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29.9.21

Chevrolet Opala: um fenômeno que durou 24 anos


A primeira aparição do Chevrolet Opala aconteceu em meados de novembro de 1968 na abertura do Salão do Automóvel daquele ano. Mas ele já veio bem de antes disso, já que o primeiro anúncio oficial da General Motors do Brasil sobre o novo produto (chamado internamente de Projeto 676) aconteceu em 1966: não por acaso, no ano em que foi lançada a nova família do Opel Rekord C na Europa, precursor do Chevrolet Opala brasileiro.

Como a Opel, uma tradicional indústria automobilística alemã, pertencia à General Motors, a subsidiária brasileira achou por bem utilizar o design europeu (em particular as linhas do recém-lançado Rekord alemão).

Pesquisas realizadas no mercado nacional em meados dos anos 60 mostravam a tendência do gosto brasileiro pelo visual dos modelos europeus ao invés dos Norte-Americanos. Bem provavelmente, estava aí um dos grandes segredos do sucesso do Opala no nosso mercado: linhas elegantes e esportivas que encantavam o consumidor brasileiro.

Em contrapartida, a robustez e a durabilidade da mecânica dos carros estadunidenses também eram ideais para o Brasil, já que, desde meados dos anos 30, já tínhamos modelos com mecânica norte-americana rodando por aqui.

Unindo esses dois pontos fortes, nascia uma estrela da história do automóvel nacional: um carro que associava o arrojo e a modernidade do design do Velho Continente com a resistência e a confiabilidade dos componentes mecânicos dos EUA. E o Opalão, como ficou conhecido, era exatamente isso (carroceria Opel e mecânica Chevrolet).

Origem do nome
Dizem alguns que o nome teria surgido da fusão de Opel com Impala (modelo Chevrolet de sucesso nos EUA), resultando em “Opala”. Mas, claro, a justificativa oficial era a de homenagear uma pedra semipreciosa com o mesmo nome, encontrada em abundância no território brasileiro.

Seja lá qual for a origem do nome Opala, o fato incontestável é o de que o carro foi um grande sucesso na sua apresentação, no final de 1968, e perdurou por nada menos que 24 anos, até 1992, no Brasil.

Uma curiosidade interessante oriunda da tecnologia europeia junto com a americana sempre rondou o modelo de grande sucesso da Chevrolet: a carroceria e seus componentes eram medidos pelo sistema métrico (padrão praticamente mundial), enquanto motor, câmbio, cardã e eixo traseiro eram padronizados no sistema de polegadas (Inglês e Norte-Americano).

Assim, as concessionárias e boas oficinas que quisessem mexer no Opala precisavam ter ferramentas tanto no padrão métrico quanto no de polegadas, um pra carroceria e outro pra mecânica. Um transtorno que perdurou por muitos anos.

Versões e mecânica
Quando foi lançado por aqui, no final dos anos 60, o Opala era oferecido em duas versões de acabamento, chamadas de Standart (ou Base) e Luxo. Do mesmo modo, o motor poderia ser um 2.5 de quatro cilindros e 80 hp SAE (153 pol³) ou 3.8 de seis cilindros em linha de 125 hp SAE (230 pol³).

Em ambos os casos, o câmbio era o clássico manual de três marchas com alavanca na coluna de direção, liberando espaço para um sexto ocupante, que ia no meio do banco dianteiro inteiriço.

Outra coisa que fez do Chevrolet Opala um carro cobiçado era a tração traseira, sistema clássico, ao qual o brasileiro já estava acostumado, além das suspensões com molas independentes na dianteira (incluindo o pioneirismo do agregado), e traseira com eixo rígido, molas helicoidais e uma barra que limitava os movimentos transversais do eixo sobre a carroceria. Isso favorecia a estabilidade principalmente em altas velocidades.

Um fato relevante é a de que o Opala 3.8 foi classificado como o carro brasileiro mais rápido até o lançamento do Dodge Dart em 1969.

Chevrolet Opala SS
No início dos anos 70, quando o sedan de luxo da Chevrolet ainda colhia as glórias do seu sucesso no mercado nacional, a GM surpreendeu o público lançando uma versão esportiva do Opala, o lendário SS. Para engano daqueles que pensavam tratar-se da abreviação de Super Sport, na realidade significava Separated Seats, pois esse foi o primeiro Opala a utilizar bancos separados para o motorista e o passageiro dianteiro.

Nesse caso, a alavanca da transmissão (agora com quatro marchas) estava posicionada no chão, entre os bancos da frente, e o motor 3.8 evoluía para o novíssimo 4.1 (250 pol³) de 140 hp SAE e pouco menos de 30 mkgf de torque.

Na época, o desempenho era para fazer frente ao Dodge Dart e seu grande V8 de 5,2 litros. Na verdade, esse novo 250 puxava uma nova geração dos motores, de quatro e de seis cilindros. da família Opala. Esses propulsores se destacavam por ter um diâmetro maior dos pistões, com um curso mais curto, o que favorecia rotações mais altas (ou seja, mais potência) e, ao mesmo tempo, reduzia sensivelmente as vibrações de funcionamento.

O SS também se tornava mais seguro na condução, graças aos inéditos freios a disco dianteiros e ao diferencial traseiro autoblocante, que permitia que as rodas traseiras girassem juntas mesmo quando uma delas tinha menos aderência, fato que priorizava também o desempenho.

Em meados de 1971, já como modelo 1972, era a hora de mais novidades: a versão de entrada passava a se chamar Especial, enquanto surgia uma nova topo de linha, batizada de Gran Luxo, com mais sofisticação e luxo a bordo. Permaneciam inalteradas a intermediária Luxo e a novidade esportiva SS.

Chevrolet Opala Coupé
Mas a maior melhoria daquele ano viria no segundo semestre, mais precisamente em setembro, com o lançamento da carroceria coupé: Se o Opala já vendia ares de modernidade e esportividade, tudo isso foi realçado com a nova variação de duas portas, traseira inclinada e janela traseira retrátil.

Cheio de estilo e charme, o inédito Opala coupé encantou os brasileiros. Em design, ele era muito semelhante ao Opel Rekord, de quem herdou as linhas graciosas. Seguindo a tendência da esportividade, nesse momento também era vez do motor 3.8 seis cilindros dar lugar ao 4.1 em toda a linha Opala: assim, ele deixava de ser exclusividade da SS.

Ao mesmo tempo, o 2.5 continuava nas versões mais baratas do modelo, mas alguns meses depois passava de 153 pol³ para 151 pol³ (2.507 cm³ para 2.471 cm³). Explico: Por uma questão de padronização das linhas de produção, os motores 2.5 e 4.1 compartilhavam boa parte de seus componentes (basicamente, um só tinha mais cilindros que o outro), e isso lhes dava características próprias, dependendo da utilização.

Como o propulsor de seis cilindros havia recebido melhorias técnicas que lhe proporcionavam mais potência e torque, o quatro cilindros seguiu os mesmos passos: ganhou 14 hp (94 hp SAE no total), ficou mais suave e silencioso.

Nessa época, o Opalão já era um carro bem refinado, recheado de requinte e equipamentos de luxo, além de garantir o crescimento da Chevrolet no Brasil, criando diversos empregos e deixando a fábrica de São Caetano do Sul (SP) a todo vapor.

Sua vocação também estava na esportividade com a versão SS, incluindo a nova variação SS-4, equipada com o motor 2.5 151 pol³ de quatro cilindros, com carburador de corpo duplo e 98 hp SAE (4 hp a mais que a versão normal).

Chevrolet Opala 1975
Mas as boas novas vieram mesmo na linha 1975, não por coincidência, bem próxima ao lançamento do seu principal rival: o Ford Maverick. Era a hora da primeira renovação visual do Opalão, que já estava em linha há 6 anos sem muitas mudanças desde sua estreia.

A frente era nova em sua grande maioria, com faróis, grade e parachoque remodelados, enquanto a traseira ganhava as características quatro lanternas redondas (duas de cada lado), além de outras mudanças na parte interna.

Como curiosidade, pela primeira vez o sedan da GM contava com capô que abria para a frente (no sentido inverso da maioria dos carros atuais), o que, segundo a Chevrolet, era por questões de segurança (ele não abriria acidentalmente com o carro em movimento). Ao mesmo tempo, as versões SS ganhavam mais personalidade com rodas exclusivas, capô preto, adesivos pela carroceria e adereços estéticos para se diferenciar do restante da linha.

Esse facelift era, novamente, inspirado em modelos norte-americanos. No caso dessa linha 75, as novidades eram baseadas no novo Chevrolet Chevelle, que havia sido lançado nos EUA alguns meses antes.

Mas não era só o visual que estava diferente: O motor 4.1 ganhava alguns cavalinhos graças a modificações no sistema de alimentação (passando para 148 hp SAE), a transmissão automática finalmente passava a ser oferecida como opcional (ainda com três velocidades), e chegava ao mercado a famosa versão de luxo Comodoro. Tudo isso era para combater o mais novo concorrente da Ford, o Maverick, que pretendia tirar a supremacia do Opalão.

5.9.21

Opala 1972, foi eleito o carro do ano, e a versão intermediária foi a mais emplacada


No início da década de 1970, o gigante de luxo da Chevrolet, era disponibilizado em 4 versões, versão de entrada “Especial”, intermediária “De Luxo”, esportiva “SS”, e top de linha “Gran Luxo”, nas carrocerias 2 e 4 portas, motores 2500 e 3800 logo substituído pelo 4100, e o Opala 1972 se destacou.

Entre seu lançamento no dia 23 de novembro de 1968 já como modelo 1969, até o ano de 1971, o modelo demonstrou ser uma excelente opção tanto para o mercado de frotistas de luxo, como para políticos e empresários bem sucedidos. O segredo estava na relação força X consumo, um modelo bem equilibrado tanto com motores de 4 ou 6 cilindros.

Mas o reconhecimento veio quase 4 anos depois, com o Opala 1972, que foi eleito por diversos jornais da época e revistas automotivas, como o carro do ano, e a versão “DE Luxo”, que era a intermediária, na configuração carroceria 4 portas, foi a mais emplacada.

Desempenho
Estabilidade –  O conjunto, carroceria, chassi e suspensão, dava ao carro uma boa estabilidade, mesmo sendo um projeto desenvolvido no final da década de 1960, recebeu diversos upgrades no passar dos anos e ainda era considerado atualizado para o início da década de 1970.

Motor –  Utilizando o motor Chevrolet 2.5, era robusto, e com um giro bastante estável em baixa e médias rotações, confiável, mas o custo das manutenções preventivas e corretivas de um modelo 0 km, ainda eram considerados de alto para as famílias da classe média.

Câmbio –  O câmbio manual de 3 velocidades, tinha engates precisos, mas a alavanca exigia manutenção preventiva constante.

Retomadas e ultrapassagens – Com um motor elástico com muito fôlego, que respondia muito bem ao pedal do acelerador, era seguro e confiável.

Consumo –  Para um modelo de grande porte fazer em média 7 km/l na cidade era uma grande virtude para a época, mais detalhes na ficha técnica...

26.3.21

Carros espaçosos: quais os tipos, compactos e altos

Para quem tem família grande ou gosta de passear com os amigos é sempre uma boa opção pensar em carros espaçosos.

Seja para uma viagem, para um passeio no final de semana ou para usar no dia-a-dia, utilizar veículos maiores traz diversas vantagens.

E se você não possui um automóvel próprio, não tem problema. É possível recorrer ao aluguel e aproveitar algumas das vantagens de alugar um carro.

Então, para que você saiba tudo sobre esse assunto, nós da Foco Aluguel de Carros preparamos um texto com tudo o que você precisa saber sobre carros espaçosos e altos que estão em alta no mercado.


Conheça os carros mais espaçosos do mercado

Quando o assunto é carro com maior espaço interno, o mercado brasileiro conta com ótimas opções devido ao perfil do consumidor brasileiro.

Como o país possui alta incidência de famílias com muitas pessoas, os carros mais espaçosos sempre aparecem entre os mais buscados, como destaca o portal Notícias Automotivas.

Trouxemos um compilado com os 4 carros mais espaçosos que você pode encontrar no mercado nacional.

Esses modelos contam com motores de qualidade, acessórios semelhantes e preços que condizem com o mercado da categoria.

Renault Logan

O nosso primeiro da lista de carros espaçosos é conhecido por ser um “pequeno grande carro”. Brincadeiras à parte, esse veículo modelo sedã possui um entre-eixos de 2,63 metros.

Ele conta com um grande porta-malas de 510 litros, o que ajuda nas viagens em família e com amigos.

O seu valor de mercado é considerado um dos melhores, por oferecer ótimo custo-benefício de acordo com os especialistas, devido aos seus acessórios, que são mais caros que os similares em sua faixa de preço.

Nissan Versa

Também conhecido como V-Drive, o Nissan Versa possui um entre-eixos de 2,60m e porta-malas de 460 litros.

Apesar de suas medidas parecerem menores externamente, ele passou por uma reestruturação de seu espaço interno trazendo um bom conjunto de acessórios também.

Esse carro é ideal para quem prefere um visual mais suave e compacto sem perder a qualidade, espaço e conforto.

Toyota Etios Sedã

Um dos maiores porta-malas (562 litros) dos modelos sedã no mercado, é o Toyota Etios, possuindo um entre-eixos de 2,55 metros.

O preço do modelo de entrada é condizente com seus concorrentes, porém a Toyota apostou em inserir mais acessórios no modelo, o que fez o preço do completo ser um pouco salgado.

Mas, ele é um dos melhores carros para viagens com carro cheio, pois possui muito espaço interno, tanto para pessoas quanto para bagagens.

Chevrolet Prisma

Esse carro da Chevrolet contém um bom espaço interno e de porta-malas, como os citados anteriormente.

Mas, o destaque desse veículo fica para o seu consumo, sendo considerado um dos melhores da categoria.

Nas marchas mais lentas o seu consumo se demonstra ainda mais eficaz, sendo ideal para quem precisa muito do automóvel dentro de cidades com fluxo intenso.

Conheça alguns carros populares espaçosos

Agora, para continuar a nossa lista de carros espaçosos, vamos falar um pouco sobre os modelos da categoria que são atraentes devido aos preços.

Os carros listados abaixo possuem bons acessórios de entrada, além de grande espaço interno.

Logo, para quem procura custo-benefício sem perder qualidade, os automóveis a seguir podem ser uma ótima opção.

Volkswagen Polo

O Volkswagen Polo se mantém entre os mais vendidos na categoria de carros espaçosos.

Muito desse interesse se dá pelo belo conjunto de acessórios de série, que conta com direção elétrica, quatro airbags, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas e muito mais.

Não é à toa que ele vem se destacando como sucesso no mercado nacional. Também possui versões mais completas por preço um pouco mais alto, como a versão com câmbio automático.

Chevrolet Onix

A Chevrolet apostou alto no Onix, tanto para sua versão Joy, que substituiu o Celta, quanto na sua versão Plus (sedã).

O Onix Joy é o representante da Chevrolet no mercado de compactos a baixo custo, com acessórios de série como ar-condicionado, direção, vidro dianteiros e travas elétricas.

Além disso, possui um sistema de monitoramento da pressurização dos pneus e um pacote básico do aplicativo OnStar para smartphones.

Já o modelo Plus foi totalmente repaginado para oferecer um grande espaço interno, com um porta-malas de quase 500 litros.

Além dos acessórios já mencionados para o modelo Joy, o Onix Plus conta com 6 airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, rádio bluetooth, entre outros.

Seu preço é um pouco mais elevado que a outra versão, mas também é um carro mais completo e espaçoso.

Fiat Argo

Esse automóvel entra na lista de carros com bom espaço interno, mas conta com um visual diferente, se assemelhando aos modelos hatches.

A Fiat aposta no Argo como um automóvel que fica entre os compactos premium e populares de acesso.

Com preço mais acessível em relação aos modelos anteriores, ele tem visual arrojado e bonito, além de contar com uma lista de acessórios que valem a pena.

Possui sistema Start & Stop para ligamento e desligamento do motor, direção elétrica, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos e chave modelo canivete com telecomando.

Seus modelos mais caros e completos também possuem acessórios bem atraentes, como sistema multimídia compatível com Android, faróis de neblina e retrovisores elétricos.

Dicas de carros espaçosos e baratos

Depois de ter acompanhado até aqui, você já sabe que o mercado nacional é apaixonado por carros de grande espaço interno.

Os carros espaçosos também são uma alternativa para as pessoas que levam em consideração uma boa relação em custo-benefício.

Então, se está buscando por modelos espaços e baratos, uma pesquisa rápida pode te mostrar os preços nas diversas modalidades.

No entanto, ao fazer sua pesquisa, deixamos como dica se atentar a alguns detalhes que vão garantir a melhor escolha. Veja só:

     Tamanho do carro e entre-eixos

     Capacidade de porta-malas

     Rendimento de combustível

     Conjunto de acessórios

     Sistema de direção e freios

Se possível, sempre faça test drive para averiguar o conforto e se o carro corresponde às suas expectativas de direção.

Não tenha pressa em escolher um carro, seja para comprar ou alugar. Afinal, você precisa de tempo para garantir que o modelo escolhido será bom para você e sua família.

Melhores carros para a família em 2021

Se você possui uma família grande e se preocupa com conforto, segurança e qualidade, trazemos então agora a lista perfeita!

Nela estão os carros espaçosos que prometem dominar o mercado em 2021 e um deles pode ser o escolhido para estar em sua casa.

Todos os modelos citados possuem ótimo espaço interno, bom conjunto de acessórios de fábrica, preços mais baratos entre seus modelos concorrentes e garantia de conforto, segurança e satisfação para a família toda.

Veja quais são as apostas para 2021:

     Chevrolet Spin

     Chevrolet Trailblazer

     Citroën Grand C4 Picasso

     Fiat Doblo

     Ford EcoSport

     Kia Soul

     Renault Logan

Carros espaçosos e preços acessíveis? Você encontra na Foco!

Agora que você tem diversas informações sobre carros com bom espaço interno e confortáveis, com certeza está pensando em ter um no seu dia-a-dia.

Mas você não precisa gastar todo seu dinheiro ou fazer longos financiamentos para realizar esse sonho.

Nós, da Foco Aluguel de Carros, contamos com os melhores carros espaçosos para alugar esperando por você!

Além de um investimento inicial mais baixo, você economiza com manutenção, seguros e não sofre com a depreciação do veículo a longo prazo.

O aluguel de carros é uma grande vantagem para todos os motoristas e seu mercado vem crescendo muito no Brasil.

26.2.21

Vale a pena financiar um veículo?

Muitas pessoas optam por financiar um veículo para realizar mais rapidamente o sonho de ter um carro ou moto. Esse conceito está no imaginário do brasileiro, e muitas pessoas fazem de tudo para conquistar este objetivo.

Entretanto, o financiamento de automóveis pode ser uma dívida a longo prazo, sendo preciso pensar com muito cuidado e fazer um planejamento antes de iniciar este processo, uma vez que pode acabar tendo problemas no futuro.

Isso porque muitas vezes a dívida acaba ficando muito alta, correndo os riscos de perder o veículo para a instituição financeira.

Inclusive, antes de começar a se preparar para a revisão e o emplacamento de carro, é necessário pensar em todos os detalhes necessários para a aquisição do mesmo.

Por isso, é preciso compreender todos os prós e contras de um financiamento para ser capaz de identificar se está optando pelo melhor com o financiamento.

Para conseguir identificar esses elementos, o primeiro ponto é começar pelo básico.



Quais são os tipos de investimento existentes?

Para adquirir um veículo, há diversas formas de financiamento. Você precisa ficar atento a qual modelo está sendo ofertado e identificar se ele entra em seu orçamento, bem como se não vai causar prejuízos no futuro.

Um carro tem uma série de custos que devem ser levados em conta na hora da compra. Você pode ser pego desprevenido se precisar de uma bateria de carro 60 amp ou algum outro equipamento e não tiver o valor acessível no momento.

1 - Consórcio

Uma das maneiras mais conhecidas de financiamento, o consórcio é uma forma de ajuda mútua em grupo, controlada por uma instituição financeira em particular.

O consórcio funciona da seguinte forma: você opta por uma faixa de valor que deseja obter para comprar o veículo e escolhe o tempo que pretende pagar por este crédito. Então, um pagamento mensal deve ser feito mesmo sem ter o veículo em mãos.

Junto de você, um grupo de pessoas fará o mesmo procedimento, aumentando o capital acumulado pela instituição financeira. 

Durante o período de pagamento, periodicamente números são sorteados, e se você for contemplado, receberá a carta de crédito para comprar o veículo.

Após efetuar a compra, já é importante pensar em formas de proteger seu novo bem. Por isso, a adesivação de carros é uma excelente dica para começar a proteger a estrutura.

Além do sorteio, você pode adiantar algumas parcelas na forma de um lance para conseguir o veículo, aumentando suas chances de recebê-lo. 

Neste caso, não são cobrados juros pela negociação, embora você tenha que pagar uma taxa de manutenção para a instituição.

Caso fique inadimplente antes de receber o veículo, você fica incapacitado de participar do sorteio até a regularização. Se já tiver sido contemplado, a empresa pode agir normalmente nos trâmites da lei para reaver o valor devedor.

Uma das principais vantagens no consórcio é que, caso você tenha algum desfalque financeiro e não possa continuar contribuindo, se não estiver com o bem em suas mãos, pode optar por se tornar desistente.

Nestes casos, você consegue reaver seu dinheiro ao final do consórcio e não é incluído em cadastros restritivos. Entretanto, é preciso lembrar-se que estes consórcios podem levar um longo tempo antes da devolução dos valores de fato ocorrerem.

2 - Crédito Direto ao Consumidor

O CDC, ou Crédito Direto ao Consumidor, trata-se de um empréstimo financeiro no qual a instituição disponibiliza o dinheiro necessário para a compra do veículo e cobra em parcelas fixas, acrescidas de juros.

É importante ter em mente que durante todo o período em que a dívida continue ativa, você não será capaz de negociar o veículo, ainda que ele esteja em seu nome. Isso é uma forma de proteger a instituição do caso de inadimplência.

Depois de escolhido esse modelo de financiamento, basta levar o veículo para o primeiro emplacamento de moto e começar a utilizá-lo.

Ademais, as taxas e juros neste tipo de negociação são realizadas diretamente na assinatura do contrato e tem caráter imutável, ou seja, não se modificam ao longo dos pagamentos.

Em caso de inadimplência, a instituição pode tomar o carro e levá-lo a leilão para quitar a dívida e qualquer despesa judicial. Vale lembrar que, caso sobre dinheiro depois de pagos todos os valores devidos, esse dinheiro é devolvido ao contratante.

No entanto, o CDC é o modelo que oferece taxas de juros menos atraentes, o que faz com que o custo da operação seja o maior de todos. Depois de juntar todos os valores com juros e taxas das instituições, acaba sendo uma operação com custo muito elevado.

Entretanto, existem algumas vantagens neste tipo de financiamento. 

Se você se programar corretamente, o adiantamento de parcelas pode tornar essa opção muito mais interessante, uma vez que o desconto é realmente significativo e o valor pode ser investido em reparos e higienização interna de carros, por exemplo.

Além disso, quanto mais você conseguir adiantar, menos juros irá pagar, uma vez que se você adiantar seis meses do valor, por exemplo, terá como desconto toda a taxa de juros do período, diminuindo muito o valor final do veículo.

Se você precisa de formas mais fáceis de pagamento, esta pode ser a sua melhor opção. Isso porque você pode fazer o pagamento por boleto bancário, que pode ser entregue em sua residência ou baixado no site da instituição credora, ou optar por débito automático.

Muitas empresas, visando o conceito de adimplência, acabam oferecendo descontos para quem opta pelo débito automático. Portanto, é importante ter em mente que o valor deve estar disponível em sua conta no dia do pagamento.

3 - Leasing

O leasing funciona como uma espécie de aluguel. O carro fica no nome da instituição financeira, que faz o pagamento e cobra parcelas fixas do comprador. 

Aqui, as regras de taxas e juros seguem a ideia do CDC, sendo fixadas a partir do momento da assinatura do contrato.

A ação cabível em caso de inadimplência também é a de tomada judicial e leilão, mas neste caso, o contratante não recebe nenhum valor de volta, mesmo que o leilão passe o valor devido.

É preciso que o veículo esteja em perfeitas condições para uma boa utilização, por isso, você pode precisar ter o contato de uma oficina de funilaria de confiança.

Em contrapartida, em casos de leasing você pode negociar o veículo, passando a dívida restante para o novo comprador, o que permite que você consiga uma recuperação sem precisar ir na justiça ou correr o risco de perder dinheiro.

O leasing é isento de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), o que o torna uma excelente opção em termos de taxas. 

Entretanto, as tarifas da instituição com relação ao leasing podem ser muito altas, e é importante que você faça uma boa pesquisa antes de bater o martelo na compra.

Esse tipo de financiamento não permite antecipação de parcelas e, inclusive, cobra uma multa por rescisão de contrato caso você queira antecipar algum valor. 

Isso a torna uma opção menos interessante do que o CDC se seu interesse é diminuir a diferença de valores sempre que tiver uma oportunidade.

A forma de pagamento do leasing é acordada entre o cliente e a instituição financeira, embora normalmente eles também optem pelos mesmos modelos que o CDC, como o débito automático e o boleto bancário.

Esse valor tem que estar alinhado com os gastos mensais, como a troca de óleo carro em casos de muita circulação.

Outras formas de pagamento podem existir, mas essa ação deve ser acordada anteriormente com ambas as partes, e é preciso levar em consideração que este tipo de financiamento não permite amortização.

Afinal, qual é a melhor alternativa?

Normalmente, quando você vai financiar um veículo, os juros ficam pré-determinados na assinatura do contrato. Isso significa que essa taxa é fixa e que se mantém da primeira à última parcela.

No entanto, os juros de um financiamento veicular são altíssimos, e você acabará pagando quase o dobro do valor do veículo comprado, uma quantia que não será recuperada em uma revenda.

Se você precisa de um veículo, o melhor caminho pode ser procurar uma boa forma de conseguir lidar com os valores e entrar oficialmente em um financiamento. São casos de pessoas que:

  • Possuem parentes com dificuldade de mobilidade;

  • Moram muito longe do emprego;

  • Precisam do veículo para efetuar o trabalho;

  • Possui outras dependências para suas tarefas do dia a dia.

Por conta disso, o ideal é que você espere para conseguir adquirir um veículo à vista. Somente se houver uma grande necessidade de possuir o veículo, deve se pensar em um financiamento.

Por fim, ter um carro próprio pode ser um sonho para alguns e uma necessidade para outros, principalmente para aqueles que acabaram de conseguir sua carteira de habilitação carro e moto

Entretanto, é um investimento de valor elevado, sendo necessário ter em mente sua capacidade de pagamento e de manutenção do veículo quando iniciar um financiamento.

Principalmente pelo fato de que um veículo demanda custos de manutenção para funcionar, e você deve ser capaz de bancar o financiamento.

Por isso, se não houver uma necessidade imediata na aquisição do veículo, muitas vezes o ideal é juntar o dinheiro para comprá-lo à vista. Dessa forma, você evita as armadilhas financeiras que podem se apresentar no caminho.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

23.2.21

Comprar ou Alugar Carro por 4 ANOS?

Locadoras oferecem contrato para alugar carro por até quatro anos! Seria isso melhor que comprar um carro? 


Aqui eu comparo os preços entre comprar um carro, ou alugar um carro pelo programa da Unidas Livre, que tem esse plano de aluguel por 4 anos ou 48 meses. 

Os carros usados na comparação são:
 Hyundai HB20S e o Renault Kwid.

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