.

Antes do filho pródigo ser restaurado à condição de vida digna, ele precisa passar pelo momento de dor... “então, caindo em si...

A alma precisa ser tocada para que mudanças surjam. Muitas vezes queremos bençãos de Deus com infidelidade, queremos mudança sem transformação no coração, queremos graça sem arrependimento, perdão sem confissão, misericórdia sem quebrantamento. 

Quando o coração muda, a situação também é tangenciada. E se Deus não mudar a situação, mas se tivermos o coração mudado, teremos condições de enfrentar a calamidade com outros olhos. “Se diante de mim, não se abrir o mar; Deus vai me fazer andar por sobre as águas”.

Pe Antonio Vieira afirma que “arrependimento não é pedir perdão, é se voltar para Deus”. A alma precisa mudar a história ser transformada.

Queremos mudar a situação?
Deus quer mudar o coração.

Mude seu jeito de pensar, de agir, de se comportar. Transforme sua rebeldia em obediência, sua rebelião em submissão, e você vai experimentar uma história com desdobramentos absolutamente diferentes.

Manassés, na cadeia, não tinha mais nada a perder, mas agora tem a Deus.

Conclusão

Com Jesus é sempre fazer o caminho de volta. Deus permite retorno. Há sempre a possibilidade de restauração e mudanças. Ele pode tirar o pecador de sua condenação e dar-lhe absolvição. Foi isto que Jesus fez na cruz. Ele nos resgatou das trevas para sua luz, tirou-nos do tremedal de lama e colocou nossos pés sobre uma rocha.

Tenho encontrado pessoas que parecem ter ido longe demais no seu cinismo, indiferença, chafurdada em pecado, opondo-se a Deus. Temos a tendência de olhar para elas com certo descredito. Haverá ainda esperança? Muitas destas pessoas, por sua vez, desacreditam de si próprias, dominadas pela escravidão do pecado, dos vícios. Aquilo que faziam por prazer agora se tornam seu pesar. Vem a angustia, o vazio da alma, a solidão, a escravidão de um estilo de vida de mentira e engano, de malandragem, esperteza, os laços da iniquidade amarram. Nem ela mesma acredita que ago possa ser feito. O desespero, a dor, a solidão, o descredito.


Deus pode mudar?

Is 1.18 afirma: “Vinde pois e arrazoemos, porque ainda que vossos pecados estejam vermelhos com a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve”. Arrazoar é discutir, argumentar. Deus é quem está convidando seu povo para experimentar liberdade e cura, para ser restaurado. Deus convida o seu povo para experimentar a graça da restauração.

Portanto, duas lições profundas podem ser tiradas da vida de Manassés:

Primeiro, independentemente da capacidade de Deus nos amar de forma incondicional, o pecado traz sérias consequências;

Segundo, independentemente da gravidade do pecado, é sempre possível retornar.

2.1.21

Morre Padre Ticão, líder social da Zona Leste de SP, aos 68 anos

Morreu na noite de sexta-feira (1º/1), em São Paulo, Antonio Luiz Marchioni, o Padre Ticão, aos 68 anos. Ele estava internado desde quinta-feira (31/12), por conta de problemas cardíacos.

Padre Ticão estava no Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, devido a uma descompensação de insuficiência cardíaca preexistente, que causou redução da oxigenação sanguínea. De acordo com boletim médico de 31 de dezembro, ele estava “estável e monitorizado em UTI”. O quadro, no entanto, apresentou piora na noite de sexta. Ele testou negativo para Covid-19.


Ticão era pároco da Igreja São Francisco de Assis, em Ermelino Matarazzo, Zona Leste de São Paulo. Ele era conhecido pelo trabalho social com a comunidade. Por exemplo, articulou a construção do Hospital Municipal Ermelino Matarazzo e a mobilização para instalação da USP Leste, além de apoiar a realização da tradicional Festa das Nações.

Na quinta, o vereador Eduardo Suplicy (PT) publicou, em suas redes sociais, uma mensagem de apoio a possíveis ataques que Padre Ticão vinha sofrendo de grupos conservadores. O pároco defendia o uso da cannabis medicinal para tratamento de doenças e, inclusive, oferecia cursos gratuitos para a comunidade.

Em entrevista no início da pandemia, Padre Ticão encarava com bom humor as críticas que recebia. Na ocasião, ele disse que era visto, segundo seus detratores, como “padre maconheiro”, por defender o uso da planta da maconha.

Reconhecido por luta pelos desfavorecidos, a morte de Ticão repercutiu entre políticos. O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), prestou condolências em rede social: “Um guerreiro na luta pela diminuição das desigualdades sociais. Descanse em paz”.


Por outro lado, Suplicy lamentou o falecimento do líder religioso. “Com muita tristeza e forte sentimento de pesar que transmito a toda comunidade da Paróquia de São Francisco, em Ermelino Matarazzo, pelo falecimento do Padre Ticão.”

Enterro do Padre Ticão
O corpo de Padre Ticão está sendo velado na Igreja São Francisco de Assis, em Ermelino Matarazzo, até as 14h. O enterro será no Cemitério do Carmo I, na Rua Professor Hassegawa, 725, em Itaquera.

17.12.20

Papa lembra vítimas da pandemia em mensagem pelo Dia Mundial da Paz

Ele pede que as vacinas cheguem também aos países mais pobres

O papa Francisco lembrou (17) hoje as vítimas da pandemia e os que se dedicaram ao cuidado dos doentes, em mensagem pelo Dia Mundial da Paz, e pede que as vacinas cheguem também aos países mais pobres.

Na mensagem pelo 54º Dia Mundial da Paz 2021 (1º de janeiro) com o título "A cultura do cuidado como percurso para a paz", divulgada nesta quinta-feira, ele diz que a pandemia agravou outras crises, como a climática, a alimentar, a econômica e a da migração.


"O ano de 2020 ficou marcado pela grande crise sanitária da covid-19, que se transformou num fenômeno plurissetorial e global, agravando fortemente outras crises interrelacionadas como a climática, alimentar, econômica e migratória, e provocando grandes sofrimentos e incómodos", escreve o papa na mensagem.

Ele lembra ainda os que perderam familiares ou pessoas queridas, os que ficaram sem trabalho e todos os que trabalham na linha da frente.

"Penso, em primeiro lugar, naqueles que perderam um familiar ou uma pessoa querida, mas também em quem ficou sem trabalho. Lembro de modo especial os médicos, enfermeiras e enfermeiros, farmacêuticos, investigadores, voluntários, capelães e funcionários dos hospitais e centros de saúde, que se prodigalizaram - e continuam a fazê-lo -, com grande fadiga e sacrifício, ao ponto de alguns deles morrerem quando procuravam estar perto dos doentes, a fim de aliviar os seus sofrimentos ou salvar-lhes a vida".

O papa também reitera seu apelo "aos políticos e ao setor privado para que adotem as medidas apropriadas, a fim de garantir o acesso às vacinas contra a covid-19 e às tecnologias essenciais necessárias para prestar assistência aos doentes e aos mais pobres e frágeis ".

Algumas organizações não governamentais assinaram recentemente um documento alertando que "nove em cada dez pessoas em países pobres não terão acesso à vacina contra a covid-19 no próximo ano."

O texto adverte também para o ressurgimento de várias formas de "nacionalismo, racismo, xenofobia e também guerras e conflitos", que "semeiam morte e destruição".

"É doloroso constatar que, infelizmente, junto com numerosos testemunhos de caridade e solidariedade, várias formas de nacionalismo, racismo, xenofobia e mesmo guerras e conflitos que semeiam morte e destruição estão a ganhar novo impulso".

Francisco propõe na mensagem "a cultura do cuidado como forma de paz" e "a erradicação da cultura da indiferença, da rejeição e do confronto, que hoje costuma prevalecer".

"Encorajo todos a se tornarem profetas e testemunhas da cultura do cuidado, para preencher tantas desigualdades sociais", afirma.

Ele destaca que "isso só será possível com o papel generalizado da mulher, na família e em todas as esferas sociais, políticas e institucionais".

O papa lamenta que "em muitas regiões e comunidades já não se lembrem de uma época em que viviam em paz e segurança" e denuncia o "desperdício de recursos com armas, em particular com armas nucleares" considerando que os recursos deveriam ser utilizados para prioridades a fim de garantir a segurança das pessoas, como a promoção da paz e do desenvolvimento humano integral, a luta contra a pobreza e a satisfação das necessidades de saúde.

"Que decisão corajosa seria criar um fundo global com o dinheiro usado em armas e outras despesas militares para poder derrotar definitivamente a fome e ajudar o desenvolvimento dos países mais pobres!", defende.

Francisco observa que a educação solidária deve partir da família, "onde se aprende a conviver na relação e no respeito mútuo", mas lembra que é também missão da escola e da universidade e, da mesma forma, em alguns aspectos, da comunicação social ".

Por outro lado, considera que "as religiões em geral, e os líderes religiosos em particular, podem desempenhar papel insubstituível na transmissão aos fiéis e à sociedade dos valores da solidariedade, do respeito pelas diferenças" e do cuidado com os mais frágeis.

Francisco pede a todos que "alcancem o objetivo de uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de escuta paciente, diálogo construtivo e compreensão mútua".

O Dia Mundial da Paz foi instituído em 1968 pelo papa Paulo VI (1897-1978) e é celebrado no primeiro dia do ano.

Fonte Agência Brasil

GeraLinks - Agregador de links