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Nove crianças morrem ou são mutiladas todos os dias no país desde o começo do ano. Aumento se deve a escalada de violência na guerra do país

As informações são do Notícias R7

Na guerra mais longa travada pelos Estados Unidos e uma das mais letais da história, as crianças também se tornaram uma das maiores vítmas.

Em 2019, nove crianças morreram ou foram mutiladas todos os dias no Afeganistão só nos primeiros nove meses.

Pelo menos 631 menores morreram e outros 1.830 ficaram feridos, segundo um relatório da Unicef publicados na terça-feira (17) e que reflete a “tragédia” de uma nação presa em quatro décadas de conflito.

O número de vítimas aumentou 11% em relação ao mesmo período no ano passado, de acordo com o documento especial publicado em Cabul, capital afegã, pelo Fundo Das Nações Unidas para a Infância, que publica o relatório desde 2007.

“2018 foi declarado o pior ano para as crianças no Afeganistão, e o número de crianças mortas e feridas entre junho e setembro deste ano já superam em 94% todo o número registrado em 2018. É inaceitável”, denunciou o representante da Unicef no Afeganistão, Aboubacar Kampo, durante uma coletiva de imprensa.

A culpa pelo aumento se deve a um crescimento nos ataques suicidas e aos conflitos frequentes entre tropas antigovernamentais, talibãs e outros grupos insurgentes que operam no país.

6.500 crianças mortas entre 2009 e 2018

O conflito armado causou a morte de 6.500 crianças e deixou 15 mil feridos entre 2009 e 2018.

“Milhares perderam seus direitos básicos a ter um lar, família, educação de qualidade, atenção médica, segurança e proteção, e milhares pagaram o preço mais alto, suas vidas”, disse a EFE o porta-voz da Unicef em Cabul, Alison Parker.

Segundo Parker, se trata de “uma tragedia, mas uma que podemos acabar coletivamente”.

“Queremos fazer soar um alarme, pedir as partes envolvidas no conflito que cumpram suas obrigações segundo a lei humanitária internacional (…) e deixem de atacar escolas e centros de saúde”, acrescentou Parker.

Em 2018, a ONU contou 162 ataques contra escolas, hospitais e seus funcionários. Esse ano também registrou 44 incidentes em que a ajuda humanitária não pode ser entregue às comunidades mais necessitadas, principalmente por causa da guerra.

Crianças que só conhecem a guerra

A violência impacta de forma direta aos afegãos mais jovens, que em suas curta vidas só conheceram a guerra, mas o país conta com problemas subjacentes, como a pobreza, os deslocados e uma falta geral de serviços públicos.

Para a porta-voz da Unicef, “os altos níveis de pobreza fazem as crianças mais vulneráveis a violência, ao abuso, a negligência, a serem recrutados por grupos armados (...) e a várias formas de exploração, desde o casamento infantil ao trabalho forçado”.

A agência da ONU advertiu sobre a necessidade de investir urgentemente em educação para reduzir as taxas de analfabetismo, uma das mais altas do mundo, e proporcionar escola para as 3,7 milhões de crianças em idade escolar que estão ausentes das aulas.

Só 25% dos fundos necessários foram arrecadados

A Unicef busca arrecadar US$ 323 milhões, cerca de R$ 1,3 bilhão, para continuar suas atividades no Afeganistão no próximo ano, e até agora, só conseguiu arrecadar 25% da quantia.

Mas, apesar dos desafios, a agência destacou o “importante progresso” na redução do número de mortes de crianças menores de 5 anos, que caiu quase um terço desde 2008, e ao fato de que 96% do país foi declarado livre de pólio.

A Unicef chamou todas as partes a se sentarem e negociarem a paz no país para garantir a segurança dos menores.

No momento, as conversas entre os talibãs e os Estados Unidos foram restabelecidas, depois de terem sido suspensas em setembro pelo presidente americano Donald Trump, após um ataque em Cabul em que um soldado dos EUA foi morto.

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