30.11.18

Operação Prato


A operação teve início no ano de 1977 com o comando do capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que, inclusive, nomeou a missão. 

Sua equipe foi composta por mais vinte militares e tinha o objetivo de investigar a região que é litorânea. 

Os investigadores militares se equiparam com câmeras fotográficas e filmadoras para observar e registrar as estranhas aparições relatadas pelos moradores. Naquela ocasião, o assunto tomava conta dos noticiários e das conversas entre os populares, muitas pessoas deram entrada nos hospitais da região com estranhas queimaduras que alegavam terem sido causadas pelas luzes do céu. Popularmente, os acidentes eram chamados de chupa-chupa e causavam euforia.

A equipe do capitão Hollanda Lima reestabeleceu a ordem na cidade durante os quatro meses que permaneceu no local. No entanto, não foi registrada nenhuma ocorrência. Pelo menos, esta foi a história que o capitão sustentou até 1997, quando concedeu uma entrevista em que revelou que sua equipe testemunhou manifestações estranhas, absolutamente desconhecidas na natureza. 

O capitão desmentiu a versão oficial e contou que sua equipe fez sim registros em fotos e em vídeos de objetos luminosos e de gigantescas naves realizando movimentos impossíveis para a tecnologia terrestre. De acordo com o novo relato, havia uma grande nave que emitia luzes de diferentes cores que liberava e recolhia luzes menores, que funcionavam como uma espécie de sonda. 

A equipe também coletou depoimentos da população que versavam sobre a existência de seres luminosos saídos do interior da nave. 

A denominação popular de chupa-chupa ocorreu em função de relatos sobre pessoas que eram capturadas por esses seres luminosos e que tinham o sangue sugado.



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