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No final, aconteceu. Embora o Brasil seja um país abertamente secular, agora está envolvido em um vórtice religioso internacional que pode custar-lhe soberania sobre a Amazônia.

E aqueles que exercem a ameaça não são os poderes militares da Rússia ou da China, mas a força institucional de um estado com 0,44 km² e uma população de aproximadamente 1.000 habitantes.

Houve um tempo em que o Brasil não tinha nada a temer do Vaticano. Mas agora os ventos dessas partes são ventos da esquerda mais sofisticada e virulenta do planeta, que possui a arma mais mortal já descoberta: a capacidade de mobilizar consciências.

E o fato é realizado. Sob a égide de Francisco, o Sínodo da Amazônia acontecerá em Roma entre 6 e 29 de outubro.

Que orientação terá este Sínodo? Observando a agenda de seus organizadores, parece que a Teologia da Libertação predominará. E com este ponto de partida, uma orquestração internacional envolvendo o Vaticano, a ONU, a União Européia e ONGs de todo o mundo reivindicaria a internacionalização da Amazônia.

Seria uma questão de lançar um novo ensinamento, segundo o qual a catequese seria secundária e até supérflua, porque os índios já vivem em êxtase: eles não conhecem propriedade privada, lucro, competição. Então, qual é a necessidade do país, se o que importa é o pedido de desculpas do coletivismo tribal?

Estaríamos, portanto, diante de uma "Nova Igreja" de inspiração comunista, na qual a propriedade é heresia e o proprietário, herético, e a vida selvagem, a plena realização do ideal humano.

Qualquer pessoa que deseje aprender sobre os desígnios dessa teologia indígena deve ler o livro Tribalismo Indígena, um ideal comunista-missionário para o século XXI. Escrito em 1977 pelo conhecido presidente da TFP, prof. Plinio Corrêa de Oliveira, o livro previa a ofensiva dessa nova missiologia, denunciando as teses que, ainda mais radicalmente, provavelmente serão defendidas no Sínodo de outubro de 2019, abrindo caminho para o pedido de internacionalização da Amazônia.

Na época, o livro foi um sucesso de publicação. Teve nove edições, totalizando 82 mil cópias vendidas. As caravanas propagandistas da TFP a espalharam por 2.963 cidades, em todos os cantos do Brasil.

Reimpresso em 2008, foi adicionada uma segunda parte, na qual os jornalistas Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves relatam o que viram na reserva Raposa-Serra do Sol, no estado de Roraima, e suas pesquisas em Mato Grosso e Santa Catarina. Eles transcreveram entrevistas significativas com personalidades diferentes, o que confirma em todas as teses apoiadas pelo prof. Plinio Corrêa de Oliveira em 1977.

Uma repercussão expressa deste livro veio do ministro Marco Aurélio de Mello, do Supremo Tribunal Federal, que em sua declaração de voto durante o julgamento da controvérsia pela definição dos limites das terras nativas da reserva Raposa-Serra do Sol, declarou:



"Vale a pena registrar que o professor Plinio Corrêa de Oliveira, autor de 'Tribalismo Indígena - Ideal Comunista-Missionário para o Brasil no século XXI', antes da discussão da Carta Constitucional de 1988, havia alertado: 'O Projeto Constituição , adotando uma concepção tão hipertrófica dos direitos dos índios, abre caminho para o reconhecimento de uma espécie de soberania diminutae rationis aos vários grupos indígenas, uma autodeterminação, segundo a expressão consagrada (Projeto de Constituição aflige o País, Editora Vera Cruz, São Paulo). Paulo, 1987, p. 182; e p. 119 do trabalho mencionado.) Palavras proféticas, mesmo levando em conta o fato de o Brasil, em setembro de 2007, ter participado da Assembléia Geral das Organizações das Nações Unidas para aprovação da Declaração Universal dos Direitos Indígenas "

O Brasil, portanto, foi avisado. Agora, espera-se que a diplomacia brasileira saiba - com todo o respeito pelas autoridades eclesiásticas, mas também com toda a firmeza necessária - indicar ao Vaticano e aos pais do sínodo que o Brasil não aceitará a pressão de nenhuma organização internacional sobre o governo, ou nenhuma interferência inadequada na gestão do seu território.

Segundo a doutrina católica, não pertence à missão da Igreja defender - como fez Mons. Erwin Kräutler (ver "O Estado de S. Paulo, 10-2-19), bispo emérito de Xingu, no Pará - o bioma ameaçado, sem definir se é supérfluo ou não supervisionar as ONGs ou saber se o governo mudou ou não. menos os limites das áreas indígenas, mesmo para os bispos não cabe a eles ver se o governo cumpre a Constituição ou não.

E, acima de tudo, o Estado brasileiro não pode de forma alguma aceitar a renúncia à soberania sobre a Amazônia, porque tem todo o direito e o dever de garantir sua integridade territorial.

Finalmente, é necessária uma reflexão.

Do atual governo, podemos esperar uma política eficaz para defender a integridade do nosso território. O que é impensável se o Partido dos Trabalhadores ainda estivesse no poder, o que ajudaria o Sínodo da Amazônia a desmantelar o Brasil ...

Via Italia.org.br
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