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Divulgação Reprodução

Quando Nina começou a trabalhar como garota de programa, precisou fazer uma pesquisa longa. Não sabia quanto poderia cobrar, como deveria se portar, onde poderia encontrar clientes. 

O que achou em diversos sites – e relatos de mulheres como Lola Benvenutti e Claudia Marchiori, por exemplo – a ajudou, mas ela percebeu que precisava de mais. Conseguiu se virar, e segue na profissão há dois anos e meio, mas foi pensando em outras garotas que desejam entrar neste mundo que ela escreveu o livro ‘Manual do Sexo Pago’.

A mato-grossense, natural de Tangará da Serra, é formada em letras, e já trabalhou como professora, além de ter tentado comandar um negócio próprio logo depois que se separou do marido. “E eu fiquei um ano fazendo isso, mas a renda era muito pequena”. 

Quando estava em um ‘beco sem saída’, ela tomou a decisão. “Eu estava no banho, pensando, ‘o que eu vou fazer pra resolver minha situação?’... Porque estava crítica”, lembra. “Do nada veio o pensamento: eu sou magra, eu gosto muito de sexo, gosto muito de sair com outras pessoas... desde que eu tinha 18, 19 anos, eu já entrava no chat para conversar com pessoas desconhecidas, e saía para encontrar com elas, mas eu nunca cobrei por isso... então decidi”.

Foram cinco meses de pesquisa até que Nina realmente saísse para seu primeiro programa – com um rapaz que ela já tinha conversado, antes de ser 'garota' (como ela mesma nomeia a profissão), no chat da Uol. Foi lá que ela o encontrou novamente. Segundo Nina, o encontro foi um ‘desastre’.  




“Primeiro que eu já sabia que era ele, sabia que ele era mais velho. Mas eu realmente não sabia como me comportar dentro do quarto. Eu achava que eu tinha que ser estilo Bruna Surfistinha... e eu não sou assim. Cheguei no quarto e não conversei muita coisa. Num primeiro momento a gente chegou e eu já fui tirando a roupa”, conta.

O tempo para o encontro estava ‘apertado’, já que o cliente só tinha uma hora disponível. “E ele estava super preocupado porque tinha que pegar a esposa depois. Eu tirei a roupa, fui tirando a dele, fiz sexo oral nele, mas ele brochou. Eu fiz o que eu pude, mas ele disse, ‘Ah, não, eu estou muito nervoso, tenho medo da minha esposa descobrir... e a gente ficou no máximo 30 minutos no quarto”.



O preço combinado era de R$200, mas, devido ao acontecido, o cliente pediu um desconto, na brincadeira, e Nina, inexperiente, fez por R$150. “Ele ficou com vergonha pela situação toda, mas me deu o dinheiro”, lembra...

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