Blog Diferente Para Ser Diferente
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Você conhece o Retrô Computaria ?
Imagem Ilustração Divulgação

Com informações direta do RetroComputaria:

Nome e bordão
O nome veio de uma brincadeira. Existem aqueles que falam, de forma pomposa, a respeito da “blogosfera”, o coletivo de blogueiros que discorrem sobre diversos assuntos. Daí, o Cesar fez piada, dizendo que era tudo uma “blogaria”. Da mesma forma, podcast tem a “podosfera”, e o Ricardo falou na “podaria”. Daí, virou Retrocomputaria, o que já rendeu algumas piadas: Quando fomos lançados, o anúncio no Twitter na Kombo Podcasts era: “Vem aí um podcast com putaria!”.

O bordão, “Porque velho é o seu PC” tem raízes na propaganda de um absorvente feminino, O.B., onde a atriz encerrava o anúncio dizendo que “Incomodada ficava a sua avó”. Daí veio a ideia para esse bordão que todos nós lembramos. Afinal, nossos micros são clássicos, vintage, lendários… Mas não são velhos. Dada a velocidade do mercado de PCs (e hoje, ainda mais o de smartphones), você compra o micro e logo ele está obsoleto.

Definições e o Retrohitz
Desde o início, priorizamos ter sempre um arquivo de áudio por semana. Acreditamos na periodicidade como um meio de fidelizar nossos ouvintes: Desde 20 de janeiro de 2010, sempre houve pelo menos um arquivo de áudio sendo publicado por semana.

Mas ao mesmo tempo, havia a necessidade de sermos honestos: Não seria possível termos um episódio por semana, devido aos nossos compromissos pessoais. Portanto, decidimos ter um episódio dividido em 2, 3 ou 4 partes de forma quinzenal. Fomos criticados por novos ouvintes no episódio 0, disseram que não tínhamos compromisso com os nossos ouvintes, comparando-nos a podcasts que existiam na época… Bem, esses podcasts não existem mais, e nós continuamos aí, vivos e chutando!

Devido a este vácuo formado a cada duas semanas, decidimos criar o Retrocomputaria Especial BGM. Dessa forma, teríamos trilhas sonoras de micros clássicos para suprir a falta de episódios naquela semana. Graças à sugestão de um ouvinte, mudamos o nome a partir do 6o episódio para Retrohitz (muito melhor), e temos agora publicado em torno de 15 episódios por ano, trazendo música de qualidade para entusiastas dos micros clássicos.

E antes que alguém pergunte, quem faz a apresentação dos Retrohitz é a esposa do Ricardo, a Maria Cláudia, assim como as vinhetas de classificação indicativa e a voz no final da abertura. Ela se ofereceu… Aí já viu.



Qualidade, qualidade e qualidade

No início, nosso som era muito ruim. Havia inclusive a piada de que o Cesar Cardoso era “nosso correspondente no Iraque”, dada a quantidade de ruídos e chiados que sua ligação continha. Mas isto não era exclusividade dele, todos tiveram problemas, maiores ou menores, de headsets de baixa qualidade. Tomamos vergonha na cara, decidimos tirar o escorpião do bolso e investir em equipamento próprio.

É verdade que chegamos a usar um estúdio de gravação emprestado (obrigado, Hostnet), assim como um conjunto emprestado de mesa de som e microfones para nossas gravações. Mas concluímos que precisávamos ter nosso próprio equipamento. Adquirimos então uma mesa de som da Behringer com saída USB (é reconhecida pelo computador como se fosse uma nova placa de som), e microfones da mesma marca. E usamos várias vezes, em diversas gravações.

Hoje em dia, com a maior parte da equipe morando fora do Rio e com as mudanças que fizemos, decidimos vender a mesa de som e os microfones. Todos usamos headsets USB da Logitech ou da Microsoft, de boa qualidade, e agradecemos aos amigos do NGCast por mais essa dica valiosa.

Começamos com o Skype, que ainda é amplamente usado por podcasters no mundo todo. Mas para gravar o áudio é uma complicação extrema. Daí, migramos para o Hangouts, do Google, e em alguns casos usamos o TeamSpeak, uma ferramenta gratuita multiplataforma, para nos comunicarmos e gravarmos. Novamente, nossa eterna gratidão aos nossos amigos do NGCast pela dica e pela sala de chat disponível no seu servidor. Dada a distância que nos separa hoje em dia, com a equipe de 5 pessoas, espalhadas por 4 cidades (Brasília, Campinas, Rio de Janeiro e Presidente Prudente), é fundamental uma qualidade minimamente ótima.

Os episódios são gerados por scripts feitos para serem executados no Linux. Logo, batalhamos para refiná-los e garantir que problemas que notamos em outros podcasts – como trilhas sonoras altas demais, falta de tags ID3 ou imagens de abertura, normalização inexistente ou compressão dinâmica do áudio malfeita – não ocorram aqui. Automatizamos o que pudemos (inclusive a geração e publicação dos vídeos no Youtube) para garantir uma uniformidade no nosso trabalho. E temos recebido retorno de ouvintes, declarando que tecnicamente, o nosso podcast é um dos melhores. Obrigado!

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