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Parte das florestas deram espaço para áreas de pastagem com manejo, que saltaram de 248.794 km² para 426.424 km² no período, diz IBGE

Maior bioma do Brasil, a Amazônia perdeu 265.113 km² de vegetação entre os anos de 2000 e 2018, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (22) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Divulgação Reprodução Crédito na Fonte

O volume, que representa a maior redução de coberturas naturais dentre os biomas brasileiros no período, equivale à perda de uma área superior a 32,1 milhões de campos de futebol “Padrão Fifa”, com dimensões de 110m x 75m, equivalente a 8.250 m².

Segundo o estudo, parte da vegetação florestal amazônica deu espaço para áreas de pastagem com manejo, que aumentaram 71,4%, de 248.794 km² para 426.424 km² no período de 18 anos. A mudança corresponde a mais da metade (50,2%) de todas mudanças observadas no bioma.

As áreas agrícolas na Amazônia, por sua vez, saltaram de 17.073 km² para 66.350 km² (+288,6%) nos 18 anos analisados, com aumento mais significativo entre 2012 e 2014. “Em particular, após 2012, cerca de 43% das novas áreas agrícolas decorreram da conversão de áreas de pastagem com manejo”, diz o iBGE.

De acordo com o levantamento, as mudanças evidenciadas na região “indicam o padrão de uso do chamado ‘arco do desmatamento’”, inicialmente observada nas bordas da Amazônia, em áreas de contato com o Cerrado. Agora, no entanto, eles houve uma interiorização com a construções de estradas, margens de rios e adjacências de obras de infraestrutura na região.

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